TURISMO NO RIO GRANDE DO NORTE

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1 TURISMO NO RIO GRANDE DO NORTE Relatório de Pesquisa Demanda Turística via Natal: Estrutura e Características do Fluxo Turístico Receptivo de 2009 Natal - Rio Grande do Norte Brasil (maio de 2010)

2 RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DO TURISMO SETUR/RN Governo do Estado do Rio Grande do Norte Governadora: Wilma Maria de Faria Secretaria do Turismo do Estado Secretário: Fernando Fernandes de Oliveira Secretário Adjunto: Túlio Fernandes M.Serejo. Coordenadora Técnica Carmem Vera Araújo de Lucena Equipe Técnica SETUR/RN Dorilene Barreto da Costa Sobreira Rita Maria Silva de Souza Estagiários: Angélica Girlane da silva Clayton Bruno Frutuoso Alves Danillorafael Gurgel de A. Macedo Rua Rafael Tobias 2113 casa 1 Alagadiço Novo CEP: Fortaleza-CE Telfax: (085) ou /

3 APRESENTAÇÃO A Secretaria do Turismo do Estado do Rio Grande do Norte SETUR/RN, visando ampliar o conhecimento sobre os fluxos turísticos receptivos e seus impactos sobre a atividade econômica no Estado, vem acompanhando os movimentos do turismo receptivo, via Natal, de origem nacional e internacional. Este tipo de turismo merece atenção especial, levando-se em consideração que o seu crescimento promove impactos significativos na economia, tanto no nível de gastos efetuados dentro do Estado e na geração de empregos quanto na melhoria do bem estar da população. Os gastos gerados pelo seu fluxo representam transações ou venda de bens e serviços a consumidores residentes fora do Estado, provocando impactos econômicos semelhantes ás exportações, no tocante à geração de divisas ou de ingresso de renda. O presente trabalho consolida os resultados da pesquisa realizada nos meses de janeiro (alta estação) e setembro e novembro de 2009 (baixa estação), junto ao fluxo turístico para o Rio Grande do Norte via Natal (turismo receptivo), onde se procurou identificar os aspectos relevantes da demanda turística tais como, origem do turista, motivos da viagem, meios de transportes e de hospedagens, atributos relativos ao perfil do turista, como aspectos pessoais e econômico-financeiros, além da avaliação manifestada pelo turista no tocante aos produtos e serviços consumidos e de sua experiência vivenciada no Estado. O relatório está estruturado em seções onde são apresentados e analisados os principais resultados da pesquisa da demanda turística via Natal. A pesquisa foi realizada através de entrevista direta com os turistas nos principais portões de saída de Natal, ou seja, aeroporto, rodoviária e rodovias BR s. O levantamento de campo foi realizado nos meses citados acima, perfazendo um total de entrevistas diretas. A pesquisa foi executada em parceria com a empresa Delta Consultoria e Pesquisas, sob a coordenação do setor de Estudos e Pesquisas da SETUR/RN.

4 1. ESCOPO DA PESQUISA

5 1.1. Objetivo Geral Conhecer o perfil dos turistas que visitaram o Rio Grande do Norte via a cidade de Natal e a movimentação turística no interior do Estado, através de pesquisa direta aplicada nos principais portões de saída (aeroporto, rodoviária e BR s), identificando o perfil dos visitantes, seus hábitos, principais motivações, gastos e suas avaliações dos bens e serviços ofertados, bem como as necessidades e expectativas desses turistas, tendo em vista orientar as ações dos setores públicos e privados para um planejamento adequado da atividade turística Objetivos Específicos Traçar o perfil socioeconômico do turista, nacional e internacional; Identificar suas principais motivações de viagem e as avaliações dos bens e serviços turísticos utilizados em sua permanência; Verificar a percepção dos visitantes sobre o destino visitado e a intenção de retorno e de recomendação a outras pessoas; Reunir subsídios e dados que respaldem cientificamente a decisão e implementação de medidas que conduzam à melhoria da qualidade dos serviços prestados e do acolhimento dado ao turista; Sistematizar as informações coletadas através das pesquisas de demanda turística, para orientar e direcionar as políticas públicas de turismo do Rio Grande do Norte Universo Turistas nacionais e internacionais presentes no Rio Grande do Norte há pelo menos 2 dias, com 17 anos ou mais, em situação de embarques no aeroporto e rodoviária e turistas que estavam saindo nas BR s através do automóvel.

6 1.4. Período de campo: janeiro, setembro e novembro de Procedimentos Metodológicos Para conhecer a demanda dos que visitam o destino turístico Rio Grande do Norte, através de Natal, seu perfil, suas motivações, preferências por produtos turísticos e suas avaliações acerca dos bens e produtos consumidos durante sua permanência nessa cidade, foi necessário entrevistar turistas nacionais e estrangeiros, nos portões de saída da cidade (Aeroporto Internacional Augusto Severo, Terminal Rodoviário da Cidade da Esperança e rodovias BR 101 e BR 304). Para tanto, considerou-se como turista o visitante, nacional ou estrangeiro, que se deslocou para o Rio Grande do Norte, permanecendo por um período consecutivo inferior a um ano, cuja finalidade principal da viagem foi o descanso, lazer, negócios e outros motivos não relacionados com o exercício de atividade remunerada. Sendo assim, para efeito do presente trabalho de consolidação das pesquisas de demanda, foram incluídos todos os visitantes internacionais e nacionais que pernoitaram na cidade e, que estiveram imbuídos por quaisquer motivações acima citadas, exceto no exercício de atividades que tenham como objetivo o retorno financeiro, conforme recomendação da CTI Nordeste. As amostras finais foram de turistas, quantidade que assegura a representatividade e a confiabilidade da amostra da pesquisa neste período. Para obter as informações sobre a realidade estudada, foi utilizada a entrevista como instrumento de coleta de dados. As entrevistas foram orientadas por um roteiro previamente estabelecido, semi-estruturado, com questões abertas e fechadas relacionadas aos objetivos da pesquisa. Os formulários de entrevistas foram definidos e entregues a consultoria para que fossem aplicados de acordo com as orientações contidas no Manual da SETUR-RN.

