Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br"

Transcrição

1 1. Abordagem geral Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br Em primeiro plano, deve-se escolher com qual banco de dados iremos trabalhar. Cada banco possui suas vantagens, desvantagens e características. Por conveniência, aqui trabalharemos com softwares livres, para que o leitor possa a qualquer momento adquirir os bancos gratuitamente na Internet e desenvolver sua aplicação sem custos contratuais relacionados ao SGBD. As bases aqui trabalhadas serão: A versão gratuita do banco de dados mais poderoso do mundo conhecido como Oracle 10g. Pode-se realizar o download no site oficial da Oracle (http://www.oracle.com). A versão livre do banco de dados Interbase denominada Firebird. Poderemos baixar seu instalador em Por fim, mostraremos também um dos mais conhecidos SGBD de código aberto para desenvolvimento WEB, o MySQL. Seu download pode ser realizado em 2. Gerenciando o Banco de Dados Antes da criação das tabelas, devemos nos concentrar na criação do banco de dados. Abaixo iremos abordar a criação de um novo banco de dados em cada uma das ferramentas citadas acima. Gerenciando um banco de dados MySQL Todos os procedimentos realizados no banco de dados MySQL serão inseridos através do MySQL Command Line Client instalado no pacote do MySQL. Logo que o prompt for iniciado, ele irá pedir a senha de acesso (senha definida durante a instalação). Digite a senha corretamente e trabalhe com o SGBD.

2 Todas as tabelas estarão dispostas em um banco de dados. Inicialmente, o MySQL só possui os bancos necessários para sua própria configuração. Deve-se destacar que para a finalização de um comando (ou seqüência de comandos) deve-se, indispensavelmente, usar o ponto-e-vírgula. Abaixo tempos os principais comandos de gerenciamento do banco. Exibir bancos de dados existentes show databases; Criar um novo banco de dados. Todos os procedimentos de criação, alteração, exclusão de tabelas e inserção, atualização e exclusão de dados só poderão ser realizados posteriormente a criação de um banco de dados. create database nome_do_banco; Excluir um banco de dados drop databases nome_do_banco; Selecionar um banco de dados. Todos os comandos de manutenção de um banco de dados qualquer só poderão ser expressos quando o prompt estiver apontando para o mesmo, ou seja, deve-se, antes de executar quaisquer comandos de manutenção da base, selecionar o banco em questão. Para selecionar outro banco, deve-se usar o mesmo comando. use nome_do_banco; Sair do MySQL Command Line Client exit; Gerenciando um banco de dados Firebird Como ressaltado acima, o SGBD FireBird é a versão livre do Banco de Dados Interbase (Borland). O acesso ao servidor Firebird (ibserver.exe ou fbserver.exe) pode ser realizado de duas (ou mais) formas: Através do terminal Isql ou pelo IBConsole (já bastante conhecido por ser a ferramenta de acesso padrão no Interbase). Neste estudo vamos trabalhar com o Isql. O Isql funciona de maneira análoga ao MySQL Command Line Client trabalhado no tópico anterior. Através dele poderemos trabalhar com os recursos oferecidos pelo SGBD por meio de comandos na linguagem SQL. Em primeiro lugar, o servidor FireBird deverá estar ativo (rodando). Você poderá acessar a ferramenta Isql através do Prompt de Comando do Windows com o seguinte comando: Abrindo o Isql c:\arquiv~1\firebird\firebird_2_0\bin\isql user SYSDBA password masterkey

3 Observe que o usuário padrão é SYSDBA (maiúsculo) e que sua senha é masterkey (minúsculo). O path pode variar. A partir de agora, estamos acessando o SGBD Firebird. O uso do pontoe-vírgula também é necessário. Veremos agora as principais ações de gerenciamento de um banco de dados. Criar um novo banco de dados: Nesta criação poderemos especificar a localização da base de dados na estrutura de diretórios do sistema. Por exemplo, o banco nome_do_banco.gdb (insira também a extensão) será criado em F:\BASE. Os apóstrofos são necessários. create database f:\base\nome_do_banco.gdb ; Selecionar um banco de dados. Para que os comandos de manipulação do banco sejam aceitos, o usuário deve se conectar. O path do banco deve ser inserido por completo. Os apóstrofos e a extensão também são necessários. connect f:\base\nome_do_banco.gdb ; Excluir um banco de dados: Para que a exclusão seja aceita, o usuário deve estar conectado a banco. Caso o comando seja efetuado sem uma prévia conexão, o último banco de dados criado será excluído. drop database; Sair do Isql exit; Gerenciando um banco de dados Oracle 10g Em primeiro plano devemos ressaltar que a definição da senha para os usuários SYS e SYSTEM será realizada no processo de instalação do SGBD (análogo ao MySQL). Devese ter bastante espaço disponível no disco de instalação (superior a 1,5 GB).

4 Finalizada a instalação, o assistente de gerenciamento Oracle Database Express Edition (Oracle Database XE). Entre com o usuário SYSTEM e com a senha definida na instalação. Pela interface, pode-se constatar a superioridade imposta pelos bancos de dados da Oracle. A filosofia trabalhada pelo Oracle XE é um pouco diferente das outras bases mostradas neste estudo. Nesta versão, não poderemos criar outras instâncias (Database) além da default oferecida durante a instalação (XE). Através do menu Administration, About Database e Settings você poderá acessar os dados desta instância.

