Índice. 5. A escola moderna alemã Outras escolas penais 65

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1 Índice Prefácio à 2ª edição Marco Aurélio Costa de Oliveira 7 Apresentação à 2ª edição Marco Antonio Marques da Silva 9 Prefácio à 1ª edição Nelson Jobim 11 Apresentação à 1ª edição Oswaldo Lia Pires 13 Introdução 15 Capítulo I AS ORIGENS DO DIREITO Origens do Direito Breves considerações históricas acerca do Direito e do Direito Penal Direito Penal no mundo antigo, a Legislação Mosaica e o Velho Testamento O Código de Manu O Código de Hamurabi O Direito Helênico Lei das XII Tábuas. Antecedentes históricos O Direito Romano O Direito na Idade Média O Direito Germânico Direito Canônico Direito Medieval O Direito Penal indígena Da visão penal sobre o universo indígena O Direito dos indígenas nas Constituições Gênese do Código Penal brasileiro A legalidade e as nossas leis penais Os primeiros julgamentos O justo e a justiça política 55 Capítulo II AS ESCOLAS PENAIS História das escolas penais A escola clássica A escola positivista A terceira escola A escola moderna alemã Outras escolas penais 65 Capítulo III CRIMINOLOGIA Considerações históricas Histórico da criminologia Lombroso e o homem delinquente Os estudiosos da Criminologia Os criminosos passionais Vitimologia Phillippe Pinel Pinel e a instituição do manicômio na França Sigmund Freud Criminosos em consequência de um sentimento de culpa Uma breve abordagem da loucura, enquanto manifestação cultural e repressão social Um estudo de caso: a paixão como gênese da morte Antropologia criminal 85 Capítulo IV CONCEITO DE DIREITO PENAL Denominação da matéria Características do Direito Penal Direito Positivo Direito Público Direito Constitutivo O Direito Penal como Direito sancionador Finalidades do Direito Divisão do Direito Penal Direito Penal Subjetivo Direito Penal Objetivo Direito Penal Fundamental e Complementar 101 Capítulo V NORMA PENA Introdução Diferenças entre as normas jurídicas e as normas morais 103

2 3. Definição de norma penal Atributos da norma penal-exclusividade Imperatividade Generalidade Anterioridade e legalidade Analogia in bonam partem Irretroatividade Igualdade Objeto da norma penal Norma penal em branco Classificação das normas penais em branco Retroatividade da norma penal em branco Concurso aparente de normas Princípio da especialidade Princípio da consunção O Princípio da subsidiariedade Do princípio da alternatividade Princípio da insignificância 128 Capítulo VI A LEI PENAL NO TEMPO A definição do conceito Da irretroatividade Da ultratividade Critérios para avaliação da lei mais benéfica Da lei excepcional ou temporária Da medida de segurança O tempo do crime 138 Capítulo VII A LEI PENAL NO ESPAÇO Princípio da extraterritorialidade Princípio da nacionalidade (ou da personalidade) Princípio da defesa Princípio da justiça penal universal Princípio da representação Princípio da extradição 151 Capítulo VIII LUGAR DO CRIME Conceito Importância do iter para o reconhecimento da competência Crime à distância ou plurinacional Crime plurilocal Teoria da ubiquidade 154 Capítulo IX DO CRIME Conceito de crime e de contravenção Objeto do Crime Sujeito ativo do crime Sujeito passivo do crime Da classificação dos crimes Crimes materiais, formais e de mera conduta Crimes de dano e de perigo Crimes instantâneos, permanentes e a prazo Dos crimes comissivos e omissivos Dos crimes comuns, próprios e de mão própria Dos crimes unissubjetivos e dos plurissubjetivos Dos crimes simples e complexos Dos crimes principais e acessórios Dos crimes à distância, plurilocais e em trânsito Do crime putativo Dos crimes hediondos 174 Capítulo X DA CAUSA E DO RESULTADO Conceito de causa e conceito de resultado A ação, a omissão e o resultado Teoria naturalista e teoria normativa ou Jurídica; a vontade, o ato exterior e o resultado e a modificação do mundo exterior; causa, condição e concausa 180 Capítulo XI DO TIPO PENAL Conceito de tipo Evolução doutrinária: a teoria do tipo A adequação típica Espécies de tipos Tipo fundamental e tipo derivado Tipo fechado e tipo aberto Tipo simples e tipo misto Tipos conexos 196 Capítulo XII O DOLO NO TIPO O conceito de dolo e a visão jurídica do conceito Teoria da representação Teoria da vontade Teoria mista Espécies de dolo Dolo direto e dolo indireto Dolo indireto alternativo, e dolo indireto eventual Dolo de dano e dolo de perigo Dolo genérico e dolo específico Dolo geral (dolus generalis) ou erro sucessivo 209