7 A amostra foi estratificada e constituída pelo número de entrevistas necessárias para garantir 95,5% de confiabilidade dos dados, com erro amostral 5%, para tanto a amostra foi dimensionada em (dois mil, seiscentos e cinco ) entrevistas, conforme a seguinte estratificação: Portões de Saída Janeiro Locais (%) Locais (%) Locais (%) Locais (%) Aeroporto , , , ,04 Rodoviária , , , ,26 BR-101 e , , , ,70 TOTAL , , , ,00 Brasilerios , , , ,49 Estrangeiros , , , ,51 Principais Portões de Entrada Setembro Novembro Os questionários foram aplicados entre os turistas, segundo a nacionalidade, sendo 2253 brasileiros e 352 estrangeiros, como se vê na figura abaixo Distribuição segundo os mercados emissores pesqusiados para o Rio Grande do Norte via Natal (%) Internacional 14,87 Total Nacional 85,13

8 1.6. Método de coleta de dados O método de coleta de dados foi o de entrevista pessoal, conduzida por profissionais treinados especialmente para a aplicação do questionário desenvolvido com exclusividade para esse trabalho. Os pesquisadores tinham domínio (falar e entender) do idioma inglês, italiano, espanhol e outros. O questionário foi estruturado com perguntas filtro, abertas, fechadas, de caracterização e de escala de avaliação, submetido à aprovação prévia da SETUR/RN. O questionário da pesquisa foi preenchido pelos pesquisadores que abordaram de forma aleatória os turistas, evitando-se distorções e escolhas indevidas. O trabalho de pesquisa no aeroporto foi fiscalizado pela empresa contratada, por meio de um coordenador de equipe e supervisionada pela SETUR/RN. Os pesquisadores portaram crachá de identificação. A pesquisa foi realizada durante 7 (sete) dias consecutivos. Os pesquisadores identificaram-se e explicaram aos entrevistados a finalidade de sua abordagem, o objetivo da pesquisa, informando-lhes que os dados coletados permaneceriam no anonimato. Antes do início do trabalho em campo, a Consultoria promoveu reunião com a equipe de pesquisadores, a fim de que os mesmos tivessem treinamento sobre o questionário e abordagem de campo.

9 2. ANÁLISE DOS RESULTADOS

10 Principais Mercados emissores internacionais em 2009 Principais Mercados Janeiro Setembro Novembro Distribuição segundo prinicpais mercados Internacionais (%) Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Portugal 10 8, , , ,00 Itália 27 22, ,83 9 8, ,33 Espanha 8 6, , , ,05 Argentina 34 28, , ,08 Holanda , , ,95 Franca 5 4,13 4 3,33 7 6, ,55 Suércia 10 8, , ,13 Estados Unidos 3 2,48 2 1,67 4 3,60 9 2,56 Suiça 6 4, ,80 8 2,27 Alemanha 4 3,31 1 0,83 1 0,90 6 1,70 Paraguai 1 0,83 2 1,67 1 0,90 4 1,14 Outros 13 10,74 2 1,67 7 6, ,25 Total Geral , , , ,00 Franca 4,55 Outros 17,05 Portugal 25,00 Holanda 7,95 Argentina 11,08 Espanha 17,05 Itália 17,33 De acordo com a pesquisa realizada em 2009, os turistas que se destinaram ao Rio Grande do Norte eram predominantemente residentes no Brasil ou nacionais (86,49%); os demais, cerca de 13,51% do total, originaram-se de outros países. Entre os estrangeiros Portugal destacou-se como principal emissor respondendo por 25,00%, em segundo lugar a Itália (17,33%), em terceiro lugar a Espanha (17,05%) e em quarto lugar Argentina com 11,08%.

11 Mercados Principais portões de entrada dos turistas internacionais Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Natal 69 57, , , ,32 São Paulo 30 24,79 2 1,67 5 4, ,51 Fortaleza 1 0, , , ,66 Rio de Janeiro 8 6, , ,55 Outros 13 10,74 7 5,83 1 0, ,97 Total Geral , , , ,00 Janeiro Setembro Novembro Distribuição segundo portão de entrada do fluxo internaciona (%) Fortaleza 9,66 Rio Janeiro 4,55 Outros 5,97 São Paulo 10,51 Natal 69,32 Constatou-se ainda, na pesquisa que Natal (69,32%) e São Paulo (10,51%) aparecem como as principais capitais utilizadas pelos turistas estrangeiros como "portão de entrada" no Brasil para chegar ao Rio Grande do Norte.

12 Principais Mercados emissores nacionais em 2009 Mercados Janeiro Setembro Novembro Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Norte 61 6, , , ,26 Acre 1 0,11 1 0, ,09 Amapá 7 0, ,15 8 0,36 Amazonas 24 2,71 2 0,29 4 0, ,33 Pará 19 2,15 6 0, , ,82 Rondônia 6 0,68 1 0, ,31 Roraima 2 0, ,29 4 0,18 Tocantins 2 0,23 1 0,15 1 0,15 4 0,18 Nordeste , , , ,94 Alagoas 5 0,57 6 0, , ,07 Bahia 28 3, , , ,70 Ceará 74 8, , , ,39 Maranhão 5 0,57 3 0,44 6 0, ,62 Paraíba 79 8, , , ,32 Pernambuco , , , ,09 Piauí 8 0,90 8 1,16 8 1, ,07 Sergipe 6 0, , , ,69 Centro Oeste , , , ,46 Distrito Federal 76 8, , , ,02 Goiás 19 2,15 5 0, , ,51 Mato Grosso 7 0,79 1 0,15 1 0,15 9 0,40 Mato Grosso do Sul 4 0,45 7 1,02 1 0, ,53 Sudeste , , , ,68 Espírito Santo 7 0,79 5 0,73 9 1, ,93 Minas Gerais 43 4, , , ,90 Rio de Janeiro 94 10, , , ,87 São Paulo , , , ,97 Sul 39 4, , , ,66 Paraná 15 1, , , ,91 Rio Grande do Sul 17 1, ,77 6 0, ,86 Santa Catarina 7 0,79 2 0, , ,89 Total Geral , , , ,00 Do total de turistas residentes no país 43,94% originou-se da própria região Nordeste, o Sudeste vem logo em seguida com 39,68% e em terceiro lugar a região Centro Oeste com 7,46%. Individualmente, São Paulo foi o principal estado emissor, contribuindo com 19,97%, em seguida vem o Rio de Janeiro (12,87%) e Pernambuco com 15,09%. Distrito Federal 5,02 Minas Gerais 5,91 Paraíba 9,33 Distribuição segundo principais mercados nacionais (%) Outros 21,45 Ceará 10,39 São Paulo 19,94 Rio de Janeiro 12,88 Pernambuco 15,10

13 Principais Mercados emissores nacionais em 2009 Mercados Janeiro Setembro Novembro Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Turistas (%) Recife 94 10, , , ,63 São Paulo , , , ,88 Rio de Janeiro 70 7, , , ,35 Fortaleza 65 7, , , ,84 João Pessoa 30 3, , , ,24 Brasília 71 8, , , ,75 Belo Horizonte 26 2, , , ,00 Salvador 23 2, , , ,91 Campina Grande 12 1, , , ,87 Belém 17 1,92 6 0, , ,69 Aracajú 5 0, , , ,64 Curitiba 11 1, , , ,51 Goiânia 16 1,81 5 0, , ,38 Manaus 24 2,71 1 0,15 4 0, ,29 Campinas 10 1, ,46 7 1, ,20 Porto Alegre 15 1,70 6 0,87 5 0, ,15 Maceió 5 0,57 6 0, , ,98 Outros , , , ,71 Total Geral , , , ,00 Analisando por cidade observa-se que Recife (11,63%), aparece em primeiro lugar, São Paulo vem logo em seguida com 10,88% e em terceiro lugar o Rio de Janeiro com 10,35%.

