a Contabilidade Internacional

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "a Contabilidade Internacional"

Transcrição

1 Boletimj Manual de Procedimentos a Contabilidade Internacional Evidenciação dos instrumentos financeiros e sua divulgação em nota explicativa SUMÁRIO 1. Introdução 2. Políticas contábeis 3. Contabilidade de hedge 4. Valor justo 5. Divulgações úteis para fins de julgamento das demonstrações contábeis 1. INTRODUÇÃO Em texto divulgado na edição n o 28/2011, pág. 6, com base no Pronunciamento Técnico CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação, tratamos, especificamente, sobre ativos e passivos financeiros avaliados pelo valor justo, ativo financeiro reclassificado, desreconhecimento, garantia, provisão para perdas com crédito, derivativos embutidos, entre outros temas. Nesta oportunidade, discorremos sobre a divulgação, em nota explicativa, das políticas contábeis, das bases de mensuração usadas na elaboração das demonstrações contábeis e de outras políticas contábeis usadas que sejam relevantes para o entendimento dessas demonstrações, sobretudo no que diz respeito ao hedge e ao valor justo. O Pronunciamento Técnico CPC 40 foi recepcionado no âmbito: a) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - Deliberação CVM n o 604/2009; b) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) - NBC TG 40 - Resolução CFC n o 1.198/2009; c) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - Instrução Normativa ANS n o 37/2009; d) da Superintendência de Seguros Privados (Susep) - Circular n o 424/ POLÍTICAS CONTÁBEIS Na divulgação de valores justos, a entidade deve agrupar ativos e passivos financeiros em classes, mas deve compensá-los somente na medida em que seus valores contábeis forem compensados no balanço patrimonial De acordo com o item 117 da NBC TG 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, a entidade deve divulgar, na nota explicativa sobre as políticas contábeis, as bases de mensuração usadas na elaboração das respectivas demonstrações e as outras políticas que sejam relevantes para o entendimento dessas demonstrações. Relativamente aos instrumentos financeiros, tal evidenciação inclui: a) para os instrumentos financeiros ativos ou passivos designados como mensurados pelo valor justo por meio do resultado: a.1) a natureza dos ativos ou passivos financeiros que a entidade designou como mensurados pelo valor justo por meio do resultado; a.2) os critérios usados para a determinação desses ativos e passivos financeiros como mensurados pelo valor justo por meio do resultado; e a.3) como a entidade satisfez as condições dos itens 9, 11A ou 12 da NBC TG 38 para tal designação; Para os instrumentos designados de acordo com o item b.i da definição de ativo e passivo financeiro mensurado pelo valor justo por meio do resultado na NBC TG 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, essa evidenciação inclui a descrição narrativa das circunstâncias subjacentes à inconsistência de mensuração ou reconhecimento que de outra forma surgiriam. Para os instrumentos designados de acordo com o item b.ii da definição de ativo ou passivo financeiro mensurado pelo valor justo por meio do resultado, essa evidenciação inclui a descrição narrativa de como a designação, conforme mensurado pelo valor justo por meio do resultado, é consistente com a estratégia de gestão de risco ou de investimentos documentada pela entidade. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 TC 1

2 b) os critérios usados para definir os ativos financeiros classificados como disponíveis para venda; c) informação quanto às compras e vendas regulares de ativos financeiros serem contabilizadas na data da transação ou da liquidação (ver o item 38 da NBC TG 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração); d) quando a conta de provisão é usada para reduzir o valor contábil de ativo financeiro que sofreu baixa por perdas no valor recuperável devido a perdas de crédito: d.1) os critérios para determinar quando o valor contábil do ativo financeiro baixado é reduzido diretamente (ou no caso da reversão de baixa, aumentado diretamente) e quando a provisão é utilizada; e d.2) os critérios para baixar montantes contabilizados na conta de provisão contra o valor contábil do ativo financeiro baixado; e) como as perdas e os ganhos líquidos nas várias categorias de instrumentos financeiros são determinados, por exemplo, se os ganhos ou as perdas líquidos mensurados pelo valor justo por meio do resultado incluem juros ou dividendos; f) os critérios utilizados pela entidade para determinar que existe evidência objetiva de que perda do valor recuperável tenha ocorrido; g) quando os termos do instrumento financeiro ativo - que de outra forma seriam vencidos ou sofreriam perda do valor recuperável - tiverem sido renegociados, a política contábil para as condições a que estão sujeitos os ativos renegociados. O item 122 da NBC TG 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis também requer que as entidades evidenciem, na nota explicativa sobre as políticas contábeis significativas ou em outras notas explicativas, os julgamentos, excetuados aqueles envolvendo estimativas que a administração realizou ao aplicar as políticas contábeis da entidade, as quais possuem impacto mais significativo nos montantes reconhecidos dessas demonstrações. 3. CONTABILIDADE DE HEDGE A entidade deve divulgar separadamente os itens a seguir para cada tipo de hedge constante da NBC TG 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração (isto é, hedge de valor justo, hedge de fluxo de caixa e hedge de investimento realizado no exterior): a) a descrição de cada tipo de hedge; b) a descrição dos instrumentos financeiros designados como instrumentos de hedge e seus valores justos na data das demonstrações contábeis; e c) a natureza dos riscos que estão sendo objeto do hedge. 3.1 Divulgações necessárias Para hedges de fluxo de caixa, a entidade deve divulgar: a) os períodos em que se espera que o fluxo de caixa irá ocorrer e quando se espera que eles afetarão o resultado; b) uma descrição de qualquer operação prevista em que foi utilizada a contabilidade de hedge, a qual já não se espera que ocorra; c) o montante que tenha sido reconhecido em outros resultados abrangentes durante o período; d) a quantia que tenha sido reclassificada do patrimônio líquido para o resultado do período, mostrando o montante incluído em cada item da demonstração do resultado abrangente; e e) o montante que tenha sido removido do patrimônio líquido durante o período e incluído no custo inicial ou outro valor contábil de ativo ou passivo não financeiro cuja aquisição ou incorrência tenha sido um hedge de operação prevista e altamente provável. 3.2 Divulgações em separado A entidade deve divulgar separadamente: a) em hedges de valor justo, ganhos ou perdas: a.1) sobre o instrumento de hedge; e a.2) sobre o objeto de hedge atribuído ao risco coberto; b) a ineficácia do hedge reconhecida no resultado que decorre de hedges de fluxo de caixa; e c) a ineficácia do hedge reconhecida no resultado que decorre de hedges de investimentos líquidos em operações no exterior (NBC TG 02 - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis). 4. VALOR JUSTO Exceto o que é estabelecido no subitem 4.4, para cada classe de ativo e passivo financeiro, a entidade deve divulgar o valor justo daquela classe de ativos e passivos de forma que permita ser comparada com o seu valor contábil. Na divulgação de valores justos, a entidade deve agrupar ativos e passivos financeiros em classes, mas deve compensá-los somente na medida em que seus valores contábeis forem compensados no balanço patrimonial. 2 TC Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 - Boletim IOB

