UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA - UNOESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO VÂNIA BETTEGA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA - UNOESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO VÂNIA BETTEGA"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA - UNOESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO VÂNIA BETTEGA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DA LÍNGUA ESPANHOLA Joaçaba 2009

2 2 VÂNIA BETTEGA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DA LÍNGUA ESPANHOLA Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Educação do Centro de Ciências da Educação, Humanas e Letras, da Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC como requisito para obtenção do grau de mestre em Educação, sob a orientação da Profª. Dra. Nadir Castilho Delizoicov. Joaçaba 2009

3 3 AGRADECIMENTOS À professora Nadir, por sua valiosa orientação, serenidade e sabedoria com que me conduziu no desenvolvimento da pesquisa; Ao Corpo Docente do Mestrado em Educação da UNOESC/Joaçaba, pelo profissionalismo demonstrado no decorrer da nossa convivência acadêmica; Ao professor Joviles Coordenador do Mestrado em Educação pela dedicação com que sempre tratou as questões administrativas e acadêmicas deste Curso; À 15ª Coordenadoria Regional de Educação do Estado do Rio Grande do Sul, às Secretarias Municipais de Educação de Erechim, Gaurama, Marcelino Ramos e Viadutos e às Escolas Particulares de Erechim, pelo apoio, quando da realização deste estudo; Às Direções, Coordenação e Professores das Escolas que colaboraram com essa investigação, por permitir que eu pudesse desenvolver meu trabalho sobre a língua espanhola; Aos colegas da turma V do Mestrado em Educação e aos meus colegas do Colégio Estadual Libano Alves de Oliveira de Gaurama, pelo maravilhoso convívio, pela contribuição e pelo carinho com que sempre me trataram; Aos meus pais Valdir e Iraci e a meus irmãos Valdirene, Silvana e Luciano, pela sua presença constate e estímulo em todas as minhas decisões e caminhos que decidi percorrer, o meu carinho; alma; etapa. A minha sobrinha Juliana e à Daniela, que sempre alegraram meus olhos e minha A Deus, por ser o condutor de minha vida e permitir que eu pudesse concluir mais esta

4 4 RESUMO Este trabalho apresenta dados de pesquisa relativos às práticas pedagógicas de professores de espanhol que atuam em escolas estaduais, municipais e particulares do ensino fundamental (séries finais) e do ensino médio, nos municípios de Erechim, Gaurama, Marcelino Ramos e Viadutos do estado do Rio Grande do Sul. O objetivo principal desta pesquisa é identificar a prática pedagógica de professores de língua espanhola da educação básica, que atuam em escolas estaduais, municipais e particulares, situadas na região norte do Rio Grande do Sul. Trata-se de uma pesquisa de cunho qualitativo, sendo que os dados foram coletados através de questionário estruturado com questões abertas e fechadas. Os resultados permitiram caracterizar as práticas pedagógicas dos professores envolvidos no estudo, as quais estão apoiadas numa abordagem tradicional, sendo que a leitura e a escrita são as habilidades mais trabalhadas em detrimento do falar e do ouvir, quase não contemplados nas atividades realizadas em sala de aula. As ações pedagógicas e os procedimentos realizados pelos professores não oferecem um ensino/aprendizagem baseado na abordagem comunicativa. O trabalho indica a necessidade de se reavaliarem as práticas pedagógicas de língua espanhola, bem como a necessidade de se conscientizar os professores sobre os distintos papéis e diferentes posturas teóricas que compõem o ensino/aprendizagem da língua espanhola, para que possam refletir sobre a própria prática pedagógica. Palavras chaves: Formação de professores. Prática pedagógica. Ensino de língua espanhola.

5 5 ABSTRACT Este trabajo apresenta datos de pesquisa relativos a las prácticas pedagogícas de profesores de español que actuan en escuelas estatales, municipales y particulares de la enseñanza básica (series finales) y de la enseñanza intermediaria de los municipios de Erechim, Gaurama, Marcelino Ramos y Viadutos de la provincia del Rio Grande del Sur. El objetivo es identificar los presupuestos teorico-metodologícos que embasan la práctica docente a partir de los recursos utilizados por los profesores de lengua española. Tratase de una pesquisa de cuño cualitatibo siendo que los datos fueran colectados a través de cuestionarios y estructurado con cuestiones abiertas y cerradas. Los resultados permitiran caracterizar las prácticas pedagogícas de los profesores envolvidos en el estudio, los cuales están apoyados en una abordaje tradicional, siendo que la lectura y la escrita son habilidades más trabajadas en detrimiento del hablar y del oír. Las acciones pedagogícas y los procedimientos realizados por los profesores no ofrecen una enseñanza/aprendizaje basada en la abordaje comunicativa. El trabajo indica la necesidad de se reavaliaren las prácticas pedagogícas de lengua española bien como la necesidad de se conscientizar los profesores sobre los distintos papeles y distintas posturas teoricas que componen la enseñanza/aprendizaje de la lengua española, para que puedan reflejar sobre la práctica pedagogíca. Palabras llaves: Formación de profesores. Práctica pedagogica. Enseñanza de lengua española.