5 Cada usuário (Schemas) possui objetos do banco relacionados, ou seja, o usuário SYSTEM possui os elementos responsáveis pela administração do SGBD. Para que você trabalhe com determinados elementos específicos para um sistema, é conveniente (recomendado) a criação de um novo usuário. Ainda como SYSTEM, acesse Administration, Database Users e Create User. Nesta sessão teremos disponíveis campos para inserir as informações/permissões do novo usuário. Usuários só podem conectar ao sistema com contas Unlocked, portanto, criaremos um usuário deste tipo. Nas Roles daremos ao nosso usuário permissão básica de acesso (CONNECT) e permissão para criação de objetos para a base (RESOURCE). Para dar permissão de Administrador de Banco de Dados, marcaremos a opção DBA, contudo, por estarmos criando um usuário com acesso, opcionalmente, restrito, não marcaremos este item. Abaixo, em Direct Grant System Privileges temos os privilégios do usuário. Vamos marcar todos. Preencha o Username com nome_do_usuario e defina uma senha de sua escolha. Efetue o logout (no canto superior direito) e posteriormente (clicando em login) indique ao sistema uma nova conexão. Entre com nome_do_usuario e a senha anteriormente definida. Gerenciamento da Base de Dados: Todos os objetos, a partir de agora, estarão relacionados ao usuário (Schemas) nome_do_usuario. Se criarmos, por exemplo, uma tabela com este usuário, outros usuários (não administradores) não terão acesso à tabela. Deve-se destacar que este processo não cria uma nova instância (Database). Simplesmente associa ao usuário os objetos criados em sua conta.

6 3. Restrições de Integridade Qualquer SGBD relacional robusto trabalha com uma série comandos SQL (geralmente padronizados) que garantem à base de dados integridade e eficiência. Alguns elementos são usados para a criação das restrições relacionais, tais como as chaves primárias e estrangeiras. Outras restrições evitam a existência de duplicidade indesejada, campos com preenchimento nulo, entre outros problemas. Em geral, todos os SGBD oferecem uma ferramenta de console, na qual, o usuário será capaz de especificar tais restrições por comandos SQL. Outros bancos (ou interfaces, melhor dizendo) oferecem a possibilidade da inserção de tais regras de forma mais interativa (com menus visuais e componentes análogos). Neste estudo, todas as regras tratadas serão unicamente apresentadas em comandos. Os três bancos sugeridos, neste caso, trabalham com a mesma sintaxe, evitando explanações específicas aos mesmos. Constraint: Os Confinamentos ou regras de integridade são chamados de constraint. Podemos inseri-los/manipula-los de duas possíveis formas: com ou sem o uso da sintaxe constraint, respectivamente, criando ou não uma identificação para determinada restrição. A vantagem de se criar uma identificação para a restrição centra-se na melhor manipulação da mesma, em casos de mudança posterior. Por exemplo, na definição de uma restrição check sem identificação para o campo nome da tabela clientes, a remoção/modificação da regra exigiria a exclusão do campo. Criando o mesmo campo com a identificação regra_nome_cliente (por exemplo), o ato de exclusão/alteração da regra simplesmente seria imposta ao elemento chamado regra_nome_cliente. Os exemplos abaixo facilitarão o entendimento da questão anterior. Criando uma restrição unique sem identificação para o campo nome: nome varchar2(60) unique Neste caso, para remover a regra unique, o DBA excluiria o campo nome (junto com a restrição) para em seguida, implementa-lo novamente. Criando uma restrição unique com identificação para o campo nome: nome varchar2(60), constraint regra_nome unique(nome) Para futura exclusão/manipulação da regra unique, o DBA recorreria unicamente à sua identificação regra_nome (sem afetar o campo). Alguns tipos de restrição não aceitam a definição de um identificador através da cláusula constraint quando definida separadamente do campo. A restrição not null, por exemplo, só poderá ser identificada após a definição do campo. Na prática, aconselho identificar apenas as restrições de chave primária e chave estrangeira. Regras como unique e not null, podemos definir sem o uso de constraint.

7 Chave Primária: A chave primária de uma tabela representa de forma exclusiva cada linha (tupla) existente na mesma evitando a existência de campos nulos e repetidos. Podemos identificar ou não a chave primária, contudo, aqui, mostraremos sua criação (primeiro comando) através da cláusula constraint (com identificação id_pk). O segundo código exibe a criação de chave primária composta (obrigatoriamente realizada conforme demonstrado). constraint id_pk primary key (nome_do_campo) constraint id_pks primary key (campo1,campo2) Chave Estrangeira: A chave estrangeira é usada para realizar as restrições referenciais de uma base de dados. Ela será usada quando existir a necessidade de associar determinado registro (linha) de uma tabela a um registro específico em uma outra tabela. Por exemplo, queremos associar o cliente de código (primary key) 21 ao dependente João. A tabela de dependentes deverá conter um campo específico para armazenar o código do cliente associado. Este campo será uma chave estrangeira. Isso nos obriga a valorá-lo com nulo ou com um dos registros existentes na chave primária da tabela clientes (neste caso, o número 21). Outras restrições podem ser impostas juntamente com a chave estrangeira. Em alguns casos, é necessária a existência da cláusula not null, que impediria a definição de um valor nulo para a chave estrangeira. Na prática, podemos referenciar campos primary key e unique, contudo, não seria uma boa prática trabalhar com referências de campos unique (pois estaremos nos referenciando a uma outra tabela sem usufruir do campo de chave primária). Aqui mostraremos referências a campos primary key, unicamente. No exemplo abaixo estamos indicando que a chave primária codigo, da tabela clientes, está associada com o campo cod_cliente (chave estrangeira identificada como fk_dep) da tabela dependentes. Para facilitar o entendimento, visualize o diagrama de estrutura de dados a seguir e interprete o relacionamento. Observe que neste caso, cod_cliente, além de chave estrangeira, também é assumido como chave primária. Por conseqüência, a implementação da tabela dependentes implicaria na adoção da cláusula de chave primária que deverá ser especificada separadamente. constraint fk_dep foreign key (cod_cliente) references clientes(codigo)

