O ENFERMEIRO NA ASSISTÊNCIA À PUÉRPERA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE THE NURSE TO ASSIST IN THE POSTPARTUM WITHIN THE PRIMARY HEALTH CARE

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1 821 O ENFERMEIRO NA ASSISTÊNCIA À PUÉRPERA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE THE NURSE TO ASSIST IN THE POSTPARTUM WITHIN THE PRIMARY HEALTH CARE Aline Oliveira Gomes Enfermeira. Graduada pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Unileste-MG. Jussara Bôtto Neves Enfermeira. Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade. Especialista em Administração Pública com aprofundamento em Gestão Pública; Especialista em Formação Pedagógica em Educação na Área da Saúde. Docente do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Unileste-MG. RESUMO No puerpério as transformações físicas e fisiológicas ocorridas durante a gestação e o parto tendem a voltar ao seu estado pré-concepcional, e divide-se em imediato, tardio e remoto. O retorno da mulher e do recém-nascido ao serviço de atenção primária deve acontecer na primeira semana após o parto, pois é neste período que ocorrem boa parte das situações de morbidade e mortalidade. Esta pesquisa teve o objetivo de observar se os enfermeiros das Unidades de Atenção Primária à Saúde de Coronel Fabriciano-MG, utilizam o que é preconizado pelo Ministério da Saúde, quanto à assistência prestada no puerpério, analisar de que maneira a assistência prestada pode diminuir e/ou prevenir a incidência de intercorrências clínicas neste período. Trata-se de uma pesquisa qualitativa com abordagem descritiva, no qual foi trabalhado a triangulação de métodos para a coleta de dados, utilizando um roteiro para uma observação não-participante em uma consulta de enfermagem no puerpério e um roteiro de entrevista aplicado às puérperas durante uma visita domiciliar. Nos resultados percebeu-se que os enfermeiros não questionaram sobre a testagem para HIV, que sete puérperas tiveram um número de consultas de pré-natal menor do que o preconizado e que cinco mulheres retornaram ao serviço de saúde por outro motivo. Concluiu-se que as enfermeiras utilizam a consulta de enfermagem no puerpério preconizada pelo Ministério da Saúde, mas deixam de fazer algumas observações importantes, como anamnese detalhada, explicar sobre os direitos da mulher e oferecer testagem para HIV e sifilis para as puérperas. PALAVRAS-CHAVE: Período Pós-Parto. Fisiologia. Cuidados de Enfermagem. ABSTRACT In the puerperium the physical and physiological changes occurred during the pregnancy and the child-birth go to return to their pre-conception, and is shared into immediate, slow and remote. The woman return and the newborn primary care service should happen in the first week after the childbirth, because this is the period that occurs the most of the cases of morbidity and mortality. The purpose of this research was see if the nurses of the Primary Health Care Units of Coronel Fabriciano- MG, using what is recommended by the Health Ministry, regarding the assistance provided in the postpartum period, to analyze how the assistance can decreases or prevents the incidence of clinical events in this period. This is a qualitative survey with descriptive approach, which has worked for a triangulation of methods for data collection, using a checklist during a non-participant observation in a nursing consultation after child-birth and an interview guide applied to mothers during a home visit. In the results can be noticed that the nurses didn t ask about HIV test that seven mothers had a number

2 822 of prenatal visits less than the recommended and five women returned to the clinic for another reasons. It was concluded nurses use the nursing consultation in the postpartum period recommended by the Health Ministry, but fail to make some important observations, as detailed history, explain about the rights of women and offer HIV and syphilis test to the mothers. KEYWORDS: Postpartum period. Physiology. Nursing care. INTRODUÇÃO Segundo Moreira et al. (2008), a gravidez é um período de intensas mudanças para a mulher, com mudanças físicas e hormonais no corpo da gestante para acomodar o feto. Com tais mudanças, a mulher pode