3 4.1 Divulgação dos métodos e pressupostos aplicados na determinação do valor justo A entidade deve divulgar para cada classe de instrumentos financeiros os métodos e, quando uma técnica de avaliação for usada, os pressupostos aplicados na determinação do valor justo de cada classe de ativo ou passivo financeiro. Por exemplo, se for o caso, a entidade divulga informações sobre os pressupostos relativos a taxas de pagamento antecipado, estimativas de percentuais de perda com créditos e taxas de juros ou taxas de desconto. Se houver mudança na técnica de avaliação, a entidade deve evidenciar essa mudança e a razão para fazê-la. Para realizar a evidenciação estabelecida no subitem 4.2, a entidade deve classificar as mensurações de valor justo usando uma hierarquia que reflita a significância dos inputs usados no processo de mensuração. A hierarquia do valor justo deve ter os seguintes níveis: a) nível 1: preços negociados (sem ajustes) em mercados ativos para ativos idênticos ou passivos; b) nível 2: inputs diferentes dos preços negociados em mercados ativos incluídos no nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (como preços) ou indiretamente (derivados dos preços); e c) nível 3: inputs para o ativo ou passivo que não são baseados em variáveis observáveis de mercado (inputs não observáveis). O nível na hierarquia de valor justo dentro do qual uma mensuração de valor justo é classificada em sua totalidade deve ser determinado na base do input de nível mais baixo que seja significativo para a mensuração do valor justo em sua totalidade. Para essa finalidade, a significância de um input deve ser avaliada em relação à mensuração do valor justo em sua totalidade. Se uma mensuração de valor justo usa inputs observáveis que requeiram ajustes consideráveis baseados em inputs não observáveis, essa mensuração será de nível 3. A avaliação da significância de um input em particular para a mensuração do valor justo em sua totalidade requer julgamento, considerando-se os fatores específicos para ativo ou passivo. 4.2 O que deve ser evidenciado para cada classe de instrumentos financeiros Para mensurações de valor justo (ver a NBC TG 38, itens 48 e 49) reconhecidas no balanço patrimonial, a entidade deve evidenciar para cada classe de instrumentos financeiros: a) o nível dentro da hierarquia de valor justo dentro do qual as mensurações de valor justo estão classificadas em sua totalidade, segregando as mensurações de valor justo de acordo com os níveis definidos no subitem 4.1; b) quaisquer transferências relevantes entre os níveis 1 e 2 da hierarquia de valor justo e as razões para essas transferências. Transferências para dentro de cada nível devem ser evidenciadas e discutidas separadamente das transferências para fora de cada nível. Tendo em vista essa finalidade, a relevância deve ser avaliada com respeito ao resultado e aos ativos e passivos totais; c) para mensurações de valor justo no nível 3 da hierarquia de mensuração, a conciliação entre os montantes de abertura e fechamento, evidenciando separadamente mudanças durante o período atribuíveis a: c.1) ganhos e perdas totais no período reconhecido no resultado em receitas ou despesas e a descrição de onde eles são apresentados na demonstração do resultado ou na demonstração do resultado abrangente (se aplicável); c.2) ganhos e perdas totais reconhecidos em outros resultados abrangentes; c.3) compras, vendas, emissões e liquidações (cada tipo de movimento evidenciado separadamente); e c.4) transferências para dentro ou para fora no nível 3 (transferências atribuíveis a mudanças na capacidade de observação dos dados de mercado) e as razões para terem ocorrido. Em caso de transferências relevantes para dentro do nível 3, estas devem ser evidenciadas e discutidas separadamente das transferências para fora do nível 3; d) o montante de ganhos e perdas totais para o período, referidos em c.1, incluídos nos ganhos e perdas atribuíveis àqueles relacionados com ativos e passivos mantidos ao final do período, e a descrição de onde esses ganhos e perdas são apresentados na demonstração do resultado ou na demonstração do resultado abrangente; e) para mensurações de valor justo no nível 3, se a troca de um ou mais inputs por alternativas razoavelmente possíveis mudasse o valor justo significativamente, a entidade deveria comunicar o fato e evidenciar o efeito dessas mudanças. A entidade deve evidenciar como o efeito da mudança por uma alternativa razoavelmente possível foi calculado. Para esse objetivo, a relevância deve ser avaliada com relação ao resultado, ativos totais ou passivos totais, ou quando variações no valor justo são reconhecidas em ajustes de avaliação patrimonial em relação ao patrimônio líquido. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 TC 3