6 6 SIGLAS ABH Associação Brasileira de Hispanistas AECI Agência Espanhola de Cooperação Internacional ALAB Associação de Linguística do Brasil ANDE Associação Nacional de Educação ANPED Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação APEESP Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo CLIs Centros Interescolares de Línguas CRE Coordenadoria Regional de Educação DCEs Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira DELE Diploma de Espanhol com Língua Estrangeira EDUECE Associação Brasileira das Editoras Universitárias EJA Educação de Jovens e Adultos ENC Exame Nacional de Cursos ENEM Exame Nacional do Ensino Médio ENPULT Seminário Nacional de Professores Universitários de Língua Inglesa FUNIBER Fundação Universitária Iberoamericana IBEPEX Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IDEAU Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai. I ENPLE Primeiro Encontro Nacional de Política de Ensino de Línguas INEP Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LEM Língua Estrangeira Moderna MAEC Ministério de Assuntos Exteriores e de Cooperação de Espanha MAEC-AECI - Ministério de Assuntos Exteriores e de Cooperação de Espanha Direção Geral de Relações Culturais e Científicas da Agência Espanhola de Cooperação Internacional. MEC Ministério da Educação e Cultura MERCOSUL Mercado Comum do Sul PCNs Parâmetros Curriculares Nacionais

7 7 PR Paraná PSDB Partido Social da Democracia Brasileira RGS Rio Grande do Sul SC Santa Catarina SEB Secretaria de Educação Básica Sesu Secretaria da Educação Superior UFMG Universidade Federal de Minas Gerais UNOESC Universidade do Oeste de Santa Catarina UNICAMP Universidade Federal de Campinas UPF Universidade de Passo Fundo URI Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões USP Universidade de São Paulo

8 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO A LÍNGUA ESPANHOLA NO BRASIL BREVE HISTÓRICO O CENÁRIO ATUAL CAPÍTULO FORMAÇÃO DO PROFESSOR E TRABALHO DOCENTE O QUE DIZEM AS PESQUISAS FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA O TRABALHO DOCENTE CAPÍTULO ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESTRANGEIRA PARAMETROS CURRICULARE NACIONAIS ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA A metodologia tradicional A metodologia áudio-oral ou audiolingual A metodologia audiovisual Metodologia comunicativa O ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA ORIENTAÇÕES PARA O ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA A APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESTRANGEIRA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA CAPÍTULO ANÁLISE DOS DADOS A PRÁTICA PEDAGÓGICA PLANEJAMENTO DAS AULAS FORMAÇÃO PARA A PRÁTICA CONSIDERAÇÕES FINAIS

9 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES APÊNDICE A - INFORMAÇÕES SOBRE O PROFESSOR (A) APÊNDICE B - QUESTIONÁRIO APÊNDICE C - TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

10 10 INTRODUÇÃO Estudar idiomas hoje não é mais uma questão de status, de luxo ou privilégio. Na atualidade, o conhecimento de pelo menos dois idiomas é requisito básico neste mundo globalizado. A língua estrangeira desempenha importante papel, pois possibilita o acesso a outras culturas, além de contribuir para equalizar oportunidades sociais e profissionais. Compreendendo que a educação também contribui para significativas mudanças sociais, concorda-se com Assmann (1998, p. 26) para o qual a educação terá um papel determinante na criação da sensibilidade social necessária para reorientar a humanidade. Nesse sentido, defende-se um ensino de língua estrangeira, no interior da escola pública, que qualifique o aluno de tal modo que ele possa fazer uso desse conhecimento na sua vida cotidiana. O estudo de uma língua estrangeira, da cultura correspondente e a esperança de uma oportunidade profissional fora do país instigou em mim o interesse pela língua espanhola. Iniciei os estudos relativos a minha graduação no Curso de Letras/Espanhol e respectivas literaturas na Universidade Regional e Integrada do Alto Uruguai e das Missões URI/Campus de Erechim/RS. Quando ingressei na graduação, trabalhava como secretária de uma escola estadual, situada no interior de Gaurama/RS: Escola Estadual Luiz Giacomini e também como educadora no Projeto Terra Solidária. Este projeto abrangia os três Estados do sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e era voltado para jovens e adultos trabalhadores do campo. No ano seguinte ao da minha formatura, fiz o concurso e ingressei no magistério. A partir de então, sempre trabalhei com língua portuguesa, língua espanhola e respectivas literaturas, na educação básica, ou seja, no ensino fundamental, séries finais, ensino médio e na Educação de Jovens e Adultos EJA. No ano posterior à conclusão do meu curso de graduação, iniciei a Pós-Graduação em Literatura Hispano-Americana. Isso despertou em mim um interesse ainda maior pela cultura deste povo e foi o que me levou a iniciar o Mestrado em Literatura, na Universidade de Passo UPF no Rio Grande do Sul. No entanto, após cursar um semestre, percebi que não era nesta área que gostaria de me especializar. Apesar de gostar de trabalhar a disciplina de literatura, o

