UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA ASPECTOS CONTROVERTIDOS DA ASSINATURA ELETRÔNICA NO DIREITO BRASILEIRO Por: Bruno Plemont Lemos Orientador Prof. Ivan Garcia Rio de Janeiro 2011

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA ASPECTOS CONTROVERTIDOS DA ASSINATURA ELETRÔNICA NO DIREITO BRASILEIRO Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Direito Empresarial e dos Negócios Por:. Bruno Plemont Lemos

3 AGRADECIMENTOS A meus pais, primeiramente, pela superação de questões pessoais em prol da minha educação; a meus amigos, pela ajuda e suporte oferecidos durante a elaboração deste trabalho e a meus avós, em especial, cujo desejo sempre foi o de me ver formado, o que certamente me deu forças para seguir, apesar de todas as adversidades. A todos, agradeço pela contribuição, cada qual de sua forma.

4 DEDICATÓRIA este trabalho é dedicado a minha namorada, meus pais, amigos e familiares.

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6 RESUMO O presente estudo aborda os princípios e iniciativas legislativas que introduzem o direito eletrônico no ordenamento jurídico brasileiro, bem como a sua aplicabilidade, principais dificuldades encontradas e aspectos controvertidos, utilizando para tanto, além da análise dos normativos pátrios o direito comparado, no intuito de traçar um panorama sobre a evolução do tema na realidade nacional atual.

7 METODOLOGIA A metodologia à ser utilizada terá por base a pesquisa legislativa, jurisprudencial e doutrinaria referente ao tema em estudo, considerando as iniciativas atualmente existentes dentro do âmbito do direito brasileiro, bem como serão analisadas legislac o es internacionais referentes ao tema, considerando suas diferentes abordagens e vertentes em outros países assim como seu grau de evolução no que se refere ao tema, de modo a viabilizar uma analise jurídica de direito comparado. Ale m disso, sera o realizadas pesquisas bibliogra ficas, que permitem que se tome conhecimento de material relevante, tomando-se por base o que ja foi publicado em relac a o ao tema, de modo que se possa delinear uma nova abordagem sobre o mesmo, chegando a concluso es que possam servir de embasamento para pesquisas futuras. SUMÁRIO

8 INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I Contexto Jurídico - Histórico Brasileiro antes da Assinatura Digital 09 CAPÍTULO II Desafios da Evolução Tecnológica 17 CAPÍTULO III Assinatura Digital ou Eletrônica e o Conceito de Certificação Digital 22 CAPÍTULO IV Aspectos Controversos da Assinatura Eletrônica no Direito Brasileiro 31 CAPÍTULO V A Equiparação da Assinatura Digital à Assinatura Manuscrita no Direito Brasileiro e seus efeitos 39 CONCLUSÃO 45 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 47 ÍNDICE 48

9 INTRODUÇÃO O tema a ser apresentado trata precipuamente dos aspectos jurídicos da assinatura eletrônica no direito brasileiro, traçando um paralelo evolucionista entre as chamadas relações eletrônicas ou virtuais, e suas constantes e inegáveis mudanças ao longo do tempo, e a forma como a sociedade, e em especial o direito, assimilou e tratou tais mudanças, analisando paralelamente, temas correlatos e afins ao que aqui se pretende analisar, o que nos remete, invariavelmente, a própria essência do direito, enquanto ciência viva, que se desenvolve e evolui, na eterna e constante busca por agasalhar as novas e constantes alterações sofridas e, por assim dizer, criadas pela sociedade a qual se destina a regular. Remontando aos tempos mais remotos, o direito sempre esteve presente, sendo moldado e aperfeiçoado ao longo dos séculos, de geração em geração, e por que não dizer, de civilização em civilização. Seja analisando civilizações mais antigas, ou buscando exemplos mais recentes em nossa história, temos aí a inexorável presença do direito, seja regulando as relações entre pequenos proprietários de terras, estabelecendo, por exemplo, noções básicas de proteção da propriedade privada, ou criando mecanismos para resguardar os chamados direitos da personalidade, ou ainda, as relações entre pessoas jurídicas, todos estes, conceitos que sugiram em determinado tempo do passado, e foram abarcados pelo que denominar modernamente de sistema social jurídico. Trata-se de um tempo essencialmente moderno, e ainda pouco explorado, em razão fundamentalmente da sua área de abrangência, por tratar-se de algo inserido em praticamente todas as operações que efetuamos modernamente, como ir a um caixa eletrônico, acessar um banco on-line ou mesmo fazer compras.