8 Default: A cláusula default impõe ao campo um valor caso este não seja definido durante o processo de inserção de dados. Podemos, por exemplo, definir que, por padrão, o campo data_nasc do cliente seja 01/01/1980 (primeiro comando). Caso a data não seja especificada, automaticamente o campo seria preenchido com este valor. No segundo comando definimos um valor default para nome e no terceiro, para codigo. Observe também que, para textos e datas o uso dos apóstrofos é obrigatório. data_nasc date default 01/01/1980 nome varchar2(60) default Guilherme codigo integer default 01 Check: Através desta cláusula poderemos fazer a restrição de domínio, ou seja, verificar a atribuição de valores a determinado campo de acordo com uma regra específica. No primeiro comando, o valor de codigo deverá ser superior a 10. No segundo exemplo, UF pode variar entre RJ, SP e ES. Por fim, ano_nasc, estará obrigatoriamente entre 1980 e codigo number(10) check (codigo > 10) UF varchar2(2) check (UF IN ( RJ, SP, ES )) ano_nasc number(4) CHECK (ano_nasc between 1980 and 1990) Unique: Com a regra unique, os campos, obrigatoriamente serão únicos na tabela. É válido definir a cláusula unique para campos como CPF, nome, CNPJ e similares. CPF varchar2(14) unique Not null: Impede que o campo em questão assuma um valor nulo. Geralmente, aplicamos este tipo de restrição a todos os campos de uma tabela se um campo foi associado a uma tabela, na prática, seu valor dificilmente poderia ser nulo. nome varchar2(60) not null Em geral, as bases de dados trabalhão com definições similares às apresentadas nesta seção. Os tipos (domínios) de dados, por sua vez, são distintos entre os SGBD s. Esta será a próxima abordagem.

1. Domínio dos Atributos

1. Domínio dos Atributos Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br 1. Domínio dos Atributos Por domínio, ou tipo, pode-se entender como a maneira como determinado atributo (ou campo, se tratando

Leia mais

SQL Linguagem de Definição de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

SQL Linguagem de Definição de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SQL Linguagem de Definição de Dados Banco de Dados SQL Structured Query Language Uma das mais importantes linguagens relacionais (se não a mais importante) Exemplos de SGBD que utilizam SQL Oracle Informix

Leia mais

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase.

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase. Prof. Omero, pág. 63 O que é o InterBase? O InterBase é um SGBDR - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Cliente/Servidor Relacional 1 que está baseado no padrão SQL ANSI-9, de alta performance, independente

Leia mais

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando nossas aulas sobre

Leia mais

Conteúdo O que é?... 4 Histórico... 4 Onde Baixar?... 4 Diferença entre Firebird e o Interbase... 4 Como instalar?... 4 Instalando o Ibexpert...

Conteúdo O que é?... 4 Histórico... 4 Onde Baixar?... 4 Diferença entre Firebird e o Interbase... 4 Como instalar?... 4 Instalando o Ibexpert... Apostila FIREBIRD 1 Firebird Equipe: BARBARA CAROLINE SOUZA DE OLIVEIRA Nº 04 GUILHERME ROBERTO PINTO DE SOUZA Nº 16 JOSÉ ROSA MARTINS NETO Nº 22 RAFAEL ALVES DE SOUSA Nº 36 WELLINGTON COSTA SANTOS OLIVEIRA

Leia mais

Linguagem SQL Sub-linguagem DDL

Linguagem SQL Sub-linguagem DDL Linguagem SQL Sub-linguagem DDL A SQL - Structured Query Language, foi desenvolvido pela IBM em meados dos anos 70 como uma linguagem de manipulação de dados (DML - Data Manipulation Language para suas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II BANCO DE DADOS II AULA 1 Linguagem SQL Linguagem de definição de dados (DDL) DISCIPLINA: Banco de Dados

Leia mais

CRIANDO, ALTERADO E EXCLUINDO TABELAS, INSERINDO, SELECIONANDO, ALTERANDO E EXCLUINDO DADOS

CRIANDO, ALTERADO E EXCLUINDO TABELAS, INSERINDO, SELECIONANDO, ALTERANDO E EXCLUINDO DADOS CRIANDO, ALTERADO E EXCLUINDO TABELAS, INSERINDO, SELECIONANDO, ALTERANDO E EXCLUINDO DADOS Prof. Me. Hélio Esperidião SQL - STRUCTURED QUERY LANGUAGE SQL é uma linguagem padronizada para a definição e

Leia mais

Programação SQL. Introdução

Programação SQL. Introdução Introdução Principais estruturas duma Base de Dados: Uma BD relacional é constituída por diversas estruturas (ou objectos ) de informação. Podemos destacar: Database: designa a própria BD; Table/Tabela:

Leia mais

2008.1 SQL. Autor: Renata Viegas

2008.1 SQL. Autor: Renata Viegas SQL Autor: Renata Viegas A linguagem SQL SQL - Structured Query Language. Foi definida nos laboratórios de pesquisa da IBM em San Jose, California, em 1974. Teve seus fundamentos no modelo relacional Sua

Leia mais

PgAdmin. O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX.