11 11 meu maior interesse estava na língua espanhola. Posteriormente, surgiu a oportunidade de inserir-me no Mestrado em Educação, na UNOESC de Joaçaba/SC. Ensinar uma língua estrangeira implica num trabalho com diferentes habilidades comunicativas de produção e compreensão oral e escrita, na forma como desenvolvem e programam as bases de conhecimentos e na forma como os profissionais acreditam que sua prática pode ser renovada e melhorada a cada dia. Escutar, tomar notas, decorar e fazer provas tem sido a rotina de muitos alunos em nossas escolas, o que resulta na formação de profissionais com dificuldades de responder aos desafios postos no início deste século. Vale ressaltar que a língua estrangeira moderna, habitualmente, dispõe de poucas aulas semanais, ministradas a grupos bastante heterogêneos, com ritmos diferentes de aprendizagem, representando, com isso, um grande desafio. Também, não se pode deixar de mencionar que a língua estrangeira, disciplina presente na matriz curricular nas séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, não constitui um fator que, isoladamente, leve à reprovação do aluno. Ler em outra língua possibilitará ao aluno interagir com outras culturas e com um mundo acadêmico, científico, tecnológico e humano. O envolvimento do educando no uso de uma língua estrangeira também amplia a sua autopercepção como ser humano e cidadão, pois ao compreender o outro em sua alteridade, ele aprende muito mais sobre si mesmo e sobre um mundo plural, marcado por valores culturais diferentes e com maneiras diversas de organização política e social. Significa, ainda, ter uma experiência emocional de comunicação, entender e ser entendido sem se sentir frustrado. Tudo isso pode contribuir para um crescimento pessoal positivo, se bem conduzido. No entanto, aprender uma nova língua não é só alcançar um domínio funcional de um novo código linguístico, mas também, ser capaz de interpretar e relacionar-se com uma realidade sociocultural diferente, significa penetrar em outra cultura e conhecer as suas nuances, ampliando a própria bagagem cultural, permitindo novas sintonias frente às necessidades do mundo contemporâneo. A língua é também elemento de inclusão e exclusão sociocultural e de inserção no mercado de trabalho. Essa afirmação é corroborada se analisar as relações econômicas com os países vizinhos de língua espanhola, os tratados bi e multilaterais firmados, a liderança do Brasil no Mercosul e na América Latina e o pujante desejo brasileiro de se acercar do mercado europeu. Portanto, esse cenário nunca foi tão auspicioso quanto agora. Como nos diz Paiva (2003), a aprendizagem de uma língua

12 12 estrangeira é, portanto, necessária como instrumento de compreensão do mundo, de inclusão social e de valorização pessoal. De acordo com as perspectivas instigantes e motivadoras do Mercosul, é previsível que ocorrerá um crescimento, tanto da oferta como da demanda pelo ensino da língua estrangeira neste novo milênio, pois poderá ocorrer o aumento do fluxo do turismo internacional para o Brasil, hoje uma das fontes mais importantes de circulação de riqueza no mundo. Tal fato poderá ampliar significativamente as oportunidades de trabalho na área dos inúmeros serviços de infraestrutura turística que só poderão ser aproveitadas por aqueles que dominam uma língua estrangeira. Nesse sentido, a escola pode dar sua contribuição para a inserção do sujeito na sociedade, com um ensino de qualidade que vise à ampliação das oportunidades de trabalho. Para tanto, há necessidade de professores com formação adequada e que compartilhem com essa perspectiva, ou seja, instrumentalizar o aluno de tal forma que ele possa utilizar na sua vida cotidiana os conhecimentos incorporados. Os professores que estão atuando no ensino da língua estrangeira compartilham com essa perspectiva? A prática desses professores está direcionada para atender essas necessidades dos alunos? Diante do exposto, faz se, então, necessário criar condições que levem o professor a repensar a sua própria prática, no sentido de refletir se o seu trabalho docente está sintonizado com as reais finalidades do ensino da língua estrangeira na educação básica. O objetivo principal desta pesquisa é identificar a prática pedagógica de professores de língua espanhola da educação básica, que atuam em escolas estaduais, municipais e particulares, situadas na região norte do Rio Grande do Sul. Assim, esta investigação objetiva: a) identificar os pressupostos teórico-metodológicos utilizados pelos professores de língua espanhola na prática educativa; b) investigar qual a compreensão que o professor tem sobre a sua prática pedagógica ao ministrar aulas da língua espanhola; c) investigar os recursos utilizados pelos professores de língua espanhola para o desenvolvimento de sua prática pedagógica. Para tanto, foi realizado um levantamento bibliográfico, para o qual se delimitou um período de cinco anos, com a finalidade de localizar trabalhos que tenham a mesma temática como objeto de pesquisa. Assim, foram consultados periódicos na área da Educação, tais como: Cadernos de História e Filosofia da Educação, Cadernos de Pesquisa, Educação e Realidade, Educação & Sociedade, Perspectiva Revista do Centro de Ciências da Educação, Revista ANDE Associação Nacional de Educação, Revista Brasileira de Educação

