Estação de Tratamento de Água Rio das Velhas

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1 stação de ratamento de Água Rio das Velas

2 Diretoria de Operação Metropolitana DM Fola de Determinação de legibilidade ao PQS 2013 Categ.: ( )ível B ( )ível I ( )ível II ( )ível III ( X )ível IV ( X )IGS Obs: Para as organizações candidatas ao ível III e ível IV, preencer o formulário de candidatura ao IGS identificando o case a ser apresentado. Conforme regulamento PQS 2013, candidatas ível III deve ser apresentar no mínimo um case e ível IV no mínimo dois cases. ( X ) Unidade autônoma de outra organização ome da organização candidata: DIRORIA D OPRAÇÃO MROPOIAA o caso de ível III ou IV, só é elegível um agrupamento com mais de uma cidade, se ouver organização controladora cobrindo mais de uma cidade. Razão social responsável: COMPAHIA D SAAMO D MIAS GRAIS Forma de Direito: ( X ) Público ( ) Privado úmero de inscrição no CPJ: ndereço Homepage (se existir): Principais atividades: CAPAÇÃO, RAAMO DISRIBUIÇÃO D ÁGUA; COA, RAAMO DISPOSIÇÃO FIA DOS SGOOS SAIÁRIOS. Data de início das atividades: 2003 Quantidade de pessoas na força de trabalo da organização: PSSOAS, COM PRCUA D 26,56 M RAÇÃO À CORPORAÇÃO. Principais clientes e mercados no saneamento ambiental: Mercado de Atuação: stado de Minas Gerais Clientes das Categorias Residencial, Social, Comercial, Industrial e Pública Incluir terceiros que estejam sob coordenação da candidata. o caso de unidade autônoma, informar também o percentual da força de trabalo da candidata em relação à organização controladora ocais das instalações com força de trabalo (o caso da categoria IGS, informar onde a Prática é definida e onde é aplicada) ome ndereço Qtd. aprox. de pessoas Sede da Diretoria de Operações Rua Mar de spana, 453Santo Antônio Belo Horizonte 3 Metropolitana Sede do Departamento Operacional da Região Rua Mar de spana, 453 Santo Antônio Belo Horizonte 67 Metropolitana Sede da Superintendência Operacional de Rua Mar de spana, 453 Santo Antônio Belo Horizonte 204 Belo Horizonte Sede do Distrito este Rua Itapagipe, 49 Concórdia Belo Horizonte 105 Sede do Distrito oroeste Av. Portugal, 1995 Jardim Atlântico Belo Horizonte 123 Sede do Distrito orte Rua Prado opes, 195 Santo André Belo Horizonte 109 Sede do Distrito Oeste Rua Rio egro, 1215 Alto Barroca Belo Horizonte 114 Sede do Distrito Sul Rua General ibúrcio, 10 Santa figênia Belo Horizonte 120 Sede do Distrito Sudoeste Av. Ximango, 453 Flávio Marques isboa Belo Horizonte 89 Agência de Atendimento Comercial Floresta Av. Contorno, 1316 Floresta Belo Horizonte 8 Agência de Atendimento Comercial Cidade Av. Cristiano Macado, 1465 Cidade ova Belo Horizonte 6 ova Sede da Superintendência Operacional da Rua Mar de spana, 453 Santo Antonio Belo Horizonte 4 Região Metropolitana Sede do Distrito do Alto Rio das Velas Rua Álvaro eixeira da Costa, 333 Camelos Santa uzia 227 Sede do Distrito de Contagem Rua Dr. José Américo Cançado Baia, 1600 Cidade Industrial 242 Contagem Sede do Distrito do Médio Rio das Velas Rua Conde Dolabela, 1629 Várzea agoa Santa 182 Sede do Distrito de Ibirité Rua Otacílio egrão de ima, 181 Centro Ibirité 123 Sede do Distrito do Médio Paraopeba Rua Antônio emos Filo, 90 Angola Betim 231 Sede do Distrito de Ribeirão das eves Rua Raimundo onato de Souza, 614 Santo Antônio 120 Ribeirão das eves Sede da Superintendência de Produção e Rua Mar de spana, 453 Santo Antônio Belo Horizonte 210 ratamento de Água Sistema de Produção Rio das Velas MG 30, s/n Bela Fama ova ima 134 Sistema de Produção Rio Manso Rua 3, s/n Retiro do Brumado Brumadino 128 Sistema de Produção Serra Azul MG 050, Km 22,5 Canaã Juatuba 121 Sede da Superintendência de Serviços e Rua Mar de spana, 453 Santo Antonio Belo Horizonte 237 ratamento de fluentes stação de ratamento de sgoto Onça MG 20, Km 9 Ribeiro de Abreu Belo Horizonte 21 stação de ratamento de sgoto Arrudas Av. dos Andradas, 8805 Caetano Furquim Belo Horizonte 74 Sede da Superintendência de Coordenação e Rua Carangola, 453 Santo Antônio Belo Horizonte 43 Apoio Metropolitana Sede da Superintendência de xpansão Metropolitana Rua Carangola, 453 Santo Antônio Belo Horizonte 39 ota: Se necessário, aumentar o número de linas da tabela. o caso de aver muitas instalações que prestam serviços equivalentes, podese agrupálas em uma lina apenas. xemplo: ome: 150 sedes regionais ou municipais com unidades operacionais no interior; ndereço: regiões norte, sul, leste, oeste e capital do stado; Qtd. aprox. de pessoas: de 20 a 240). A localização da principal sede administrativa deve estar com endereço completo. Contatos ome Fone mail Principal dirigente Juarez Amorim (31) Respons. candidatura uiz Cláudio Andrade Silva (31)

3 Aplicável para categorias íveis B, I, II, III ou IV Declaração de autonomia da organização candidata: Diretoria de Operação Metropolitana DM Declaramos ter funções e estruturas administrativas próprias e autônomas, no sentido de sermos responsáveis pelo planejamento das ações para atingir nossos objetivos, cumprir nossa missão e atender nossos clientes. Possuímos clientes como pessoas físicas ou outras pessoas jurídicas, consumidoras, usuárias ou compradoras regulares de nossos serviços/produtos no mercado que não são de nossa própria organização. Concordamos que, no caso de candidatura ao ível B ou I, essa elegibilidade, mesmo que aprovada, poderá ser suspensa se uma organização controladora, que abranja a organização aqui candidata, vier a pleitear elegibilidade em nível acima do aqui postulado. Aplicável somente para Categoria IGS Denominação da Prática: 1) Gestão do Macrossistema de Abastecimento de Água 2) Gestão na Redução e Controle das Perdas de Água (Práticas implantadas á mais de cinco anos não são elegíveis.) Resumo da prática: (Máximo 12 linas) Data de implantação: embrete: ão são elegíveis Cases relativos a melorias, ideias ou inovações em produtos, processos ou práticas operacionais, como por exemplo: softwares aplicativos, equipamentos, instrumentos, ferramentas e outras soluções técnicas. Área, setor, divisão, departamento, grupo, equipe ou assemelado, responsável pela Prática: Questões dos Critérios PQS, de qualquer ível, com os quais a prática tem mais relação: Resultados alcançados: (x.: v I: 2b, 3b e 8b ou v IV 2.d, 3.1b e 8.2a) Um ou mais tipos de resultados quantitativos relevantes, com demonstração de evolução favorável obtida em decorrência da prática. Se o resultado apresentado não decorrer exclusivamente da prática, justificar a forte correlação. Podem ser apresentados aqui resultados estimados ou preliminares cuja demonstração, na futura inscrição do Case, será aprimorada. ão são considerados elegíveis Cases sem demonstração de resultados decorrentes da prática. Partes interessadas mais beneficiadas pela Prática: Aplicável a todas as Categorias O responsável principal pela organização candidata, abaixoassinado, declara, para os fins de direito, que são verídicas as informações apresentadas nesta candidatura ao PQS, não tendo sido omitidas informações adversas que sejam relevantes para a avaliação dos resultados da organização em relação aos clientes, à comunidade, à sociedade, ao meioambiente e força de trabalo. Belo Horizonte, 28 / 06 / 2013 ocal Data Juarez Amorim ome do principal dirigente Parecer do Comitê de legibilidade (X) legível ( ) ão elegível no contexto apresentado Razão da inelegibilidade

4 Diretoria de Operação Metropolitana DM Sumário P Perfil da Organização... I P1 Descrição da Organização... I P2 Concorrência e Ambiente Competitivo... V P3 Aspectos Relevantes... VII P4 Histórico da Busca da xcelência... VII P5 Organograma... VIII 1 iderança Governança Corporativa xercício da iderança e Promoção da Cultura da xcelência Análise do Desempeno da Organização stratégias e Planos Formulação das stratégias Implementação das stratégias Clientes Imagem e conecimento de mercado Relacionamentos com clientes Sociedade Responsabilidade Socioambiental Desenvolvimento social Informações e Conecimento Informações da Organização Ativos intangíveis e conecimento organizacional Pessoas Sistemas de rabalo Capacitação e desenvolvimento Qualidade de Vida Processos Processos principais do negócio e processos de apoio Processos Relativos a Fornecedores Processos conômicofinanceiros Resultados Glossário... A Anexos... D

