Belo Horizonte 17 de março de 2014 FONTE: O TEMPO. Metroviários prometem paralisação de 24 horas nesta quarta-feira

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1 Belo Horizonte 17 de março de 2014 FONTE: O TEMPO Metroviários prometem paralisação de 24 horas nesta quarta-feira Categoria teme pela privatização do setor; segundo o sindicato, uma das consequências de se passar este transporte para o setor privado é o aumento da passagem Os metroviários de Belo Horizonte prometem fazer uma paralisação de 24 horas nesta quartafeira (19) contra a privatização do setor na capital. Faixas anunciando o protesto estação colocadas nas estações, e panfletos explicativos são entregues aos usuários. A ideia da categoria é uma paralisação total, mas a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) deve tentar negociar para que o metrô funcione em escala mínima. De acordo com o Sindicato dos Metroviários e Conexões do Estado de Minas Gerais (Sindimetro- MG), o ato será de advertência e, também na quarta-feira, será definido se a categoria entrará em greve. Sabemos de todos os transtornos que uma paralisação do metrô causa à população. Também somos conscientes das condições que o usuário enfrenta diariamente com trens superlotados e sem climatização, roletas e elevadores com problemas de manutenção. Saibam que nada disso é causado pelos metroviários, mas é fruto da falta de investimentos do governo federal no metrô-bh. Os funcionários, assim como a população, sofrem com essa situação, afirma o sindicato em carta aberta à população. Ainda segundo o Sindmetro-MG, a mais provável consequência da privatização deste transporte público é o aumento da passagem. Além disso, para a categoria, há o temor quanto ao desemprego dos mais de funcionários. Diariamente, o metrô do capital transporta cerca de 230 mil passageiros. A assessoria da CBTU só se pronunciará sobre o assunto após a nova assembleia dos metroviários, prevista para esta terça-feira (18), que deve confirmar a manutenção da decisão pelo protesto. Já a assessoria da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a paralisação. O governo de Minas foi procurado pela reportagem para esclarecer se há a negociação para a

2 privatização, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto. Sem metrô para jogo Nesta quarta-feira, o Atlético enfrenta o Nacional (Paraguai) pela Copa Libertadores, no Estádio Independência, no bairro Horto, na região Leste da capital e, sem a circulação do metrô, torcedores terão que se organizar para chegar ao campo. Leis que defendem consumidor ainda são ignoradas no país O cliente que se sentir desrespeitado pode acionar a Justiça e também receber indenização Protagonista da data comemorada no último sábado, o consumidor não tem muitos motivos para celebrar. Algumas leis que beneficiam quem adquire produtos e serviços no Brasil são, com frequência, ignoradas. Uma delas determina que o cliente tem, no máximo, 20 minutos em dias normais e 30 em dias de pico para ser atendido no banco. Quem fica mais tempo nas filas pode reclamar com o gerente da agência ou pode recorrer ao Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do banco. Se não adiantar, pode registrar reclamação em órgãos de defesa do consumidor ou na Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O consumidor pode requerer uma indenização por danos morais e até mesmo por danos materiais, caso perca uma oportunidade durante o tempo de espera, afirma o advogado Luiz Fernando Valladão, sócio-diretor da Valladão Sociedade de Advogados. A venda casada é outra prática proibida, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O fornecedor não pode condicionar a venda de um produto ou serviço à compra simultânea de outro. Nesse caso, o consumidor pode ir a juízo e solicitar a devolução do valor pago, inclusive em dobro, diz Valladão. Desistir de compra online também é direito do consumidor. Segundo o CDC, ele tem sete dias desde o recebimento do produto para devolver a mercadoria e requerer o dinheiro de volta. Planos de saúde. A portabilidade de planos de saúde, determinada pela Agência Nacional de Saúde (ANS), é outra lei que muitas vezes não é respeitada. O consumidor de plano de saúde contratado a partir de 1999 pode mudar de operadora sem a necessidade de cumprir um novo período de carência tempo que leva para o atendimento ser coberto. Pelas regras, o cliente pode fazer a portabilidade desde que permaneça pelo menos dois anos no plano de origem. Em Minas. A legislação mineira tem duas leis que os consumidores, muitas vezes, esquecem. A Lista Antimarketing, que