Apresentação. Computação In-Memory Evolução, oportunidades e riscos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação. Computação In-Memory Evolução, oportunidades e riscos"

Transcrição

1 Apresentação William Emmanuel Yu, Ph.D., CISM, CRISC, CISSP, CSSLP, é vice-presidente de tecnologia na Novare Technologies. Yu está trabalhando em serviços de telecomunicações de última geração, integração de sistemas com valor agregado e projetos de consultoria com foco em convergência fixo-móvel e aplicações de mobilidade empresarial com operadores de rede móvel e fornecedores de tecnologia. Ele está ativamente envolvido na engenharia da internet, plataformas móveis e pesquisas de segurança da informação. Yu também é membro do corpo docente da Universidade Ateneo de Manila, Filipinas, e do Instituto asiático de gerenciamento, Manila, Filipinas. Computação In-Memory Evolução, oportunidades e riscos O surgimento de plataformas de computação em nuvem com bases de usuários maciças e grandes exigências de transação e taxa de transferência obrigou as empresas a encontrar formas de escalar os serviços de forma rápida e com baixo custo. Isso pressiona os arquitetos de sistema a criar sistemas maiores e melhores de forma rentável. Na era do big data, as empresas estão observando cada vez mais os caches enormes de dados subprocessados ou descartados como recursos a ser explorados. O processamento de grandes volumes de dados requer uma plataforma rápida e escalável. Antes, as implementações desses tipos de plataformas estavam limitadas a algumas grandes empresas, que podiam pagar por essas soluções de mineração de dados de alto custo. Atualmente, as empresas têm mais opções. Este artigo fornece uma visão geral de uma das opções disponíveis - o In-Memory Database (IMDB) 1 - a evolução e os riscos envolvidos na adoção. A tecnologia IMDB tem sido apontada como a solução para problemas de desempenho de banco de dados - o fator principal é a capacidade para carregar e executar todos os dados na memória. Isso remove uma quantidade considerável de entrada/saída (E/S) relacionada a problemas de desempenho com sistemas de banco de dados. No entanto, as tecnologias IMDB apresentam um risco fundamental, que deve ser considerado na implementação: durabilidade dos dados, controles de segurança mais flexíveis (em comparação com o banco de dados homólogo completo) e as preocupações de migração. É fundamental que o risco seja considerado quando se está explorando a utilização da tecnologia IMDB. FORMAS DE SE ESCALAR Há duas maneiras de escalar aplicações: horizontal e verticalmente. Escalar horizontalmente permite que a empresa crie aplicações que podem ser utilizados simplesmente adicionando nós de computação quando precisam de maior capacidade. Em geral, os aplicações que exigem uma grande quantidade de dados de trabalho atômico ou a realização de uma grande quantidade de operações exclusivas/excessivas são adequados para a paralelização horizontal. Há pouco tempo, isso foi chamado de paralelo ou supercomputação. 2 Aplicações grandes da web em que cada transação é atômica e não depende de outras transações concorrentes, é um exemplo de escala horizontal. Portanto, cada transação pode ser encaminhada para os nós de computação separados para processamento. A escala horizontal permite que o Facebook, Linkedin e Twitter lidem com milhões de usuários. Entretanto, nem todos os aplicações são facilmente transportáveis para plataformas de escala horizontal. Um dos principais desafios da escala horizontal é que os aplicações geralmente não são criados com a escalabilidade horizontal/simultaneidade em mente. Mesmo os aplicações típicos de desktop não são criados para utilizar a unidade central de processamento (CPU), que são núcleos disponíveis em plataformas de computação modernas. Nestes casos e em outros semelhantes, as empresas podem optar por utilizar a escala vertical. Escalar verticalmente envolve o aumento da capacidade interna de um sistema para que ele possa lidar com mais transações. Esse normalmente é o modo mais rápido para aumentar a capacidade sem alterar de forma considerável o ambiente de operação ou a arquitetura do sistema. O aumento da memória ou o armazenamento em disco de um sistema de computação para processar mais transações é um exemplo de escala vertical. A escala vertical não se limita à adição de hardware, mas também pode ser utilizada para melhorar o aplicação, para tirar o máximo proveito dos recursos existentes. No entanto, a escalabilidade vertical é geralmente mais cara. ESTÁ TUDO NA MEMÓRIA RAM Há também outras formas de aumentar a escalabilidade de sistemas verticalmente. Uma delas é a utilização da tecnologia de computação In-Memory. A habilidade de 1