14 Gênero do entrevistado em 2009 Gênero Janeiro Setembro Novembro Valores Absoluto Masculino Feminino Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Masculino 48,64 60,33 50,05 53,57 65,83 55,39 55,87 66,67 57,38 52,33 64,20 53,93. Feminino 51,36 39,67 49,95 46,43 34,17 44,61 44,13 33,33 42,62 47,67 35,80 46,07 Gênero segundo a origem 70,00 60,00 50,00 40,00 52,33 47,67 64,20 35,80 Masculino 53,93 Feminino 46,07 30,00 20,00 10,00 - Nacional Internacional Total Observou-se que o público pesquisado foi predominantemente masculino (53,93%) com relação ao feminino (46,07%), característica marcante tanto entre os estrangeiros (64,20%), como entre os brasileiros (52,33%). Outra observação importante quanto ao gênero, por meio dos valores amostrais, foi que os homens (64,20%) se destacaram ligeiramente em relação às mulheres (35,80%) entre o público de turistas internacionais.

15 Estado civil e faixa etária do entrevistado Ainda considerando o total de entrevistados, verificou-se que 54,59% eram casados; 38,35% solteiros e, 7,06% estavam em outra condição, como divorciados ou a viuvez. A presença dos turistas casados foi mais incisiva entre os turistas domésticos com 55,70% do que entre os estrangeiros com 47,44%. Estado civil Valores Absoluto Solteiro Casado Outros Valores Relativos 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Solteiro 29,86 42,15 31,34 38,72 53,33 40,89 44,13 47,75 44,64 36,88 47,73 38,35. Casado 60,97 47,93 59,40 54,00 42,50 52,29 50,59 52,25 50,82 55,70 47,44 54,59. Outros 9,16 9,92 9,25 7,28 4,17 6,82 5,28-4,54 7,41 4,83 7,06 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta) Janeiro Setembro Novembro A maior parcela dos entrevistados estava na faixa de 26 a 50 anos de idade (71,13%). O percentual oscilou de 76,70% entre os turistas internacionais para 70,26% entre os visitantes brasileiros. Estes dados revelam que, independentemente do grupo pesquisado de 7 a cada 10 entrevistados possuíam idade entre 26 a 50 anos. Janeiro Setembro Novembro Faixa Etária Valores Absoluto Até 17 anos a a a a Acima 65 anos Valores Relativos 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Até 17 anos 2,04 0,83 1,89 0,58-0,50 0,73-0,63 1,20 0,28 1, a 25 12,78 9,09 12,34 12,37 10,00 12,02 14,66 11,71 14,25 13,23 10,23 12, a 35 29,30 28,93 29,25 37,12 34,17 36,68 44,72 45,05 44,77 36,35 35,80 36, a 50 41,29 46,28 41,89 32,75 37,50 33,46 25,51 38,74 27,36 33,91 40,91 34, a 65 13,01 13,22 13,03 14,70 13,33 14,50 11,73 4,50 10,72 13,14 10,51 12,78. Acima 65 anos 1,58 1,65 1,59 2,47 5,00 2,85 2,64-2,27 2,17 2,27 2,19 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta)

16 Grau de Instrução do entrevistado em 2009 Em sua maioria, o público entrevistado no período da pesquisa tinha escolaridade elevada, uma vez que 59,58% possuíam, no mínimo, o ensino superior completo. A análise do nível de escolaridade demonstrou maior concentração do ensino superior junto aos turistas domésticos (61,16%), diante dos internacionais (49,43%). Tal realidade pode estar associada ao melhor padrão de rendimentos desse público. Com isso, percebeu-se, também, maior concentração do ensino médio entre os estrangeiros (39,20%). Grau Instrução Valores Absoluto Superior Ensino Médio Universitário Fundamental II Fundamental I Outros Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Superior 64,93 58,68 64,18 55,46 40,00 53,16 62,02 49,55 60,28 61,16 49,43 59,58. Ensino Médio 21,61 32,23 22,89 27,22 46,67 30,11 25,81 38,74 27,62 24,59 39,20 26,56. Universitário 7,01 8,26 7,16 11,35 8,33 10,90 6,74 9,91 7,19 8,26 8,81 8,33. Fundamental II 4,41-3,88 4,37 0,83 3,84 2,79 1,80 2,65 3,91 0,85 3,49. Fundamental I 1,13-1,00 0,87 2,50 1,12 1,61-1,39 1,20 0,85 1,15. Outros 0,90 0,83 0,90 0,73 1,67 0,87 1,03-0,88 0,89 0,85 0,88 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta) Janeiro Setembro Novembro 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 61,16 Grau de instrução segundo a origem Superior Médio Outros 59,58 49,43 39,20 24,59 26,56 14,25 11,36 13,86 - Nacional Internacional Total

17 Média salarial do entrevistado em 2009 Média salarial Setembro Nacional Exterior Total Nacional Exterior Total Nacional Exterior Total Valores Absoluto Nâo respondeu Ate 415, a a a a Acima Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Nâo respondeu 12,37 12,50 12,39 15,98 14,41 15,76 14,17 13,42 14,06 Ate 415,00 2,04 0,83 1,86 0,44 2,70 0,76 1,24 1,73 1, a ,04 1,67 8,80 7,62 3,60 7,06 8,84 2,60 7, a ,48 4,17 9,54 10,41 1,80 9,21 10,45 3,03 9, a ,13 3,33 6,57 8,36 6,31 8,07 7,74 4,76 7, a ,95 0,83 11,15 13,20 2,70 11,73 13,08 1,73 11,44 Acima ,98 76,67 49,69 43,99 68,47 47,41 44,49 72,73 48,56 Novembro Com relação à faixa de renda, a característica predominante é a do entrevistado que ganha acima de R$ 2.076,00, ou seja, + 5 salários mínimos (48,56%), seguida dos que dizem receber renda entre R$ 1661,00 a 2.075,00 (14,44%). Isoladamente, o grupo pesquisado que apresentou melhor faixa salarial acima de 5 salários foram os estrangeiros com 72,73%, esse percentual entre os brasileiros foi (44,49%).

