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1 No segundo trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de 1,41%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,51% e o mercado de bolsa valorizou-se 5,5%, quando medido pelo Ibovespa. Neste trimestre, a principal contribuição positiva veio da estratégia de renda variável no Brasil. A estratégia de renda fixa local também apresentou resultados positivos. As estratégias em moedas geraram resultado negativo, sendo que optamos por adotar alguns seguros, através do mercado de opções. Nossa utilização de risco elevou-se quando comparada àquela dos últimos trimestres, para uma média de aproximadamente 11 pontos de estresse. Esta medida oscilou entre um valor mínimo de 9,4 e um máximo de 14,9 pontos de estresse. Cabe ressaltar que tais medidas foram reduzidas pelo uso de seguros através do mercado de opções de taxa de câmbio. Em relação à distribuição de risco entre estratégias, sempre medido pelo cálculo de estresse, a maior alocação, sendo responsável pela principal contribuição positiva, foi em renda variável. As alocações em estratégias no mercado de juros também foram relevantes e a alocação de risco ao mercado de moedas foi, em média, a menor. A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE

2 1 Carteira de empresas brasileiras Iniciamos o trimestre com uma pequena exposição líquida à bolsa brasileira, próxima de 10%, resultante de uma carteira de empresas e de algumas posições vendidas. No início do trimestre, aumentamos a exposição para 25% por acreditar que havia excesso de pessimismo com as perspectivas macroeconômicas para o Brasil, o que tornava os preços atraentes, principalmente se considerássemos que este ano é um ano de eleições presidenciais. Acreditamos que uma disputa eleitoral possivelmente equilibrada não justificava preços excessivamente deprimidos. A bolsa se valorizou no trimestre e reduzimos a exposição para 20% no final do período. Essa estratégia trouxe uma contribuição positiva para o fundo. Em relação à nossa carteira de empresas, iniciamos novas posições no trimestre, entre as quais destacamos Lojas Renner e EZTec. A Renner é uma das varejistas de maior destaque do mercado brasileiro, com um longo retrospecto de ótima gestão e boas práticas de governança corporativa. Apesar do cenário de curto prazo desafiador para o varejo, vemos o modelo de negócio da empresa como menos suscetível aos ciclos econômicos. Acreditamos que as medidas que a empresa vem tomando para melhorar sua gestão de estoque e logística contribuirão para a continuidade da melhora de suas margens. Acompanhamos a trajetória da EZTec há bastante tempo e sempre tivemos admiração pela companhia, mas não considerávamos o preço de suas ações atraentes o suficiente. Tal situação mudou com a divulgação dos seus últimos resultados trimestrais, além do persistente ritmo fraco no mercado imobiliário. Consideramos que os resultados foram muito afetados por questões conjunturais e contábeis, e ao longo dos próximos trimestres a companhia tem condições de entrar numa trajetória de recuperação de seu retorno sobre o patrimônio. É uma empresa de atuação bastante focada e cautelosa, e suas ações oferecem uma perspectiva de um bom investimento, mesmo que a empresa não consiga atingir os níveis anteriores de rentabilidade. Durante o trimestre encerramos nossa posição em Vale. Vemos de maneira positiva o trabalho que a diretoria vem fazendo desde meados de 2011, com corte de custos e racionalização dos investimentos da empresa. Mas a persistente dificuldade da Vale em aumentar o volume de minério de ferro produzido, mesmo que por motivos alheios à sua vontade e capacidade, torna o investimento em ações da empresa excessivamente dependente de patamares mais favoráveis de preço de minério e taxa de câmbio. PACIFICO HEDGE JULHO DE