13 13 ANPED/Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação e Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos INEP Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos. De acordo com o levantamento bibliográfico realizado no periódico citado acima, constatou-se que, entre 2004 e 2008, houve apenas uma publicação sobre língua estrangeira, localizada no periódico Pesquisa em Educação, em 2006, com o título: Leitura em língua estrangeira: entre o ensino médio e o vestibular, de Gretel Éres Fernández e Daniela S. Kawamoto Kanashiro, a qual trata do papel da compreensão leitora em língua estrangeira espanhol - nos cursos de idiomas e das concepções de leitura que subjazem em alguns documentos oficiais. Além destes periódicos, destacam-se algumas pesquisas sobre os aspectos gramaticais da língua estrangeira, dentre as quais pode-se citar: Discernimento do esteio teórico nos PCNs de Língua Estrangeira Ensino Fundamental de Elaine F. V. Borges, publicada na Revista dos Cursos de Pós-Graduação da Unicamp de Campinas, 2004; O ensino de língua estrangeira como meio de transformação social e a Alienação e mimetismo cultural no ensino de línguas estrangeiras de Décio Torres Cruz, no XVIII Seminário de Línguas Estrangeiras, Caderno de Resumos, 2006; Crenças, experiências e ações na aprendizagem de vocabulário em LE de Mariney Pereira Conceição, apresentado no VI Seminário de Línguas Estrangeiras: reflexões sobre o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras, 2005; Metáfora e ensino, aprendizagem de língua estrangeira: Questões de Linguística Aplicada de Paula Lenz Costa Lima, da EDUECE de Fortaleza, em 2005 e, Uma experiência de leitura crítica em língua materna e em língua estrangeira: o discurso jornalístico sobre Lula, no Brasil e no exterior de S. M. M. Vieira, 2005, do XVIII ENPULI. Programa e resumos. Com base nestes dados, percebeu-se que características da prática pedagógica do professor de língua espanhola da educação básica não foram investigadas. A maioria das pesquisas sobre língua estrangeira focaliza a língua inglesa, fato que pode ser explicado pelo destaque que a mesma tem recebido no mundo contemporâneo. Sobre essa questão, Ortiz (2000, p.28) esclarece: [...] a existência da Inglaterra como potência colonizadora, o papel econômico dos Estados Unidos no século XX, a presença das corporações multinacionais, as transformações tecnológicas (invenção do computador e de uma linguagem informatizada), o peso de uma indústria cultural marcada por sua origem norteamericana. Seria inconsequente imaginar que a imposição de uma língua se faz à revelia das relações de força.

14 14 Assim, há todo um conjunto de fatores sociopolitico-culturais que contribuem para o interesse pelo estudo do Inglês, havendo, consequentemente, um maior número de pesquisas desenvolvidas nessa área, em comparação com o número de pesquisas feitas sobre o ensino/aprendizagem de outras línguas estrangeiras (Ortiz, 2000), de menor prestígio internacional, como é o caso da língua espanhola. Embora esta última tenha recebido maior destaque com a implantação da Lei nº de agosto de 2005, a qual dispõe sobre o ensino da língua espanhola. Desta forma, neste trabalho, pesquisaram-se as características da prática pedagógica do professor de língua espanhola da educação básica, de escolas públicas municipais e estaduais e particulares da região norte do Rio Grande do Sul. A partir das características da prática pedagógica do professor é possível compreender o direcionamento que ele dá à sua aula, o que poderá trazer subsídios para o planejamento de processos de formação, tanto inicial quanto continuada, visando à melhoria das aulas de língua espanhola. A pesquisa foi desenvolvida com professores das escolas estaduais, municipais e particulares da zona rural e urbana, localizadas nos municípios de Erechim, Gaurama, Marcelino Ramos e Viadutos. Estes municípios caracterizam-se pelas belezas do seu cenário e pela miscigenação das etnias que deram origem à formação destas cidades e destacam-se também na indústria, no setor de serviços e na área agrícola. Na educação, a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões URI Campus de Erechim é um referencial para os jovens destes municípios. O município de Erechim destaca-se por ser o berço da cultura e da tradição. Atualmente possui uma população de quase 100 mil habitantes, de acordo com o censo do IBGE de 2008, com uma área de 431 km². Carinhosamente chamado por seus moradores de Capital da Amizade. Erechim conta com 28 escolas estaduais, das quais 5 têm a disciplina língua espanhola no currículo e 4 professores que ministram estas aulas, 4 escolas municipais de Ensino Fundamental, com 7 professores e 5 escolas particulares, com 7 professores, num total de 14 escolas e 18 professores de língua espanhola. De acordo com o censo do IBGE de 2008, Gaurama tem uma população de habitantes e uma área de 204,149 km². É conhecida como a Princesa do Alto Uruguai. Esse município conta com 4 escolas estaduais e 1 professora de língua espanhola, 4 escolas municipais e 1 escola particular, sendo que nestas escolas não há nenhum professor que

15 15 ministra aulas de língua espanhola. No total, tem 9 escolas com 1 professor de língua espanhola. A cidade de Marcelino Ramos tem uma população estimada em habitantes, com base no censo do IBGE de 2008 e uma área de 230 km². O turismo é praticado de forma acentuada, por isso, Marcelino Ramos/RS destaca-se como polo turístico regional e ostenta o título de Capital do Turismo do Alto Uruguai. Marcelino Ramos tem 6 escolas estaduais e apenas 1 professor que atua na língua espanhola, 8 escolas municipais, sendo que nenhuma destas escolas apresenta o ensino de língua espanhola no currículo e nenhuma escola particular, totalizando 14 escolas e apenas 1 professor de língua espanhola. O município de Viadutos é conhecido como A cidade das pontes, pois liga-se aos municípios de Gaurama e Marcelino Ramos por pontes de estrada de ferro e é conhecido nacionalmente pela Festa do Boi Recheado. O município tem uma área de 268,473 km² e uma população estimada em habitantes, segundo o censo do IBGE de Viadutos conta com 4 escolas estaduais e nenhum professor ministra aulas de língua espanhola, 4 escolas municipais, e apenas 1 trabalha com a língua espanhola e 1 escola particular, sendo que nesta não são ministradas aulas de língua espanhola. Num total de 9 escolas, há 1 professor de língua espanhola. É importante ressaltar que estes municípios fazem parte do Estado do Rio Grande do Sul e que este teve suas terras pertencentes à Coroa da Espanha e muita coisa, desde a indumentária, as formas de expressão que ainda prevalecem na fronteira, permanece também, com alterações. Mesclada com os costumes dos portugueses que avançaram para o sul, essa cultura espanhola resultou em algo novo: no homem gaúcho, com uma cultura própria. Para Antonio Augusto Fagundes (1996), não se pode deixar de inferir que este Estado apresenta uma rica diversidade cultural, com raízes nos antigos gaúchos que habitavam os pampas e a cultura da colonização europeia. Para este mesmo autor, o gaúcho é mais espanhol que português. Por exemplo, a palavra chimarrão tem origens no vocabulário espanhol e português. Cita também a palavra cimarrón que em espanhol significa chucro, bruto, bárbaro, vocábulo empregado na América Latina, do México ao Prata, designando os animais domesticados. E assim, a palavra chimarrão foi também empregada pelos colonizadores do Prata, aquela rude e amarga bebida dos nativos, tomada sem nenhum outro ingrediente. Outro exemplo é gaúcho, nome pelo qual é conhecido o homem do campo na região dos pampas da Argentina ao Rio Grande do Sul e, por extensão, os nascidos neste Estado brasileiro. Originalmente, o termo foi aplicado em sentido pejorativo (como sinônimo de vadio) aos mestiços e índios, espanhóis e portugueses que, naquela região, espalhavam-se