4 A entidade deve apresentar as evidenciações quantitativas requeridas por esse item no formato tabular, a menos que outro formato seja mais apropriado. 4.3 Mercado não ativo - Estabelecimento do valor justo para o instrumento financeiro Se o mercado para um instrumento financeiro não é ativo, a entidade deve estabelecer seu valor justo utilizando técnica de avaliação. No entanto, a melhor evidência do valor justo no reconhecimento inicial é o preço de transação (isto é, o valor justo da retribuição dada ou recebida), a não ser que as condições dos itens AG76 da NBC TG 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração sejam satisfeitas. Segue-se que poderia haver uma diferença entre o valor justo no reconhecimento inicial e a quantia que seria determinada na data da utilização da técnica de avaliação. Se tal diferença de fato existir, a entidade deve divulgar, por classe de instrumento financeiro: a) a sua política contábil para reconhecer essa diferença no resultado a fim de refletir uma alteração nos fatores (incluindo o tempo) que os participantes do mercado deveriam considerar na definição de preço; e b) a diferença agregada a ser reconhecida no resultado no início e no fim do período e a conciliação das alterações no balanço decorrentes dessa diferença. 4.4 Hipóteses para as quais divulgações de valor justo não são exigidas Divulgações de valor justo não são exigidas: a) quando o valor contábil é uma aproximação razoável do valor justo, por exemplo, para instrumentos financeiros como contas a receber de clientes e a pagar a fornecedores de curto prazo; b) para investimento em instrumentos patrimoniais que não possuem preços de mercado cotados em mercado ativo, ou derivativos ligados a esse instrumento patrimonial, que são mensurados ao custo de acordo com a NBC TG 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, porque seu valor justo não pode ser mensurado de maneira confiável; ou c) para contrato que contenha característica de participação discricionária (como descrito na NBC TG 11 - Contratos de Seguro), se o valor justo dessa característica não puder ser mensurado de maneira confiável. 5. DIVULGAÇÕES ÚTEIS PARA FINS DE JULGAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Nos casos descritos nas letras b e c do subitem 4.4, a entidade deve divulgar informações para ajudar os usuários das demonstrações contábeis a fazer o seu próprio julgamento a respeito da extensão de possíveis diferenças entre o valor contábil desses ativos ou passivos financeiros e seus valores justos, incluindo: a) o fato de que a informação do valor justo não foi divulgada para esses instrumentos porque seus valores justos não puderam ser mensurados de maneira confiável; b) uma descrição de instrumentos financeiros, o valor contábil, e a explicação da razão de o valor justo não poder ser mensurado de maneira confiável; c) informações sobre o mercado para os instrumentos financeiros; d) informações sobre se e como a entidade pretende dispor dos instrumentos financeiros; e e) se o instrumento financeiro cujo valor justo não pode ser mensurado de maneira confiável é baixado, esse fato, seu valor contábil no momento da baixa e o montante do ganho ou perda reconhecido. N Aspectos introdutórios sobre a determinação e apresentação do resultado por ação SUMÁRIO 1. Introdução 2. Empresas que divulgaram resultado por ação - Adequação à NBC TG Glossário básico 4. Ações ordinárias 5. Abrangência das normas 6. Apresentação de demonstrações consolidadas 1. INTRODUÇÃO Nesta edição, damos início a uma série de textos que versam sobre os aspectos gerais que envolvem o estabelecimento de princípios que norteiam a determinação e a apresentação do resultado por ação. O objetivo principal é melhorar as comparações de desempenho entre diferentes companhias (socie- 4 TC Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 - Boletim IOB

5 dades por ações) no mesmo período, bem como para a mesma companhia em períodos diferentes. Mesmo que os dados do resultado por ação tenham limitações por causa das diferentes políticas contábeis que podem ser usadas para determinar resultados, um denominador determinado consistentemente melhora os relatórios financeiros. Logo, o foco está no denominador do cálculo do resultado por ação. Este texto tem como base o Pronunciamento Técnico CPC 41 - Resultado por Ação, que foi recepcionado no âmbito: a) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - Deliberação CVM n o 636/2010; b) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) - NBC TG 41 - Resolução n o 1.287/2010; c) da Agência de Saúde Suplementar (ANS) - Instrução Normativa ANS n o 37/2009; d) da Superintendência de Seguros Privados (Susep) - Circular Susep n o 424/ EMPRESAS QUE DIVULGARAM RESULTADO POR AÇÃO - ADEQUAÇÃO À NBC TG 41 O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e o CFC editaram apêndice com a finalidade de esclarecer alguns aspectos da implementação da NBC TG 41 - Resultado por Ação. No que diz respeito às companhias que divulgaram o resultado por ação em períodos anteriores, estas devem adequar seus cálculos aos procedimentos fixados na NBC TG 41 - Resultado por Ação, bem como apresentar informações complementares, em notas explicativas, sobre as principais modificações implementadas nos cálculos em função da referida norma, quando da divulgação das primeiras demonstrações contábeis que incluírem tais alterações. 3. GLOSSÁRIO BÁSICO Seguem definições sobre alguns termos técnicos utilizados neste texto e nos que serão apresentados nas edições seguintes: a) antidiluição é o aumento no lucro por ação ou a redução no prejuízo por ação, em decorrência do pressuposto de que os instrumentos conversíveis sejam convertidos, de que as opções ou os bônus de subscrição sejam exercidos ou de que ações sejam emitidas quando da satisfação das condições especificadas; b) contrato de emissão contingente de ações (ou acordo de ações contingente) é um acordo para emitir ações que dependa da satisfação de condições especificadas; c) ações emissíveis sob condição (ou ações de emissão contingente) são ações ordinárias emissíveis por pouco ou nenhum dinheiro ou qualquer outra contrapartida após a satisfação das condições especificadas em contrato de emissão contingente de ações; d) diluição é a redução no lucro por ação ou o aumento no prejuízo por ação resultante do pressuposto de que os instrumentos conversíveis sejam convertidos, de que as opções ou os bônus de subscrição sejam exercidos ou de que ações sejam emitidas após satisfação das condições especificadas; e) opção, bônus de subscrição e seus equivalentes são instrumentos financeiros que dão ao titular o direito de adquirir ações; f) ação ordinária é o instrumento patrimonial que está subordinado a todas as outras classes de instrumentos patrimoniais. Para as sociedades com sede no Brasil, deve ser considerada a definição de ação ordinária dada pela Lei das Sociedades por Ações; g) ação ordinária potencial é o instrumento financeiro ou outro contrato que dá ao seu titular o direito a ações ordinárias; h) opções put sobre ações ordinárias são contratos que dão ao seu titular o direito de vender ações ordinárias a um preço especificado durante determinado período; i) ações são valores mobiliários representativos de unidade de capital social de sociedade anônima que conferem aos seus titulares um conjunto complexo de direitos e deveres; As ações dividem-se em classes de acordo com os direitos ou restrições que, nos termos da lei e dos estatutos, forem conferidos aos seus titulares. As ações ordinárias das companhias abertas, segundo a legislação brasileira atual, não podem ser divididas em classes (art. 15, 1 o, da Lei n o 6.404/1976). j) ações ordinárias são ações de emissão obrigatória que conferem aos seus acionistas titulares os direitos que a lei reserva ao acionista comum; Os titulares de ações ordinárias deliberam (em assembleia dos acionistas), por exemplo, sobre a atividade da companhia, votam na aprovação das contas patrimoniais, na destinação dos lucros, na eleição dos administradores e nas alterações estatutárias de interesse da companhia. k) ações preferenciais são ações que conferem aos seus titulares um conjunto complexo de direitos Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 TC 5