18 Ocupação principal do entrevistado em 2009 Ocupação principal Janeiro Setembro Novembro Valores Absoluto Profissional Liberal Funcionário Público Comerciante Comerciário Estudante Professor Aposentados Dona de Casa Outros Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Profissional Liberal 22,51 48,76 25,67 24,16 30,00 28,82 12,90 15,32 14,96 20,11 31,82 23,17. Funcionário Público 15,38 3,31 13,93 15,14 4,17 15,55 12,02 2,70 12,29 14,29 3,41 13,87. Comerciante 9,84 4,96 9,25 12,08 5,83 12,84 8,50 8,11 9,63 10,12 6,25 10,38. Comerciário 9,95 7,44 9,65 7,71 16,67 10,41 7,33 20,72 10,14 8,48 14,77 10,02. Estudante 8,94 4,96 8,46 8,88 5,00 9,56 7,33 9,91 8,62 8,43 6,53 8,82. Professor ,42 6,67 8,42 4,69 9,91 6,08 3,68 5,40 4,29. Aposentados 3,73 4,13 3,78 4,37 5,00 5,14 2,79 0,90 2,92 3,64 3,41 3,89. Dona de Casa 4,41 2,48 4,18 4,08 1,67 4,28 2,49-2,41 3,73 1,42 3,65. Outros 25,23 23,97 25,07 16,16 25,00 4,99 41,94 32,43 32,95 27,52 26,99 21,92 Cabe destacar que apesar da pluralidade de ocupações citadas pelos entrevistados, tanto entre os brasileiros, como entre os demais, notou-se, ao longo da pesquisa, maior representatividade de profissionais liberais, tais como: médicos, advogados, arquitetos, dentre outros. Dentre as categorias com maior representação, verifica-se outra parcela importante entre os entrevistados composta por funcionários públicos, comerciantes e profissionais da área de vendas, bem como, notadamente bem representada por profissionais da área da educação como professores e estudantes.

19 Principal motivo da viagem Motivos Janeiro Setembro Novembro Valores Absoluto Passeio/lazer Negócio/Trabalho Visita Parentes Eventos Outros Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Passeio/lazer 55,32 76,86 57,91 58,08 68,33 59,60 33,43 83,78 40,48 49,53 76,14 53,13. Negócio/Trabalho 13,57 8,26 12,94 12,52 13,33 12,64 30,21 7,21 26,99 18,29 9,66 17,12. Visita Parentes 23,19 14,05 22,09 23,87 16,67 22,80 16,28 0,90 14,12 21,30 10,80 19,88. Eventos 4,19-3,68 3,78-3,22 14,22 0,90 12,36 7,10 0,28 6,18. Outros 3,73 0,83 3,38 1,75 1,67 1,73 5,87 7,21 6,05 3,77 3,13 3,69 Dentre os motivos da viagem pelos passageiros nacionais e internacionais entrevistados, fica evidente a opção destes pelo passeio/lazer (53,13%) e pelo visita a parentes/amigos (19,88%). Estes são os dois fatores prioritários para a vinda desse turista ao Estado do Rio Grande do Norte via Natal representam (73,04%). Fator decisório Janeiro Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sol e Praia 88,96 88,17 88,83 88,22 97,56 89,81 68,42 87,10 75,72 84,50 90,67 85,69. Atrativos Naturais 4,91 10,75 5,84 4,26-3,53 17,98 5,38 14,70 7,35 5,60 7,01. Preço da Viagem 0,61 1,08 0,69 3,76 2,44 3,53 5,26 4,30 5,11 2,69 2,61 2,67. Manifestação popular 0,41-0,34 0,50-0,42 3,51 3,23 3,51 1,08 1,12 1,08. Turismo Aventura 3,68-3,09 0,75-0,62 1,32-0,96 2,15-1,73. Outros 1,43-1,20 2,51-2,08 3, ,24-1,81 Setembro Novembro

20 Outra informação importante revelada pela pesquisa foi a de que os motivos mencionados nos outros quesitos, ainda precisam ser melhor divulgados e impulsionados por uma política maior que sensibilize e torne o Estado do Rio Grande do Norte num celeiro favorável a essas práticas. Especificação Janeiro Setembro Novembro Valores Absoluto Comentário parente/amigos Já conhecia local Agência de viagens Internet Propagandas Outros Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Comentário parente/amigos 49,69 31,18 46,74 53,38 42,68 51,56 54,62 57,45 55,37 52,09 46,09 51,00. Já conhecia local 31,70 27,96 31,10 23,31 12,20 21,41 29,23 9,57 24,01 28,22 17,58 26,28. Agência de viagens 6,13 25,81 9,28 11,03 19,51 12,47 4,62 15,96 7,63 7,49 21,48 10,04. Internet 2,66 7,53 3,44 4,76 13,41 6,24 3,08 4,26 3,39 3,48 8,59 4,42. Propagandas 3,48 2,15 3,26 4,26 12,20 5,61 3,85 4,26 3,95 3,83 6,25 4,27. Outros 6,34 5,38 6,19 3,26-2,70 4,62 8,51 5,65 4,88-3,99 Para os turistas entrevistados, cujo motivo da viagem foi passeio, os comentários de parentes e amigos, para os nacionais 52,09% e para os estrangeiros 46,09% foi o principal fator de influência da viagem. Para quem já conhecia o destino ficou em segundo lugar pelos brasileiros 28,22% e cerca de 21,48% foi influenciado pelas agências de viagens no âmbito internacional. Especificação Janeiro Setembro Novembro Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Revistas 47,06 50,00 47,37 58,82 50,00 55,56 30,00 50,00 35,71 47,73 50,00 48,33. Televisão 35,29 50,00 36,84 29,41 30,00 29,63 60,00 25,00 50,00 38,64 31,25 36,67. Folhetos/folders 17,65-15,79 5,88 20,00 11,11-25,00 7,14 9,09 18,75 11,67. Outros ,88-3,70 10,00-7,14 4,55-3,33

21 Assim, pode-se resumir que os atrativos naturais, e os comentários de parentes/amigos e o conhecimento prévio do local foram os meios determinantes da decisão quanto à escolha do destino. Observa-se que no quesito propaganda/publicidade como fator de influência, as revistas (48,33%), televisão (36,675%) e folhetos/folder (11,678%) aparecem como veículos que mais induziram os turistas. Especificação È importante destacar que entre os entrevistados, apenas 43,34% utilizaram agências de viagens na organização de sua viagem, enquanto que para o fluxo turístico internacional a procura por agências foi de 44,32% e para os brasileiros apenas 43,19%. Vale ainda ressaltar, que 56,66% dos turistas não utilizaram agências viagens. Serviços Janeiro Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Emissão bilhetes 35,34 40,83 36,38 34,83 42,57 36,54 34,83 42,57 36,54 35,04 41,93 36,48. Reservas hospedagem 35,92 40,00 36,69 40,45 38,61 40,04 40,45 38,61 40,04 38,55 39,13 38,67. Definindo roteiros visita 12,62 2,50 10,71 13,20 10,89 12,69 13,20 10,89 12,69 12,96 7,76 11,88. Contratando outros serviços 16,12 16,67 16,22 11,52 7,92 10,72 11,52 7,92 10,72 13,45 11,18 12,98 Janeiro Utilizou agência de viagens? Valores Absoluto Sim Não Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sim 77,15 59,50 75,02 24,45 39,17 26,64 18,04 33,33 20,18 43,19 44,32 43,34. Não 22,85 40,50 24,98 75,55 60,83 73,36 81,96 66,67 79,82 56,81 55,68 56,66 Setembro Novembro Setembro Novembro Para aqueles que utilizaram agências de viagens na organização, observou-se que 36,48% utilizaram serviços de emissão de bilhetes, seguido por 38,67% que fizeram reservas de hospedagem e 11,88% definiram algum tipo de roteiro.