2 escalar sistemas envolve a identificação de gargalos ao realizar transações. Ao determinar as principais áreas de desaceleração, os arquitetos de sistemas podem trabalhar na otimização dessas áreas, sem a necessidade de comprar mais hardware. Diferentes aplicações terão diferentes níveis de um determinado recurso e terão diferentes gargalos. 3 Para aplicações baseados em dados, o gargalo mais provável é o armazenamento em disco ou E/S. Um gargalo existe quando o aplicação exige muita interação de dados e, posteriormente, o acesso ao disco. Uma grande quantidade de aplicações de banco de dados complexos é associada à E/S. Por outro lado, o acesso à memória é normalmente medido em nanossegundos, enquanto o acesso de armazenamento em disco é medido em milissegundos. 4 Isso mostra que o acesso à memória é muito mais rápido do que o acesso de armazenamento em disco. Portanto, uma possível solução para aplicações associados à E/S é o uso de computação In-Memory. Todos os dados são carregados na memória, e todas as transações são executadas na memória. A manifestação mais tangível da computação In-Memory é o IMDB. Os IMDBs proporcionam ganhos significativos de desempenho, armazenando todos os dados na memória principal, em vez de utilizar discos. Isso oferece o benefício da capacidade de executar operações de E/S inteiramente na memória. Uma pessoa que memoriza o dicionário pode responder mais rapidamente a uma consulta de definição de palavra do que uma pessoa que não memorizou o dicionário inteiro, e tem que procurar a palavra em um livro impresso. QUEM PODE SE BENEFICIAR COM A COMPUTAÇÃO IN-MEMORY? O primeiro passo para determinar a necessidade da computação In-Memory é definir se o aplicação requer uma grande quantidade de acesso e manipulação de dados. Normalmente, os aplicações de banco de dados podem se beneficiar da tecnologia IMDB. Em geral, qualquer tipo de transação de banco de dados será mais lenta em um banco de dados baseado em disco em comparação a um IMDB. As empresas são atraídas para os IMDBs porque estes permitem fácil portabilidade de aplicações de sistemas de banco de dados baseados em disco. Nem todas as especificações e os aspectos relacionados a eles serão considerados no início e utilizados para a necessidade de planejamento prévio e implementação da tecnologia de IMDB. Às vezes, os gargalos podem ser determinados durante o curso do desenvolvimento, testes de aceitação do usuário ou mesmo durante a produção atual. Duas formas comuns para determinar gargalos de E/S são: 1. Problemas de E/S que se manifestam como uma alta utilização da CPU - Por exemplo, se o disco de E/S está ocupado em um sistema, o processo de espera de E/S pode tomar um tempo considerável da CPU. Em alguns casos, o processo do banco de dados mostra uma alta utilização da CPU. Portanto, algumas pessoas pensam que é a CPU (poder de processamento) que precisa de atualização. Na realidade, é o subsistema de armazenamento que é o gargalo e precisa ser resolvido. 2. Sistemas operacionais com ferramentas de monitoramento de E/S - Linux e sistemas derivados do UNIX vêm com a ferramenta iostat 5 altamente funcional. Os sistemas baseados no Windows MS vêm com o perfmon. 6 Os administradores devem procurar parâmetros como o comprimento médio da fila, o tempo médio de transferência e o tempo de disco percentual. Se esses valores forem elevados, há a possibilidade de contenção de E/S. A melhor maneira de determinar se um aplicação pode se beneficiar com a tecnologia IMDB é experimentar as soluções. Há uma série de soluções comerciais (Oracle TimesTen, 7 SAP HANA, 8 IBM soliddb, 9 VMWare Gemfire 10 ) e de plataforma aberta (MySQL cluster, 11 sqlite, 12 VoltDB, 13 Druid 14 ) disponíveis no mercado. A RAM É VOLÁTIL? MEUS DADOS ESTÃO SEGUROS? Há muitos fatores que devem ser considerados com qualquer nova tecnologia introduzida no mercado, e o primeiro deles é a durabilidade. É a primeira coisa que geralmente vem à mente ao usar uma tecnologia de computação In-Memory. A memória principal é volátil; portanto, quando a energia é cortada, os sistemas perderão os dados na memória. Essa perda de dados é especialmente prejudicial para aplicações orientados a dados. No entanto, a maioria das soluções In- Memory tem um mecanismo para assegurar que os dados sejam preservados. O mecanismo mais comum é gravar novamente no armazenamento persistente. Entretanto, isso exige a dependência de discos (lentos). No entanto, a maioria das soluções do mercado usa algo chamado gravação no cache e na memória principal preguiçosa ou imprecisa. Isso significa que a execução da transação é feita inteiramente nos dados armazenados na memória. As transações são armazenadas na forma de um buffer de log, que também está na memória. O sistema irá gravar os dados em disco para persistência. No caso de falta de energia, há uma chance de perda de dados se o buffer de log não conseguiu completar a gravação em disco. No entanto, a maior parte do banco de dados estará intacta. Algumas soluções IMDB (ex: Oracle TimesTen) permitem variar a preguiça da gravação no cache e na memória principal, dependendo da importância das transações. Gravações com baixo valor (ou seja, registros de transação) atrasam as gravações para o disco por um longo período e reduzem a carga de E/S em relação a gravações de alto valor (ou seja, Airtime top-up), que grava de forma síncrona no disco para 2