pode ser assinada gratuitamente e impede que o cliente receba ofertas comerciais contra a sua vontade. Já a Lei da Entrega determina que o fornecedor deve agendar data e hora de entrega de produtos. Informação Dica. Informação é fundamental: as pessoas devem procurar saber mais sobre os direitos que têm. Não adianta haver leis que não funcionam, afirma o advogado Luiz Fernando Valladão. Quase 80% dos contratos são reajustados sem seguir regras Aumento médio foi de 81,21% no ano passado, nove vezes mais do que a inflação Quem trabalha como autônomo ou em empresas que não oferecem convênio médico vai ter cada vez mais dificuldade para contratar um serviço de plano de saúde. Atualmente, 78% dos 38,5

3 milhões de brasileiros que possuem assistência médica privada estão contratados por um plano empresarial ou coletivo. Embora tenham, hoje, mensalidades mais baixas que os pacotes individuais ou familiares, esses planos escondem a armadilha dos reajustes anuais, que não são regulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS). No ano passado, alguns desses contratos chegaram a ter reajustes superiores a 580%. Levantamento feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) apontou que os planos coletivos tiveram reajuste médio de 81,21% no ano passado índice nove vezes maior que a revisão de 9,04% autorizada pela ANS para os planos individuais. Em alguns contratos, o Idec chegou a identificar variações de até 583%. Das 31 empresas associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que reúne as principais operadoras que atuam no mercado, só 11 vendem planos individuais. Em São Paulo, empresas tradicionais como a Sul América, a Bradesco Saúde e a Golden Cross abandonaram o serviço de planos individuais para se concentrarem em planos empresariais ou coletivos. A estratégia é fugir da regulamentação para reajustar livremente os preços. A entidade foi procurada, mas não enviou resposta. A ex-diretora da ANS entre 1999 e 2005, ex-diretora do Procon de São Paulo e atual professora de Direito do Consumidor da PUC-SP, Maria Stella Gregori, diz que a decisão da ANS de não regular os preços de planos coletivos se justifica pelo maior poder de negociação que os planos empresariais têm com as operadoras. Uma relação desigual e desequilibrada, como a que existe entre o cliente individual e a operadora, precisa ser regulada. Mas os planos corporativos, com muitos clientes, têm condições de negociar melhores preços, argumenta. A advogada do Idec Joana Cruz contesta essa afirmação. Mais de 85% dos planos coletivos são de empresas ou associações que reúnem, no máximo, 30 pessoas. São empresas pequenas que acabam reféns dos planos, afirma. Mesmo a ANS considerando que apenas 15% dos planos coletivos têm poder de barganha, ela abre mão de regular 100% deles. Procurada, a ANS informou que, como não regula os preços dos planos corporativos, não iria comentar o assunto. Coletivos Distribuição. No Brasil existem contratos coletivos de planos de saúde. Os que possuem mais de 30 beneficiários são e outros têm mais de 30 usuários. FONTE: JUSBRASIL Complementação de aposentadoria deve ser regida por normas em vigor na época da admissão do trabalhador Um aposentado ajuizou ação trabalhista contra o Banco do Brasil S/A e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil S/A - PREVI pleiteando diferenças de complementação da aposentadoria, sob o argumento de que não estão sendo adotados, para o cálculo do benefício, os critérios previstos no Estatuto Previ de 1967, vigente à época de sua admissão em 13/09/1978, mas sim aqueles contidos no Estatuto da Previ de Informou que sua aposentadoria ocorreu em 22/07/2007, por meio do Programa PAA - Plano de Aposentadoria Antecipada. Em defesa, os reclamados disseram que foi editado o Regulamento do Plano de Benefício 01, relativo ao Estatuto Previ de 1997, por força de decisão dos próprios associados da PREVI, tendo o reclamante optado pelo complemento de aposentadoria antecipado, regido pelo novo plano. Portanto, deve ser aplicado ao caso o item II da Súmula 51 do TST. O juiz Weber Leite de Magalhães Pinto Filho, ao julgar o caso na Vara do Trabalho de Pará de