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6 Diretoria de Operação Metropolitana DM P PRFI DA ORGAIZAÇÃO P1 Descrição da Organização a) Instituição, propósitos e porte (1) Denominação: Diretoria de Operação Metropolitana DM. (2) Forma de atuação: unidade autônoma da Copasa, mpresa de economia mista, de capital aberto, com ações negociadas no ovo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo BOVSPA (2006), sediada em Belo Horizonte. A área de abrangência da DM é composta da Região Metropolitana de Belo Horizonte RMBH (34 municípios), do seu Colar Metropolitano (14 municípios) e outros (4 municípios) localizados ao norte, totalizando 52 municípios. A DM opera em 41 municípios desse total, sendo 16 deles com operação de água e 25 com água e esgotamento sanitário, estando incluso nestes 25 o município de ova ima no qual a Copasa tem concessão parcial de esgoto. (3) Data de instituição: a mpresa criada em 1963 como Compania Mineira de água e sgoto COMAG, pelo Governo do stado de Minas Gerais, teve sua denominação alterada em 1974 para Copasa, por meio da ei stadual 6.475/74. m 2006, concluiu o processo de abertura de capital, com suas ações negociadas no ovo Mercado da BOVSPA, tendo como principal acionista o Governo do stado de Minas Gerais. A DM foi criada em 1974 e recebeu a atual denominação de Diretoria de Operação Metropolitana DM (m2007), após reestruturação da Copasa. stá estruturada (m2011) em: DPM, SPM e SPAC, sediadas em Belo Horizonte (P5). (4) Descrição do negócio: Prover soluções em abastecimento de água e esgotamento sanitário, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental da RMBH e do seu Colar Metropolitano. (5) Porte da organização: Copasa DM Indicadores de Atendimento Água sgoto Água % sgoto % úmero de municípios operados , ,50 População atendida (localidades faturadas) , ,37 úmero de economias (unidades) , ,35 úmero de ligações (unidades) , ,24 Volume faturado m³/mês , ,68 Volume faturado por economia m³/mês 12,26 12,51 13,58 A 13,54 A Faturamento R$/mês , , ,01 48, ,85 64,16 Volume distribuído m³ (total) A ,91 A A Volume de esgoto coletado m³ A A A ,35 Volume de esgoto tratado m³ A A A ,98 xtensão de redes (m) , ,37 % de atendimento 96,92 81,84 96,48 A 81,25 A abela P1.1 Porte da DM e Copasa (Fonte: SPCM e IBO/IBG Referência 12/2012) (6) Relacionamento institucional: a DM pertence à Compania de Saneamento de Minas Gerais Copasa, estando vinculada diretamente à Presidência (P5). Os processos estão alinados aos objetivos estratégicos corporativos, visando ao cumprimento da Missão e ao alcance da Visão de Futuro da Copasa e são coordenados pelo Diretor, Cefe do Departamento, Superintendentes e Gerentes. Os processos relacionados à gestão de recursos umanos, financeira, logística, suprimentos, ativos intangíveis, comunicação e jurídico são coordenados corporativamente. O percentual da Receita Bruta Global e da força de trabalo da DM em relação à Copasa estão demonstrados na abela P1.2. Item DM % DM em relação à Copasa Receita bruta global DM (água e esgoto) R$/mês ,86 Receita bruta global Copasa (água e esgoto) R$/mês ,50 mpregados da DM mpregados da Copasa abela P1.2 Faturamento água e esgoto (Fonte: SPCM e SPRH Referência 12/2012) b) Serviços ou produtos e processos 54,26% (1) Principais serviços ou produtos: prestação de serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. (2a) Processos principais do negócio: abastecimento de água (captação e adução; tratamento de água bruta; reservação e transporte de água tratada); e esgotamento sanitário (coleta e transporte; tratamento e disposição final do esgoto tratado). 26,56 I PRFI

7 Diretoria de Operação Metropolitana DM RPRSAÇÃO DOS PROCSSOS PRICIPAIS DA DM SPPR SPBH/SPM SPS ÁGUA SGOO Captação e adução de água bruta: captação de água bruta dos mananciais e condução até as estações de tratamento. ratamento de água bruta: oxidação, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção, correção de ph e fluoretação. Reservação e transporte de água tratada: armazenamento e distribuição de água tratada para atendimento aos clientes. Coleta e transporte do esgoto: coleta de esgoto dos imóveis e condução até a estação de tratamento. ratamento e disposição final de esgoto: depuração do esgoto coletado e lançamento no corpo receptor. Figura P1.1 Processos principais (2b) Processos de Apoio: no âmbito da DM, os processos de apoio são gerenciados pela SPAC, que promove ações referentes à implantação dos planos de ação, do orçamento empresarial, dos empreendimentos e dos programas e projetos de desenvolvimento institucional e ambiental; SPM que desenvolve ações, relativas à I implantação dos empreendimentos; e DVAP que executa ações relativas aos estudos e projetos de desenvolvimento de automação e de manutenção eletromecânica e apoio técnico. Corporativamente são gerenciados os seguintes processos: recursos umanos; comerciais; apoio logístico (transporte, suprimentos e serviços gerais); controladoria (contabilidade, custos e patrimônio); financeiros, orçamento empresarial; jurídicos, planejamento e gestão de empreendimentos; fiscalização de serviços de terceiros referentes a obras, recursos ídricos e meio ambiente; comunicação institucional e auditoria. (3) quipamentos, Instalações e ecnologias: os principais equipamentos, instalações e tecnologias utilizados pelas Unidades da DM são: QUIPAMOS caminões (basculante, carroceria, pipa e idrojateador), caminonetes, motocicletas, automóveis, rádios de comunicação fixos e móveis, equipamentos de informática, conjuntos motobombas, sopradores, centrífugas, pontes raspadoras de lodo e escuma eletroeletrônicos, geofones mecânicos e eletrônicos, astes de escuta, válvulas redutoras de pressão, válvulas de controle de nível de reservatórios, medidores de vazão, compactadores, valetadeiras, transformadores elétricos. ISAAÇÕS sedes da DM, Departamento, Superintendências, Distritos, Divisões, Agências de Atendimento, scritórios ocais de Atendimento, Almoxarifado, Oficinas letromecânicas, Sistemas de Abastecimento de Água (Unidades de Captação Superficial de Água Bruta e Poços Profundos, stações levatórias de Água, stações de ratamento de Água As, aboratórios, Adutoras, Unidades de Reservação e Redes de Distribuição), Sistemas de sgotamento Sanitário (Redes Coletoras, Interceptores, missários, stações de ratamento de sgoto s e stações levatórias) e Subestações létricas. COOGIAS medição de produção e de distribuição de água, detecção de vazamentos, sistemas 3 (COS), SIIM, SICOM, SAP, e automatizados das As, s e estações elevatórias). c) Sócios e mantenedores (1) Composição da sociedade: a composição acionária da Copasa está demonstrada na abela P1.3: Sócios / Mantenedores Ações (%) stado de Minas Gerais 51,13 Outros acionistas (ações em circulação) 48,57 Ações em tesouraria 0,30 otal 100,00 abela P1.3 Composição de mantenedores (Fonte: site Copasa RI ref. 12/2012) (2) Denominação da instância controladora imediata: a DM está subordinada à Presidência, que a coordena em conformidade com as Políticas e Diretrizes estabelecidas pelo Conselo de Administração CA, com autonomia prevista na ei das Sociedades por Ações e funcionamento permanente. Faz parte da Diretoria xecutiva sediada em Belo Horizonte, composta pela Presidência, Vicepresidência, quatro Diretorias de Operação (DM, D, DSO e DC) e cinco Diretorias de Apoio (DFI, DGC, DMA, DPG e D), cujas responsabilidades são determinadas pelo Conselo de Administração CA e estão contidas no statuto Social da Copasa, disponível na Intranet. (3) ecessidades e expectativas dos sócios: as principais necessidades e expectativas dos sócios em relação à mpresa implicam na prática de um modelo de gestão que tena por base a transparência, a equidade de tratamento, a prestação de contas e a responsabilidade corporativa, de acordo com os preceitos de Governança Corporativa exigidos pelo ovo Mercado e em consonância com a ei das Sociedades por Ações. II PRFI

