Belisa Neves Zanardi

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1 1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Concepções de Educação Ambiental de graduandas em Pedagogia Belisa Neves Zanardi São Paulo-SP 2010

2 2 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Ciências Biológicas e da Saúde-CCBS Trabalho de Conclusão de Curso em Licenciatura em Ciências Biológicas Concepções de Educação Ambiental de graduandas em Pedagogia Belisa Neves Zanardi Monografia apresentada para obtenção do grau de Licenciada em Ciências Biológicas pelo Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Orientador:Prof. Dr. Adriano Monteiro de Castro São Paulo-SP 2010

3 3 BELISA NEVES ZANARDI Concepções de Educação Ambiental de graduandas em Pedagogia Monografia apresentada para obtenção do grau de Licenciada em Ciência Biológicas pelo Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Data: Resultado: BANCA EXAMINADORA: Adriano Monteiro de Castro José Cássio Másculo Renato Chimaso dos Santos Yoshikawa

4 4 A Pepeu.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus e minha família, Isabel, Pedro e Paula apenas por existirem em minha vida. Especialmente a Adriano Monteiro de Castro e aos meus verdadeiros amigos que de um jeito ou de outro me ajudaram a chegar até aqui.

6 6 Resumo O presente trabalho cujo tema é Educação Ambiental apresentou como principal objetivo analisar as concepções de graduandas em Pedagogia de uma Universidade particular do Estado de São Paulo, sobre Educação Ambiental, procurando buscar descrever expectativas quanto as suas futuras práticas pedagógicas relacionadas à Educação Ambiental e identificar aspectos valorizados quanto à temática da Educação Ambiental. Assim, como procedimento metodológico foi adotado a aplicação de um questionário contendo cinco perguntas, sendo todas estas relacionadas com o tema Educação Ambiental. A partir dos depoimentos das futuras professoras de Pedagogia, foi possível identificar duas principais tendências quanto a Educação Ambiental: Educação Ambiental mais conservadora e a Educação Ambiental mais crítica. Sendo neste grupo de alunas mais fortemente evidente a concepção de uma Educação Ambiental conservadora. Direciona-se, portanto, a necessária busca por alternativas de modo a superar a crise socioambiental no presente século. Cada vez torna-se mais urgente a atuação e mediação de docentes para a superação de concepções do homem como senhor da natureza e desenvolvimento da noção de pertencimento à natureza; aptos para a formação de alunos que interajam harmoniosamente com então meio ambiente, contribuindo na busca por mudanças sociais, econômicas, culturais e ambientais, a partir de seus alunos e propagando-se pela escola, pelo bairro, pelo país e o finalmente pelo mundo com a construção de uma ética ambiental global. Palavras-chave: Educação Ambiental, concepções, Planeta Terra.

7 7 Abstract The present work which theme is environmental education, has the main objective to analyze the concepts of undergraduate education of a private University of São Paulo, it tries to describe expectations regarding to their future teaching practices within Environmental Education and identify valuable aspects on Environmental Education. As a methodological procedure, it was adopted to apply a questionnaire containing five questions, which are all related to Environmental Education. From the testimonials of future teachers of pedagogy, it was possible to identify two main trends on Environmental Education: the first is more Conservative and the second one, more Critical. On this student group the strongest evidence was the design of a Conservative Environmental Education. Therefore, it is necessary to search for alternatives in order to overcome the socio-environmental crisis in this current century. As a result, action becomes increasingly urgent, as well as the mediation of teachers to overcome the concepts of man as master of nature and the development of the feeling of belonging to nature; in other words, an action able to train students who can interact harmoniously with the environment, beside that, it is also necessary to make changes in society, economy, culture and environment issues, made by students and propagated by the school, these changes should begin on districts, then countries and finally around the world, bringing a Worldwide Environmental Ethic. Keywords: Environmental education, ideas, Earth Planet.