3 persistência todo o tempo. Isso permite aos usuários variar a preguiça para se adaptar às exigências do aplicação. Essa limitação é a razão pela qual as implementações de IMDB de alta disponibilidade geralmente pedem o uso de replicação. A taxa de transferência da rede ainda é geralmente mais rápida do que a do disco. Ela permite que várias instâncias de IMDB sincronizem os dados contidos no sistema. A configuração mais comum é ter um único banco de dados ativo, replicado com um banco de dados em modo de espera ou somente de leitura. A probabilidade de todos esses sistemas pararem de funcionar ao mesmo tempo é muito menor do que a probabilidade de uma única falha. Por outro lado, algumas soluções de In-Memory Database utilizam uma tecnologia para a replicação não compartilhada. Isso significa que as informações desses bancos de dados são distribuídas por meio de um conjunto de nós de computação, para balanceamento de carga e alta disponibilidade. A tecnologia de não compartilhamento tem o benefício adicional de escalar a carga para vários nós de computação, e é um exemplo da escalabilidade horizontal no trabalho. Portanto, a tecnologia de computação In-Memory não compartilhada pode escalar horizontal e verticalmente. MIGRAÇÃO DE APLICAÇÕES DO BANCO DE DADOS PARA O IMDB Em geral, a maioria dos aplicações de banco de dados pode se beneficiar da tecnologia IMDB, em grande parte porque muitos aplicações usam somente um subconjunto simples da Linguagem de consulta estruturada (SQL). No entanto, as soluções IMDB geralmente não têm o conjunto completo de funcionalidades disponíveis para sistemas de gerenciamento de banco de dados relacionais com base em disco (RDBMS). Por exemplo, alguns IMDBs não suportam acionadores de banco de dados e não teriam o mesmo nível de granularidade para restrições de campo. As limitações a restrições de campo (ou seja, os caracteres unicode, formatos numéricos) são muito importantes, pois os aplicações podem ser gravados para depender da aplicação de restrições de campo para banco de dados. Se a migração para o IMDB suaviza as restrições esperadas anteriormente, isso levanta uma série de questões relacionadas à validação do campo, como ataques do tipo injeção. Algumas plataformas IMDB não oferecem o mesmo nível de gerenciamento de usuário e direitos, que é comum em bancos de dados relacionais baseados em disco. Em alguns casos, o acesso a uma instância de banco de dados permite o acesso a todos os dados contidos nessa instância. Nesses casos, os administradores são obrigados a criar instâncias separadas do banco de dados para aplicações distintos. Isso exige um paradigma de gerenciamento de usuário diferente. Os usuários também devem considerar os recursos exigidos para suportar os IMDBs. O recurso principal exigido Está gostando deste artigo? Obtenha mais informações e dê sua opinião sobre a gestão de riscos e big data no Centro de conhecimento. é a memória. Em especial, bancos de dados muito grandes podem não se encaixar em quantidades comercialmente disponíveis de RAM. Atualmente o espaço em disco é geralmente medido em terabytes. A memória, por outro lado, é medida em dezenas de gigabytes. Algumas soluções IMDB (ex: soliddb) fazem a medição entre a memória e o disco; isso limita a quantidade de memória principal e o desempenho, que será afetado se o disco for atingido. Portanto, os sistemas de memória não compartilhada (ex: VoltDB/HANA) superam os que são compartilhados. Por fim, é importante lembrar que um aplicação terá vários componentes e subsistemas diferentes. Otimizar somente o banco de dados produzirá ganhos de desempenho, mas esse pode não ser o único gargalo presente no sistema. É importante levar em consideração outros argumentos. Exemplos de gargalos relacionados ao banco de dados fora do IMDB incluem a conexão de agrupamentos e conversões de interface. Em alguns casos, o número de conexões de banco de dados ao agrupamento é limitado, causando um gargalo de transação. Outro problema comum é quando uma conexão entre uma interface e o banco de dados, como um bloqueio de transação síncrona ou processamento de transformação de dados pesados (ou seja, computações e conversões), cria um cenário onde as limitações de interface suprimem as transações e limitam o potencial de desempenho. Por fim, algumas transações não chegam a tempo ao banco de dados devido a problemas na fila de aplicações (ou seja, algumas transações volumosas não processadas em tempo real podem privar as transações em tempo real). Estes são exemplos de problemas de desempenho que envolvem mover os dados no banco de dados em oposição ao próprio desempenho do banco de dados. É importante não otimizar demais uma única área. ESCOLHA DE UMA SOLUÇÃO IMDB A seguir estão os fatores principais que devem ser considerados ao escolher uma solução IMDB: Conformidade com ACID/durabilidade de dados - Atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade (ACID) são propriedades de conformidade que pressupõem que as transações de banco de dados são executadas de forma confiável. Em especial, a durabilidade costuma variar em implementações de IMDB. A maioria das soluções de IMDB (ex: SAP HANA, Oracle TimesTen, VMware 3