8 Diretoria de Operação Metropolitana DM d) Força de trabalo (1) Denominação genérica da força de trabalo: empregados (2) Composição da força de trabalo: a força de trabalo da DM é formada por empregados efetivos e temporários, com vínculo regido pela C, estagiários, regidos pela ei /08, e aprendizes. Categoria DM Copasa % mpregados efetivos ,56 stagiários ,79 Aprendizes ,82 abela P1.4 Comparativo da força de trabalo DM x Copasa (Fonte: DVPS ref. 12/2012) (3) stagiários para compor a força de trabalo: em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no inciso II do Art. 37 º a Copasa está impedida de promover a efetivação de estagiários. (4) Percentual por nível de escolaridade e gerencial scolaridade DM Copasa % Doutorado ,33 Mestrado ,64 MBA ,48 Pósgraduação ,56 Superior completo (*) ,83 Superior incompleto ,78 nsino médio completo ,60 nsino médio incompleto ,24 nsino fundamental completo ,14 nsino fundamental incompleto ,38 º mpregados em 31/12/ ,56 Cargos de Gerência ,51 Diretores ,00 abela P1.5 Distribuição da força de trabalo por escolaridade DM x Copasa (Fonte: DVPS ref. 12/2012) (*): º. de empregados com doutorado,mestrado, MBA, pósgraduação está incluso em Superior Completo (5) Principais necessidades e expectativas da força de trabalo: oportunidade de crescimento profissional, remuneração e benefícios compatíveis com o mercado, segurança e saúde no trabalo, comportamento ético e desenvolvimento profissional, traduzidas no critério 6. e) Clientes e mercados (1) Mercados, segmentos, clientes alvo e delimitações: os mercados de atuação da DM são a RMBH e o Colar Metropolitano. São segmentados nas categorias: social, residencial, comercial, industrial e pública, conforme definido na Resolução ormativa R 003/2010, da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de sgotamento Sanitário do stado de Minas Gerais ARSAMG. Considerando que a ei Federal /07 estabelece os serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário como essenciais, devendo ser universalizados, a mpresa define como clientesalvo todas as unidades usuárias do seu mercado de atuação (P1e2). Fonte: SPCM / Ref.: 12/2012 (2) ipos de clientes: são classificados em reais, factíveis, potenciais, grandes contas contratadas, grandes contas especiais e clientes residenciais especiais, para o mercado de água e de esgoto. (3) Atuação de venda: não existem organizações atuando entre a mpresa e seus clientes. (4) ecessidades e expectativas: as principais necessidades e expectativas dos clientes, no que tange aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, são Regulamentadas na R 003/2010, da ARSAMG: Qualidade do produto: água tratada e distribuída; regularidade do III PRFI

9 Diretoria de Operação Metropolitana DM abastecimento, preço acessível, serviço de esgotamento com qualidade, qualidade e agilidade no atendimento dos serviços prestados, também identificados na pesquisa de Satisfação de Clientes (3.1c). f) Fornecedores e insumos (1) ipos de fornecedores: descritos na abela P1.7. o caso de Sociedade/atureza, as fontes de captação da água bruta estão localizadas nos sistemas operados pela DM. (2) Particularidades e limitações: por ser uma mpresa controlada pelo Governo do stado de Minas Gerais, a Copasa e a DM estão sujeitas aos requisitos da ei Federal 8.666/93 para todas as contratações de obras, serviços e aquisições de materiais e equipamentos. sta condição restringe as possibilidades do desenvolvimento de parcerias com fornecedores. (3) Principais atividades executadas por membros da força de trabalo que não sejam empregados: as principais atividades são executadas por empregados próprios e a quantidade de empregados de terceiros, com atividades associadas aos processos principais do negócio, não ultrapassa 5% do total da força de trabalo. (4) ecessidades e expectativas: em linas gerais, as necessidades e expectativas dos fornecedores se traduzem em requisitos básicos como participação nos processos licitatórios, cumprimento dos contratos e pontualidade nos pagamentos, descritos na abela P1.7. Fornecedores Insumos / Serviços Aquisição (R$) 2012 ecessidades/ xpectativas Requisitos Sociedade / atureza Água bruta captada em mananciais superficiais e poços profundos. ão mensurável Preservação ambiental. Atendimento das outorgas. Concessionária de nergia létrica Superintendência de Apoio ogístico SPA nergia elétrica ,81 Materiais idráulicos, elétricos, eletromecânicos, de segurança, produtos químicos, idrômetros e outros ,22 Clientes sgoto in natura ão mensurável mpreiteiras e Construtoras Obras de implantação, ampliação, melorias e manutenções operacionais. abela P1.7 Principais tipos de fornecedores (Fonte: SAP) ,82 Pontualidade no pagamento. specificação correta dos materiais solicitados. Preservação ambiental. Pontualidade no pagamento. Cumprimento dos contratos. Baixa do consumo de materiais diariamente no SAP (Visão MRP), gerando reserva e atendimento automáticos, conforme calendário anual de reposição. Coleta e tratamento. ficiência do tratamento Cumprimento dos requisitos legais e cláusulas contratuais. g) Sociedade (1) Principais comunidades com as quais a organização se relaciona: moradores vizinos das bacias idrográficas que atendem a DM; comunidades vizinas das instalações da DM (As, s e Distritos), Comunidade scolar, Comitês de Bacias Hidrográficas. (2) Principais impactos negativos potenciais decorrentes dos produtos, processos e instalações: Aspectos Identificados nos Produtos, Processos e Instalações IMPACOS SOCIAIS ão atendimento da totalidade da população com abastecimento de água. Água fora do padrão de qualidade. xtravasamento de esgoto. Descarte de esgoto in natura ou fora dos parâmetros legais. missão de ruídos das elevatórias. Obstrução de vias públicas decorrente de obras de saneamento. Rompimento de adutoras e emissários (redes grossas). Perdas de água. Aspectos Identificados nos Produtos, Processos e Instalações Geração de resíduos no tratamento de água. Alteração da qualidade e quantidade dos mananciais. Geração de odores. Descarte de esgoto in natura ou fora dos parâmetros legais. Vencimento da vida útil dos sistemas de esgotamento sanitário. Ineficiência energética. abela P1.9 Impactos negativos potenciais. IMPACOS AMBIAIS Impactos Associados Falta de água para consumo e produção. Doenças de veiculação ídrica. Contaminação e odor desagradável. Risco de doenças. Inviabilização do uso dos mananciais para fins econômicos e de lazer. Poluição sonora. ranstorno nos deslocamentos da população. Desmoronamento parcial ou total de imóveis e vias públicas. Desperdício e desabastecimento. Impactos Associados Contaminação do ar, solo, água, pessoas e animais. Redução da capacidade de produção dos mananciais. Conflito do uso da água. Poluição atmosférica. Contaminação dos mananciais. Ineficiência no processo de tratamento dos esgotos coletados. Desperdício de recurso natural. (3) Passivo ambiental: os principais passivos ambientais são: s de pequeno porte (vazão média de tratamento menor que 5l/s) operadas sem autorização ambiental (Sarzedo, Juatuba e Bicas) e AS operadas sem outorga (Morro Alto e Ribeirão das eves). m ambos os casos o passivo é decorrente da falta de titularidade de área, sendo que os processos de regularização junto às prefeituras estão em andamento. IV PRFI

10 Diretoria de Operação Metropolitana DM (4) Principais necessidades e expectativas da sociedade e das comunidades vizinas: preservação do meio ambiente; uso racional dos recursos naturais; desenvolvimento de ações de educação sanitária e ambiental, atendimento às legislações: ambiental, saneamento e sanitária (4.2a). ) Parceiros A DM mantém parcerias com empresas e entidades públicas e privadas de diversas áreas, com o objetivo de desenvolver ações, projetos e programas sociais, buscando atingir objetivos comuns, mediante ações e competências compartiladas, com definição das necessidades e expectativas dos parceiros. ntre as principais parcerias, destacamos as citadas nas abelas P1.10, e 4.7. Parceiros (1) Principais Parceiros (2) Objetivos Comuns Secretaria de stado da ducação Secretaria Municipal de ducação ntidades da sociedade civil organizada e órgãos públicos relacionados à questão ambiental (IF, OGs, IMA, Comitês de Bacia). Ministério e Secretarias staduais e Municipais de Saúde. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Promover a educação e a conscientização ambiental. Promover a recuperação e preservação dos mananciais das bacias idrográficas de abastecimento público. Promover a saúde pública. Promover cooperação técnica. Auxiliar os empregados na orientação de seus filos, visando à meloria das relações familiares e no trabalo. (3) Competências Compartiladas / Início Conecimento e recursos para o desenvolvimento do Programa Cuá de ducação Sanitária e Ambiental / Informações, conecimentos e recursos para o desenvolvimento do Programa de Proteção de Mananciais / Conecimento técnico e informações para implementação de programas de promoção da saúde e prevenção de doenças / Conecimento teórico e prático para aprimorar a eficiência dos processos de tratamento de esgoto /2006. Conecimento e espaço físico para o desenvolvimento do Programa de Apoio à Família e ao Adolescente (PAFA) / Secretaria de stado de Desenvolvimento Ações de desenvolvimento Prestar apoio à sociedade. Social e sporte social / abela P1.10 Principais parceiros, objetivos comuns, necessidades e expectativas (4) ecessidades e xpectativas nriquecer o currículo escolar no que tange às questões sanitárias e ambientais. Gestão compartilada dos recursos ídricos e desenvolvimento de ações integradas de proteção ambiental. Apoio na promoção da saúde e prevenção de doenças. Desenvolvimento de pesquisas e de novas tecnologias para tratamento de esgoto por meio do compartilamento de experiências. Desenvolvimento de metodologia de dinâmicas de grupo com temáticas voltadas para meloria das relações familiares. Apoio às ações de desenvolvimento social. i) Relacionamento com outras partes interessadas (1, 2, 3) Denominação, ecessidades e expectativas de outras partes interessadas, Requisitos: descritas na abela P1.11. Partes Interessadas Poder Concedente Ministério das Cidades Órgãos Ambientais (AA, IBAMA, FAM, e IGAM) Ministério e Secretaria stadual de Saúde Comitês de Bacias Hidrográficas Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de sgotamento Sanitário do stado de Minas Gerais ARSA MG e PROCOMG abela P1.11 Outras partes interessadas P2 Concorrência e Ambiente Competitivo ecessidades e xpectativas Universalizar a prestação dos serviços de água e esgoto para o atendimento à ei /07. Preservar o meio ambiente e contribuir para a meloria da qualidade de vida e da saúde da população. Zelar pela observância dos direitos, deveres e obrigações da prestação dos serviços públicos de água e esgoto de qualidade. a) Ambiente competitivo (1) Concorrência: os principais concorrentes da DM são os municípios não concessionários, onde tais serviços são prestados por empresas ou autarquias municipais. (2) Parcela de mercado: a DM opera em 41 (78,85%) dos 52 municípios mineiros da sua área de abrangência. Do total dos municípios operados, 16 (39%) são relativos aos serviços de água e 25 (61%) aos serviços de água e esgoto. (3) Principais fatores que diferenciam a organização no setor: marca forte da mpresa; geração de caixa consistente e solidez financeira; acesso a fontes de financiamento em condições favoráveis para a implementação de sua estratégia de crescimento; receita amparada por contratos de concessão e contratos de programa de longo prazo; disponibilidade de recursos ídricos; outorga para utilização da água da maioria dos mananciais e propriedade ou direito de uso dos terrenos onde se encontram esses mananciais; excelência técnica operacional; e os ganos de escala e escopo em função da capilaridade e da dispersão geográfica. Somase a esses fatores a adoção do MG que resultou na evolução do sistema de gestão evidenciada no istórico de premiações apresentados em P4 ( ). V PRFI