4 Minas, destacou que o artigo 468 da CLT dispõe que somente serão lícitas as alterações das condições de trabalho quando houver consentimento de ambas as partes e, ainda assim, elas não podem resultar, direta ou indiretamente, em prejuízos ao trabalhador. Ao analisar os documentos apresentados, o juiz sentenciante concluiu que não houve qualquer manifestação ou renúncia expressa do reclamante no que diz respeito às regras do Plano de Benefícios de 1967, nem que tenha participado de forma direta e incontestável das discussões acerca das alterações efetuadas no Estatuto da Previ de O magistrado citou o item I da Súmula 51 do TST, que assim dispõe: "As cláusulas regulamentares, que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente só atingirão os trabalhadores admitidos após a revogação ou alteração do regulamento". Ele destacou ainda a Súmula 288 do TST, que tem o seguinte teor: "A complementação dos proventos da aposentadoria é regida pelas normas em vigor na data da admissão do empregado, observandose as alterações posteriores, desde que mais favoráveis ao beneficiário do direito". Dessa forma, o pagamento da complementação de aposentadoria, nos moldes do estatuto de 1997, vigente à época da aposentadoria do reclamante, viola o disposto no artigo 468 da CLT, tendo em vista que o autor não renunciou aos benefícios previstos no Estatuto de 1967 ou aderiu às normas contidas pelo novo regulamento de O juiz frisou que a opção por outro tipo de regulamento deve ser feita individualmente, não bastando a existência de votação por assembleia dos associados. De acordo com o julgador, todas as vantagens que o reclamante passou a ter após sua admissão, aderiram ao seu contrato de trabalho, enquanto aquelas que lhe causam ou teriam causado prejuízos, são nulas desde a origem. Assim, a complementação de aposentadoria deve ser regida pelas normas em vigor na época em que o reclamante foi admitido no Banco, sem qualquer possibilidade de aplicar alterações posteriores que são prejudiciais ao trabalhador, ainda que decorrentes de lei. Ele acrescentou que não é aplicável ao caso o item II da Súmula 51 do TST, pois não há dois regulamentos coexistentes, mas sim a aplicação de regras que aderiram ao contrato, antes que regras novas fossem estabelecidas. Diante disso, o magistrado julgou favoravelmente o pedido do reclamante de pagamento de diferenças de complementação de aposentadoria, decorrente da revisão do cálculo do benefício de acordo com o Estatuto de 1967, vigente à época de sua admissão. A sentença determinou ainda que sejam observadas as alterações posteriores, desde que mais favoráveis, mantidos todos os benefícios que foram integrados após As partes recorreram, mas a sentença foi mantida pelo TRT- Aposentadoria por invalidez deve ir a voto em abril A comissão especial criada para analisar a proposta que garante proventos integrais aos Servidores Públicos aposentados por invalidez (PEC 170/12) deverá votar o parecer do relator, deputado Marçal Filho (PMDB-MS), até o início de abril. Segundo o parlamentar, a ideia é garantir que todo servidor receba seu salário integralmente no caso de ficar incapacitado para o trabalho. Atualmente, a Constituição prevê a aposentadoria por invalidez com proventos integrais apenas nos casos de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave prevista em lei, como hanseníase, paralisia irreversível e mal de Parkinson. Se o servidor sofrer um acidente fora do trabalho e ficar inválido, por exemplo, pode ser aposentado, mas receberá remuneração

5 proporcional ao seu tempo de contribuição. O relator se mostrou otimista quanto à aprovação da matéria, porém ressaltou que o governo está preocupado com o impacto financeiro da medida. Marçal Filho pediu ao governo informações sobre eventual aumento de despesas. "Receberemos muito bem esses dados, mas quero deixar claro que temos que pensar primeiro na pessoa que se tornou inválida e obrigatoriamente aposentada e que está sendo punida por causa disso. Punida pela doença que não escolheu ter." Entidades - Durante debate na semana passada, várias entidades representativas dos Servidores Públicos defenderam a aprovação da PEC, de autoria da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ). O texto prevê que, para ter direito aos proventos integrais, o trabalhador deverá ter ingressado no serviço público até 31 de dezembro de 2003, quando entrou em vigor uma reforma da Previdência. A regra seria aplicada aos que já se aposentaram e aos que venham a se aposentar por invalidez. Roberto Ponciano, da Federação dos Trabalhadores do Judiciário e do Ministério Público, destacou que hoje muitos funcionários preferem não se aposentar por invalidez porque receberiam apenas parte dos rendimentos. Segundo ele, há casos de servidores que propuseram ação judicial para permanecer na ativa, mesmo com laudo de junta médica indicando aposentadoria. "A aposentadoria por invalidez, que era um direito, passou a ser um castigo porque a pessoa fica desprovida de condições de se