22 Propensão de retorno e recomendações É interessante também observar a taxa de retorno do turista, a partir das componentes disponíveis. Uma componente, está expressa na proporção de respostas afirmativas de pretensão a voltar ao Rio Grande do Norte, cerca de 94,54% dos turistas brasileiros responderam afirmativamente e entre os estrangeiros a taxa foi de 88,35%. Pensa Voltar Valores Absoluto Sim Não Não Sabe Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sim 93,44 76,86 91,44 94,47 91,67 94,05 96,04 97,30 96,22 94,54 88,35 93,70. Não 3,85 6,61 4,18 3,20 3,33 3,22 2,20 1,80 2,14 3,15 3,98 3,26. Não Sabe 2,71 16,53 4,38 2,33 5,00 2,73 1,76 0,90 1,64 2,31 7,67 3,03 Janeiro Setembro Novembro Outro dado interessante observado é a taxa de recomendação do destino pelos turistas, aproximadamente 97,11% dos turistas brasileiros responderam afirmativamente e entre os estrangeiros foi 96,88%. Recomendaria Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sim 97,96 95,04 97,61 95,92 96,67 96,03 97,21 99,10 97,48 97,11 96,88 97,08. Não 1,24 3,31 1,49 2,77 2,50 2,73 1,17 0,90 1,13 1,69 2,27 1,77. Não Sabe 0,79 1,65 0,90 1,31 0,83 1,24 1,61-1,39 1,20 0,85 1,15 Pensa em voltar? Recomendaria? Janeiro Setembro Novembro

23 Meios de Transporte Para 57,35% dos turistas nacionais e 88,92% dos turistas internacionais, o avião foi o principal meio de transporte para chegar a Natal. Em segundo lugar aparece o ônibus, com 23,39% dos turistas nacionais e apenas 3,98% para os estrangeiros. Transpotes Janeiro Setembro Novembro Valores Absoluto Ônibus Linha Automóvel Avião Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Ônibus Linha 20,14 0,83 17,81 23,14 2,50 53,11 27,86 9,01 25,22 23,39 3,98 20,77. Automóvel 22,62 0,83 20,00 19,51 7,50 46,89 14,66 13,51 14,50 19,26 7,10 17,62. Avião 57,24 98,35 62,19 57,35 90,00-57,48 77,48 60,28 57,35 88,92 61,61 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta) Meios de Transportes Utilizados Nacional Internacional Total 100,00 88,92 80,00 60,00 57,35 61,61 40,00 20,00 23,39 3,98 20,77 19,26 7,10 17,62 - Avião Ônibus Outros

24 Passeios de Buggy Para 66,76% dos turistas nacionais e 55,68% dos turistas internacionais não teve interesse pelo passeio de buggy. Apenas 32,27% dos turistas nacionais realizaram o passeio, enquanto para o fluxo internacional esse percentual foi de 44,03%. Utilizou passeio de buggy? Passeio Buggy Valores Absoluto Sim Não Não Respondeu Valores Relativos (%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 97,10 100,00 100,00 100,00. Sim 31,67 34,71 32,04 36,97 41,67 37,67 28,30 56,76 32,28 32,27 44,03 33,86. Não 68,33 65,29 67,96 63,03 58,33 62,33 68,48 42,34 64,82 66,76 55,68 65,26. Não Respondeu ,23 0,90-0,98 0,28 0,88 Janeiro Setembro Novembro Para os turistas entrevistados, cujo optou pelo passeio de buggy, os comentários de parentes e amigos, para os nacionais 39,61% e para os estrangeiros 34,19% a agência de viagem foi o segundo fator de influência desse passeio com 20,86%. Especificação Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Comentários amigos 35,00 47,62 36,65 38,58 38,00 38,49 47,67 22,22 41,41 39,61 34,19 38,66. Meio Hospedagem 12,50-10,87 15,35 26,00 17,11 17,10 19,05 17,58 14,72 16,13 14,97. Agencia Viagem 27,14 26,19 27,02 14,17 22,00 15,46 13,99 36,51 19,53 19,12 29,03 20,86. Próprio bugueiro 4,64 4,76 4,66 12,99 2,00 11,18 10,36 6,35 9,38 9,08 4,52 8,28. Propaganda/folder 3,21-2,80 9,06 4,00 8,22 4,15 3,17 3,91 5,50 2,58 4,99. Internet 1,07 2,38 1,24 4,72 2,00 4,28 3,11 7,94 4,30 2,89 4,52 3,17. Guia Turismo 4,29 2,38 4,04 4,33-3,62 2,59 3,17 2,73 3,85 1,94 3,51. Outros 12,14 16,67 12,73 0,79 6,00 1,64 1,04 1,59 1,17 5,23 7,10 5,56 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta) Fatores de influência Janeiro Setembro Novembro

25 Para a maioria do público pesquisado, quando questionado as razões para não realizar o passeio de buggy, em suma, 26,76% respondeu por falta de tempo, enquanto que 25,94% afirmou não ter interesse e 11,65% já teria realizar anteriormente. Especificação Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Faltou tempo 25,00 7,59 24,01 39,26 25,71 37,38 22,48 10,64 21,40 28,32 14,80 26,76. Não teve interesse 26,82 29,11 28,29 21,94 28,57 22,86 25,27 48,94 27,43 24,93 33,67 25,94. Já havia feito antes 9,60 20,25 11,31 8,31 32,86 11,73 12,42 14,89 12,65 10,11 23,47 11,65. Não teve acesso 0,83 3,80 1,22 10,62 2,86 9,54 1,50 2,13 1,56 3,86 3,06 3,76. Preços elevados 12,58 8,86 12,69 9,47 4,29 8,75 4,28 6,38 4,47 9,11 6,63 8,82.Achou perigoso 4,64 1,27-3,70-3, ,93 0,51 2,65. Outros 20,53 29,11 22,48 6,70 5,71 6,56 34,05 17,02 32,49 20,74 17,86 20,41 Porque não realizou o passeio de Buggy? Janeiro Setembro Novembro