apresentar alterações de sentimentos como dúvidas, insegurança, fragilidade, ansiedade e também o medo da mudança da imagem corporal e de a criança não ser saudável. Após o diagnóstico de gravidez, a mulher deve ser orientada a começar o quanto antes o acompanhamento denominado pré-natal, no qual tanto o enfermeiro quanto o profissional médico irá orientar a mulher quanto aos cuidados que ela deverá tomar durante toda a gravidez (CABRAL, s.d). O enfermeiro, segundo a Lei nº 7498, de 25 de junho de 1986, é o profissional que possui diploma de enfermeiro conferido por uma instituição de ensino; diploma ou certificado de obstetriz ou de enfermeiro obstétrico; diploma ou certificado de enfermeiro, enfermeiro obstétrico ou obstetriz expedido por instituição de ensino estrangeira registrado de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil; diploma de enfermeiro conforme a alínea d do Art. 3º. do Decreto nº , de 28 de março de 1961 (BRASIL, 1986). Durante as consultas de pré-natal a gestante é orientada a controlar o peso, pois vai ajudar na prevenção da hipertensão arterial e do diabetes gestacional, evitando assim uma gravidez de risco. Também são realizados exames para avaliar a saúde da gestante e do bebê (CABRAL, s.d). De acordo com o Ministério da Saúde (MS) o nascimento é um evento natural e um fenômeno mobilizador, as primeiras civilizações adicionaram inúmeros significados culturais que sofreram transformações, e ainda o comemoram como um dos fatos marcantes da vida (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). O puerpério é o período em que as transformações físicas e fisiológicas desencadeadas pela gestação e pelo parto no organismo feminino, tendem a voltar ao estado pré-gravídico, e tem início com, aproximadamente duas horas após a saída da placenta e seu término é imprevisível, pois enquanto a mulher amamentar seus ciclos menstruais não retornarão completamente à normalidade. O puerpério divide-se, didaticamente, em: imediato, do 1º ao 10º dia; tardio, do 11º ao 42º dia e remoto, a partir do 43º dia (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). A atenção à mulher e ao recém-nascido (RN) no pós-parto imediato e nas primeiras semanas após, é fundamental para garantir a saúde materna e neonatal. É importante que a equipe de saúde realize a primeira visita domiciliar na primeira semana após a alta do bebê, porém se a gestação foi classificada como de risco, essa visita deve ocorrer nos primeiros três dias após a alta (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Após o parto, deve-se olhar para a mulher com uma visão holística, não prestando somente atenção ao sistema reprodutor e hormonal, não esquecendo do

3 823 lado psicológico, procurando saber o que a puérpera está achando desta nova situação com um novo membro na família. É fundamental estabelecer vínculo entre o enfermeiro e a mulher, o que vai facilitar para a mulher compreender as informações obtidas acerca desta nova etapa (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). As modificações ocorridas nas mamas durante a gravidez regridem após o nascimento do bebê, como por exemplo, o crescimento dos mamilos e das aréolas, o amadurecimento dos lobos e ductos, o aumento da vascularização e o aumento do tamanho das células mamárias e dos receptores de ocitocina, principalmente se a puérpera estiver amamentando (BRANDEN, 2000). Segundo o Ministério da Saúde o serviço prestado nas Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) caracteriza-se por ser um conjunto de ações individuais e coletivas, envolvendo a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, desenvolvida por meio de práticas gerenciais, sanitárias e participativas, trabalho em equipe, dirigidas à população (BRASIL, 2006a). Conforme o Ministério da Saúde o retorno da mulher e do RN ao serviço de atenção básica á saúde deve ocorrer em torno de cinco a dez dias após o parto. Este retorno deve ser estimulado durante as consultas de prénatal, que deverão ser no mínimo seis consultas, na maternidade e pelos agentes comunitários de saúde durante a visita domiciliar (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais deve ser realizado nas UAPS as ações do 5º dia, como verificar o