sustentar", criticou. Adicional por tempo de serviço poderá ser incluído na CLT O direito do trabalhador de menor renda ao adicional por tempo de serviço poderá ser incluído na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). É o que determina o projeto (PLS 63/2012), do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que poderá ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na quarta-feira (19). VEJA MAIS Veja a pauta completa da CAS Segundo a proposta, após cada período de três anos de vigência do contrato de trabalho, o empregado que recebe salário básico mensal igual ou inferior a dois salários mínimos terá direito a adicional por tempo de serviço, em valor correspondente a 5% do seu salário básico, até o máximo de 50%. De acordo com a proposta, o adicional fará parte do salário, assim como as comissões, percentagens, gratificações ajustadas, diárias para viagens e abonos pagos pelo empregador. Valadares afirma que o intuito de seu projeto é criar um direito de natureza trabalhista salarial e não assistencial, em favor daqueles indivíduos que conseguem ter uma inclusão no sistema formal de trabalho, ainda que no patamar mais baixo, para que possam garantir seu progresso e seu desenvolvimento pessoal e familiar. Na opinião do relator do projeto na Comissão Assuntos Sociais (CAS), senador Paulo Paim (PT- RS), o estímulo remuneratório que se oferece com o projeto possibilita ao empregador reter mão-de-obra, pois se optar por mudar de emprego, o empregado perderia uma parte do seu salário, ainda que mínima. Em seu voto, Paim sugere três emendas de redação que não alteram o mérito da proposta.

6 O senador Armando Monteiro (PTB-PE), porém, apresentou voto em separado pela rejeição do projeto. Ele alega que o projeto "propõe um novo março remuneratório que, de certo modo, se interpõe às já bastante engessadas engrenagens que regulam e incidem na negociação entre patrões e empregados no Brasil". Armando Monteiro teme que a proposta incentive a substituição de funcionários antigos por outros de experiência reduzida, e sugere que sindicatos dos trabalhadores e sindicatos patronais continuem discutindo os planos de carreira de forma específica para cada empresa ou categoria. Bolsa Família Voltará à discussão na CAS a proposta, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), de modificação dos critérios de permanência no Programa Bolsa-Família ( PLS 458/2013). O projeto estabelece em lei as regras para o desligamento de beneficiários do programa, hoje regidas por decreto presidencial, e propõe que as condições de permanência no programa sejam avaliadas a cada dois anos. Caso se altere a situação de elegibilidade familiar, o benefício continuaria a ser pago por mais seis meses. O relatório da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), favorável ao projeto, adverte que, ao mesmo tempo em que é necessário ter cuidado na seleção dos beneficiários do Bolsa-Família, a evolução da legislação de assistência social obrigou o Estado ao atendimento de padrões mínimos de proteção. Por sua vez, o senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou voto em separado contrário à proposta. O senador entende que o PLS 458/2013 parte de uma premissa válida, mas apresenta solução "equivocada". Para ele, o texto pode dar margem a diferentes interpretações quanto ao momento da revisão da elegibilidade e constitui restrição de direitos dos beneficiários diante do regulamento vigente do Bolsa-Família ( Decreto 5.209/2004). FONTE: O TEMPO Certificado digital facilita a declaração do IR São Paulo, 17 - O certificado digital, tecnologia que permite a identificação de pessoas físicas e jurídicas no ambiente digital, é uma assinatura eletrônica que identifica o usuário, de modo semelhante ao reconhecimento de firma, possuindo validade jurídica. A tecnologia assegura o sigilo e a autenticidade das informações e oferece vantagens para o contribuinte tanto na hora de preencher a declaração como na hora de receber a restituição. Quem declara com certificação digital recebe a restituição mais rapidamente. Na hora de declarar, o sistema facilita a verificação das informações sobre as fontes pagadoras. Outra vantagem é receber a declaração previamente preenchida pela própria Receita, o que reduz o risco de cair na malha fina. Se ocorrer alguma divergência em relação aos dados da Receita e a declaração cair na malha fina, o problema pode ser resolvido no mesmo dia. Isso atende a uma antiga reclamação dos contribuintes, que sempre foram obrigados a aguardar meses ou anos para serem notificados sobre problemas na declaração.