10 CAPÍTULO I CONTEXTO JURIDICO - HISTORICO BRASILEIRO ANTES DA ASSINATURA DIGITAL (...) O propósito de estudar os aspectos jurídicos da tecnologia digital nos leva imediatamente a analisar a sua extensão, uma vez que todos os temas do Direito são afetados. (...) #( LORENZETTI, Ricardo L. Comércio Eletrônico. SP: Editora revista dos Tribunais, p.06 e 07). Antes que qualquer consideração possa ser feita sobre este assunto, necessário remeter ao contexto histórico existente e à forma com que eram feitos os negócios jurídicos, anteriormente ao advento da assinatura digital e as tecnologias que possibilitaram sua implementação em larga escala. A evolução deste modelo e as crescentes necessidades advindas das próprias necessidades do homem de se comunicar e expandir a forma com que se relaciona com seu ambiente e com a coletividade em geral culminou com a necessidade de se criarem outras formas de interação, e até então, novas e inéditas construções jurídicas, que posteriormente transformaram-se em leis, e que tiveram que criar uma série de outros conceitos e denominações suplementares em que pudessem se basear. Nestes termos, é notório o fato de que, o surgimento da era digital trouxe consigo a necessidade de se repensarem importantes aspectos relativos à forma com que as sociedades se organizam e se constituem, bem como itens como exercício da democracia, privacidade, liberdade de expressão e diversos outros fatores, todos inerentes à condição dos indivíduos enquanto seres

11 sociais. Recorrendo a um passado não tão distante assim, nota-se um fenômeno interessante: não era raro que os homens conhecessem as grafias uns dos outros. Ao contrário, era comum que os indivíduos se comunicassem por meio de cartas e bilhetes, pelos quais tinham que esperar um longo tempo, sem que estivessem certos, por exemplo, da precisão no recebimento. Há de se admitir que, historicamente falando, a assinatura hológrafa sempre gozou de um privilegiado status, no que diz respeito à relação validade jurídica de um documento versus autoria, sendo esta uma das formas mais comumente admitidas para iniciar e terminar relações jurídicas, estando inserta na grande maioria das codificações dos mais diversos países, dentre os quais nos incluímos. A escrita, utilizando suportes de papel e canetas de pena tem perdido lugar, cada vez mais, para o mundo eletrônico, mas ainda existem certos mitos sobre esta nova maneira de ser relacionar, que precisam ser desmistificados. Interessante aqui, por deveras oportuno, fazer uma visita ao nosso código comercial, por exemplo, que data de Há de se questionar hoje em dia, a aplicabilidade de um diploma que, considerando o ciclo de evolução que vivenciamos, bem como a globalização e o comércio virtual, ainda faz referência a trapicheiros e escambo. Nosso Código Penal, outro exemplo interessante, este datado de 1940, por certo também não poderia prever, em sua esfera de competência, que no futuro haveria a necessidade de se criarem tipos específicos para combater a então chamada pirataria eletrônica, gênero do qual fazem parte crimes como roubo de informações mediante a utilização de programas espiões, violação de banco de dados, criação de vírus, desfalque em contas

12 via Internet e diversas outras modalidades que na época, até mesmo no mais futurista dos cenários, não poderiam ser imaginadas. Em artigo publicado no sitio Jus Navigandi, o consultor jurídico Brenno Guimarães Alves da Mata enumera algumas interessantes iniciativas do nosso judiciário, traduzidas em projetos de lei, ainda em trâmite, para buscar coibir a prática de alguns crimes eletrônicos, dentre os quais elenca como mais comuns os de violação à privacidade e acesso ilícito de sistemas, para obter vantagem pecuniária, além de utilização arbitrária de dados de pessoas e fraudes financeiras, todos estes, combatidos por projetos de lei. (...) Inúmeros outros projetos de lei e atos administrativos da Câmara Federal propõe ações repressivas e preventivas ao crime que se utiliza da internet, vejase: a INC n 3529/04 sugere a investigação de redes de prostituição que se utilizam da internet; o RIC n 2651/05 solicita informações sobre gestões feitas junto a governos amigos para abortar a comercialização pela internet de sangue indígena levado de tribos da Amazônia por biopiratas; o INC n 5512/05 e 5394/05 sugerem ao Ministério da Justiça a criação de delegacias especializadas na repressão aos crimes cibernéticos; o PL 443/03, objetiva disponibilizar pela internet o mapa da violência pela criação do site e o PL 18/2003 determina a vedação ao anonimato dos responsáveis por páginas na internet e endereços eletrônicos registrados no país. Os PL 4144/2004 e PL 5403/2001 propõe alteração ao Código Penal para tipificar como crimes informáticos, os atos de sabotagem, falsidade e fraude informática; autorizando as autoridades a interceptarem dados dos