11 Diretoria de Operação Metropolitana DM (4) Mudanças no ambiente competitivo: a aprovação do marco regulatório do setor de saneamento, ei do Saneamento Básico nº /07, é uma das principais mudanças no ambiente competitivo, ao estabelecer diretrizes nacionais para a prestação dos serviços nessa área. Coube à lei fixar, entre outros, os direitos e obrigações dos entes federativos titulares, o exercício das competências regulatórias, de planejamento e fiscalização e as condições gerais de contratação da prestação dos serviços, bem como, exigir a criação de normas e entidade reguladora. Além da ei do Saneamento Básico, outras legislações exigem adequações da mpresa, como a ei stadual nº /2009, que criou a ARSA MG e a R 003/2010, editada por essa Agência que passou a regular a prestação dos serviços ofertados pela Copasa. b) Desafios estratégicos (1) Desafios estratégicos: os principais desafios estratégicos da DM, alinados ao Planejamento stratégico e ao Cenário de Crescimento da Copasa, estão relacionados ao cumprimento das metas do Plano de xpansão de Mercado de sua área de atuação são: a) atingir a meta de 100% de atendimento às populações dos sistemas operados, com água tratada e esgotamento sanitário, até m dezembro de 2012 a DM alcançou o índice de atendimento de 97,21% referente ao abastecimento de água e 81,79% referente ao esgotamento sanitário. b) prestar serviços de esgotamento sanitário em 6 novos municípios onde já detém a concessão de água; c) prestar serviços de água e esgoto em 3 novos municípios com mais de 15 mil abitantes e d) contribuir para o Fortalecimento da Cultura da xcelência mpresarial e a conquista do PQ pela Copasa, até 2014, alcançando dessa forma a Visão de Futuro da Copasa de Ser Reconecida como Referencial de xcelência mpresarial. e) prestar serviços de tratamento e disposição de resíduos sólidos. f) Regulação tarifária e da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário (ARSA MG). (2) stabelecimento de novas parcerias: Agência acional de Águas AA: para implantar o Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas PRODS, que visa a incentivar a implantação ou ampliação de estações de tratamento de esgoto para reduzir os níveis de poluição em bacias idrográficas pelas empresas de saneamento. Governo do stado de Minas Gerais, UFMG e Sociedade Civil Organizada: para implementação do Projeto stratégico Revitalização da Bacia do Rio das Velas Meta 2014 que visa a continuidade do trabalo socioambiental do programa de conservação e revitalização da bacia idrográfica do Rio das Velas. Governo do stado de Minas Gerais, Prefeituras Municipais de Belo Horizonte e Contagem: para execução do Programa de despoluição da bacia da Pampula com intervenções em córregos, vilas e aglomerados, visando implantar redes coletoras e interceptores de esgotos sanitários, objetivando reduzir a carga orgânica lançada na agoa da Pampula. (3) ovas tecnologias: a mpresa possui 40 marcas e 21 patentes registradas no IPI abela P2.1, desenvolve no momento 22 projetos voltados para a definição e incorporação de novas tecnologias abela P2.2. o que tange à introdução de novas ferramentas de gestão, a partir de 1998 a Copasa adotou o MG, introduzido no país pela FQ e preconizado pela ABS como o modelo a ser seguido pelas empresas candidatas ao PQS. A adesão da DM ao modelo deuse gradativamente, conforme apresentado na abela P4.1. A DM utiliza o SADG para apoiar a gestão empresarial de suas Unidades por meio do registro e autoavaliação das práticas de gestão, de acordo com os critérios e requisitos do PQS, possibilitando a medição do IDSG. o âmbito corporativo a gestão da busca de inovações e soluções tecnológicas, visando à otimização dos processos, é coordenada pela Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento ecnológico DVPD, a qual compete prospectar o mercado e celebrar convênios, contratos e termos de cooperação técnica com pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiras, visando à avaliação de tecnologias e a realização de pesquisas destinadas à geração e aplicação de novos conecimentos. Patentes Desenvolvidas em Parceria com mpregados ampão Duplo Apoio Facilita a abertura e diminui os mancamentos dos tampões de ferro fundido em poços de visita, caixas de inspeção e manobras de redes de água, esgoto e fiação. quipamento para ratamento Preliminar em levatórias de sgoto Desenvolvido para operar em elevatória de esgoto, viabilizando a retenção e remoção dos resíduos sólidos grosseiros e areia que cegam às elevatórias pelos coletores, e proporcionando redução dos custos, economia de tempo, agilidade, eficiência e fácil operacionalização do sistema de bombeamento. Meio Filtrante com Uso de Manganês e Rejeito Silicoso para ratamento de Água Filtrar manganês das águas de abastecimento. Móvel quipamento de pequeno porte, de fácil operação, manutenção, mobilidade, manuseio e que proporciona o tratamento dos esgotos sanitários, com vazão de 4,6 l/s. Poço de Visita ratase de poço de visita especial, com degraus, executado em tubo de concreto com bolsa interna. O objetivo é construir PVs resistentes, estáveis, estanques. Selim Cerâmico Cônico Usado em ligações prediais de esgoto, tem por finalidade eliminar o uso de adaptadores. abela P2.1 xemplos de patentes desenvolvidas em parceria com empregados Projetos de ovas ecnologias em Andamento / Objeto 1. Projeto de pesquisa tecnológica intitulado studo Hidrogeológico Ambiental no ntorno da Área xperimental da mbrapa Milo e Sorgo, em Sete agoas (MG): Investigação do Comportamento do itrato e da Atrazina, no solo e na água subterrânea. 2. Avaliar a performance de tubulação flexível em substituição a tubulação rígida usualmente utilizada em poços de captação. 3. Avaliar desempeno de sistema de tratamento orgânico para gases e odores oriundos de fermentação e reação em estação de tratamento de efluentes. 4. Caixa protetora de idrômetro em policarbonato, permite, de forma prática e funcional, a instalação de padrões em muros ou grades de frente dos imóveis, garantindo a leitura correta do medidor sem necessidade da presença do morador. 5. Desentupidora de esgotos Utilizada com cabos espirais, é uma inovação do processo de manutenção de redes de esgotos. Sua segurança e eficiência na retirada dos sólidos aderidos à rede superam as dos processos tradicionais. Custa menos que os dispositivos de idrojateamento também utilizados nestes casos. 6. Poço de visita (PV) em polietileno: monobloco leve. Permite até 5 conexões num mesmo PV, agiliza a execução da obra, reduz riscos de acidente e garante a estanqueidade do PV. abela P2.2 xemplos de projetos de novas tecnologias em andamento / Objeto VI PRFI