7 Com o novo sistema, o interessado pode acompanhar o processo da declaração, fazendo correções em tempo real e sem burocracia. Também é possível obter cópias da declaração sempre que necessário e retificar pagamentos ou imprimir comprovantes. Julio Cosentino, vice-presidente da certificadora Certisign, diz que o certificado digital é um facilitador na rotina de pessoas físicas e jurídicas, com inúmeras vantagens, entre elas a possibilidade de assinar digitalmente documentos eletrônicos, sem uso de papel e sem deslocamentos e custos com autenticações. Declarar com certificado digital é opcional hoje, mas Mariana Pinheiro, presidente da Unidade de Negócios Identidade Digital da Serasa Experian, avalia que ao longo do tempo o sistema se tornará obrigatório. Hoje, para a declaração de Imposto de Renda, já existe a obrigatoriedade do certificado para declarações com rendimentos acima de R$ 10 milhões, explica ela. Alternativas O e-cpf pode ser comprado pela internet nos sites das empresas certificadoras. O certificado pode vir em um software para instalação em um computador e ser utilizado apenas nele; ou pode ser adquirido nas mídias cartão ou token. Na opção pelo cartão é preciso adquirir também uma leitora, caso o computador em que será usado não tenha o dispositivo de série. O token dispensa a leitora, porque conecta-se à porta USB do computador. A vantagem do cartão e do token é que podem ser utilizados em qualquer computador. O token dispensa a leitora, o que facilita o transporte. Após escolher a mídia, o interessado tem de fazer a opção de prazo de validade, que varia de um a três anos. No próximo passo, o interessado escolherá a forma de pagamento (boleto ou cartão). Terminada essa etapa, será preciso fazer a validação dos documentos. Nesse caso, é preciso comparecer a um dos locais indicados pela empresa, portando a documentação solicitada. Em geral, são solicitados um ou até dois documentos de identidade com menos de cinco anos da emissão, como RG e carteira de habilitação, e comprovante de endereço. Quando o RG tem mais de cinco anos desde a emissão pode ser solicitada também foto 3x4 recente. O certificado é emitido na hora e pode ser utilizado em 24 horas. As empresas fazem vendas de certificado pela internet ou por telefone. O sistema envolve custos na ordem de R$ 100 por ano. O certificado pode ser emitido pelas seguintes empresas: Serpro; Certisign; Serasa; Imprensa Oficial do Estado; Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais; Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas; Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, de Saúde, de Vida, de Capitalização e Previdência Privada no Estado de São Paulo; Notarial; Autoridade Certificadora Brasileira de Registros; Instituto Fenacon; Prodest; Valid; Boa Vista e Digitalsign. As informações são do jornal FONTE: OGLOBO O custo da hora do trabalhador

8 FONTE: CORREIO BRAZILIENSE Mercado de trabalho: taxa de rotatividade cresceu de 52% a 64% em 10 anos Em setores com a construção civil a taxa chega a 115% De acordo com dados divulgados no I Seminário sobre Rotatividade no Mercado de Trabalho, a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro cresceu de 52% em 2003 para 64% em quando levado em consideração um período de um ano na empresa. Esse é um comportamento que se eleva a cada dia, principalmente nos setores de serviços, onde a rotatividade chega a atingir 60%. No comércio, a rotatividade registrada durante o período foi de 64%, enquanto na agricultura atingiu 92%. Na construção civil a taxa foi ainda mais, de 115%. Já em alguns ramos da indústria de transformação o índice chega a 53%. O economista José Pastore, especialista em relações de trabalho da Universidade de São Paulo, citou estudos específicos que comprovam