8 8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DEFINIÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO DEVE SER CONFUNDIDA COM ECOLOGIA CONSTITUIÇÃO DE 1988, LEI e o DECRETO PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ANÁLISE DOS DADOS E DISCUSSÃO RESULTADOS DA COLETA ANÁLISE DOS DADOS E DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...52 ANEXO ANEXO APÊNDICE APÊNDICE

9 9 1. INTRODUÇÃO Sabemos que tudo que há no planeta Terra é energia, e de acordo com o ciclo natural da vida, de uma maneira bem simples, tudo que é vivo tende a nascer, crescer, se reproduzir e morrer, devolvendo assim a energia do que um dia foi para a terra. Uma grande árvore em uma floresta tropical, um dia á de cair, dando espaço para novas sementes crescerem, assim como espécies de animais, naturalmente vem sendo extintas e substituídas ao longo da evolução, fazendo outras tantas aparecerem. E é assim que o ciclo da vida vem se reciclando naturalmente, pois os problemas fazem parte deste ciclo, e a morte é algo certo para todas as formas de vida, estando a natureza assim em perfeito equilíbrio. Mas quando os problemas ambientais são intensificados, muito provavelmente por influência direta ou indireta de apenas um único animal, no caso o homem, impactos ainda maiores são sentidos por todos que ocupam nosso planeta, e exemplos como o das florestas sentindo cada vez mais com problemas como queimadas irregulares, perda de biodiversidade de sua flora e fauna, o constante aumento dos gases poluentes na atmosfera agravando ainda mais problemas como o aquecimento global, as doenças e novas epidemias que surgem de época em época, sem contar a perda de nossas águas e de nossos solos, entre outros tantos. E assim a vida vai entrando em desequilíbrio, e reflexos de ações de intensa degradação do planeta são noticiados quase que diariamente em nossos telejornais por todas as partes do globo, nos informando de como nosso meio ambiente foi intensamente transformado, deixando pistas de um futuro insustentável, se não forem tomadas medidas urgentes de mudanças de valores e atitudes na população como um todo. As mudanças devem começar a partir da Educação. A Educação das pessoas, e deve vir de maneira constante, gradual e crescente ao longo da vida de cada um, fazendo com que se criem, a partir de uma Educação Ambiental, valores que levem naturalmente a atitudes equilibradas para vidas

10 10 mais saudáveis e sustentáveis para e no planeta Terra. O homem passe a Ser Humano, e que construa sua educação sabendo que não está aqui sozinho, fazendo parte de um meio que conta com a interação de tudo e de todos, criando assim um respeito por tudo que é vivo. Aliada a estas idéias, o grande número de acordos internacionais que foram firmados ao longo da segunda metade do século XX e início do atual indicam a relevância do tema na atualidade. Assim, podemos citar a Declaração de Ahmedabad 2007, de 28 de Novembro de 2007, onde crêem que será através da Educação, que poderemos compor estilos de vida que apóiem a integridade ecológica, a justiça social e econômica, a partir de modos de vida sustentáveis em respeito assim a toda forma de vida. Sendo pela Educação Ambiental, que poderemos aprender a prevenir e resolver conflitos, respeitar a diversidade cultural e voltamos a crer em uma sociedade com profundo respeito e cuidado pela vida, procurando trabalharmos todos juntos pela busca da paz (Declaração de Ahmedabad 2007: Uma llamada a La Acción, 2007). A Declaração de Ahmedabad (2007), ainda indica que todos são tanto aprendizes como educadores assim aponta como um de seus objetivos para o milênio trabalhar com a Carta da Terra (1997). Esta Carta da Terra: valores e princípios para um futuro sustentável (1997) é uma declaração de princípios fundamentais em busca de uma ética global, que vise principalmente, à responsabilidade compartilhada e interdependência entre os diferentes povos, criando-se assim uma sociedade global. Esta ainda, exalta a sua importância dado o presente momento ambiental em que o planeta se encontra, havendo assim a necessidade de mudanças na maneira de pensar sobre nossos valores e tomadas de decisão. Apontando como possível solução a criação de uma nova visão de ética, compondo um mundo sustentável baseado no respeito à natureza, aos direitos humanos universais, a justiça econômica e a cultura de paz (A Carta da Terra: valores e princípios para um futuro sustentável, 1997). Aqui a busca pela paz também é uma meta a ser atingida, como na Declaração de Ahmedabad.

