Resíduos Sólidos Urbanos e Saneamento Ambiental

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1 Resíduos Sólidos Urbanos e Saneamento Ambiental 21 e 22 de maio, Hotel Mercure Paulista, São Paulo - SP Apresentação: Na sua caminhada para o desenvolvimento, o Brasil tem ainda um déficit muito grande com relação ao Saneamento e aos Resíduos Sólidos. Para diminuir esse déficit, o país vem empenhando esforços, que vão desde os recentes marcos regulatórios (Leis , e respectivas regulamentações) até os consideráveis investimentos nos níveis federais, estaduais e municipais. Tal objetivo só pode ser alcançado, com a participação decisiva dos municípios que são, em última instância, os titulares dos serviços. Nesse sentido, estes têm buscado novas formas de gestão e novas tecnologias para viabilizar um salto de qualidade dos serviços tanto de saneamento básico quanto de resíduos sólidos. Para apresentar as melhores práticas de água e esgoto e resíduos sólidos urbanos, a Página Sustentável está realizando nos dias 21 e 22 de maio no hotel Mercure São Paulo, a Conferência de Resíduos Sólidos Urbanos e Saneamento Ambiental. Equipe de Eventos Nesta Conferência você vai: Conhecer novas formas de gestão e novas tecnologias para viabilizar um salto de qualidade dos serviços tanto de saneamento básico quanto de resíduos sólidos Analisar as possíveis formas de financiamento do setor de saneamento e resíduos sólidos no Brasil Saber quais são os aspectos fundamentais no processo de licenciamento ambiental para disposição de RSU e ETEs Conhecer oportunidades para uma gestão de Resíduos Sustentáveis Analisar casos de Waste-to-Energy e plantas de Recuperação Energética de Resíduos Comparar as vantagens das diferentes tecnologias para aproveitamento de resíduos: Waste-to-Energy, gaseificação e biogás Conferir as oportunidades de Crédito de Carbono para o setor de saneamento e resíduos sólidos

2 PROGRAMA - 1º DIA DE CONFERÊNCIA - 21 DE MAIO 08h30 recepção dos participantes e credenciamento 09h00 O marco regulatório de saneamento e os avanços alcançados A situação do saneamento no Brasil e o novo Plano Nacional de Saneamento Básico Aspectos essenciais da lei para concessão e regulação dos setores de saneamento e resultados alcançados O impacto do Plano Nacional de Saneamento nos municípios Johnny Ferreira dos Santos Diretor de Água e Esgoto Ministério das Cidades 09h30 Vantagens e desvantagens de modelagens diferentes de prestação dos serviços de água e esgoto As modelagens atuais para prestação do serviço Parceria Público-Privada em Saneamento Básico Requisitos a serem atendidos legalmente Roberto Muniz Presidente Executivo ABCON - Associação Brasileira das Concessionária 10h00 coffee break e networking 10h30 Saneamento e Resíduos Sólidos Contextualização do setor Marco regulatório e programas governamentais Atuação do BNDES Estruturas de Financiamento: instrumentos e condições de apoio Desafios e Gargalos Perspectivas e estratégia de atuação

3 Nathalia Farias Saad Rodrigues Engenheira do Departamento de Saneamento Ambiental/ Área de Infraestrutura Social BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social 11h00 O papel da infraestrutura de saneamento ambiental na formação de uma sociedade desenvolvida e economia competitiva Os custos implícitos e explícitos de lacunas de saneamento na sociedade O impacto destes custos na competitividade nacional O retorno social e econômico de investimentos em saneamento Eng. Jean Cesare Negri Assessor da diretoria de Tecnologia e Empreendimentos e Meio Ambiente SABESP - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo 11h30 Formas de financiamento do setor de saneamento e resíduos sólidos no Brasil Programas governamentais de modernização do saneamento brasileiro Fontes de financiamento de Longo Prazo Project Finance e seus requisitos Carlos André Lins Rodriguez Gerente de Clientes e Negócios Caixa Economica Federal 12h00 almoço e networking 14h00 O estágio atual dos planos de saneamento e de resíduos sólidos no Brasil A lei e a lei e a exigência de realização de planos de saneamento e resíduos sólidos urbanos Gargalos dos municípios para a elaboração dos planos de saneamento e resíduos sólidos Propostas para fomento dos planos Marcelo Morgado Assessor Parlamentar do vereador Gilberto Natalini Câmara Municipal de São Paulo 14h45 Licenciamento ambiental para disposição de RSU e ETEs Aspectos essenciais dos sistemas de licenciamento para obras de saneamento

4 Requisitos próprios para aterros sanitários e outras formas de destinação final Características específicas do licenciamento de UREs (Recuperação Energética) Simone Paschoal Nogueira Sócia Siqueira Castro Advogados 15h30 coffee break e networking 16h00 Aproveitamento energético do biogás no Brasil e no mundo Formas de utilização de biogás e níveis de desenvolvimento tecnológico Diferenças do biogás para tratamento de esgotos e de aterro Tecnologias para otimização da geração de biogás Victor Bustani Valente Gerente de Projetos GIZ 16h45 Oportunidades de Crédito de Carbono para o setor de saneamento e resíduos sólidos MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) como ingresso adicional para alavancar a viabilidade dos projetos de aproveitamento de biogás: quando se justifica? Situação atual e perspectivas de preços dos CERs (Redução Certificada de Emissão): como a desaceleração econômica global e a incerteza sobre os projetos de MDL após 2012 impactam no desenvolvimento da indústria de biogás no Brasil? Exemplos práticos em aterros sanitários e tratamento de efluentes Francisco Santo Director Carbon Markets João Sprovieri Engenheiro Ambiental Econergy Brasil 17h30 Encerramento do 1º dia da Conferência