cartão da criança e orientar sobre sua importância, realizar o teste do pezinho, aplicar a dose de BCG, agendar a primeira consulta da criança e a consulta de puerpério para a mulher (MINAS GERAIS, 2005). O objetivo do retorno da mulher à UAPS é avaliar o estado de saúde da mãe e do RN, orientar quanto à amamentação, os cuidados básicos com o bebê, e avaliar o convívio entre mãe e filho, a fim de prevenir situações de morbidade e mortalidade materna e neonatal, uma vez que boa parte destas situações ocorre na primeira semana após o nascimento do bebê (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Durante a anamnese, o cartão de vacina da gestante deve ser verificado e o enfermeiro deve perguntar sobre como decorreu a gestação, o tipo de parto e se houve alguma intercorrência durante a gravidez, se a gestante recebeu orientações sobre o teste para sífilis ou HIV durante o parto e gestação e se está fazendo uso de alguma medicação como o sulfato ferroso, por exemplo, e também deverá escutar e estar atento às possíveis queixas e esclarecer as possíveis dúvidas da mulher, executar a avaliação clínico-ginecológica, abrangendo o exame das mamas e atentando para o aleitamento materno (BRASIL, 2005, 2006b). A mulher deve ser orientada quanto à higiene, alimentação, atividades físicas, atividade sexual, enfocando na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST), o cuidado com as mamas e com o RN, os direitos reprodutivos, sociais e trabalhistas e também quanto ao planejamento familiar, informando sobre os métodos contraceptivos, ajudando-a na escolha do melhor método para ela disponibilizando-o juntamente com instruções de uso e instruções sobre o que fazer caso ocorra algum efeito colateral (BRASIL, 2005, 2006b). Considerando as informações supracitadas esta pesquisa norteia-se pelo questionamento: quais ações são desenvolvidas no puerpério pelo enfermeiro lotado nas UAPS de Coronel Fabriciano, dentre as que são preconizadas pelo MS?

4 824 Esta pesquisa justifica-se devido ao fato de no período puerperal a mulher, que passou por diversas transformações na gestação, vai vivenciar o retorno ao estado pré-gravídico. Torna-se necessário um atendimento qualificado embasado cientificamente para ajudar a mulher a recuperar-se da melhor forma possível. Os conhecimentos sobre as alterações fisiológicas e sobre as etapas da consulta do puerpério irão garantir que o profissional tenha as informações pertinentes para a realização de uma consulta de forma completa e para que a orientação seja direcionada as necessidades desta nova mãe. Torna-se necessário profissionais qualificados e comprometidos de forma pessoal e profissional, que recebam a mulher com respeito, ética e dignidade. A assistência de enfermagem no puerpério é muito importante,uma vez que uma assistência qualificada pode evitar grandes danos para a paciente como, riscos de infecções e danos psicológicos. Esta pesquisa tem como objetivos norteadores analisar de que maneira a assistência prestada pelo enfermeiro pode diminuir e/ou prevenir a incidência de intercorrências clínicas no puerpério e ponderar de que forma a assistência prestada pelo enfermeiro pode proporcionar às puérperas uma melhor recuperação. E como objetivo geral observar se o enfermeiro utiliza as normas preconizadas pelo Ministério da Saúde, quanto à assistência prestada no puerpério, nas UAPS de Coronel Fabriciano-MG. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa qualitativa com abordagem descritiva. A realização da pesquisa foi autorizada pela Gerente de Atenção à Saúde do Município de Coronel Fabriciano através de uma Carta de Autorização feita em duas vias de igual teor, no qual uma permaneceu com a Secretaria de Saúde do Município e a outra com a pesquisadora. A pesquisa foi realizada com mulheres em fase puerperal, usuárias dos serviços de três UAPS do município de Coronel Fabriciano, situado na região do Vale do Aço no Leste de Minas Gerais, distante 198 Km de Belo Horizonte tendo uma área de 222,08 Km 2, uma população estimada de habitantes. O município é o centro geográfico do Vale do Aço e se enquadra na condição de cidade de prestação de serviços nas áreas do comércio, lazer, educação e cultura (CORONEL