11 11 Algo que deve ser exaltado na Carta da Terra é a idéia de que quem assume maior liberdade, conhecimentos e poder, implicaria na responsabilidade para com o outro. E sendo assim, aqui poderíamos levantar duas questões importantes. Primeiro o governo de todos os países que possui grande poder sobre a sociedade, deveriam ser os pioneiros nesta busca por mudanças, de maneira passiva, procurando a melhorias para seu país e para o mundo no qual está inserido. Segundo, nos remete a exaltar a importância do papel do professor na formação de seus alunos, e, portanto da sociedade, dado seus conhecimentos e até certo ponto seu poder e liberdade para trabalhar com estes competências e habilidades na busca por uma comunidade global cada vez mais sustentável. E ainda um fato interessante é que a Carta da Terra promove e apóia seu próprio uso de modo educativo, podendo assim ser utilizada pelos professores na construção da Educação Ambiental de seus alunos, aparecendo assim como uma possível solução (A Carta da Terra: valores e princípios para um futuro sustentável, 1997). As preocupações com a temática ambiental estão presentes no campo educacional e podem ser exemplificadas ainda com os próprios Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 2000), que justificam as orientações do Meio Ambiente como tema transversal aparecendo em todas as fases da vida dos alunos assumindo característica de ser interdisciplinar, sendo assim contemplado nas construções curriculares das escolas do ensino fundamental justificando sua importância dado que: A perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo em que se evidenciam as inter-relações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida. Em termos de educação, essa perspectiva contribui para evidenciar a necessidade de um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, da co-responsabilidade, da solidariedade e da equidade (BRASIL, 2000, p 19). Sendo assim o presente trabalho tem como principal objetivo analisar as concepções de graduandas em Pedagogia de uma Universidade particular do Estado de São Paulo, sobre Educação Ambiental, procurando:

12 12 Descrever expectativas quanto as suas futuras práticas pedagógicas relacionadas á Educação Ambiental. Identificar aspectos valorizados quanto à temática da Educação Ambiental. Este trabalho é dividido em cinco partes: Introdução, Fundamentação teórica, Procedimentos metodológicos, análise e referências bibliográficas. Onde há na Fundamentação Teórica, quatro capítulos: no primeiro é trabalhado o Histórico da Educação Ambiental, o segundo dá a definição sobre o que é Educação Ambiental, terceiro se refere a quando a Educação Ambiental não deve ser confundida com Ecologia e o quarto contemplará a Constituição Federal de 1988, a Lei de nº e o Decreto Os procedimentos metodológicos abordaram como o trabalho foi realizado. Na análise contêm os resultados obtidos feito o trabalho e seu desenvolvimento de acordo com o que a literatura nos diz. E por fim há as referências bibliográficas utilizadas.

13 13 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. Histórico da Educação Ambiental Para entendermos o presente e nos prepararmos para o futuro temos que conhecer e compreender o passado. Pois segundo Grün (1996), uma vez que, em decorrência da hermenêutica (interpretação do sentido das palavras), o passado não é visto como um elemento que deve ser vencido, ultrapassado ou eliminado pelo novo, sendo ele o fornecedor da própria base para compreensão do presente. Portanto o passado não pode ser considerado um resíduo de acontecimentos acumulados, mas sim um fluxo no qual nos movemos e participamos constantemente como seres sociais-históricos, estando, portanto inseridos na História dado o fato pelo qual existimos (GRÜN, 1996). Sendo assim, no presente trabalho, o entendimento da história da Educação Ambiental, e dos acontecimentos históricos das diversas épocas, antes, durante a sua formação e depois desta, se faz necessário para a compreensão da constante evolução da Educação Ambiental no presente momento e de sua importância para a sociedade como um todo. A curiosidade do homem sempre foi algo presente desde o surgimento da raça humana já aparecendo na Idade da Pedra. E é dentro desde mundo de novidades que está o maior desafio ao longo da evolução para os seres humanos, a natureza. Esta que apesar de já ter sido bastante explorada ainda mantêm muitos de seus maiores segredos nas sombras. Mas sempre existiram homens buscando por respostas e novos desafios, como Cascino (2000) aponta, Copérnico, Da Vinci, Galileu, Michelangelo, Botticelli, Camões e Shakespeare; foram homens que fizeram a diferença em suas respectivas épocas e promoveram assim transformações fazendo com que a humanidade desse um passo a frente. E foi em meio a questionamentos que nasceu a Ciência onde tudo era e ainda é posto em discussão.

