PAISAGISMO MODERNO NA EUROPA E EUA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PAISAGISMO MODERNO NA EUROPA E EUA"

Transcrição

1 PAISAGISMO MODERNO NA EUROPA E EUA Euler Sandeville Jr. (FAU/USP; PROCAM/USP) Aion Poéticas da Paisagem e Ações Socioambientais fevereiro

2 APRESENTAÇÃO OBJETIVOS O curso apresenta aspectos introdutórios visando ordenar os movimentos e experiências de vanguarda, que estabelecem as bases da renovação da forma de entender e projetar o paisagismo na Europa e nos EUA, no período entreguerras. Aproximação inicial ao tema das relações entre paisagismo e modernidade na década de 1920, tendo por objeto as experiências inspiradas nas vanguardas nas artes e a produção de jardins em obras de arquitetos ligados ao movimento moderno. Trata de um assunto bem pouco difundido até agora entre arquitetos e historiadores do paisagismo, abrindo uma série de módulos que no decorrer de 2009 apresentarão um panorama do paisagismo até o momento atual, estabelecendo suas relações com as artes, fundamental para as questões de linguagem do projeto, e a transformação na forma de pensar o paisagismo. Ponto de partida: a historiografia corrente não a analisa a produção paisagística desse período de modo mais detido e não reconhece suficientemente os desenvolvimentos no campo dos jardins no período das vanguardas artísticas Por exemplo, Jellicoe dedica o último quarto de seu livro (p284389) ao século 20, dividindoo em até 1945 e depois até 1986 (a primeira edição é de 1975, revisada em 1987), distinguindo entre América e Europa. Nessa primeira fase, na Europa, destaca que a grande fator singular no desenho do território foi o nascimento da modern science of town and country planning (p. 287). Destaca Patrick Geddes, Howard, Munford, os movimentos artísticos da vanguarda construtivista, Le Corbusier, Gropius,, Mondrian, Asplund. Apresenta trabalhos dos seguintes paisagistas: Gertrude Jeckyll, Antonio Gaudí, Gunnar Asplund, algumas cidades jardins (Diagrama, Welwyn) e Christopher Tunnard (com Chermayeff em Sussex), C. Th. Sorensen (Aarhus University), Holger Blom (Diretor de Parques de Estocolmo), o Bos Park, Amsterdã. A maioria dos projetos mostrados não se encaixa dentro de uma linguagem artística modernista, propriamente dita. Uma bibliografia específica sobre a história do paisagismo (BROWN 2000, TREIB 1993, TREIB 2002, WAYMARK 2003, IMBERT 1993, LE DANTEC 2002) vem contribuindo para ampliar o conhecimento das idéias e intenções dos projetos de jardins 2

3 PROGRAMA aula 1. O contexto para uma renovação estética do projeto a. Os estilos tradicionais, perspectivas e impasses abertos no século 19 e a situação em torno a b. As vanguardas artísticas e arquitetônicas no início do século 20: principais tendências aula 2. Primeiras experimentações com a renovação da linguagem do projeto de paisagismo europeu e estadunidense a. Paisagismo e vanguarda européia. Tony Garnier, Le Corbusier, Van Doesburg, Exposição de Artes decorativas, Guevrekian b. A renovação do projeto nos EUA. A influência de Gropius em Harvard. Thomas Church. CARGA HORÁRIA: 8 horas/aula VAGAS: máximo 9 alunos Local: Ateliê da Rua Cayowaá 1005, Perdizes, São Paulo. Informações e inscrições: contato: (5511) será fornecido certificado de participação (mínimo de 75% de frequência) Produção: Aion Poéticas da Paisagem As imagens serão transmitidas em uma TV de 21" ou monitor 17". Os valores arrecadados com os cursos serão integralmente revertidos para a manutenção e ampliação da proposta da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento ( excetuandose apenas honorários de terceiros, serviços e custos que venham a ser necessários para sua realização. sobre o professor EULER SANDEVILLE JR. Arquiteto e Urbanista (PUCC, 1981), Arte educador (Faculdade de Belas Artes, 1984), mestre e doutor em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo ("A Herança da Paisagem" 1993, As Sombras da Floresta, Vegetação, Paisagem e Cultura no Brasil" 1999), com ênfase em história e gestão da paisagem, com pósgraduação em Ecologia (USJT, 1996). Foi sócio da firma Arte Ambiente Projetos Ltda desenvolvendo projetos de arquitetura e paisagismo, tendo trabalhado em Museus, no Departamento de Cultura e na Secretaria de Habitação do Município de São Paulo, onde desenvolveu projetos de arteeducação, pesquisa e de gestão do espaço público, tendo gerado esses trabalhos importantes referências. Trabalhou como professor de I e II Graus e Supletivo, e nos cursos de Arquitetura da FAU Santos, UBC, FAAP, São Judas, EESCUSP, nas áreas de Paisagismo e História da Arquitetura, tendo coordenado Departamentos e outras atividades, em diversas instituições de ensino superior ( Tem projetos premiados, desenvolve trabalhos na área das artes ( e tem trabalhos científicos publicados disponíveis ( Atualmente é professor da Universidade de São Paulo, ViceCoordenador da Área de Concentração Paisagem e Ambiente do Programa de PósGraduação da FAU.USP e Coordenador do Mestrado do Programa de PósGraduação em Ciência Ambiental (PROCAM.USP). Participa da coordenação dos Grupos de Pesquisa (CNPQ) "Gestão e Projeto do Espaço" e "Natureza, Cidade, Paisagem" e desenvolve o projeto "Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento" ( Para acessar o currículo lattes e conhecer mais trabalhos nessas áreas, acesse: 3