12 P3 Aspectos Relevantes Diretoria de Operação Metropolitana DM (1) Requisitos egais e Regulamentares: o ambiente regulatório da Copasa tem por base um conjunto de leis, decretos, portarias, normas, regulamentos e regimentos internos da própria mpresa, alguns dos quais apresentados na abela P3.1. ei n o /95 dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, previsto no Art. 175 da Constituição Federal. F n o /07 regulamenta o setor de Saneamento Básico no Brasil. Decreto nº 7.217/10 regulamenta a ei n o /2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico. ei Federal n o. 9605/98 trata dos crimes e passivos ambientais. ei n o /93 estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras e serviços. C regulamenta as relações trabalistas nos ambientes urbano e rural. Portaria nº /11 MS estabelece procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo umano e seu padrão de potabilidade e dá outras providências. Regulamento de istagem do ovo Mercado disciplina os requisitos para negociação de valores mobiliários de empresas abertas em segmento especial do mercado de ações da BM&F Bovespa, denominado ovo Mercado, estabelecendo regras de listagem diferenciadas para essas mpresas, seus Administradores, Acionista Controlador, Acionistas e membros do CF. ei stadual n o /09 cria a ARSA, em conformidade com a F , de 05/01/2007. R 003/2010 estabelece as condições gerais da prestação e da utilização de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário regulados pela ARSA MG statuto Social define as competências da mpresa no que tange ao abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, as atribuições e responsabilidades dos administradores. Código de Conduta Ética sistematização de Diretrizes éticas que norteiem e guiem a atuação cotidiana da Copasa como empresa cidadã, em prol da vida, tendo como referência os D , de 04/12/2003, e , de 04/10/2004, bem como os Os da mpresa. FAM regulariza o processo de tratamento de água e esgoto ei stadual /2002, ei 9.985/2002, D/COPAM 74/2004, D/COMAM 58/2007, ei /2012 I.º 8.078/90 Código de Defesa do Consumidor dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Código de Posturas Municipais regulamenta a utilização do espaço urbano. Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e egociação de Valores Mobiliários de missão da Copasa estabelece políticas de divulgação e manutenção de sigilo de atos e fatos relevantes e negociação de Valores Mobiliários de emissão da mpresa e suas Subsidiárias Integrais. abela P3.1 Ambiente regulatório (2) ventuais Sanções ou Conflitos: a DM, em sua área de atuação, possui ações e litígios judiciais em trâmite, tais como: indenizatória, obrigação de fazer e revisão de consumo, devidamente acompanados e tratados pela Procuradoria Jurídica PRJU da mpresa (4.1d). (3) Requisitos de menor importância: todos os requisitos apresentados nos critérios de 1 a 7 são considerados importantes para a gestão da organização. P4 Histórico da Busca da xcelência (1) Histórico da Busca da xcelência: conforme apresentado na abela P4.1. Ano 2003 Busca da xcelência Adoção do Sistema de Gestão pela Qualidade. Seminários de sensibilização para implantação da Gestão pela Qualidade. reinamento de gerentes e técnicos na Fundação Cristiano Otoni. Implantação do Programa "5S". Implantação do Sistema de Padronização dos Procedimentos Gerenciais Implantação do SAP Participação no PQS/2006, com a premiação da SPBH na faixa Prata (nível II) laboração do Plano de xpansão do Mercado de atuação da mpresa Reestruturação da DM Participação no PQS/2008, com a premiação do DPM na faixa Prata (nível II) Aprovação do Projeto stratégico PQS Criação do Sadge Unidade. Implantação do Balanced Scorecard (BSC). Implantação do Programa SOU + Copasa Participação no PQS/2009, com a premiação da DM na faixa Prata (nível II) Revisão do Planejamento stratégico Aprovação do Projeto Gestão Classe Mundial PGCM Participação no PQS/2010, com a premiação da DM na faixa Ouro (nível II) Prêmio Aberje 2010 Regional destaca as melores práticas de comunicação organizacional desenvolvidas pelas empresas com Programa Cuá. Implantação do Projeto Gestão Classe Mundial PGCM Reestruturação da DM Participação no PQS/2011, com a certificação de participação da DM (nível III) Participação no PQS/2012, com a certificação de participação da DM (nível III) Prêmio Ouro Azul valoriza ideias de proteção e uso racional dos recursos ídricos, com o projeto Cogeração de nergia aproveitamento energético do biogás da stação de ratamento de sgoto Arrudas. abela P4.1 Histórico da excelência VII PRFI

13 P5 Organograma (1) Organograma com a estrutura organizacional e lideranças da DM Diretoria de Operação Metropolitana DM (2) Principais equipes da DM quipe Coordenador Principais Participantes da DM SADG João Couto (DPP/DVD) William Allam (SPAC), neida Magalães (SPBH), Clébio Batista (SPM), ugênio Álvares(SPS), Délio Fonseca (SPPR) e úlio omagnini (SPM) SADG Unidade João Couto (DPP/DVD) Gerentes dos Distritos e Divisões. Padronização Ítalo de Paula (DPP/DVD) mpregados designados nas Divisões e Distritos. Projeto Gestão Classe Mundial PGCM Comissão Interna Permanente para Gestão integrada do Uso ficiente da Água e nergia létrica CIC Ildeu A. Faria (Institucional) uiz Cláudio (SPAC/DVQM) Paulo Cerem (SPG/DV) mílio (SPM), Rodrigo (SPPR), Wilimar e duardo (SPM), Marluce e Regina (SPBH), Rodrigo (SPPR), Fernanda (SPS), Albertina e Carlos adeu (SPAC) uiz ogueira (DPM) e representantes da SPS, SPPR, SPBH e SPM. VIII VIII PRFI

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15 1 iderança 1.1 Governança Corporativa 1.1.a quidade entre os sócios, proteção de direitos e controles dos atos da direção Diretoria de Operação Metropolitana DM A Copasa, omologada como mpresa de capital aberto, busca o constante aprimoramento das práticas de Governança Corporativa (i2006), visando assegurar o tratamento justo e igualitário entre os sócios minoritários (abela 1.1.1) e à proteção dos direitos de seus empregados, investidores, clientes, fornecedores e demais partes interessadas (abela 1.1.2), traduzidos em requisitos legais, regulamentares e contratuais (4.1d) e dos processos principais do negócio e de apoio (7.1a). O controle dos atos da direção (abela 1.1.3) está estabelecido no statuto Social, nos Regimentos Internos de Instâncias Diretivas, na Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e de egociação de Valores Mobiliários de missão da Copasa e no Código de Conduta Ética. Responsável e Continuidade Diretoria da Copasa (i2005) Diretoria da Copasa (i2006) Diretoria Financeira e de Relações com os Investidores (i2006) abela quidade entre os sócios Mecanismos Orientada no statuto Social e no Código de Conduta Ética, a Diretoria assegura a comunicação de informações fidedignas, transparentes e isonômicas, permitindo o acompanamento do desempeno da Copasa, visando à competitividade, rentabilidade e segurança financeira do capital, estando sob avaliação periódica das Auditorias interna e externa. Inserção de Cláusula Compromissória no statuto Social emissão exclusiva de ações ordinárias, com direito de voto por todos os acionistas; atuação com um Conselo de Administração; concessão aos acionistas minoritários de tag along de 100% (condições idênticas às oferecidas ao acionista majoritário, no caso de alienação do controle), resolução de toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre a Copasa, os seus acionistas, administradores e membros do Conselo Fiscal, por meio da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&F BOVSPA. Ingresso no ovo Mercado BM&F BOVSPA S.A Considerado o principal compromisso da Copasa com as melores práticas de gestão que visam assegurar a equidade e proteção dos sócios, pois gera valor ao facilitar o acesso ao capital, contribuindo para a perenidade da mpresa. Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante Apresentação da situação econômicofinanceira, projetos e perspectivas da Copasa, em reuniões públicas anuais, com analistas e investidores. Parte Interessada Mecanismos de Proteção dos Direitos Responsável pela Verificação Poder concedente ei 11445/07 e Contratos de Programa. Diretoria xecutiva, Conselo de Administração e Assembléia Geral e Ministério Público. Auditoria Interna e xterna, Fornecedores ei 8666/93 e normas específicas. ribunais de Contas e Ministério Público. Clientes Código de Defesa do Consumidor, Resolução 003/2010 ARSA MG e AUDI, PROCO e ARSA MG. normas específicas. Sociedade egislações, Políticas Sociais e Ambientais e normas específicas. Auditorias Interna e xterna e SMAD. mpregados egislações, Código de Conduta Ética, normas específicas e Acordos AUDI Comissão de ética, Coletivos. Sindicato, MP e M. abela Mecanismos de proteção dos direitos das demais partes interessadas Responsável e Continuidade AUDI Auditoria Interna (desde a criação da mpresa) Assembleia Geral (desde a criação da mpresa) Conselo de Administração (desde a criação da mpresa) Diretoria xecutiva (desde a criação da mpresa) Comissão de Ética (i2005) COS (i2003) abela Controle dos atos da direção Mecanismos de Controle Avalia, de forma sistemática e disciplinada, os sistemas de controles internos da Copasa e subsidiárias, verificando a integridade, a adequação, a efetividade, a economicidade e a otimização dos recursos empregados pela mpresa. A Auditoria Interna subordinase ao Conselo de Administração, assegurandole independência e imparcialidade para: planejar e executar os trabalos em todos os sistemas de controle; identificar falas e/ou irregularidades; propor melorias; recomendar e acompanar a implantação de ações. As reuniões ordinárias têm como objetivo tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras, deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos e eleger os administradores e os membros do Conselo Fiscal. É a instância mais alta da administração da Copasa. Órgão de deliberação colegiada responsável pelo estabelecimento das Políticas e Diretrizes gerais da mpresa, incluindo as estratégias de longo prazo. As reuniões ocorrem, mensalmente, sendo as suas atribuições: convocar a Assembleia Geral; aprovar os planos de investimento e de orçamentos; eleger os Diretores e determinar as suas responsabilidades; aprovar novas concessões, o plano de cargos e salários, os investimentos ou despesas não previstas no orçamento anual e escoler e destituir auditores independentes, conforme statuto Social. as reuniões semanais, a DM presta conta das suas ações à Diretoria xecutiva que as aprovam por meio de votações dos seus integrantes. Composta por seis membros. Coordena a observância e o cumprimento das Diretrizes estabelecidas no Código de Conduta Ética, para garantir o desenvolvimento e a preservação da cultura ética. O Conselo de Ética Pública do stado de Minas Gerais controla os atos do Diretor de Operação Metropolitana (1.1c). As informações relativas às demonstrações financeiras e operacionais e as suas respectivas análises, bem como as informações corporativas e societárias (m2007), são disponibilizadas pela Divisão de Relacionamento com Investidores DVRI, no site nas versões português e inglês. Além disso, são realizadas teleconferências trimestrais para a divulgação dos resultados financeiros, quando são elaborados os relatórios sobre o desempeno da Copasa e colocados à disposição dos investidores, analistas e mercado em geral, de acordo com os canais de comunicação (abela 1 IDRAÇA