14 14 E quando falamos de evolução e Ciências, não podemos deixar de citar Charles Darwin e sua tão famosa e revolucionária obra A origem das espécies, do final de 1859, onde Darwin ainda contava com as idéias de outro grande cientista Jean-Baptiste Lamarck, e sua teoria evolucionista que retratava o desenvolvimento dos seres vivos a partir de sua relação com o meio ambiente, influenciando assim a formação do paradigma darwinista trazendo novamente mudanças para a civilização. Houve a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial, e as tão devastadoras bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, além da Guerra Fria, que dentre muitos outros aspectos serviram para formação de novos valores e atitudes na humanidade, e apesar de toda destruição e pobreza que acontecimentos históricos como estes trazem para o planeta, houve muitos avanços, na medicina, tecnologia e ciências. E foi assim e vem sendo, que ao longo de toda a história da humanidade que as mentalidades vão se moldando e caracterizando as civilizações de acordo com os períodos e grandes eventos que vão marcando e transformando o tempo e os espaços. A década de 60 Neste período segundo Cascino (2000) ocorram grandes movimentos transformadores na humanidade, como o dos hippies, a explosão do feminismo, o movimento negro ou Black Power, o pacifismo, a libertação sexual e a pílula, as drogas, o rock-and-roll, as manifestações anti-guerra Fria e a corrida armamentista-nuclear, anti-vietnã. E foi em meio a 1962 que segundo Dias (1998), a jornalista Rachel Carson lançava um livro intitulado Primavera Silenciosa tornando-se um clássico do movimento ambientalista mundial. Onde Rachel alertava sobre os efeitos danosos de ações humanas sobre o ambiente como a perda da qualidade de vida produzida pelo uso indiscriminado e excessivo de produtos químicos e seus posteriores efeitos sobre o meio ambiente, como a utilização dos pesticidas.

15 15 No ano de 1968, houve o surgimento do Conselho para Educação Ambiental, no Reino Unido, além de neste mesmo ano segundo Dias (1998) trinta especialistas de várias áreas se reunirem em Roma para discutir a crise atual e futura da humanidade, fundando-se assim o Clube de Roma que em 1972 passaria a produzir o relatório Os Limites do Crescimento Econômico (The Limits of Growth), onde este denunciava o crescente consumo mundial, levando a humanidade a um limite de crescimento e possível colapso, estudando assim as ações na busca por um mundo equilibrado com a redução do consumo tendo em vista determinadas prioridades sociais. Ainda em 1968 a delegação da Suécia na ONU alertava sobre a degradação do meio ambiente e sugeria uma abordagem global para busca por soluções dos problemas ambientais (DIAS, 1998). A Década de 70 Em 1971 contando com o apoio de políticos, cientistas e entidade relacionada a revista The Ecologist, na Grã-Bretanha há publicação de A Blueprint for Survival (Um Esquema para a Sobrevivência), considerado hoje, segundo Dias (1998), um documento histórico sendo um clássico que propunha medidas na busca de um meio ambiente saudável, apontando que onde insistiam em um aumento indefinido de demanda não poderia ser sustentado por recursos finitos, não atingindo um equilíbrio global. Um ano depois, mais precisamente entre 5 a 16 de junho de 1972, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, reunida em Estocolmo, Suécia, visava a necessidades de um critério e de princípios comuns que ofereçam aos povos do mundo inspiração e guia para preservar e melhorar o meio ambiente humano (Declaração de Estocolmo,1972). Esta, em suas proclamações, em uma visão geral, atenta o homem como obra e construtor do meio ambiente e que graças à evolução da ciência e tecnologia este possui o poder de transformar de diversas maneiras o meio em que vive. E tendo o governo o dever de promover a proteção e o melhoramento do meio ambiente humano, pois o homem vem causado diversos danos a natureza