4 Gemfire, MySQL Cluster, VoltDB, Sqlite) está em conformidade com a ACID. No entanto, elas geralmente variam quando se trata de durabilidade no disco. A preguiça da gravação no cache e na memória principal determinará isto. Algumas soluções (ex: Oracle TimesTen) permitem que os desenvolvedores ajustem a preguiça da gravação no cache e na memória principal, enquanto outros (ex: Sqlite) não suportam a gravação em disco. Volume de dados e requisitos de escala - Quão escalável o aplicação deve ser? Uma série de soluções IMDB suportam arquiteturas não compartilhadas, que permitem que os desenvolvedores criem facilmente aplicações que se escalam horizontalmente com a adição de nós de computação/ armazenamento. Arquiteturas não compartilhadas (ou seja, VMware Gemfire, SAP HANA, VoltDB) permitem o escalamento arbitrário simplesmente com a adição de nós. O recurso mais importante é a capacidade de recuperação por não ter um único ponto de falha (ou seja, configuração espelhada N+1). Algumas arquiteturas (ex., Oracle TimesTen) suportam apenas escalabilidade agregada, quando a mesmo também é feita pela adição de nós com um subconjunto de dados em si bem particionado. No entanto, as arquiteturas que suportam o não compartilhamento podem ser projetadas para suportar requisitos de armazenamento de dados gerais horizontalmente escaláveis - arquiteturas que não exigem que os desenvolvedores projetem aplicações para o escalamento agregado. Compatibilidade com SQL/dialeto SQL - Nem todos os IMDBs são iguais em se tratando de suporte de SQL. Alguns oferecem um conjunto básico de SQL primitivos (ou seja, criar, selecionar, inserir, excluir, atualizar), enquanto outros oferecem um conjunto mais amplo (ex: restrições de chave externa, procedimentos armazenados). Pacotes mais simples como o Sqlite costumam ter um suporte de SQL mais elementar, mas são mais fáceis de se implementar. Pacotes com suporte para SQL mais complexo permitem uma migração mais fácil para aplicações que já utilizam essas primitivas. Esta é a principal razão pela qual a tecnologia IMDB é atraente. A facilidade da portabilidade depende do tamanho do conjunto de SQL primitivos exigido pelo aplicação. Este é o principal motivo pelo qual as empresas com aplicações baseados em RDBMS preferem o IMDB ao NoSQL. 15 Compressão - A utilização da memória principal para processar transações coloca uma restrição no tamanho absoluto dos dados que podem ser processados em um determinado período ou nó. Isso pode ser contornado com a utilização da compressão às custas do tempo de processamento da CPU. Alguns bancos de dados (ex: Oracle TimesTen) suportam isto. No entanto, o motivo para usar os IMDBs é remover um gargalo de desempenho (E/S). Seria contraprodutivo substituí-lo por outra CPU. No entanto, é necessário um planejamento cuidadoso. Custo - Há uma série de soluções IMDB com plataforma aberta e comerciais. A escolha dependerá principalmente dos requisitos relacionados anteriormente. Se os candidatos restantes oferecerem uma opção de plataforma aberta e comercial, fatores como requisitos de suporte e manutenção devem ser considerados. As opções recomendadas são as comerciais e de plataforma aberta com soluções comerciais pagas. Soluções de plataforma aberta são viáveis quando o suporte comercial não é necessário e o pacote tem uma comunidade de desenvolvedores robusta. Conclusão A tecnologia IMDB não é nova. Ela vem sendo usada em casos de uso especializados de taxa de transferência (ex: telecomunicações) ou requisitos de armazenamento em cache (ex: proxies de rede e de autenticação) há algum tempo. Atualmente, a tendência do big data está obrigando as empresas a minerar seu grande tesouro interno de dados. A percepção adicional oferecida pela mineração dessas informações pode ser inestimável para criar uma melhor experiência do usuário. Os casos de uso, que exigem tempos de resposta de processamento rápido, podem ser beneficiados pela tecnologia de memória. Felizmente, o setor também adotou ofertas que facilitam a consideração da tecnologia de memória, como a introdução de interfaces SQL, replicação de nada compartilhado e gravação no cache e na memória principal para obter durabilidade. Em termos de custo, a tecnologia IMDB exige uma quantidade considerável de memória, visto que todos os dados devem caber nela. As velocidades de memória são de a um milhão de vezes mais rápidas do que os discos rígidos mecânicos em termos de tempos de acesso. O custo da memória é cerca de 100 vezes maior do que os discos rígidos mecânicos. A certeza (1.000 a vezes) é um ganho de desempenho considerável ao mudar para soluções Arquitetura alternativa de In-Memory Database Uma alternativa para utilizar um sistema de computação In-Memory exclusivo, como o IMDB, seria usar um RDBMS comum em uma plataforma de computação que faz uso exclusivo de dispositivos de armazenamento baseado In- Memory, como os drives de estado sólido (SSD). Certamente, a arquitetura de computação moderna ainda trata os discos SSD como dispositivos de E/S, mesmo se tiverem memória interna. Assim, a implementação somente de RAM ainda traz algum benefício. No entanto, conforme a tecnologia é aprimorada, pode haver soluções em que os tempos de acesso de armazenamento flash se tornam comparáveis aos tempos de acesso à RAM. 4