5 PROGRAMA - 2º DIA DE CONFERÊNCIA - 22 DE MAIO 09h00 A Regulação do Setor de Resíduos Sólidos Regulação do saneamento básico e a PNRS Desafios da regulação do setor de resíduos sólidos Diferenças da regulação para resíduos sólidos e outras áreas de saneamento básico Maria Raquel Angelini Especialista em Saneamento ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo 09h45 Agenda regulatória dos Resíduos Sólidos A evolução das políticas públicas para resíduos sólidos A lei e sua regulamentação O Plano Nacional de Resíduos Sólidos Diógenes Del Bel Diretor Presidente ABETRE - Associação Brasileira de Empresas de tratamento e Resíduos 10h30 coffee break e networking 11h00 Inserção da geração de energia elétrica a partir do biogás oriundo de resíduos e efluentes líquidos na matriz energética brasileira Termelétricas a biogás no sistema integrado nacional Arranjos técnicos e comerciais para aumento da participação do biogás no SIN P&D Estratégico nº 014/2011 Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos Economicos e Energeticos EPE - Empresa de Pesquisa Energética 11h45 Oportunidades para uma gestão de Resíduos Sustentável Panorama de RSU no Brasil e no mundo Oportunidades criadas para a reversão do quadro de insustentabilidade Avanços e desafios para o setor

6 Adriana Z. G. Ferreira Coordenadora do Departamento Técnico ABRELPE - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais 12h30 almoço e networking 14h00 A regulação do saneamento e dos resíduos sólidos no Brasil Os marcos regulatórios de saneamento e RSU e o papel das agências reguladoras Diferenças e similaridades nas estruturas de regulação dos dois aspectos do saneamento ambiental Integrando a regulação de RSU e saneamento Pedro Alexandre Moitrel Pequeno Regulador Engenheiro AGENERSA - Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro 14h45 Gestão regionalizada dos serviços de manejo de resíduos sólidos As realidades e desafios para a gestão de RSU em municípios - A experiência das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Os planos intermunicipais e a busca pela sustentabilidade As novidades legislativas e a formação de consórcios para a gestão de RSU Captação de recursos para ações previstas nos planos Alexandre VilellaG erente Técnico Consórcio PCJ 15h30 coffee break e almoço 16h00 A sustentabilidade econômica dos serviços de Limpeza Urbana e a PNRS as responsabilidades do gerador em face dos recursos necessários ao atendimento à PNRS o papel dos Estados e da União com relação ao aporte de recursos necessários uma nova postura dos municípios a partir da PNRS Ariovaldo Caodaglio Presidente SELUR - Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana

7 16h45 Valorização Energética e Valorização de Matéria de resíduos sólidos Incineração, plasma, gaseificação e biogás como tecnologias de valorização energética Vantagens de cada tecnologia, características e viabilidade no mercado brasileiro Tecnologias de valorização de matéria: Produção Combustível Derivado de Resíduos (CDR), Recuperação de metais em lodos, valorização do plástico e manufatura reversa Débora Mary Benetti Consultora Técnica Essencis 17h30 Encerramento da Conferência e entrega dos certificados Público-Alvo: Diretores, gerentes, técnicos, analistas e consultores da área de meio ambiente e sustentabilidade, planejamento, comercial, marketing, industrial, novos negócios, energia, infraestrutura, das empresas do setor de eletroeletrônicos, limpeza pública, saneamento, gestores de aterros, especialistas em gerenciamento de resíduos sólidos, gestores de serviços urbanos das prefeituras, empresas de reciclagem eletrônica, empresas de embalagem, empresas geradoras de energia, empresas de tratamento de resíduos e limpeza pública, empresas dos setores sucroenergético, alumínio, papel e celulose, alimentos e bebidas, plástico e borracha, automotivo, aço, mineração, florestal, construtoras e engenharias, empresas de energia, companhias de saneamento estaduais e privadas, prestadores de serviços municipais, agências reguladoras estaduais e municipais, assessoria jurídica, instituições financeiras, pesquisadores, secretários de serviços públicos, saneamento básico, recursos hídricos, meio ambiente, infraestrutura das secretarias estaduais e municipais Agenda: Resíduos Sólidos Urbanos e Saneamento Ambiental Data: 21 e 22 de maio Local: Hotel Mercure Paulista Endereço: R. São Carlos do Pinhal, 87, São Paulo - SP Hospedagens: [11]

8 Investimento: Prefeituas e órgãos públicos: R$ 1.397,50 Empresas: R$ 2.795,00 Associados das instituições apoiadoras* têm 15% de desconto Promoção especial para GRUPOS: a cada 03 (três) inscrições da mesma empresa, a 4ª é cortesia! Inclui nos dois dias da Conferência: almoço, coffee break, material de apoio, estacionamento, internet e certificado Instituições apoiadoras: ABCON, ABES, ABETRE, ABIMAQ, ABRELPE, ABRH, AESABESP, AESBE e SELUR Informações e inscrições: Tels: [11] / [11] / [11] Vagas limitadas. Faça já a sua inscrição e garanta a sua participação nesta conferência!

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