16 16 como poluição da água, do ar, da terra e dos seres vivos, além de grandes transtornos de equilíbrio ecológico da biosfera, destruição e esgotamento de recursos naturais, usados para fins individuais do homem, sem pensar nas conseqüências do todo (Declaração de Estocolmo, 1972). Ainda na Declaração de Estocolmo (1972), encontramos a questão das diferenças entre os países em desenvolvimento ligado a problemas ambientais, o crescimento da população, e no momento da história em que nos encontramos devemos orientar nossos atos em todo o mundo de uma maneira a criar uma ética internacional, onde o homem deve dividir e aplicar conhecimentos para criar um meio ambiente equilibrado a partir da Educação Ambiental. E ainda a Declaração de Estocolmo (1972) traz a questão de quão importante e necessário que todos os cidadãos e comunidades, empresas e instituições, locais, nacionais e internacionais de todas as nações, aceitem as responsabilidades que possuem e que todos participem equitativamente somando esforços para resgatar, preservar e melhorar o planeta Terra em benefício do homem e da natureza como um todo, hoje e no futuro. Dentre os muitos aspectos presentes nos princípios existentes na Declaração de Estocolmo (1972), há exaltação do homem tendo principal responsabilidade de preservar a flora, a fauna, o ar, a água (doce e salgada) ainda mais por essa, além de outros, apresentar-se de maneira como recurso não renovável podendo em um futuro não muito distante ser esgotada, e a terra, atribuindo extrema importância assim a conservação da natureza como um todo. Há ainda alertas para o melhoramento do uso da terra, por exemplo, na agricultura e agronomia, e um alerta quanto à fiscalização de indústrias que por muitas vezes lançam seus dejetos no meio ambiente, tendo estes, portanto que perante uma forte fiscalização em casos de burlarem a lei serem multados, ação em que todos os povos de todos os países deveriam adotar para irem contra a poluição. Consta nos princípios da Declaração de Estocolmo (1972) ainda a utilização dos meios de comunicação em massa, por exemplo, a televisão, o rádio e a internet, para promover a disseminação e a troca de

17 17 conhecimentos entre as pessoas, procurando proteger e melhorar o meio ambiente humano em benefício da população e do planeta. A Declaração de Estocolmo realmente foi um marco histórico político ambiental da Educação e, segundo Dias (1998), essa estabeleceu um Plano de Ação Mundial, trazendo a questão ambiental para o público em geral e tendo o objetivo de inspirar e orientar a humanidade para a preservação e melhoria do meio ambiente tendo a Educação Ambiental o elemento crítico para o combate a crise ambiental mundial evidenciando a urgência da necessidade do homem reordenar suas prioridades, na busca de um futuro para a raça humana. E ainda como um dos resultados da Conferência de Estocolmo, ainda em 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU), criou um organismo chamado Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ou PNUMA, sediado e Nairóbi. No ano de 1975, em resposta às recomendações da Conferência de Estocolmo, a UNESCO promoveu em Belgrado (Iugoslávia) um Encontro Internacional em Educação Ambiental onde se criou o Programa Internacional de Educação Ambiental - PIEA que formulou os seguintes princípios orientadores: a Educação Ambiental deve ser continuada, multidisciplinar, integrada às diferenças regionais e voltada para os interesses nacionais. Do dia 13 a 22 de outubro de 1975 foi elaborada uma estrutura global para a Educação Ambiental a dita Carta de Belgrado, que constitui um dos documentos mais lúcidos e importantes gerados na década de 70. Abordando sobre a situação ambiental, tendo em vista que esta vem crescendo quanto ao número de habitantes da Terra e com eles os problemas e também o progresso que podem trazer benefícios ou até mesmo malefícios ao mundo. Além de falar da satisfação das necessidades e desejos de todos os cidadãos da Terra. A Carta de Belgrado (1975) propõe temas que falam da erradicação das causas básicas da pobreza como a fome, o analfabetismo, a poluição, a exploração e dominação, sendo assim problemas que devem ser tratados em conjunto. Nenhuma nação deve se desenvolver a custa de outra nação,

