PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ENGENHARIA DE SOLDAGEM

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2 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ENGENHARIA DE SOLDAGEM

3 1. APRESENTAÇÃO A Pós-graduação em Engenharia de Soldagem propicia a oportunidade de especialização na tecnologia e controle da qualidade da soldagem, além da formação para certificação na categoria de Inspetor de Soldagem. 2. DURAÇÃO 18 meses Frequência: Aulas aos sábados, com períodos de folgas entre disciplinas. Carga horária das aulas: 360h. 3. PÚBLICO-ALVO O curso é destinado aos profissionais de nível superior e tecnólogos, com formação em áreas correlatas, bem como executivos de empresas, empresários e gerentes, que atuem ou venham atuar na área de soldagem. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DISCIPLINAS Introdução à Engenharia de Soldagem Processos de soldagem e junção Processos de soldagem especiais, processos de corte e de revestimento Normas técnicas Ensaios não destrutivos Fundamentos da Engenharia de materiais Metalurgia da soldagem, tensões residuais e controle de deformações Corrosão em juntas soldadas Mecânica da fratura aplicada a juntas soldadas Soldabilidade dos materiais Sistema de qualificação e documentação técnica em soldagem Ensaios Mecânicos Metodologia da pesquisa científica Carga horária total CH 40 h 40 h 360 h

4 EMENTAS DAS DISCIPLINAS: Introdução à Engenharia de Soldagem Definição de soldagem. Métodos de união dos metais. Formação de uma junta soldada. Vantagens e desvantagens da soldagem. Comparação entre juntas soldadas, parafusadas e rebitadas. Tipos de chanfro, tipos de juntas soldadas. Termos técnicos usados na engenharia de soldagem. Símbolos usados na Engenharia de Soldagem. Processos de Soldagem e Junção Características, consumíveis, vantagens e desvantagens dos processos: Soldagem por eletrodo revestido. Soldagem TIG. Soldagem MIG/MG. Brasagem. Soldagem branda. Soldagem oxigás. Soldagem a plasma. Soldagem por eletrodo tubular. Soldagem por Arco Submerso. Processos de Soldagem Especiais, Processos de Corte e de Revestimento Soldagem por resistência. Revestimento: aspersão térmica (chama, plasma, arco, HVOF); Soldagem a arco e por cladeamento. Processos de corte (oxicorte, eletrodo de carbono, plasma, laser e jato d'àgua). Soldagem subaquática. Soldagem por eletroescória. Soldagem aluminotérmica. Soldagem por difusão. Junção por fase líquida transiente. Soldagem por explosão. Processo de soldagem por atrito. Normas Técnicas Apresentação das principais normas técnicas aplicadas à soldagem: Norma ASME IX - "Qualification standard for welding and brazing procedures, welders, brazers and welding and brazing operators". Norma ASME VIII Div. 1 "Rules for construction of pressure vessels". API "Standard for welding pipelines and related facilities". API 5L - "Specification for the line pipe". B 31.4 e B 31.8 "Gas transmission and distribution piping systems". AWS D "Structural welding code steel. ANSI B 31.1 B 31.3 "Chemical plant and petroleum refinery piping". Ensaios não Destrutivos Inspeção visual. Líquido penetrante. Inspeção por raios-x. Inspeção por raios-γ. Inspeção por partículas magnéticas, via seca e úmida. Outros métodos de inspeção. Fundamentos da Engenharia de Materiais Introdução: o átomo. Estrutura atômica dos metais. Pontos, direções e planos cristalográficos. Imperfeições no estado sólido. Propriedades mecânicas dos metais. Mecanismo de deformação e de aumento da resistência. Falha dos materiais. Metalurgia da Soldagem, Tensões Residuais e Controle de Deformações Noções de metalurgia física e química. Propriedades físicas dos metais. Defeitos cristalinos. Solidificação. Difusão. Diagrama de fases. Nucleação e crescimento. Cinética de transformação de fase (Curva TTT e CRC). Tratamentos térmicos. Transferência de calor na soldagem. Solidificação da poça de fusão. Origem das tensões residuais. Deformação na soldagem. Prevenção e controle da deformação na soldagem. Procedimentos para correção de deformações na soldagem.