16 16 pelas pastagens naturais, sem patrão e sem lei, o gaúcho tornou-se manejador do laço e da boleadeira. O reconhecimento de sua habilidade campeira e de sua bravura na guerra, fez com que gaúcho perdesse a conotação pejorativa. Paralelamente, surgiu uma literatura gauchesca, através das lendas de sua tradição oral e das particularidades dialetais, e exaltando sua coragem, seu amor e liberdade. Dentre as danças, destaca-se a milonga, dança argentina ao som de guitarras, muito popular no Uruguai, de onde entrou de forma aculturada no pampa gaúcho e faz parte do acervo musical do sul brasileiro. Outra autêntica tradição espanhola é o velho costume que vem se mantendo no tempo, o de empinar pandorgas (papagaios). A prova de que se trata de uma tradição espanhola foi obtida em Valência, na Espanha, graças à pesquisa de historiadores da região, segundo a qual o costume foi levado a Livramento pelos espanhóis que chegaram à cidade através do porto de Montevidéu. Assim, vários fatores contribuem para que o espanhol se consolide no Brasil: é o maior e mais populoso país sul-americano que não fala o idioma, onze de seus estados são fronteiriços de países de fala hispânica, integra o Mercosul e pode entrar em outros blocos econômicos, também compostos por hispânico-falantes. Diante do inevitável contato do Brasil com países hispano-americanos, é notória a aprovação da Lei /05, que torna obrigatória a oferta da língua espanhola nas escolas públicas e privadas deste país. Mesmo que não houvesse lei, é necessário que o aluno brasileiro aprenda o espanhol, não apenas os que vivem em regiões do Rio Grande do Sul, mas até Roraima. O que se observa devido à proximidade geográfica e o necessário contato com os vizinhos, é o uso do portunhol, resultado da junção do português e espanhol. Esta dissertação está dividida em capítulos, os quais estão assim organizados: no Capítulo I, apresenta-se um breve histórico sobre a língua espanhola no Brasil até os dias atuais. No Capítulo II, apresentam-se algumas pesquisas sobre a formação do professor, disserta-se sobre a formação e o trabalho docente do professor de língua estrangeira. Faz-se uma reflexão sobre alguns aspectos que constituem a formação do professor e do trabalho docente. Assim, na primeira parte, é discutida a importância de se analisar a prática pedagógica dos professores de língua estrangeira. Na segunda parte, apresentam-se algumas contribuições, para que os professores reflitam criticamente sua prática docente dentro e fora da sala de aula, analisando-se também melhores condições de formar cidadãos capazes de enfrentar os desafios do mundo globalizado.

17 17 No Capítulo III, faz-se uma reflexão sobre alguns aspectos que constituem a aprendizagem. Assim, na primeira parte, é discutido o que preconizam os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) acerca do processo ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira na educação básica. Além disso, apresenta-se uma síntese das principais metodologias que marcaram o ensino-aprendizagem da língua estrangeira. E, por fim, abordam-se questões sobre o ensino da língua espanhola, analisando-se aspectos referentes às Orientações Curriculares Nacionais para o ensino da língua estrangeira, o processo de aprendizagem de uma língua estrangeira e suas competências. Por sua vez, no Capítulo IV, são analisados e discutidos os dados da pesquisa, bem como são apresentados os principais resultados, mantendo como eixo de discussão os textos que fazem parte da revisão bibliográfica. Nas considerações finais, destaca-se a importância de discutir a prática pedagógica dos professores de língua estrangeira, neste caso específico, a língua espanhola, com vistas a buscar mudança na prática pedagógica vigente nas salas de aula de língua estrangeira, em particular dos professores que colaboraram com esta pesquisa.