13 provedores e prevendo a pena de reclusão para quem armazena, em meio eletrônico, material pornográfico, envolvendo criança e adolescente. (http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=1771 acesso em 09 de maio de 2011). Os primeiros, e por assim dizer, promissores passos já foram dados, como se nota pela cada vez maior propagação da tecnologia entre setores considerados, por natureza, mais conservadores, como é o caso do judiciário. Sobre este ponto, interessante mencionar a Resolução nº 260, de 01 de fevereiro de 2005, a qual dispõe sobre o Sistema de Assinatura Eletrônica no Tribunal Regional Federal da Terceira Região, resolução esta que teve por base a Resolução de nº 293, de 19 de agosto de 2004, na qual o Supremo Tribunal Federal autorizou a utilização da chancela eletrônica em seu âmbito de atuação. A PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA TERCEIRA REGIÃO, ad referendum, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando que o Supremo Tribunal Federal, por meio da Resolução nº 293, de 19 de agosto de 2004, autorizou a utilização de chancela eletrônica no âmbito daquela Corte; considerando o volume de documentos assinados, diariamente, e a possibilidade de incorporação de novas tecnologias à modernização e à agilização da prestação jurisdicional; considerando o aproveitamento da experiência obtida em órgãos públicos, inclusive dos Juizados Especiais Federais da Terceira Região, com a adoção de assinatura eletrônica de documentos e a disponibilidade dos recursos tecnológicos necessários à sua utilização, R E S O L V E:

14 Art. 1º Instituir o Sistema de Assinatura Eletrônica no Tribunal Regional Federal da Terceira Região, formado pela assinatura digitalizada aposta em documento, código de autenticidade, base de dados de registro do respectivo documento e a chancela eletrônica. Parágrafo único. O sistema funcionará nos primeiros 30 (trinta) dias como versão beta, sujeita a retificações e complementação, inclusive aquelas sugeridas pelos usuários, após a sua análise pela área técnica, quanto à conveniência e oportunidade de implementação. Art. 2º A chancela eletrônica representa a reprodução exata da rubrica e será utilizada em páginas de documentos assinados eletronicamente e a assinatura digitalizada consiste em imagem aposta pelo sistema automatizado acima do nome do signatário, no documento eletrônico, de acordo com o seguinte modelo: (http://www.ibdi.org.br/index.php? secao=&id_noticia=411&acao=lendo - acesso em 10 de junho de 2011) Nasce aí o que muitos hoje, modernamente denominam, Direito da Informática, ou Direito da Era da Informação, sendo por alguns defendido como um campo autônomo, e por outros, como resultado de um conjunto de modificações ocorridas durante os séculos, justamente o conceito que aqui se pretende sustentar. Nas palavras de Alessandro Rafael Bertollo, ainda acadêmico de direito, sustenta-se o fato de que: o direito informático não é um ramo autônomo, haja vista que o direito se organiza por três formas, a saber: primeira, organização pedagógica; segunda, a científica, que significa a organização de ramos com