PgAdmin. O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX. 1/20 PgAdmin O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX. Site para download. Caso queira a última versão - http://www.pgadmin.org/download/ É uma

Leia mais

www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação

www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação Índice 1. Introdução... 3 2. Funcionamento básico dos componentes do NetEye...... 3 3. Requisitos mínimos para a instalação dos componentes do NetEye... 4 4.

Leia mais

2008.1. A linguagem SQL

2008.1. A linguagem SQL SQL 2008.1 A linguagem SQL SQL - Structured Query Language. Foi definida nos laboratórios de pesquisa da IBM em San Jose, California, em 1974. Teve seus fundamentos no modelo relacional Sua primeira versão

Leia mais

Principal: construir uma base de dados para produção de informações sobre internações hospitalares;

Principal: construir uma base de dados para produção de informações sobre internações hospitalares; Principal: construir uma base de dados para produção de informações sobre internações hospitalares; Específicos: - criar um banco de dados para armazenar registros sobre internações hospitalares; - produzir

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

Banco de Dados Oracle 10g

Banco de Dados Oracle 10g 2010 Banco de Dados II Líder: George Petz... 19 Bruno Aparecido Pereira... 07 Gustavo da Silva Oliveira... 24 Luis Felipe Martins Alarcon... 32 Rubens Gondek... 41 Professor: Gilberto Braga de Oliveira

Leia mais

SQL Linguagem de Definição de Dados. Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

SQL Linguagem de Definição de Dados. Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SQL Linguagem de Definição de Dados SQL Structured Query Language Uma das mais importantes linguagens relacionais (se não a mais importante) Exemplos de SGBD que utilizam SQL Oracle Informix Ingress SQL

Leia mais

TUTORIAL PARA A INSTALAÇÃO EM AMBIENTE DE REDE WINDOWS DO SERVIDOR FIREBIRD

TUTORIAL PARA A INSTALAÇÃO EM AMBIENTE DE REDE WINDOWS DO SERVIDOR FIREBIRD TUTORIAL PARA A INSTALAÇÃO EM AMBIENTE DE REDE WINDOWS DO SERVIDOR FIREBIRD Este tutorial foi preparado com o objetivo de orientar os passos necessários para a instalação do SGBD relacional Firebird, em

Leia mais

Banco de Dados I. Aula 12 - Prof. Bruno Moreno 04/10/2011

Banco de Dados I. Aula 12 - Prof. Bruno Moreno 04/10/2011 Banco de Dados I Aula 12 - Prof. Bruno Moreno 04/10/2011 Plano de Aula SQL Definição Histórico SQL e sublinguagens Definição de dados (DDL) CREATE Restrições básicas em SQL ALTER DROP 08:20 Definição de

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS

ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS ARTEFATO 02 AT02 Diversos I 1 Indice ESQUEMAS NO BANCO DE DADOS... 3 CRIANDO SCHEMA... 3 CRIANDO TABELA EM DETERMINADO ESQUEMA... 4 NOÇÕES BÁSICAS SOBRE CRIAÇÃO E MODIFICAÇÃO

Leia mais

AULA 6 INTEGRIDADOS DOS DADOS - CRIANDO RESTRIÇÕES

AULA 6 INTEGRIDADOS DOS DADOS - CRIANDO RESTRIÇÕES BANCO DE DADOS GERENCIAL 1 AULA 6 INTEGRIDADOS DOS DADOS - CRIANDO RESTRIÇÕES Integridade de domínio A integridade de domínio é a validade de entradas para uma coluna específica. É possível aplicar a integridade

Leia mais

Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server

Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server Para efetuar com sucesso os exemplos que serão mostrados a seguir é necessário que exista no SQL Server uma pessoa que se conecte como Administrador,

Leia mais

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Objetivos: Criar restrições para atributos, chaves primárias e estrangeiras; Explorar consultas SQL com uso de

Leia mais

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS POSTGRESQL O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados dos mais robustos e avançados do mundo. Seu código é aberto e é totalmente gratuito,

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

RESTAURAÇÃO E BACKUP DE BANCO DE DADOS FIREBIRD

RESTAURAÇÃO E BACKUP DE BANCO DE DADOS FIREBIRD RESTAURAÇÃO E BACKUP DE BANCO DE DADOS FIREBIRD "internal gds software consistency check (can't continue after bugcheck)" Este processo de restauração, visa fazer correções na base de dados que o cliente

Leia mais

Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental

Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental As informações contidas no presente documento foram elaboradas pela International Syst. Qualquer dúvida a respeito de seu uso ou relativa a informações

Leia mais

Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD

Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD 2 1 Características dos SGBDs Natureza auto-contida de um sistema de banco de dados: metadados armazenados num catálogo ou dicionário de

Leia mais

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Índice 1 Introdução...2 1.1 Versão... 2 1.2 Licenciamento...2 1.3 Mensagem do Projeto

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO DE REDE. Versão 1.0 MÓDULO 1: Avaliações de terrenos, construções e apartamentos;

MANUAL DE INSTALAÇÃO DE REDE. Versão 1.0 MÓDULO 1: Avaliações de terrenos, construções e apartamentos; MERCATTO Assessoria e Avaliações MANUAL DE INSTALAÇÃO DE REDE Versão 1.0 MÓDULO 1: Avaliações de terrenos, construções e apartamentos; Tratamento por fatores embasado na Norma para Avaliação de Imóveis

Leia mais

OmniDB - Manual do Usuário

OmniDB - Manual do Usuário OmniDB - Manual do Usuário Rafael T. Castro, William Ivanski, eluis Felipe T. Castro 2016 Rafael T. Castro, William Ivanski, eluis Felipe T. Castro Conteúdo 1. Introdução............................................