18 18 CAPÍTULO 1 A LÍNGUA ESPANHOLA NO BRASIL 1.1 BREVE HISTÓRICO Em um mundo globalizado é fundamental que haja comunicação, mas para entender e ser entendido é preciso comunicar-se na mesma linguagem e é indiscutível o papel da comunicação na promoção do desenvolvimento de recursos humanos e nas relações políticas e comerciais. Conforme expresso na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e na Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, a aprendizagem de uma língua estrangeira, juntamente com a língua materna, é um direito de todo o cidadão e, historicamente, nossa legislação nem sempre nominou a língua estrangeira que deveria estar incluída no currículo escolar, como é o caso da língua espanhola que, no atual contexto, é a língua que passa a ser obrigatória nas escolas de ensino médio do país e facultativa no ensino fundamental, a partir de No Brasil é notável o interesse pela língua espanhola, devido ao Mercado Comum do Sul Mercosul, que tem determinado sua inclusão nos currículos escolares, principalmente nos Estados limítrofes com países onde o espanhol é o idioma dominante. A aprendizagem do espanhol no Brasil e do português nos países de língua espanhola na América Latina tem contribuído para o fortalecimento das relações dos seus habitantes, pois ocorre uma troca de ordem cultural, social e econômica. O Tratado de Assunção, firmado pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, em 26 de março de 1991, que deu origem ao Mercosul, instituiu como idiomas oficiais o espanhol e o português e, posteriormente, o Protocolo de Ouro Preto, assinado pelos quatro países, em 1994, reconheceu a personalidade jurídica de direito internacional do bloco. Esse estabelecimento de relações bilateriais rumo à integração teve consequências marcantes nos planos políticos, econômicos, militares, culturais, etc.

19 19 Para Chagas, no Brasil, o ensino oficial de línguas estrangeiras teve início em 1837, com a criação do Colégio Pedro II. As Línguas Modernas ocuparam então, e pela primeira vez, uma posição análoga a dos idiomas clássicos, se bem que ainda fosse muito clara a preferência que se voltasse ao latim (CHAGAS, 1976, p. 105). Não se pode deixar de inferir, que apesar de todos os setores da sociedade reconhecerem a importância do ensino de língua estrangeira, as políticas educacionais nunca lhe asseguraram uma inserção de qualidade, principalmente nas escolas públicas. Segundo Paiva (2003), as classes privilegiadas sempre procuraram garantir a qualidade da aprendizagem de línguas nas escolas de idiomas, enquanto os menos privilegiados continuaram à margem desse conhecimento. Com a Lei 5.692, de 11 de agosto de 1971, teve-se a seguinte recomendação no artigo 7º: Recomenda-se que em Comunicação e Expressão, a título de acréscimo, se inclua uma Língua Estrangeira Moderna, quando tenha o estabelecimento condições para ministrá-la com eficiência. O redator, além de minimizar a importância da língua estrangeira, oferece também uma desculpa para que seu ensino esteja condicionado às condições das escolas. E o Parecer CFE 853/71 de 12/11/1971, justifica a inserção da língua estrangeira como apenas uma recomendação: (...), indicamos expressamente a língua estrangeira moderna e, para levar em conta esta realidade, fizemo-la a título de recomendação, não de obrigatoriedade, e sob condições de autenticidade que se impõem. A redação não qualifica o termo autenticidade e não se sabe o que ele quis dizer. E, na conclusão deste mesmo parecer, afirma que, como se pode observar, o ensino de línguas estrangeiras é ineficaz na maioria das escolas. Ainda por um parecer posterior, do Conselho Federal, o ensino de língua estrangeira ficou comprometido, pois constava na sua redação que a língua estrangeira seria dada por acréscimo e dentro das condições de cada estabelecimento de ensino. Ao longo da História, ocorre também uma drástica redução de horas destinadas para o ensino de língua estrangeira. A não obrigatoriedade do ensino de Língua Estrangeira trouxe como consequência a ausência de uma política nacional de ensino de Línguas Estrangeiras para todo o país; a diminuição drástica da carga horária chegando a apenas uma a aula por semana em várias instituições; e um status inferior ao das disciplinas obrigatórias, pois, em alguns estados, as Línguas Estrangeiras perdem o poder de reprovar (PAIVA, 2003, p.53-84).

20 20 Assim, inúmeros alunos passaram pelo ensino básico sem nunca terem estudado uma língua estrangeira. Em 1976, a Resolução CFE nº 58, de 1º de dezembro, resgata, parcialmente, o prestígio das línguas estrangeiras, tornando o ensino de língua estrangeira obrigatório para o ensino de 2º grau. De acordo com o artigo 1º: O estudo de Língua Estrangeira Moderna passa a fazer parte do núcleo comum, com obrigatoriedade para o ensino do 2º grau, recomendando-se a sua inclusão nos currículos de 1º grau [...]. (PAIVA, 2003, p ). Percebe-se que este artigo também condiciona a inserção do ensino de línguas no 1º grau às condições que permitam esse ensino. Com a descrença do ensino de línguas estrangeiras nas escolas públicas e a dominação econômica mundial dos Estados Unidos, cresceu a busca pelos cursos de inglês e, assim, confirmou-se um cenário que só começaria a mudar, sensivelmente, em meados da década de 1980, com a criação dos primeiros Centros de Línguas, por iniciativa das Secretarias de Educação de alguns Estados brasileiros. Embora sem reconhecimento legal, tais centros contribuíram para a expansão de cursos de língua espanhola no Brasil (REATTO; BISSACO, 2007, p. 55). Em novembro de 1996, a Associação de Linguística do Brasil (ALAB) promove o primeiro Encontro Nacional de Política de Ensino de Línguas (I ENPLE) e é divulgada a Carta de Florianópolis, que propõe um plano emergencial para o ensino de línguas no país. O documento enfatiza que [...] todo brasileiro tem direito à plena cidadania, a qual, no mundo globalizado e poliglota de hoje, inclui a aprendizagem de Línguas Estrangeiras [...]. (PAIVA, 2003, p ). O documento defende que a aprendizagem de línguas não visa apenas a objetivos instrumentais, mas faz parte da formação integral do aluno. Em dezembro do mesmo ano, é promulgada a nova Lei de Diretrizes e Bases, a qual torna o ensino de língua estrangeira obrigatório a partir da quinta série do ensino fundamental. O art. 26, 5º dispõe que: Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de pelo menos uma Língua Estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, (...). (PAIVA, 2003, p ). Em relação ao ensino médio, o art. 36, inciso III, estabelece que (...) será incluída uma Língua Estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das possibilidades da instituição (PAIVA, 2003, p ). Os Parâmetros Curriculares Nacionais de língua estrangeira (PCNs), publicados pelo MEC em 1998, também demonstram pouca legitimidade do ensino de idiomas, ao argumentar