16 Diretoria de Operação Metropolitana DM 1.1.4). Dessa forma, a prática espela o estado da arte, pela forma transparente com que a Copasa exerce a Governança Corporativa, comprovada por diversas premiações (abela 1.1.5). A Copasa divulga (m2011) informações de demonstrações financeiras superiores àquelas já impostas pela legislação brasileira, de acordo com padrões internacionais International Financial Reporting Standards IFRS ou Generally Accepted Accounting Principles U.S. GAAP, sob a responsabilidade da Diretoria Financeira e de Relações com os Investidores DFI. Mecanismo Descrição Continuidade Responsável Relatórios Release rimestral de Resultados; Demonstrações Financeiras Anuais Completas DFP, Formulário de Referência Anual, Balanço Social Anual, Release Operacional Mensal, Relatório de Sustentabilidade Anual, Informações rimestrais IR, Relatório da Administração Anual. (i2006) O site de relações com investidores é atualizado, continuamente, com informações DVRI Fale com a DVRI (site, e telefone) operacionais, financeiras, comerciais e organizacionais relevantes, nos idiomas português e inglês (www.copasa.com.br/ri), para que os analistas do mercado, investidores e interessados conversem, diretamente, com a equipe de Relação com Investidores por meio de s. (m2007/m2009) Reuniões da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais APIMC, com apresentação e discussão aberta sobre o desempeno e os resultados da Copasa; foram realizadas seis em 2009, e sete em 2010 e 2011, nas (m2006) cidades de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Uberlândia, Juiz de Fora e Porto Alegre, espelando o estado da arte. ncontro com analistas e investidores xpo Money realizada em Belo Horizonte, com a participação de cerca de interessados em conecer melor a Copasa. Ao final de 2010, como resultado dessa forma proativa e inovadora de comunicação com o mercado, 14 instituições elaboraram relatórios com recomendações sobre a mpresa. Realização de reuniões individuais ou coletivas com investidores (on Deal Road Sows nacionais e internacionais), nos principais centros financeiros do Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo), da uropa (ondres, Madri, Amsterdam, Frankfurt, stocolmo, Zurique, Rotterdam, Genebra, dimburgo) e da América do orte (stados Unidos e Canadá). Copasa Day visita dos analistas de mercado de capitais nacional e internacional às unidades operacionais da mpresa. Visitas voluntárias de investidores interessados em conecer a mpresa. Ocorre, trimestralmente, após a divulgação dos resultados, com tradução para o eleconferências inglês e, também, sob demanda. abela Comunicação com os investidores Continuidade (i2010) Descrição (m2009) (m2010) (m2010) (m2011) (m2011) PR e DFI Premiação na 12ª edição do IR Global Rankings 2010, que classifica e identifica as melores práticas na área de Relações com Investidores. o ranking da América atina, a Copasa ficou no OP 5 da categoria Divulgação Financeira, que premia as organizações com as melores práticas de disclosure financeiro e operacional, sendo que, em sua primeira participação no processo, a Copasa passou a fazer parte da carteira do Índice de Sustentabilidade mpresarial da BM&F BOVSPA. Participação em importantes índices do mercado de ações brasileiro o IBrX 100 (que lista as 100 ações mais líquidas da bolsa), o Índice de Ações com ag Along Diferenciado, o Índice de Governança Corporativa Diferenciado e o Índice de Small Caps; participação no ovo Índice da BM&F BOVSPA, o Índice de Governança Corporativa rade, que avalia, (m2011) diariamente, o desempeno das ações emitidas por empresas que adotam, voluntariamente, padrões de Governança Corporativa diferenciados. A diferença em relação ao Índice de Governança Corporativa Diferenciado é que esse terá reavaliações quadrimestrais, considerando critérios de liquidez em sua avaliação. roféu ransparência A Copasa conquistou o Prêmio AFACFIPCAFISRASA XPRIA, mais conecido como roféu ransparência, que reconece empresas nacionais que se destacam no trato e divulgação transparente de suas (m2012) demonstrações financeiras. A premiação é promovida, anualmente, sendo avaliados critérios como qualidade do relatório da administração e consistência dos dados divulgados, com base nos balanços publicados no mercado. A Compania foi ainda selecionada, pelo terceiro ano consecutivo, a compor a carteira do IS da BM&FBOVSPA. abela Reconecimento de práticas de governança corporativa 1.1.b Valores e Princípios Organizacionais Os valores e princípios organizacionais (abela 1.1.6) são estabelecidos no processo de elaboração do Planejamento stratégico P, sob coordenação do DPP, com a participação das lideranças da DM (i2003), contemplando a Visão de Futuro, o egócio, a Missão, os Objetivos stratégicos, além das Políticas e Diretrizes stratégicas que norteiam a mpresa. Por decisão corporativa, esses valores e princípios são atualizados a cada dois anos. Com a participação de lideranças da DM (m2005), as percepções obtidas possibilitam definir propostas de revisão da Visão de Futuro, Missão e Objetivos, que são discutidas em reuniões de Diretoria xecutiva, para se cegar a um consenso, sendo, posteriormente, as alterações avaliadas e aprovadas pelo Conselo de Administração. Com a realização de worksop que conta com a participação do corpo gerencial da DM (m2009), são revistos os princípios e os valores organizacionais que, posteriormente, são aprovados pela Diretoria xecutiva e pelo Conselo de Administração, conforme etapa do processo de revisão do P 2010 (2.1d). ssa prática está sistematizada no PGP DVP laboração, acompanamento e revisão do P, revisado em 2010 e IDRAÇA

17 Diretoria de Operação Metropolitana DM I Definição do egócio Soluções em abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. II Missão Prover soluções em abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental. III Visão de Futuro Ser reconecida como referencial de excelência empresarial. Valores e Princípios Organizacionais IV Princípios de Atuação da mpresa Diálogo permanente com o poder concedente; Crescimento sustentável; Responsabilidade socioambiental; Preservação dos recursos ídricos; Alto nível de Governança Corporativa; Atenção aos interesses dos acionistas; Valorização dos empregados; Foco na satisfação do cliente; Qualidade dos serviços prestados; Parceria no relacionamento com os fornecedores. Valores e Princípios Organizacionais V Políticas mpresariais Gestão mpresarial: praticar modelo de gestão orientado no P, com foco na sustentabilidade do negócio; Gestão Operacional: atingir a excelência nos sistemas operacionais, compatível com a relação custobenefício; Gestão de mpreendimentos: planejar, executar e gerir os empreendimentos; ogística e Infraestrutura Administrativa: promover soluções em logística e infraestrutura administrativa; Gestão de Pessoas: promover desenvolvimento, bemestar, saúde, segurança e valorização dos empregados; Concessões: manter e ampliar as concessões; Desenvolvimento ecnológico: promover o desenvolvimento tecnológico dos produtos, serviços e processos; Comunicação Social: promover a comunicação de forma clara e transparente; Gestão Comercial: promover a comercialização de produtos e serviços e aprimorar o relacionamento com os clientes; Gestão Ambiental: contribuir para a preservação do meio ambiente; Auditoria: identificar a conformidade dos processos e promover ações preventivas e/ou corretivas; Relacionamento com Investidores: disseminar as informações, perspectivas e estratégias para o mercado de capitais; Resíduos Sólidos: estabelecer estratégias e prover soluções para atuação no mercado de resíduos sólidos; ecnologia da Informação: prover soluções de I e telecomunicações que atendam às estratégias e processos do negócio; ovos egócios: identificar e avaliar oportunidades para efetivar novos negócios no Brasil e no exterior; Gestão de Processos Jurídicos: promover a defesa e a segurança jurídica empresarial; Gestão Financeira: gerir os recursos financeiros com foco na expansão e sustentabilidade; Gestão Contábil: atribuir qualidade e confiabilidade ao registro dos atos econômicos e financeiros; Gestão da Responsabilidade Social: estabelecer, promover e consolidar ações de responsabilidade social. abela Valores e princípios organizacionais 1.1.c Regras de conduta A Copasa estabelece as regras de conduta para os integrantes da administração e força de trabalo (i2003) de acordo com os princípios, crenças e valores (abela 1.1.6), visando o relacionamento com as partes interessadas, inclusive com os concorrentes. O Conselo de Administração aprovou (m2005) o Código de Conduta Ética (abela 1.1.7) contendo os deveres e as vedações como formas de prevenção contra a ocorrência de assédio, corrupção e fraudes, maior segurança aos denunciantes no que se refere ao sigilo das informações e nomes dos envolvidos (m2007). Foi aprimorado com a atualização dos instrumentos normativos afetos ao recebimento e apuração de denúncias (m2012). Os canais de comunicação disponíveis interna e externamente (abela 1.1.7), estão aptos a receber reclamações, denúncias e sugestões. Assim, a conduta de todos os empregados, estagiários e aprendizes, prestadores de serviços e os que exercem mandato por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, ainda que transitoriamente e sem remuneração, é estabelecida no referido Código, nos Regimentos Internos das Instâncias Diretivas, no statuto Social, na Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante, na egociação de Valores Mobiliários de missão da Copasa e no conjunto de ormas e Procedimentos P, com destaque para as Ps Sistema Disciplinar e Segurança da Informação. Primando pela observância e cumprimento das Diretrizes estabelecidas no Código e para garantir o desenvolvimento e a preservação da cultura ética, a DM conta com a Comissão de Ética que atua como um fórum coordenador. A Comissão foi instituída pela Copasa para tratar as questões éticas nos relacionamentos internos e externos e apurar as denúncias de violações do Código, conforme Manual de Procedimentos para Apuração de Denúncias e Irregularidades. As violações às regras de conduta ética acarretam censuras aplicadas pela Comissão de Ética e podem, também, constituir infrações passíveis de medidas disciplinares, incluindo a rescisão contratual, observadas a legislação e a P Sistema Disciplinar nº 77055/3, revisada em 2011 e aprovada pelo Conselo de Administração. A DM (m2008), atuando de forma educativa realiza palestras, reuniões (específicas e do Sistema de iderança), distribuição de cartilas personalizadas e treinamentos, visando disseminar o conteúdo do Código e orientar os empregados, estagiários, aprendizes e prestadores de serviços, quanto ao comportamento ético dentro e fora da mpresa. Partes Interessadas mpregados, Meio Ambiente Imprensa e Sindicatos Clientes e Comunidade Comissão de Ética, Ouvidoria. Canais de Comunicação Internet, Comissão de Ética, Ouvidoria, Call Center (115), Fale Conosco, Agência de Atendimento. Internet, Comissão de Ética, Ouvidoria. Acionistas Fale com RI. Fornecedores Internet, Ouvidoria, icitações e Comissão de Ética. Princípios e valores do Código de Conduta Ética: boa fé, onestidade, transparência, legalidade, moralidade, respeito e justiça, fidelidade ao interesse público, impessoalidade, imparcialidade, dignidade e decoro no exercício das funções, lealdade, publicidade, cortesia, cooperação, eficiência, presteza e tempestividade, assiduidade e pontualidade. abela Conduta ética e canais de comunicação 3 IDRAÇA