18 18 havendo necessidade de uma ética global que abranja a toda humanidade na biosfera e promova mudanças de atitudes e comportamentos para uma melhora global. Onde a reforma dos processos e sistemas educacionais é central para a constatação dessa nova ética de desenvolvimento. A juventude deve receber um novo tipo de educação que requer um novo e produtivo relacionamento entre estudantes e professores, entre escolas e comunidade, entre o sistema educacional e sociedade. A Carta de Belgrado (1975), ainda se refere à Recomendação 96 da Conferência sobre o Meio Ambiente Humano de Estocolmo propondo um programa mundial de Educação Ambiental que esta contra a crise ambiental do mundo, onde está educação ainda deverá contar com os princípios básicos incluídos na Declaração das Nações Unidas sobre a Nova Ordem Econômica Internacional, com novos conhecimentos e habilidades de valores e atitudes visando uma melhora ambiental atual para uma qualidade de vida digna hoje e no futuro (Carta de Belgrado, 1975). Um ano depois, entre 14 e 16 de Outubro de 1977, foi realizada a Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental em Tbilisi, realizada na Geórgia (ex-urss) organizada pela UNESCO com a colaboração do PNUMA, sendo considerado um marco fundamental na evolução do conceito de Educação Ambiental, e seus princípios estabelecidos são até hoje aceitos como uma referência ou parâmetro internacional para o ensino de Educação Ambiental, contando, portanto com 41 recomendações (DIAS, 1998). A Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental em Tbilisi foi o ponto culminante da primeira fase do Programa Internacional de Educação Ambiental, iniciado em Definiram-se os objetivos, as características da EA, assim como as estratégias pertinentes no plano nacional e internacional. A Década de 80 Foi nesta década, segundo Guimarães (1995), que o termo Educação Ambiental popularizou-se definitivamente no mundo. No ano de 1985 o parecer 819/85 do MEC, reforça mais ainda a necessidade da inclusão de conteúdos

19 19 ecológicos ao longo do processo de formação do Ensino de 1 grau e 2 grau, integrandos a todas as áreas do conhecimento de forma sistematizada e progressiva, possibilitando assim a formação da consciência ecológica do futuro cidadão. A estratégia internacional de ação, em matéria de educação e formação ambiental para o decênio de 90, foi o documento elaborado no final do Congresso Internacional sobre Educação e Formação Relativas ao Meioambiente, realizado em 1987 em Moscou, Rússia, promovido pela UNESCO, e nesta época vale relembrar que a então União Soviética vivia o início da perestroika e da glasnost, além de temas levantados como desarmamento, acordos de paz entre URSS e EUA, democracia e liberdade de opinião, ainda estavam presentes em discussões na presente época (CASCINO, 2000). Outro fato importante na época foi o caso em Chernobyl, levantando importante destaque no sentido de elaboração de novos modos de organizar a sociedade (CASCINO, 2000). Sendo assim este documento desenvolvido em meio a grandes acontecimentos do período histórico contava com a importância da formação de recursos humanos nas áreas formais e não formais da Educação Ambiental e a inclusão da dimensão ambiental nos currículos de todos os níveis. A UNESCO/PNUMA reunia os países membros da ONU realizou em Moscou o Congresso Nacional sobre Educação e Formação Ambientais - UNESCO/PNUMA onde foram analisadas as conquistas e dificuldades na área de Educação Ambiental desde a conferência de Tbilisi e discutido uma estratégia internacional de ação em educação e formação ambientais para a década de 90. E no Brasil assim como em muitos países na época considerados pobres, onde justamente a Educação Ambiental se faria mais necessária, dada a realidade socioeconômica e modos de degradação da qualidade de vida da população, a Educação Ambiental ainda não teria se desenvolvido o suficiente para ser capaz de produzir grandes transformações na população (DIAS, 1998). E só em 1988 que a Constituição da República Federativa do Brasil

20 20 dedicou o Capítulo VI ao Meio Ambiente e no Art. 225, Inciso VI, determina ao... Poder Público, promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino..., demonstrando assim passos no caminho do desenvolvimento da Educação Ambiental, que será mais trabalhada posteriormente neste trabalho, (no capítulo referente a Constituição de 1988, lei e decreto 4.281). A Década de 90 O ano de 1992 foi de extrema importância na composição histórica da Educação Ambiental no Brasil e porque não no mundo, pois foi neste ano que aconteceu a Segunda Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento no estado do Rio de Janeiro de 03 a 14 de Junho, onde foi desenvolvido o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, sendo assinada na Jornada Internacional de Educação Ambiental, no Fórum Global paralelo á ECO-92. Neste Tratado há a exaltação da educação sendo um processo dinâmico em permanente construção e devendo, assim, propiciar reflexão, o debate e sua própria modificação (Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, 1992). Seus signatários, de todas as partes do mundo, comprometidos com a proteção da Terra, valorizam o papel central da Educação na formação de valores e na ação social, comprometendo-se então com o processo educativo transformador, tendo o envolvimento das comunidades e nações na tentativa de criar sociedades sustentáveis e equitativas, buscando novas esperanças para o planeta. Acreditando na Educação como formadora de valores e ações que contribuam para a transformação humana e social em busca da preservação ecológica, assim procurando gerar uma Educação Ambiental Transformadora que gere com certa urgência mudanças na qualidade de vida e maior