4 AULA 1. O CONTEXTO PARA UMA RENOVAÇÃO ESTÉTICA DO PROJETO A. OS ESTILOS TRADICIONAIS, PERSPECTIVAS E IMPASSES ABERTOS NO SÉCULO 19 E A SITUAÇÃO EM TORNO A principais referências estilísticas jardim formal : renascença ao barroco (Itália e França) jardim informal : século 18 (Inglaterra) 4

5 século 19: crise ambiental e social Nova função social do espaço livre na construção do espaço urbano Sistema de parques e praças urbanos de lazer e convívio para as massas Sistema de espaços urbanos de controle ambiental Parques Naturais Linguagem do projeto No século XIX, a revolução industrial, o êxodo do campo e o crescimento das cidades formando as primeiras metrópoles modernas, tornaram as condições de vida as piores possíveis, gerando a consciência dos problemas sociais, sanitários, ambientais e de lazer coletivo. 5

6 "O meu conceito de arquitetura está na união e colaboração das artes, de modo que cada coisa esteja subordinada às outras e com essas em plena harmonia e, quando uso essa palavra, esse será o significado, não um mais restrito. É uma concepção ampla, porque abraça o inteiro ambiente da vida humana: não podemos nos subtrair da arquitetura enquanto somos parte da civilização, pois que representa o conjunto de modificações sobre a superfície terrestre, em vista das necessidades humanas. Nem podemos confiar nossos interesses a uma elite de homens preparados, pedindo a eles que investiguem, descubram e criem o ambiente destinado a nos hospedar, para depois nos admirarmos perante a obra pronta, apreendendoa como coisa acabada. Isso cabe a nós mesmos; a cada um de nós cabe empenharse no controle e na proteção da orientação justa da paisagem terrestre, cada um com seu espírito e suas mãos, na parte que lhe cabe, para evitar que deixemos a nossos filhos um tesouro menor do que aquele que nos foi deixado por nossos pais" (Willian Morris, 1881). 6

7 7

8 8

9 AULA 1. O CONTEXTO PARA UMA RENOVAÇÃO ESTÉTICA DO PROJETO B. AS VANGUARDAS ARTÍSTICAS E ARQUITETÔNICAS NO INÍCIO DO SÉCULO 20: PRINCIPAIS TENDÊNCIAS a aproximação com as vanguardas nas artes plásticas contribuiu para introduzir uma noção de modernidade em jardins da década de 1920 na Europa. Em relação à tendência modernizante derivada das experiências do nascente movimento moderno de arquitetura, podese notar que, naquele período, o emprego da vegetação de crescimento livre convive com projetos apresentando vínculos com uma forte experimentação de caráter geométrico e com tradições recentes. Duas tendências: 1 a tentativa de aproximação às novas correntes plásticas que se desenvolviam desde o início do século XX parece ter contribuído para a aplicação de motivos geométricos em jardins que trazem referências do art déco, do cubismo e do expressionismo. 2 Outra tendência da modernidade nos jardins nas décadas de 20 e 30 está relacionada aos arquitetos envolvidos na pesquisa de uma nova síntese na relação do edifício com seu exterior. 9

10 10

11 11

12 12

13 AULA 2. PRIMEIRAS EXPERIMENTAÇÕES COM A RENOVAÇÃO DA LINGUAGEM DO PROJETO DE PAISAGISMO EUROPEU E ESTADUNIDENSE A. PAISAGISMO E VANGUARDA EUROPÉIA. TONY GARNIER, LE CORBUSIER, VAN DOESBURG, EXPOSIÇÃO DE ARTES DECORATIVAS, GUEVREKIAN Duas tendências: 1 a tentativa de aproximação às novas correntes plásticas que se desenvolviam desde o início do século XX parece ter contribuído para a aplicação de motivos geométricos em jardins que trazem referências do art déco, do cubismo e do expressionismo. 2 Outra tendência da modernidade nos jardins nas décadas de 20 e 30 está relacionada aos arquitetos envolvidos na pesquisa de uma nova síntese na relação do edifício com seu exterior. 13

14 14

15 15

16 16

17 17

18 18

19 19

20 20

21 AULA 2. PRIMEIRAS EXPERIMENTAÇÕES COM A RENOVAÇÃO DA LINGUAGEM DO PROJETO DE PAISAGISMO EUROPEU E ESTADUNIDENSE B. A RENOVAÇÃO DO PROJETO NOS EUA. A INFLUÊNCIA DE GROPIUS EM HARVARD. THOMAS CHURCH. EUA: esforço de integrar riquezas e diversidades regionais, inclusive ambientais e culturais, através de uma organização territorial conquistada a duras penas, apoiada num extenso sistema de comunicações regionais e de segregações culturais. estradas de ferro que já em 1865 excediam a rede européia (Jellicoe, 1987), migração de colonos, criação da Capital projetada em 1791, Guerra civil ( ), políticas posteriores do New Deal e por uma tradição antiurbana que remonta a Jefferson (Segre, 1985) e chega a Taliesen West. 21