Leia mais

Introdução à Engenharia da Computação. Banco de Dados Professor Machado

Introdução à Engenharia da Computação. Banco de Dados Professor Machado Introdução à Engenharia da Computação Banco de Dados Professor Machado 1 Sistemas isolados Produção Vendas Compras Banco de Dados Produtos... Banco de Dados Produtos... Banco de Dados Produtos... Desvantagens:

Leia mais

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye 1. Introdução Esse guia foi criado com o propósito de ajudar na instalação do Neteye. Para ajuda na utilização do Software, solicitamos que consulte os manuais da Console [http://www.neteye.com.br/help/doku.php?id=ajuda]

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ EAJ - PRONATEC / REDE etec MÓDULO III DESENVOLVIMENTO PROFESSOR ADDSON COSTA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ EAJ - PRONATEC / REDE etec MÓDULO III DESENVOLVIMENTO PROFESSOR ADDSON COSTA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ EAJ - PRONATEC / REDE etec MÓDULO III DESENVOLVIMENTO PROFESSOR ADDSON COSTA RESUMO DE AULA CRIAÇÃO E MANIPULAÇÃO DO BANCO DE DADOS

Leia mais

Introdução a Banco de Dados

Introdução a Banco de Dados Introdução a Banco de Dados Ricardo Henrique Tassi - Departamento de Replicação Índice 1- Introdução... 03 2- Quais são os bancos de dados mais conhecidos hoje em dia...04 3- Quais são os tipos de banco...05

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

APOSTILA BANCO DE DADOS INTRODUÇÃO A LINGUAGEM SQL

APOSTILA BANCO DE DADOS INTRODUÇÃO A LINGUAGEM SQL 1. O que é Linguagem SQL 2. Instrução CREATE 3. CONSTRAINT 4. ALTER TABLE 5. RENAME TABLE 6. TRUCANTE TABLE 7. DROP TABLE 8. DROP DATABASE 1 1. O que é Linguagem SQL 2. O SQL (Structured Query Language)

Leia mais

Banco de dados 1. Linguagem SQL DDL e DML. Professor: Victor Hugo L. Lopes

Banco de dados 1. Linguagem SQL DDL e DML. Professor: Victor Hugo L. Lopes Banco de dados 1 Linguagem SQL DDL e DML Professor: Victor Hugo L. Lopes Agenda: Introdução à linguagem de dados; DDL; DML; CRUD; Introdução à linguagem SQL. 2 Por que precisamos da linguagem SQL? A algebra

Leia mais

SQL Structured Query Language. SQL Linguagem de Definição de Dados. SQL Structured Query Language. SQL Structured Query Language

SQL Structured Query Language. SQL Linguagem de Definição de Dados. SQL Structured Query Language. SQL Structured Query Language Pós-graduação em Ciência da Computação CCM-202 Sistemas de Banco de Dados SQL Linguagem de Definição de Dados Profa. Maria Camila Nardini Barioni camila.barioni@ufabc.edu.br Bloco B - sala 937 2 quadrimestre

Leia mais

Instalando e Configurando o Oracle XE

Instalando e Configurando o Oracle XE Instalando e Configurando o Oracle XE Execute o instalador do Oracle XE (OracleXEUniv.exe) e aguarde enquanto os arquivos de instalação são descompactados; A seguir, clique em Next para iniciar o procedimento;

Leia mais

Manual de Instalação ProJuris8

Manual de Instalação ProJuris8 Manual de Instalação ProJuris8 Sumário 1 - Requisitos para a Instalação... 3 2 - Instalação do Firebird.... 4 3 - Instalação do Aplicativo ProJuris 8.... 8 4 - Conexão com o banco de dados.... 12 5 - Ativação

Leia mais

BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS. Prof. Patrícia Lucas 3º Trimestre

BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS. Prof. Patrícia Lucas 3º Trimestre BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS Prof. Patrícia Lucas 3º Trimestre ROTEIRO PARA O 3º TRIMESTRE 1. O MySQL DDL SQL 1. Como funciona o MySQL 2. Como criar um banco de dados no MySQL 3. Como criar tabelas: comandos

Leia mais

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 INTRODUÇÃO PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 Leonardo Pereira leonardo@estudandoti.com.br Facebook: leongamerti http://www.estudandoti.com.br Informações que precisam ser manipuladas com mais segurança

Leia mais

Nome: n.º WEB Série 2B 2C 2D 2E Barueri, 17/08/2009 2ª Postagem Disciplina: Gerenciamento e Estrutura de Banco de Dados Professor: Márcio

Nome: n.º WEB Série 2B 2C 2D 2E Barueri, 17/08/2009 2ª Postagem Disciplina: Gerenciamento e Estrutura de Banco de Dados Professor: Márcio Nome: n.º WEB Série 2B 2C 2D 2E Barueri, 17/08/2009 2ª Postagem Disciplina: Gerenciamento e Estrutura de Banco de Dados Professor: Márcio MySQL Query Browser Após usarmos o ambiente MySQL Monitor, que

Leia mais

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0 Versão 7.0A 2013 Pitney Bowes Software Inc. Todos os direitos reservados. Esse documento pode conter informações confidenciais ou protegidas