FABRICIANO, 2009). Para atender as necessidades de saúde de seus cidadãos, o sistema municipal de saúde de Coronel Fabriciano é composto por 12 UAPS sendo elas responsáveis pela prestação do serviço de saúde à população que residem nos bairros (NEVES, 2009). Esta informação foi utilizada para selecionar as UAPS participantes da pesquisa. A seleção teve por base elas estarem situadas em setores distintos, o que resultaria numa amostra variada das consultas de puerpério realizadas. Como critérios de inclusão dos sujeitos de pesquisa as mulheres deviam estar no período puerperal, ter idade entre 10 a 49 anos que, segundo Cardoso e Faundes (2006) esta idade corresponde ao período fértil da mulher, ter feito o acompanhamento do pré-natal e do puerpério nas unidades selecionadas. Para definir a amostra da pesquisa foi utilizada a técnica de amostragem intencional, que segundo Cavalcante e Zeppelini (s.d) neste tipo de amostragem o pesquisador está interessado na opinião de determinados elementos da população, mas que não são representativos da mesma, por isso não permite generalizações

5 825 dos resultados, pois representa a realidade de um determinado contexto. Portanto a a população do estudo era de 15 puérperas e três enfermeiros. Já a amostra foi de 10 puérperas e dois enfermeiros. Cinco puérperas não participaram do estudo, pois três endereços eram incompatíveis e dois, as puérperas não se encontravam no domicílio. Uma enfermeira não participou, pois durante o período da coleta de dados estava de licença. A coleta de dados foi realizada nos meses de agosto à outubro de 2010 e aconteceu em dois momentos, no qual em primeiro momento foi utilizado um Roteiro para Observação Não-Participante contendo as etapas de uma consulta realizada pelo enfermeiro no período do puerpério, e num segundo momento um Roteiro de Entrevista, que foi feita no domicílio das usuárias que concordaram em participar da pesquisa após prévio agendamento, foi gravada por um celular da marca Samsung de modelo SGH-J700L para melhor análise das informações obtidas. Os nomes e forma de contato com as usuárias das UAPS foram fornecidos pelos enfermeiros das unidades. Para participar da pesquisa foram selecionadas as mulheres que passaram pela consulta de puerpério com o enfermeiro recentemente. Os objetivos da pesquisa foram explicados para os enfermeiros e para as usuárias sendo apresentado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) em duas vias de igual teor, o qual depois de lido e confirmada a participação foi assinado. Para o tratamento dos dados foi trabalhado a triangulação dos dados que, segundo Polit, Beck e Hungler (2004), se refere ao uso de múltiplos referenciais para distinguir a verdadeira informação, no qual foi utilizada a triangulação do método. As entrevistas gravadas foram transcritas para melhor análise dos dados obtidos, os dados foram agrupados por afinidade, interpretados e relacionados com o que o MS preconiza para a consulta de enfermagem no puerpério. Para preservar os participantes e sua identidade, seus nomes foram substituídos pela expressão: M na, M nb ou M nc, sendo que a letra M refere-se à palavra mulher, N refere-se ao número de acordo com a ordem em que estas mulheres foram entrevistadas e A, B ou C refere-se às UAPS selecionadas. As consultas de enfermagem observadas foram representadas por UAPS A, UAPS B ou UAPS C. Todos os participantes foram informados sobre os objetivos da pesquisa, dos possíveis riscos e benefícios, e foi esclarecido a eles que a qualquer momento poderiam abandonar a pesquisa, pois sua participação é voluntária e anônima. Para a realização da pesquisa foram respeitadas as normas e diretrizes da Resolução nº 196 de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos (BRASIL, 1996). RESULTADOS E DISCUSSÃO Para a obtenção dos dados a pesquisadora realizou uma observação nãoparticipante, no qual assistiu a duas consultas de enfermagem do puerpério em UAPS diferentes e anotou as ações realizadas, conforme pode ser observado no QUADRO 1. A consulta da UAPS C não consta na pesquisa, pelo motivo de não ter sido possível observar a consulta de puerpério, pois durante o período da coleta dos dados a enfermeira encontrar-se de licença.