5 baseadas In-Memory. O possível desafio é obter módulos de memória suficientes em uma máquina, visto que a maioria dos hardwares de computação aceita apenas uma quantidade limitada de RAM (ex: dmidecode -t 16). 16 Outra opção é utilizar a tecnologia de disco de estado sólido (SSD) com a tecnologia comum de RDBMs (consulte a barra lateral Arquitetura alternativa de In-Memory Database). Os IMDBs fornecem um caminho fácil para colher os benefícios da computação In-Memory. A utilização de uma interface SQL tem proporcionado uma opção rápida para a maioria das empresas migrar suas aplicações existentes. A gravação no cache e na memória principal e a replicação podem abordar preocupações com relação ao balanceamento de carga e alta disponibilidade. O pensamento óbvio de que a memória é mais rápida que o disco permite a justificativa dessa iniciativa. No entanto, deve-se tomar cuidado para garantir que os aplicações realmente tenham benefício com o uso da tecnologia In-Memory. Os desenvolvedores de sistemas devem se fazer algumas perguntas básicas para determinar se a solução é adequada (Consulte a barra lateral Perguntas que devem ser feitas ao considerar um IMDB). Assim que a decisão para usar a computação In-Memory for tomada, um trabalho adicional deve ser realizado para garantir que as considerações foram ponderadas. Em especial, as áreas de recursos exigidos, funcionalidades e requisitos de segurança (confidencialidade, integridade e disponibilidade) devem ser analisadas. Mais importante, as empresas devem fazer um esforço para experimentar a tecnologia em primeiro lugar. Perguntas que devem ser feitas ao considerar um IMDB O aplicação terá benefício com a tecnologia da computação In-Memory? É essencialmente E/S? Os dados podem se adaptar a quantidades de RAM comercialmente disponíveis? O aplicação exige uma interface SQL? O IMDB a oferece? A escolha de IMDB suporta o subconjunto de SQL que o aplicação exige? Há suposições de segurança que mudam por causa dos limites de funcionalidade? A persistência e durabilidade são necessárias? O IMDB suporta a persistência baseada em disco? Existe a chance de perder dados quando os mesmos são dependentes apenas da persistência baseada em disco? Isso está certo? O balanceamento de carga é necessário? O IMDB suporta a replicação não compartilhada? Ele pode suportar isto para balanceamento de carga e alta disponibilidade? Na medida em que mais pessoas interagem na web, os fornecedores de serviços e aplicações têm mais dados e ferramentas em suas mãos - uma delas é a tecnologia IMDB - para conhecer melhor os clientes. A proliferação de várias soluções - comerciais e gratuitas - coloca os aplicações de dados tradicionais de alto desempenho ao alcance de todos. NOTAS FINAIS 1 PC Magazine, Definition of In-Memory Database, 2013, 2 Kumar, V.; A. Grama; A. Gupta; G. Karypis; Introduction to Parallel Computing, vol. 110, Benjamin/Cummings, Hess, K.; Uncover Your 10 Most Painful Performance Bottlenecks, article.php/ / 4 Jacobs, A.; The Pathologies of Big Data, Communications of the ACM, 52(8), 36-44, Godard, Sebastien; iostat, Man Page, 6 Microsoft Corporation, Perfmon, com/en-us/library/bb aspx 7 Oracle Corp., Oracle TimesTen In-Memory Database, overview/index.html 8 SAP, What Is SAP HANA?, DOC IBM Corp., IBM soliddb-fastest Data Delivery, www-01.ibm.com/software/data/soliddb/ 10 VMware, VMware vfabric Gemfire, https://www.vmware.com/products/application-platform/ vfabric-gemfire/overview.html 11 Oracle Corp., MySQL Cluster FAQ, products/cluster/faq.html 12 SQLite, SQLite In-Memory Database, inmemorydb.html 13 VoltDB, 14 Sethi, Jaypal; Druid: 15 Minutes to Live Druid, Metamarkets, technology/druid/ 15 Janssen, Cory; Definition What Does NoSql Mean?, Technopedia, nosql-database 16 Nixcraft, Maximum Memory and CPU Limitations for Linux, 5

