LIMITAÇÃO DA TAXA DE JUROS DO CARTÃO DE CRÉDITO

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1 LIMITAÇÃO DA TAXA DE JUROS DO CARTÃO DE CRÉDITO

2 1. EMENTA O objetivo do trabalho é analisar o PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 140, de 2015, que limita a taxa de juros a ser cobrada nos financiamentos concedidos pelas administradoras de cartões de crédito em 5 vezes a taxa Selic praticada no país, o que atualmente representaria uma taxa de até 68,75% ao ano. 2. INTRODUÇÃO Em um momento de crise, com inflação elevada, aumento do desemprego e juros cada vez mais altos engordando os lucros dos bancos, é até natural que surjam manifestações e propostas de limitação de taxas e aumento de impostos sobre instituições financeiras. O PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 140, de 2015, no caso, propõe a limitação da taxa de juros a ser cobrada nos financiamentos concedidos pelas administradoras de cartões de crédito em 5 vezes a taxa Selic praticada no país, o que atualmente representaria até 68,75% ao ano. Faz-se necessário, assim, avaliar o contexto no qual o projeto é apresentado e, principalmente, analisar seu mérito, uma vez que a proposta vai de encontro à bandeira da livre iniciativa intransigentemente defendida pela FecomercioSP. 3. ANÁLISE Diante do momento delicado pelo qual passa a economia brasileira, a FecomercioSP tem desestimulado fortemente o uso do crédito rotativo, que apresenta taxas extremamente elevadas e representa, portanto, riscos para a saúde financeira das famílias, especialmente em um momento de crise e incertezas como o atual. Segundo os últimos dados do Banco Central, a taxa de juros média cobrada pela modalidade atingiu a marca de assustadores 372% ao ano em junho, ante 308,3% no mesmo mês do ano passado. A alta, de 63,7 pontos percentuais, só perdeu para o aumento de 69,6 pontos percentuais observado no cheque especial. No mesmo período, a taxa Selic passou de 11% para 13,75% ao ano. Diante do menor crescimento dos empréstimos, do aumento do custo de captação de recursos (alta da Selic) e da tendência de piora da inadimplência,

3 instituições financeiras estão elevando as taxas de juros já normalmente em patamares altíssimos para tentar manter suas margens de lucro. O rotativo do cartão de crédito é uma linha emergencial, de forma que o aumento da taxa tem pouco ou nenhum efeito sobre a demanda por crédito. O consumidor recorre a ela não para a aquisição de bens, mas principalmente para tentar equilibrar o orçamento. E é exatamente o que vem acontecendo: consumidores com dificuldade para fechar as contas acabam jogando o pagamento integral da fatura do cartão para o futuro e utilizam o rotativo pagando apenas uma parte da fatura na expectativa de que o cenário melhore. As taxas elevadas, porém, podem transformar as dívidas em verdadeiras bolas de neve, aumentando a probabilidade de o cliente se tornar inadimplente. Em julho, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência (PEIC) realizada mensalmente pela FecomercioSP, entre as famílias com dívidas, a proporção de endividadas no cartão de crédito era de 70,4%, alta de 1,2 ponto percentual na comparação com julho de A proporção de famílias com dívida no cartão de crédito era maior (71,7%) entre as classes mais baixas, com renda mensal de até 10 salários mínimos, exatamente as que estão sofrendo mais com a alta dos preços de bens essenciais (energia elétrica e alimentos, principalmente) e dos juros. Afinal, os consumidores de baixa renda tem maior propensão ao consumo, dispõem de menos reservas financeiras, e, diante da dificuldade de fechar as contas no final do mês e de conseguir empréstimos mais baratos nos bancos cada vez mais seletivos na concessão de novos empréstimos, acabam recorrendo ao rotativo do cartão na tentativa de equilibrar o orçamento. É possível, inclusive, notar, desde meados de 2013, uma aceleração do crescimento da carteira de crédito rotativo, que, desde julho de 2014, cresce a um ritmo semelhante, e em alguns momentos até maior, do que o da carteira sem juros compras com cartão à vista e parceladas. Ou seja, os consumidores, que vinham utilizando o cartão principalmente como meio de pagamento daí o crescimento maior da carteira sem juros, diante da menor oferta de crédito e da alta dos preços estão se vendo obrigados a recorrer ao rotativo para fechar as contas. Inclusive, entre todas as modalidades de crédito acompanhadas pelo Banco Central, um dos maiores crescimentos vem sendo