6 826 QUADRO 1-Consulta de enfermagem no puerpério realizadas nas UAPS do município de Coronel Fabriciano. MG, UAPS A UAPS B Apresenta-se e pergunta o nome da mulher e do Apresenta-se e pergunta o nome da mulher e do RN RN Escuta o que a mulher tem a dizer, incluindo possíveis Escuta o que a mulher tem a dizer, incluindo queixas, estimulando-a a fazer perguntas possíveis queixas, estimulando-a a fazer perguntas Informa os passos da consulta e esclarece dúvidas Anamnese Não verificou o cartão da gestante, pois a puérpera Não verificou o cartão da gestante não o levou Condições da gestação Condições do atendimento ao parto e ao recémnascido Dados do parto Intercorrência na gestação, no parto ou no pósparto, a puérpera estava com suspeita de candidíase Uso de medicamentos Aleitamento materno exclusivo Alimentação Dor Fluxo vaginal Sangramento Queixas urinárias Planejamento familiar Condições psicoemocionais Condições sociais Pergunta sobre: Dados do parto Intercorrência na gestação, no parto ou no pós-parto Uso de medicamentos Aleitamento materno exclusivo Fluxo vaginal Sangramento Queixas urinárias Febre Verifica dados vitais Avalia estado psíquico da mulher Observa estado geral Examina mamas Examina períneo e genitais externos Verifica possíveis intercorrências Higiene, alimentação, atividades físicas Atividade sexual, informando sobre prevenção de DST/AIDS Cuidados com as mamas Cuidados com o RN Direitos da mulher Planejamento familiar e ativação de método contraceptivo Disponibiliza o método escolhido Prescreve suplementação de ferro Trata possíveis intercorrências Registra informações em prontuário Agenda consulta de puerpério com ginecologista Avaliação clínico-ginecológica Verifica dados vitais Observa estado geral Examina mamas Examina abdômen Verifica possíveis intercorrências Condutas Orientações Higiene, alimentação, atividades físicas Cuidados com as mamas Cuidados com o RN Planejamento familiar e ativação de método contraceptivo Disponibiliza o método escolhido Prescreve suplementação de ferro Registra informações em prontuário Agenda consulta de puerpério com ginecologista A enfermeira estava vestida adequadamente para a consulta FONTE: Dados da pesquisa. Observações A enfermeira usava jeans azul e blusa transparente vendose o sutiã cor de rosa por baixo, com decote canoa profundo

7 827 Dentre as perguntas que as enfermeiras fizeram durante a consulta puerperal, destaca-se: dados do parto; sangramento e queixas urinárias. Segundo Bacha e Rezende (2004) e Branden (2000) no parto vaginal, a perda sanguínea gira em torno de 500 ml, enquanto que no parto cesáreo é em torno de 1000 ml ou mais. O aumento do volume sanguíneo durante a gestação compensa esta perda com o redirecionamento dos líquidos extravasculares para a circulação aumentando o volume plasmático, caso ocorra um sangramento excessivo, a recuperação funcional é retardada e segundo Rehme (2010) em uma anamnese ginecológica deve-se avaliar as possíveis queixas urinárias, atentando-se para sinais de infecção. De acordo com o que é preconizado pelo MS percebe-se que as enfermeiras estão deixando de lado ações simples, mas de grande importância da consulta do puerpério, como por exemplo: realização de uma anamnese completa que segundo Rehme (2010) inclui a identificação, queixa principal, história atual, antecedentes pessoais, familiares, menstruais, sexuais, obstétricos e mamários, corrimento e queixas urinárias e gastrintestinais, falar sobre os direitos da mulher e orientar quanto ao aconselhamento e testagem para sífilis e HIV que deve ser realizado durante e a gestação e na hora do parto. A pesquisa de Barcellos et al. (2006) realizada na cidade de Porto Alegre, mostra que a prevalência de gestantes portadoras do vírus HIV varia de 0% a 8% em diferentes regiões da cidade. O que mostra a importância do aconselhamento e testagem para HIV. Segundo o MS o enfermeiro deve oferecer a testagem para HIV com