22 22

23 O paisagismo moderno surge nos EUA num diálogo com a organização dos espaços urbanos e regionais e na investigação de uma estética moderna e de um método racional de projeto. Quando mencionamos a investigação de uma estética moderna, não nos referimos a uma transposição para o paisagismo das formas da arte abstrata européia, embora isso também tenha havido. A questão é mais profunda e é reinterpretada no panorama norteamericano. Laurie reconhece basicamente duas tradições no paisgismo americano: a da costa leste, polarizada por Harvard, e a da costa oeste, na Califórnia, principalmente São Francisco. Nas primeiras décadas deste século o gosto dos jardins e o conceito da profissão irradiouse a partir de Harvard, que havia abraçado os cânones do ecletismo de inspiração neoclássica e se fechara a qualquer renovação do conceito ou da aparência dos jardins. Em torno de 1937, entretanto, ocorrerão mudanças substanciais em Harvard, que são o estopim do paisagismo moderno nos EUA. Parte desse grupo de paisagistas irá depois se deslocar para a Califórnia, onde já atuava Church. O processo parece ter alguma correspondência na arquitetura. Segundo Snow (1967), a maior parte das construções modernas, no final dos anos 30, localizavase no Sul da Califórnia e no entorno de Lincoln e Massachsetts (onde Gropius se estabelecera). Já em 1936, Eckbo, Kiley e Rose, alunos em Harvard, lideraram uma "revolta estudantil" contra o ensino acadêmico da escola. Porém, é em 1937, com a nomeação de Richard Hudnut como Deão da Harvard Architectural School, que ocorre uma ruptura notável. "Dentre os exprofessores da Bauhaus, Albers se estabelece nos EUA em 1933 e introuz sua pedagogia formal no Black Mountain College; A.Schowisky prossegue as pesquisas cenográficas de Schlemmer; L.Feininger, americano de nascença, volta a Nova York em 1936; MoholyNagy funda em Chicago, em 1937, a New Bauhaus, com a finalidade explícita de continuar a experiência européia; no mesmo período Gropius e Breuer estabelecemse em Harvard, Mies van der Rohe e Hilberseimer em Chicago, Bayer, Ozenfant e, mais tarde, Mondrian, em Nova York" (Benevolo, 1976). Isso sem mencionar Neutra, Saarinen, Mendelsohn, Duchamp e outros. Segundo Snow, também em 1937 Christopher Tunnard, um dos expoentes do paisagismo moderno europeu e bastante influenciado pelo funcionalismo, e sobretudo um teórico de expressão, transferese da Inglaterra para Harvard. Thomas Church, que estudou em Berkeley e em Harvard e iniciou sua atividade profissional em 1930, desenvolve a partir da década de 40 uma nova conceituação para o jardim residencial californiano. 23

24 24

25 25

26 26

ARQUITETURA A PARTIR DOS ANOS DE 1950 AULA 04 - ARQUITETURA BRITÂNICA DO PÓS GUERRA new brutalism e urban structuring

ARQUITETURA A PARTIR DOS ANOS DE 1950 AULA 04 - ARQUITETURA BRITÂNICA DO PÓS GUERRA new brutalism e urban structuring ARQUITETURA A PARTIR DOS ANOS DE 1950 AULA 04 - ARQUITETURA BRITÂNICA DO PÓS GUERRA new brutalism e urban structuring ARQUITETURA BRITÂNICA ARQUITETURA DESENVOLVIMENTO DO BRUTALISMO URBANISMO REVISÃO E

Leia mais

HISTÓRIA DO PAISAGISMO

HISTÓRIA DO PAISAGISMO 1 EMENTA Introdução. Aspectos relacionados ao mercado de flores no Brasil; métodos de propagação de flores e plantas ornamentais. Cultivo de flores de corte e vaso (gladíolo, crisântemo, violeta, rosa,

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS 13. CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Área de atuação O curso pretende formar o arquiteto pleno, capacitado a atuar nos diversos âmbitos

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ANO TURMA: A e B ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO DO CONTEÚDO RELAÇÃO DOCONTEÚDO

Leia mais

MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA

MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA PREFEITURA MUNICIPAL DE BETIM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEMED DIVISÃO PEDAGÓGICA 2010 MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA 06 ANOS 07 ANOS 08 ANOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES

Leia mais

EXPRESSIONISMO FAUVISMO CUBISMO SÉC. XX

EXPRESSIONISMO FAUVISMO CUBISMO SÉC. XX EXPRESSIONISMO FAUVISMO CUBISMO SÉC. XX História da Arte Profª Natalia Pieroni IDADE CONTEMPORÂNEA LINHA DO TEMPO - HISTORIOGRAFIA Período PRÉ-HISTÓRIA Origens do homem até 40000 a. C IDADE ANTIGA 40000

Leia mais

Pablo Picasso, 1907. MOMA, NY

Pablo Picasso, 1907. MOMA, NY Pablo Picasso, 1907. MOMA, NY Georges Braque, Homenagem à Bach, 1912 FrankLoyd Wright, Robie House, 1909. Chicago. Frank kloyd dwi Wright, Fallingwater house, 1936. Pensilvânia. i O art nouveau (arte

Leia mais

Paisagista. "Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas"

Paisagista. Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas Paisagista "Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas" Fonte: Dicionário Michaelis O que é ser um paisagista? Paisagista, ou arquiteto paisagista é o profissional que trabalha

Leia mais

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Willian Henrique Martins Faculdade de Ciência e Tecnologia UNESP Email: willteenspirit@hotmail.com

Leia mais

ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA (a partir de 1944)

ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA (a partir de 1944) ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA (a partir de 1944) Lúcio Costa e Oscar Niemeyer TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA IV Profa. Dra. Deusa Maria R. Boaventura Profa. Isabela Ferrante 1. Arquitetura Moderna Brasileira

Leia mais

PROJETO SEMEANDO SUSTENTABILIDADE EDITAL DE SELEÇÃO PARA O II CURSO ECOLOGIA DA FLORESTA. Porto Velho e Itapuã do Oeste/RO 27 a 30 de novembro de 2013

PROJETO SEMEANDO SUSTENTABILIDADE EDITAL DE SELEÇÃO PARA O II CURSO ECOLOGIA DA FLORESTA. Porto Velho e Itapuã do Oeste/RO 27 a 30 de novembro de 2013 PROJETO SEMEANDO SUSTENTABILIDADE EDITAL DE SELEÇÃO PARA O II CURSO ECOLOGIA DA FLORESTA Porto Velho e Itapuã do Oeste/RO 27 a 30 de novembro de 2013 INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 08/11/2013 Porto Velho, 22 de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA Veruska Anacirema Santos da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Orientador: Prof. Dr. Edson Farias (UnB)

Leia mais

Peter Behrens REVISTA DIGITAL UM HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN

Peter Behrens REVISTA DIGITAL UM HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN REVISTA DIGITAL Peter Behrens UM HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN Conheça a história de Peter Behrens e a sua importância na criação do conceito design 1 2 Trabalho feito pelos alunos de

Leia mais

Estado civil: união estável. Nacionalidade: brasileira. Data de nascimento: 02/01/1980

Estado civil: união estável. Nacionalidade: brasileira. Data de nascimento: 02/01/1980 R U A V A S C O C I N Q U I N I, 7 0 B L C A P T O. 2 3 S A N T A N A S Ã O P A U L O - S P C E P. 0 2 0 2 2-0 0 0 T E L E F O N E 2 9 2 4. 0 6 7 6 C E L. 8 2 6 2. 3 8 4 2 E - M A I L A L I N E B I A N

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

A REVISÃO FORMAL NOS ESTADOS UNIDOS

A REVISÃO FORMAL NOS ESTADOS UNIDOS A REVISÃO FORMAL NOS ESTADOS UNIDOS A arquitetura estadunidense já tem importância entre o final do século XIX e meados do século XX, mas é a partir de 1945 que a importância do país se transforma em liderança

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES Alexandre do Nascimento Sem a pretensão de responder questões que devem ser debatidas pelo coletivo, este texto pretende instigar

Leia mais

Reflexão sobre o espírito do público na arquitetura contemporânea.

Reflexão sobre o espírito do público na arquitetura contemporânea. XX Congresso Brasileiro de Arquitetos Fortaleza, 22 04 14 Reflexão sobre o espírito do público na arquitetura contemporânea. Arquiteto Sérgio Magalhães Muito boa noite. Minha saudação cordial a todos.

Leia mais

Histórico O surrealismo surgiu na França na década de 1920. Este movimento foi significativamente influenciado pelas teses psicanalíticas de Sigmund

Histórico O surrealismo surgiu na França na década de 1920. Este movimento foi significativamente influenciado pelas teses psicanalíticas de Sigmund Histórico O surrealismo surgiu na França na década de 1920. Este movimento foi significativamente influenciado pelas teses psicanalíticas de Sigmund Freud, que mostram a importância do inconsciente na

Leia mais

Ensino em Dessau. Walter Gropius, Bauhaus de Dessau

Ensino em Dessau. Walter Gropius, Bauhaus de Dessau 1. Preliminar 2. Instrução em artesanato e Instrução em problemas da Forma 3. Instrução em arquitetura 4. Pesquisa individual no departamento de pesquisa da Bauhuas Ensino em Weimar Ensino em Dessau Maior

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância

O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância e necessidade do uso de tecnologias no trabalho escolar

Leia mais

Autor (1); S, M, R INTRODUÇÃO

Autor (1); S, M, R INTRODUÇÃO PROJETOS EDUCATIVOS E AS RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS: DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES PRODUZIDOS NOS ESPAÇOS EDUCATIVOS NÃO- FORMAIS E O SISTEMA DE ENSINO BÁSICO ESCOLAR INTRODUÇÃO Autor (1); S, M, R Universidade

Leia mais

As esferas acústicas da cena e o cinema

As esferas acústicas da cena e o cinema As esferas acústicas da cena e o cinema César Lignelli Programa de Pós-Graduação em Educação UnB Doutorando Educação e Comunicação Or. Profa. Dra. Laura Coutinho Professor Assistente do Departamento de

Leia mais

PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO

PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento Programa de Pós-Graduação PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO DISCIPLINA Seminário de Trabalho de Conclusão

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES Taciany da Silva Pereira¹, Nora Olinda Cabrera Zúñiga² ¹Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento

Leia mais

Ateliê Mathieu Duvignaud

Ateliê Mathieu Duvignaud Ateliê Mathieu Duvignaud Paisagem & Cultura Criações Press Ateliês Paris 39 rue liancourt 75014 Paris Tel: +33(0)1 43 21 48 51 Brasil 202 ayrton senna 59080-100 Natal, RN Tel: +55(84) 8127 2717 mathieuduvignaud.com