26 2.7. Meio de hospedagem utilizados Observando os dados expostos no quadro a seguir nota-se uma relativa predominância dos meios de hospedagem formal (hotel, pousada, flats, resorts e albergues), utilizada pelos turistas pesquisados. Ainda sobre o caráter formal do meio de hospedagem, os hotéis (43,57%) tiveram a preferência dos pesquisados, ficando as pousadas (13,93%) como a segunda alternativa de acomodação. No outro lado a casa de parentes e amigos aparece como alternativa para 32,44% dos entrevistados. Hospedagem Janeiros Valores Absoluto Rede Hoteleira Hotel Pousada Flat Resort Albergue Extra Hoteleira Casa Apto/Alugado Casa Própria Casa Parentes Outros Valores Relativos (%)100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Rede Hoteleira 50,68 79,34 54,13 63,03 73,33 64,56 62,32 83,78 65,32 57,97 78,69 60,77 Hotel 39,03 61,98 41,79 39,74 51,67 41,51 46,63 55,86 47,92 41,54 56,53 43,57 Pousada 9,05 11,57 9,35 19,36 16,67 18,96 13,34 22,52 14,63 13,49 16,76 13,93 Flat 2,26 4,13 2,49 3,06 2,50 2,97 1,03 5,41 1,64 2,13 3,98 2,38 Resort 0,11 1,65 0,30 0,87 1,67 0,99 1,32-1,13 0,71 1,14 0,77 Albergue 0,23-0,20-0,83 0, ,09 0,28 0,12 Extra Hoteleira 49,32 20,66 45,87 36,97 26,67 35,44 37,68 16,22 34,68 42,03 21,31 39,23 Casa Apto/Alugado 2,94-2,59 1,31 1,67 1,36 2,93 3,60 3,03 2,44 1,70 2,34 Casa Própria 4,75 6,61 4,98 1,16 9,17 2,35 2,35 6,31 2,90 2,93 7,39 3,53 Casa Parentes 41,06 14,05 37,81 33,62 15,00 30,86 30,65 6,31 27,24 35,64 11,93 32,44 Outros 0,57-0,50 0,87 0,83 0,87 1,76-1,51 1,02 0,28 0,92 Setembro Novembro

27 11,24 20,51 31,18 37,08 Analisando por mercado, observa-se que para os turistas brasileiros, a principal opção utilizada como hospedagem foi os hotéis (41,54%), seguido pela casa de parentes/amigos (35,64%). Para os turistas internacionais, o hotel (56,53%) aparece em primeiro lugar, em seguida pelas pousadas (16,76%). Como esperado, os turistas internacionais usaram relativamente mais a rede hoteleira (78,69%). 45,00 42,74 Avaliação dos serviços de hospedagens (%) 39,68 Nacional Internacional Total 30,00 20,04 21,58 27,04 28,42 15,00 10,18 10,32 - Excelente Ótimo Bom Ruim/Péssimo Dentre os que fizeram uso da rede hoteleira (hotéis, pousadas, flats, resorts e albergues), tanto brasileiros quanto estrangeiros, avaliam positivamente o serviço dos estabelecimentos utilizados. Observa-se que 39,68% dos entrevistados avaliaram em excelente e 10,32% acharam ótimo.

28 Nível de sociabilidade Observando a tabela abaixo, verifica-se que o percentual 49,02% dos turistas que visitaram o Rio Grande do Norte, no período pesquisado, vem acompanhados pela família, enquanto que 30,86% viajam sozinhos, seguido por 19,73% dos turistas que vem com acompanhados de amigos. Nível Sociabilidade Janeiro Valores Absoluto Sozinho Com Amigos Com Família Excursão Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sozinho 25,57 13,22 24,08 28,09 33,33 28,87 45,31 18,02 41,49 32,31 21,59 30,86. Com Amigos 11,09 34,71 13,93 19,07 22,50 19,58 24,78 42,34 27,24 17,67 32,95 19,73. Com Família 63,01 52,07 61,69 52,26 44,17 51,05 29,47 39,64 30,90 49,58 45,45 49,02. Excursão 0,34-0,30 0,58-0,50 0,44-0,38 0,44-0,38 Nível de sociabilidade? Setembro Novembro Mais da metade dos turistas (nacional e internacional) entrevistados (54,74%) declarou não ser a primeira vez que visitaram Natal, seguido por aqueles que visitaram outras vezes com 45,26%. No entanto, é importante observar que 64,77% dos turistas internacionais estiveram em Natal pela primeira vez. Primeira vez nesta localidade? Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Sim 41,18 61,16 43,58 47,02 60,83 49,07 38,71 72,97 43,51 42,21 64,77 45,26. Não 58,82 38,84 56,42 52,98 39,17 50,93 61,29 27,03 56,49 57,79 35,23 54,74 Fonte: SETUR/RN (Pesquisa Direta) Janeiro Setembro Novembro

29 Outro fator importante para o turista pesquisado foi justamente sua avaliação em relação ao destino, observa-se na figura abaixo que 40,87% dos entrevistados acharam que o destino superou suas expectativas, enquanto que 55,78% acharam que correspondeu. Por outro lado, é importante ressaltar que 96,65% dos entrevistados indicaram que suas expectativas foram superadas ou correspondidas. Para quem visitou pela primeira vez qual avaliação do destino? Achou localidade Janeiro Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Superou 40,66 31,08 39,04 40,66 57,53 43,70 41,85 33,33 39,89 40,99 40,35 40,87 Correspondeu 54,12 66,22 56,16 56,93 42,47 54,32 55,56 61,73 56,98 55,49 57,02 55,78 Decepcionou 5,22 2,70 4,79 2,41-1,98 2,59 4,94 3,13 3,52 2,63 3,35 Setembro Novembro Do total pesquisado, cerca de 48,05% afirmaram que encontrou o destino igual, seguido por 44,45% que acharam que melhorou. Este fato é interessante observar porque demonstra que 92,51% dos turistas pesquisados consideram o destino com melhor ou igual em relação à sua última visita. Para quem visitou anteriormente- qual sua avaliação? Avaliação visita anterior Janeiro Valores Relativos(%) 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00. Melhor 45,24 42,55 45,02 49,72 52,17 50,00 37,97 44,44 38,39 44,24 46,67 44,45. Igual 43,69 42,55 43,59 46,37 34,78 45,05 57,22 51,85 56,87 48,66 41,67 48,05. Pior 8,35 14,89 8,90 3,35 13,04 4,46 2,28 3,70 2,37 5,05 11,67 5,62. Não Sabe 2,72-2,49 0,56-0,50 2,53-2,37 2,05-1,87 Setembro Novembro Para quase metade dos brasileiros que retornaram ao estado, a viagem atual foi muito melhor que a anterior. Entre os estrangeiros, vale ressaltar que 11,67% avaliaram a viagem atual pior que a anterior.