aconselhamento pré e pós-teste pra as puérperas que nao foram testadas durante a gravidez ou parto (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Foram entrevistadas 10 mulheres que passaram pela consulta de enfermagem no puerpério para ajudar a pesquisadora a entender a verdadeira realidade da consulta do enfermeiro neste período. Quando as participantes foram questionadas sobre o número de consultas do pré-natal realizadas pelo enfermeiro, foram encontrados os seguintes resultados demonstrados na TAB. 1. Não foi aplicado o roteiro de entrevista para as usuárias da UAPS A, pois três dos cinco endereços eram comerciais e nos outros dois as puérperas não se encontravam em casa. TABELA 1-Número de consultas de pré-natal realizadas por enfermeiro, segundo as puérperas em duas UAPS do município de Coronel Fabriciano. MG, Puérperas UAPS B UAPS C M M M 3 M M FONTE: Dados da pesquisa. Pode-se observar que, de acordo com as respostas das puérperas, sete mulheres entrevistadas tiveram um número de consultas de pré-natal com o

8 828 enfermeiro menor do que o mínimo exigido pelo MS, o que pode prejudicar a assistência à essa gestante. O Ministério da Saúde preconiza que o número de consultas deve ser de no mínimo seis, sendo preferencialmente uma no primeiro, duas no segundo e três no terceiro trimestre de gestação (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Em relação ao questionamento sobre as orientações do puerpério que as mulheres receberam durante o pré-natal, foram encontrados as seguintes narrativas: Ela falou assim, para eu levar o neném lá no posto, para consultar, fazer o teste do pezinho, para eu tomar os remédios direitinho e para ficar de resguardo 30 dias certinho (M 3B ). Bom, ela falou que era um período que eu teria que fazer, um repouso, não pegar peso, não fazer exercícios, não fazer coisas pesadas e falou que eu teria, acho que com 30 dias, fazer uma consulta com o ginecologista (M 5C ). Percebeu-se que não foram fornecidas orientações específicas sobre o puerpério, sendo que durante o pré-natal deve-se enfatizar este período, pois segundo Bacha e Rezende (2004), algumas funções deixam de ser exercidas, e outras serão ativadas. Essas modificações rápidas, algumas vezes, trazem alterações que não são compreendidas adequadamente, sendo necessário, portanto, ter conhecimento do assunto para que não se intervenha de forma desnecessária, ou mesmo inadequada. Apesar disso, cinco mulheres alegaram não ter recebido nenhuma orientação sobre este período. O Ministério da Saúde preconiza que nas consultas de pré-natal, com relação ao puerpério, deve-se orientar quanto: ao aleitamento materno exclusivo; a orientação específica para as mulheres que não poderão amamentar; a importância do planejamento familia; os cuidados com a mulher e RN; o retorno ao serviço de saúde; a importância das consultas puerperais; a realização do teste do pezinho e a importância do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). As puérperas foram questionadas se na maternidade elas foram informadas que deveriam retornar ao serviço de saúde para a consulta de puerpério com o enfermeiro, encontrando-se os relatos a seguir: Falaram comigo que eu tinha que ir e também falaram que eu tinha que levar o meu filho para fazer o teste do pezinho (M 5B ). Falaram, até anotaram no cartão (M 5C ). Conforme os relatos, oito das 10 puérperas entrevistadas foram informadas sobre a consulta puerperal pelo enfermeiro, sendo que uma puérpera alegou ter sido informada somente sobre o teste do pezinho e o calendário básico de vacina, e uma mulher alegou não ter sido informada sobre a consulta. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais ao receber alta da maternidade, as puérperas devem ser orientadas sobre cuidados com o corpo, sinais de complicações como febre, hemorragia e infecção, aleitamento materno e a importância das consultas puerperais e do RN (MINAS GERAIS, 2006).