Relatório de Pesquisa

Relatório de Pesquisa Relatório de Pesquisa A Vantagem da Virtualização de Mainframe: Como Economizar Milhões de Dólares Utilizando um IBM System z como um Servidor em Nuvem Linux Sumário Executivo Os executivos de TI (Tecnologia

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução A gerência

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Computação em Nuvem Introdução Centralização do processamento Surgimento da Teleinformática Década de 60 Execução de programas localmente Computadores

Leia mais

IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações

IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações IBM Systems and Technology Group Abril de 2013 White Paper de Liderança em Ideias Inovadoras IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações 2 IBM FlashSystem Atendendo ao

Leia mais

Metas de um Sistema Distribuído

Metas de um Sistema Distribuído Metas de um Sistema Distribuído Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Aviso de Isenção de Responsabilidade e Direitos Autorais As informações contidas neste documento representam a visão atual da Microsoft

Leia mais

Xen Cloud Platform Xen descomplicado

Xen Cloud Platform Xen descomplicado Xen Cloud Platform Xen descomplicado CAPA A Xen Cloud Platform facilita muito a criação e o gerenciamento de máquinas virtuais sobre o hypervisor Xen. por Boris Quiroz e Stephen Spector A revolução da

Leia mais

GUIA DE VENDAS: Pontos para iniciar a conversa. Respostas comuns e contra-argumentos. Visão geral dos produtos SSHD

GUIA DE VENDAS: Pontos para iniciar a conversa. Respostas comuns e contra-argumentos. Visão geral dos produtos SSHD GUIA DE VENDAS: discos híbridos de estado sólido (sshd) da seagate Este guia de vendas interativo expõe os desafios computacionais dos seus clientes e traz ideias de como você pode estabelecer um diálogo

Leia mais

Pollyanna Gonçalves. Seminário da disciplina Banco de Dados II

Pollyanna Gonçalves. Seminário da disciplina Banco de Dados II Pollyanna Gonçalves Seminário da disciplina Banco de Dados II Web 2.0 vem gerando grande volume de dados Conteúdo gerado por redes sociais, sensores inteligentes, tecnologias de colaboração, etc. Novas

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent DataHub v7.0 A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent é reconhecida como uma líder no segmento de soluções de middleware no domínio do tempo real. E, com a introdução

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer lugar e independente da plataforma, bastando para isso

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

CA ARCserve Backup PERGUNTAS MAIS FREQUENTES: ARCSERVE BACKUP R12.5

CA ARCserve Backup PERGUNTAS MAIS FREQUENTES: ARCSERVE BACKUP R12.5 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES: ARCSERVE BACKUP R12.5 CA ARCserve Backup Este documento aborda as perguntas mais freqüentes sobre o CA ARCserve Backup r12.5. Para detalhes adicionais sobre os novos recursos

Leia mais

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO EMC SCALEIO SAN de servidor convergente definida por software PRINCÍPIOS BÁSICOS Apenas software Arquitetura convergida de camada única Capacidade de expansão linear Desempenho e capacidade sob demanda

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais 7 Sistemas Operacionais 7.1 Fundamentos da ciência da computação Cengage Learning Objetivos 7.2 Compreender o papel do sistema operacional. Compreender o processo de inicialização para carregar o sistema

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com Planejamento Estratégico de TI Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com VPN Virtual Private Network Permite acesso aos recursos computacionais da empresa via Internet de forma segura Conexão criptografada

Leia mais

Sede global: 5 Speen Street Framingham, MA 01701 EUA Tel.508.872.8200 Fax.508.935.4015 www.idc.com

Sede global: 5 Speen Street Framingham, MA 01701 EUA Tel.508.872.8200 Fax.508.935.4015 www.idc.com Sede global: 5 Speen Street Framingham, MA 01701 EUA Tel.508.872.8200 Fax.508.935.4015 www.idc.com B O L E T I M I N F O R M A T I V O R e d H a t E n t e r p r i s e L i n u x e m u s o : E m p r e s

Leia mais

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos XDOC Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos ObJetivo Principal O Que você ACHA De ter Disponível Online todos OS Documentos emitidos por SUA empresa em UMA intranet OU Mesmo NA