30 Aspectos Econômico-Financeiros Os gastos na localidade, entre os turistas estrangeiros e brasileiros, obtiveram uma média geral de R$ 899,03, correspondendo a US$ 500,75, sendo que os estrangeiros gastaram R$ 1.637,39 correspondendo a US$ 911,20 enquanto os brasileiros gastaram R$ 775,88 correspondendo a US$ 432,09. O Gasto percapita/dia dos estrangeiros resultou numa média geral de R$ 181,93 correspondendo a US$ 101,87. Já os brasileiros gastaram uma média diária de R$ 101,20 correspondendo a US$ 56,84. Os aspectos econômico-financeiros aqui explicitados permitirão estimar a receita do turismo e seu impacto sobre a economia do estado. Em média, os turistas internacionais gastaram mais do que os nacionais, com um tempo de permanência no Rio Grande do Norte de 9,0 dias, superior a dos nacionais, que correspondeu a 7,7 dias. Isso reafirma a importância de uma política mais agressiva para atrair turistas de outros países, face aos resultados econômicos e financeiros favoráveis. O número médio de pessoas incluídas nos gastos totais foi de 1,6. Agregados 1.Permanência Média (dias) 8,6 8,7 8,6 6,2 9,9 6,8 8,2 8,4 8,3 7,7 9,0 7,9. Com pacotes 6,7 7,4 6,8 6,4 7,6 6,7 6,2 7,4 6,6 6,4 7,5 6,7. Sem pacotes 8,9 9,1 8,9 6,2 10,7 6,8 8,5 8,8 8,5 7,9 9,5 8,1 2. Gastos Efetuados (R$). Gasto per capita 880, , ,20 685, ,51 803,71 761, ,13 883,19 775, ,39 899,03. Gasto Diário per capita 102,41 217,65 117,47 110,50 155,71 118,19 92,91 175,85 106,41 101,20 181,93 113,80 3. Gastos Efetuados (Us$). Gasto per capita 476, ,52 546,05 384,88 866,02 451,52 435,34 844,07 504,68 432,09 911,20 500,75. Gasto per capita/dia 55,36 117,65 63,49 62,08 87,48 66,40 53,09 100,49 60,80 56,84 101,87 63,56 4. Estrutura dos Gastos (%). Hospedagem 22,6 32,8 24,1 20,5 18,3 19,9 22,4 24,1 22,8 21,8 25,1 22,3. Alimentação 29,0 27,8 28,8 26,7 23,1 25,8 29,3 27,5 28,9 28,3 26,1 27,8. Transporte 12,0 9,6 11,6 11,2 10,7 11,1 11,7 10,6 11,5 11,6 10,3 11,4. Compras 17,0 14,4 16,1 20,4 15,7 19,1 17,3 22,6 18,4 18,2 17,6 17,9. Diversões/Passeio 16,6 12,9 16,1 18,8 16,2 18,1 16,1 13,8 15,6 17,2 14,3 16,6. Outros 2,8 2,4 2,7 2,3 16,0 6,0 3,2 1,4 2,8 2,8 6,6 3,8 5. Média de Pessoas Incluídas nos Gastos 1,6 1,6 1,6 1,7 1,5 1,6 1,5 1,8 1,5 1,6 1,6 1,6 Janeiro Setembro Novembro

31 Permanência média (dias) De modo geral, a média de permanência (dias) dos turistas, foi de 7,9 dias, porém, os brasileiros ficaram em média 7,7 dias e os estrangeiros 9,0 dias. No entanto, quando analisamos por distribuição de faixas, observa-se que 311% dos turistas permaneceram entre 5 a 7 dias, seguidos por 19,8% que ficaram de 8 a 15 dias e 27,1% que permaneceram até 3 dias. Vale ainda, observar que 79,3% dos turistas estrangeiros permaneceram no Estado do Rio Grande do Norte acima de 5 dias. Todavia, entre os brasileiros 57,3% ficaram no destino acima de 5 dias. Permanências média (dias) Apenas 1 dia 1,8 0,8 1,7 3,2 4,0 3,3 3,7 0,9 3,3 2,9 1,9 2,8 Apenas 2 dia 12,1 1,7 10,9 14,6-12,3 9,4 4,5 8,7 12,0 2,1 10,6 Apenas 3 dias 8,8 4,1 8,3 21,5 4,0 18,8 15,0 9,9 14,3 15,1 6,0 13,8 Apenas 4 dias 8,6 9,1 8,7 16,6 14,1 16,3 12,8 9,0 12,2 12,7 10,7 12,4 De 5 a 7 dias 32,1 26,5 31,4 23,2 37,4 25,4 37,7 28,8 36,4 31,0 30,9 31,1 De 8 a 15 dias 25,6 33,1 26,5 15,7 24,2 17,0 12,2 39,6 16,0 17,8 32,3 19,8 De 16 a 30 dias 8,9 15,7 9,8 2,1 7,1 2,8 6,6 7,2 6,7 5,9 10,0 6,4 Acima 30 dias 2,0 9,1 2,9 3,2 9,1 4,1 2,8-2,4 2,7 6,1 3,1 Permanência média (dias) Janeiro Setembro Novembro

32 Interiorização do Turismo A interiorização do turismo tem por objetivo desconcentrar espacialmente os impactos da receita gerada pelos turistas no Rio Grande do Norte via Natal, bem como aumentar seu tempo de permanência no Estado. O reflexo dos esforços, neste sentido, podem ser percebidos no percentual de turistas que visitaram cidades e localidades fora da capital, conforme pode ser observado quadro abaixo. Especificação Taxa de pernoite somente em Natal Taxa de pernoite em Natal e interior Setembro Novembro Nacional Internacional Total Nacional Internacional Total Nacional Internacional Total Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) , , , , , , , , ,1 56 8, ,8 75 9,3 65 9, , , , , ,8 Taxa de pernoite somente no interior , , , , , , , , ,1 Total Geral , , , , , , , , ,0 Natal e Interior 9,8 Onde pernoitou os turistas nacionais e internacionais (%) Somente Interior 14,1 Somente Natal 76,1 Do total de turistas que se destinaram ao Rio Grande do Norte via Natal 23,9% pernoitaram em outras localidades do estado (interior) entre os estrangeiros este percentual atingiu 36,8% e para os brasileiros a taxa foi de 21,8%. Note-se que 14,1% dos turistas pernoitaram somente no interior, ou seja, não pernoitaram em Natal.