5 Corrosão em Juntas Soldadas Corrosão, conceitos básicos. Oxidação-redução, reações de oxirredução. Potencial de eletrododiagramas de Pourbaix. Pilhas eletroquímicas. Formas de corrosão. Mecanismos básicos de corrosão. Meios corrosivos. Corrosão galvânica, eletrolítica e seletiva. Polarização e passivação. Oxidação e corrosão em temperaturas elevadas. Corrosão associada a solicitações mecânicas. Métodos para combate à corrosão. Corrosão de juntas soldadas. Ensaios de corrosão. Mecânica da Fratura Aplicada a Juntas Soldadas Fratura de materiais estruturais. Aspectos microestruturais da fratura frágil e dúctil. Relação da tenacidade no comportamento à fratura de componentes estruturais. Caracterização de defeitos e descontinuidades planares. Mecânica da Fratura Linear Elástica e Elasto-Plástica. Caracterização da Resistência à Fratura de Juntas Soldadas. Ensaios de CTOD em juntas soldadas. Efeitos de heterogeneidades mecânicas sobre a tenacidade de juntas soldadas. Transferência de resultados laboratoriais na avaliação do comportamento à fratura de componentes estruturais soldados. Análise do comportamento à fratura de juntas soldadas contendo defeitos. Controle da Qualidade em Soldagem O setor de controle da qualidade em soldagem e sua importância para as empresas. Profissionais de C.Q (controle da qualidade). Gestão de arquivo e controle de documentação técnica: Data book, PS, CRQS, EPS, QPS,APS, RRR, RNC, CDS. Planejamento da qualidade. Análise dos requisitos para sistemas de gestão da qualidade. Normas: NBR ISO-9000:2000 ; NBR ISO-9001:2000. Sistema de Qualificação e Documentação Técnica em Soldagem Apresentação da Norma NBR Critérios para a qualificação e certificação de inspetores de soldagem. Apresentação da Norma ASME IX Qualification standard for welding and brazing procedures, welders, brazers and welding and brazing operators. Sistema de qualificação e certificação de pessoal em soldagem. Especificação e qualificação de procedimento de soldagem e de soldadores. Documentação técnica. Análise de certificados de consumíveis. Tratamentos térmicos. Ensaios Mecânicos Conceitos, normas e equipamentos dos principais ensaios relacionados à mensuração da resistência mecânica de juntas soldadas: Ensaios de dureza. Ensaios de dobramento. Ensaio de tração. Ensaios de impacto. Metodologia da Pesquisa Científica Fundamentos do trabalho científico artigo científico: características e relações com os demais trabalhos acadêmicos. Escolha do tema (definição individual) do artigo científico. Tipos de pesquisa. Etapas da pesquisa. Elaboração do anteprojeto. Estilo da redação técnico-científica. Elementos prétextuais, textuais e pós-textuais. Normatização de trabalhos científicos: - Citações: conceito, características e tipologia. - Apresentação de tabelas, quadros, figuras e gráficos. - Referências: conceito, importância e formato. Estrutura e apresentação gráfica do trabalho científico.

6 5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO: Frequência A frequência mínima exigida é de 75% em cada disciplina. Notas Em cada disciplina será solicitada aos alunos a elaboração de trabalhos e/ou a realização de exposições em classe no formato de seminários. Além disso, poderá ser promovida avaliação final e aplicação de testes intermediários. Esses elementos permitem avaliar o desempenho dos participantes e seu aproveitamento no processo ensino-aprendizagem. Será considerado aprovado o aluno que, observado às exigências de cada disciplina, obtiver média 7,0 (sete), numa escala de 0 (zero) a 10 (dez). 5.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO: Para o Trabalho de Conclusão de Curso, o participante poderá elaborar uma monografia ou um artigo ou projeto de intervenção abordando temas específicos da área de conhecimento do curso ou áreas de conhecimento indicadas pelo coordenador. O tema e o orientador do trabalho final do curso serão submetidos previamente à coordenação do curso, para aprovação. O trabalho final, impresso e em versão digital, deverão ser entregues à Coordenação do Curso em data informada pelo coordenador. Para ser considerado aprovado, o aluno deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete). A via impressa do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser elaborada conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) vigente, e entregue encadernada juntamente com uma versão digital de igual teor. Nota: O trabalho final de curso poderá ser feito em dupla, de acordo com a definição da coordenação de curso. 6. CERTIFICADO O curso está totalmente regulamentado dentro dos parâmetros estabelecidos pelo MEC, de acordo com a Resolução CNE/CES/MEC Nº 01, de 08 de junho de 2007, assim como a LDBEN n de 20 de dezembro de Área de conhecimento: Engenharias (Código ) CAPES/CNPQ. A FAACZ (Faculdades Integradas de Aracruz) emitirá certificado impresso em cumprimento a todas as exigências à titulação do curso. O tempo de liberação é de até 30 (trinta dias) após o requerimento. 7. INFORMAÇÕES ADICIONAIS Coordenador do Curso Prof. Me. João Paulo Calixto da Silva Lattes: Contato: / (27) *OBSERVAÇÃO: A FAACZ reserva-se ao direito de suspender a oferta do curso caso não atinja o número mínimo de matrículas. Na hipótese de não abertura do curso, os candidatos serão devidamente ressarcidos.

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