15 maior autonomia, princípios próprios, e outros; e ainda a organização problemática, na qual se encontra o direito da informática, que não implica natureza científica, mas simboliza sistematização em face aos problemas sócioeconômico específicos, in verbis: O direito da informática não é um ramo autônomo, mas um conglomerado atípico dos mais variados campos legislativos, resultado de uma revolução silenciosa da tecnologia. Embora a autonomia pareça derivar das modificações sociais que reclamam novos princípios e normas, a revolução tecnológica é a mais recente fase da revolução industrial, que se desenvolve para exigir nova postura frente às atividades sociais eminentemente inovadoras, cujo tratamento, apesar de se tornar especial em determinadas ocasiões, não se distingue em essência das outras atividades e estruturas existentes cujo tratamento se dá pelas matérias clássicas do Direito moderno.(alexandre, Alessandro Rafael Bertollo de. Existe um Direito da Informática?. Jus Navigandi, Teresina, a. 7, n. 61, jan Disponível em: <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3670> Acesso em 12 de junho de 2011). Já em sentido contrário, Márcio Morena Pinto, também acadêmico de direito, e pesquisador na área de Direito da Informática da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), é defendido o entendimento de que: o direito cibernético é um ramo relativamente autônomo, mas que o será futuramente, pois, fundamenta-se nas lições do Mestre Vicente Ráo, o qual defende que a especialização e a sub-especialização são extremamente úteis e clamam por sua autonomia e ainda, para que

16 haja um novo ramo jurídico é necessário vínculo com os princípios gerais do direito, e confirmação pelos postulados ideológicos, elementos intelectuais, morais e espirituais da humanidade, independente da técnica estrita. Vejase: " Talvez ainda seja realmente cedo para falar-se em autonomia como a entendemos em seu universo mais amplo, haja vista a falta de uma normatização específica quanto à matéria. Não obstante, há que considerar-se uma autonomia relativa, alicerçada principalmente no plano doutrinário e em menor grau no plano jurisprudencial."( PINTO, Marcio Morena. O Direito da internet: o nascimento de um novo ramo jurídico. Jus Navigandi, Teresina, a. 5, n. 51, out Disponível em: doutrina/texto.asp?id=2245 Acesso em 20 de junho de 2011). Por fim, Mário Antônio Lobato de Paiva sustenta a autonomia do direito da informática pelo fundamento de que: o mesmo é um ramo atípico, que gera soluções diversas das aplicadas em outros ramos, inclusive, cita princípios aplicáveis ao direito em comento, a saber: submissão, efetividade, subsidiariedade, intervenção estatal, lealdade, racionalidade, existência concreta; veja-se: "Por último deixaremos bem claro nossa posição de que o Direito Informático constitue um ramo atípico do Direito, e que encontra sim limites visíveis, porém referido direito sempre tentará buscar proteção e solução jurídica a novas instituições informáticas utilizando-se de seus próprios princípios informadores, desenvolvendo com isso ainda mais suas bases a medida em que for solucionado de maneira autonôma as discussões jurídicas envolvendo

17 relações virtuais."(paiva, Mário Antônio Lobato de. Os institutos do direito informático. Jus Navigandi, Teresina, a. 6, n. 57, jul Disponível em: <http://jus2.uol.com.br/ doutrina/texto.asp?id=2571> Acesso em 12 de abril 2011). Dentre tantas outras, é interessante buscar a opinião de dois acadêmicos, cujos artigos foram recentemente escritos, para demonstrar que, em um assunto tão novo quando este, não há como existirem consensos, eis que cuida de nova realidade, com centenas de conceitos ainda a evoluir. Os pontos acima se referem apenas a alguns dos exemplos que ilustram o atual contexto histórico em que vivemos e reforçam o fato de que a nossa legislação tem se mantido alerta para estas transformações, buscando adequar-se da forma mais ágil possível aos novos paradigmas trazidos pelo incansável apetite evolucionista. Logicamente existem vários outros exemplos que poderiam ser enumerados, assim como diversos outros enfoques possíveis, mas a idéia do presente estudo é a de justamente trazer à colação, alguns importantes itens sobre este tema.

18 CAPÍTULO II DESAFIOS DA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA Mister notar que um dos aspectos mais marcantes do ambiente virtual, refere-se à relativa facilidade para que se desenvolvam relações que simplesmente não exijam o contato pessoal entre os interlocutores ou contratantes, podendo estes residir a centenas de quilômetro de distância um do outro. Nestes termos, há de se considerar da mesma maneira, e com igual destaque, o fato de que esta forma de interação entre pessoas pode ocorrer sem que os interlocutores, por exemplo, sequer se identifiquem, podendo estes assumir qualquer tipo de identidade, até mesmo de pessoas que não existem, ou de pessoas que, embora existam, não são as responsáveis diretas por determinado tipo de manifestação. Logicamente, este é um cenário que, embora preocupante sob determinado aspecto, pode também se mostrar bastante sadio. É notável que, com o avanço da tecnologia e dos meios de comunicação em especial, assim como das tecnologias de transmissão de dados e conteúdo, houve uma verdadeira revolução na forma com que as pessoas se relacionam. A intercomunicabilidade proporcionada pelo advento de tais meios deve ser