6 diferenciados, como a prioridade na distribuição de dividendos (fixo ou mínimo) ou no reembolso do capital (com ou sem prêmio) etc.; As ações preferenciais podem, ou não, conferir direito de voto a seus titulares. Ações nominativas circulam mediante registro no livro próprio da sociedade. l) valores mobiliários são instrumentos financeiros que a sociedade anônima emite para obtenção dos recursos de que necessita; Além de ações, a companhia pode emitir: a) debêntures; b) partes beneficiárias; c) bônus de subscrição; e d) notas promissórias. m) debêntures são instrumentos financeiros representativos de contrato de mútuo; Os titulares têm direito de crédito, perante a companhia, nas condições fixadas por instrumento, elaborado por esta, que se chama escritura de emissão. Tal instrumento estabelece ou pode estabelecer se o crédito é monetariamente corrigido; se sim, qual o indexador, a participação no resultado, a conversibilidade em ações, as garantias desfrutadas pelos debenturistas, as épocas de vencimento da obrigação e os demais requisitos determinados ou autorizados por lei. n) partes beneficiárias são instrumentos financeiros negociáveis, sem valor nominal e estranhos ao capital social, que conferem a seus titulares direito de crédito eventual, consistente na participação nos lucros da companhia emissora; o) bônus de subscrição confere a seus titulares o direito de subscrever ações da companhia emissora, quando de futuro aumento de capital social desta; p) notas promissórias, para fins da NBC TG 41 - Resultado por Ação, são encontradas na forma de valores mobiliários destinados à captação de recursos para restituição usualmente em curto prazo; q) instrumentos conversíveis em ações são valores mobiliários de qualquer natureza que conferem a seus titulares o direito de conversão do direito de crédito em ações da companhia conforme condições definidas contratualmente. 4. AÇÕES ORDINÁRIAS As ações ordinárias participam no lucro do período apenas após outros tipos de ações, tais como ações preferenciais com dividendo mínimo ou fixo. A companhia, em certas circunstâncias, pode ter mais de uma classe de ações ordinárias. As ações ordinárias da mesma classe têm os mesmos direitos de receber dividendos. São exemplos de ações ordinárias potenciais: a) passivos financeiros ou instrumentos patrimoniais, incluindo ações preferenciais ou debêntures conversíveis em ações ordinárias; b) opções e bônus de subscrição de ações ordinárias; c) ações ordinárias que sejam emissíveis após o cumprimento de condições resultantes de instrumentos contratuais, tais como a aquisição de empresa ou de outros ativos. 5. ABRANGÊNCIA DAS NORMAS As normas abordadas neste texto, e as que serão apresentadas nas edições seguintes, devem ser aplicadas: a) às demonstrações contábeis separadas e individuais: a.1) de companhias cujas ações ordinárias ou ações ordinárias potenciais sejam publicamente negociadas (bolsas de valores nacionais ou estrangeiras ou mercado de balcão, incluindo mercados local e regional); ou a.2) de companhias que estejam registradas, ou em processo de registro, na CVM ou em outro órgão regulador, com o propósito de distribuir ações ordinárias ou ações ordinárias potenciais em mercados organizados; e b) às demonstrações contábeis consolidadas de grupo econômico cuja controladora atenda a um dos requisitos anteriores ( a.1 e a.2 ). s (1) A companhia que divulgar resultado por ação deve calculá- -lo e divulgá-lo em conformidade com o estabelecido neste texto, o qual tem como base o Pronunciamento Técnico CPC 41 - Resultado por Ação. (2) As regras aplicáveis ao cálculo e à divulgação do resultado por ação ordinária, básico e diluído, aplicam-se, no que couberem, ao cálculo e à divulgação do resultado por ação preferencial básico e diluído, por classe, independentemente de sua classificação como instrumento patrimonial ou de dívida, se tais ações estiverem em negociação ou em processo de virem a ser negociadas em mercados organizados. 6. APRESENTAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS Quando a companhia apresentar, além de suas demonstrações contábeis individuais, demonstrações 6 TC Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 - Boletim IOB

7 consolidadas, o resultado por ação pode ser apresentado apenas na informação individual se o resultado líquido e o resultado das operações continuadas forem os mesmos nos 2 conjuntos de demonstrações contábeis apresentados. No caso de apresentação de demonstrações separadas, o resultado por ação deve ser apresentado nessas demonstrações e nas individuais, e não nas demonstrações consolidadas. Como a companhia apresenta, conforme os itens 81 e 82 da NBC TG 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, os componentes do lucro ou prejuízo na demonstração do resultado em separado, ela deve apresentar o resultado por ação somente na demonstração do resultado do período. N a Contabilização Bens do Ativo Imobilizado adquiridos mediante financiamento Finame SUMÁRIO 1. Introdução 2. Características do Finame 3. Encargos incidentes sobre o financiamento 4. Contabilização 1. Introdução Na celebração de contrato de compra de um bem de capital mediante financiamento bancário, ocorrem, efetivamente, duas transações distintas, embora muitas vezes se completem a um só tempo. A primeira é uma operação comercial de compra e venda de determinado bem, por preço determinado. A segunda é uma operação de financiamento do preço estipulado para o bem adquirido, acrescido das despesas de financiamento, que representam ou a remuneração do capital, observada a proporcionalidade do seu valor e do tempo pelo qual o titular da disponibilidade ficará sem o numerário, ou o ressarcimento por outras despesas administrativas decorrentes da operação. Observa-se, assim, que tal remuneração é devida em função da utilização do capital de terceiros (independentemente da sua vinculação ou não com a aplicação de bens de capital), levando-se em conta apenas o valor financiado e o lapso de tempo previsto para o reembolso ou da ocorrência de despesas adicionais. Neste procedimento, abordaremos os casos, através de exemplos, em que o financiamento tenha sido celebrado na modalidade Finame. (Parecer Normativo CST n o 127/1973, item 4) 2. Características do Finame O Finame constitui-se numa linha de crédito destinada ao financiamento de máquinas e/ou equipamentos, novos, Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 TC 7