4 observado exatamente na modalidade cartão de crédito rotativo (alta de 12,7% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado). Por causa da alta dos juros e da dificuldade financeira enfrentada pelas famílias, essa tendência deve prevalecer até o final do ano, com a carteira de rotativo como uma das poucos a registrar expansão acima da inflação. Ainda segundo dados do Banco Central, enquanto, a despeito da crise, a inadimplência das pessoas físicas (considerando recursos livres e ativos com atraso superior a 90 dias) caiu de 5,6% em junho do ano passado para 5,4% em junho deste ano, já se nota um aumento da inadimplência no cartão de crédito (de 6,7% para 7,7% no mesmo período). Provavelmente a aceleração da inflação e a piora no mercado de trabalho surpreenderam as famílias mais endividadas, que já utilizavam o rotativo do cartão de crédito e, diante do aumento de preços de bens essenciais ou da perda do emprego, provavelmente acabaram não tendo condições de pagar suas dívidas do cartão. Por isso, a FecomercioSP costuma chamar a atenção para os riscos e as taxas elevadas inerentes à modalidade. É inegável, também, a transferência de renda perversa promovida por essas taxas, que acabam corroendo a renda das famílias mais pobres e dependentes de crédito. Daí, entretanto, a apoiar a limitação das taxas de juros, há uma grande distância. Sempre em defesa da livre iniciativa, a FecomercioSP é contrária à fixação ou limitação de preços na economia, com exceção dos casos em que fique configurada a concentração de mercado e, portanto, a intervenção do governo através de mecanismos regulatórios mostre-se indispensável para coibir o abuso de poder econômico e garantir, assim, o bem estar da população. Por outro lado, é inegável que as taxas de juros cobradas no Brasil são exageradamente altas. Em um momento de crise, com inflação elevada, aumento do desemprego e juros cada vez mais altos engordando os lucros dos bancos, é até natural que surjam manifestações e propostas de limitação de taxas e aumento de impostos sobre instituições financeiras. Atenta e contrária ao excesso de intervenção do Estado na economia, a FecomercioSP acredita na capacidade dos agentes econômicos de tomarem as decisões e fazerem as escolhas que julguem mais apropriadas para atingir seus objetivos, desde que tenham informação suficiente para isso. Assim, ao invés de fixação ou limitação de taxas, parece ser mais sensato a exigência de melhor comunicação a respeito das taxas

5 cobradas e dos riscos para a saúde financeiras das famílias. Até porque o crédito rotativo é uma modalidade emergencial. Ainda, o estabelecimento de qualquer taxa parece completamente arbitrário, não respeitando as leis oferta e demanda e podendo gerar distorções a experiência brasileira recente mostrou que as taxas de juros não podem ser derrubadas apenas pela força da vontade, visto os efeitos deletérios da redução forçada da Selic na inflação. Caso o objetivo seja evitar o excesso de endividamento no cartão de crédito, o mais razoável parece ser elevar o pagamento mínimo da fatura, hoje em apenas 15% (ante uma taxa média mensal que atingiu 13,8% em junho segundo dados do Banco Central, criando dívidas praticamente perpétuas para quem se limita a pagar o mínimo da fatura). Por sinal, em novembro de 2011, o Banco Central desistiu de aumentar o porcentual para o pagamento mínimo mensal da fatura do cartão de crédito de 15% para 20% que estava previsto na Circular nº 3.512, editada em 25 de novembro de 2010, para valer a partir de 1º de dezembro de De acordo com nota divulgada pela instituição, naquele momento o porcentual se mostrava suficiente. 4. CONCLUSÃO Sempre em defesa da livre iniciativa, a FecomercioSP é contrária à fixação ou limitação de preços na economia, com exceção dos casos em que fique configurada a concentração de mercado e, portanto, a intervenção do governo através de mecanismos regulatórios mostre-se indispensável para coibir o abuso de poder econômico e garantir, assim, o bem estar da população. Por outro lado, é inegável que as taxas de juros cobradas no Brasil são exageradamente altas. Em um momento de crise, com inflação elevada, aumento do desemprego e juros cada vez mais altos engordando os lucros dos bancos, é até natural que surjam manifestações e propostas de limitação de taxas e aumento de impostos sobre instituições financeiras. Atenta e contrária ao excesso de intervenção do Estado na economia, a FecomercioSP acredita na capacidade dos agentes econômicos de tomarem as decisões e fazerem as escolhas que julguem mais apropriadas para atingir seus objetivos, desde que tenham informação suficiente para isso. Assim, ao invés de fixação ou limitação de taxas, parece ser mais sensato a exigência de melhor comunicação a respeito das taxas cobradas e dos riscos para a saúde financeiras das famílias. Até porque o crédito rotativo é uma modalidade emergencial. Ainda, o estabelecimento de qualquer taxa parece completamente arbitrário, não

6 respeitando as leis oferta e demanda e podendo gerar distorções a experiência brasileira recente mostrou que as taxas de juros não podem ser derrubadas apenas pela força da vontade, visto os efeitos deletérios da redução forçada da Selic na inflação. Caso o objetivo seja evitar o excesso de endividamento no cartão de crédito, o mais razoável parece ser elevar o pagamento mínimo da fatura, hoje em apenas 15% (ante uma taxa média mensal que atingiu 13,8% em junho segundo dados do Banco Central, criando dívidas praticamente perpétuas para quem se limita a pagar o mínimo da fatura). Por sinal, em novembro de 2011, o Banco Central desistiu de aumentar o porcentual para o pagamento mínimo mensal da fatura do cartão de crédito de 15% para 20% que estava previsto na Circular nº 3.512, editada em 25 de novembro de 2010, para valer a partir de 1º de dezembro de De acordo com nota divulgada pela instituição, naquele momento o porcentual se mostrava suficiente.

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