19 entendida como um fator positivo, eis que estimula a troca de experiências e informações entre pessoas de todas as partes do planeta, com um custo relativamente acessível e possibilidades quase que infinitas. Tomando-se por base o acima, façamos referência, por exemplo, a uma discussão sobre política, ou assuntos mais corriqueiros, como futebol, que possuem uma abrangência maior. Uma discussão entre argentinos e brasileiros sobre qual é a melhor seleção, por exemplo, não necessita de que sejam conhecidas as identidades dos interlocutores. Na verdade, o anonimato em uma situação como a descrita pode ser considerado até como algo sadio de se existir. De toda forma, transportando-se este exemplo para outras situações, onde a declaração de vontade das partes tenha o animus de contrair obrigações ou, de alguma forma, produzir efeitos jurídicos ou refletir obrigações perante terceiros, faz-se necessária a identificação dos interlocutores, sendo imprescindível saber a quem determinada manifestação está atrelada, bem como sua integridade. Em um exercício lógico de raciocínio, e seguindo os ensinamentos do professor Otto Ulrich, sem identificação não se pode responsabilizar (apud Menke, Fabiano, 2005:37), o que significa dizer que é necessário que os elementos acima sejam passíveis de verificação, para que seja então possível imputar a determinado indivíduo, as decorrentes conseqüências jurídicas da prática de ato ou manifestação. Seguindo-se com o entendimento acerca do meio eletrônico e seus principais desafios, tópico este abrangido de forma inequívoca pelo gênero assinatura eletrônica, do qual não se pode dissociar, o autor Bruce Schneier, identifica três características novas da Internet, que demonstram como esta dita evolução propiciou o surgimento de novas modalidades de golpes e fraudes. Tais características são a "automação, ação à distância e

20 propagação técnica" (apud Menke, Fabiano, 2005:38). Para que não se fuja do contexto que aqui se intenciona delinear, em apertada síntese, a automação diria respeito ao poder que um computador dispõe para executar tarefas repetidas. Em seu exemplo, cita-se um crime de roubo eletrônico, onde determinado indivíduo rouba centavos de centenas de milhares de contas. Um crime que traz excelentes resultados, e que não seria possível se não existissem os computadores, por exemplo. Com relação a ação à distância, podemos atribuir tal característica ao fato de que, faticamente, a Internet não possui limites. Deste modo, é possível interferir em assuntos ou operações bancárias (como no exemplo acima), para se praticar atos delituosos, como um brasileiro invadindo contas de estrangeiros no intuito de fraudá-las. Este exemplo pode ser utilizado em uma infinidade de casos concretos, e que acontecem habitualmente hoje em dia. Sobre a terceira característica, e possivelmente a mais relevante, dentro do que este trabalho procura abordar, encontra-se a propagação da técnica. No exemplo fornecido pelo autor, é citado um caso ocorrido nos Estados Unidos há algumas décadas atrás, quando os americanos venderam ao Irã máquinas de impressão de papel moeda. Em síntese, os iranianos resolveram utilizar as máquinas adquiridas para imprimir notas de cem dólares, ao invés de utilizá-las para a impressão de moeda local. Há de se imaginar se isto tivesse ocorrido, por exemplo, no meio eletrônico, valendo-se do pressuposto de que um determinado programa de computador teria, dentro de seu escopo de funcionamento, a mesma capacidade, imagine-se o estrago que poderia ter sido causado, considerando que a sua disseminação seria instantânea. Foi justamente pensando em situações como estas, e analisandose as potencialidades, tanto positivas quanto destrutivas da evolução