Leia mais

Estruturas de Aço - Dimensionamento Prático - 7ª Ed. Walter Pfeil Ed. LTC

Estruturas de Aço - Dimensionamento Prático - 7ª Ed. Walter Pfeil Ed. LTC Aula 1: Aula 01 Bibliografia Estruturas de Aço - Dimensionamento Prático - 7ª Ed. Walter Pfeil Ed. LTC Estruturas de aço, concreto e madeira : atendimento da expectativa dimensional Rebello, Yopanan Conrado

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 2CTDAMT04.P A DEFINIÇÃO DA VOLUMETRIA NO PROJETO ARQUITETÔNICO Ana Carolina Marinho Ribeiro (2), Aluísia Márcia Fonseca de Lima (3) Centro de Tecnologia/ Departamento de Arquitetura/ MONITORIA Resumo O

Leia mais

O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o

O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o 1 INTRODUÇÃO O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o jardim público e até mesmo com as praças ajardinadas, o parque público abrange usos e funções das mais complexas,

Leia mais

Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado

Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado O Palacete do Batel está em obras. Um projeto, encomendado pelos proprietários do imóvel, com o aval do Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico

Leia mais

PROGRAMA DE HISTÓRIA DAS ARTES

PROGRAMA DE HISTÓRIA DAS ARTES PROGRAMA DE HISTÓRIA DAS ARTES 11ª Classe 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL Área de Artes Visuais Ficha Técnica Título Programa de História das Artes - 11ª Classe Editora Editora Moderna, S.A. Pré-impressão,

Leia mais

TÍTULO DO TRABALHO: O USO DA PARTITURA COLORIDA NO APRENDIZADO MUSICAL DO SURDO: CONTRIBUIÇÕES E POSSIBILIDADES.

TÍTULO DO TRABALHO: O USO DA PARTITURA COLORIDA NO APRENDIZADO MUSICAL DO SURDO: CONTRIBUIÇÕES E POSSIBILIDADES. TÍTULO DO TRABALHO: O USO DA PARTITURA COLORIDA NO APRENDIZADO MUSICAL DO SURDO: CONTRIBUIÇÕES E POSSIBILIDADES. OBJETIVOS Igor Ortega Rodrigues A partitura colorida, desenvolvida por Celso Wilmer, professor

Leia mais

HISTÓRIA DAS ARTES 12º ANO. Curriculo e Avaliação

HISTÓRIA DAS ARTES 12º ANO. Curriculo e Avaliação HISTÓRIA DAS ARTES 12º ANO Curriculo e Avaliação Bloco 1 - A arte, do Impressionismo ao Expressionismo Abstracto - Módulo 1 A Arte Impressionista e Pós-Impressionista. - Módulo 2 Arte, indústria, arquitectura

Leia mais

M O D E R N I S M O ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO II

M O D E R N I S M O ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO II M O D E R N I S M O ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO II PROBLEMAS SOCIAIS Revolução industrial UTOPISTAS SOCIAIS do Séc. XIX formas alternativas de fixação Pré-urbanismo GÉNESE DO URBANISMO MODERNO (CORRENTE

Leia mais

BSC Balance Score Card

BSC Balance Score Card BSC (Balance Score Card) BSC Balance Score Card Prof. Gerson gerson.prando@fatec.sp.gov.br Uma das metodologias mais visadas na atualidade éobalanced ScoreCard, criada no início da década de 90 por Robert

Leia mais

PARECER Nº 15-A/2011. Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire

PARECER Nº 15-A/2011. Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire PARECER Nº 15-A/2011 Manifesta-se sobre a declaração de interesse público e social do acervo de Paulo Freire, sob a guarda do Instituto Paulo Freire 1- APRESENTAÇÃO A Portaria nº. 78, do Conselho Nacional

Leia mais

A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA

A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA Carla Monteiro de Souza* Em todos os tempos existem homens, eles existem no seu tempo e continuarão a existir enquanto alguém contar a

Leia mais

O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP

O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP RESUMO O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP Susana de Castro Qual a relação entre arte e gosto popular? A obra de Danto nos mostra como a arte pop revolucionou a arte ao aproximar o objeto de arte dos

Leia mais

COMPENSAÇÕES AMBIENTAIS DA AMPLIAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE SANTO ANDRÉ-SP

COMPENSAÇÕES AMBIENTAIS DA AMPLIAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE SANTO ANDRÉ-SP COMPENSAÇÕES AMBIENTAIS DA AMPLIAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE SANTO ANDRÉ-SP Robson da Silva Moreno Arquiteto e urbanista formado pela PUC-Campinas (1990), mestre em estruturas ambientais urbanas pela Faculdade

Leia mais

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano)

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano) Arte Ensino Fundamental Fase Final (6º a 9º ano) 2012 APRESENTAÇÃO Caro(a) professor(a), (...) Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta e com o silêncio ( intimamente sábio

Leia mais

HISTÓRIA E TEORIA ARQ. PAISAGISMO E URBANISMO I

HISTÓRIA E TEORIA ARQ. PAISAGISMO E URBANISMO I HISTÓRIA E TEORIA ARQ. PAISAGISMO E URBANISMO I União Educacional do Norte Faculdade Uninorte Professora: Edinete Oliveira Arquiteta e Urbanista Tema: A ignorância da Arquitetura & As várias idades do

Leia mais

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo Jens Baumgarten UNIFESP Resumo O artigo apresenta o projeto acadêmico-intelectual do novo curso de graduação de História da Arte na Universidade

Leia mais

FILOSOFIA SEM FILÓSOFOS: ANÁLISE DE CONCEITOS COMO MÉTODO E CONTEÚDO PARA O ENSINO MÉDIO 1. Introdução. Daniel+Durante+Pereira+Alves+