8 de fabricação nacional, credenciados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Finame possui, basicamente, as seguintes características: a) financiamento com prazos até 120 meses; b) taxa de juros fixa de até 7% ao ano, já incluída a remuneração da instituição financeira credenciada, de 3% ao ano, no caso de apoio indireto; c) financiamento de até 90% do valor do bem; d) carência até 24 meses para o início da amortização do principal (ver nota 1 a seguir); e e) alienação fiduciária do bem financiado, como garantia. s (1) Durante o prazo de carência mencionado na letra d deste tópico, os juros incidentes sobre o financiamento deverão ser pagos trimestralmente. Findo esse prazo, passarão a ser pagos mensalmente, com o principal. (2) Observamos que as regras retromencionadas são de cunho genérico, variando, obviamente, de acordo com o porte da empresa, localização geográfica, características do bem a ser financiado etc. A taxa de juros mencionada na letra b é calculada, normalmente, da seguinte forma: custo financeiro + remuneração do BNDES + taxa de intermediação financeira + remuneração da instituição financeira credenciada. Entende-se por: a) custo financeiro a composição dos seguintes itens: a.1) Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP); a.2) TJ Taxa de Juros da Medida Provisória n o 462/2009 (convertida na Lei n o /2009) = TJLP + 1% ao ano; a.3) Cesta - variação do dólar norte-americano ou variação da Unidade Monetária do BNDES (UMBNDES) acrescida dos encargos da cesta de moedas; b) remuneração do BNDES a taxa de remuneração do banco de até 2,5% ao ano; c) taxa de intermediação financeira a de 0,5% ao ano; d) remuneração da instituição financeira credenciada a taxa negociada entre a instituição financeira credenciada e o cliente. 3. Encargos incidentes sobre o financiamento Todos os encargos que recaem sobre o financiamento, quando destacados no contrato, do preço do custo do bem adquirido são considerados despesas operacionais, sendo irrelevante para descaracterizar tal conceituação e vinculação da aquisição do bem ao contrato tratar-se de financiamento direto ou não. Ressalta-se, porém, que, quando tais despesas não constarem separadamente do contrato de financiamento vinculado à aquisição do bem, deverá ser escriturada em conta do Ativo Imobilizado a importância total da operação, uma vez que é inadmissível ao adquirente estimar o valor do custo do bem, atribuir as parcelas excedentes a despesas de financiamento e contabilizá-las como operacionais. Observa-se, ainda, que, apenas quando efetivamente incorridas, estas despesas deverão ser computadas para os efeitos de determinação do resultado do período. Assim, desde que destacados no contrato de financiamento para aquisição de bem do Ativo Imobilizado, os juros poderão ser considerados como despesas financeiras. (Parecer Normativo CST n o 127/1973, itens 6 e 7) 4. Contabilização Suponhamos que determinada empresa, em X1, tenha adquirido, por R$ ,00, uma máquina de solda a ponto, sendo R$ ,00 pagos à vista, com recursos próprios, e os restantes R$ ,00, com recursos obtidos junto ao Banco Alfa S/A, por meio de financiamento na modalidade Finame celebrado naquela data. Considerando que o referido financiamento devesse ser liquidado em 24 parcelas mensais e sucessivas no valor de R$ 4.087,50, vencíveis no período de X2 a X4, tal operação seria assim contabilizada: 1) Pelo registro da aquisição do bem D - Máquinas e Equipamentos (Ativo Imobilizado) R$ ,00 D - Encargos Financeiros a Transcorrer (Redutora do Passivo Circulante) R$ 3.375,00 D - Encargos Financeiros a Transcorrer (Redutora do Passivo Não Circulante) R$ 4.725,00 R$ ,00 C - Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) R$ ,00 C - Financiamentos - Finame (Passivo Circulante) R$ ,00 C - Financiamentos - Finame (Passivo Não Circulante) R$ ,00 R$ ,00 8 TC Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 - Boletim IOB

9 s (1) As obrigações da companhia, inclusive os financiamentos para aquisição de direitos do Ativo Não Circulante, serão classificadas no Passivo Circulante, quando vencerem no exercício seguinte, e no Passivo Não Circulante, se tiverem vencimento em prazo maior (Lei n o 6.404/1976, art. 180). (2) Cálculo do valor das parcelas: valor total financiado + (taxa de juros fixa ao ano x 2) prazo de liquidação em meses (R$ ,00 + R$ 8.100,00 24) = R$ 4.087,50. (3) Divisão das parcelas entre Circulante e Não Circulante: a) Passivo Circulante: 10 parcelas a vencer no período de X2 a X2; b) Passivo Não Circulante: 14 parcelas a vencer no período de X3 a X Encargos pagos na liberação do Finame Consideremos que, por ocasião da liberação do financiamento, o banco tenha debitado da conta- -corrente da referida empresa a importância de R$ 50,00 relativos ao IOF em X1. Assim, teríamos o seguinte lançamento: 2) Pelo registro dos encargos pagos na liberação do financiamento (exceto juros) D - Despesas Financeiras (Conta de Resultado) C - Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) R$ 50, Pagamento da 1 a parcela do financiamento Finalizando o exemplo, trataremos da contabilização do pagamento da 1 a parcela do Finame, admitindo-se, para tanto, a liquidação da mesma na data do vencimento, ou seja, em X2. 3) Pelo registro do pagamento da 1 a parcela do financiamento D - Financiamentos - Finame (Passivo Circulante) C - Banco Conta Movimento (Ativo Circulante) R$ 4.087,50 Admitindo-se que os juros incorridos naquele mês fossem de R$ 337,50, teríamos, ainda, o seguinte lançamento: 4) Pela apropriação dos encargos financeiros sobre a primeira parcela do financiamento D - Despesas Financeiras (Conta de Resultado) C - Encargos Financeiros a Transcorrer (Redutora do Passivo Circulante) R$ 337,50 s (1) Nos meses seguintes, os lançamentos relativos ao pagamento das prestações e da apropriação dos encargos financeiros do Finame serão idênticos aos demonstrados. (2) À medida que for se aproximando a época do pagamento e da apropriação dos encargos, os referidos saldos deverão ser transferidos, respectivamente, da conta Financiamentos - Finame no Passivo Não Circulante para a conta Financiamentos - Finame no Passivo Circulante, e da conta Encargos Financeiros a Transcorrer no Passivo Não Circulante para a conta Encargos Financeiros a Transcorrer no Passivo Circulante. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Ago/ Fascículo 32 TC 9