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA Catya Marques Agostinho de Araujo Amanda Pérez Montanéz (Orientadora) RESUMO Esta investigação tem por objetivos pesquisar, estudar e

Leia mais

A LEI 11.161 E A REALIDADE DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS ESTADUAIS EM LONDRINA.

A LEI 11.161 E A REALIDADE DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS ESTADUAIS EM LONDRINA. A LEI 11.161 E A REALIDADE DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS ESTADUAIS EM LONDRINA. Massao Kawahama 1 Orientadora: Profª. Drª. Amanda Pérez Montañés 2 RESUMO O objetivo principal deste trabalho é mostrar

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Tassiana Quintanilha de Souza (G CLCA UENP/CJ) Denise da Silva de Oliveira (Orientadora CLCA UENP/CJ) RESUMO: Este artigo visa discorrer sobre a formatação

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA Autor - Juliana ALVES - IFTM 1 Coautor - Andriza ASSUNÇÃO IFTM 2 Coautor - Aparecida Maria VALLE IFTM 3 Coautor - Carla Alessandra NASCIMENTO

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS PÚBLICAS: EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO A PARTIR DO PIBID.

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS PÚBLICAS: EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO A PARTIR DO PIBID. REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DO ESPANHOL NAS ESCOLAS PÚBLICAS: EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO A PARTIR DO PIBID. Elenilce Reis Farias 1 Renata Kelly da Silva Paes. 2 Tabita Moraes de Castilho. 3 RESUMO: Este artigo

Leia mais

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil Adriana Quadros Matos 1 Soraia C. E. K. Salerno 2 Resumo Esta comunicação visa apresentar nossa pesquisa acadêmica cujo objetivo é conhecer

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES Atualmente pode-se afirmar que a Língua Espanhola é a segunda língua mais importante do território nacional se considerarmos

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Repercussões da Lei nº 11.161/2005: reflexões sobre o ensino de espanhol no Brasil 1

Repercussões da Lei nº 11.161/2005: reflexões sobre o ensino de espanhol no Brasil 1 LLJournal, Vol 2, No 2 (2007) Repercussões da Lei nº 11.161/2005: reflexões sobre o ensino de espanhol no Brasil 1 Eduardo Tadeu Roque Amaral e Daniel Mazzaro Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1.

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. Antonio Veras Nunes 2 RESUMO - O presente artigo pretende compreender o que são crenças no ensino de Língua Estrangeira, nas escolas

Leia mais

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos.

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes

EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes Nos Estados Unidos o uso de nações indígenas serviu como uma espécie de senha para a tomada

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO EM ESPANHOL

CURSO DE EXTENSÃO EM ESPANHOL ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO CURSO DE EXTENSÃO EM ESPANHOL Rosmário Zapora Tatiane Lima de Paiva Elda Cristina Silveira Lucimar Araújo Braga Valeska Graciso Carlos RESUMO O presente projeto tem por objetivo

Leia mais

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS.

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. Resumo: Quebrar paradigmas, gerar e concretizar iniciativas:

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO. Curso: Bacharelado em Administração de Empresas

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO. Curso: Bacharelado em Administração de Empresas PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO Curso: Bacharelado em Administração de Empresas São Paulo 2014 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Objetivos... 3 3. Política de Nivelamento... 3 4. Diretrizes do Nivelamento...

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA 1 A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA Deyseany Nunes Lima da Cruz (FA) INTRODUÇÃO Este trabalho consiste em uma reflexão acerca do tema a importância da formação

Leia mais

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames.

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames. C U R S O S ESPECIAIS I n s t i t u t o C e r v a n t e s d e B r a s i l i a CURSOS ESPECIAIS O Instituto Cervantes de Brasília dispõe de uma ampla oferta de cursos especiais para se adaptar as necessidades

Leia mais

12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança

12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança 12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança Tânia Maria Mandial Rosa 1 RESUMO Este artigo tem como propósito apresentar o projeto integrado Leitura,

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) INGLÊS INTERMEDIÁRIO Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de Ensino Vicente

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Um estudo da cultura na formação de professores de E/LE na modalidade EaD

Um estudo da cultura na formação de professores de E/LE na modalidade EaD Um estudo da cultura na formação de professores de E/LE na modalidade EaD Ricardo Paulo Costa dos Anjos (UNEB) 1 Resumo: Na contemporaneidade é imprescindível que o professor de Língua Estrangeira (LE)

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO

DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO 1 DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO Mara Aparecida de Castilho Lopes 1 Ida Lichtig 2 Universidade de São Paulo - USP Resumo:

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 624 A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Fabiane Carniel 1,

Leia mais

POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS

POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS Este artigo e seu apêndice Carta de Pelotas apareceram na Revista Trabalhos em Lingüística Aplicada. Campinas: Editora da Unicamp, vol. 37: 103-108, 2001. POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

QUESTIONÁRIO-PESQUISA ENGENHARIA MECÂNICA

QUESTIONÁRIO-PESQUISA ENGENHARIA MECÂNICA QUESTIONÁRIO-PESQUISA ENGENHARIA MECÂNICA Esta pesquisa é parte integrante do Exame Nacional de Cursos o Provão e tem por objetivo não só levantar informações que permitam traçar o perfil do conjunto de

Leia mais

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003.