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Eduardo Ferreira dos Santos SparkGroup Treinamento e Capacitação em Tecnologia eduardo.edusantos@gmail.com eduardosan.com 13 de Junho de 2013

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores

Introdução à Programação de Computadores 1. Objetivos Introdução à Programação de Computadores Nesta seção, vamos discutir os componentes básicos de um computador, tanto em relação a hardware como a software. Também veremos uma pequena introdução

Leia mais

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security Administration Kit Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security O Kaspersky Administration Kit é uma ferramenta de administração centralizada

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Resumo da solução Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Você deseja uma solução de computação unificada para a sua empresa de médio ou pequeno porte ou para o padrão avançado do seu

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES 01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100

Leia mais

Informação é o seu bem mais precioso e você não pode correr riscos de perder dados importantes. Por isso, oferecemos um serviço de qualidade e

Informação é o seu bem mais precioso e você não pode correr riscos de perder dados importantes. Por isso, oferecemos um serviço de qualidade e Informação é o seu bem mais precioso e você não pode correr riscos de perder dados importantes. Por isso, oferecemos um serviço de qualidade e confiança que vai garantir maior eficiência e segurança para

Leia mais

Faculdades Santa Cruz - Inove. Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira.

Faculdades Santa Cruz - Inove. Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira. Período letivo: 4 Semestre. Quinzena: 5ª. Faculdades Santa Cruz - Inove Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira. Unidade Curricular Sistemas Distribuídos Processos

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos

Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 4 1. ARQUITETURA DO COMPUTADOR- HARDWARE Todos os componentes físicos constituídos de circuitos eletrônicos interligados são chamados

Leia mais

Visão Geral de Sistemas Operacionais

Visão Geral de Sistemas Operacionais Visão Geral de Sistemas Operacionais Sumário Um sistema operacional é um intermediário entre usuários e o hardware do computador. Desta forma, o usuário pode executar programas de forma conveniente e eficiente.

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos

Leia mais

Balanceamento de carga: Conceitos básicos

Balanceamento de carga: Conceitos básicos Balanceamento de carga: Conceitos básicos Introdução A tecnologia de balanceamento de carga está viva e está bem; de fato, ela é a base sobre a qual operam os application delivery controller (ADCs). A

Leia mais

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente:

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente: ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Unidade IV DEFINIR A MELHOR SOLUÇÃO DE BANCO DE DADOS PARA AS NECESSIDADES DA EMPRESA.1 O uso das tecnologias.1.1 O software livre 1 A tecnologia de banco de dados, assim

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 5 PROCESSOS 1. INTRODUÇÃO Em sistemas distribuídos é importante examinar os diferentes tipos de processos e como eles desempenham seu papel. O conceito de um processo é originário do campo de sistemas

Leia mais

Utilizando clusters em aplicações de bancos de dados para reduzir os custos de TI Introdução Arquitetura tradicional vs. Arquitetura em grade

Utilizando clusters em aplicações de bancos de dados para reduzir os custos de TI Introdução Arquitetura tradicional vs. Arquitetura em grade Janeiro de 2010 Utilizando clusters em aplicações de bancos de dados para reduzir os custos de TI Reorganizando para obter eficiência, desempenho e alta disponibilidade Introdução O clustering é a nova

Leia mais

SolarWinds Kiwi Syslog Server

SolarWinds Kiwi Syslog Server SolarWinds Kiwi Syslog Server Monitoramento de syslog fácil de usar e econômico O Kiwi Syslog Server oferece aos administradores de TI o software de gerenciamento mais econômico do setor. Fácil de instalar

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

Seminário: Google File System (GFS)

Seminário: Google File System (GFS) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC Disciplina: Sistemas Operacionais I INE5355 Alunos: Armando Fracalossi 06132008 Maurílio Tiago Brüning Schmitt 06132033 Ricardo Vieira Fritsche 06132044 Seminário:

Leia mais

CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2

CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2 CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2 ROMULO RUBENS CUNHA JUNIOR 1 IREMAR NUNES DE LIMA 2 Resumo: Este artigo aborda os tipos de contenções que podem ocorrer no Sistema Gerenciador de Banco de

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Introdução BD desempenha papel crítico em todas as áreas em que computadores são utilizados: Banco: Depositar ou retirar

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Maestro Arthur Kazuo Tojo Costa 317497 Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Introdução Sistema Operacional de Redes Detalhes do hardware Multiplexação

Leia mais

EMC FORUM 2015. Copyright 2015 EMC Corporation. Todos os direitos reservados. 1

EMC FORUM 2015. Copyright 2015 EMC Corporation. Todos os direitos reservados. 1 EMC FORUM 2015 1 EMC FORUM 2015 Identifying the right kind of hybrid cloud for your business Presenter name 2 O SOFTWARE ESTÁ REDEFININDO TODAS AS EMPRESAS OS NEGÓCIOS ESTÃO MUITO MAIS DINÂMICOS EQUIPE