DELIBERAÇÃO CVM Nº 604, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2009

DELIBERAÇÃO CVM Nº 604, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2009 Aprova os Pronunciamentos Técnicos CPC 38, 39 e 40, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que tratam do reconhecimento e mensuração, da apresentação e da evidenciação de instrumentos financeiros. A PRESIDENTE

Leia mais

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) (reclassificado) (reclassificado) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 61.664 207.743 Fornecedores

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade

Leia mais

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração Objetivo 1 O objetivo desta Norma é estabelecer princípios para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.198/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.198/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.34 para NBC TG 40 e de outras normas citadas: de NBC T 17 para NBC TG 05; de NBC T 7 para NBC TG 02; de NBC T 19.11

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40. Instrumentos Financeiros: Evidenciação

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40. Instrumentos Financeiros: Evidenciação COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 Instrumentos Financeiros: Evidenciação Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 7 Índice Item OBJETIVO 1 2 ALCANCE 3 5

Leia mais

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2)

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Deliberação CVM nº 640, de 7 de outubro de 2010 (Pág. 57) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02(R2) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC sobre efeitos das mudanças

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28. Propriedade para Investimento

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28. Propriedade para Investimento COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28 Propriedade para Investimento Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 40 Índice OBJETIVO 1 Item ALCANCE 2 4 DEFINIÇÕES

Leia mais

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras EletrosSaúde Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 Em milhares de reais 1 Contexto Operacional A Fundação Eletrobrás de Seguridade Social ELETROS é uma entidade

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria Sumário 1 Introdução... 1 2 Instrumentos Financeiros e Conceitos Correlatos... 2 3 Classificação e Avaliação de Instrumentos Financeiros... 4 4 Exemplos s Financeiros Disponíveis para Venda... 7 4.1 Exemplo

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 80 Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 Parecer dos Auditores Independentes 81 Aos Acionistas da Inepar Telecomunicações S.A Curitiba - PR 1. Examinamos

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 Índice OBJETIVO 1 ALCANCE 2 IDENTIFICAÇÃO DE COMBINAÇÃO

Leia mais

Demonstrações Contábeis Consolidadas em IFRS 31 de dezembro de 2014

Demonstrações Contábeis Consolidadas em IFRS 31 de dezembro de 2014 Demonstrações Contábeis Consolidadas em IFRS 31 de dezembro de 2014 2 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas e Administradores do Banco Daycoval S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações

Leia mais

OER Caçu Energia S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Em milhares de reais

OER Caçu Energia S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Em milhares de reais . Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Em milhares de reais Ativo 2013 Passivo e patrimônio líquido (passivo a descoberto) 2013 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 200 Empréstimos e

Leia mais

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A.

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 (Não auditado) (Não auditado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) 415 7 Fornecedores

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária Índice Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesa

Leia mais

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08)

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Aprova a Orientação OCPC - 01 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Entidades de Incorporação Imobiliária. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26. Apresentação das Demonstrações Contábeis

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26. Apresentação das Demonstrações Contábeis COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 6

Leia mais

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstração do resultado Exercício/período findo em 31 de dezembro Receita líquida (Nota 14) 13.913 Custo

Leia mais

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes Aos administradores Banco Volkswagen S.A. Examinamos as demonstrações

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO contato@agmcontadores.com.br 2015 out-2015 2 Objetivo O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento

Leia mais

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_...

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... Página 1 de 14 CONTABILIDADE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Considerações ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO

Leia mais

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014 Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas Demonstrações financeiras em IFRS e baseadas nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC em

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 19 (R1) Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 19 (R1) Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 19 (R1) Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture) Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 31

Leia mais

Demonstrações Financeiras Brasmotor S.A. 31 de dezembro de 2010 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Brasmotor S.A. 31 de dezembro de 2010 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Brasmotor S.A. 31 de dezembro de 2010 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.150/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.150/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.16 para NBC TG 11 e de outras normas citadas: de NBC T 11 para NBC TG 23; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 5 Índice OBJETIVO

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 SUR - REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO Nota Nota ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes

Leia mais

FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL CELOS. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em R$ MIL)

FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL CELOS. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em R$ MIL) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Fundação Celesc de Seguridade Social CELOS, instituída pela Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. Celesc, nas Assembléias Gerais Extraordinárias AGE de acionistas realizadas

Leia mais

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Em 31 de dezembro de 2012 Índice Página Relatório dos auditores

Leia mais

Boletim. Contabilidade Internacional. Manual de Procedimentos

Boletim. Contabilidade Internacional. Manual de Procedimentos Boletim Manual de Procedimentos Contabilidade Internacional Custos de transação e prêmios na emissão de títulos e valores mobiliários - Tratamento em face do Pronunciamento Técnico CPC 08 - Exemplos SUMÁRIO

Leia mais

8.2. Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2013 e 2012

8.2. Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 EletrosSaúde ELETROS 8.2. Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais) 8.2.1. Contexto Operacional A Fundação Eletrobrás de Seguridade Social ELETROS

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1. PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.304/10; 1 OBJETIVO O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer,

Leia mais

Embratel Participações S.A.