que ao longo de um ano, cerca de 10% dos empregos industriais desaparecem, enquanto outros 10% são criados. Nesse setor, a dispensa sem justa causa chega a 42%. Ele citou um cálculo que causou certo desconforto naqueles que acompanharam a palestra: o empregado que trabalhou um ano em uma empresa com salário mensal de R$ 1 mil, acumula ao longo de um ano, R$1.040 mil na conta do FGTS (inclusive a parcela do 13º salário). Depois da demissão, ele irá sacar esse montante e vai receber mais R$ 400 de indenização de dispensa. Além do salário do mês, ele tem direito a mais R$ 1 mil de 13º salário e a R$ de férias e abono. Ainda desempregado, ele irá receber quatro parcelas de R$ 800 reais do seguro desemprego. "Em resumo, nesses quatros meses, ele terá R$ reais, o que da uma média mensal de quase R$ 2 mil reais, ou seja, o dobro do que ganhava quando estava empregado. Se nesses período de desemprego, ele trabalhar no mercado informal, com um salário também de R$1 mil por mês, ele terá mais R$ 4 mil. O ganho total no período sobe para 12 mil reais, e além disso ele vai receber um salário mínimo de abono", contou.

9 Porém, Clemente Ganz Lucio, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), afirmou que o cálculo não se trata de um incentivo para que as pessoas peçam demissão. Na verdade, isso significa que tem algo errado com o mercado de trabalho e que precisa ser ajustado. As políticas públicas para conter a rotatividade na indústria, por exemplo, não são iguais as que devem ser implementadas na agricultura que tem uma sazonalidade especifica. Na indústria, no comércio e no serviço de maneira geral, 40% das demissões ainda são provocadas pelas empresas para cortar custos e elevar lucros. As medidas para criar um sistema de proteção ao trabalhador, em grande parte, não acarretam custos. Como o mercado está aquecido, 53% dos trabalhadores que são demitidos não acessam o seguro desemprego. Esse dado é significativo, pois em 2003 eram 51%. Ele afirmou também que a toda terceirização que não está prevista na CLT de mão de obra deve ser enfrentada. O próprio estado tem problemas, como por exemplo, na contratação de professores que começam a trabalhar em março e são demitidos em dezembro e depois são recontratados em março e demitidos em dezembro. Mesmo que um gestor público não queira demitir, ele está impedido porque a lei proíbe manter quem não é servidor público concursado. O procurador do trabalho, José Lima, disse que concorda com Pastore quanto a falta de mão de obra, mas não porque o trabalhador quer ser demitido e receber o fundo de garantia e benefícios. "Emprego está difícil e ponto. Os desligamentos tem várias causas, inclusive assédio moral em ambiente de trabalho", disse, o procurador. "O que precisa ser mudado é o sistema que não traz dignidade ao trabalhador", explicou Lima. Segundo ele o que incomoda é a falta de importância. "Se o empregador tiver de tomar uma atitude que prejudica o trabalhador ele faz, porque simplesmente não se importa, não é por ser uma questão pessoal", finaliza. O procurador informou que nos cálculos de Pastore, parece que é um bom negócio ficar desempregado porque o salário dobra em dois ou três meses. "Se isso fosse verdade não haveria filas em empresas que abrem vagas e nem tanta concorrência nos concursos públicos em busca da estabilidade", explicou Lima. De acordo com ele, o resultado da rotatividade é a informalidade e a baixa qualificação da mão de obra. Lima também citou uma pesquisa que prevê que de 2012 a 2014 a rotatividade vai crescer 12,9%, isso significa que são 161,7 milhões de trabalhadores trocando de emprego e que a tendência em 5 anos, ou seja, ate 2014, é que cerca de 5 milhões de trabalhadores sejam dispensados. FONTE: MTE MTE define Planejamento