3 5.6. Dolo antecedente, concomitante e subsequente Dolo de propósito e dolo de ímpeto Dolo bonus e dolo malus Dolo de consequências necessárias Dolo civil O crime e os motivos determinantes (uma homenagem a Pedro Vergara) Os motivos determinantes e as escolas penais O motivo e o dolo no entender da corrente finalista da ação Os motivos determinantes e a aplicação da pena Os motivos determinantes e a segurança nacional 221 Capítulo XIII O DELITO CULPOSO A culpabilidade em seu sentido amplo Histórico da culpabilidade Concepção psicológica da culpabilidade Imputabilidade Doença mental Psicoses orgânicas Psicoses tóxicas Psicoses funcionais Embriaguez Da responsabilidade penal do menor Direito Penal do menor e sua história Pena não! medidas socioeducativas, sim! Semi-imputabilidade O elemento psicológico normativo A culpabilidade, stricto sensu Dos elementos do crime culposo Violação de um dever de cuidado Do resultado involuntário Do nexo de causalidade no crime culposo Da previsibilidade Da tipicidade no tipo culposo Espécies do tipo culposo Da culpa consciente e da culpa inconsciente Da culpa imprópria e da culpa própria Da culpa presumida Da compensação de culpas Das causas que permitem a exclusão da culpa 254 Capítulo XIV A COAÇÃO NO DIREITO PENAL Conceito de coação Obediência hierárquica 260 Capítulo XV ANTIJURIDICIDADE Conceito Estado de necessidade Causas de exclusão do estado de necessidade Exclusão de criminalidade e exclusão de culpabilidade Legítima defesa Histórico da legítima defesa O instinto de defesa e o Direito Penal Mecanismos de defesa A defesa como meio de sobrevivência O medo como forma de defesa O medo e a imaginação humana A teoria da perturbação ou da coação moral A teoria da colisão dos direitos A teoria da defesa pública subsidiária A teoria que considera a legítima defesa como um direito público subjetivo Teoria da delegação do poder de policia A teoria da sociabilidade dos motivos A teoria que baseia a legítima defesa na licitude da ação Conclusão Estrito cumprimento de dever legal Exercício regular de um direito Intervenções médico-cirúrgicas Lesões e morte nos esportes Consentimento do titular do bem jurídico Desistência voluntária e arrependimento eficaz Crime impossível 291 Capítilo XVI ERRO NO DIREITO PENAL Conceito de erro O erro no Direito Penal Erro sobre os elementos do tipo Descriminantes putativas Erro determinado por terceiro Erro sobre a pessoa Erro sobre a ilicitude do fato ou erro de proibição Crime putativo 306

4 Capítulo XVII DO CRIME CONSUMADO E DA TENTATIVA Introdução Da consumação nas diferentes espécies de crimes As fases do crime (iter criminis) Da tentativa Dolos que admitem compatibilidade com a tentativa Das formas em que não se admite a figura da tentativa Das espécies de tentativa A punibilidade admitida à tentativa Desistência voluntária 318 Capítulo XVIII CONCURSO DE PESSOAS Conceito A teoria pluralística A teoria dualista A teoria monista Autoria e participação Da autoria colateral Coautoria no crime culposo Coautoria culposa nos delitos dolosos Do mandato criminal Os requisitos do concurso de pessoas 327 Capítulo XIX DO CONCURSO FORMAL E MATERIAL NO SISTEMA DO CÓDIGO PENAL Conceito de concurso de crimes Concurso material Concurso formal Crime continuado Natureza jurídica do crime continuado Requisitos do crime continuado Das condições especiais Crimes onde não se pode admitir a continuidade delitiva Do crime continuado específico 339 Capítulo XX DAS PENAS, UMA ABORDAGEM ANALÍTICA Breve desenvolvimento histórico e filosófico da pena através dos tempos Do conceito de pena Dos fundamentos e dos fins da pena Dos princípios de direito que são aplicados na pena Princípio da igualdade Princípio da legalidade Princípio da individualização da pena Princípio da proporcionalidade Princípio da inderrogabilidade penal Princípio da humanidade Da questão em torno do garantismo penal uma abordagem crítico-teórica A gênese analítica do garantismo O garantismo como Direito Fundamental Significações do conceito de garantismo Primeiro sentido do conceito de garantismo Segundo sentido do conceito de garantismo Terceiro sentido do conceito de garantismo Impressões finais do conceito de garantismo Classificação doutrinária das penas. Os regimes de pena aceitos em nosso ordenamento jurídico Da progressão e da regressão Da detração penal Da remissão Dos tipos de pena aceitos em nosso país. Das penas privativas de direito Da fixação das penas Do regime inicial das penas Quanto ao instituto do sursis Das espécies de penas restritivas de direito Da pena de morte Os Estados Unidos e a pena de morte História do direito penitenciário 383 Capítulo XXI DAS PENAS E DAS MEDIDAS DESPENALIZADORAS DA TRANSAÇÃO PENAL Das características da transação penal Natureza jurídica da transação penal 389 Capítulo XXII DA DECADÊNCIA, DA PEREMPÇÃO E DA PRESCRIÇÃO Do conceito Da natureza jurídica Dos prazos decadenciais Da perempção: causas de perempção Da prescrição Dos fundamentos jurídicos da prescrição 396

5 7. Da distinção entre a prescrição e a decadência A forma de contagem da prescrição da pretensão punitiva Do termo inicial Da prescrição retroativa Da suspensão e da interrupção da prescrição Da prescrição aplicada a outros institutos Anistia, indulto, graça, comutação e perdão a anistia no Brasil Conceitução e finalidades da anistia Anistia, Indulto, Graça, Comutação e Perdão A anistia é tanto irrevogável quanto irrecusável História da anistia dos crimes acontecidos após Anistia pós-regime discricionário Conclusão 409 Obras consultadas 411

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