18 egais e conômicofinanceiros Ambientais Operacionais Política de Gestão mpresarial. Do egócio Diretoria de Operação Metropolitana DM Comprometidos com os padrões éticos, os Gerentes das Unidades da DM verificam o cumprimento do Código na observância do comportamento dos seus subordinados na execução de suas atividades. Além disso, nos comunicados referentes à conduta dos empregados, os Gerentes citam itens do Código referente ao assunto tratado, quando pertinente. Quando á violação do Código de Conduta Ética, cabem aos Gerentes da DM as atribuições de receber as denúncias e/ou identificar irregularidades praticadas contra os interesses da Copasa; caso a denúncia seja anônima, encaminála à AUDI para avaliação; caso a denúncia contena denunciante identificado, avaliar as características, o teor e a especificidade do assunto e decidir, com o apoio e a consultoria da AUDI, quando necessário, se a apuração será feita pela própria Unidade Organizacional ou se a denúncia será encaminada à Comissão de Ética e; prestar apoio, quando solicitado, em processo de apuração de denúncias e irregularidades. Para recebimento de denúncias de todas as partes interessadas, a DM mantém a Ouvidoria, instituída pela mpresa (m2007), como canal de comunicação direta com a sociedade, além dos demais canais apresentados em (3.2a). A Ouvidoria recebe, também, denúncias referentes a assuntos contábeis e de auditoria. Os canais de atendimento disponíveis para acessar a Ouvidoria são: carta, fax e Internet. Os assuntos que dizem respeito à violação do Código de Conduta Ética, até a posição de Cefia de Departamento, são julgados pela Comissão de Ética e os originados em ierarquias superiores (Diretores, Presidente, VicePresidente, membros dos Conselos), pelo Conselo de Ética Pública de Minas Gerais COS. 1.1.d Riscos empresariais A DM identifica os riscos empresariais (i2003) mais significativos que podem afetar as atividades por meio da verificação das fraquezas e ameaças análise do ambiente interno e externo, respectivamente, utilizando a metodologia Swot (m2008). Os riscos são classificados considerando os possíveis impactos: no negócio, operacionais, ambientais, legais e econômicofinanceiros. São analisados por meio do cruzamento das forças e fraquezas com as ameaças e oportunidades nas reuniões do Sistema de ideranças (1.1e). Desta análise, são estabelecidas ações preventivas para o tratamento dos riscos (abela 1.1.8). ratamento Classif. Principais Riscos Prática Política Desdobramento na DM Rescisão unilateral dos contratos de concessão. ão renovação dos contratos de concessão. ão atingir as metas de expansão de mercado. Redução do índice de satisfação dos clientes. Crescimento da demanda de clientes pelos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário superior à capacidade de infraestrutura instalada. Vencimento da vida útil dos sistemas de água e de esgotamento sanitário. Aumento significativo de perdas de água. Impactos relacionados à seca e à estiagem. Descumprimento/rescisão unilateral dos contratos por fornecedores de produtos e serviços. Pane nas instalações e equipamentos pertencentes aos Sistemas de Abastecimento de Água SAA e aos Sistemas de sgotamento Sanitário SS. Redução da capacidade de produção dos mananciais. Poluição/contaminação das fontes de produção. Acidentes ambientais com impactos nos mananciais. Rompimento de barragens. Ações do Ministério Público e órgãos ambientais. Regulamentação da ei de Saneamento n o /07. Aumento dos custos decorrentes de imposições legais. feitos da Regulação dos Serviços de Água e sgoto. Redução de receita. Aumento de custos. Restrição de recursos financeiros para realização dos investimentos. levação do índice de inadimplência por parte dos órgãos públicos (parceiros) e do poder concedente. abela Principais riscos empresariais classificação e tratamento De Concessões De Gestão Comercial De Gestão de mpreendimentos De Gestão Operacional. De Gestão de mpreendimentos. De Gestão Ambiental De Gestão Operacional. De Gestão Financeira. De Gestão Comercial. Cumprimento das cláusulas do Contrato de Programa. Plano de xpansão de Mercado PM. Comunicação eficaz e negociação contínua com o Poder Concedente. egociação de Débitos. Política de Factíveis. studos de Crescimento Demográfico. Programa Integrado de Perdas de Água e nergia létrica P. Manutenções, Preditivas e Preventivas dos SAA e SS. Plano de Ações Contingenciais. Monitoramento do Uso da Água nas bacias idrográficas Cumprimento da legislação Ambiental. Planos de Ações Contingenciais. Rede de Percepção de Odor Cumprimento da legislação Ambiental. Criação da Superintendência para Assuntos de Regulação dos Serviços ARSA MG. Programa Integrado de Perdas de Água e nergia létrica P. Programa de Desconto Progressivo para Prefeituras. 1.1.e omada, comunicação e implementação de decisões. a DM as principais decisões são tomadas nas reuniões ierarquizadas do Sistema de iderança (abela 1.1.9), por meio de debates dos assuntos das pautas e votação, seguindo uma ordem de prioridade, com base em resultados de indicadores de desempeno relativos aos planos e programas (2.2a). O controle e o cumprimento da pauta das reuniões são realizados pelo respectivo Gerente, que acompana o calendário e remaneja as datas, quando for necessário. As decisões referentes aos assuntos de maior complexidade são levadas à D e à Presidência para discussão e aprovação, por meio de Proposta de Resolução da Diretoria PRD. O Sistema de ierarquização de reunião se orienta por um calendário, permitindo às Unidades da DM o repasse de informações, a partir do acompanamento de uma pauta preestabelecida e dos registros em atas. 4 IDRAÇA