FILOSOFIA SEM FILÓSOFOS: ANÁLISE DE CONCEITOS COMO MÉTODO E CONTEÚDO PARA O ENSINO MÉDIO 1. Introdução. Daniel+Durante+Pereira+Alves+ I - A filosofia no currículo escolar FILOSOFIA SEM FILÓSOFOS: ANÁLISE DE CONCEITOS COMO MÉTODO E CONTEÚDO PARA O ENSINO MÉDIO 1 Daniel+Durante+Pereira+Alves+ Introdução O+ ensino+ médio+ não+ profissionalizante,+

Leia mais

A CRISE DO MOVIMENTO MODERNO

A CRISE DO MOVIMENTO MODERNO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO Curso: Arquitetura e Urbanismo HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO III Prof. a Raquel Portes A CRISE

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

MATEMÁTICA EM TODA PARTE II

MATEMÁTICA EM TODA PARTE II MATEMÁTICA EM TODA PARTE II Episódio: Matemática na Cidade Resumo O Episódio Matemática na Cidade, o segundo da série Matemática em Toda Parte II, vai abordar situações envolvendo fluxo e movimento nas

Leia mais

Unidade: Comunicação e Liderança como Fator Motivacional. Unidade I:

Unidade: Comunicação e Liderança como Fator Motivacional. Unidade I: Unidade: Comunicação e Liderança como Fator Motivacional Unidade I: 0 Unidade: Comunicação e Liderança como Fator Motivacional http://pro.corbis.com/enlarge ment/enlargement.aspx?id=4 2-22634984&caller=search

Leia mais

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa:

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa: Neoclassicismo Questão 01 De acordo com a tendência neoclássica, uma obra de arte só seria perfeitamente bela na medida em que imitasse não as formas da natureza, mas as que os artistas clássicos gregos

Leia mais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais Nota da Equipe de Pesquisa do IAU (USP-São Carlos) / PEABIRU sobre as matérias a respeito da modalidade Entidades do Programa Minha Casa Minha Vida publicadas no jornal O Estado de SP A equipe de pesquisa

Leia mais

COMUNICADO À COMUNIDADE ACADÊMICA DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL - IFMA

COMUNICADO À COMUNIDADE ACADÊMICA DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL - IFMA COMUNICADO À COMUNIDADE ACADÊMICA DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL - IFMA O empreendimento de ações no campo da educação, notadamente na modalidade a distância, solicita de seus agentes o cuidado

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCENDGEOCPLIC01-P ENSINO À DISTÂNCIA DE CARTOGRAFIA PARA PROFESSORES DE GEOGRAFIA José Yure Gomes dos Santos (1), Jefferson José Gonçalves Sales (1), Richarde Marques da Silva (3), Maria de Fátima Ferreira

Leia mais

SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA

SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA QUESTÃO 01 De uma forma inteiramente inédita, os humanistas, entre os séculos XV e XVI, criaram uma nova forma de entender a realidade. Magia e ciência,

Leia mais

SOFTWARES EDUCACIONAIS E O ENSINO DE HISTÓRIA: ELEMENTOS PARA UMA ANÁLISE DIDÁTICA

SOFTWARES EDUCACIONAIS E O ENSINO DE HISTÓRIA: ELEMENTOS PARA UMA ANÁLISE DIDÁTICA SOFTWARES EDUCACIONAIS E O ENSINO DE HISTÓRIA: ELEMENTOS PARA UMA ANÁLISE DIDÁTICA Marcio de Fátimo Tomaz Mestre em Educação - Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal do Paraná mftomaz@ufpr.br

Leia mais

Artes Visuais Estudantis (AVE)

Artes Visuais Estudantis (AVE) Artes Visuais Estudantis (AVE) O que é O projeto Artes Visuais Estudantis (AVE) é parte integrante do desenvolvimento de políticas culturais com a juventude estudantil, para a promoção das diversas linguagens

Leia mais

A CIDADE ROMANA 1 A Cidade na História, de Lewis Munford. A História da Cidade, de Leonardo Benevolo

A CIDADE ROMANA 1 A Cidade na História, de Lewis Munford. A História da Cidade, de Leonardo Benevolo A CIDADE ROMANA 1 A Cidade na História, de Lewis Munford. A História da Cidade, de Leonardo Benevolo As pedras fundamentais da cidade romana eram retiradas principalmente de duas outras culturas, a Etrusca

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências

Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências Maria José da Silva Rocha Resumo O trabalho que apresentarei

Leia mais

S I M U L A D O UVA. Conhecimento Específico 1 Geografia INSTRUÇÕES

S I M U L A D O UVA. Conhecimento Específico 1 Geografia INSTRUÇÕES Conhecimento Específico 1 Geografia INSTRUÇÕES UVA S I M U L A D O 1. Leia com atenção as instruções e observe se na sua prova encontram-se todas as questões previstas e se há falhas ou imperfeições gráficas

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 II SÉRIE Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e da Secretária

Leia mais

DISCIPLINA AUP5810 - PAISAGISMO professor responsável (2011): Euler Sandeville Jr. Horário: terças-feiras, das 16:00 às 20:00