21 tecnológica, que se desenvolveram formas e conceitos para que tais relações pudessem ser reguladas, transmitindo assim aos usuários a sensação de confiança necessária para a adoção e expansão de qualquer tipo de tecnologia. Recorrendo a exemplos mais antigos, podemos citar o cartão de crédito, que hoje é tão utilizado pelas pessoas. Esta modalidade de compra e venda de mercadorias e serviços foi inicialmente utilizada em largar escala por volta de 1950, nos Estados Unidos, única e exclusivamente para o pagamento de refeições. Foi nesta mesma época que surgiu o Cartão Dinners, como um primeiro ensaio para a aplicação desta nova modalidade de contratação. No Brasil, por exemplo, embora o cartão de crédito tenha sido introduzido em 1960, somente tornou-se popular em meados de Temos também alguns outros exemplos importantes e atuais, que devem ser lembrados, e para os quais ainda não existem soluções concretas, mas apenas formas paliativas de contornar problemas. É o caso do Facebook, hoje, famoso site de relacionamentos, que rompeu novos paradigmas ao permitir que, em maior escala, e diferentemente do que possibilitaram outras ferramentas tecnológicas até então disponíveis, fosse possível se relacionar com pessoas de diferentes partes do planeta, mediante associação a comunidades, que congregam interesses em comum, sendo possível expressar opiniões e comentários de forma livre, sem qualquer tipo de censura direta sobre, virtualmente, qualquer tipo de assunto, seja este qual for, incluindo-se aí os mais polêmicos. E o pior de tudo, de forma virtualmente anônima, contrariando em diversas oportunidades o ordenamento jurídico brasileiro, com a apologia ao uso de drogas, tráfico de entorpecentes e outros demais delitos. Os crimes e as demais práticas delituosas evoluíram juntamente com a evolução da tecnologia, e um dos principais questionamentos que ainda

22 permanecem hoje em dia dizem respeito a identificação destes infratores. É certo que a possibilidade de se fazerem declarações de forma simples e descompromissada, aliada à lentidão e impunidade, são fatores que contribuem de forma bastante significativa para o agravamento deste problema, e este é um dos principais problemas que a assinatura eletrônica visa coibir em outras esferas. Atribuir a uma pessoa, física ou jurídica, determinada declaração de vontade, permitindo que sua autenticidade seja detectável e, por conseguinte, e que a responsabilização (em sendo o caso), por determinada declaração ou ato, possa ser vinculada de forma correta. Logicamente, embora o lado negativo seja normalmente o primeiro a se exaltar, inegáveis são os avanços que a tecnologia e os novos meios de comunicação trouxeram para a coletividade, permitindo que distâncias fossem diminuídas e custos fossem cortados, sem citar uma série de outras mudanças que somente foram possíveis com o desenvolvimento da tecnologia e seus respectivos campos, desde caixas eletrônicos, passando por veículos com sensores de impacto, ao desenvolvimento de equipamentos médicos para tratamento de doenças até então consideradas incuráveis. Todos estes itens, juntos, referem-se a fatores mais do que positivos desta nova era, a era da informação, mas como todo crescimento desordenado, os problemas então citados foram ocorrendo de forma desordenada, ou melhor dizendo, sem o acompanhamento dos demais setores, dentro os quais, com relevante destaque, podemos citar o ramo do direito.

23 CAPÍTULO III ASSINATURA DIGITAL OU ELETRONICA E O CONCEITO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL Tendo em vista os pontos abordados, e visando solucionar o problema da segurança nas negociações realizadas via Internet, buscando cada vez mais encontrar soluções para novas realidades, que traz consigo, inexoravelmente, novos desafios, a evolução tecnológica contribuiu para a criação de uma espécie de identidade eletrônica que, mediante a confirmação de dados capazes de identificar uma pessoa ou uma instituição durante o intercâmbio de informações, assegura a autoria e inalterabilidade do documento eletrônico. Nesse contexto, desenvolveu-se o conceito de assinatura digital para que, por intermédio de um mecanismo de segurança, pudesse ser atribuída validade jurídica ao documento eletrônico dentro do ambiente virtual no qual foi originado. A partir de então, a assinatura digital passou a constituir um sinal ou meio suscetível de ser usado com exclusividade e aposto a um documento, através do qual o autor deste (I) confirma a sua identidade pessoal de forma inequívoca; (II) manifesta sua vontade de gerar o documento e emitir