9 829 Quando as puérperas foram questionadas se retornaram ao serviço de saúde, quando foram e qual o motivo do retorno, encontrou-se os seguintes relatos: Fui na unidade pra conversar com a enfermeira, ela receitou os remédios de dor de cabeça e sulfato ferroso para anemia. Com 5 dias para fazer o teste do pezinho e eu conversei com ela, minha sogra avisou que eu estava aqui, não, foi antes de 5 dias que minha sogra avisou que eu estava aqui, e ela veio e me visitou depois do parto (M 5B ). Fui depois de 15 dias, foi porque meu marido estava doente e eu aproveitei e consultei (M 2C ). Percebe-se que o reforço que é dado com relação ao retorno na UAPS para a consulta puerperal não está surtindo o efeito esperado, pois cinco puérperas retornaram por outro motivo. O Ministério da Saúde reforça que o retorno da mulher e do RN ao serviço de saúde deve acontecer na primeira semana após o parto, pois a maioria das situações de morbidade e mortalidade materna e neonatal ocorrem neste período (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). Ao indagar as puérperas quanto à qualidade das orientações fornecidas pelo enfermeiro na consulta do puerpério e quanto ao seu uso, elas afirmaram: Foram, foram boas e eu usei (M 1B ). Foram. Ela me deu todas as orientações, tudo. Perguntou tudo, se eu tive dúvidas, falou de tudo. Usei, algumas eu usei (M 3C ). Foram boas, usei mais ou menos, só o sulfato ferroso que eu lembrava de vez em quando de tomar (M 5B ). Todas as puérperas que participaram da pesquisa disseram que as orientações dos enfermeiros foram de boa qualidade, porém quatro mulheres demonstraram durante a entrevista que não tiveram o compromisso de colocá-las em prática conforme pode ser observado nos relatos destacados. Ao inquirir sobre a marcação do retorno com o ginecologista, sete puérperas declararam que não foi marcado o retorno para a consulta puerperal com o ginecologista. O retorno com o profissional médico é muito importante para avaliar as condições de saúde materna e neonatal, pois segundo o MS neste retorno devese avaliar, além do estado de saúde, caso haja alguma intercorrência, a amamentação, o retorno da menstruação e da atividade sexual (BRASIL, 2001, 2005, 2006b). CONSIDERAÇÕES FINAIS O cuidado de enfermagem no período puerperal deve oferecer à mulher as estratégias para a adaptação a esta fase de transição. Estas informações são importantes e necessitam ser repassadas em um curto espaço de tempo, seja durante a internação ou quando de seu retorno ao serviço de saúde para a consulta puerperal.

10 830 Refletindo o contexto geral da pesquisa, percebeu-se que as enfermeiras das UAPS do município utilizam a consulta de enfermagem no puerpério como preconizada pelo MS, porém foram deixados de lado passos simples, mas que são de grande importância. Pode-se observar, também, que as enfermeiras precisam dar a devida atenção durante o pré-natal quanto à orientação a gestante explicando a importância do retorno após o parto para acompanhamento do puerpério, procurando estabelecer uma interação efetiva com a mulher. Percebeu-se ser imprescindível que as enfermeiras assumam seu papel, enquanto educadora em saúde, haja vista a necessidade de aproximação, de diálogo e de suporte com as puérperas, em razão das dificuldades com que elas se deparam. Esta ajuda fará com que possam vivenciar o puerpério com ocorrências apenas de caráter fisiológico. A puérpera bem informada e preparada para cuidar do seu bebê e de sua recuperação no pós-parto possui menos riscos de complicações. REFERENCIAS BACHA, Clóvis Antônio; REZENDE, Cézar Alencar de Lima. Puerpério Fisiológico. In: CORRÊA, Mário Dias; MELO, Victor Hugo de; AGUIAR, Regina Amélia Lopes Pessoa de; CORRÊA JÚNIOR, Mário Dias. Noções práticas de obstetrícia. Belo Horizonte: COOPMED, p BARCELLOS, Christovam; ACOSTA, Lisiane Morelia Weide; LISBOA, Eugênio Pedroso; BRITO, Maria Regina Varnieri; FLORES, Rui. Estimativa da prevalência de HIV em gestantes por análise espacial, Porto Alegre, RS. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 40, n. 5, p , out., Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 3 out BRANDEN, Pennie Sessler. Enfermagem materno-infantil. 2. ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, BRASIL. Lei n , de 25 de junho de Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Diário oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília, 26 jun Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução de Diretoria Colegiada nº 196, de 10 de outubro de Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília, 16 out Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas públicas. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd04_13.pdf>. Acesso em: 20 ago Ministério da Saúde. Pré-natal e puerpério: atenção qualificada e humanizada. Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em:

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