21 21 consciência de conduta pessoal, assim com harmonia entre os seres humanos e destes com outras formas de vida, o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global (1992), tem como tópicos: os princípios da Educação para Sociedade Sustentáveis e Responsabilidade Global, um Plano de Ação, um Sistema de Coordenação, Monitoramento e Avaliação, além de apontar Grupos a serem envolvidos nesta busca pela Educação Ambiental transformadora e os recursos a serem utilizados. Segundo Dias (1998), a Conferência de junho de 1992, teve como objetivos: Examinar a situação ambiental do mundo e as mudanças ocorridas depois da Conferência de Estocolmo; Identificar estratégias regionais e globais para ações apropriadas referentes às principais questões ambientais; Recomendar medidas a serem tomadas nacional e internacionalmente referentes à proteção ambiental através de política de desenvolvimento sustentado; Promover o aperfeiçoamento da legislação ambiental internacional; Examinar estratégias de promoção de desenvolvimento sustentado e de eliminação da pobreza nos países em desenvolvimento, entre outros. Atualmente a ECO-92 é reconhecida como o encontro internacional mais importante desde que o homem se organizou em sociedades (DIAS, 1998), além do planeta Terra passar a ser visto de maneira diferente depois desta, sendo revisto, rediscutido e analisado, desenvolvendo assim a idéia de desenvolvimento sustentável na sociedade como um todo (CASCINO, 2000). Segundo Cascino (2000), ainda o número de ONGs (Organizações não Governamentais), depois da Segunda Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, cresceu e se consolidou muito, constituindo uma nova força efetiva de pressão a favor do meio ambiente e de um desenvolvimento sustentável, aliada á prestação de serviço, junto ao poder público e a iniciativa privada, de maneira a se distribuir de forma global,

22 22 explodindo o debate ambientalista assim para todos os lados, tendo sido mais presente na Europa e nos Estados Unidos da América. Uma nova visão do mundo passava a se formar, mais ativamente, sendo a educação ambiental desde 68 e passando por 72, 77, 87 e 92, tendo transformações que buscavam o novo. Este novo intimamente associado a novas idéias, novas referências culturais globais, novas leituras das relações humanas, novas estratégias na busca de mudanças de formas de convivência e construção de relações sociais e ambientais para um mundo mais equilibrado (CASCINO, 2000). Em 1992 no Brasil, ainda pode ser evidenciado ações do MEC, promovendo em Jacarepaguá um workshop com o objetivo de socializar os resultados das experiências nacionais e internacionais do cenário da Educação Ambiental, discutindo metodologias e currículos. Do encontro resultou a Carta Brasileira para a Educação Ambiental. Em 1993 a Portaria 773/93 do MEC, institui em caráter permanente um Grupo de Trabalho para Educação Ambiental com objetivo de coordenar, apoiar, acompanhar, avaliar e orientar as ações, metas e estratégias para a implementação da Educação Ambiental nos sistemas de ensino em todos os níveis e modalidades, procurando assim concretizar as recomendações aprovadas na Segunda Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (DIAS, 1998). Na Grécia mais precisamente em Thessaloniki, entre 8 e 12 de Dezembro de 1997 foi realizada pelo governo do presente país aliado a UNESCO, a Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Sociedade: Educação e Consciência Pública para a Sustentabilidade,contando com mais de 83 países (Declaração de Thessaloniki,1997). Onde segundo Cascino (2000), houve o reconhecimento que, passados cinco anos da Conferência do Rio-92, abordouse o até então desenvolvimento da Educação Ambiental ter sido ou não o insuficiente. Em Thessaloniki se deu, portanto mais uma vez a composição de um documento em um evento internacional chamando a atenção para a Educação

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