Leia mais

Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005

Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005 Nome Número: Série Aula Extra Conexão ODBC para aplicações Delphi 7 que usam SQL Server 2005 Proposta do projeto: Competências: Compreender a orientação a objetos e arquitetura cliente-servidor, aplicando-as

Leia mais

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível

Leia mais

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível de independência do

Leia mais

SQL DDL. Frederico D. Bortoloti freddb@ltc.ufes.br

SQL DDL. Frederico D. Bortoloti freddb@ltc.ufes.br Banco de Dados I SQL DDL Frederico D. Bortoloti freddb@ltc.ufes.br Introdução Modelo relacional encontra-se padronizado pela indústria de informática. Ele é chamado de padrão SQL (Structured Query Language)

Leia mais

WecDB - 1 - WecDB Consulta Web Facilitada ao Banco de Dados

WecDB - 1 - WecDB Consulta Web Facilitada ao Banco de Dados WecDB - 1 - WecDB Consulta Web Facilitada ao Banco de Dados WecDB (Web Easy Consultation Database) é uma ferramenta para criação e disponibilização de consultas à Bancos de Dados na Internet. É composto

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS(MYSQL) E PHP

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS(MYSQL) E PHP INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS(MYSQL) E PHP Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas

Leia mais

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Versão 1.0 Autores Bruna Cirqueira Mariane Dantas Milton Alves Robson Prioli Nova Odessa, 10 de Setembro de 2013 Sumário Apoio 1. Licença deste

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO. Plataforma Windows. Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes da Silva, Tiago França Melo de Lima

GUIA DE INSTALAÇÃO. Plataforma Windows. Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes da Silva, Tiago França Melo de Lima Laboratório de Engenharia e Desenvolvimento de Sistemas LEDS/UFOP Universidade Federal de Ouro Preto UFOP GUIA DE INSTALAÇÃO Plataforma Windows Relatório Técnico Versão 0.1 (201305032030) Leandro Gomes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos Autor: Evandro Bastos Tavares Orientador: Antônio Claudio Gomez

Leia mais

SQL - Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados. Professor: José Antônio. José Antônio - CEFET-RN 23/09/2015

SQL - Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados. Professor: José Antônio. José Antônio - CEFET-RN 23/09/2015 SQL - Banco de Dados 1 Disciplina: Banco de Dados Professor: José Antônio 2 Tópicos de discussão Criando um banco de dados Incluindo, atualizando e excluindo linhas nas tabelas Pesquisa básica em tabelas

Leia mais

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS POSTGRESQL O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados dos mais robustos e avançados do mundo. Seu código é aberto e é totalmente gratuito,

Leia mais

Configuração Do Firebird no Ide NetBeans

Configuração Do Firebird no Ide NetBeans Configuração Do Firebird no Ide NetBeans Inicialmente devemos fazer o download do Netbeans 5.5 localizado no site da Sun (www.sun.com). Em seguida baixar o driver JayBird, localizado no site do firebird

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema/Ferramenta: Spider-ACQ. Versão do Sistema/Ferramenta: 1.0. www.spider.ufpa.br

Manual do Usuário. Sistema/Ferramenta: Spider-ACQ. Versão do Sistema/Ferramenta: 1.0. www.spider.ufpa.br Manual do Usuário Sistema/Ferramenta: Spider-ACQ Versão do Sistema/Ferramenta: 1.0 www.spider.ufpa.br Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 27/05/2011 1.0 Criação da seção de instalação/configuração

Leia mais

Linguagem SQL (Parte II)

Linguagem SQL (Parte II) Universidade Federal de Sergipe Departamento de Sistemas de Informação Itatech Group Jr Softwares Itabaiana Site: www.itatechjr.com.br E-mail: contato@itatechjr.com.br Linguagem SQL (Parte II Introdução

Leia mais

LINGUAGEM DE BANCO DE DADOS

LINGUAGEM DE BANCO DE DADOS LINGUAGEM DE BANCO DE DADOS Gabriela Trevisan Bacharel em Sistemas de Informação Universidade Federal do Rio Grande Pós-Graduanda Formação Pedagógica de Professores (FAQI) Conceito de BD Um banco de dados

Leia mais

INSTALAÇÃO JIVAW LINUX ORACLE

INSTALAÇÃO JIVAW LINUX ORACLE INSTALAÇÃO JIVAW LINUX ORACLE Índice Instalação-atualização JivaW ambiente Windows Oracle... 3 1º PASSO PASSOS PARA BAIXAR ARQUIVOS DA APLICAÇÃO JIVAW...3 2º PASSO INSTALAR JDK BAIXADA...3 3º PASSO ADICIONAR

Leia mais

Procedimentos para Instalação do SISLOC

Procedimentos para Instalação do SISLOC Procedimentos para Instalação do SISLOC Sumário 1. Informações Gerais...3 2. Instalação do SISLOC...3 Passo a passo...3 3. Instalação da Base de Dados SISLOC... 11 Passo a passo... 11 4. Instalação de

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais 1 LINGUAGEM SQL SQL Server 2008 Comandos iniciais SQL - STRUCTURED QUERY LANGUAGE Quando os Bancos de Dados Relacionais estavam sendo desenvolvidos, foram criadas linguagens destinadas à sua manipulação.