3 2 Estratégia aplicada em juro real Iniciamos o trimestre com uma posição comprada em inflação implícita no Brasil, predominantemente através de NTN-Bs com vencimento em 2018 junto a uma posição tomada em juros nominais futuros de vencimento em Em abril, por acreditar que o ciclo de elevação da taxa SELIC se encerraria no nível de 11%, ou seja, que o ciclo de recomposição do juro real havia chegado ao fim, optamos por encerrar as travas desta posição no mercado futuro, permanecendo apenas com a posição comprada em NTN-B. Dado esse cenário de fim de aperto monetário, inflação ainda alta e atividade fraca, também aumentamos a exposição total às NTN-Bs, sendo que esta estratégia contribuiu positivamente para o retorno do fundo no período. No último Relatório de Inflação de junho, o Copom se mostrou confortável com os efeitos já produzidos pela política monetária e sinalizou que a manutenção das atuais condições monetárias seriam consistentes com a convergência da inflação à meta nos próximos dois anos. Ainda assim, revisou para cima as projeções de inflação para 2014 e 2015, além de ter revisado o crescimento do PIB deste ano para baixo. Confirmando o cenário ruim de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até junho rompeu o teto da meta e registrou 6,52%, mesmo com uma desaceleração nos preços de alimentos na margem, e deve permanecer acima do teto até novembro, quando deverá cair, podendo encerrar o ano abaixo do teto da meta. Acreditamos que a atividade econômica deverá se mostrar fraca nos segundos e terceiros trimestres, podendo inclusive apresentar recessão nos dados agregados. A Copa do Mundo parece contribuir para isto, na medida em que a queda no fluxo regular de negócios não é compensada pelos maiores gastos com turismo. Soma-se a isso a crescente queda nos indicadores de confiança, tanto do empresário quanto do consumidor, que pode ser interpretada como um choque exógeno sobre a atividade econômica, ainda que determinado pela grande incerteza em torno das atuais inconsistências de politica econômica. Acreditamos que este cenário, se as demais condições se mantiverem constantes, pode passar a contribuir para alguma reversão na trajetória até agora ascendente da inflação. Tudo somado, esse cenário parece condizente com a estabilidade da taxa de juros no atual nível, mas as variáveis descritas acima podem intensificar a discussão em torno de um possível corte na taxa SELIC. Tal medida seria certamente prematura e não deveria ser tomada, a nosso ver, sem antes uma maior definição dos próximos passos da política econômica, principalmente no setor fiscal, à luz das eleições presidenciais de outubro. PACIFICO HEDGE JULHO DE

4 3 Posição tomada em juros norte-americanos Ao longo do trimestre, mantivemos uma posição comprada em juros norte-americanos, através de futuros de taxa eurodólar com vencimento inferior a 2 anos. Observamos uma melhora nos indicadores econômicos dos EUA nesse segundo trimestre, conforme esperávamos. Entretanto, o banco central americano mantém a postura de cautela, controlando as expectativas para evitar uma alta prematura nas taxas futuras de longo prazo que possa prejudicar a própria recuperação econômica. Continuamos com a visão de que as taxas futuras para os períodos mais curtos estão em patamares não consistentes com a melhora na atividade econômica americana. No trimestre, estas taxas futuras apresentaram leve recuo, o que fez com que esta estratégia agregasse pequena contribuição negativa. O primeiro trimestre deste ano registrou uma forte queda no crescimento da economia americana. Mesmo levando em conta os efeitos do inverno, houve uma surpresa negativa, especialmente pelo lado da balança comercial e do consumo. Acreditamos, porém, que boa parte desses efeitos foram transitórios e que esse resultado não representou a tendência atual de crescimento dos EUA. O mercado de trabalho apresenta uma recuperação cada vez mais sólida e a taxa de desemprego segue caindo, junto com uma criação de empregos cada vez mais forte. O setor imobiliário deu os seus primeiros sinais de retomada após os efeitos do inverno, e a melhora nos últimos meses das exportações e importações indica uma demanda doméstica e externa mais fortalecidas. Além disso, medidas de inflação vêm se mostrando mais firmes, em direção à meta estipulada pelo Federal Reserve de 2,0%. Discursos de membros do comitê de política monetária americano seguem na linha de manter juros baixos até meados de 2015, enquanto que as compras de ativos deverão ser finalizadas em outubro deste ano. Para a líder do banco central Janet Yellen, a inflação está abaixo da meta de longo prazo e não representa uma ameaça à manutenção dos juros baixos. Esses discursos vêm mantendo as taxas de juros para os próximos anos ancoradas em níveis bastante baixos, o que continua tornando atrativa a posição comprada nas taxas de juros de curto prazo americanas. Acreditamos que a economia americana continuará se recuperando e a taxa de desemprego cedendo, com um risco maior da inflação convergir para a meta do Federal Reserve antes do antecipado pelo Comitê. Assim, parece haver uma probabilidade maior da taxa básica de juros encerrar o próximo ano acima do nível hoje previsto. 4 Estratégia vendida em Real No segundo trimestre de 2014, mantivemos posições vendidas em Real contra o Dólar, em exposições que oscilaram aproximadamente entre 10% e 30% do fundo. Além de futuros, utilizamos também o mercado de opções para implementar esta estratégia. Optamos por comprar seguros como uma forma de limitar eventuais perdas. A taxa de câmbio apreciou no PACIFICO HEDGE JULHO DE