Leia mais

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores Máquinas Virtuais e Emuladores Marcos Aurelio Pchek Laureano Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: hardware sistema operacional aplicações Sistemas

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem

Leia mais

MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA

MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA Através dos elementos que fazem parte do projeto do sistema é que podemos determinar quais as partes do sistema que serão atribuídas às quais tipos

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Processos- Clientes, Servidores, Migração Capítulo 3 Agenda Clientes Interfaces de usuário em rede Sistema X Window Software do lado cliente para

Leia mais

AULA 01-02-03 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS

AULA 01-02-03 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS AULA 01-02-03 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Curso: Sistemas de Informação (Subseqüente) Disciplina: Administração de Banco de Dados Prof. Abrahão Lopes abrahao.lopes@ifrn.edu.br História

Leia mais

Single-Chip Cloud Computer

Single-Chip Cloud Computer IME-USP Departamento de Ciência da Computação Single-Chip Cloud Computer Diogo de Jesus Pina 6798294 (diogojpina@gmail.com) Everton Topan da Silva 6514219 (everton.topan.silva@usp.br) Disciplina: Organização

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL

Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL DESTAQUES Introdução ao RSA Security Analytics, que oferece: Monitoramento da segurança Investigação de incidente Geração de relatórios de conformidade

Leia mais

Copyright 2012 EMC Corporation. Todos os direitos reservados.

Copyright 2012 EMC Corporation. Todos os direitos reservados. 1 A INFRAESTRUTURA DO FUTURO, HOJE Integrando Greenplum DCA e SAS para permitir estudos analíticos em big data Rafael Aielo Technology Consultant 2 O que é Greenplum? Adquirida pela EMC em julho de 2010

Leia mais

Faça mais com menos. Descubra o gerenciamento de dados descomplicado usando o IBM Informix

Faça mais com menos. Descubra o gerenciamento de dados descomplicado usando o IBM Informix Faça mais com menos Descubra o gerenciamento de dados descomplicado usando o IBM Informix Índice 2 Descomplicado Concentre seus recursos no crescimento, e não na administração. 1 Ágil Amplie seus negócios

Leia mais

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados Sistema de Bancos de Dados Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados # Definições # Motivação # Arquitetura Típica # Vantagens # Desvantagens # Evolução # Classes de Usuários 1 Nível 1 Dados

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

SERVIDORES REDES E SR1

SERVIDORES REDES E SR1 SERVIDORES REDES E SR1 Rio de Janeiro - RJ HARDWARE Você pode instalar um sistema operacional para servidores em qualquer computador, ao menos na teoria tudo irá funcionar sem grandes dificuldades. Só

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos FTIN Formação Técnica em Informática Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos Aula 01 SISTEMA OPERACIONAL PROPRIETÁRIO WINDOWS Competências do Módulo Instalação e configuração do

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias: Aula 11 Arquitetura de Computadores - 20/10/2008 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber MEMÓRIA Memória é um termo genérico usado para designar as partes do computador

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

www.leitejunior.com.br 10/04/2012 19:30 Leite Júnior QUESTÕES CESGRANRIO 10/04/2012 AO VIVO

www.leitejunior.com.br 10/04/2012 19:30 Leite Júnior QUESTÕES CESGRANRIO 10/04/2012 AO VIVO QUESTÕES CESGRANRIO 10/04/2012 AO VIVO DE PETRÓLEO E DERIVADOS... QUESTÃO 21 - Um determinado usuário trabalha em uma rede que possui o servidor anpout.gov.br para envio de e-mails e o servidor anpin.gov.br

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

Perguntas frequentes dos vendedores sobre preços e licenciamento do SQL Server 2012

Perguntas frequentes dos vendedores sobre preços e licenciamento do SQL Server 2012 Perguntas frequentes dos vendedores sobre preços e licenciamento do SQL Server 2012 Publicado: 3 de Novembro de 2011 Direitos autorais Este documento foi desenvolvido antes da fabricação do produto, portanto

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Symantec Backup Exec.cloud

Symantec Backup Exec.cloud Proteção automática, contínua e segura que faz o backup dos dados na nuvem ou usando uma abordagem híbrida, combinando backups na nuvem e no local. Data Sheet: Symantec.cloud Somente 2% das PMEs têm confiança

Leia mais

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS Existem hoje diversas tecnologias e produtos para virtualização de computadores e ambientes de execução, o que pode gerar uma certa confusão de conceitos. Apesar disso, cada

Leia mais