Estratégico para 2014/15 Foi publicada no Diário Oficial da União dessa sexta-feira (14), a Portaria 300, que institui o Planejamento Estratégico do Ministério do Trabalho e Emprego para o biênio O objetivo do plano é promover ações estratégicas no órgão, por meio de metas que serão avaliadas trimestralmente. Foi definido um conjunto de 23 objetivos estratégicos dotados de indicadores que permitem mensurar o avanço na sua implementação, com metas anualizadas. Com isto, podem-se alinhar as ações de todas as áreas e unidades do MTE em torno de objetivos comuns, promovendo a sinergia, otimizando recursos e melhorando os processos internos de trabalho. O que se espera, ao final, é a melhoraria da qualidade dos serviços prestados, alcançando melhores resultados para o trabalhador e para a sociedade.

10 A missão do Planejamento Estratégico é promover trabalho, emprego e renda e garantir condições dignas ao trabalhador, por meio de políticas públicas participativas e sustentáveis, que visem contribuir para o bem estar individual e o desenvolvimento econômico e social do país. Ele estabelece, ainda, os valores que devem nortear seus servidores para o alcance do futuro desejado, como a ética, criatividade, proatividade, comprometimento e transparência. Para conhecer na íntegra o teor do Planejamento Estratégico do Ministério, clique aqui: (link para a Portaria nº 300). FONTE: AGÊNCIA CÂMARA Aumento de multa para quem emprega menor ilegalmente tem parecer favorável Aumentar a multa para quem usa trabalho infantil ou não respeita os direitos dos adolescentes em idade para trabalhar, como fazer corretamente as anotações na sua carteira de trabalho. Esta é a ideia de um projeto de lei (PL 6257/13) que está para ser votado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara. Atualmente, a lei proíbe o trabalho para crianças com menos de 16 anos. Só tem uma exceção: de 14 a 16 anos, os adolescentes podem ser contratados como aprendizes. Quem não cumpre isso, pode ser multado no valor de um salário mínimo regional, por criança ou adolescente que esteja trabalhando irregularmente. Só que por mais que o empregador tenha crianças e adolescentes em situação irregular, ele vai pagar no máximo uma multa de cinco salários mínimos. A proposta que tramita na Câmara aumenta a multa por criança ou adolescente irregular para R$ 1 mil. O valor foi fixado pela autora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN), tendo como referência o mês anterior à apresentação do projeto, agosto de 2013, devendo ser corrigido anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Segundo o texto do projeto, essa correção deve ser feita já no mês anterior à entrada em vigor da nova regra, caso o projeto seja aprovado. Fim do teto Outra mudança feita pela proposição é a retirada do limite de cinco salários mínimos para a multa. Ou seja, se a empresa autuada tiver 20 meninos e meninas trabalhando ilegalmente, vai pagar 20 mil reais. E assim por diante. A relatora, deputada Andrea Zito (PSDB-RJ), explica por que apresentou parecer favorável proposta: "Muitas vezes os comércios, as empresas, acabam se aproveitando da juventude, dos adolescentes, colocam para trabalhar, com um valor menor. Então o projeto é uma forma de frear isso." Vale destacar que, apesar de proibido, quase 900 mil crianças de 5 a 14 anos já estavam no mercado de trabalho em 2012, segundo o IBGE. Adolescentes de 15 a 17 anos somavam mais de 2,5 milhões, mas nem um em cada quatro estava com a carteira assinada, como manda a lei. Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, precisa ser aprovada em duas comissões da Câmara (de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania) antes de ser avaliada no Senado.

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