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003. RESOLUÇÃO CONSEPE 53/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE LETRAS, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA REGULAR: UM ESTUDO SOBRE A VISAO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar

A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar Resumo Fabiana Brianez* Renata Prenstteter Gama** Esse trabalho tem como objetivo analisar o currículo do curso

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p.

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. RESENHA/REVIEW ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. Resenhado por/by: Acir Mario KARWOSKI (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP

PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP I.) Histórico da criação do curso A proposta de criação de uma nova

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO.

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO. O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO. Déborha Maria Bezerra Barreto Silva (UEPB) deborha_maria@hotmail.com Mayara Nascimento Lopes (UEPB) malopeslinda@hotmail.com Rickison

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

A INSERÇÃO DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO DA UFCG

A INSERÇÃO DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO DA UFCG A INSERÇÃO DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO DA UFCG Andréa Augusta de Morais Ramos 1 /UFCG-CDSA - andreaedu.15@gmail.com Fabiano Custódio de Oliveira 2 /UFCG-CDSA

Leia mais

Palavras-chaves: Língua Estrangeira; Língua Espanhola; aprendizagem; Vestibular.

Palavras-chaves: Língua Estrangeira; Língua Espanhola; aprendizagem; Vestibular. A OPÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NO VESTIBULAR DA UNEMAT CAMPUS DE TANGARÁ DA SERRA Daniele Cristina da Silva (Unemat, Campus de Tangará da Serra. Acadêmica do curso de Letras com habilitações em Língua Portuguesa,

Leia mais

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Unidade 2 Unidade 2 Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Nesta Unidade, será apresentada a legislação brasileira de EaD e suas implicações institucionais no sistema da Universidade

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Andréa Tonini José Luiz Padilha Damilano Vera Lucia Marostega Universidade Federal de Santa Maria RS RESUMO A UFSM vem ofertando Cursos de Formação

Leia mais

A formação matemática de professores dos anos iniciais do ensino fundamental face às novas demandas brasileiras

A formação matemática de professores dos anos iniciais do ensino fundamental face às novas demandas brasileiras A formação matemática de professores dos anos iniciais do ensino fundamental face às novas demandas brasileiras EDDA CURI Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL) Introdução No contexto educacional do terceiro

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS ANEXO A SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS REGULAMENTO ESPECÍFICO DOS COMPONENTES CURRICULARES PRÁTICAS DE ENSINO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Idalise Bernardo Bagé 1 GD6- Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA 500 PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA Renata Aparecida de Freitas 1 FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Lorena - SP Este trabalho

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE Adrina Mendes Barbosa (UFBA) 1 Bárbara Vergas (UEFS) 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho aborda as políticas

Leia mais

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2 A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A DANÇA, JOGOS E BRINCADEIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Experiência teórica e prática por meio de um projeto extensionista Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EM MATO GROSSO: organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação Cancionila Janzkovski Cardoso UFMT (Coordenadora Geral do PNAIC/MT) Objetivo Apresentar

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana O IDIE - Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa, especializado em

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA Vera Alice Cardoso SILVA 1 A origem: motivações e fatores indutores O Curso de Gestão Pública

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO EDILEUZA DE FREITAS MIRANDA DE MENDONÇA Universidade Estadual de Goiás (Brasil) Campus BR 153, Km 98, CEP: 75001-970

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. ANEXO I. PROJETO DE ( x ) CURTA DURAÇÃO ( ) LONGA DURAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. ANEXO I. PROJETO DE ( x ) CURTA DURAÇÃO ( ) LONGA DURAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE ( x ) CURTA DURAÇÃO ( ) LONGA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Educação à distância; Informática; Metodologia.

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Educação à distância; Informática; Metodologia. 1 O PAPEL DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: Um Estudo de Caso no pólo UNOPAR, Machadinho do Oeste - RO Izaqueu Chaves de Oliveira 1 RESUMO O presente artigo tem por objetivo compreender a importância

Leia mais

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Segundo Fagundes & Martini (2003) as décadas de 1980 e 1990 foram marcadas por um intenso êxodo rural, provocado

Leia mais

Prof.ª Dr.ª do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Prof.ª Dr.ª do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs) NO CONTEXTO DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB) E O CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA (EAD) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (UFSM) AVINIO, Carina

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288 71 EaD_UAB LETRAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA 009 Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: Resolução n. 005/CEG/009, de 5/03/009 Habilitar professores para o pleno exercício de sua atividade docente,

Leia mais

AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA

AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA Rose Madalena Pereira da Silva Prof. da Educação Básica e Pós graduanda em Educação e Novas Tecnologias Sara Ingrid Borba Mestra em

Leia mais