19 omada de decisão Comunicação de decisão Implementação de decisão Diretoria de Operação Metropolitana DM Objetivos ome Freqüência Desde Responsável Participantes Assuntos Conselo de Criação Presidente do Corporativo, estratégico, Mensal Membros do CA e D Administração Copasa Conselo operacional e administrativo. Criação Corporativo, estratégico, D Semanal Presidente Membros da D Copasa operacional e administrativo. Diretoria Metropolitana Gerencial Operacional ou Setorial Semanal (i2006) Diretor Semanal ou Mensal Mensal (i2005) (i2005) xtraordinária Situacional (i2005) Poder Concedente Situacional (i2005) Sociedade Situacional (i2005) abela Sistema de ierarquização de reuniões Cefe de Departamento ou Superintendentes Gerente de Distrito ou Divisão iderança pertinente iderança pertinente. iderança pertinente Diretor, Cefe de Departamento e Superintendentes Cefe de Departamento, Superintendentes, Gerentes de Divisões e de Distritos. Gerente de Distrito ou de Divisão, écnicos, ncarregados de Sistemas e/ou Setores, mpregados das Unidades Partes interessadas Partes interessadas Partes interessadas Corporativo, estratégico, operacional e administrativo. Corporativo, estratégico, operacional e administrativo. Corporativo, estratégico, operacional e administrativo. Assuntos de caráter emergencial Assuntos diversos: estabelecimento de parcerias, convênios, encontro de contas, programação de obras, renovação/ concessão de serviços e outros. Interesses de Associações de Bairros, Câmaras, Comitês de Bacia, OG, SIPAM, Clube de Serviços, COMDC, CODMA. Órgãos de Governos As decisões e informações relevantes são comunicadas aos principais interessados na DM pelos meios de comunicação (abela ), sendo as de maior complexidade por meio de Comunicado de Resolução da Diretoria CRD. Meios de Comunicação Reuniões Correspondências externas e internas Meio eletrônico Continuidade, Finalidade, Assunto e Público Alvo as reuniões do Sistema de iderança (i2003) as decisões são comunicadas de forma integrada à força de trabalo e demais partes interessadas. Utilizadas de forma sistemática, (i1974), subsidiam as Gerências da DM na elaboração das respostas aos questionamentos feitos pelas partes interessadas, demonstrando comprometimento na busca de soluções que armonizem os interesses de todos. Foi elaborado o Manual de Comunicação Administrativa (m2004), revisado em 2010, orientando e padronizando a comunicação formal adotada por todas as Unidades da mpresa. Foi implantado corporativamente a Comunicação Institucional por meio do GD (m2011) (5.1b), buscando maior agilidade na comunicação e implementação das decisões entre unidades e partes interessadas, visando uma maior economia de tempo e gastos. A Copasa e DM (i2003) disponibilizam e comunicam as decisões tomadas aos empregados e partes interessadas, inclusive as que se referem à aprovação das estratégias e objetivos da organização, utilizando a Intranet, s e Público U (caixa de entrada) e desde 2006 utilizando o site da Copasa (www.copasa.com.br). Foi implementado o sistema de transmissão de mensagens em tempo real via Smartpone (m2011), para Diretores, Cefes de Departamento, Superintendentes e Gerentes de Unidades Operacionais. abela Comunicação das decisões na DM Os principais mecanismos de implementação das decisões estão descritos na abela Métodos/Continuidade Descrição Responsáveis Práticas Orçamento Operacional e Programa de Investimentos (i2003) Desdobramento das stratégias (i2003) Plano de Melorias do Sistema Gerencial (PMSG) (m2008) Balanced Scorecard (BSC) (m2009) Compõem o Orçamento mpresarial da Copasa e visam a implementação dos planos de ação para o ano seguinte. O controle é realizado por meio do SAP em módulo específico. Relatório com informações referentes aos indicadores estratégicos, metas de curto e longo prazo, ações e seus responsáveis. Matriz de Divulgação do Desdobramento das stratégias da DM. laborado no início de cada ano após as avaliações internas e/ou externas visando à inclusão das ações de melorias gerenciais a serem executadas no próximo período. Propicia o acompanamento do desempeno global das Unidades, a avaliação do desempeno dos indicadores e a comparação em relação às outras Unidades da mpresa. abela Mecanismos de implementação de decisões 1.1.f Fatos relevantes Unidades da DM, sob a coordenação do DPP/DVF Unidades da DM, sob coordenação da SPAC/DVQM. 2.2c 7.3c 7.3e. 2.2b ideranças da DM 2.2b ideranças da DM Desde a abertura de capital em 2003 e IPO em 2006, a Copasa comunica, prontamente, os atos ou fatos relevantes da administração à Comissão de Valores Mobiliários CVM, à BM&FBOVSPA, à sociedade e às demais partes interessadas, em conformidade com a ei das SAs, a Instrução da CVM nº. 358, de 2002, e a Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e negociação de valores mobiliários de emissão da Copasa. O Ato ou Fato Relevante é disponibilizado para a CVM por meio eletrônico, disponível na página da entidade, na internet, e publicado em jornais de grande circulação e no site de Relações com Investidores. A Copasa baseiase na lei, instrução e política anteriormente citadas para determinar se um fato deve ou não ser considerado relevante, para fins de divulgação pela Divisão de Relações com Investidores DVRI, b 5 IDRAÇA

20 Diretoria de Operação Metropolitana DM em cooperação com a Superintendência de Comunicação Institucional SPCA, que dispõe de práticas e outros meios de interação com a sociedade e demais partes interessadas (abela 1.2.1). a DM outros fatos relevantes são identificados, diariamente, durante 24 oras (m2009), por meio do SOS Copasa prática que permite medir o nível de gravidade e repercussão de ocorrências do tipo: desabastecimento de grandes consumidores e áreas estratégicas como presídios, aeroportos, rodoviárias e ospitais, além de bairros e regiões de qualquer cidade por mais de 24 oras; contaminação de mananciais, com impacto na qualidade da água bruta captada; contaminação da água tratada; acidentes com vítimas fatais ou feridos envolvendo obras ou veículos da Compania; incêndios em áreas de preservação e panes em sistemas informatizados que prejudiquem o atendimento aos clientes. As informações são lançadas no SAP pelos gestores das unidades operacionais, com base em critérios previamente estabelecidos na Cartila SOS, disponível na Intranet. m seguida, são processadas no SAP, que emite uma nota identificando o nível de gravidade e repercussão de cada situação. As ocorrências com nota maior ou igual a nove são, automaticamente, comunicadas à Centro de Operações de Sistemas COS, em Belo Horizonte, e à SPCA, que define quem deverá ser informado a respeito se o Presidente, Diretor ou Cefe de Departamento, de forma a garantir a pronta comunicação dos fatos às partes interessadas. A agilidade requerida dessa prática ganou impulso com a estruturação de uma Rede de Comunicação na Copasa (m2010), coordenada pela SPCA e composta de um comitê de facilitadores por Diretoria. Seu objetivo é contribuir para tornar a comunicação mais atenta aos acontecimentos e sentimentos dos públicos interno e externo, sintonizandoa com a realidade das pessoas, áreas e comunidades. São critérios básicos para integrarse à rede: que o empregado tena disposição para participar e envolverse com as questões da mpresa, ser abilidoso ao lidar com as pessoas e trabalar em equipe. ntre outras atribuições, cabe aos facilitadores de cada comitê identificar fatos e informações relevantes para divulgação interna ou externa; estar atentos e antecipar informações acerca de crises iminentes, a fim de amenizar seus impactos ou até mesmo impedilas, por meio de ações adequadas de comunicação; e acompanar notícias e fatos nas comunidades que possam interferir na reputação da Copasa. 1.1.g Prestação de contas O Diretor da DM presta contas, ao Presidente e demais Diretores, de suas ações e resultados alcançados nas reuniões semanais da Diretoria xecutiva (1.1e), e ao Conselo de Administração, que o elegeu, nas reuniões mensais e ordinárias em relação aos relatórios de contas da Diretoria, bem como sobre as demonstrações financeiras do exercício, que também são submetidas às Assembléias Ordinárias. A Diretoria xecutiva passou, também, a realizar reuniões itinerantes, trimestrais (m2010), em cidades sedes dos Departamentos, contando com a participação de todos os Diretores e Cefes de Departamentos Operacionais. essas reuniões, a DM, também, presta contas em relação ao Plano de xpansão de Mercado; concessão de abastecimento de água e esgotamento sanitário; operacionalização das estações de tratamento de esgotos implantadas; soluções de alternativas de projetos de esgoto; acompanamento da execução do Programa de Investimentos PI e aquelas relativas à prevenção dos riscos de infraestrutura dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. as Unidades da DM a prestação de contas se dá conforme descrito na (abela ). íveis Fóruns/Descrição Participantes Frequência e Continuidade m reuniões ordinárias, com repasse de informações das Departamento, reuniões da Diretoria xecutiva, cumprimento do PI, Diretor, Cefe de Superintendências concessões, resultados e acompanamento de Departamento, Assessor e Semanal (i2006) e Assessoria com a indicadores, resultado do monitoramento de riscos Superintendentes. DM operacionais, demandas operacionais/ administrativas. Distritos e Divisões com as Superintendências quipes com Distritos e Divisões m reuniões ordinárias, com repasse de informações das reuniões da DM e itens citados acima. m reuniões ordinárias, com repasse de informações das reuniões da Diretoria e Superintendências e itens citados acima. abela Mecanismos de prestação de contas na DM Gerentes de Distritos e Divisões e Superintendentes Gerentes de Divisão e suas equipes, Gerente de Distrito e ncarregados dos Setores e de Sistemas. Semanal ou mensal (i2005) Mensal (i2005) Corporativamente, a direção da Copasa presta contas das suas ações e resultados por meio da Assembleia Geral, em cumprimento ao que determina a legislação e em consonância com a Política de Relacionamento com Investidores. ratase de prática corporativa sob a responsabilidade da Secretaria Geral, sendo realizada uma Assembleia Geral Ordinária, com frequência anual, dentro dos quatro meses seguintes ao término de cada exercício social, e Assembleia Geral xtraordinária, sempre que os interesses sociais o exigirem. As prescrições legais pertinentes e as disposições do statuto Social da Copasa são observadas em sua convocação, instalação e deliberação. A dinâmica da Assembléia Geral e Assembléia Geral Ordinária e de outras práticas utilizadas pela mpresa para prestar contas de suas ações e resultados (abela ), têm por base a transparência e a responsabilidade corporativa, visando garantir a equidade de tratamento aos acionistas. íveis Fóruns/Descrição Participantes Frequência e Continuidade Copasa com Acionistas e Mercado Copasa com o Governo do stado Site da Copasa: divulgação de resultados trimestrais e relatórios anuais. Reunião do CA volução dos orçamentos e metas para o exercício; P e Programa Plurianual de Investimentos. abela Fóruns e outros mecanismos de prestação de contas Sociedade Conseleiros rimestral e anualmente (m2006). Quando necessário (i1978) e mensalmente (m2005). 6 IDRAÇA

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