Leia mais

PostgreSQL Exemplo MDI

PostgreSQL Exemplo MDI PostgreSQL Exemplo MDI Nesta aula criaremos uma aplicação uma base de dados simples para cadastro de Clientes e Estados. Trabalharemos com o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) PostgreSQL. E este

Leia mais

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 1 Levante e ande - Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Ano: 02/2011 Nesta Edição

Leia mais

Sumário. Capítulo 2 Conceitos Importantes... 32 Tópicos Relevantes... 32 Instance... 33 Base de Dados... 36 Conclusão... 37

Sumário. Capítulo 2 Conceitos Importantes... 32 Tópicos Relevantes... 32 Instance... 33 Base de Dados... 36 Conclusão... 37 7 Sumário Agradecimentos... 6 Sobre o Autor... 6 Prefácio... 13 Capítulo 1 Instalação e Configuração... 15 Instalação em Linux... 15 Instalação e Customização do Red Hat Advanced Server 2.1... 16 Preparativos

Leia mais

OFICINA DA PESQUISA PROGRAMAÇÃO APLICADA À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

OFICINA DA PESQUISA PROGRAMAÇÃO APLICADA À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO OFICINA DA PESQUISA PROGRAMAÇÃO APLICADA À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Linguagens de Programação Material

Leia mais

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS BANCO DE DADOS

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS BANCO DE DADOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA MARÇO 1997 2 1 - CONCEITOS GERAIS DE 1.1 - Conceitos Banco de Dados - Representa

Leia mais

CAPÍTULO 8 Conexões de banco de dados para programadores ASP.NET

CAPÍTULO 8 Conexões de banco de dados para programadores ASP.NET CAPÍTULO 8 Conexões de banco de dados para programadores ASP.NET Para utilizar um banco de dados com um aplicativo ASP.NET, é necessário criar uma conexão de banco de dados no Macromedia Dreamweaver MX.

Leia mais

Requisitos do Sistema

Requisitos do Sistema PJ8D - 017 ProJuris 8 Desktop Requisitos do Sistema PJ8D - 017 P á g i n a 1 Sumario Sumario... 1 Capítulo I - Introdução... 2 1.1 - Objetivo... 2 1.2 - Quem deve ler esse documento... 2 Capítulo II -

Leia mais

Fundamentos do Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Fundamentos do Sistema Gerenciador de Banco de Dados Fundamentos do Sistema Gerenciador de Banco de Dados Cláudio Luís V. Oliveira Janeiro de 2010 Definição "Um sistema cujo objetivo principal é gerenciar o acesso, a correta manutenção e a integridade dos

Leia mais

- O MySQL para além da sua utilização em modo linha de comandos, também pode ser utilizado através de ferramentas gráficas.

- O MySQL para além da sua utilização em modo linha de comandos, também pode ser utilizado através de ferramentas gráficas. Objetivo: Utilização das ferramentas gráficas do MySQL Instalação das ferramentas gráficas do MySQL: - O MySQL para além da sua utilização em modo linha de comandos, também pode ser utilizado através de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II BANCO DE DADOS II AULA 2 Linguagem SQL Linguagem de definição de dados (DDL) DISCIPLINA: Banco de Dados

Leia mais

Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase.

Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase. Sistema básico de cadastro em Delphi com banco de dados InterBase. Nesta apostila vamos abordar o uso do banco de dados Interbase e o acesso nativo com os componentes da paleta InterBase do Delphi, eu

Leia mais

Capitulo 2. Prof.º Espc. Fábio Margarito Martins de Barros - Tecnologia de banco de dados

Capitulo 2. Prof.º Espc. Fábio Margarito Martins de Barros - Tecnologia de banco de dados Capitulo 2 1. MODELO LÓGICO DE BANCO DE DADOS... 2 1.1 Definição... 2 1.2 Mapeando o modelo conceitual para o modelo lógico... 2 1.2 Dicionário de dados... 3 2. MODELO FÍSICO DO BANCO DE DADOS... 4 2.1

Leia mais

Junções e Índices em Tabelas

Junções e Índices em Tabelas Junções e Índices em Tabelas Prof. Fernanda Baião fernanda.baiao@uniriotec.com.br SGBD Considerados MySQL (http://www.mysql.org) SGBD gratuito e simples, sem muitos recursos avançados Fácil de instalar

Leia mais

Procedimentos para Instalação do Sisloc

Procedimentos para Instalação do Sisloc Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

SQL. SQL (Structured Query Language) Comando CREATE TABLE. SQL é uma linguagem de consulta que possibilita:

SQL. SQL (Structured Query Language) Comando CREATE TABLE. SQL é uma linguagem de consulta que possibilita: SQL Tópicos Especiais Modelagem de Dados Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Mestrado Profissional em Ensino de Ciências

Leia mais

1. Introdução... 5. 2. Instalação do Módulo Gerenciador de Acessos SinaGAS... 6. 3. Tipos de Autenticação... 8. 3.1. Autenticação Sinacor...