Embratel Participações S.A. Embratel Participações S.A. Laudo de avaliação de acervo líquido formado por determinados ativos e passivos apurados por meio dos livros contábeis para efeito de cisão Em 30 de setembro de 2014 Índice

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES. Demonstrações financeiras Individuais e Consolidadas 30 de junho de 2013 e 2012

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES. Demonstrações financeiras Individuais e Consolidadas 30 de junho de 2013 e 2012 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Demonstrações financeiras Individuais e Consolidadas 30 de junho de 2013 e 2012 KPMG Auditores Independentes Agosto de 2013 Relatório dos auditores

Leia mais

RBS Participações S.A. e empresas controladas

RBS Participações S.A. e empresas controladas Demonstrações consolidadas do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto valor por ação (Tradução livre do original em inglês) Nota 2014 2013 Receita líquida 18 (a) 487.758

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 17 (IASB) PRONUNCIAMENTO Índice Item OBJETIVO

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2010 MUDAR SPE MASTER EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2010 MUDAR SPE MASTER EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2010 MUDAR SPE MASTER EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. ÍNDICE 1. Relatório dos Auditores Independentes 03

Leia mais

BB Capitalização S.A.

BB Capitalização S.A. BB Capitalização S.A. CNPJ 07.681.872/0001-01 Demonstrações Contábeis Intermediárias Semestre findo em 30.06.2014 Contadoria Gesub - Gerência de Subsidiárias Subsi V - Divisão de Subsidiárias V RELATÓRIO

Leia mais

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015

Demonstrações financeiras intermediárias em 30 de junho de 2015 Demonstrações financeiras intermediárias em KPDS 134230 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras intermediárias 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações dos resultados

Leia mais

Guararapes Confecções S.A. e Controladas

Guararapes Confecções S.A. e Controladas 1 Informações gerais Atividades operacionais A Guararapes Confecções S.A. ( Companhia ) e suas controladas (conjuntamente, "o Grupo"), constituída em 6 de outubro de 1956, é uma sociedade anônima de capital

Leia mais

Instrumentos Financeiros

Instrumentos Financeiros Contabilidade Avançada Instrumentos Financeiros Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 32/39 e IFRS7 (IFRS 9 em desenvolvimento) No CPC: CPC 38/39/40 e OCPC 03 Essência dos Instrumentos

Leia mais

II - que esta Deliberação entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União.

II - que esta Deliberação entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União. Aprova o Pronunciamento do IBRACON NPC nº 27 sobre Demonstrações Contábeis Apresentação e Divulgações. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião realizada

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2015 - DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2015 - DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A.

Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A. Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A. Relatório de revisão dos auditores independentes sobre as Informações Trimestrais (ITRs) trimestre findo em 30 de junho de 2015 1. INFORMAÇÕES GERAIS A Dommo Empreendimentos

Leia mais

Fundação Amazonas Sustentável Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes

Fundação Amazonas Sustentável Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2008 Em milhares de reais Ativo Passivo e patrimônio social Circulante

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

Deliberação CVM nº 563 (DOU de 31/12/08)

Deliberação CVM nº 563 (DOU de 31/12/08) Deliberação CVM nº 563 (DOU de 31/12/08) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 11 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Contratos de Seguro. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

UPOFA UNIÃO PREVIDENCIAL CNPJ. Nº 76.678.101/0001-88 Sede: Rua Emiliano Perneta, 10 9º andar Curitiba/PR Fone (41) 3224-6734 Fax (41) 3223-4223

UPOFA UNIÃO PREVIDENCIAL CNPJ. Nº 76.678.101/0001-88 Sede: Rua Emiliano Perneta, 10 9º andar Curitiba/PR Fone (41) 3224-6734 Fax (41) 3223-4223 UPOFA UNIÃO PREVIDENCIAL CNPJ. Nº 76.678.101/0001-88 Sede: Rua Emiliano Perneta, 10 9º andar Curitiba/PR Fone (41) 3224-6734 Fax (41) 3223-4223 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Cumprindo determinações legais

Leia mais

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013 Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2013 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A. Índice

Raízen Combustíveis S.A. Índice Raízen Combustíveis S.A. Índice Balanço patrimonial...2 Demonstração do resultado...4 Demonstração do resultado abrangente...5 Demonstração das mutações do patrimônio líquido...6 Demonstração dos fluxos

Leia mais

Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.)

Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.) Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2011 e Relatório dos Auditores Independentes sobre as

Leia mais

Abril S.A. e empresas controladas

Abril S.A. e empresas controladas Abril S.A. e empresas controladas DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2010 e Relatório dos Auditores Independentes 1 Abril S.A. e empresas controladas

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC. Relatório dos auditores independentes

FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC. Relatório dos auditores independentes FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2015 e 2014 FPRJ/ORN/TMS 0753/16 FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ

Leia mais

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro Faculdade Atenas Maranhense - FAMA Professor: Esp. CLEIDIANA SACCHETTO Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota. Explicativa

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota. Explicativa BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) ATIVO Nota Explicativa CIRCULANTE 39.755 68.651 Disponibilidades 522 542 Relações Interf./Aplicações R.F. 5 13.018 27.570 Relações Interdependências 6-1.733 Operações

Leia mais

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 Índice Relatório dos auditores independentes sobre as

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota ATIVO Explicativa CIRCULANTE 19.098 15.444 Disponibilidades 98 90 Relações Interf. / Aplicações R.F. 5 13.053 9.797 Operações de Crédito 6 5.760 5.518 Outros

Leia mais

Demonstrações financeiras. Camil Alimentos S.A.

Demonstrações financeiras. Camil Alimentos S.A. Demonstrações financeiras Camil Alimentos S.A. 28 de fevereiro de 2011, 2010 e 2009 Demonstrações Financeiras Individuais (Controladora) elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,

Leia mais

VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL S.A.

VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL S.A. VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL S.A. Demonstrações Contábeis 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Conteúdo Relatório dos Auditores

Leia mais

Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2013 e 2012 Demonstrações Financeiras com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras... 1 Demonstrações financeiras

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO Explicativas CIRCULANTE 63.224 47.422 Disponibilidades 423 429 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 31.991 23.380 Relações Interdependências

Leia mais

Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS

Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS 31 de dezembro 2013 e 2012 BANCO FATOR S.A. BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores expressos em

Leia mais

Demonstrações Financeiras BK Brasil Operações e Assessoria a Restaurantes S.A. 31 de dezembro de 2013 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras BK Brasil Operações e Assessoria a Restaurantes S.A. 31 de dezembro de 2013 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras BK Brasil Operações e Assessoria a Restaurantes S.A. com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes sobre as

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E 469/08. Dispõe sobre a avaliação de investimentos em sociedades coligadas e controladas e sobre os procedimentos

Leia mais

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 16 Property, Plant and Equipment

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 16 Property, Plant and Equipment Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 16 Property, Plant and Equipment Situação: PARCIALMENTE CONVERGENTE 1. Introdução O IAS 16 Property, Plant and Equipment estabelece procedimentos

Leia mais

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 CONTEÚDO

Leia mais

TAM S.A. TAM S.A e suas controladas Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas em 31 de março de 2014 e relatório dos auditores

TAM S.A. TAM S.A e suas controladas Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas em 31 de março de 2014 e relatório dos auditores TAM S.A e suas controladas Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas em 31 de março de 2014 e relatório dos auditores independentes Índice das Demonstrações Financeiras Balanços patrimoniais

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE

ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO BASE DE 2011 ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE

Leia mais

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

Direcional Engenharia S.A. 1. Contexto operacional

Direcional Engenharia S.A. 1. Contexto operacional Notas explicativas às demonstrações financeiras 1. Contexto operacional A Direcional Engenharia S.A. ( Direcional ou Companhia ) é uma Companhia de capital aberto organizada segundo as leis societárias

Leia mais

Ascenty Data Centers Locação e Serviços S.A.

Ascenty Data Centers Locação e Serviços S.A. Ascenty Data Centers Locação e Serviços S.A. Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2013 e Relatório dos Auditores Independentes Deloitte Brasil Auditores Independentes

Leia mais

ACCIONA CONCESSÕES RODOVIA DO AÇO S.A.

ACCIONA CONCESSÕES RODOVIA DO AÇO S.A. RELATÓRIO SOBRE O EXAME DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATIVAS AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores

Leia mais

Demonstrações Financeiras Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A.

Demonstrações Financeiras Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A. Demonstrações Financeiras Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A. 31 de dezembro de 2013 com Relatório dos Auditores Independentes Condomínio São Luiz Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 Torre

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Olá, pessoal! Hoje trago uma aula sobre a Demonstração do Valor Adicionado DVA, que foi recentemente tornada obrigatória para as companhias abertas pela Lei 11.638/07, que incluiu o inciso V ao art. 176

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00839-7 MANGELS INDUSTRIAL S.A. 61.065.298/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00839-7 MANGELS INDUSTRIAL S.A. 61.065.298/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/3/21 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01999-2 TOTVS S/A 53.113.791/0001-22 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01999-2 TOTVS S/A 53.113.791/0001-22 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/6/21 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Reapresentação Espontânea O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES

Leia mais

Demonstrações Financeiras Auditadas Banco ABC Brasil S.A. 31 de dezembro de 2014 e 2013 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras Auditadas Banco ABC Brasil S.A. 31 de dezembro de 2014 e 2013 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Auditadas Banco ABC Brasil S.A. com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes... 1 Demonstrações financeiras

Leia mais

GTD PARTICIPAÇÕES S.A.

GTD PARTICIPAÇÕES S.A. GTD PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 E PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES GTD PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Leia mais

Demonstrações Financeiras Arezzo Indústria e Comércio S.A.

Demonstrações Financeiras Arezzo Indústria e Comércio S.A. Demonstrações Financeiras Arezzo Indústria e Comércio S.A. 31 de dezembro de 2014 e 2013 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2014 Índice Relatório dos

Leia mais

Demonstrações contábeis ECTE - Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A.

Demonstrações contábeis ECTE - Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A. Demonstrações contábeis ECTE - Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A. 31 de dezembro de 2011 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações contábeis 31 de dezembro de 2011 Índice

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5 Demonstrações Contábeis Consolidadas de acordo com as Normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB 2014 Bradesco 1 Sumário oação de

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 24/2009 Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 24/2009 Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO A Comissão de Valores Mobiliários CVM, em conjunto com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), submete

Leia mais

Alcoa Alumínio S.A. Demonstrações financeiras consolidadas e individuais em 31 de dezembro de 2011 e relatório dos auditores independentes

Alcoa Alumínio S.A. Demonstrações financeiras consolidadas e individuais em 31 de dezembro de 2011 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras consolidadas e individuais em 31 de dezembro de 2011 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 39.466 27.437 Disponibilidades 221 196 Relações Interf. / Aplicações R.F. 5 27.920 18.274 Operações de Crédito 6 11.138

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES 1. BREVE HISTÓRICO DO CLUBE CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 O Esporte Clube Vitória, fundado na cidade do Salvador, onde tem foro e sede,

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas 7. Demonstrações de resultado abrangente 11

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas 7. Demonstrações de resultado abrangente 11 Demonstrações Financeiras Consolidadas em 31 de Dezembro de 2011 e 2010 Demonstrações financeiras consolidadas Conteúdo Relatório da diretoria 3 Parecer avaliação atuarial 5 Relatório dos auditores independentes

Leia mais

BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Demonstrações Contábeis em 30 de junho de 2014 e 2013

BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Demonstrações Contábeis em 30 de junho de 2014 e 2013 BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. Relatório da Administração Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações

Leia mais

Instituto Odeon - Filial Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório de revisão dos auditores independentes

Instituto Odeon - Filial Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório de revisão dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de e relatório de revisão dos auditores independentes Relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores

Leia mais

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 e 2013

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis MAA/MFD/YTV 2547/15 Demonstrações contábeis Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Balanços patrimoniais

Leia mais