33 Destino Cidades e Localidades Visitadas nos Municípios do Interior Janeiro Turista (%) Turista (%) Turista (%) Turista (%) Natal , , , ,00 Tibau do Sul , , , ,23 Pirangí , , , ,81 Jenipabú , , , ,27 Maracajú , , , ,38 Litoral Sul 51 5, , , ,12 Búzios 56 5, , , ,04 Parnamirim 56 5, , , ,19 Litoral Norte 51 5, , , ,15 Mossoró 45 4, , , ,50 Touros 37 3, ,35 8 1, ,46 Redinha 19 1, , , ,31 Murié 29 2, , , ,19 Barra do Cunhaú 33 3,30 9 1,12 6 0, ,85 Caicó 26 2, , , ,85 Cotovelo 18 1, ,11 8 1, ,65 Jacumã 21 2,10 7 0, , ,58 Punaú 18 1, ,86 8 1, ,58 Outros , , , ,65 Total Geral Setembro Novembro O quadro acima apresenta as localidades visitadas fora da capital pelos turistas que vieram para o Rio Grande do Norte via Natal, ou seja, que visitaram outras cidades do estado, bem como os dias de permanência em cada local. De um modo geral, as preferências dos turistas foram marcadamente direcionadas para as localidades litorâneas. Os municípios (com exceção de Natal) mais visitados pelos turistas foram Tibal do Sul (28,23%), Pirangi (16,81%), Jenipabu (16,27%) e Maracaiú (9,38%).

34 Avaliação Geral dos Turistas A avaliação dos turistas é importante para adoção de medidas corretivas diante das deficiências apontadas, incluindo-se aqueles aspectos que não tenham obtido um conceito mínimo de qualidade. Neste sentido, pode-se adotar como parâmetro indicador da necessidade de intervenção um percentual mínimo de 80% das respostas que pontuaram Agradou-Desagradou para cada item avaliado Avaliação pelos brasileiros e estrangeiros Na avaliação dos turistas no ítem atrativos turísticos as manifestações populares (55,8) e patrimônio históricos (71,6) não obteve conceitos acima de 80,0% dos entrevistados; o que sugere a necessidade de uma atenção sistemática e permanente a tais itens. Nota-se que o item condição/qualidade ambiental do local (88,3%) foi inferior ao item avaliação geral da localidade (93,9). Quanto aos Equipamentos e Serviços Turísticos, os preços praticados (49,4%) pelo passeio de buggy, as informações turísticas (56,7), os guias de turismo (66,0), diversões noturnas (73,5) e os serviços de táxis (66,1), entre um total de dezesseis itens avaliados, não obtiveram conceito acima de 80% dos entrevistados. Quanto aos resultados da avaliação dos ítens relativos à infra-estrutura apenas avaliação geral da localidade (93,9) obtiveram conceitos acima de 80% dos entrevistados. Os demais itens estiveram muito aquém desta qualidade mínima estabelecida, principalmente o terminal rodoviário que ficou negativo nesta avaliação. Os itens com os maiores índices de desagrado (ruim+péssimo) foram: terminal rodoviário (63,8%), ônibus urbano com (33,1%) e segurança pública (20,9%). No outro extremo têm-se os atrativos naturais (98,2%), o passeio de buggy com (97,2%) e a avaliação geral desta localidade (96,9%) com os maiores índices de conceito ótimo+bom.

35 Itens Avaliados Quadro Geral de Avaliação: Turistas Nacionais e Estrangeiros Janeiro Setembro Novembro Índice (%) Agradou Desagradou Agradou Desagradou Agradou Desagradou Agradou Desagradou Atrativos Naturais 92,0 8,0 82,9 17,1 92,0 8,0 89,0 11,0 78,0 Atrativos naturais 98,3 1,7 97,8 2,2 98,3 1,7 98,2 1,8 96,3 Patrimônios históricos 90,5 9,5 76,3 23,7 90,5 9,5 85,8 14,2 71,6 Manifestações populares 83,9 16,1 65,9 34,1 83,9 16,1 77,9 22,1 55,8 Condições/qualidade ambiental 95,4 4,6 91,6 8,4 95,4 4,6 94,1 5,9 88,3 Equipamento/Serviço Turístico 91,5 8,5 87,9 12,1 91,5 8,5 90,3 9,7 80,6 Equipamentos de lazer 94,3 5,7 89,9 10,1 94,3 5,7 92,8 7,2 85,7 Passeios oferecidos 95,1 4,9 94,6 5,4 95,1 4,9 94,9 5,1 89,8 Passeios buggy 98,2 1,8 95,2 4,8 98,2 1,8 97,2 2,8 94,4 Bugueiro do passeio de buggy 97,0 3,0 93,4 6,6 97,0 3,0 95,8 4,2 91,6 Roteiro do passeio buggy 97,3 2,7 94,7 5,3 97,3 2,7 96,4 3,6 92,9 Condições do buggy utilizado 95,8 4,2 83,1 16,9 95,8 4,2 91,6 8,4 83,1 Preços passeio buggy 78,0 22,0 68,2 31,8 78,0 22,0 74,7 25,3 49,4 Empresas/serviços receptivo 95,3 4,7 89,3 10,7 95,3 4,7 93,3 6,7 86,7 Hospitalidade do povo 93,6 6,4 93,2 6,8 93,6 6,4 93,5 6,5 87,0 Informação turística 78,3 21,7 78,4 21,6 78,3 21,7 78,3 21,7 56,7 Guias de turismos 81,3 18,7 86,4 13,6 81,3 18,7 83,0 17,0 66,0 Meios de hospedagens 96,5 3,5 93,5 6,5 96,5 3,5 95,5 4,5 90,9 Bares e restaurantes 96,4 3,6 91,5 8,5 96,4 3,6 94,7 5,3 89,5 Comércio/compras 95,1 4,9 89,3 10,7 95,1 4,9 93,2 6,8 86,4 Diversões noturnas 91,3 8,7 77,6 22,4 91,3 8,7 86,7 13,3 73,5 Serviços de táxis 80,6 19,4 88,1 11,9 80,6 19,4 83,1 16,9 66,1 Infra-estrutura e outros 77,1 22,9 75,0 25,0 77,1 22,9 76,4 23,6 52,8 Comunicações correio/fone 90,4 9,6 85,1 14,9 90,4 9,6 88,6 11,4 77,3 Sinalização urbana/turística 84,5 15,5 77,8 22,2 84,5 15,5 82,2 17,8 64,5 Segurança pública 82,1 17,9 73,1 26,9 82,1 17,9 79,1 20,9 58,3 Limpeza pública 82,1 17,9 74,7 25,3 82,1 17,9 79,7 20,3 59,4 Ônibus urbano 68,6 31,4 63,5 36,5 68,6 31,4 66,9 33,1 33,8 Terminal rodoviário 33,7 66,3 41,3 58,7 33,7 66,3 36,2 63,8-27,6 Aeroporto/campo de pouso 77,7 22,3 89,1 10,9 77,7 22,3 81,5 18,5 63,0 Avaliação geral desta localidade 97,8 2,2 95,2 4,8 97,8 2,2 96,9 3,1 93,9 Total Geral 86,9 13,1 81,9 18,1 86,9 13,1 85,2 14,8 70,5 Observação: pode-se adotar como parâmetro indicador da necessidade de intervenção um percentual mínimo de 80% das respostas que pontuaram (Bom+Ótimo)- (Ruim+Péssimo) para cada item avaliado.

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