24 as declarações de vontade deles constante ou ainda, aderir ao seu conteúdo; e, (III) preserva a integridade do documento. Imperativo notar, antes de quaisquer outras discussões e considerações sobre o assunto, que a as relações ditas virtuais não são uma novidade no campo fático, sendo somente há pouco tempo vistas com a devida importância pelo direito brasileiro em especial, considerando que a reação do Brasil ao desenvolvimento técnico e legislativo sobre a matéria aqui tratada, somente ocorreu no ano de 2001, com o advento da Medida Provisória 2.200, de 28 de junho do referido ano, que buscando suprir as visíveis lacunas criadas pela velocidade desta nova forma de contratar, apressou-se em buscar a criação de institutos e normativos específicos, que agasalhavam esta nova realidade e sua constante evolução, estando desta forma, mais atento para as profundas transformações trazidas pela evolução tecnológica, e porque não dizer da própria sociedade, eis que esta é a principal responsável pela velocidade e profundidade das principais e mais significativas modificações que ocorrem a cada dia, nos mais diversos campos, em razão de suas demandas. O advento de novas tecnologias, como já assinalado, trouxe problemas que antes simplesmente não existiam. Tendo este pano de fundo, teve o direito de evoluir de forma significativa, no intuito de abarcar em seu sistema normativo um número tão significativo de transformações, ocorridas em tão pouco tempo. Nas palavras do professor Fabiano Menke, em sua obra denominada Assinatura Eletrônica no Direito Brasileiro, as assinaturas eletrônicas, e a espécie assinatura digital, surgem justamente como auxiliar na tarefa de sanar uma imperfeição ínsita das comunicações veiculadas no meio digital, qual seja a de não se ter certeza da identidade da pessoa com a qual se está falando. (2005:30). É importante que se faça aqui uma observação das mais relevantes, sob pena de, em não o fazendo, permitir que haja uma certa confusão com relação aos conceitos que devem ser considerados para melhor entendimento do assunto. Assim sendo, há uma notada diferença entre a assinatura em si e a forma ou tecnologia utilizada para assinar. Nestes termos, note-se que, não obstante todos os fatores históricos e culturais que se encontram envolvidos, a assinatura, por si só, nada mais é do que uma maneira de vincular determinado documento ao seu autor. Trazendo novamente à tona a questão dos valores culturais,

25 como já explorado na introdução deste estudo, a grafia (referindo-se aqui à cultura escrita como um todo), sempre foi tratada como o método absoluto e mais garantido para atribuição de manifestação de vontade a um determinado compromisso, como a assinatura ao final de um documento para a formalização de um contrato, pagamento de conta com o cartão de crédito e equivalentes. De forma mais genérica, a assinatura é qualquer método, ou mesmo símbolo, utilizado por uma parte, com a intenção de vincular-se ou autenticar um documento, manifestando assim seu compromisso com os termos e condições ali descritas. Relevante notar que as técnicas usadas para este propósito podem ser das mais diferentes, como a assinatura hológrafa (sem dúvida, ainda hoje, o método mais aceito para contrair obrigações), a assinatura manual transformada em carimbo, a assinatura manual digitalizada, o código usado no cartão de crédito ou até mesmo, o código da criptografia (Lorenzzeti, Ricardo L., 2004:116), sendo o principal diferencial entre estes, a segurança oferecida por cada um. Hoje em dia, muitas pessoas fazem comprar pela Internet, mediante a divulgação de dados bancários, mas normalmente, para compras de menor monta. É ainda bastante raro encontrar alguém disposto a, por exemplo, efetuar a compra de um veículo pela Internet, ou um imóvel, por exemplo. Via de regra, os métodos utilizados para este tipo de transação respaldam-se na assinatura hológrafa, ou tradicional, com o contato presencial entre as partes. Nestes termos, e reforce-se, visando justamente contornar este sempre presente sentimento de insegurança, quando tratamos de comércio eletrônico, é que a criptografia assimétrica, tecnologia esta que será estudada mais à fundo posteriormente, é apontada pelos especialistas como a forma mais adequada de se contratar no meio eletrônico, ao menos até o momento. Existe, nestes termos, uma preocupação das legislações em geral, como mais à frente poderá ser visto, no sentido de preservação do que podemos chamar de neutralidade tecnológica, no sentido de tornar os respectivos normativos suficientemente abrangentes para abarcar justamente as crescentes e incontáveis mudanças que o avançar da tecnologia traz, evitando-se assim a vinculação a um método específico, como a criptografia assimétrica por exemplo, eis que a evolução nos ensina que os ciclos de atualização tecnológica são cada vez menores. Para melhor ilustrar este ponto, podemos citar o exemplo de algumas tecnologias, e seu respectivo tempo médio entre a descoberta e sua correspondente exploração industrial. Sabe-se

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