1. Introdução... 5. 2. Instalação do Módulo Gerenciador de Acessos SinaGAS... 6. 3. Tipos de Autenticação... 8. 3.1. Autenticação Sinacor... Índice 1. Introdução... 5 2. Instalação do Módulo Gerenciador de Acessos SinaGAS... 6 3. Tipos de Autenticação... 8 3.1. Autenticação Sinacor... 8 3.2. Autenticação AD... 11 4. Fluxo Operacional... 14

Leia mais

Comandos DDL. id_modulo = id_m odulo

Comandos DDL. id_modulo = id_m odulo Comandos DDL Estudo de Caso Controle Acadêmico Simplificado Uma escola contém vários cursos, onde cada aluno possui uma matricula num determinado curso. Estes cursos, por sua vez, possuem módulos, aos

Leia mais

INSTALAÇÃO-ATUALIZAÇÃO SANKHYAW WINDOWS ORACLE

INSTALAÇÃO-ATUALIZAÇÃO SANKHYAW WINDOWS ORACLE INSTALAÇÃO-ATUALIZAÇÃO SANKHYAW WINDOWS ORACLE SANKHYA Business Partners - Copyright 2006 SANKHYA Tecnologia em Sistemas Ltda. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total por qualquer

Leia mais

SQL Structured Query Language

SQL Structured Query Language Janai Maciel SQL Structured Query Language (Banco de Dados) Conceitos de Linguagens de Programação 2013.2 Structured Query Language ( Linguagem de Consulta Estruturada ) Conceito: É a linguagem de pesquisa

Leia mais

UNISA Universidade de Santo Amaro. http://www.unisa.br. Material de Estudo. Módulo I: Básico Banco de dados SQL Server. http://www.unisa-sis.

UNISA Universidade de Santo Amaro. http://www.unisa.br. Material de Estudo. Módulo I: Básico Banco de dados SQL Server. http://www.unisa-sis. UNISA Universidade de Santo Amaro http://www.unisa.br Material de Estudo Módulo I: Básico Banco de dados SQL Server http://www.unisa-sis.info Junho/2010 Objetivo do Workshop Compartilhar e apresentar

Leia mais

Banco de Dados. Arquitetura e Terminologia. Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.

Banco de Dados. Arquitetura e Terminologia. Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo. Banco de Dados Arquitetura e Terminologia Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015 Modelo de Dados e Esquemas O modelo de Banco de Dados é como um detalhamento

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO AO SQL. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br

BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO AO SQL. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO AO SQL Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br INTRODUÇÃO AO SQL Ferramentas brmodelo Ferramenta Case PostgreSQL versão 8 ou superior SGBD Em 1986 o American

Leia mais

PHP Profissional. Alexandre Altair de Melo / Mauricio G. F. Nascimento. Editora Novatec

PHP Profissional. Alexandre Altair de Melo / Mauricio G. F. Nascimento. Editora Novatec Introdução Como a idéia deste livro é ir direto ao ponto, vou fazer isso já na introdução. A idéia desse livro não é explicar a teoria e filosofia do PHP, da orientação a objetos, as maravilhas dos design

Leia mais

Introdução à linguagem SQL

Introdução à linguagem SQL Introdução à linguagem SQL 1 Histórico A linguagem de consulta estruturada (SQL - Structured Query Language) foi desenvolvida pela empresa IBM, no final dos anos 70. O primeiro banco de dados comercial

Leia mais

1 R$ 50,00 R$ 50,00 reusable object-oriented software 2 Utilizando UML e padrões: uma

1 R$ 50,00 R$ 50,00 reusable object-oriented software 2 Utilizando UML e padrões: uma AUTOR: CESAR AUGUSTO TACLA CRIAÇÃO: 20/5/200 8:24 ÚLTIMA ALTERAÇÃO: 2/5/20 5: TRABALHO DE PADRÕES DE PROJETO ESPECIALIZAÇÃO JAVA 20 INSTRUÇÕES. O trabalho será feito aula a aula de acordo com a matéria

Leia mais

SQL. Definição do Esquema da Base de Dados. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática

SQL. Definição do Esquema da Base de Dados. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL Definição do Esquema da Base de Dados Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL - Esquema da base de dados Definição das tabelas Definição das chaves primárias Definição

Leia mais

No Fedora, instalamos os pacotes "mysql" e "mysql-server", usando o yum:

No Fedora, instalamos os pacotes mysql e mysql-server, usando o yum: Instalando o MySQL O MySQL é um banco de dados extremamente versátil, usado para os mais diversos fins. Você pode acessar o banco de dados a partir de um script em PHP, através de um aplicativo desenvolvido

Leia mais

Structured Query Language (SQL) Aula Prática

Structured Query Language (SQL) Aula Prática Structured Query Language (SQL) Aula Prática Linguagens de SGBD Durante o desenvolvimento do sistema R, pesquisadores da IBM desenvolveram a linguagem SEQUEL, primeira linguagem de acesso para Sistemas

Leia mais

SAD Gestor Gerenciador de Backup

SAD Gestor Gerenciador de Backup SAD Gestor Gerenciador de Backup treinamento@worksoft.inf.br SAD Gestor Gerenciador de Backup SAD Gerenciador de Backup Esse aplicativo foi desenvolvido para realizar cópias compactadas de bancos de dados

Leia mais

Prof. Carlos Majer Aplicações Corporativas UNICID

Prof. Carlos Majer Aplicações Corporativas UNICID Este material pertence a Carlos A. Majer, Professor da Unidade Curricular: Aplicações Corporativas da Universidade Cidade de São Paulo UNICID Licença de Uso Este trabalho está licenciado sob uma Licença

Leia mais

Trabalhando com banco de dados

Trabalhando com banco de dados Avançado Trabalhando com Aprenda a manipular dados no Excel com a ajuda de outros aplicativos da suíte Office Armazenar e organizar informações são tarefas executadas diariamente por todos nós. Desde o

Leia mais

Laboratório de Banco de Dados II

Laboratório de Banco de Dados II Laboratório de Banco de Dados II Esquema de um banco de dados relacional Em aulas anteriores, vocês implantaram um projeto físico de banco de dados com todos os seus elementos, inclusive tratando do projeto

Leia mais