DISCIPLINA AUP5810 - PAISAGISMO professor responsável (2011): Euler Sandeville Jr. Horário: terças-feiras, das 16:00 às 20:00 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA USP ÁREA DE CONCENTRAÇÃO PAISAGEM E AMBIENTE DISCIPLINA AUP5810 - PAISAGISMO professor responsável (2011): Euler Sandeville Jr. Horário: terças-feiras,

Leia mais

Principais características:

Principais características: Cubismo Definição Movimento artístico cuja origem remonta à Paris e a 1907, ano do célebre quadro de Pablo Picasso, Les Demoiselles d'avignon. Considerado um divisor de águas na história da arte ocidental,

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Apresentação

APRESENTAÇÃO. Apresentação APRESENTAÇÃO O preâmbulo do livro Educación artística, cultura y ciudadanía, publicado conjuntamente pela OEI e a Fundação Santillana, em 2009, como contribuição ao debate da proposta de «Metas Educativas

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Projeto Urbano e Paisagístico I PUP I Carga horária: 80 horas Ano Letivo: 2012 Série: 2ª Série Justificativa da Inclusão da Disciplina

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

QUESTÃO 1. 1. a Certificação de Habilidade Específica de 2011 Prova de Habilidades Específicas Arquitetura e Urbanismo 1

QUESTÃO 1. 1. a Certificação de Habilidade Específica de 2011 Prova de Habilidades Específicas Arquitetura e Urbanismo 1 QUESTÃO 1 Desenho de Observação A mão desenhava. Mas não desenhava em uma superfície plana. Gravar era desenhar em três dimensões. Era cavar ou criar um relevo. Ver o volume. E o volume tanto era interno

Leia mais

O desenvolvimento das cidades e o surgimento do urbanismo

O desenvolvimento das cidades e o surgimento do urbanismo Curso: Tecnologia em Gestão Desportiva e do Lazer Disciplina: Lazer e Urbanismo Professora: Andréa Costa O desenvolvimento das cidades e o surgimento do urbanismo Aula anterior: Surgimento das cidades;

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

TÍTULO: RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAS ESTUDO DE CASO NO RAMO VAREJISTA DE SUPERMERCADOS NA CIDADE DE SANTA ALBERTINA/SP

TÍTULO: RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAS ESTUDO DE CASO NO RAMO VAREJISTA DE SUPERMERCADOS NA CIDADE DE SANTA ALBERTINA/SP TÍTULO: RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAS ESTUDO DE CASO NO RAMO VAREJISTA DE SUPERMERCADOS NA CIDADE DE SANTA ALBERTINA/SP CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

Sumário. Introdução - O novo hábito... 1. Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3. Sobre o vocabulário... 4. Benefícios... 7

Sumário. Introdução - O novo hábito... 1. Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3. Sobre o vocabulário... 4. Benefícios... 7 Sumário Introdução - O novo hábito... 1 Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3 Sobre o vocabulário... 4 Benefícios... 7 Perguntas Frequentes sobre o Orçamento Doméstico... 10 Capítulo 2 - Partindo

Leia mais

O Planejamento Participativo

O Planejamento Participativo O Planejamento Participativo Textos de um livro em preparação, a ser publicado em breve pela Ed. Vozes e que, provavelmente, se chamará Soluções de Planejamento para uma Visão Estratégica. Autor: Danilo

Leia mais

ECOLOGIA URBANA. Adilson Roque dos Santos. Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana

ECOLOGIA URBANA. Adilson Roque dos Santos. Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana ECOLOGIA URBANA Adilson Roque dos Santos Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana O QUE É ECOLOGIA? A palavra Ecologia tem origem no grego oikos", que significa casa, e "logos", estudo. Logo, por extensão seria

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL

CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL SUMÁRIO 1. COMPONENTES... 1 2. PRINCÍPIOS... 1 3. ESBOÇOS DE CÓDIGOS DE CONDUTA VOLUNTÁRIOS... 2 3.1 Para Órgãos e Setores do Governo...

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

Arquitetura brasileira, tradição moderna, cultura contemporânea

Arquitetura brasileira, tradição moderna, cultura contemporânea I ENANPARQ Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo Arquitetura, Cidade, Paisagem e Território: percursos e prospectivas Eixo temático: Teoria, História

Leia mais

Mapeando instituições, pluralizando olhares

Mapeando instituições, pluralizando olhares Recuperado em de,, de 280 Mapeando instituições, pluralizando olhares Mapping out institutions, pluralizing looks Sérgio Dias Cirino Rodrigo Lopes Miranda Universidade Federal de Minas Gerais Brasil Resenha

Leia mais

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA Em seu sentido literal, vanguarda (vem do francês Avant Garde, guarda avante ) faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante

Leia mais

Vera F. Rezende Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo- UFF. Todas as cidades são comuns, complexas e diversas. Esse é o argumento que

Vera F. Rezende Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo- UFF. Todas as cidades são comuns, complexas e diversas. Esse é o argumento que Ordinary Cities: Between Modernity and Development Jennifer Robinson New York: Routledge, 2006, 204 p. Vera F. Rezende Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo- UFF Todas as cidades são comuns,

Leia mais

O USO DA INFORMÁTICA EDUCATIVA NA CIDADE DE CRUZ ALTA

O USO DA INFORMÁTICA EDUCATIVA NA CIDADE DE CRUZ ALTA Título: O USO DA INFORMÁTICA EDUCATIVA NA CIDADE DE CRUZ ALTA Área Temática: Educação e Comunicação - Tec. Educacionais Autores: LILIANA MARIA PASSERINO (1) e CÉLIA MARIZE BUNDCHËN (2) Programa: Universidade