5 período, fazendo com que esta posição trouxesse contribuição negativa para o fundo no trimestre. Em relação à economia doméstica, mantemos nossa visão de que os fundamentos macroeconômicos brasileiros seguem em trajetória de deterioração. Na atividade, o enfraquecimento do consumo está se tornando cada vez mais disseminado e a confiança do empresário se retraiu significativamente no segundo trimestre, apresentando uma trajetória de declínio preocupante. Além disso, os estoques da economia permanecem elevados, o crédito segue desacelerando e a criação de empregos atingiu as mínimas históricas. Esse cenário aponta para um risco de a economia já estar em recessão desde o início do ano, caso o PIB do segundo trimestre se mostre negativo, o que muito provavelmente gerará uma revisão do crescimento do primeiro trimestre de 0,2% para patamares também negativos. Essa atividade fraca gerou uma desaceleração generalizada na arrecadação do governo, enquanto os gastos públicos continuam crescentes. Em maio, por exemplo, o setor público registrou o pior déficit primário desde 2001, igual a R$ 11 bilhões. Pelo lado das contas externas, esperava-se uma melhora para o déficit em transações correntes em 2014 que não se concretizou. Nosso déficit de 3,6% do PIB continua não sendo completamente financiado pelos 2,9% do PIB de investimento estrangeiro direito (IED). Ausência de rigor fiscal, poupança doméstica declinante e déficit em conta corrente não financiável, combinados a uma inflação elevada e crescimento cada vez mais fraco, refletem a situação desafiadora na qual o país se encontra. Cabe ressaltar que o banco central do Brasil estendeu o programa de intervenção no câmbio até 31 de dezembro, tornando a volatilidade da moeda mais controlada. No entanto, mesmo com fundamentos domésticos ruins, o ambiente global de baixa volatilidade e maior liquidez favoreceu a apreciação do câmbio. Apesar de a economia norte americana ter se recuperado no segundo trimestre após o inverno rigoroso do início do ano, o Federal Reserve continua com o discurso de que a atual política monetária altamente acomodatícia permanece apropriada, mantendo as expectativas para a taxa de juros ancoradas em níveis bastante baixos. Além disso, o banco central europeu anunciou em junho um pacote de medidas estimulativas para a economia que incluiu levar a taxa de juros para níveis negativos, algo jamais feito por um banco central de tamanha relevância, e um programa de leilões de liquidez a bancos que pode chegar a 1 trilhão de euros, além de ter sinalizado a possibilidade da adoção de medidas não convencionais, como a compra em larga escala de ativos (QE). Isso corrobora para um ambiente de liquidez internacional ainda elevada, que beneficia economias com taxas de juros maiores, como é o caso do Brasil. Tudo somado, o maior crescimento econômico dos países desenvolvidos, como EUA e Reino Unido, e os fracos fundamentos locais mencionados acima ainda nos parecem compatíveis com uma tendência de depreciação cambial. PACIFICO HEDGE JULHO DE

6 GESTOR PACIFICO GESTÃO DE RECURSOS LTDA Av. Borges de Medeiros, 633 / sala 601 Leblon Rio de Janeiro Tel: ADMINISTRADOR BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM Praia de Botafogo, 501 / 5º andar Botafogo Rio de Janeiro Tel: SAC: Ouvidoria: ou Este material é confidencial e pretende atingir somente aos destinatários. Este material não pode ser reproduzido ou distribuído no todo ou em parte para nenhuma outra pessoa. As informações contidas neste material são de caráter exclusivamente informativo. As informações contidas neste documento não necessariamente foram auditadas. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. Para avaliação da performance do fundo é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 meses. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxa de saída. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. Não há garantia de que este fundo terá o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Apesar de todo o cuidado em sua coleta e manuseio, a Pacifico Gestão de Recursos não se responsabiliza pela publicação acidental de dados incorretos. Pacifico Hedge FIQ FIM: Data de início 30/09/2011. Política de investimentos: buscar oportunidades de ganho de longo prazo em todas as classes de ativos, dada a conjuntura econômica. A estratégia do fundo possui estilo macro, onde todas as posições têm em comum o cenário macroeconômico traçado pela equipe de gestão. Para a estratégia de renda variável soma-se o estudo profundo de setores e empresas, com o objetivo de identificar empresa com grande potencial de valorização. Taxa de administração de 2% a.a., calculada e provisionada diariamente e paga mensalmente. Tendo em vista que o Fundo admite a aplicação em cotas de fundos de investimento, fica instituída a taxa de administração máxima de 2,3% a.a. Taxa de performance: 20% sobre o que exceder o CDI, provisionada por dia útil. Destinado ao público em geral. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+30 (corridos) ou D+3 (dias úteis com taxa de saída de 10%). Liquidação Financeira dos resgates em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Taxa de saída: 10% sobre o valor do resgate, revertido ao fundo, para cotização em D+3 e pagamento em D+4. Este fundo de cotas aplica em fundo de investimento que utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Este fundo de cotas aplica em fundo de investimento (Fundo Master) que pode manter ativos financeiros negociados no exterior em sua carteira. Os fundos multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. Este material não constitui uma oferta e/ou solicitação de aquisição de quotas de fundos de investimento. PACIFICO HEDGE JULHO DE

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