Leia mais

Pesquisa de opinião Profissional de comunicação e sustentabilidade

Pesquisa de opinião Profissional de comunicação e sustentabilidade Pesquisa de opinião Profissional de comunicação e sustentabilidade O Instituto ABERJE de Pesquisas (DATABERJE) realizou uma pesquisa de opinião sobre sustentabilidade com mulheres da área de comunicação,

Leia mais

VAGAS PCD VAGAS AP DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES INERENTES AOS CARGOS CARGO FUNÇÃO PRÉ -REQUISITOS

VAGAS PCD VAGAS AP DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES INERENTES AOS CARGOS CARGO FUNÇÃO PRÉ -REQUISITOS PFEITURA MUNICIPAL DE ACIDA DE GOIÂNIA SECTARIA DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE ACIDA DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DO QUADRO DE PESSOAL DA SECTARIA DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE ACIDA DE GOIÂNIA

Leia mais

Gestalt do Objeto Sistema de Leitura Visual da Forma

Gestalt do Objeto Sistema de Leitura Visual da Forma Gestalt do Objeto Sistema de Leitura Visual da Forma Fundamentado Cientificamente na Psicologia da Percepção da Forma Prof. Dr. João Gomes Filho I 2010 BIBLIOGRAFIA João Gomes Filho Escrituras Editora.

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1

Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1 Curso de Sustentabilidade em Projetos Culturais. Transversalidades da Cultura e Gestão de Projetos Culturais: Articulações e Possibilidades. 1 Diogo Reyes da Costa Silva. 2 Introdução: O presente texto

Leia mais

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite UFU Universidade Federal de Uberlândia Palavras chave : Formação Teatral; Pedagogia do Teatro; História do Teatro Preâmbulo

Leia mais

Evem gerando cada vez mais vagas

Evem gerando cada vez mais vagas 0 VÍRUS ATRÁS DAS GRADES A superlotação de um ônibus ou de um carro de metrô pode, no máxima acarretar doses variáveis de mau humor ou uma e outra enxaqueca. Já a superlotação de uma cela de presídio pode

Leia mais

Vanguardas Históricas I

Vanguardas Históricas I Vanguardas Históricas I As transformações do início do século XX e as vanguardas históricas Os avanços da ciência realizados a partir do século XIX mudaram a percepção da realidade e conduziram, no campo

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2013.2

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2013.2 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2013.2 ADMINISTRAÇÃO Formar administradores estrategistas, comprometidos com o desenvolvimento da sociedade. A UNIFEBE, através

Leia mais

ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID FORMULÁRIO DE DETALHAMENTO DO SUBPROJETO POR ÁREA DE CONHECIMENTO 1. Nome da Instituição: Universidade

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1. Cenário no Brasil: o aspecto legal A Lei de Diretrizes e Bases da Educação,

Leia mais

27) No futuro, o que acontecerá com a mão de obra desqualificada? Explique?

27) No futuro, o que acontecerá com a mão de obra desqualificada? Explique? 27) No futuro, o que acontecerá com a mão de obra desqualificada? Explique? A implantação da informática em quase todos os campos de atividades humanas tem seu lado positivo, mas, por outro lado, a mão

Leia mais

TÍTULO: O HOMEM E A ARQUITETURA: TRANSIÇÃO DO MODERNO AO PÓS-MODERNO

TÍTULO: O HOMEM E A ARQUITETURA: TRANSIÇÃO DO MODERNO AO PÓS-MODERNO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: O HOMEM E A ARQUITETURA: TRANSIÇÃO DO MODERNO AO PÓS-MODERNO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

MATEMÁTICA E ARTE: UMA ASSOCIAÇÃO POSSÍVEL

MATEMÁTICA E ARTE: UMA ASSOCIAÇÃO POSSÍVEL MATEMÁTICA E ARTE: UMA ASSOCIAÇÃO POSSÍVEL Helena Maria Antoniazzi 1 Resumo O texto apresenta uma pesquisa realizada com alunos de Matemática, de sexta série. O objetivo do trabalho foi investigar a aplicação

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

UM POUCO DA HISTÓRIA, FINALIDADES, OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UM POUCO DA HISTÓRIA, FINALIDADES, OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL UM POUCO DA HISTÓRIA, FINALIDADES, OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL 1. Introdução Prof. Msc. Roosevelt Fideles de Souza A preocupação oficial com a necessidade de um trabalho educativo que

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO MA.DE.IN: DESIGN DE ESPAÇOS

PÓS-GRADUAÇÃO MA.DE.IN: DESIGN DE ESPAÇOS PÓS-GRADUAÇÃO MA.DE.IN: DESIGN DE ESPAÇOS Coordenador: Josep Ferrando 14/04/2015 > 09/2016 400 horas Idioma: Português Aulas: Terças e quintas das 19h30 às 22h30 e algumas semanas intensivas PÚBLICO-ALVO

Leia mais

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS 2 3 Artes da Infância infans Do latim, infans significa aquele que ainda não teve acesso à linguagem falada. Na infância adquirimos conhecimentos, acumulamos vivências e construímos

Leia mais

Clipping de Notícias Educacionais

Clipping de Notícias Educacionais Clipping 24/09/2010 SEMERJ www.semerj.org.br semerj@semerj.org.br Clipping de Notícias Educacionais Caso sua instituição ainda não seja associada ao SEMERJ, visite nosso site e descubra as vantagens em

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais