Bandeirante Energia S.A. Companhia Aberta - CNPJ/MF nº /

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1 Compnhi Abert - CNPJ/MF nº / RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2013 MENSAGEM DO DIRETOR PRESIDENTE No no de 2013, EDP Bndeirnte prosseguiu com su tução sustentável junto os cionists, clientes, colbordores e à sociedde em gerl, linhd com os pilres estrtégicos do Grupo EDP: risco controldo, crescimento orientdo e efi ciênci superior. O no foi mrcdo pelo reconhecimento d EDP Bndeirnte no Prêmio Ncionl d Qulidde (PNQ), pelo segundo no consecutivo, no critério Clientes, enftizndo nosso compromisso com excelênci em gestão. A compnhi tmbém foi reconhecid no evento Metering Ltin Americ 2013, resultdo d implntção do sistem de reconfi gurção utomátic do fornecimento de energi e ds ções de combte às perds com monitormento inteligente. Em 2013, destc-se ind certifi cção ISO 9001:2008 nos escopos: vlição técnic dos equipmentos de medição e colet de ddos dos pdrões de tendimento comercil. Mercdo e Resultdos Finnceiros Em 2013, bse de clientes foi incrementd em 4,0% comprdo 2012, que representou proximdmente 65 mil novos clientes conectdos rede d compnhi, o créscimo nesse período concentrou-se ns clsses residencil (+4,2%) e comercil (+2,6%). O volume totl de vend e trnsporte de energi n áre de concessão d EDP Bndeirnte em 2013 foi de GWh, o que representou um incremento de 3,7% em relção o no de Est vrição foi impulsiond por um mior volume de energi trnsportd pr os clientes livres, cujo montnte, em 2013, foi de GWh, 10,1% superior o registrdo em O volume de energi vendid pr clientes ctivos fi cou estável sobre o volume de A receit opercionl líquid, desconsiderndo s receits de construção, totlizou R$2.458,5 milhões e fi cou em linh com o resultdo de O EBITDA totlizou R$420,2 milhões e o lucro líquido R$190,8 milhões, umentos de 93,6% e 135,6%, respectivmente, comprdos o mesmo período do no nterior. Nos primeiros meses de 2013, os resultdos fi nnceiros form infl uencidos pelos elevdos custos de quisição de energi, refl exo d condição hidrológic menos fvorável e mior despcho de usins Térmics por segurnç energétic. Os efeitos relciondos o custo de quisição de energi form mitigdos trvés d trnsferênci de fundos d Cont de Desenvolvimento Energético (CDE) pr EDP Bndeirnte, totlizndo R$355,6 milhões. Investimentos e Resultdos Opercionis Em 2013, mntivemos nosso compromisso com qulidde dos serviços, no tendimento o mercdo e à regulção vigente. Nossos investimentos líquidos de obrigções especiis form mntidos, superndo R$ 190,0 milhões, em obrs estruturntes pr o reforço do sistem elétrico, como construção e energizção d Subestção Urbnov (+33 MVA), lém d mplição d Subestção Mnuel Areis (+10,0 MVA), totlizndo MVA de cpcidde instld. Destco tmbém os investimentos em melhormento d rede, telecomunicções e informátic, entre outros. As perds totis presentrm redução de 0,36 p.p. sobre o montnte de 2012, e fi nlizou o no de 2013 no menor ptmr dos últimos 7 nos. A melhori deste indicdor se deve essencilmente o nosso consistente plno de combte às perds, com inicitivs de regulrizção de ligções clndestins, substituição de medidores, retird de ligções irregulres e elevção do nível de telemedição. Agrdecimentos Estes resultdos são mérito d dministrção nterior, qul grdeço e prbenizo pelos mesmos. Agrdeço ind os nossos clientes e prceiros de negócio pelo relcionmento durdouro, os cionists pel confi nç em noss dministrção e os colbordores pel dedicção e profi ssionlismo. Em 2014, mnteremos polític de segurnç e qulidde dos serviços prestdos, compnhdo de rigoros gestão fi nnceir e remos profundmente empenhdos n stisfção dos nossos clientes e no desenvolvimento ds nosss pessos. Miguel Dis Amro Diretor Presidente d EDP Bndeirnte A COMPANHIA A (EDP Bndeirnte), Compnhi de cpitl berto, tem por objetivo prestção de serviços públicos de distribuição de energi elétric, pelo przo de 30 nos, prtir de 23 de outubro de 1998, conforme contrto de concessão, fi rmdo nquel dt. A prtir de bril de 2005 pssou ser subsidiári integrl d EDP - Energis do Brsil S.A. A su sede está loclizd n cidde de São Pulo, mior centro econômico-finnceiro d Améric Ltin. Atu em 28 municípios do Estdo de São Pulo, brngendo cerc de 4,5 milhões de hbitntes, compreendidos entre 2,5 milhões no Alto Tietê e 2,0 milhões no Vle do Príb e Litorl Norte. CENÁRIO MACROECONÔMICO Em 2013 economi pulist mnteve o ritmo de crescimento, sem sobressltos. O PIB do estdo, que represent cerc de um terço do PIB brsileiro, crcteriz-se por ser mis industril e integrdo o mercdo interno, concentrndo grnde prte d indústri de trnsformção brsileir e cdeis produtivs de mior nível tecnológico, menos dependentes d infl uênci do mercdo de commodities. Segundo SEADE, no cumuldo do no, o PIB pulist registrou, de jneiro setembro de 2013, lt de 1,8%, em relção igul período de 2012, puxdo pel indústri e serviços. Ddos do IBGE mostrm que em 2013, frente igul período do no nterior, indústri de São Pulo mostrou expnsão de 0,7%. O setor de veículos utomotores, com vnço de 6,2%, deu mior contribuição positiv pr o totl d indústri. Verifi cou-se expnsão em 78% dos produtos investigdos nest tividde, com mior destque pr fbricção de cminhões-trtor e cminhões. E n contrmão, os setores frmcêutico (-13,1%) e de edição, impressão e reprodução de grvções (-13,3%) pontrm s miores infl uêncis negtivs. No no, expnsão no comércio vrejist foi de 4,2%, situndo-se próxim à médi ncionl (+4,3%), de cordo com ddos do IBGE. E gerção de emprego, de cordo com CAGED/TEM, lcnçou sldo de postos de trblho (+2,14%), dos quis o setor de serviços respondeu por postos e o comércio por postos. AMBIENTE REGULATÓRIO E TARIFÁRIO Alterções Regultóris O no de 2013 ssistiu signifi ctivs lterções ns regulmentções do setor elétrico, s quis form inicilmente proposts por meio d Medid Provisóri nº 579/2012, n qul o governo federl presentou medids pr reduzir em médi 20% à cont de energi elétric pr todo o Brsil. Ess redução foi possível decorrente d tução em dus frentes: Renovção ds Concessões (13%) e Encrgos Setoriis (7%). Est Medid Provisóri foi convertid n Lei nº de 11 de jneiro de 2013, qul estbeleceu que s concessionáris de gerção e trnsmissão, licitds ntes de 13 de fevereiro de 1995 (rtigo 19 d Lei nº 9.074/1995) com contrtos vencendo entre 2013 e 2017, poderim prorrogr ntecipdmente s sus concessões. Ests concessões de gerção, pr fzerem jus à renovção ntecipd, tiverm que disponibilizr su grnti físic de energi e de potênci pr o regime de cots distribuíds, cots ests, que form distribuíds proporcionlmente o mercdo de cd distribuidor, impctndo contrtção de energi ds mesms. A trif que terão direito s gerdors cobrirá os custos efi cientes de operção e mnutenção, encrgos e tributos. A prcel não deprecid do tivo imobilizdo em serviço foi indenizd Vlor Novo de Reposição. Pr s concessionáris de trnsporte que renovrm s sus concessões, somente os custos de operção e mnutenção serão considerdos n Receit Anul Permitid (RAP), pois se considerou que os tivos vinculdos à prestção do serviço de trnsporte de energi elétric estão totlmente mortizdos. No que se refere os Encrgos Setoriis, s cots d Cont de Consumo de Combustíveis - CCC e Reserv Globl de Reversão - RGR deixrm de ser repssds os consumidores e o vlor destindo à Cont de Desenvolvimento Energético - CDE foi inicilmente reduzido em 75% de seu vlor tul. Em 23 de jneiro de 2013, com publicção d Medid Provisóri 605 (MP605), CDE tmbém pssou destinr recursos pr cobrir (i) os descontos plicdos ns trifs e (ii) exposição involuntári ds distribuidors o Mercdo de Curto Przo, decorrente d não desão à prorrogção de concessões de prte ds gerdors. Ess Medid Provisóri lterou Lei /2002, que estbelece destinção dos recursos d CDE. Os efeitos dests lterções entrrm em vigor prtir de 24 de jneiro de 2013 qundo Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL homologou os resultdos d Revisão Trifári Extrordinári - RTE, promovid pr o juste dos custos de energi, custos de trnsmissão e encrgos setoriis, de tods s distribuidors de energi elétric do Pís. Assim, form reduzidos os custos não gerenciáveis que compõe Prcel A ds trifs de fornecimento, não hvendo impctos n mrgem ds distribuidors, um vez que os custos gerenciáveis que compõe Prcel B permnecerm inlterdos. Em 07 de mrço de 2013, foi publicdo o Decreto nº que lterou redção do Decreto nº 7.891, de 23 de jneiro de 2013, permitindo que tmbém o custo dicionl pr s concessionáris de distribuição decorrente do despcho de usins termelétrics cionds em rzão de segurnç energétic possm ser cobertos pel Cont de Desenvolvimento Energético - CDE. Desse modo, Eletrobrás, empres gestor dos fundos setoriis, dentre eles CDE, pssou repssr às concessionáris de distribuição os recursos pr cobrir menslmente os custos relciondos : (i) Gerção locd no âmbito do Mecnismo de Relocção de Energi - MRE (Risco Hidrológico ds Cots); (ii) Montnte de reposição não coberto pels cots (Exposição Involuntári); (iii) o custo dicionl reltivo o cionmento de usins termelétrics for d ordem de mérito (ESS - Segurnç Energétic), ocorridos de Jneiro Dezembro de 2013, e (iv) os montntes nuis homologdos pel ANEEL pr cobrir, totl ou prcilmente, o resultdo positivo d Cont de Compensção de Vrição de Vlores de Itens d Prcel A - CVA, decorrentes do custo de quisição de energi elétric e o Encrgo de Serviço do Sistem - ESS. Os recursos provenientes d CDE estão detlhdos n tbel bixo: Recursos CDE 2013 (R$/Mil) EDP Bndeirnte Insufi ciênci de Cots Risco Hidrológico Encrgo de Segurnç Energétic Provisão IRT EDP Bndeirnte Ajuste referente o 1T13 (10.122) Ajuste referente o 2T Ajuste referente o 3T Totl Not: IRT - Indíce de Rejuste Trifário Outr lterção relevnte ocorrid em 2013 foi mudnç no cálculo econômico do custo de compr de energi publicd no Despcho nº 4.225/13 de 10 de dezembro de Esse custo pssou ser obtido pel multiplicção d energi requerid, líquido d energi do PROINFA, pel trif médi dos contrtos de compr de energi vigentes n dt do processo trifário. Ess medid lter o montnte considerdo n sobrecontrtção e n purção do resultdo fi nnceiro no curto przo. Além disso, o Despcho determinou que s lterções provds pssssem vler desde o início d locção ds cots de Angr 1 e 2 e ds resultntes d Lei nº /2013, isto é, retrotivo jneiro de Desse modo, houve o umento d cobertur trifári pr fzer frente o custo d energi requerid e correspondente redução no custo d energi perdid, não repssd os consumidores fi nis, ms suportd pelos cionists d empres. Revisões Trifáris A metodologi pr relizção do Terceiro Ciclo de Revisão Trifári foi publicd pós dt de revisão trifári de lgums distribuidors. Dest form, Diretori d ANEEL, decidiu que s empress com revisão trifári entre 2011 e fevereiro de 2012, tivessem s sus trifs prorrogds té dt do próximo rejuste trifário, todvi com efeitos retrotivos à dt originlmente defi nid. A EDP Bndeirnte fez prte do grupo de empress ness situção, tendo no processo trifário de outubro de 2012, os efeitos retrotivos d revisão trifári de 2011 e do próprio rejuste trifário de A prtir d diferenç entre s trifs prorrogds e quels defi nids n revisão trifári, foi gerdo um componente fi nnceiro, mortizdo em três prcels, sendo primeir considerd no rejuste trifário de 2012 e s demis nos rejustes subsequentes. Em 18 de outubro de 2013, foi bert consult públic 011/13, com o objetivo de obter subsídios pr o primormento ds metodologis de revisões trifáris do 4º ciclo que ocorrerão prtir de Pr isso, form disponibilizds pel ANEEL informções referentes os custos opercionis, Ftor X, Receits Irrecuperáveis de tods s empress de distribuição, lém ds vriáveis mbientis pr perds não técnics e custos opercionis. Rejuste Trifário O rejuste trifário nul médio concedido à concessionári foi de 10,36%, reposicionndo s trifs pr o período de 23 de outubro de de outubro de Deste percentul, 9,92% referem-se o rejuste econômico e 0,44% referem-se componentes fi nnceiros. Em relção à trif prticd té 22 de outubro 2013, homologds no rejuste trifário nul de 2012, o efeito médio percebido pelos consumidores ctivos foi de 5,83%, sendo 4,50% o efeito médio pr os consumidores de lt e médi tensão e 6,85% pr os consumidores de bix tensão. O índice de rejuste trifário provdo inclui mortizção d 2ª de 3 prcels do sldo do pssivo regultório formdo em função d postergção d dt de plicção dos resultdos d Terceir Revisão Trifári Periódic (3ª RTP), no montnte de R$28 milhões. Ficndo últim prcel pr o rejuste trifário de O principl juste fi nnceiro reconhecido pel ANEEL neste processo trifário foi o sldo d Cont de Vrição de Itens d Prcel A (CVA) no montnte de R$288 milhões, referentes à diferenç entre os custos homologdos e os efetivmente incorridos pel compnhi no período de gosto de 2012 julho de Deste montnte, EDP Bndeirnte receberá R$50 milhões vi trif e os outros R$238 milhões por meio de repsse d Cont de Desenvolvimento Energético - CDE, de modo reduzir o impcto ns trifs serem plicds os consumidores fi nis, conforme estbelecido no Decreto nº 7.891, com redção dd pelo Decreto nº Resolução Homologtóri ANEEL nº 1.641/2013 MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA Blnço Energético (MWh) O Blnço Energético retrt energi contrtd pr tendimento o mercdo d Compnhi e s perds n distribuição e n rede básic, sendo o sldo justdo no Mercdo de Curto Przo. ITAIPU + PROINFA BILHETERIAS LEILÕES COMPRAS CURTO PRAZO ENERGIA EM TRÂNSITO Perds de ITAIPU Perds n Rede Básic Ajustes no Curto Przo ENERGIA REQUERIDA (+) (=) (=) VENDAS CURTO PRAZO FORNECIMENTO SUPRIMENTO PERDAS NA DISTRIBUIÇÃO ENERGIA EM TRÂNSITO Compr de Energi A compr de energi em 2013 foi de ,9 GWh, inferior em 1,9% à verifi cd em Deste montnte, s comprs compulsóris de Itipu e do Proinf representm 25,5%, s comprs no ACR (CCEAR e Contrto de Ajuste) 53,5% e os Contrtos Bilteris 20,0% e o Curto Przo 1,1%. DESEMPENHO OPERACIONAL A EDP Bndeirnte vendeu, no no de 2013, 9.447,6 GWh pr os clientes ctivos, permissionáris e consumo próprio, permnecendo em linh em relção o mesmo período do no nterior. O resultdo está impctdo pels migrções o mercdo livre. A energi em trânsito, distribuíd clientes livres, totlizou 5.887,2 GWh em 2013, presentndo um créscimo de 10,1% em relção o mesmo período do no nterior. A energi distribuíd pel EDP Bndeirnte, que compõe o mercdo ctivo e livres, presentou um crescimento de 3,7% no mesmo período, totlizndo ,78 GWh. Jneiro Dezembro MWh Consumidores Fornecimento Residencil Industril Comercil Rurl Outros (1) (-) Trnsferênci pr TUSD - clientes ctivos Fornecimento não Fturdo Consumo próprio Totl Fornecimento Suprimento Totl Fornecimento e suprimento Disponibilizção do Sistem de Distribuição Totl Energi Distribuíd Outrs Receits Opercionis (2) Energi de curto przo (-) Deduções à receit opercionl Receit Opercionl Líquid (1) Outros = Poder público + Iluminção públic + Serviço público (2) Consider s receits de construção de R$147,4 milhões em 2013 e R$96,8 milhões em 2012 QUALIDADE Os indicdores de desempenho d qulidde do serviço evoluírm positivmente em linh com os níveis de excelênci ncionis. Isso se som os investimentos relizdos, bem como ds ções de mnutenção preventiv, obrs de melhori e inovção relizdos nos tivos do sistem elétrico de distribuição. Os indicdores DEC e FEC se presentm em totl conformidde com os pdrões estbelecidos pel ANEEL, sendo em 2013 registrds 8,08 hors e 5,51 interrupções, respectivmente. Indicdor Unidde DEC Hors Rel 12,18 9,67 9,42 8,08 Met Aneel Regultori 10,20 9,70 9,57 9,36 FEC Vezes Rel 7,05 6,29 6,03 5,51 Met Aneel Regultori 8,82 8,42 8,37 8,07 DEC = Durção Equivlente de interrupções por Clientes (hors - médi cliente/no) FEC = Frequênci Equivlente de interrupções por Cliente (interrupções - médi cliente/no)

2 ção RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2013 PERDAS TÉCNICAS E NÃO TÉCNICAS As perds totis em 2013 form de 9,86%, bixo em 0,36 p.p. em relção As perds técnics umentrm 0,03 p.p, pssndo de 5,50% pr 5,53% e s perds não técnics reduzirm 0,38 p.p. pssndo de 4,72% pr 4,34%. 11,09% 5,63% 5,63% ,91% 10,28% 4,74% 5,54% 10,22% 4,72% 5,50% 9,86% 3,34% 5,53% Não Técnics Técnics 16,12% 15,34% 13,92% Não Técnics Mercdo BT Combte Às Perds Não Técnics Dndo continuidde à estrtégi dotd de priorizção ds ções em grndes consumidores e buscndo blindgem de 70% do fturmento, em 2013 foi efetudo o refi nmento do plno de combte às perds não técnics d EDP Bndeirnte com mplição d equipe de Segurnç Ptrimonil, intensifi cção ds ções em regiões identifi cds como mis crítics com percentuis de perds cim dos limites regultórios e crição do Escritório de Projetos (PMO) pr controle ds inicitivs e grnti dos resultdos esperdos. Dentre s ções implementds destcm-se: mplição d telemedição e monitormento remoto pr mis de 6 mil instlções tendids em bix tensão com elevdo consumo; substituição de 44 mil medidores obsoletos pr eletrônicos mis modernos e com melhor precisão no consumo medido; regulrizção de 10 mil uniddes consumidors clndestins e 63 mil inspeções de cmpo. Adicionlmente às ções controlds pelo PMO, o monitormento ds instlções telemedids trvés do Centro Integrdo de Medição (CIM), permitiu o envio de mis de 400 ludos pr inspeção em uniddes consumidors com grndes crgs, sendo dignosticds e solucionds irregulriddes em 80% dos csos. O conjunto de ções resultou no investimento totl de R$18,3MM em CAPEX e R$10,1MM em OPEX e redução de 1,42 p.p no índice de perds não técnics sobre o mercdo de bix tensão nul, consolidndo o melhor resultdo dos últimos 5 nos. PRINCIPAIS DADOS DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Descrição Vrição% Subestções Quntidde ,6 Potênci Instld de Trnsformdores (MVA) ,9 Redes de Distribuição - Própri (Km) ,9 AT (mior ou igul 69 KV) ,2 MT (entre 1 e menor 69 KV) ,2 BT (menor que 1 kv) ,6 Trnsformdor de Distribuição - Próprios (Quntidde) ,4 Urbno ,7 Rurl ,6 Subterrâneo ,0 Potênci Instld n Distribuição Própri (MVA) ,9 Urbno ,0 Rurl ,7 Subterrâneo ,0 Postes em Redes de Distribuição - Quntidde ,3 Urbno ,1 Rurl ,8 Iluminção Públic ,1 Lâmpds - uniddes (de propriedde d empres) ,6 Lâmpds - uniddes (de propriedde dos municípios) ,6 RELACIONAMENTO COM O CLIENTE A EDP Bndeirnte segment seus clientes por nível de tensão de fornecimento, sber, clientes de bix, médi e lt tensão e por clsse de clientes, pertencentes às esfers públic e privd. A distribuidor possui estrutur pr tender seus diversos públicos, oferecendo cesso cnis de relcionmento presencil, virtul e telefônico. O tendimento telefônico, relizdo pelo Cll Center, em conformidde com s exigêncis regultóris do setor, oferece tendimento de cráter emergencil e comercil pr os clientes de bix tensão. Em 2013 form tendids mil chmds. Pr os clientes de médi e lt tensão há um estrutur exclusiv de tendimento telefônico personlizdo e grtuito. Os órgãos de defes do consumidor, como o PROCON, tmbém contm com tendimento telefônico grtuito por um equipe especilizd. O tendimento vi internet é relizdo pel Agênci Virtul, que oferece 26 serviços online, estndo 13 destes disponíveis tmbém pr cesso vi dispositivos móveis, como celulres e tblets. Esse tendimento brnge tods s clsses de clientes e personliz o perfi l de cesso de cd visitnte de cordo com clsse pertencente. Em 2013 form relizdos mil cessos, entre utilizção de serviços e consults. Pr o tendimento presencil, concessionári cont com 30 Agêncis, distribuíds em todos os municípios de su áre de concessão. Em 2013 form tendidos mil clientes de bix tensão. Pr os clientes de médi e lt tensão há tendimento exclusivo, relizdo por nlists que gerencim crteirs de clientes segmentds por rmo de tividde. Além disso, ind há disponibilizção, pr todos os clientes, de pontos de pgmento de ftur de energi elétric, entre gentes lotéricos, bncos e correspondentes bncários. A distribuidor tmbém disponibiliz o tendimento pel Ouvidori, que é responsável por colher s mnifestções dos clientes, lém de ser instânci dministrtiv de recursos, bem como intermediári com órgãos regulmentres. Em 2013, em comprção com o período nterior houve redução no volume ds reclmções crítics dos consumidores, n ordem de 14%, em decorrênci do perfeiçomento ds prátics de gestão comercil e técnic. PESQUISA E DESENVOLVIMENTO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Pesquis e Desenvolvimento (P&D) Em 2013, form encerrdos 12 e inicidos 6 projetos de P&D, permnecendo ssim 9 projetos em execução, com investimentos d ordem de R$4,80 milhões. A EDP Bndeirnte destc o projeto Avlição dos possíveis cenários, experimentção e mensurção dos impctos dos veículos elétricos nos sistems de distribuição que culminou n instlção dos primeiro eletroposto de recrg rápid de veículos elétricos do pís, mis um desenvolvimento voltdo o conceito de ciddes inteligentes - INOVCITY. Os resultdos obtidos nos projetos de P&D form mplmente divulgdos à comunidde científi c, trvés d prticipção em seminários ncionis e interncionis e publicção de rtigos em revists especilizds. Eficiênci Energétic Sempre orientds pr ssegurr melhor utilizção do produto distribuído os seus clientes promovendo soluções inovdors e sustentáveis, s tividdes de efi ciênci energétic desempenhds pel EDP Bndeirnte, em 2013, crcterizrm-se pel relizção de projetos no âmbito do seu Progrm de Efi ciênci Energétic - PEE. No no de 2013 EDP Bndeirnte investiu R$18,9 milhões com os projetos Bo Energi Solr instlndo no período equipmentos de quecimento solr de lt efi ciênci em uniddes consumidors, permitindo ssim substituir os chuveiros elétricos existentes. Deu sequênci o projeto Bo Energi n Comunidde, que vis umentr efi ciênci energétic e regulrizr s uniddes consumidors de bix rend, tendendo uniddes consumidors do Alto Tiete, Vle do Príb e Litorl Norte, relizndo orientções pr cdstro no CdÚnico, mudnçs de hábitos de consumo, e introduziu equipmentos efi cientes em substituição os inefi cientes. Aind dentro desse projeto, form instldos sistems de microgerção solr pr tendimento de um comunidde isold de São José dos Cmpos. Por fi m, relizou o projeto Bo Energi ns Escols que levou conhecimento sobre o uso dequdo e seguro d energi professores de 159 escols d rede públic de ensino, tingindo um totl de lunos. Foi dodo cd escol mteril didático pr utilizção dos lunos e produzido um unidde móvel de ensino cminhão d bo energi que visitou s escols intergindo diretmente com os lunos trvés de experimentos científi cos, jogos eductivos, fi lme em 3D sobre os cminhos d energi e folder explictivo. ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DRE - R$Mil Vr.% Receit Opercionl Brut (8,4) (-) Deduções à Receit Opercionl ( ) ( ) (23,9) (=) Receit Opercionl Líquid ,9 (-) Despess Opercionis: (4,8) Gerenciáveis ,4 Pessol, Administrdores e Entidde de previdênci privd ,2 Mteril ,4 Serviços de terceiros ,4 Deprecição e mortizção ,5 Provisão p/créd.liq.duvidos / perds líquids ,2 Provisões pr contingêncis ,0 Aluguéis e rrendmentos ,9 Gnhos e perds n destivção e lienção de bens ,8 Vlor novo de reposição (17.185) (24.534) (30,0) Custo com construção d infrestrutur ,3 Outrs ,1 Não gerenciáveis (14,3) Energi elétric comprd pr revend (4,7) Encrgos de uso d rede elétric (58,1) Tx de fi sclizção (12,4) EBITDA ,6 Mrgem EBITDA -% 17,1% 8,8% 8,3p.p. (=) Resultdo do Serviço ,2 Mrgem EBIT -% 12,2% 5,5% 6,7p.p. Resultdo finnceiro (34.180) (22.389) 52,7 EBT ,0 Imposto de rend e contribuição socil (74.985) (31.631) 137,1 Resultdo Líquido ,6 Mrgem Líquid -% 7,8% 3,3% 4,5p.p. As mrgens EBITDA, EBIT e líquid não considerm s receits de construção A receit opercionl líquid presentou um evolução positiv de 1,9% no período de doze meses fi ndo em 31 de dezembro de 2013 em relção o mesmo período do no nterior, tingindo R$2.605,9 milhões e est vrição consider s receits de construção s quis tem impcto nulo no resultdo d empres. Se esss receits forem desconsiderds receit opercionl líquid result em R$2.458,5 milhões fi cndo em linh com o vlor do exercício nterior. Esse resultdo é explicdo por: 1) Redução de R$410,0 milhões d receit brut, em virtude dos seguintes ftores: i) Redução ns receits de fornecimento clientes ctivos e livres (R$470,3 milhões) principlmente em rzão dos impctos d Medid provisóri 579/2012; ii) Aumento ds outrs receits opercionis (R$90,4 milhões), sendo principlmente R$43,6 milhões por cont de compensções fi nnceirs por incentivos trifários à bix rend, R$36,8 milhões de ressrcimentos por indisponibilidde e gerção inferior os despchos d ONS e por elevção dos vlores de PLD, e R$4,3 milhões de comprtilhmento de infr estrutur; iii) redução d receit d energi de curto przo (R$30,1 milhões). 2) Redução ds deduções d receit opercionl em R$408,1 milhões, em virtude dos seguintes ftores: i) Redução dos tributos sobre receit (ICMS e PIS/COFINS) em R$80,4 milhões; ii) Redução dos encrgos o consumidor em R$327,7 milhões principlmente devido os incentivos d Medid Provisóri 579/2012. As Despess Opercionis totlizrm R$2.305,9 milhões no período de doze meses cumuldo em 31 de dezembro de 2013, inferiores em 4,8% às despess verifi cds no mesmo período do no nterior. As despess opercionis gerenciáveis d EDP Bndeirnte, que compreendem os custos de pessol, mteriis, serviços de terceiros, deprecição e mortizção e outrs despess, umentrm R$159,9 milhões em 2013, o que correspondeu um créscimo de 32,4% em relção o mesmo período do no nterior. Excluindo os custos de construção, os quis não tem impcto no resultdo, s despess gerenciáveis totlizm R$505,9 milhões com vrição positiv de 27,6% (R$109,3 milhões), que se deve principlmente : i) R$38,2 milhões devido à bix decorrente de inventário físico (mortizção celerd) pr tendimento à Resolução Aneel nº 367/2009; ii) R$24,9 milhões com despess de pessol em mior prte com remunerção de funcionários e menor cpitlizção em 2013; iii) R$12,2 milhões devido perd n lienção de bens e juste de inventário, e; iv) R$14,0 milhões referente à provisão pr créditos e liquidção duvidos / perds líquids e provisões pr contingêncis. As despess opercionis não gerenciáveis que correspondem os custos com energi comprd pr revend, encrgos setoriis de trnsmissão e tx de fi sclizção totlizrm em 31 de dezembro de 2013 o montnte de R$1.652,6 milhões, inferiores em 14,4% em relção às prticds no mesmo período do no nterior. Isto se deve principlmente pel elevção dos vlores de PLD e, conforme s mudnçs regultóris citds nteriormente, pel redução dos vlores de compr de energi pr revend e redução dos encrgos. O Resultdo Finnceiro do período de doze meses fi ndo em 31 de dezembro de 2013 foi R$34,2 milhões negtivos, superior em R$11,8 milhões comprdo o resultdo fi nnceiro de R$22,4 milhões negtivos de 2012, principlmente pel revisão de premisss do ludo turil e débitos de ICMS mitigdos por mior rend sobre plicções e menores encrgos d dívid. Pelos motivos ressltdos nteriormente EDP Bndeirnte presentou um Lucro Líquido de R$190,8 milhões no período de doze meses fi ndo em 31 de dezembro de 2013, superior em 135,6% o registrdo em igul período do no nterior. INVESTIMENTOS Form relizdos título de investimento em 2013 R$191,0 milhões, já deduzidos os recursos recebidos n form de doções e subvenções pr investimento e considerndo os juros cpitlizdos. Os juros cpitlizdos representm R$5,8 milhões do totl. Investimento - R$Mil Vr% Expnsão do Sistem Elétrico Melhormento d Rede Universlizção Telecom., Informátic e Outros Sub Totl (1) (-) Obrigções Especiis (2) (15.563) (11.167) 39 Investimento Líquido Receits de Ultrpssgem (37.799) (42.845) (12) Vrição do IMOB (1) Sub Totl = Cpex Bruto, considerndo Cpitl investido n rede + Juros cpitlizdos (2) Prticipção fi nnceir de clientes, sejm eles pessos físics, jurídics, união, estdo e municípios nos projetos de investimentos Novs regrs instituíds com os procedimentos pr revisão trifári reltivs à receit de mults por Ultrpssgem de Demnd e consumo de Energi Retiv Excedente (PRORET 2.7) reduz Receit Opercionl e qundo do início do 4º Ciclo de Revisões Trifáris, o vlor cumuldo ness subcont receberá o trtmento usul de deprecição dos tivos locdos como investimentos originários desss Obrigções Especiis. ENDIVIDAMENTO Em 31 de dezembro de 2013, EDP Bndeirnte presentou um endividmento líquido de R$274,9 milhões, fechndo o qurto trimestre do no de 2013 em 47,7% inferior o sldo de dezembro de Unidde Sldo dez/13 dez/12 Vrição% Dívid Brut (1) R$mil (4,4) Cix e equivlentes de cix R$mil ,4 Dívid Líquid R$mil (47,7) Dívid Líquid / Ptrimônio Líquido (vezes) 0,25 0,67 (63,1) (1) Dívid Brut = Empréstimos, fi nncimentos e encrgos ds dívids + Debêntures A dívid brut d EDP Bndeirnte em 31 de dezembro de 2013 foi de R$608,8 milhões e é compost d seguinte form: R$409,6 milhões de debêntures, R$182,1 milhões de fi nncimentos pr o progrm de investimentos (BNDES, BID e outrs instituições fi nnceirs) e R$17,2 milhões de fi nncimentos junto à Eletrobrás. GESTÃO DE PESSOAS Forç de Trblho O qudro de pessol próprio d EDP Bndeirnte, o fi nl de 2013, foi de colbordores e 5 colbordores d lt direção em regime esttutário, totlizndo profi ssionis. Adicionlmente contou com prticipção de 1 conselheiro, 44 Estgiários e 8 Aprendizes Número de Colbordores Gestão de Pessos Em 2013, 153 novos profi ssionis integrrm o qudro de Colbordores EDP Bndeirnte e há ind o incentivo de preenchimento de vgs por Recrutmento ou proveitmento interno por colbordores do Grupo EDP no Brsil. O progrm de Acolhimento e Integrção cont com um treinmento presencil no primeiro di de trblho do novo colbordor, em que lém ds principis informções sobre Cultur d EDP Bndeirnte e do Grupo Energis do Brsil, present tmbém o Código de Étic, grntindo que 100% de seu qudro tenh ciênci e concorde em seguir sus diretrizes. A estrtégi de remunerção é ssegurd trvés d nálise remunertóri do Grupo EDP em relção o mercdo. Como prte dess polític há tmbém plicção de mérito, relizd nulmente. A EDP Bndeirnte dispõe de um mplo progrm de benefícios pr seus colbordores e dependentes, tis como: previdênci complementr, ssistênci médic e odontológic, uxílio limentção e refeição, seguro de vid em grupo, uxílio trnsporte, complementção uxílio doenç / cidente, uxílio medicmento, uxílio creche e uxílio dependente especil. Em 2013 tmbém foi plicd Pesquis de Clim que terá seus resultdos presentdos em 2014 e o conceito Open Spce plicdo n Unidde Sede e tmbém n Loj de Mogi. No no colbordores pssrm pelo processo de Avlição de Desempenho e 827 prticiprm de progrms de formção, totlizndo 100,9 hors de formção em um totl de investimento de R$1.937 mil. A Escol de Eletricists, em prceri com o SENAI formou 26 profi ssionis desempregdos d comunidde em que está inserid. Destes, 18 profi ssionis ou 69,2% form bsorvidos pel própri empres. Como prte do plnejmento de pessol e sucessão, longo przo EDP Bndeirnte cont com o Progrm de Estágio On Top, com 44 estgiários tivos e 27% de tx de Efetivção. A Médio przo há o progrm Energizing Development Progrm, em que jovens colbordores seleciondos trvés de um processo seletivo rigoroso recebem um formção diferencid pr preprá-los pr ssumirem rpidmente um posição de Gestão. Visndo o equilíbrio entre vid pessol e profi ssionl, o Progrm Concilir é bsedo em 4 pilres: súde e bem-estr, poio à fmíli, ciddni e cultur. Gestão d Súde e Segurnç O sistem de Gestão de Segurnç do trblho é implementdo trvés ds vertentes de Engenhri de Segurnç do Trblho e d Medicin do Trblho. A Engenhri de Segurnç do Trblho tem dois progrms pr reger sus tividdes: (i) PSC (Progrm de Segurnç pr o Colbordor), voltdo pr o qudro próprio, vis desenvolver os colbordores d EDP Bndeirnte tenderem s exigêncis legis de segurnç e súde ocupcionl. (ii) PSP (Progrm de Segurnç do Prestdor de Serviços), bsedo nos mesmos conceitos do PSC, é desenvolvido pr Prestdores de Serviços e busc subsidir os mesmos no tendimento legislção vigente e contrtul. No no de 2013 s txs de frequênci e grvidde d EDP Bndeirnte form de 2,45 e respectivmente, o mesmo tempo em que s prestdors de serviços, registrrm txs de frequênci e grvidde de 2,18 e respectivmente, seguindo s premisss de cálculo d Portri 3.214/78 - Norm Reguldor Nº5 d Comissão Intern de Prevenção de Acidentes e form relizds 229 inspeções. A certifi cção OHSAS (Occuptionl Helth nd Sfety Assessment Series) 18001/2007 pr o Sistem de Gestão de Segurnç e Súde Ocupcionl no escopo de Mnutenção e Operção mnteve-se vigente durnte o no de Buscr mente o bem-estr dos colbordores, provendo mbientes sudáveis é o princípio orientdor em se trtndo de súde. Assim, lém de exmes periódicos, check up s (brngem executivos e crreir y), visits técnics, monitormentos de dislipidemis, form relizds, em 2012, cmpnhs de vcinção ntigripl, combte o fumo, prevenção DST, doção de sngue, lém de disseminção frequente de boletins relciondos à súde. SUSTENTABILIDADE, INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Sustentbilidde e Responsbilidde Socil Corportiv Os Princípios de Desenvolvimento Sustentável e s orientções ds Polítics Corportivs revists em 2013, com destque pr s Polítics de Inovbilidde e de Responsbilidde Socil, m norter tução d EDP Bndeirnte. As inicitivs visrm à crição de vlor e o equilíbrio ds relções com colbordores, clientes, fornecedores, comuniddes do entorno e outros importntes tores sociis. Em 2013, o projeto InovCity conquistou resultdos pel trnsverslidde dos seus progrms que benefi cim o meio mbiente - trvés dos progrms de mobilidde elétric, iluminção públic com LED, progrms de efi ciênci energétic -, e sociedde - por meio ds inicitivs de melhori do tendimento o cliente, medição inteligente e os projetos sociis e educcionis promovidos pelo Instituto EDP. Em 2013, os investimentos socioculturis relizdos pel Compnhi tingirm o vlor de R$2,2 milhões, poirm projetos sociis com foco n educção, cultur, esporte e desenvolvimento locl e propicirm o tendimento direto mis de 20 mil pessos. Com o progrm EDP Cultur, fomentou-se inclusão socil trvés d seleção, por meio de editl, de projetos com ênfse n cpcitção de jovens e crinçs pr vlorizção, resgte e disseminção d cultur locl, com os projetos Cineminh n Escol e n Prç, Ritos de Rios e Rus e o Projeto Guri. Com o Progrm EDP ns Escols benefi ciou mis de 5 mil lunos do 1º o 9º no do ensino fundmentl, com entreg de kits escolres, tetro ns escols, melhoris do mbiente escolr e concursos culturis. Já no âmbito esportivo poiou os projetos Futebol de Ru pel Educção e Esporte, Educção e Ciddni. Outro destque foi relizção do projeto Museu Arte n Ru que por meio do grfi te, cpcitou e mobilizou jovens

3 ção RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2013 pr disseminr e expressr os vlores d sustentbilidde por meio de pintur de muros de Subestções. O Progrm de Voluntrido d EDP, com prticipção dos colbordores d EDP Bndeirnte, promoveu diverss ções de ciddni, benefi cindo cerc de pessos tendids por orgnizções sociis. Destque pr os projetos Desfio do Bem, Prte de Nós Ambiente e Prte de Nós Ntl. Est tução d EDP Bndeirnte, que promove excelênci em responsbilidde socil corportiv, contribuiu pr mnter o reconhecimento pelo oitvo no consecutivo do Grupo EDP no Brsil no Índice de Sustentbilidde Empresril d BM&F d Bovesp (ISE Bovesp), tingindo o nível de referênci n Dimensão Socil. Meio Ambiente Em 2013 destc-se continuidde n prticipção d equipe especilizd de meio mbiente d EDP Bndeirnte no compnhmento técnico ds obrs de construção d Linh de Trnsmissão de Itpeti São José pr vlir e minimizr o respectivo impcto nos recursos nturis e ns populções de entorno. Destc-se emissão d Licenç Ambientl de Instlção n 2227, emitid em 06/09/2013. Em prlelo, EDP Bndeirnte mnteve s sus tividdes de mnutenção do sistem de gestão mbientl, ssegurndo recertifi cção de três subestções em 2013 pel norm interncionl ISO , o correto gerencimento dos resíduos gerdos, mnutenção dos níveis de ruídos ds instlções em vlores ceitáveis trvés ds cmpnhs nuis de monitormento, entre outrs. Outro destque de 2013 foi ssintur de 13 termos de convênios de biodiversidde com prefeiturs municipis d áre de concessão melhorndo s forms de destinção dos resíduos de pods gerdos ns ciddes, e em contrprtid EDP Bndeirnte coloc à disposição ds prefeiturs equipmentos pr viveiros e sementes destinds à produção de muds de espécies fl orestis ntivs. Ests tividdes culminrm num totl de R$8,3 milhões de investimentos e gstos de nturez mbientl. ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DA QUALIDADE PERCEBIDA PELO CLIENTE - PESQUISA ABRADEE Visndo compnhr opinião dos clientes residenciis urbnos sobre qulidde percebid, EDP Bndeirnte prticip d pesquis conduzid pel ABRADEE - Associção Brsileir de Distribuidores de Energi Elétric, em prceri com o Instituto Innovre, que mede o Índice de Stisfção d Qulidde Percebid - ISQP, contemplndo vários spectos, como o fornecimento de energi elétric e qulidde dos serviços prestdos. Bsedo nos resultdos presentdos tem-se revlido processos e linhdo projetos tendendo às necessiddes dos clientes. Em 2013, EDP Bndeirnte tingiu o Índice de Stisfção d Qulidde Percebid de 79,8% e um Índice de Stisfção Gerl de 76,8%. PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS Durnte 2013, EDP Bndeirnte foi reconhecid em tividdes que desenvolveu, testndo qulidde de su gestão empresril. Destcm-se: Prêmio Ncionl d Qulidde (PNQ) - destque no critério Clientes pelo segundo no consecutivo, por tender os requisitos estbelecidos pelo Modelo de Excelênci d Gestão (MEG). Aind recebeu certifi cção ISO 9001:2008 nos seguintes escopos: vlição técnic dos equipmentos de medição e colet de ddos dos pdrões de tendimento comercil. O processo de trtmento de reclmções comerciis recebeu declrção de conformidde ISO 10002:2005 e mnteve certifi cção ISO 9001:2008. A EDP Bndeirnte tmbém foi reconhecid no evento Metering Ltin Americ 2013, resultdo d implntção do sistem de reconfi gurção utomátic do fornecimento de energi e ds ções de combte às perds com monitormento inteligente. Por fi m, em 2013, EDP Bndeirnte renovou o selo Empres Amig d Crinç, promovido pel Fundção Abrinq. BALANÇO SOCIAL ANUAL - FORMULÁRIO IBASE EDP BANDEIRANTE 1 - Bse de Cálculo 2013 Vlor (Mil reis) 2012 Vlor (Mil reis) Receit líquid (RL) Resultdo opercionl (RO) Folh de pgmento brut (FPB) Indicdores Sociis Internos Vlor (mil) % sobre FPB % sobre RL Vlor (mil) % sobre FPB % sobre RL Alimentção ,40% 0,49% ,98% 0,47% Encrgos sociis compulsórios ,00% 1,16% ,20% 1,10% Previdênci privd ,91% 0,17% ,34% 0,13% Súde ,30% 0,49% ,85% 0,42% Segurnç e súde no trblho 0 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% Educção 272 0,24% 0,01% 298 0,30% 0,01% Cultur 0 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% Cpcitção e desenvolvimento profi ssionl ,49% 0,06% ,61% 0,06% Creches ou uxílio-creche 413 0,37% 0,02% 304 0,30% 0,01% Prticipção nos lucros ou resultdos ,39% 0,40% ,38% 0,37% Progrm de Desligmento Voluntário - PDV 0 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% Outros ,66% 0,07% ,51% 0,06% Totl - Indicdores sociis internos ,74% 2,87% ,47% 2,64% 3 - Indicdores Sociis Externos Vlor (mil) % sobre RO % sobre RL Vlor (mil) % sobre RO % sobre RL Educção 542 0,20% 0,02% 441 0,39% 0,02% Cultur ,48% 0,05% ,29% 0,06% Súde e snemento 0 0,00% 0,00% 110 0,10% 0,00% Esporte 531 0,13% 0,01% 931 0,83% 0,04% Combte à fome e segurnç limentr 0 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% Outros 42 0,02% 0,00% 104 0,09% 0,00% Totl ds contribuições pr sociedde ,84% 0,09% ,70% 0,12% Tributos (excluídos encrgos sociis) ,59% 45,95% ,49% 60,04% Totl - Indicdores sociis externos ,59% 45,95% ,19% 60,16% 4 - Indicdores Ambientis Vlor (mil) % sobre RO % sobre RL Vlor (mil) % sobre RO % sobre RL Investimentos relciondos com produção/operção d empres % 0,31% ,78% 0,17% Investimentos em progrms e/ou projetos externos 249 0% 0,01% 0 0,00% 0,00% Totl dos investimentos em meio mbiente % 0,32% ,78% 0,17% Qunto o estbelecimento de mets nuis pr minimizr resíduos, o consumo em gerl n produção/ operção e umentr efi cáci n utilizção de recursos nturis, empres (x ) não possui mets ( ) cumpre de 51 75% ( ) cumpre de 0 50% ( ) cumpre de % ( ) não possui mets ( ) cumpre de 51 75% ( ) cumpre de 0 50% ( X ) cumpre de % 5 - Indicdores do Corpo Funcionl Nº de empregdos(s) o finl do período Nº de dmissões durnte o período Nº de empregdos(s) terceirizdos(s) Nº de estgiários(s) Nº de empregdos(s) cim de 45 nos Nº de mulheres que trblhm n empres % de crgos de chefi ocupdos por mulheres 16,33% 0 Nº de negros(s) que trblhm n empres (1) % de crgos de chefi ocupdos por negros(s) 18,75% 0 Nº de pessos com defi ciênci ou necessiddes especiis Informções relevntes qunto o exercício d ciddni empresril 2013 Met 2014 Relção entre mior e menor remunerção n empres (2) 36,27 36,27 Número totl de cidentes de trblho (3) 12 0 Os projetos sociis e mbientis desenvolvidos pel empres form defi nidos por: ( ) direção (x) direção e gerêncis Os pdrões de segurnç e slubridde no mbiente de trblho form defi nidos por: Qunto à liberdde sindicl, o direito de negocição coletiv e à representção intern dos(s) trblhdores(s), empres: (x) direção e gerêncis ( ) não se envolve ( ) todos(s) empregdos(s) (x) segue s norms d OIT A previdênci privd contempl: ( ) direção ( ) direção e gerêncis A prticipção dos lucros ou resultdos contempl: ( ) direção ( ) direção e gerêncis N seleção dos fornecedores, os mesmos pdrões éticos e de responsbilidde socil e mbientl dotdos pel empres: Qunto à prticipção de empregdos(s) em progrms de trblho voluntário, empres: ( ) não são considerdos ( ) não se envolve ( ) todos(s) empregdos(s) ( ) todos(s) + Cip ( ) incentiv e segue OIT (x) todos(s) empregdos(s) (x) todos(s) empregdos(s) ( ) direção (x) direção e gerêncis (x) direção e gerêncis ( ) não se envolverá ( ) são sugeridos (x) são exigidos ( ) não serão considerdos ( ) pói (x ) orgniz e incentiv ( ) todos(s) empregdos(s) (x) seguirá s norms d OIT ( ) direção ( ) direção e gerêncis ( ) direção ( ) direção e gerêncis ( ) não se envolverá ( ) serão sugeridos ( ) todos(s) empregdos(s) ( ) todos(s) + Cip ( ) incentivrá e seguirá OIT (x) todos(s) empregdos(s) (x) todos(s) empregdos(s) (x) serão exigidos ( ) poirá (x ) orgnizrá e incentivrá Número totl de reclmções e crítics de consumidores(s): (n empres, no procon, n justiç) % de reclmções e crítics tendids ou solucionds: 99% 96,00% 34% 97% 100% 51% Vlor diciondo totl distribuir (em mil R$): Distribuição do Vlor Adiciondo (DVA): 74% governo 8% colbordores(s) 3% cionists 7% terceiros 8% retido 7 - Outrs Informções 84% governo 6% colbordores(s) 2% cionists 6% terceiros 2% retido (1) Abrnge negros e prdos que trblhm n empres. (2) Não form considerdos os Conselheiros por não comporem o hedcount do Grupo. (3) Este número inclui os cidentes com e sem fstmento, envolvendo funcionários próprios e terceiros. Est empres não utiliz mão-de-obr infntil ou trblho escrvo, não tem envolvimento com prostituição ou explorção sexul de crinç ou dolescente e não está envolvid com corrupção. O grupo EDP no Brsil é signtário do pcto contr o trblho escrvo e infntil. Noss empres vloriz e respeit diversidde intern e externmente. Informções não uditds. AUDITORES INDEPENDENTES Nos termos d Instrução CVM n 381, de 14 de jneiro de 2003, Compnhi fi rmou contrto com PricewterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC), em Abril de 2013, pr prestção de serviços de uditori de sus demonstrções contábeis, bem como revisão de informções contábeis intermediáris. A PwC iniciou prestção de serviços em Abril de Durnte o processo de contrtção d PwC, Compnhi considerou nturez dos serviços não relciondos uditori que PwC e sus fi rms fi lids já estvm prestndo à Compnhi. Estes serviços incluím um contrto de prestção de serviços relciondos à folh de pgmento no montnte de R$1.066 mil, originlmente contrtdo em 1º de novembro de A Compnhi e PwC decidirm encerrr este contrto ssim que prticável, e os serviços form concluídos em 24 setembro de Enqunto o contrto estv em fse de desção, Compnhi e PwC dotrm medids específi cs de slvgurd pr reduzir s meçs à independênci, nos termos previstos n Resolução CFC nº 1.311/10, que prov NBC PA Independênci - Trblhos de Auditori e Revisão. Ests medids incluírm segregção entre equipe de prestção de serviços de folh de pgmento e equipe de prestção de serviços de uditori extern, e contrtção, por prte d dministrção do Grupo EDP, de outr empres de uditori independente pr plicr procedimentos de uditori sobre folh de pgmento no período em que mesm foi processd pel fi lid d PwC. No entendimento d dministrção, s medids de slvgurd dotds form dequds pr preservr independênci e objetividde necessáris o desempenho dos serviços de uditori extern. Esse trblho foi concluído dentro do exercício de Este serviço superou o vlor do contrto de uditori em 136%. A polític de tução d Compnhi, bem como ds demis empress do Grupo EDP, qunto à contrtção de serviços não relciondos à uditori junto à empres de uditori, se fundment nos princípios que preservm independênci do uditor independente. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme requerido pelo rtigo 25 d instrução CVM 480/09, declrmos que revismos e concordmos com s demonstrções fi nnceirs e tmbém com os Reltórios dos Auditores Independentes emitidos sobre s respectivs Demonstrções Finnceirs pr os exercícios fi ndos em 31 de dezembro de 2013 e Ests form preprds de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil e o Interntionl Finncil Reporting Stndrds ( IFRS ) emitids pelo Interntionl Accounting Stndrds Bord ( IASB ).

4 ção BALANÇOS PATRIMONIAIS (Em milhres de reis) ATIVO Not 01/01/2012 Reclssificdo Reclssificdo Cix e equivlentes de cix Consumidores e concessionáris Impostos e contribuições sociis Estoques Cuções e depósitos vinculdos Despess pgs ntecipdmente Outros créditos Não circulnte Ativo fi nnceiro indenizável Consumidores e concessionáris Impostos e contribuições sociis Imposto de rend e contribuição socil diferidos Prtes relcionds Cuções e depósitos vinculdos Outros créditos Proprieddes pr investimentos Imobilizdo Intngível Totl do tivo DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhres de reis) Not Reclssificdo Receits Custo do serviço de energi elétric Custo com energi elétric Energi elétric comprd pr revend ( ) ( ) Encrgos de uso d rede elétric ( ) ( ) 25 ( ) ( ) Custo de operção Pessol (97.437) (84.594) Mteriis e serviços de terceiros (80.668) (93.432) Deprecições e mortizções ( ) (72.921) Outros custos de operção (16.831) (2.121) 25 ( ) ( ) ( ) ( ) Custo do serviço prestdo terceiros 25 ( ) ( ) Lucro bruto Despess e Receits opercionis Despess com vends (28.330) (22.636) Despess geris e dministrtivs ( ) ( ) Deprecições e mortizções (7.788) (9.180) Outrs despess e receits opercionis (13.583) (3.243) 25 ( ) ( ) Resultdo ntes do Resultdo finnceiro e tributos Receits fi nnceirs Despess fi nnceirs (99.700) (98.043) Resultdo finnceiro 26 (34.180) (22.389) Resultdo ntes dos tributos sobre o lucro Imposto de rend e contribuição socil correntes (67.871) (6.858) Imposto de rend e contribuição socil diferidos (7.114) (24.773) 27 (74.985) (31.631) Resultdo líquido do exercício Resultdo por ção tribuível os cionists Resultdo básico por ção (Reis/ção) 28 ON 0, ,00207 Resultdo diluído por ção (Reis/ção) 28 ON 0, ,00207 As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs. DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhres de reis) Reclssificdo Gerção do vlor diciondo Receit opercionl Provisão pr créditos de liquidção duvidos e perds líquids (28.330) (22.636) Receit de construção Outrs receits (-) Insumos dquiridos de terceiros ( ) ( ) Custos d energi comprd ( ) ( ) Encrgos de uso d rede elétric ( ) ( ) Mteriis (13.705) (12.473) Serviços de terceiros ( ) ( ) Custo com construção d infrestrutur ( ) (96.783) Outros custos opercionis (89.650) (66.140) Vlor diciondo bruto Retenções Deprecições e mortizções ( ) (86.492) Vlor diciondo líquido produzido Vlor diciondo recebido em trnsferênci Receits fi nnceirs Vlor diciondo totl distribuir Distribuição do vlor diciondo Pessol Remunerção diret Benefícios FGTS Impostos, txs e contribuições Federis Estduis Municipis Remunerção de cpitis de terceiros Juros Aluguéis Remunerção de cpitl próprio Juros sobre cpitl próprio Lucros retidos As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs. As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhres de reis) Not 01/01/2012 Reclssificdo Reclssificdo PASSIVO e PATRIMÔNIO LÍQUIDO Fornecedores Impostos e contribuições sociis Dividendos Debêntures Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids Benefícios pós-emprego Obrigções estimds com pessol Encrgos regulmentres e setoriis Provisões Outrs conts pgr Não circulnte Impostos e contribuições sociis Debêntures Empréstimos e fi nncimentos Benefícios pós-emprego Prtes relcionds Encrgos regulmentres e setoriis Provisões Reserv pr reversão e mortizção 2.2. p Outrs conts pgr Ptrimônio líquido Cpitl socil Reservs de cpitl Reservs de lucros Outros resultdos brngentes (73.733) (26.492) Totl do pssivo e ptrimônio líquido Resultdo líquido do exercício Outros resultdos brngentes Gnhos e (perds) turiis - Benefícios pós-emprego (71.578) Imposto de rend e contribuição socil diferidos (52.189) Resultdo brngente do exercício As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhres de reis) Reclssificdo Fluxo de cix ds tividdes opercionis Lucro ntes do imposto de rend e d contribuição socil Ajustes pr concilir o lucro o cix oriundo ds tividdes opercionis Provisão pr créditos de liquidção duvidos e perds líquids Vlor justo do tivo fi nnceiro indenizável (17.185) (24.534) Deprecições e mortizções Gnhos e perds n lienção de bens e direitos (5.591) Juros e tulizções monetáris dos contrtos de mútuos 318 Fornecedores - tulizção monetári - Energi livre Encrgos de dívids e vrições monetáris sobre empréstimos, fi nncimentos e debêntures Provisão (reversão) pr plno de benefícios pós-emprego Provisões (reversões) e tulizções monetáris cíveis, fi scis e trblhists Ajuste vlor presente Encrgos regulmentres e setoriis - provisão e tulizção monetári Cuções e depósitos vinculdos litígios - tulizção monetári (1.475) (2.599) Impostos e contribuições sociis - tulizção monetári Outros (Aumento) diminuição de tivos opercionis Consumidores e concessionáris ( ) Impostos e contribuições sociis compensáveis Estoques (3.859) Cuções e depósitos vinculdos (1.822) (4.035) Despess pgs ntecipdmente Outros tivos opercionis (5.657) (18.214) ( ) Aumento (diminuição) de pssivos opercionis Fornecedores (71.434) Outros tributos e contribuições sociis (51.538) (21.378) Benefícios pós-emprego (13.701) (15.660) Obrigções estimds com pessol Encrgos regulmentres e setoriis (46.982) (16.339) Provisões (21.382) (31.608) Devolução o consumidor - PIS e COFINS COSIT 27 (74) Outros pssivos opercionis (19.121) 293 ( ) Cix proveniente ds tividdes opercionis Imposto de rend e contribuição socil pgos (53.171) (23.242) Cix líquido proveniente ds tividdes opercionis Fluxo de cix ds tividdes de investimento Adições o Imobilizdo e Intngível ( ) (96.783) Alienção de bens e direitos Cix líquido plicdo ns tividdes de investimento ( ) (91.389) Fluxo de cix ds tividdes de finncimento Prtes relcionds (2.612) Aumento (redução) de cpitl Dividendos sobre o cpitl próprio pgos (34.819) (53.750) Cptção de empréstimos, fi nncimentos e debêntures Amortizção do principl de empréstimos, fi nncimentos e debêntures ( ) (61.272) Pgmentos de encrgos de dívids líquido de derivtivos (46.765) (63.945) Cix líquido plicdo ns tividdes de finncimentos (39.800) ( ) Aumento (Redução) líquido de cix e equivlentes de cix (80.110) Cix e equivlentes de cix no fi nl do exercício Cix e equivlentes de cix no início do exercício (80.110) As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs.

5 ção DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 e 2012 (Em milhres de reis) Cpitl socil Reservs de cpitl Reservs de lucros Outros resultdos brngentes Lucros cumuldos Totl Sldos em 31 de dezembro de Ajuste de exercícios nteriores (26.492) Sldos em 1º de jneiro de 2012 (Reclssificdo) (26.492) Reversão de dividendos - AGE de 19/12/ Dividendo dicionl provdo - AGO de 09/04/2012 ( ) ( ) Lucro líquido do exercício Destinção do lucro Dividendos intermediários (JSCP) (40.963) (40.963) Reserv de retenção de lucros (40.005) Outros resultdos brngentes Gnhos e perds turiis - Benefícios pós-emprego (71.578) (71.578) Imposto de rend e contribuição socil diferidos Sldos em 31 de dezembro de (73.733) Cpitl socil Reservs de cpitl Reservs de lucros Outros resultdos brngentes Lucros cumuldos Totl Sldos em 31 de dezembro de Ajuste de exercícios nteriores (73.733) Sldos em 31 de dezembro de 2012 (Reclssificdo) (73.733) Aumento de cpitl - AGO de 09/04/ Lucro líquido do exercício Destinção do lucro Constituição de reserv legl (9.539) Dividendos intermediários (JSCP) (45.395) (45.395) Dividendo dicionl provdo (6.725) (6.725) Dividendo dicionl proposto ( ) Outros resultdos brngentes Gnhos e perds turiis - Benefícios pós-emprego Imposto de rend e contribuição socil diferidos (52.189) (52.189) Sldos em 31 de dezembro de As nots explictivs são prte integrnte ds demonstrções fi nnceirs. (Em milhres de reis, esceto qundo indicdo) 1 Contexto opercionl A (Compnhi ou EDP Bndeirnte), Sociedde Anônim de cpitl berto, concessionári de serviço público de energi elétric, controld integrl d EDP - Energis do Brsil S.A. (EDP - Energis do Brsil), com sede no município de São Pulo-SP, detém o contrto de concessão de distribuição de energi elétric nº 202/98 - ANEEL, pelo przo de 30 nos, válidos té outubro de 2028 e tu em 28 municípios no Estdo de São Pulo, tendo sus tividdes regulmentds pel Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL. As principis obrigções estbelecids às prtes no contrto de concessão são s seguintes: Concedente: fi sclizção do cumprimento do contrto; grntir prestção do serviço de form dequd; prorrogr o przo do contrto, se for necessário, pr grntir qulidde do tendimento custos dequdos; rejustr s trifs pr grntir o equilíbrio econômico-fi nnceiro do contrto; e qundo receber concessão deverá indenizr, conforme disposto n lei, s prcels dos investimentos vinculdos, não mortizdos ou deprecidos n dt d reversão, descontdo, no cso d cducidde, o vlor ds mults contrtuis e dos dnos cusdos pel Compnhi. Compnhi: mnter permnentemente tulizdo o cdstro dos bens e ds instlções; mnter equipmentos em perfeits condições de funcionmento e ter s condições técnics pr ssegurr continuidde e efi ciênci dos serviços; cobrr pelo fornecimento e pelo suprimento de energi elétric s trifs homologds pel Concedente; e efetur os investimentos necessários pr grntir prestção do serviço. 2 Bse de preprção e Prátics contábeis 2.1 Bse de preprção Declrção de conformidde As demonstrções fi nnceirs d Compnhi estão preprds de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil, em observânci às disposições contids n Lei ds Socieddes por Ações, e incorporm s mudnçs introduzids pels Leis nº /07 e nº /09, complementds pelos novos pronuncimentos, interpretções e orientções do Comitê de Pronuncimentos Contábeis - CPC, provdos por Resoluções do Conselho Federl de Contbilidde - CFC e deliberções d Comissão de Vlores Mobiliários - CVM e estão em conformidde com s Interntionl Finncil Reporting Stndrds - IFRS, emitids pelo Interntionl Accounting Stndrds Bord - IASB e legislção específi c emnd pel ANEEL, qundo est não for confl itnte com s prátics contábeis dotds no Brsil e/ou com s prátics contábeis interncionis. A presentção d Demonstrção do Vlor Adiciondo - DVA é requerid pel legislção societári brsileir e pels prátics contábeis dotds no Brsil plicáveis compnhis berts. As IFRS não requerem presentção dess demonstrção. Como consequênci, pels IFRS, ess demonstrção está presentd como informção suplementr, sem prejuízo do conjunto ds demonstrções contábeis. A Administrção d Compnhi utorizou conclusão ds demonstrções fi nnceirs em 26 de fevereiro de Bse de mensurção As demonstrções fi nnceirs form elbords considerndo o custo histórico como bse de vlor e tivos fi nnceiros disponíveis pr vend e tivos e pssivos fi nnceiros (inclusive instrumentos derivtivos) mensurdos o vlor justo Moed funcionl e moed de presentção A moed funcionl d Compnhi é o Rel e s demonstrções fi nnceirs estão sendo presentds em reis, rredondds pr o milhr mis próximo, exceto qundo indicdo de outr form. 2.2 Resumo ds principis prátics contábeis As prátics contábeis descrits em detlhes bixo têm sido plicds de mneir consistente pr os exercícios presentdos nesss demonstrções fi nnceirs. ) Cix e equivlentes de cix (Not 4) Cix e equivlentes de cix incluem o cix, os depósitos bncários, e os investimentos de curto przo com liquidez imedit, que são prontmente conversíveis em um montnte conhecido de cix, com bixo risco de vrição no vlor de mercdo, sendo demonstrdos o custo crescido d uferidos té dt do blnço que equivlem o vlor justo. b) Conts receber Consumidores e concessionáris (Not 5) As conts receber de clientes são registrds pelo vlor fturdo ou ser fturdo, justds o vlor presente qundo plicável, incluindo os respectivos impostos diretos de responsbilidde tributári d Compnhi, que incluem: (i) Os vlores fturdos consumidores fi nis, concessionáris revendedors e empress comercilizdors, bem como receit referente à energi consumid e não fturd; e (ii) Os vlores receber reltivos à energi comercilizd n Câmr de Comercilizção de Energi Elétric - CCEE (Not 5.1). O cálculo do vlor presente é efetudo pr prcelmentos de débitos de consumidores, com bse ns txs de remunerção de cpitl, regulmentd pel ANEEL e plicd às trifs ds distribuidors de serviço público de energi elétric. A contrprtid dos justes vlor presente ds conts receber é contr o resultdo fi nnceiro do exercício (Not 26). N Provisão pr créditos de liquidção duvidos - PCLD, os vlores form propridos conforme Instrução Contábil 6.3.2, do Mnul de Contbilidde do Serviço Público de Energi Elétric, que defi ne como regr os seguintes przos de provisionmento pr créditos vencidos: residencil há mis de 90 dis; comercil há mis de 180 dis; e demis clsses há mis de 360 dis. Adicionlmente, é efetud um nálise criterios do sldo de consumidores e concessionáris e o vlor constituído é considerdo sufi ciente pr cobrir eventuis perds n relizção desses tivos. Ativo finnceiro indenizável (Not 12) A Compnhi reconhece um crédito receber do Poder Concedente devido o direito incondicionl de receber cix o fi nl d concessão, conforme previsto em contrto, título de indenizção pelos serviços de construção efetudos e não recebidos por meio d prestção de serviços relciondos à concessão. Estes tivos fi nnceiros estão registrdos de form refl etir melhor estimtiv do Vlor Novo de Reposição - VNR, conforme critérios estbelecidos em regulmento do Poder Concedente e com bse em um metodologi justd e tulizd pelo IGP-M sobre o vlor dos tivos em serviço pertencentes à concessão e que serão reversíveis no fi nl d concessão. c) Estoques (Not 9) Os mteriis utilizdos n construção d infrestrutur d concessão e n operção e mnutenção d prestção dos serviços são demonstrdos o custo ou o vlor líquido de relizção, dos dois o menor. O método de vlição dos estoques é efetudo com bse n médi ponderd móvel. d) Proprieddes pr investimentos (Not 13) Os investimentos em terrenos e imóveis, que não fzem prte d tividde opercionl d Compnhi e pelos quis se ufere um rend, são vlidos o custo de quisição. e) Imobilizdo (Not 14) São registrdos nest rubric pens os tivos tngíveis não vinculdos à infrestrutur d concessão. Estão contbilizdos pelo custo de quisição e deduzidos d deprecição cumuld clculd pelo método liner, de cordo com vid útil dos tivos. f) Intngível (Not 15) O intngível compreende: Direitos de concessão: são registrdos como tivos intngíveis o direito d concessionári de receber cix dos usuários pelos serviços de construção do sistem de distribuição de energi elétric e pelo uso de infrestrutur, o seu vlor de custo crescido de encrgos fi nnceiros, qundo plicável. A mortizção é registrd té o przo remnescente d concessão. Ágio incorpordo: refere-se à prcel cindid do ágio incorpordo decorrente d quisição de ções, o qul foi contbilizdo de cordo com s Instruções CVM nº 319/99 e nº 349/99 e ICPC 09 e, conforme determinção d ANEEL, está sendo relizdo pel curv entre expecttiv de resultdos futuros e o przo de concessão d Compnhi. Em função do disposto ns Instruções Contábeis do Mnul de Contbilidde do Serviço Público de Energi Elétric e n Deliberção CVM nº 672/11, que prov o pronuncimento técnico CPC 20 (R1), os encrgos fi nnceiros reltivos os fi nncimentos obtidos de terceiros, efetivmente plicdos no intngível em curso, estão registrdos neste subgrupo como custo ds respectivs obrs. g) Ativos de infrestrutur vinculdos à concessão De cordo com os rtigos 63 e 64 do Decreto nº /57, os tivos de infrestrutur utilizdos n distribuição são vinculdos esses serviços, não podendo ser retirdos, liendos, cedidos ou ddos em grnti hipotecári sem prévi e express utorizção do Órgão Reguldor. A Resolução ANEEL nº 20/99, regulment desvinculção dos tivos de infrestrutur ds concessões do Serviço Público de Energi Elétric, concedendo utorizção prévi pr desvinculção de bens inservíveis à concessão, qundo destindos à lienção, determinndo que o produto d lienção sej depositdo em cont bncári vinculd, pr plicção n concessão. h) Redução o vlor recuperável Ativo finnceiro São vlidos o fi nl de cd exercício qunto su recuperbilidde. São considerdos tivos não recuperáveis qundo há evidêncis de que um ou mis eventos tenhm ocorrido pós o reconhecimento inicil do tivo fi nnceiro e que eventulmente tenh resultdo em efeitos negtivos no fl uxo estimdo de cix futuro do investimento. Ativo não finnceiro A Administrção d Compnhi revis nulmente o vlor contábil líquido do imobilizdo e tivos intngíveis, pr identifi cr se houve evidêncis de perds não recuperáveis ou que ocorrerm eventos ou lterções ns circunstâncis que indicssem que o vlor contábil pode não ser recuperável. Os vlores recuperáveis form determindos com bse no vlor em uso. Qundo tis evidêncis são identifi cds e o vlor contábil líquido excede o vlor recuperável é constituíd provisão justndo o vlor contábil líquido o vlor recuperável. Os tivos intngíveis com vid útil indefi nid têm recuperção do seu vlor testd nulmente, independentemente de hver indicdores de perd de vlor, qundo plicável. i) Demis tivos circulnte e não circulnte São demonstrdos os vlores de custo ou relizção, incluindo, qundo plicável, os rendimentos uferidos té dt do blnço. j) Fornecedores (Not 16) Inclui, principlmente, os sldos pgr os fornecedores de mteriis, serviços, de energi elétric e de encrgos de uso d rede elétric. Os vlores estão contbilizdos de cordo com o regime de competênci. k) Empréstimos, finncimentos e encrgos de dívids e debêntures (Nots 17 e 18) Os empréstimos, fi nncimentos e s debêntures são demonstrdos pelo vlor líquido dos custos de trnsção incorridos e são subsequentemente mensurdos o custo mortizdo usndo o método d tx de juros efetiv ou vlor justo. As operções de swp form reconhecids pelo vlor justo por meio do resultdo do exercício. l) Provisões (Not 22) São reconhecids no blnço em decorrênci de um evento pssdo, qundo é provável que um recurso econômico sej requerido pr sldr obrigção e que poss ser estimd de mneir confi ável. As provisões são registrds com bse ns melhores estimtivs do risco envolvido. m) Demis pssivos circulnte e não circulnte São demonstrdos pelos vlores conhecidos ou exigíveis, crescidos, qundo plicável, dos correspondentes encrgos, vrições monetáris e cmbiis incorridos té dt do blnço. n) Imposto de rend e contribuição socil (Nots 6, 7 e 27) O Imposto de rend registrdo no resultdo é clculdo com bse nos resultdos tributáveis (lucro justdo), às líquots plicáveis segundo legislção vigente - 15%, crescid de 10% sobre o resultdo tributável que exceder R$240 nuis. A contribuição socil registrd no resultdo é clculd com bse nos resultdos tributáveis (lucro justdo), trvés d plicção d líquot de 9%. O Imposto de rend e contribuição socil diferidos tivos e pssivos form registrdos sobre diferençs temporáris e eventos decorrentes d Lei nº /07 - RTT, considerndo s líquots vigentes dos citdos tributos, de cordo com s disposições d Deliberção CVM nº 599/09 e Instrução CVM nº 371/02, e considerm o histórico de rentbilidde e expecttiv de gerção de lucros tributáveis futuros fundmentd em estudo técnico de vibilidde. O imposto de rend e contribuição socil correntes e diferidos tivos e pssivos são presentdos pelo seu montnte líquido, conforme requerido pelo Pronuncimento Técnico CPC 32. As despess com Imposto de rend e contribuição socil compreendem os impostos correntes e diferidos, os mesmos são reconhecidos no resultdo exceto queles que estejm relciondos itens diretmente reconhecidos no Ptrimônio líquido. A Compnhi, pr fi ns de purção do lucro tributável e seus efeitos sobre s demonstrções fi nnceirs considerou doção do Regime Tributário de Trnsição - RTT, conforme determindo n MP nº 449/08 (convertid n Lei nº /09). o) Benefícios pós-emprego (Not 19) A Compnhi possui plnos de benefícios empregdos dos tipos Contribuição defi nid e Benefício defi nido, incluindo plnos de pensão e posentdori. A descrição dos principis plnos de benefícios concedidos os empregdos estão descrits n not 19. Os vlores são registrdos de cordo com o CPC 33 (R1) nos termos d Deliberção CVM nº 695/12. Os custos e o pssivo turil dos plnos do tipo Benefício defi nido são determindos nulmente com bse em vlição relizd por tuários independentes segundo o Método do Critério Unitário Projetdo, sendo últim efetud pr dt-bse 31 de dezembro de Os gnhos e perds turiis gerdos por justes e lterções ns premisss turiis dos plnos de Benefício defi nido são reconhecidos no exercício em que ocorrem diretmente no Ptrimônio líquido n rubric Outros resultdos brngentes. Os custos com serviços pssdos são reconhecidos no período em que ocorrem integrlmente no resultdo n rubric de Pessol, e o resultdo fi nnceiro do benefício pss ser reconhecido pelo vlor líquido com bse n tx de desconto. As obrigções dos plnos do tipo Contribuição defi nid são reconhecids como despes de pessol no resultdo do exercício em que os serviços são prestdos. p) Reserv pr reversão e mortizção Refere-se recursos derivdos d Reserv pr reversão e mortizção, constituíd té 31 de dezembro de 1971 nos termos do regulmento do SPEE (Decreto Federl nº /57), plicdo pel Compnhi n expnsão do Serviço Público de Energi Elétric. Sobre o Fundo pr reversão, são cobrdos juros de 5%.. sobre o vlor d reserv, pgos menslmente. Su eventul liquidção ocorrerá de cordo com determinções do Poder Concedente. q) Cpitl socil (Not 23.1) Ações ordináris são clssifi cds como Cpitl socil, sendo reconhecidos como dedução o ptrimônio líquido quisquer custos tribuíveis à emissão de ções e opções de ções, líquido de quisquer efeitos tributários. r) Dividendos (Not 23.2) A distribuição de dividendos sobre cpitl próprio é reconhecid como um pssivo ns demonstrções fi nnceirs d Compnhi o fi nl do exercício, com bse em seu esttuto socil. Qulquer vlor cim do mínimo obrigtório somente é reconhecido n dt em que são provdos em Assemblei Gerl. O benefício fi scl dos juros sobre cpitl próprio é reconhecido n demonstrção de resultdo. s) Apurção do resultdo O resultdo é purdo em conformidde com o regime de competênci. Os principis critérios de reconhecimento e mensurção, estão presentdos seguir: (i) A receit de operções com energi elétric e de serviços prestdos é reconhecid no resultdo em função d su relizção. Um receit não é reconhecid se há um incertez signifi ctiv n su relizção. O fturmento de energi elétric pr todos os consumidores e concessionáris é efetudo menslmente, de cordo com o clendário de leitur e contrtos de fornecimento, respectivmente; (ii) A energi fornecid e não fturd, correspondente o período decorrido entre dt d últim leitur e o encerrmento do blnço, é estimd e reconhecid como receit não fturd; (iii) O reconhecimento d receit de construção está diretmente ssocido às dições o tivo intngível

6 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) em formção (Direito de concessão - Infrestrutur), não sendo incorpord mrgem nest tividde de construção ssim clssifi cd conforme plicção d ICPC 01 (R1) - Contrtos de Concessão. A formção d receit de construção result d locção ds hors trblhds pels equipes técnics, dos mteriis utilizdos, d medição d prestção de serviços terceirizdos e outros custos diretmente locdos. O registro contábil dess receit é efetudo em contrprtid à Custo com construção d infrestrutur em igul montnte (Nots 24 e 25); (iv) As receits fi nnceirs brngem receits d uferidos em plicções fi nnceirs, gnhos nos instrumentos de hedge, qundo plicável e créscimos mortórios incidentes sobre energi vendid; e (v) As despess fi nnceirs brngem despess com juros, vrições monetáris e mrcção mercdo sobre empréstimos e fi nncimentos e resultdos de operções de swp e hedge, qundo plicável. t) Uso de estimtiv e julgmento N elborção ds demonstrções fi nnceirs, de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil e prátics contábeis interncionis, é requerido que Administrção d Compnhi se bseie em estimtivs pr o registro de certs trnsções que fetm os tivos, pssivos, receits e despess. Os resultdos fi nis desss trnsções e informções, qundo de su efetiv relizção em períodos subsequentes, podem diferir desss estimtivs, devido imprecisões inerentes o processo de su determinção. A Compnhi revis s estimtivs e premisss pelo menos trimestrlmente, exceto qunto o Plno de benefícios pós-emprego que é revisdo semestrlmente. Apesr do CPC 01 requerer o teste de impridde somente qundo há indicdor de impridde ou tivo de vid útil indefi nid, Compnhi dot como prátic vlição de impridde em bse nul. As principis estimtivs que representm risco signifi ctivo com probbilidde de cusr justes às demonstrções fi nnceirs, referem-se o registro dos efeitos decorrentes de: Provisão pr créditos de liquidção duvidos (not 2.2 item b); Receit de fornecimento não fturdo (not 2.2 item s); Trnsções relizds no âmbito d CCEE (not 2.2 item b); Recuperção do imposto de rend e contribuição socil diferidos sobre diferençs temporáris (not 2.2 item n); Mensurção de instrumentos fi nnceiros (not 2.2 item v); Provisões cíveis, fi scis e trblhists (not 2.2 item l); e Plnos de benefícios pós-emprego (not 2.2 item o). u) Resultdo por ção (Not 28) O Resultdo básico por ção é clculdo utilizndo o resultdo do exercício tribuível os cionists d Compnhi e médi ponderd ds ções ordináris em circulção no respectivo exercício. O Resultdo por ção diluído é clculdo pelos mesmos indicdores, sendo médi ds ções em circulção justd pelos instrumentos potencilmente conversíveis em ções, com efeito diluidor, conforme CPC 41 - Resultdo por Ação, provdo pel Deliberção CVM nº 636/10. Não existe diferenç entre o Resultdo básico por ção e o Resultdo por ção diluído. v) Instrumentos finnceiros (Not 29) Instrumentos fi nnceiros são quisquer trnsções que dão origem um tivo ou pssivo fi nnceiro, ou, ind, instrumento de ptrimônio de outr compnhi. Estes instrumentos fi nnceiros são reconhecidos inicilmente pelo vlor justo crescido ou deduzido de quisquer custos de trnsção diretmente tribuíveis. Posteriormente o reconhecimento inicil, são mensurdos conforme descrito bixo: Instrumentos mntidos té o vencimento Se Compnhi tem intenção e cpcidde de mnter té o vencimento seus instrumentos fi nnceiros, esses são clssifi cdos como mntidos té o vencimento. Investimentos mntidos té o vencimento são mensurdos pelo custo mortizdo utilizndo o método d tx d efetiv, deduzido de eventuis reduções em seu vlor recuperável. Instrumentos finnceiros o vlor justo por meio do resultdo Um instrumento é clssifi cdo pelo vlor justo por meio do resultdo se for mntido pr negocição, ou sej, designdo como tl qundo do reconhecimento inicil. Os instrumentos fi nnceiros são registrdos pelo vlor justo por meio do resultdo se Compnhi gerenci esses investimentos e tom s decisões de compr e vend com bse em seu vlor justo de cordo com estrtégi de investimento e gerencimento de risco documentdo pel Compnhi. Após reconhecimento inicil, custos de trnsção tribuíveis são reconhecidos nos resultdos qundo incorridos. Empréstimos e recebíveis São designdos pr ess ctegori somente os tivos não derivtivos com pgmentos fi xos ou determináveis que não estão cotdos em um mercdo tivo, reconhecidos inicilmente pelo vlor justo crescido de quisquer custo de trnsção tribuíveis. Após o reconhecimento inicil, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo método do custo mortizdo por meio do método dos juros efetivos, decrescidos de qulquer perd por redução o vlor recuperável. Instrumentos disponíveis pr vend São designdos nest ctegori os tivos fi nnceiros não derivtivos que são designdos como disponíveis pr vend ou que não são clssifi cdos em nenhum ds ctegoris nteriores. O Ativo fi nnceiro indenizável d Compnhi é clssifi cdo como disponível pr vend. Posteriormente o reconhecimento inicil, estes tivos são mensurdos de form refl etir melhor estimtiv do Vlor Novo de Reposição - VNR, conforme descrito n not 2.2 item b, que equivle o vlor justo, clculdo conforme critérios estbelecidos em regulmento do Poder Concedente. Os efeitos dest mensurção são reconhecidos diretmente no resultdo do exercício, pelo método d tx efetiv d. Instrumentos finnceiros derivtivos Os instrumentos fi nnceiros derivtivos são reconhecidos n dt d su negocição (trde dte) pelo seu vlor justo. Subsequentemente, o vlor justo dos instrumentos fi nnceiros derivtivos é revlido num bse regulr, sendo os gnhos e perds resultntes dess revlição registrdos no resultdo do exercício. w) Moed estrngeir Trnsções em moed estrngeir, isto é, tods quels que não são relizds n moed funcionl, são convertids pel tx de câmbio ds dts de cd trnsção. Ativos e pssivos monetários em moed estrngeir são convertidos pr moed funcionl pel tx de câmbio d dt do fechmento. Os gnhos e s perds de vrições ns txs de câmbio sobre os tivos e os pssivos monetários são reconhecidos n demonstrção do resultdo. Ativos e pssivos não monetários dquiridos ou contrtdos em moed estrngeir são convertidos com bse ns txs de câmbio ds dts ds trnsções ou ns dts de vlição o vlor justo qundo este é utilizdo. x) Contrtos de concessão O CPC emitiu em 2009 com lterções posteriores, Interpretção Técnic ICPC 01 (R1) - Contrtos de Concessão. Est interpretção foi provd pel Deliberção CVM nº 677/11. A ICPC 01 (R1) é plicável os contrtos de concessão público-privdo nos quis entidde públic control ou regul os serviços prestdos, com qul infrestrutur, que preço e pr quem deve ser prestdo o serviço e, lém disso, detém titulridde dess infrestrutur. Como o contrto de concessão d Compnhi tem tis crcterístics, então est interpretção é plicável. De cordo com ICPC 01 (R1), infrestrutur enqudrd nest interpretção não pode ser reconhecid como tivo imobilizdo um vez que se consider que o concessionário não control os tivos subjcentes, pssndo ser reconhecid de cordo com um dos modelos contábeis previstos n interpretção, dependendo do tipo de compromisso de remunerção do concessionário ssumido junto o concedente conforme contrto estbelecido entre s prtes, que são o modelo do tivo fi nnceiro, do tivo intngível e o bifurcdo. Modelo do tivo fi nnceiro Este modelo é plicável qundo o concessionário tem o direito incondicionl de receber determinds quntis monetáris independentemente do nível de utilizção d infrestrutur d concessão e result no registro de um tivo fi nnceiro, o qul est registrdo vlor justo com bse no Vlor Novo de Reposição - VNR. Modelo do tivo intngível Este modelo é plicável qundo o concessionário, no âmbito d concessão, é remunerdo em função do gru de utilizção d infrestrutur pelos usuários por meio d prestção de serviço. Reconhece-se, então, um tivo intngível. Modelo bifurcdo Este modelo plic-se qundo concessão inclui, simultnemente, compromissos de remunerção grntidos pelo concedente e compromissos de remunerção dependentes do nível de utilizção ds infrestruturs d concessão, cobrdos dos usuários. Como Compnhi é remunerd: (i) pelo Poder Concedente, no tocnte o vlor residul d infrestrutur o fi nl do contrto de concessão; e (ii) pelos usuários, pel prte que lhes cbe dos serviços de construção e pel prestção do serviço de fornecimento de energi elétric; então, plic-se o modelo bifurcdo. A Compnhi procede testes de redução o vlor recuperável reltivmente o tivo intngível d concessão sempre que eventos ou circunstâncis indiquem que o vlor contábil excede o vlor recuperável, sendo diferenç, cso exist, reconhecid no resultdo. y) Contrtos de rrendmento Os rrendmentos nos quis um prcel signifi ctiv dos riscos e benefícios d propriedde é retid pelo rrenddor são clssifi cdos como rrendmentos opercionis. Os pgmentos efetudos pr rrendmentos opercionis (líquidos de quisquer incentivos recebidos do rrenddor) são debitdos à demonstrção do resultdo pelo método liner, durnte o período do rrendmento. 2.3 Adoção ds Norms Interncionis de Reltório Finnceiro (IFRS) novs e revisds Algums norms e emends ds norms e interpretções emitids pelo IASB ind não entrrm em vigor pr o exercício fi ndo em 31 de dezembro de 2013, portnto não form plicds n preprção desss demonstrções fi nnceirs. O CPC ind não editou os respectivos pronuncimentos e modifi cções correspondentes às IFRS e IFRIC novs e revisds. Em decorrênci do compromisso do CPC e d CVM de mnter tulizdo o conjunto de norms emitido com bse ns tulizções feits pelo IASB, é esperdo que esses pronuncimentos e modifi cções sejm editdos pelo CPC e provdos pel CVM té dt de su plicção obrigtóri Norms e interpretções novs e revisds já emitids pelo IASB e ind não dotds pel Compnhi A Compnhi está vlindo e ind não concluiu pelos efeitos e plicbilidde ds norms bixo, s quis são plicáveis prtir de 1º jneiro de 2014, exceto o IFRS 9, com efeito prtir de 1º de jneiro de IFRIC 21 - Impostos A IFRIC 21 é um interpretção do IAS 37 Provisões, Pssivos Contingentes e Ativos Contingentes. O IAS 37 estbelece critérios pr o reconhecimento de um pssivo, um dos quis é exigênci de que entidde tem um obrigção presente como resultdo de um evento pssdo (conhecido como fto gerdor d obrigção). Est interpretção esclrece que o fto gerdor d obrigção que dá origem um obrigção de pgr um tx é tividde descrit n legislção pertinente que desencdei o pgmento d tx. IAS 32 - Compensção de tivos e pssivos finnceiros As lterções à IAS 32 esclrecem questões de doção existentes com relção às exigêncis de compensção de tivos e pssivos fi nnceiros. Especifi cmente, esss lterções esclrecem o signifi cdo de tulmente possui o direito legl de compensr e relizção e liquidção simultânes. IAS 36 - Redução o vlor recuperável de tivos: Divulgção de vlores recuperr de tivos não finnceiros O IASB publicou lterções o IAS 36 reltivs à divulgção de vlores recuperr de tivos não fi nnceiros. As lterções introduzids pelo IAS 36 exigem que entidde deverá divulgr o vlor recuperável dos tivos deprecidos, que é bsedo no vlor justo menos os custos estimdos de lienção. Existem, dicionlmente, lterções incorpords n IAS 36, n sequênci d introdução d IFRS 13 - Justo vlor: mensurção e divulgção, que vêm ser corrigids trvés dest emend - eliminção do requisito de divulgção do vlor recuperável de Uniddes Gerdors de Cix com tivos intngíveis com vid útil indefi nid e/ou goodwill, qundo não tenhm sido reconhecids perds de impridde. IAS 39 - Instrumentos finnceiros - Novção de derivdos e contbilidde de cobertur Em 28 de junho de 2013 o IASB emitiu um emend o IAS 39 - Instrumentos fi nnceiros derivdos, qul introduz um isenção à obrigção de desr contbilidde de cobertur dos instrumentos fi nnceiros derivdo, qundo se verifi cr lterção d contrprte do contrto por requisito legl e desde que estejm cumprids determinds condições. Est lterção é introduzid pr dr respost às novs regrs de contrtção de instrumentos fi nnceiros derivdos, que pssm obrigr su negocição trvés de Câmrs de compensção. Est situção resultrá n novção ds posições contrtuis pr os contrtos em vigor que, sem isenção introduzid, obrigri o registro d desção de grnde prte ds relções de cobertur registrds. IFRS 9 - Instrumentos Finnceiros A IFRS 9 - Instrumentos Finnceiros, bord clssifi cção, mensurção e o reconhecimento de tivos e pssivos fi nnceiros. A IFRS 9 foi emitid em novembro de 2009 e revist em outubro de 2010, substituindo os trechos d IAS 39 relciondos à clssifi cção e mensurção de instrumentos fi nnceiros. Est norm requer clssifi cção dos tivos fi nnceiros, no reconhecimento inicil, em dus ctegoris: mensurdos o vlor justo e mensurdos o custo mortizdo. A bse de clssifi cção depende do modelo de negócios d entidde e ds crcterístics contrtuis do fl uxo de cix dos instrumentos fi nnceiros. Nos pssivos fi nnceiros, principl mudnç é de que nos csos em que opção de vlor justo é dotd, o vlor decorrente dest mudnç no vlor justo devido o risco de crédito d própri entidde é registrd em outros resultdos brngentes e não n demonstrção dos resultdos, exceto qundo resultr em descsmento contábil Norms e interpretções novs e revisds já emitids pelo CPC - Comitê de Pronuncimentos Contábeis dotds pel Compnhi prtir de 1º de jneiro de CPC 33 (R1) - Benefícios Empregdos (IAS 19) A revisão contempl substncilmente lterções introduzids no texto d IAS 19. As principis modifi cções dest norm referem-se os plnos de benefícios defi nidos qunto: (i) eliminção d utilizção do método do corredor pssndo vigorr somente o reconhecimento integrl dos gnhos e perds turiis n dt ds demonstrções fi nnceirs em Outros Resultdos Abrngentes, (prátic est já utilizd pel Compnhi desde doção inicil o IFRS,em 2010); (ii) reconhecimento integrl no resultdo dos custos dos serviços pssdos; e (iii) reconhecimento d despes/receit fi nnceir do plno que pss ser reconhecido pelo vlor líquido com bse n tx de desconto. As modifi cções à IAS 19 são efetivs pr períodos nuis com início prtir de 1º de jneiro de 2013 e exigem doção retrotiv. CPC 46 Mensurção do Vlor Justo (IFRS 13) A IFRS 13 present um bse únic de orientção pr s mensurções do vlor justo e divulgções dess informção. As divulgções quntittivs e qulittivs, com bse n hierrqui de vlor justo de três níveis tulmente exigidos pr instrumentos fi nnceiros, form complementds de modo incluir todos os tivos e pssivos em seu escopo. A Administrção d Compnhi entende que doção dess nov norm resultou em um divulgção mis brngente ds demonstrções fi nnceirs. 2.4 Reclssificções dos exercícios nteriores Em jneiro de 2013 entrrm em vigor os seguintes CPCs: CPC 18 (R2), CPC 19 (R2), CPC 33 (R1), CPC 36 (R3), CPC 45 e CPC 46. Alguns destes CPCs trouxerm mudnçs ns prátics contábeis d Compnhi e, conforme previsto no CPC 23, mudnçs ns prátics contábeis requerem plicção retrospectiv o exercício presentdo comprtivmente mis ntigo. Conforme requisito do CPC 26 (R1), qundo Compnhi incorrer em mudnç n polític contábil ou reclssifi cção de sldos de exercícios nteriores, el deverá presentr um terceiro blnço ptrimonil no início do período nterior precedente o período tul. Assim, pr fi ns de comprbilidde, presentmos os efeitos dos justes reltivos 31 de dezembro de 2012 e 1º de jneiro de Blnço Ptrimonil As reclssifi cções estão presentds seguir: (i) CPC 26 (R1) - Apresentção líquid ds obrigções reltivos os progrms de P&D e PEE, deduzidos dos serviços em curso, relciondos os referidos progrms; (ii) CPC 33 (R1) - Reclssifi cção dos gnhos e perds turiis d rubric Reservs de lucros pr Outros resultdos brngentes; (iii) CPC 32 - Apresentção líquid do Imposto de Rend e Contribuição Socil sobre o lucro; (iv) Reclssifi cção pr presentção líquid dos demis tributos (ICMS, PIS e COFINS) não brngidos pelo CPC /01/2012 CPC 26 - Apresentção Líq. dos CPC 33 - Reclssificção de CPC 32 - Tributo Ativo Publicdo _ Serviços em curso de P&D Gnhos e perds Aturiis sobre o Lucro Reclssificções Sldo justdo Impostos e contribuições sociis ( ) (26.256) Outros créditos (60.356) Totl do tivo (60.356) - ( ) (26.256) Pssivo Impostos e contribuições sociis ( ) (26.256) Encrgos regulmentres e setoriis (60.356) Ptrimônio Líquido Reservs de lucros Outros resultdos brngentes (26.492) (26.492) Totl do pssivo e ptrimônio líquido (60.356) - ( ) (26.256) (ii) Reclssificção dos gstos opercionis não gerenciáveis reltivos o Encrgo de Serviço do Sistem - ESS, d rubric de Encrgos de uso d rede elétric pr rubric de Energi elétric comprd pr revend, líquido CPC 26 - Apresentção Líq. dos CPC 33 - Reclssificção de CPC 32 - Tributo Ativo Publicdo _ Serviços em curso de P&D Gnhos e perds Aturiis sobre o Lucro Reclssificções Sldo justdo Impostos e contribuições sociis (7.197) (58.891) Outros créditos (44.035) Totl do tivo (44.035) - (7.197) (58.891) Pssivo Impostos e contribuições sociis (7.197) (58.891) Encrgos regulmentres e setoriis (44.035) Ptrimônio Líquido Reservs de lucros Outros resultdos brngentes (73.733) (73.733) Totl do pssivo e ptrimônio líquido (44.035) - (7.197) (58.891) Demonstrção do Resultdo As reclssificções estão presentds seguir: (i) Reclssificção d rubric Ajuste vlor presente, nteriormente presentdo reduzindo à rubric de Receit fi nnceir pr Despes fi nnceir; dos respectivos créditos de PIS e COFINS, conforme Despcho ANEEL nº 3.262, de 27 de setembro de 2013.

7 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) 2012 Publicdo Reclssificções Despcho 3.262/13 Sldo justdo Custo com energi elétric Energi elétric comprd pr revend ( ) (74.724) ( ) Encrgos de uso d rede elétric ( ) ( ) Receits fi nnceirs Despess finnceirs (93.535) (4.508) (98.043) Demonstrção do vlor diciondo Reclssifi cção dos gstos opercionis não gerenciáveis reltivos o Encrgo de Serviço do Sistem - ESS, d rubric de Encrgos de uso d rede elétric pr rubric de Energi elétric comprd pr revend, conforme Despcho ANEEL nº 3.262, de 27 de setembro de 2013 no montnte de R$ Eventos significtivos no exercício 3.1 Rejuste Trifário 2013 A Resolução Homologtóri ANEEL nº de 22 de outubro de 2013, homologou o resultdo do rejuste trifário nul d Compnhi plicdo prtir de 23 de outubro de O reposicionmento trifário foi de 10,36%, sendo 9,92% reltivo o reposicionmento econômico e 0,44% referente os componentes fi nnceiros pertinentes. Em relção à trif prticd nteriomente, o efeito médio percebido pelos consumidores ctivos foi de 5,83%, sendo 4,50% o efeito médio pr os consumidores tendidos em lt e médi tensão e 6,85% o efeito médio pr os consumidores tendidos em bix tensão. No processo de rejuste trifário, ANEEL consider vrição de custos que s empress experimentrm no decorrer de doze meses nteriores. O cálculo inclui custos gerenciáveis (Prcel B), sobre os quis incide o IGP-M justdo pelo Ftor X e custos não gerenciáveis (Prcel A), como energi comprd de gerdors, encrgos de trnsmissão (trnsporte de energi) e encrgos setoriis, lém de justes fi nnceiros reconhecidos pel ANEEL n Cont de Vrição de Itens d Prcel A (CVA). O Ftor X provdo neste rejuste trifário foi de 1,08%, sendo Pd (gnhos de produtividde) 1,08%, T (trjetóri pr dequção dos custos opercionis) 0,00% e Q (incentivo à qulidde) 0,00%. O índice de rejuste trifário provdo inclui mortizção d segund de três prcels do sldo do pssivo regultório (R$78.094, justdo pel vrição monetári) formdo em função d postergção d dt de plicção dos resultdos d Terceir Revisão Trifári Periódic (3RTP), no montnte de R$28.001, fi cndo últim prcel pr o rejuste trifário de O principl juste fi nnceiro reconhecido pel ANEEL neste processo trifário foi o sldo d Cont de Vrição de Itens d Prcel A (CVA) no montnte de R$ , referente à diferenç entre os custos homologdos e os efetivmente incorridos pel Compnhi no período de gosto de 2012 julho de Deste montnte, Compnhi receberá R$ vi trif e os outros R$ , ressrcidos em dezembro de 2013, por meio de repsse d Cont de Desenvolvimento Energético - CDE, de modo reduzir o impcto ns trifs serem plicds os consumidores finis. EDP Bndeirnte: Decomposição do Reposicionmento Trifário de º Ciclo de Revisão Trifári Rejuste Trefário +10,36% Repsse d Vrição d Prcel A e B 9,92% +8,70% -0,30% +0,53% +0,99% Compr de Energi Encrgos Setoriis Encrgos de Trnsmissão Prcel B Prcel A % Prcel B % +1,97% Sldo CVA Vrição ns conts de Nturez Finnceir +0,44% -1,53% Ativos Regultórios 3.2 Regulmentções do Setor de Energi O no de 2013 foi mrcdo por signifi ctivs lterções no rcbouço legl e regultório plicdo o setor de energi elétric. Destcrm-se: (i) Lei Ordinári nº de 27 de dezembro de 2012, que dispôs sobre extinção ds concessões de serviço público de energi elétric e prestção temporári do serviço, sobre intervenção pr dequção do serviço público de energi elétric, e (ii) Medid Provisóri nº 579, de 11 de setembro de 2012, que dispôs sobre s concessões de gerção; trnsmissão e distribuição de energi elétric, sobre redução dos encrgos setoriis e sobre modicidde trifári. O governo federl, com s medids introduzids, buscou disciplinr s condições pr intervenção em concessões tids como de gestão temerári, solucionr questão ds concessões vincends no período e grntir redução do vlor d cont de energi elétric, pr o consumidor fi nl prtir de jneiro de A redução médi previst pr todo o Brsil foi de 20,2%, decorrente de dus frentes: Renovção ds Concessões vincends (13%) e Redução dos Encrgos Setoriis (7%). A Medid Provisóri nº 579, convertid n Lei Ordinári nº em 11 de jneiro de 2013, estbeleceu que s concessionáris de gerção e trnsmissão, licitds ntes de 13 de fevereiro de 1995 (rtigo 19 d Lei nº 9.074) e que tivessem contrtos vencer entre 2015 e 2017, poderim prorrogr ntecipdmente s sus concessões, desde que disponibilizssem totlidde de su grnti físic de energi pr o regime de cots ser distribuído proporcionlmente o mercdo de cd distribuidor. Já, s concessionáris de trnsmissão pssrim ter su trif clculd pens pr cobertur dos custos com operção, mnutenção, encrgos e tributos, um vez que os tivos vinculdos à prestção do serviço já estvm totlmente mortizdos. No que se referem os Encrgos Setoriis, s contribuições pr Cont de Consumo de Combustíveis - CCC e pr Reserv Globl de Reversão - RGR deixrm de ser cobrds dos consumidores, enqunto que contribuição pr Cont de Desenvolvimento Energético - CDE foi reduzid, prtir de jneiro de 2013, 25% de seu vlor originl. Tods s empress de Trnsmissão, elegíveis, derirm às condições colocds pr ntecipção d renovção ds concessões, o que, todvi, não foi o cso ds empress de Gerção, fzendo com que prte signifi ctiv d energi envolvid não pudesse ser utilizd pr o sistem de cots. Deste fto decorreu necessidde de se rever s fontes de recursos que permitirim o tingimento d met de redução do vlor ds conts de energi elétric. A edição d Medid Provisóri nº 605 em 23 de jneiro de 2013, umentou o escopo pr utilizção dos recursos d Cont de Desenvolvimento Energético - CDE, provendo recursos pr compensr descontos plicdos ns trifs e compensr o efeito d não desão à prorrogção de concessões de gerção de energi elétric. Por meio do Decreto nº 7.891/13, os descontos trifários pr s trifs socil bix rend, tividde rurl, trtmento de águ, esgoto e snemento e irrigntes, puderm deixr de ser custeds por meio ds trifs dos demis consumidores, permitindo dest form que redução prometid pudesse ser tingid. Menslmente ANEEL pssou homologr o montnte de recursos d CDE repssdos pels Centris Elétrics Brsileirs S. A. - Eletrobrás cd distribuidor, pr custer os descontos cim menciondos. Pr defi nição dos vlores mensis repssdos durnte o no de 2013, ANEEL utilizou o mercdo considerdo no último processo trifário e diferenç entre s trifs com e sem o desconto. A prtir de 2014 será defi nid pel ANEEL metodologi pr o repsse dos recursos, considerndo s diferençs entre os vlores previstos e os relizdos. Em 24 de jneiro de 2013, por meio d Resolução Homologtóri nº 1.415, ANEEL provou Revisão Trifári Extrordinári - RTE, específi c pr o juste dos custos de: compr de energi, de trnsmissão e dos encrgos setoriis. Um vez reduzidos os custos não gerenciáveis pel empres, s trifs de fornecimento form reduzids, sem que isso viesse representr qulquer impcto n mrgem ds distribuidors. Estes efeitos pssrm ser percebidos pelos consumidores prtir do fi nl de jneiro de Em síntese, s principis lterções que permitirm redução d cont form: i) Redução dos custos d compr de energi dvindo d locção de cots de energi ds gerdors com concessões renovds; ii) Redução dos custos de trnsmissão de energi; iii) Redução dos encrgos setoriis; e iv) Retird dos subsídios cruzdos d estrutur d trif. Por decisão do Conselho de Monitormento do Setor Elétrico - CMSE decorrente ds condições hidrológics desfvoráveis verifi cds no no de 2012 e nos primeiros meses de 2013, o Operdor Ncionl de Sistem - ONS, pssou cionr gerção térmic disponível, como form de preservr o nível dos reservtórios ds gerdors hidroelétrics. Por se trtr de um fonte mis cr e pr qul não há cobertur trifári, s concessionáris de distribuição pssrm cumulr um sldo n Cont de Compensção de Vrição de Vlores de Itens d Prcel A - CVA ser repssdo nos processos trifários subsequentes. Com intuito de evitr o repsse destes custos o consumidor, em 7 de mrço de 2013 foi lterdo o Decreto nº que no 4º do rtigo 4-A determinou que ANEEL homologue os montntes de recursos d CDE serem repssdos pel Eletrobrás pr cobrir: (i) menslmente, exposição ds concessionáris de distribuição no mercdo de curto przo, decorrente d locção ds cots de grnti físic de energi e de potênci e d não desão à prorrogção de concessões de gerção de energi elétric; e (ii) nos processos trifários relizdos nos doze meses subsequentes à dt de 8 de mrço de 2013, vlor totl ou prcilmente, do resultdo positivo d Cont de Compensção de Vrição de Vlores de Itens d Prcel A - CVA, decorrentes do custo de quisição de energi elétric e ds despess decorrentes do despcho de usins termelétrics cionds em rzão de segurnç energétic. Em 2 de bril de 2013 foi divulgd Not Técnic nº 83, de emissão d Superintendênci de Regulção Econômic d ANEEL, que presentou o cálculo dos vlores pr repsse d Eletrobrás à CCEE tendo como fonte de recurso Cont de Desenvolvimento Energético - CDE. O cálculo incluiu o repsse pr cobrir os seguintes custos contbilizdos pel CCEE: i) exposição o risco hidrológico dos contrtos de cot de grnti físic; ii) encrgo de serviços de sistem corrente reltivo o cionmento de usins for d ordem de mérito por decisão do Comitê de Monitormento do Setor Elétrico - CMSE; iii) exposição involuntári reltiv à não desão o regime de cots por prte de lgums hidrelétrics, em conjunto com não relizção de leilão pr recontrtção do montnte de reposição do no de Após relizção de Audiênci Públic, ANEEL publicou em 7 de mio de 2013 Resolução Normtiv ANEEL nº 549 regulmentndo o repsse de recursos d CDE pr s distribuidors, nos termos do Decreto nº e convlidou os tos d gênci prticdos té quel dt. A Resolução Normtiv nº 549/13 em seu rtigo 2º trtou especifi cmente d form de repsse do sldo positivo reltivos à compr de energi e o ESS, objeto d Cont de Compensção de Vrição de Vlores d Prcel A - CVA, de que trt Portri Interministeril MME/MF nº 25, de 24 de jneiro de Ademis, disciplinou o regulmento que ANEEL publicrá em cd processo trifário ordinário ocorrer té 7 de mrço de 2014, o vlor dos recursos d Cont de Desenvolvimento Energético - CDE repssdos pel Eletrobrás às concessionáris de distribuição de energi elétric pr cobertur desses custos. Tl repsse é devido nos csos em que o menos um dos seguintes critérios sej verifi cdo: i) efeito trifário médio do processo trifário d distribuidor for superior três por cento, n revisão trifári, e oito por cento, no rejuste trifário; ii) sldo d CVA de compr de energi e ESS superior dois por cento d receit econômic d distribuidor defi nid no processo trifário. O repsse poderá ser prcil cso os sldos positivos d CVA de compr de energi e de ESS sejm miores que o montnte necessário pr tingir os limites defi nidos. O vlor é clculdo considerndo os sldos d CVA de compr de energi e ESS contbilizdos té o 5º di útil nterior o rejuste ou revisão trifári e o repsse dos recursos d CDE à distribuidor se drá em prcel únic, té o 10º di útil contr d publicção d Resolução Homologtóri do respectivo processo trifário. A Resolução Homologtóri ANEEL nº de 22 de outubro de 2013, homologou o resultdo do rejuste trifário nul d Compnhi e nuiu o montnte de R$ , ressrcidos pel Eletrobrás em dezembro de Medid Provisóri nº 627/13 e Instrução Normtiv d Receit Federl do Brsil nº 1.397/13 A Medid Provisóri (MP) nº 627, de 11 de novembro de 2013, e Instrução Normtiv d Receit Federl do Brsil nº 1.397, de 16 de setembro de 2013, trouxerm mudnçs relevntes pr s regrs tributáris federis. Os dispositivos d MP entrrão em vigor obrigtorimente prtir do no-clendário de 2015, sendo dd opção de plicção ntecipd de seus dispositivos prtir do no-clendário de Entre s principis lterções ns regrs tributáris MP revog o Regime Tributário de Trnsição (RTT) e trz outrs lterções. A referid MP já recebeu mis de 500 emends e Compnhi gurdrá conversão em Lei pr um nálise mis profund e conclusiv. A Compnhi elborou estudo dos possíveis efeitos que poderim dvir d plicção dess nov norm e em um vlição preliminr concluiu que su doção ntecipd, ou não, não resultri em impctos relevntes ns demonstrções fi nnceirs. 4 Cix e equivlentes de cix As plicções fi nnceirs de curto przo, de lt liquidez, são prontmente conversíveis em um montnte conhecido de cix e estão sujeits um insignifi cnte risco de mudnç de vlor. A Compnhi possui opção Esss plicções fi nnceirs referem-se, substncilmente, Certifi cdos de Depósitos Bncários e Debêntures, remunerdos txs que vrim entre 97,00% e 101,00% do Certifi cdo de Depósito O cálculo do vlor justo ds plicções fi nnceirs é bsedo ns cotções de mercdo do ppel ou informções A exposição d Compnhi à riscos de txs d e um nálise de sensibilidde pr tivos e pssivos Bncos cont movimento Aplicções fi nnceirs - rend fi x Totl de resgte ntecipdo dos referidos títulos, sem penliddes ou perd de rentbilidde. Interbncário - CDI. de mercdo que possibilitem tl cálculo, levndo-se em considerção s txs futurs de ppéis similres. fi nnceiros são divulgds n not Consumidores e concessionáris Sldos Vencidos Vencidos há Sldo líquido Sldo líquido Not Vincendos té 90 dis mis de 90 dis Totl PCLD em em Consumidores Fornecimento fturdo Residencil (11.867) Industril (31.599) Comércio, Serviços e Outrs Atividdes (8.197) Rurl (128) Poder Público Federl (36) Estdul (327) Municipl (156) Iluminção Públic (231) Serviço Público (470) Fornecimento não fturdo Prcelmentos de débitos (29.593) (-) Ajuste vlor presente 5.2 (1.177) (1.177) (1.177) (1.114) Outros créditos (82.604) Concessionáris Suprimento de energi elétric Energi de curto przo Encrgos de uso d rede elétric Outros Totl (82.604) Não circulnte Consumidores Industril (2.538) Comércio, Serviços e Outrs Atividdes Prcelmentos de débitos (436) (-) Ajuste vlor presente 5.2 (11.750) (11.750) (11.750) (9.436) (2.974) Concessionáris Outros (119) (119) Totl Não (3.093) Energi de Curto Przo O sldo refere-se às trnsções de vend de energi relizds no âmbito d CCEE, liquiddos no exercício. 5.2 Ajuste vlor presente O juste vlor presente, regulmentdo pelo CPC 12, foi clculdo com bse n tx de remunerção de cpitl, plicd pel ANEEL ns revisões trifáris ds distribuidors. Ess tx é comptível com nturez, o przo e os riscos de trnsções similres em condições de mercdo. Em 31 de dezembro de 2013 correspondi 11,36%.. (11,36%.. em 31 de dezembro de 2012), fetndo negtivmente o resultdo do exercício em R$2.376 (negtivmente em R$4.508 em 31 de dezembro de 2012). 5.3 Provisão pr créditos de liquidção duvidos A provisão é constituíd conforme Instrução Contábil do Mnul de Contbilidde do Setor Elétrico: i) Residencil: vencidos há mis de 90 dis; ii) Comercil: vencidos há mis de 180 dis; e iii) Demis clsses: vencidos há mis de 360 dis.

8 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Pr os prcelmentos de débitos, Compnhi dot os seguintes critérios: i) Clientes bix tensão: pr prcel vencid há mis de 90 dis é constituíd provisão do sldo integrl do prcelmento; ii) Clientes médi e lt tensão: pr prcel vencid há mis de 60 dis é constituíd provisão do sldo integrl do prcelmento; e 6 Impostos e contribuições sociis iii) Poder Público: pr prcel vencid há mis de 60 dis é constituíd provisão do sldo integrl do prcelmento, deduzid dos vlores cobertos por meio de presentção de Not de Empenho. Adicionlmente, é efetud um nálise criterios do sldo de consumidores e concessionáris e o vlor constituído é considerdo sufi ciente pr cobrir eventuis perds n relizção desses tivos. A exposição d Compnhi riscos de crédito está divulgd n not Sldo em Atulizção Adintmentos/ Compensção Sldo em Not Adição monetári Pgmentos de tributos Reclssificção Trnsferênci Recls- Ativos - Compensáveis sificdo Imposto de rend e contribuição socil (16.771) (50.194) ICMS (37.296) PIS e COFINS ( ) PIS e COFINS - COSIT (4.544) IRRF sobre plicções fi nnceirs (574) 733 Outros (14) 604 Totl (21.315) - ( ) Não circulnte Totl Do montnte totl, R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) referem-se créditos de ICMS decorrente de quisição de bens que, de cordo com o prágrfo 5º do rtigo 20 d Lei Complementr nº 87/96, são Em 2009 Compnhi formlizou junto à Receit Federl do Brsil - RFB desão o progrm de redução e prcelmento de tributos federis, conforme Lei nº /09 - REFIS IV. Em 30 de junho de 2011, Compnhi Do sldo em 31 de dezembro de 2013 de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012), R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) serão pgos em 10 prcels de R$1.530 tulizáveis menslmente pel SELIC e diferenç do sldo de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) possuem depósitos judiciis no vlor de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012), os quis gurdm conversão em rend d União Os créditos fi scis seguir detlhdos n not 7.1, form reconhecidos tomndo por bse o histórico de rentbilidde d Compnhi e s expecttivs de gerção de lucros tributáveis nos próximos exercícios, no przo máximo Sldo em Atulizção Adintmentos/ Compensção Sldo em Adição monetári Pgmentos de tributos Reclssificção Trnsferênci Recls- Pssivo - recolher sificdo Imposto de rend e contribuição socil (57.022) ICMS ( ) (37.296) PIS e COFINS ( ) (15.171) ( ) ISS (4.308) 504 PIS, COFINS e CSLL - sobre serviços prestdos por terceiros (6.157) 654 IRRF retido n fonte sobre serviços prestdos por terceiros (2.615) 538 IRRF sobr s/cpitl próprio (6.144) Prcelmento de impostos - Lei / (17.851) Refi s - conversão em rend Outros (37.148) Totl ( ) (21.315) - ( ) Não circulnte Totl ICMS O sldo compensr de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) dos quis R$7.830 (R$7.833 em 31 de dezembro de 2012) são circulntes e R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) são não circulntes. compensdos à rzão de 1/48 vos por mês. 6.2 Prcelmento de impostos - Lei nº /09 e Refis conversão em rend procedeu à consolidção dos débitos incluídos no prcelmento. (conforme rtigo 32 d Portri PGFN/RFB nº 06/09), ocsião em que será efetivd bix deste pssivo. 7 Imposto de rend e contribuição socil diferidos de 10 nos. 7.1 Composição e bse de cálculo Ativo Não Resultdo Nturez dos créditos IRPJ CSLL Totl Totl IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL Diferençs Temporáris Provisão pr créditos de liquidção duvidos (2.567) Provisão pr riscos tributários, cíveis e trblhists (102) (3.036) Provisão pr resultdos de Swp (2.871) (1.034) (3.905) (1.866) (2.039) (2.700) Provisão pr perds em estoques (71) 752 Totl diferençs temporáris (7.551) Benefícios pós-emprego - PSAP (321) (3.844) Ágio incorpordo (6.203) (6.245) Diferençs Temporáris - RTT Consumidores - juste vlor presente Encrgos Finnceiros - Recouponing - - (144) Emprést. e Finncimentos Moed Estrngeir - MTM (94) 121 (181) Vlor justo do Ativo Finnceiro Indenizável - ICPC 01 (R1) (10.430) (3.753) (14.183) (8.341) (5.841) (8.341) Benefícios empregdos - CPC 33 (R1) (10.444) (3.760) (14.204) Totl diferençs temporáris - RTT (17.622) (6.343) (23.965) (4.913) (7.133) Totl Ativos Diferidos Receit (despes) de imposto de rend e contribuição socil diferidos (7.114) (24.773) A vrição no Imposto de rend e contribuição socil diferidos tivos e pssivos no montnte de R$59.303, foi registrd em contrprtid débito do resultdo do exercício em R$7.114 e débito de Ptrimônio Líquido em R$ Provisão pr Déficit Previdenciário - PSAP O crédito fi scl dvindo d Provisão pr Défi cit Previdenciário - PSAP, refere-se à prcel de benefícios excedente os tivos reltivos os plnos previdenciários do tipo Benefício defi nido, cuj provisão, em 31 de dezembro de 2001, foi efetud em contrprtid o Ptrimônio líquido, dedutível por ocsião dos pgmentos mensis, com expecttiv de fi nlizção no exercício de Ágio incorpordo O crédito fi scl do ágio é proveniente d incorporção, ocorrid no exercício de 2002, d prcel cindid d nterior controldor Enerpulo - Energi Pulist Ltd., representd pelo ágio pgo pel Enerpulo n quisição de ções d EDP Bndeirnte, o qul foi contbilizdo de cordo com s instruções CVM nºs 319/99 e 349/99 e conforme determinção d ANEEL. Está sendo mortizdo pel curv entre expecttiv de rentbilidde d explorção e o przo de concessão d Compnhi, o que result em relizção nul médi do crédito fiscl de R$6.003 té o no de 2027 (Not 15.2). 7.2 Resultdos tributáveis futuros A projeção de resultdos tributáveis futuros indic que Compnhi present bse de cálculo sufi ciente pr recuperção do sldo integrl dos créditos tributários no exercício como demonstrdo. No entnto, qunto o crédito relciondo o Ágio, menciondo n not 7.1.2, será relizdo fi nnceirmente té 2027, em consonânci com s norms de mortizção dos vlores eles vinculdos. Pr tendimento à Instrução CVM nº 371/02, Administrção elborou, em 31 de dezembro de 2013, projeção de resultdos tributáveis futuros, inclusive considerndo seus descontos vlor presente, demonstrndo cpcidde de relizção desses créditos fi scis diferidos nos exercícios indicdos, qul foi provd pelo Conselho de Administrção em 17 de fevereiro de Com bse no estudo, Compnhi estim recuperr os créditos fiscis diferidos nos seguintes exercícios Não circulnte (13.956) Os vlores contidos no intervlo de referem-se diferençs temporáris que irão se relizr té o término d concessão. 8 Prtes relcionds Os sldos de tivos e pssivos, bem como s trnsções d Compnhi com su controldor, profi ssionis chve d Administrção e outrs prtes relcionds, que infl uencirm o resultdo do exercício, reltivos operções com prtes relcionds e são presentdos como segue: Receits (despess) _ Ativo _ Pssivo _ no exercício Preço prticdo Dt d R$/MWh em Objeto do contrto Contrprte trnsção Período de durção (*) Outros Créditos Reembolso de gstos referentes o Projeto Alinç com unifi cção d pltform do sistem comprtilhdo Enerpeixe 01/01/2007 Indetermindo 162 Ressrcimento por insuficiênci de gerção. Pecém Indetermindo Prtes relcionds Comprtilhmento de gstos com gestores corportivos, EDP - Energis Até emissão de nov provdos pel ANEEL trvés do despcho nº 205/13 do Brsil 01/07/2012 Resolução d ANEEL (6.488) (3.476) Comprtilhmento de gstos com locção de imóvel, condominiis, telecomunicção, provdos pel EDP - Energis ANEEL trvés do despcho nº 2.807/13 do Brsil 01/01/ /01/ /12/ (3.086) (2.817) Reembolso de gstos com links de comunicção pr cesso rede comprtilhd Enerpeixe 01/07/2007 Indetermindo 475 Termo de confi ssão de dívid entre o Instituto EDP e EDP Bndeirnte, provdo pel ANEEL trvés do despcho nº 3.821/11 Instituto EDP 01/10/ /09/ Contrto de mútuo EDP - Energis 100% do CDI. do Brsil 24/01/ /01/ /01/2013 (98) Fornecedores (9.634) (6.229) Uso do sistem de trnsmissão Evrecy 30/12/ /12/ /07/2025 (98) Compr de energi elétric (contrtos bilteris) Enerpeixe 23/12/ /10/ /01/ , ( ) ( ) Enerpeixe 23/12/ /10/ /01/ , (59.656) (56.123) Pecém 27/08/ /01/ /12/ (34.591) (8.951) Energest 16/12/ /01/ ,92 61 (537) Energest 16/12/ /01/ ,23 46 (404) Energest 15/09/ /01/ /12/ ,57 45 (403) Energest 01/03/ /01/ /12/ , (183) (174) Investco 01/08/ /08/ /12/ , (1.503) (1.578) Investco 01/08/ /08/ /12/ , (46) (43) Ljedo Energi 09/11/ /12/ /11/ , (13.011) (13.297) Ljedo Energi 01/03/ /01/ /12/ , (16) (15) Ljedo Energi 01/03/ /01/ /12/ , (72) (69) Ljedo Energi 01/03/ /01/ /12/ , (236) (224) Snt Fé 11/01/ /01/ /12/ , (405) (385) ( ) ( ) (*) Não uditdo pelos uditores independentes Totl ( ) ( )

9 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Os contrtos de comprtilhmento entre s prtes relcionds são divididos em dois tipos: Contrtos de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de Gstos e Contrtos de Comprtilhmento de Infrestrutur: ) Contrtos de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de Gstos: A prtir de 1º de jneiro de 2011, EDP - Energis do Brsil, controldor d Compnhi, é responsável pel contrtção dos Contrtos de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de Gstos que contemplm s tividdes ds áres corportivs. A distribuição dos gstos de slários e encrgos dos gestores corportivos e colbordores d Holding que formulm polítics e diretrizes serem seguids pels empress do grupo econômico e proprição é efetud em função ds tividdes relizds pr cd contrprte por meio do timesheet. A solicitção de provção do 3º Termo Aditivo os Contrtos de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de gstos, prtir de 7 de dezembro de 2011, não foi nuíd pel ANEEL conforme Despcho nº 174, de 18 de Jneiro de Em 22 de mio de 2012, Resolução Normtiv ANEEL nº 489, lterou Resolução Normtiv nº 334/08, permitindo, medinte nálise d ANEEL, prorrogção d nuênci já concedid contrtos de comprtilhmento de recursos humnos decorrentes d segregção de tividdes estbelecid pel Lei nº /04, té entrd em vigor d nov Resolução Normtiv que disciplinrá contrtção entre prtes relcionds no setor elétrico. Em 28 de junho de 2012, por meio do Despcho nº 2.149, ANEEL nuiu às minuts dos 2º e 3º Termos Aditivos o Contrto de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de Gstos, fi rmdos entre Compnhi e su controldor, pr comprtilhmento de gestores corportivos, como pleitedo no documento nº / , com vigênci té o mrco temporl estbelecido pelo novo prágrfo único do rtigo 27 d Resolução Normtiv nº 334/08, lterd pel Resolução Normtiv nº 489/12. Em 11 de setembro de 2012, ANEEL por meio do Ofício Circulr nº 883, mnifestou-se no sentido de que s concessionáris, permissionáris e utorizds interessds n prorrogção do przo de nuênci concedid pel ANEEL, deverim protocolr mnifestção de interesse impreterivelmente té o di 11 de outubro de No di 10 de outubro de 2012, Compnhi solicitou prorrogção do Contrto de Comprtilhmento de Atividdes e Alocção de gstos, pr que o contrto tivesse vigênci pens prtir de 1º de julho de 2012, sendo o período de 1º de jneiro de de junho de 2012 ssumidos integrlmente pel controldor EDP - Energis do Brsil, com vigênci té o mrco temporl estbelecido pelo novo prágrfo único do rtigo 27 d Resolução Normtiv nº 334/08, lterd pel Resolução Normtiv nº 489/12, os quis form nuídos por meio do Despcho ANEEL nº 205, de 25 de jneiro de Atulmente, ANEEL está nlisndo o tem comprtilhmento de recursos humnos no âmbito d Consult Públic nº 12/2013, cujo período de contribuições encerrou-se em 31 de dezembro de Qundo d publicção do resultdo, s empress terão um przo pr submeterem novo pedido de comprtilhmento pr nuênci e o contrto vigente fi crá prorrogdo té deliberção d ANEEL. b) Contrtos de Comprtilhmento dos Serviços de Infrestrutur: Em 14 de bril de 2011, ANEEL por meio do Despcho nº nuiu os Contrtos de Comprtilhmento dos Serviços de Infrestrutur que têm por objeto distribuição dos gstos com locção de imóveis, gstos condominiis e gstos de telecomunicções entre s seguintes empress: (i) Sede em São Pulo - SP tendo como Contrtd EDP - Energis do Brsil e Contrtntes EDP Escels, EDP Bndeirnte e Energest; (ii) Centro Opertivo em Serr - ES tendo como Contrtd EDP Escels e Contrtnte Energest, EnerPrev, Snt Fé, EDP GRID e EDP Renováveis; (iii) Escritório em Cmpo Grnde - MS tendo como Contrtd Energest e Contrtnte Pntnl. Estes contrtos tem vigênci de 48 meses prtir de 1º de jneiro de As lterções nos percentuis de rteio devem ser submetids nulmente à nuênci prévi d ANEEL, e neste sentido, o Despcho nº 1.692, de 17 de mio de 2012, nuiu o primeiro Termo Aditivo dos Contrtos d Sede em São Pulo. Em junho de 2013, em função d mudnç de endereço d sede socil do Grupo EDP - Energis do Brsil em São Pulo, form fi rmdos os segundos Termos Aditivos os Contrtos de Comprtilhmento dos Serviços de Infrestrutur. Até publicção d nuênci desses ditivos, em 7 de gosto de 2013, por meio do Despcho nº 2.807/13, os gstos ocorridos nos meses de junho e julho de 2013, form ssumidos integrlmente pel EDP - Energis do Brsil e posteriormente repssdos em setembro de 2013 às Contrtntes. As operções relizds com s contrprtes informds como comprtilhmento de gstos e infrestrutur com prtes relcionds, ocorrerm no curso norml dos negócios, sem créscimo de qulquer mrgem de lucro. Os vis recebidos do cionist estão descritos n not de Grntis (Not 30.2). 8.1 Controldor diret A controldor diret d Compnhi é EDP - Energis do Brsil, sendo est controld pel EDP - Energis de Portugl S.A. 8.2 Relcionmento d Compnhi com cd contrprte As contrprtes d Compnhi estão sob controle comum, exceto pel EDP - Energis do Brsil que é controldor. 8.3 Remunerção dos dministrdores Polític ou prátic de remunerção do Conselho de Administrção e Diretori Proporção de cd elemento n remunerção totl, referente o exercício fi ndo em 31 de dezembro de 2013: Conselho de Administrção Remunerção Fix: 100% Diretori Esttutári Remunerção Fix: 80% Remunerção Vriável: 20% Remunerção totl do Conselho de Administrção e d Diretori pgos pel Compnhi no exercício findo em 31 de dezembro de 2013 (em R$) Conselho de Diretori Administrção _ Esttutári _ Totl Número de membros 1 (*) 5 (**) 6 Remunerção fix (em R$) Slário ou pró-lbore Benefícios diretos e indiretos (i) n/ Encrgos sociis Remunerção Vriável (em R$) n/ Bônus n/ Encrgos sociis n/ Vlor Totl d remunerção (n/) = Não Aplicável (*) Ds 7 posições do Conselho de Administrção, pens 1 membro é remunerdo. A remunerção nul globl dos membros do Conselho de Administrção é té R$36.000,00, pr o período de bril de 2013 mrço de 2014, conforme provdo em Assemblei Gerl Ordinári de 09 de bril de (**) Ds 7 posições d Diretori, 5 membros são remunerdos, sendo que dos 5 membros 1 cumul 3 funções (Diretor Presidente, Diretor Finnceiro e Relções com Investidores e Diretor de Sustentbilidde). A remunerção nul globl d Diretori é té R$ ,00, pr o período de bril de 2013 mrço de 2014, conforme provdo em Assemblei Gerl Ordinári de 09 de Abril de Remunerção individul máxim, mínim e médi do Conselho de Administrção e Diretori Esttutári referente o exercício findo em 31 de dezembro de 2013 (em R$) Conselho de Diretori Administrção _ Esttutári Número de membros 1 5 Vlor d mior remunerção individul Vlor d menor remunerção individul Vlor médio d remunerção individul Estoques O sldo de estoques d Compnhi em 31 de dezembro de 2013 é de R$3.960 (R$ em 31 de dezembro de 2012). Em 2013, Compnhi relizou um estudo nos estoques de equipmentos de medição que hvim sido retirdos ds uniddes consumidors no período de , por questões opertivs. Após esse estudo consttou-se que esses equipmentos não tinhm condições opercionis de serem replicdos em novs uniddes consumidors, levndo Compnhi decidir pel lienção desses equipmentos (Not 25.3). Adicionlmente, Compnhi relizou um revisão em su polític de estoques, ddo um melhor performnce dos seus fornecedores (pontulidde) e melhor plnejmento ds demnds de mercdo, o que permitiu melhorr proveitmento dos estoques existentes e reduzir os volumes de comprs, mximizndo ssim o giro dos estoques. 10 Cuções e depósitos vinculdos Não circulnte Not Depósitos judiciis 6.2 e Cuções e depósitos vinculdos Totl Outros créditos - Ativo e Outrs conts pgr - Pssivo Não circulnte Not Reclssificdo Outros créditos - Ativo Adintmentos empregdos Adintmentos fornecedores Subvenção bix rend Modicidde trifári - bix rend Dispêndios reembolsr Bens destindos à lienção Serviços em curso Serviços prestdos terceiros Destivções e lienções em curso 47 Comprtilhmento de infrestrutur Instrumentos fi nnceiros derivtivos Outrs subvenções trifáris Ressrcimento de custos - CDE Outros Totl Outrs conts pgr - Pssivo Adintmentos recebidos - lienção de bens e direitos Adintmentos recebidos - lienção de bens e direitos 893 Contribuição de iluminção públic Credores diversos - consumidores Folh de pgmento Modicidde trifári - bix rend Cessão de créditos de ICMS Arrecdção de terceiros repssr Vlores pgr TVs Cbo e Telefoni Outrs Totl Modicidde trifári - bix rend o direito de rever vlores titulo de subvenção econômic, conforme estbelece regulmentção em vigor. subvenção econômic. cliente pr efetur devolução Outrs subvenções trifáris águ, esgoto e snemento retirdos d estrutur trifári prtir do di 24 de jneiro de R$ referente às competêncis de mio novembro de 2013, integrlmente recebido em junho de mensl de R$ Ressrcimento de custos - CDE nº 7.891/13 (Not 3.2), referente os meses de novembro e dezembro de Ativo finnceiro indenizável que serão reversíveis o Poder Concedente no fi nl d concessão. A movimentção no exercício é seguinte: Trnsferênci Sldo em do tivo Sldo em intngível Vlor justo Bixs Ativo fi nnceiro indenizável (3.343) (3.343) Proprieddes pr investimentos vlidos o custo de quisição. justo estbelecid pelo CPC 46, ests proprieddes pr investimento enqudrm-se n mensurção de Nível Imobilizdo R$23 (R$23 em 2012).

10 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) 15 Intngível Txs nuis médis Custo Amortizção Txs nuis médis Custo Amortizção de mortizção % histórico cumuld Vlor líquido de mortizção % histórico umuld Vlor líquido Direito de concessão - Infrestrutur Em serviço 4, ( ) , ( ) Em curso Atividdes não vinculds à concessão Ágio n incorporção de sociedde controldor (-) Provisão pr mnutenção de dividendos ( ) ( ) ( ) ( ) Amortizção d provisão pr mnutenção de dividendos (-) Amortizção cumuld do ágio ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) A movimentção do intngível no exercício é seguinte: Trnsferênci Trnsferênci pr Vlor líquido Juros pr intngível tivo finnceiro Vlor líquido Not Ingressos Cpitlizdos em serviço indenizável Amortizções Bixs Intngível em serviço Direito de concessão - Infrestrutur (22.082) ( ) (9.110) Intngível em curso Outros Intngíveis em curso ( ) (4.041) Totl Intngível (22.082) ( ) (13.151) Em tendimento à Resolução Normtiv ANEEL nº 367/09, Compnhi efetuou inventário físico e elborou concilição físico/contábil dos tivos, resultndo n elborção de um ludo preprdo por empres especilizd. Suportd nesse ludo, em virtude ds sobrs contábeis identificds, Compnhi procedeu um juste no montnte de R$ débito d rubric de mortizção em gstos opercionis (not 25), em contrprtid o Intngível - Direito de concessão - Infrestrutur, de cordo com o OCPC05. A Compnhi procede testes de redução o vlor recuperável reltivmente o tivo d concessão nulmente ou sempre que eventos ou circunstâncis indiquem que o vlor contábil excede o vlor recuperável, sendo diferenç, cso exist, reconhecid no Resultdo. A tx médi mensl plicd no exercício pr determinr o montnte dos custos de empréstimo pssíveis de cpitlizção foi de 0,66%, que represent tx efetiv do empréstimo. Em função do disposto ns Instruções Contábeis do Mnul de Contbilidde do Serviço Público de Energi Elétric e n Deliberção CVM nº 672/11, que prov o pronuncimento técnico CPC 20 (R1), os encrgos finnceiros reltivos os finncimentos obtidos de terceiros, efetivmente plicdos no intngível em curso, estão registrdos neste subgrupo como custo ds respectivs obrs Direitos de Concessão - Infrestrutur São registrdos como tivos intngíveis o direito d concessionári de receber cix dos usuários pelos serviços de construção do sistem de distribuição de energi elétric e pelo uso de infrestrutur, o seu vlor de custo crescido de encrgos finnceiros, qundo plicável. A mortizção é registrd pelo przo remnescente d concessão Ágio - Incorporção de Sociedde Controldor Refere-se à prcel cindid do ágio incorpordo decorrente d quisição de ções, o qul foi contbilizdo de cordo com s Instruções CVM nº 319/99 e nº 349/99 e ICPC 09 e, conforme determinção d ANEEL, está sendo relizdo pel curv entre expecttiv de resultdos futuros e o przo de concessão d Compnhi. 17 Debêntures 17.1 Composição do sldo de Debêntures 17.2 Mutção ds debêntures no exercício: Juros Amortizção Vlor líquido provisi- Trnsfe- do custo de Vlor líquido em Pgmentos ondos rêncis trnsção em Debêntures Principl Juros (33.537) Custo de trnsção (535) (483) 535 (483) (33.537) Não circulnte Debêntures Principl (78.000) Juros - - Custo de trnsção (805) 483 (322) (77.517) Vencimento ds prcels do e Não circulnte: Vencimento Não Totl As emissões de Debêntures feits pel Compnhi não são conversíveis em ções. O contrto present s cláusuls prevendo rescisão ns seguintes hipóteses: (i) descumprimento, pel Emissor, de qulquer obrigção referente o principl e/ou à Remunerção ds Debêntures, não snd em 2 (dois) dis úteis contdos d dt do indimplemento; (ii) pedido de flênci formuldo por terceiros em fce d Emissor e não devidmente elidido pel Emissor no przo legl; A ANEEL, por meio d Resolução Normtiv nº 387/09, lterou metodologi de mortizção dos sldos de Perd de Receit e Energi Livre pssndo inicir concomitntemente prtir de jneiro de 2002, limitd No Despcho ANEEL nº 2.517/10, foi divulgdo o vlor ser liquiddo entre os gentes de distribuição e gerção, tulizdos pel tx SELIC mensl. Tl liquidção deveri ter ocorrido té 30 de setembro de Como form de evitr tis pgmentos, Associção Brsileir de Distribuidores de Energi Elétric - ABRADEE, representndo s distribuidors do pís, dentre els Compnhi, impetrou Mnddo de Segurnç (Processo nº ª Vr Federl do Distrito Federl) com pedido de liminr pr Em 9 de mio de 2013, porém, foi proferid sentenç julgndo extinto o feito, sem resolução de mérito, pel indequção d vi eleit (Mnddo de Segurnç). Entretnto, os pgmentos por prte d Compnhi permnecem suspensos, tendo em vist interposição de recurso de pelção contr referid sentenç, o Por oportuno, importnte slientr que s distribuidors, prlelmente, juizrm ção ordinári com o mesmo objetivo do Mnddo de Segurnç, porém tl demnd tmbém foi extint, sob o rgumento de que já hvi outro feito com s mesms prtes, mesmo pedido e mesmos fundmentos de fto e de direito (litispendênci). Em fce de tl decisão, tmbém foi interposto recurso de Apelção o Tribunl Regionl O pssivo é tulizdo menslmente pel vrição d tx SELIC, tendo sido registrdo no exercício o vlor 16 Fornecedores Not Suprimento de energi elétric Energi livre Encrgos de uso d rede elétric Operções CCEE Mteriis e serviços Totl Energi livre o przo máximo defi nido n Resolução ANEEL nº 1/04. suspensão do referido to, o que foi concedido. qul foi tribuído efeito suspensivo (suspensos, portnto, os efeitos d sentenç desfvorável às distribuidors). Federl d 1ª Região, o qul pende de julgmento. de R$2.614 (R$2.502 em 2012) em contrprtid despes fi nnceir (Not 26). Encrgos Principl Encrgos Principl _ Quntidde Vlor nominl Dt d Vigênci Custo Form de Não Não Agente Fiduciário de títulos unitário Vlor totl emissão do contrto Finlidde d dívid pgmento circulnte Totl circulnte Totl SLW Corretor Recomposição de de Vlores e 01/07/2010 cix o pgmento Câmbio Ltd /07/ /06/2016 de dívids e o Principl fi nncimento de CDI nul e juro cpitl de giro. + 1,50% semestrl (-) Custos de emissão Amortizção mensl (483) (322) (805) (535) (805) (1.340) Totl (iii) pedido de uto-flênci formuldo pel Emissor; (iv) liquidção, dissolução ou decretção de flênci d Emissor ou de su controldor diret; (v) se Emissor propuser plno de recuperção extrjudicil qulquer credor ou clsse de credores, independentemente de ter sido requerid ou obtid homologção judicil do referido plno; ou se Emissor ingressr em juízo com requerimento de recuperção judicil, independentemente de deferimento do processmento d recuperção ou de su concessão pelo juiz competente; (vi) perd d concessão pr distribuição de energi elétric; (vii) trnsformção d Emissor em sociedde limitd; (viii) descumprimento, pel Emissor, de qulquer obrigção previst n Escritur de Emissão, exceto s prevists ns línes g do subitem Hipóteses de Vencimento Antecipdo do item Vencimento Antecipdo cim, não snd em 30 dis contdos d dt do indimplemento; (ix) vencimento ntecipdo ou indimplemento no pgmento de quisquer obrigções pecuniáris que estej sujeit Emissor, no mercdo locl ou interncionl em que o vlor unitário ou cumultivo ultrpsse R$40.000, que poss, de form comprovd, prejudicr o fi el cumprimento ds obrigções d Compnhi n Escritur de Emissão; (x) cisão, fusão, incorporção ou qulquer form relevnte de reorgnizção societári que implique n lienção do controle cionário d Emissor, conforme defi nido no rtigo 116 d Lei ds Socieddes por Ações, exceto (i) se referid lienção for pr outr empres do mesmo grupo econômico d Emissor; ou (ii) tenh sido obtid nuênci prévi de Debenturists titulres de Debêntures que representem 2/3 ds Debêntures em Circulção; ou (iii) ns hipóteses de cisão, fusão e incorporção sej ssegurdo o direito previsto no prágrfo 1º do rtigo 231 d Lei nº 6.404; (xi) distribuição de dividendos cim do mínimo obrigtório sempre que Emissor estiver em descumprimento com qulquer obrigção pecuniári previst n Escritur de Emissão, no Contrto de Distribuição e/ou nos demis documentos d Ofert; e (xii) descumprimento pel Emissor d mnutenção do índice fi nnceiro de relção Dívid Brut/EBITDA Ajustdo, não superior 3,5 ns dts de purção, quis sejm 30 de junho e 31 de dezembro de cd no. Em Assemblei Gerl de Debenturist, relizd em 30 de bril de 2013, foi provd lterção d defi nição de EBITDA pr o cálculo dos índices fi nnceiros presentes ns escriturs de emissão de debêntures d Compnhi. O EBITDA justdo signifi crá o resultdo ntes ds despess fi nnceirs, impostos, deprecição e mortizção, justdo com os tivos e pssivos d Cont de Compensção de Vrição de Custos d Prcel A - CVA, sobrecontrtção e neutrlidde dos encrgos setoriis. Em 31 de dezembro de 2013 Compnhi encontr-se em pleno tendimento de tods s cláusuls restritivs dos covennts, prevists nos contrtos de debêntures.

11 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) 18 Empréstimos, finncimentos e encrgos de dívids 18.1 Composição do sldo de Empréstimos, finncimentos e encrgos de dívids Encrgos Principl Encrgos Principl Moed estrngeir BEI - Bnco Europeu de Investimento (-) BEI - Custo d trnsção Moed ncionl Eletrobrás Reluz - ECF 2617/07 Eletrobrás Reluz - ECF 2656/07 Eletrobrás Reluz - ECF 2657/07 Eletrobrás Reluz - ECF 2658/07 Eletrobrás Reluz - ECF 2779/09 Eletrobrás Reluz - ECF 2800/09 Eletrobrás LPT - ECFS 019/04 Eletrobrás LPT - ECFS 184/07 Vlor contrtdo Dt d contrtção EUR /02/2012 Vlor liberdo EUR (110) 17/02/2012 (110) /04/ /12/ /12/ /12/ /03/ /05/ /05/ /06/ Bnco do Brsil e Sntnder - Cédul de Crédito Bncário /12/ Bnco do Brsil - Not de Crédito Comercil BNDES - Bnco do Brsil BNDES - Bnco Sntnder BNDES - BB/CALC Resultdo dos Swps Goldmn Schs /06/ /12/ /12/ /01/ Proteção de VC e tx de juros d dívid junto o BEI 09/02/2012 Vigênci do contrto Finlidde Covennts 30/05/ /04/ /03/ /02/ /05/ /04/ /03/ /02/ /08/ /07/ /07/ /07/ /08/ /07/ /11/ /10/2019 Amplição e reforço d rede elétric d áre de distribuição d Bndeirnte, pr mnutenção e melhori d qulidde do bstecimento e pr redução ds perds no sistem. Progrm Reluz - Município de Aprecid/SP Progrm Reluz - Município de Tubté/SP Progrm Reluz - Município de Gurulhos/SP Progrm Reluz - Município de Suzno/SP Progrm Reluz - Município de Gurtinguetá/ SP Progrm Reluz - Município de Mogi ds Cruzes/SP Progrm Luz pr Todos Progrm Luz pr Todos 05/06/ /12/2013 Cpitl de Giro 22/06/ /06/2014 Cpitl de Giro 15/07/ /06/ /07/ /06/ /02/ /06/ /02/ /02/2018 Progrm de Investimentos de mio de 2006 Progrm de Investimentos de mio de 2006 Progrms de investimentos nos segmentos de gerção, distrbuição e trnsmissão de energi elétric. Hedge frente o fi nncimento do BEI. Dívid brut em relção o EBITDA menor ou igul 3,5. Dívid brut em relção o EBITDA menor ou igul 3,5. Dívid brut em relção o EBITDA menor ou igul 3,5. Dívid brut em relção o EBITDA menor ou igul 3,5. Dívid brut em relção o EBITDA menor ou igul 3,5. Custo d dívid Libor + 1,2750%.. 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1,5%. (tx.dm.) 5%.. + 1%. (tx.dm.) 5%.. + 1%. (tx.dm.) 105% do CDI 100% do CDI 3,3%.. cim d TJLP 3,3%.. cim d TJLP 4,5%.. e de 1,81% 3,32%.. cim d TJLP 93,40% do CDI Form de pgmento Principl no fi nl do contrto e Juros Totl Não circulnte Não circulnte Não circulnte semestrl Amortizção mensl do custo de trnsção (75) (75) (93) (93) Totl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Principl nul e Juros semestrl Principl em prcel únic no fi nl Principl mensl Principl mensl Principl mensl Juros semestrl Totl A form de relizção ds dívids é o custo e do resultdo de Swp é o mercdo. Descrição ds grntis, vide not Mutção dos empréstimos, finncimentos e encrgos de dívids no exercício: Vlor líquido Juros Juros Ajuste vlor Amortizção do Vrição monetári Vlor líquido em Ingressos Pgmentos provisiondos integrlizdos Trnsferêncis de mercdo custo de trnsção e cmbil em Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de divids Principl ( ) Juros (13.228) Custo de Trnsção (18) ( ) Não circulnte Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de divids Principl (67.009) Juros (5.490) - Custo de Trnsção (93) 18 (75) (72.481) Vencimento ds prcels do e Não circulnte (principl e encrgos): Tipo de moed Vencimento Ncionl _ Estrngeir Totl Não circulnte Totl Benefícios pós-emprego A Compnhi mntém tulmente plnos de suplementção de posentdori e pensão em fvor dos colbordores e ex-colbordores. Conforme estbelecido pel Deliberção CVM nº 695/12, contbilizção de Benefícios pós-emprego, deve ocorrer com bse ns regrs estbelecids no CPC 33 (R1). Pr tendimento ess exigênci Compnhi contrtou tuários independentes, pr relizção de vlição turil desse benefício, segundo o Método do Critério Unitário Projetdo. Não circulnte BSPS - Reservs mortizr Progrms ssistenciis Previdênci Privd 7 1 Previdênci Privd - EnerPrev Plnos de suplementção de posentdori e pensão Plnos de Benefício definido e Contribuição vriável Estruturdo n modlidde Slddo, Benefício defi nido e Contribuição Vriável, prtir de 1º de junho de 2011, gestão do Plno de Benefícios PSAP/Bndeirnte pssou pr responsbilidde d EnerPrev, entidde fechd de previdênci complementr ptrocind pels empress do Grupo EDP - Energis do Brsil que tem por fi nlidde gerir e dministrr um conjunto de plnos de benefícios previdenciários em fvor dos colbordores e ex-colbordores d Compnhi, sendo ssegurdos os direitos e deveres dos prticipntes, ssistidos e pensionists, previstos no regulmento do PSAP/Bndeirnte. O plno possui s seguintes crcterístics: (i) Plno de Benefício Suplementr Proporcionl Slddo - BSPS - Corresponde os benefícios proporcionis dos empregdos, clculdos com bse no tempo de serviço té mrço de 1998, enqunto esteve vigente. Possui crcterístic do tipo Benefício defi nido, que concede Benefício Suplementr Proporcionl Slddo - BSPS, n form de rend vitlíci reversível em pensão, os prticipntes inscritos té 31 de mrço de 1998, de vlor defi nido em função d proporção do tempo de serviço pssdo cumuldo té referid dt, prtir do cumprimento dos requisitos regulmentres de concessão. A responsbilidde totl pel cobertur ds insufi ciêncis turiis desse plno purds pel Enerprev é d Compnhi. (ii) Plnos de Benefícios Misto - BD e CD Plno BD - vigente pós 31 de mrço de Plno do tipo Benefício defi nido, que concede rend vitlíci reversível em pensão, reltivmente o tempo de serviço pssdo cumuldo pós 31 de mrço de 1998, n bse de 70% d médi slril mensl rel, referente os últimos 36 meses de tividde. No cso de morte em tividde e de entrd em invlidez, os benefícios incorporm todo o tempo de serviço pssdo (inclusive o cumuldo té 31 de mrço de 1998) e, portnto não incluem pens o tempo de serviço pssdo cumuldo pós 31 de mrço de A responsbilidde pel cobertur ds insufi ciêncis turiis desse plno purds pel Enerprev é pritári entre Compnhi e os prticipntes. Plno CD - Implntdo junto com o Plno BD vigente pós 31 de mrço de 1998, é um plno previdenciário que, té concessão d rend vitlíci, reversível (ou não) em pensão, é do tipo Contribuição defi nid, não gerndo qulquer responsbilidde turil pr Compnhi. Somente pós concessão d rend vitlíci, reversível (ou não) em pensão, é que o Plno Previdenciário pss ser do tipo Benefício defi nido e, portnto pss poder gerr responsbilidde turil à Compnhi.

12 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Apesr d vlição turil purd pelos tuários independentes contrtos pel Compnhi relizd n dt-bse 31 de dezembro de 2013 ter demonstrdo que nos Plnos do tipo Benefício defi nido o vlor presente ds obrigções turiis, líquido do vlor justo dos tivos, present-se supervitário, o sldo não foi registrdo em decorrênci d restrição no reconhecimento desse tivo, de cordo com o CPC 33 (R1), por não estr ssegurd efetiv redução ds contribuições d ptrocindor ou reversão de vlores no futuro. Além disso, Compnhi possui um compromisso, decorrente de défi cit turil clculdo pel Enerprev conforme diretrizes d Resolução CGPC nº26/2008, que está sendo liquiddo fi nnceirmente em 240 meses com bse em percentul sobre folh de slários, contdos prtir de setembro de 1997, podendo ser revisdo semestrlmente pr ssegurr liquidção do sldo no período cim. As premisss turiis utilizds pel Compnhi tendem o disposto no CPC 33 (R1) enqunto que s premisss turiis utilizds pel Enerprev tendem Res. CGPC nº26/2008. Um série de premisss podem ter su relizção diferente do cálculo n vlição turil d Compnhi devido ftores como mudnçs ns premisss econômics ou demográfi cs e mudnçs ns disposições do plno ou d legislção plicável plnos de previdênci. As obrigções do plno são clculds usndo um tx de desconto que é estbelecid com bse n rentbilidde de títulos do governo do tipo NTN-B. Dest form, cso rentbilidde dos tivos do plno sej diferente d rentbilidde d NTN-B, hverá um gnho ou perd turil umentndo ou diminuindo o défi cit/ superávit turil deste benefício. As prátics de investimento do plno se putm pel busc e mnutenção de tivos líquidos e dotdos de rentbilidde necessári pr cumprir ests obrigções no curto, médio e longo przos, mntendo um equilíbrio entre os tivos e os compromissos do pssivo com o objetivo de gerr um liquidez comptível com o crescimento e proteção do cpitl, visndo grntir o equilíbrio de longo przo entre os tivos e s necessiddes ditds pelos fluxos turiis futuros. Está demonstrdo seguir movimentção do exercício deste Benefício defi nido no Blnço ptrimonil: Vlor Vlor presente ds Vlor justo presente ds Vlor justo obrigções dos tivos (Pssivo) obrigções dos tivos (Pssivo) do plno do plno reconhecido do plno do plno reconhecido Sldo inicil reconhecido ( ) ( ) ( ) (94.167) Custo do serviço corrente Custo dos juros (67.768) (67.768) (58.925) (58.925) Rendimento esperdo dos tivos Gnhos/(perds) turiis reconhecidos no PL (77.897) ( ) (71.578) Contribuições pgs pel Compnhi Contribuições pgs pelos empregdos (2.436) (2.107) Benefícios pgos pelo plno (30.967) (27.792) - (Pssivo) reconhecido ( ) ( ) ( ) O gnho turil no vlor presente ds obrigções do plno no vlor de R$ , purd em 31 de dezembro de 2013, foi decorrente principlmente pelo umento n tx de desconto nest vlição. Em 2012, houve perd turil de R$ As contribuições d Compnhi esperds pr este plno durnte o exercício de 2014 são de R$ Os vencimentos do plno de benefício, clculdo n vlição turil, consider o seguinte fl uxo futuro de pgmentos: Vencimento PSAP Não circulnte Totl A despes líquid com os Plnos de Suplementção de Aposentdori e Pensão d Bndeirnte - PSAP/ Bndeirnte reconhecid no resultdo e os gnhos e perds turiis reconhecidos em outros resultdos brngente, mbos em contrprtid rubric de Benefícios pós-emprego. Os efeitos do exercício são os seguintes: Custo do serviço Custo do serviço corrente Custo dos juros Contribuições esperds dos empregdos (2.267) (1.864) Componentes de custos de benefícios definidos reconhecidos no resultdo Remensurção do vlor líquido do pssivo de benefício defi nido Retorno sobre tivos do plno (excluindo vlores incluídos em despes fi nnceir líquid) (50.827) (Gnhos) e perds turiis decorrentes de juste de experiênci (1.106) (9.284) (Gnhos) e perds turiis decorrentes de mudnçs em premisss fi nnceirs ( ) Ajustes restrições o tivo de benefício defi nido Componentes de custos de benefícios definidos reconhecidos em outros resultdos brngentes ( ) Totl ( ) O sldo de gnho turil líquido de Imposto de rend e contribuição socil é de R$ em 31 de dezembro de 2013 (perd turil de R$ em 31 de dezembro de 2012). As principis clsses de tivos do plno estão segregds conforme seguir: Clsse de tivo Mercdo tivo Alocção _ % Alocção _ % Títulos de dívid Cotdo 88,90% 89,50% Ações Cotdo 8,90% 8,40% Imóveis Cotdo 0,30% 0,30% Outros Não cotdo 1,90% 1,80% Totl 0,00% 100,00% Este plno tem seguinte composição de prticipntes: Prticipntes tivos Prticipntes ssistidos Com benefícios diferidos Aposentdos e pensionists Totl A nálise de sensibilidde decorrente de risco de vrição n tx de desconto e n tábu de mortlidde é A EnerPrev é um entidde fechd de previdênci privd, sem fi ns lucrtivos, que foi constituíd no fi nl do exercício de 2006 pr dministrr de form centrlizd os plnos de previdênci complementr do Grupo EDP - Energis do Brsil. A EnerPrev dministr um plno de benefícios do tipo Contribuição defi nid próprio cdstrdo no CNPB - Cdstro Ncionl dos Plnos de Benefícios n Superintendênci Ncionl de Previdênci Complementr - Previc e Compnhi dministr um plno PGBL, este contrtdo por meio do Brdesco Vid e Previdênci S.A., não gerndo qulquer responsbilidde turil pr Compnhi no exercício. O plno de custeio é sustentdo pritrimente por contribuições d ptrocindor e do prticipnte, N qulidde de ptrocindor, Compnhi contribuiu no exercício com R$850 (R$631 em 31 dezembro express seguir, considerndo pens lterção ns hipóteses mencionds em cd linh: Análise de sensibilidde PSAP Pressupostos Centris Tx de desconto Aumento n tx de desconto em 0,5% (30.266) Redução n tx de desconto em 0,5% Mortlidde Se os membros do plno fossem um no mis novo do que su idde rel As principis premisss utilizds nest vlição turil form s seguintes: Econômics Tx de desconto - nominl 12,00%.. 9,30%.. Crescimentos slriis futuros 6,40%.. té 2016, reduzindo 6,90%.. té 2016, reduzindo pr 5,65%.. prtir de 2017 pr 5,79%.. prtir de 2017 Crescimento do plno de benefícios 5,00%.. 5,00%.. Infl ção 5,00%.. 5,00%.. Demográfics Tábu de mortlidde RP 2000 Gertionl RP 2000 Gertionl Tábu de mortlidde de inválidos RP 2000 Disbled RP 2000 Disbled Tábu de entrd em invlidez Wytt 85 Clss 1 Wytt 85 Clss Plno de suplementção de posentdori e pensão: Contribuição definid conforme regulmento do plno. de 2012). Esse plno em 31 de dezembro de 2013 tem desão de 393 colbordores. 20 Obrigções estimds com pessol N rubric Folh de pgmento estão contemplds provisões de féris e provisão pr prticipção nos As obrigções recolher, derivds de encrgos estbelecidos pel legislção do setor elétrico, são s Os vlores ds obrigções plicr nos progrms de P&D e PEE registrdos pel Compnhi, são purdos nos termos d legislção setoril dos contrtos de concessão de energi elétric. A Compnhi tem obrigção de plicr 1% d Receit opercionl líquid justd em conformidde com os critérios defi nidos pel ANEEL, registrndo menslmente, por competênci, o vlor d obrigção. Esse pssivo é tulizdo menslmente pel vrição d tx SELIC té o mês de relizção dos gstos e bixdos conforme su relizção. Os progrms de P&D são regulmentdos por meio ds Resoluções Normtivs ANEEL nº 316/08, plicd té setembro de 2012, lterd pel Resolução Normtiv nº 504/12, e os progrms de PEE são regulmentdos por meio ds Resoluções nº 300/08, plicd té mio de 2013, lterd pel Resolução Normtiv nº 556/13. O sldo líquido em 31 de dezembro de 2013 no montnte de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) contempl dedução dos gstos efetudos com os serviços em curso referentes Folh de pgmento INSS e FGTS Totl lucros e resultdos do exercício. 21 Encrgos regulmentres e setoriis seguintes: Sldo em Atulizção Sldo em Not Adições _ Monetári Pgmentos Bix Reclssificdo Quot de reserv globl de reversão - RGR (1.777) (886) - Quot d cont de consumo de combustíveis - CCC (17.972) - Juros sobre fundo de reversão (875) - Cont de desenvolvimento energético - CDE (51.145) Encrgos trifários (ECE/EAEEE) (62) Pesquis e desenvolvimento - P&D (12.232) Progrm de efi ciênci energétic - PEE (18.952) Tx de fi sclizção - ANEEL (5.799) 254 Outros encrgos (1.460) - Totl ( ) (886) Não circulnte Totl Pesquis e desenvolvimento - P&D e Progrm de eficiênci energétic - PEE à esses progrms. 22 Provisões A Compnhi é prte em ções judiciis e processos dministrtivos pernte vários tribunis e órgãos governmentis, decorrentes do curso norml ds operções, envolvendo questões tributáris, trblhists, A Administrção, com bse em informções de seus ssessores jurídicos e n nálise ds demnds judiciis pendentes, constituiu provisão em montnte considerdo sufi ciente pr cobrir s perds estimds como Não circulnte Provisões cíveis, fi scis e trblhists Totl Provisões cíveis, fiscis e trblhists spectos cíveis e outros ssuntos Risco de perd provável prováveis pr s ções em curso, como segue: Pssivo Ativo Bixs Depósito Judicil Instâncis Sldo em Adições Pgmentos Reversões Atulizções Monetáris Sldo em Trblhists 1ª, 2ª e 3ª (10.222) (16.188) Cíveis 1ª, 2ª, 3ª e Adm (10.645) (6.261) Fiscis 1ª, 2ª, 3ª e Adm Outros (830) Totl (21.697) (22.449) Não circulnte Totl Trblhists Contemplm ções juizds correspondentes os períodos posteriores 1º de jneiro de 1998, conforme protocolo de cisão prcil d Eletropulo - Eletricidde de São Pulo S.A. Subsequentemente, nos termos do Protocolo de Cisão Prcil d Bndeirnte ocorrid em 1º de outubro de 2001, cd concessionári (Bndeirnte e Pirtining) é responsável pels obrigções correspondentes os empregdos locdos ns respectivs regiões ssumids por cd compnhi, enqunto que s ções corportivs serão ssumids n proporção percentul dos controldores (Bndeirnte e Pirtining) determind no respectivo protocolo de cisão. Incluem tmbém diverss ções que questionm, entre outros, pgmentos de hors extrs e dicionl de periculosidde. Com bse n vlição dos ssessores jurídicos, houve dições e reversões de provisão de ções judiciis de nturez trblhist principlmente reltivo à mudnç n vlição de risco decorrente do ndmento processul ds respectivs ções. O sldo provisiondo em 31 de dezembro de 2013 é R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) Cíveis Referem-se, principlmente, pedidos de restituição dos vlores pgos título de mjorção trifári, efetudos pelos consumidores industriis em decorrênci d plicção ds Portris DNAEE nº 38/86 e nº 45/86 - Plno Cruzdo, que vigorrm de fevereiro novembro dquele no. Os vlores originis estão tulizdos de cordo com sistemátic prticd no âmbito do Poder Judiciário. O sldo em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012), destcndo-se: Processo nº , em trâmite n 10ª Vr Cível do Foro Centrl d Comrc do Rio de Jneiro que discute existênci de refl exos decorrentes d vigênci ds Portris nºs 38/86 e 45/86 do extinto DNAEE, ns trifs de consumo de energi elétric, reltivo o período de setembro de 2000 em dinte. No mês de bril de 2010, Compnhi cumpriu determinção judicil de substituição d grnti processul existente, de crt-fi nç por depósito bncário no montnte de R$ e em junho de 2011 foi efetudo o complemento do depósito judicil no vlor de R$ A Compnhi presentou diverss mnifestções e recursos visndo suspensão d execução do montnte, bem como pr reverter determinção de desconto do percentul de 16,66% ns fturs mensis d White Mrtins, té que, em 8 de junho de 2011, foi utorizdo o levntmento, em pgmento, do vlor de R$ depositdo inicilmente, sem prestção de cução. No di 10 de junho de 2011, White Mrtins relizou o levntmento do referido depósito tulizdo monetrimente no montnte de R$ Não obstnte o levntmento do referido depósito, permnece depositdo judicilmente o montnte de R$10.627, hvendo ind recursos pendentes pernte o Tribunl de Justiç do Rio de Jneiro e no Superior Tribunl de Justiç discutindo questão. O registro contábil foi efetudo de form presentr redução do depósito judicil contr um redução d provisão constituíd pr est contingênci. O sldo remnescente em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012).

13 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Fiscis A Compnhi possui processos reltivos à exigênci de ICMS n cont de energi, vlidos como perd provável. O sldo em 31 de dezembro 2013 é de R$4.285 (R$4.285 em 31 de dezembro de 2012). Há tmbém discussão dministrtiv sobre exigênci reltiv à utilizção de crédito de ICMS, com origem no estorno de débito de nots fi scis cncelds. O sldo provisiondo em 31 de dezembro de 2013 é de R$225 (R$219 em 31 de dezembro de 2012) Outros Refere-se principlmente utos de infrção editdos pel ANEEL em processo de fi sclizção que encontrm-se em fse de recurso pel Compnhi. O sldo provisiondo em 31 de dezembro de 2013 é de R$5.034 (R$5.548 em 31 de dezembro de 2012) Risco de perd possível Existem processos de nturezs trblhists, cíveis e fi scis em ndmento, cuj perd foi estimd como possível, periodicmente revlidos, não requerendo constituição de provisão ns demonstrções fi nnceirs, demonstrdos seguir: Ativo Depósito Judicil Instâncis Trblhists 1ª,2ª e 3ª Cíveis 1ª,2ª,3ª e Adm Fiscis 1ª,2ª,3ª e Adm Outros Totl Dentre s principis cuss com risco de perd vlids como possível, destcmos s seguintes ções: Cíveis A Compnhi é prte no processo nº , em trâmite n 7ª Vr Cível do Foro Centrl d Comrc do Rio de Jneiro, movido pel White Mrtins, que discute existênci de refl exos decorrentes d vigênci ds Portris nºs 38/86 e 45/86 do extinto DNAEE, ns trifs de consumo de energi elétric, reltivo o período de dezembro de 1986 setembro de Em 23 de setembro de 2011, foi proferid sentenç desfvorável à Compnhi julgndo procedente o pedido d prte utor, crescido de correção monetári de mor, prtir de 1º de junho de Contr tl decisão, Compnhi interpôs recurso de pelção, o qul foi ddo prcil provimento pr o fi m de limitr condenção d Compnhi o período de vigênci d Portri nº 153/86 (vigente té mrço/87). Em fce d referid decisão, Compnhi e White Mrtins opuserm embrgos de declrção, os quis form rejeitdos. Atulmente, gurd-se o julgmento dos recursos interpostos por mbs s prtes pernte o Superior Tribunl de Justiç. Importnte ressltr que há entendimento pcífi co nos tribunis superiores no sentido de que só é devid devolução dos vlores pgos no período do congelmento de preços, período este não discutido nest ção, motivo pelo qul o gru de risco foi mntido em possível. O vlor estimdo em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). A Compnhi é prte n ção civil públic nº , em trâmite n 3ª Vr Federl Cível de Belo Horizonte, movid pel ADIC - Associção de Defes de Interesses Coletivo, que pleitei indenizção por dnos mteriis em rzão de rejuste trifário (Prcel A ). Nest demnd, foi proferid decisão que determinou exclusão ds concessionáris do polo pssivo d ção, sendo mntid tão somente ANEEL. O processo encontrv-se suspenso té que, recentemente, o STJ considerou o Juízo d 3ª Vr Federl Cível de Belo Horizonte como competente pr julgr tods s demnds coletivs que discutem questão d Prcel A.O vlor estimdo em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) Fiscis Dentre s principis cuss com risco de perd vlid como possível, destc-se discussão n esfer dministrtiv sobre créditos de ICMS utilizdos pel Compnhi no período de julho dezembro de 2003, referente vlores de Anulção/Devolução de Vend de Energi Elétric no montnte tulizdo em 31 de dezembro de 2013 de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). A Compnhi presentou defes e gurd julgmento. O vlor de risco sofre créscimo expressivo em rzão dos critérios de tulizção d Lei Estdul nº /09. Possui ind, discussão dministrtiv reltiv à utilizção de crédito de ICMS, com origem no estorno de débito de nots fi scis cncelds, no vlor tulizdo té 31 de dezembro de 2013 de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). A Compnhi presentou defes e gurd julgmento. A Compnhi possui outrs contingêncis fi scis no montnte tulizdo proximdo té 31 de dezembro de 2013 de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012), referentes à discussão dministrtiv de compensções não homologds de créditos decorrentes de pgmento mior efetudos em 2001 com relção o IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, em consequênci d plicção do Precer COSIT 26/02 (impostos sobre RTE). A Compnhi juizou medid judicil reltiv à COFINS do período de , em litisconsórcio com AES Eletropulo. A questão vers sobre o direito o proveitmento d nisti trzid pels Medids Provisóris nºs e , concedid os contribuintes que deixrm de recolher tributos por entendê-los indevidos. No julgmento de 2ª Instânci, foi confi rmdo prcilmente o direito à nisti, excluindo-se prcel tinente os encrgos do Decreto-Lei nº 1.025/69. Os consultores externos que ptrocinm ção clssifi crm contingênci referente os encrgos como perd possível. O vlor tulizdo té 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). Atulmente o processo gurd julgmento de Recurso nos Tribunis Superiores. A Compnhi discute utuções de Prefeitur que exige o pgmento de mult por suposto descumprimento de obrigções cessóris relcionds à instlção de postes de energi elétric. O vlor d contingênci em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) Risco de perd remot Adicionlmente, existem processos de nturezs trblhists, cíveis e fi scis em ndmento cuj perd foi estimd como remot e pr ests ções o sldo dos depósitos judiciis em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). Considerndo o disposto no item 86 do CPC 25 - Provisões, Pssivos Contingentes e Ativos Contingentes, Compnhi não necessit efetur o detlhe ds sus contingêncis clssifi cds como remots. Entretnto por se trtr de um ção recente e pelo fto gerdor do principl estr decorrer, sem perspectiv de término no médio przo e dd mterilidde do sldo, Compnhi entende que deve proceder à divulgção d ção fi scl bixo Fiscis A Compnhi, por meio do Sindicto d Indústri d Energi no Estdo de São Pulo - SindiEnergi, juizou dois Mnddos de Segurnç Coletivos contr Secretri d Fzend do Estdo de São Pulo, visndo à suspensão dos efeitos dos Decretos nº /10 e /10. Ambos os processos possuem sentençs fvoráveis, confi rmds té o momento em julgmento de recurso de pelção pelo Tribunl de Justiç do Estdo de São Pulo, os quis gurdm julgmento. A Compnhi e seus consultores externos vlim o cso como perd remot. O vlor estimdo, nos termos dos Decretos, em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). 23 Ptrimônio líquido 23.1 Cpitl socil O cpitl socil em 31 de dezembro de 2013 é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) e está representdo por ções ordináris, sem vlor nominl, integrlmente detids pel EDP - Energis do Brsil. Foi provd em Assemblei Gerl Ordinári e Extrordinári - AGOE, relizd em 9 de bril de 2013, o umento de cpitl d Compnhi no vlor de R$ decorrentes de Adintmento pr Futuro Aumento de Cpitl, efetudo em fevereiro de 2013, sem emissão de novs ções, medinte cpitlizção de créditos de titulridde d únic cionist, EDP - Energis do Brsil S.A. A Compnhi não possui cpitl utorizdo, conforme esttuto socil Destinção do lucro As ções têm direito dividendos mínimos de 25% do lucro líquido justdo, n form d lei, podendo ele ser imputdo o vlor dos Juros Sobre Cpitl Próprio - JSCP pgos ou creditdos, individulmente os cionists, título de remunerção do cpitl próprio, integrndo o montnte dos dividendos distribuir pel Compnhi, pr todos os efeitos legis e nos termos d Lei nº 9.249/95, e regulmentção posterior. Foi provd em Assemblei Gerl Ordinári e Extrordinári, relizd em 09 de bril de 2013, destinção do lucro líquido com distribuição JSCP no vlor de R$ referentes o exercício de 2012, pgo em 28 de outubro de 2013, sem juste, à cionist titulr de ções ordináris d Compnhi n dt-bse d Reunião do Conselho de Administrção d Compnhi relizd em 18 de dezembro de 2012 e constituição de reserv de retenção de lucros com fi nlidde de investimentos, conforme orçmento de cpitl nos termos do rtigo 196 d Lei nº 6.404/76 no vlor de R$ Em 18 de dezembro de 2013, o Conselho de Administrção d Compnhi provou o crédito d sobre cpitl próprio, no montnte bruto de R$45.395, imputáveis os dividendos serem distribuídos pel Compnhi em dt de pgmento ser deliberd. Lucro líquido purdo no exercício Lucro líquido justdo Constituição d reserv legl - 5% (9.539) Destinção do lucro Dividendos intermediários - JSCP Dividendos complementres Dividendo dicionl proposto Quntidde de ções Dividendos por ção - R$ - JSCP 0, Dividendos por ção - R$ - Dividendos complementres 0, Dividendos por ção - R$ 0, Constituíds originlmente n Eletropulo - Eletricidde de São Pulo S.A., tendo sido vertids n proporção do Ptrimônio líquido no processo de cisão relizd pel referid ntecessor, ocorrido prtir de 1º de Decorrentes d contbilizção d remunerção d prcel de cpitl próprio incorpordo o custo do tivo imobilizdo em curso, com mpro n regulmentção e Plno de conts contábil setoril vigente e, principlmente, por meio d Portri DNAEE nº 250/85, tendo sido registrd em contrprtid à rubric de A Cont de resultdos compensr teve origem n contbilizção de crédito reltivo os efeitos do reconhecimento o direito d compensção dos défi cits de remunerção setoril mínim ssegurd e que foi reconhecid qundo d mudnç do regime de remunerção ds empress concessionáris do serviço público de energi elétric, que substituiu o regime do custo do serviço pr o tul modelo de remunerção e controle pelos preços. Com mpro n Lei nº 8.631/93, ess contbilizção foi efetud em contrprtid à Referem-se à contbilizção de pssivos oriundos de Benefícios pós-emprego reltivos gnhos e perds turiis, conforme estbelecido pel Deliberção CVM nº 695/12 e regrs estbelecids no CPC 33 (R1), A Reserv de retenção de lucros tem sido constituíd em conformidde com o rtigo 196 d Lei nº 6.404/76, pr vibilizr os Progrms de Investimentos d Compnhi, previstos nos orçmentos de cpitl submetidos A ANEEL, por meio d Resolução Normtiv nº 463/11, determinou que os vlores provenientes do fturmento de mults por Ultrpssgem de Demnd e consumo de Energi Retiv Excedente, prtir d dt contrtul de revisão trifári referente o 3º ciclo de revisões trifáris, no cso d Compnhi, prtir de 23 de outubro de 2011, serim contbilizdos como Obrigções especiis, nteriormente registrdo como Receit opercionl em curso dos vlores provenientes. Por ocsião do 4º ciclo de revisões trifáris, 2015 no cso d Compnhi, o vlor cumuldo ness subcont, té dt do ludo de vlição os tivos, deverá ser trnsferido pr cont norml de Obrigções Especiis, qundo então, receberá o trtmento usul d contrprtid d deprecição dos respectivos tivos locdos como investimentos originários desss Não obstnte ess determinção, Compnhi, por meio d ABRADEE, contestou judicilmente o No di 8 de fevereiro de 2012, ntecipção de tutel requerid pel ABRADEE n Ação Ordinári nº , em curso junto à 6ª Vr d JFDF, foi integrlmente concedid. A decisão judicil foi no sentido de: ) suspender o trtmento ds receits de ultrpssgem de demnd e excedentes de retivos constntes dos 9 11 do item ( Ultrpssgem de Demnd e Excedente de Retivo ) do item 3.1 ( Receits Inerentes o Serviço de Distribuição ) do Submódulo 2.7 ( Outrs Receits ) nexo à Resolução Normtiv ANEEL nº 463/11; b) suspender determinção de contbilizção em seprdo desss receits como se obrigções especiis fossem; e c) deferir tutel de cráter inibitório pr determinr que ANEEL bstenh-se de prticr qulquer to tendente exigir cumprimento ds referids disposições (o que 23.3 Reservs Not Reclssificdo Reservs de cpitl Doções e subvenções pr investimento Incentivos fi scis Ágio n incorporção de sociedde controldor Totl Outros resultdos brngentes (Perd)/Gnho turil com Benefícios pós-emprego ( ) IRPJ/CSLL Diferido (14.205) (73.733) Reservs de lucros Legl Retenção de lucros Dividendo dicionl proposto Totl Reservs de cpitl - Doções e subvenções pr investimento jneiro de 1998, e que deu origem o início ds operções d Compnhi. Esss reservs de cpitl form constituíds bsicmente por: (i) Despes de remunerção ds imobilizções em curso Reservs de cpitl no Ptrimônio líquido; e (ii) Cont de resultdos compensr - CRC rubric de Reservs de cpitl no Ptrimônio líquido Outros resultdos brngentes deduzido do respectivo Imposto de rend e Contribuição socil diferidos. A movimentção de Outros resultdos brngentes no exercício é seguinte: Sldo em Provisão Sldo em Gnhos Perds IRPJ/CSLL Gnhos e perds turiis - Benefícios pós-emprego (73.733) (82.787) (52.189) (73.733) (82.787) (52.189) Reserv de retenção de lucros e provdos ns Assembleis Geris Ordináris. 24 Receit Nº de consumidores (*) _ MWh (*) _ R$ Not Reclssificdo Fornecimento Residencil Industril Comercil Rurl Poder público Iluminção públic Serviço público Consumo próprio (-) Trnsferênci pr TUSD - clientes ctivos ( ) ( ) Fornecimento não Fturdo (45.512) Suprimento de energi elétric Energi de curto przo (2.150) Comercilizção Receits com operções de energi elétric Disponibilizção do Sistem de Distribuição TUSD - outros TUSD - clientes ctivos TUSD - não fturdo (11.052) (1.318) Receit de construção 2.2 item s iii Subvenções (8) Ressrcimento por insufi ciênci de gerção Arrendmentos e luguéis Outrs receits opercionis Receit opercionl brut (-) Deduções à receit opercionl ( ) ( ) Tributos sobre receit ( ) ( ) ICMS ( ) ( ) PIS/COFINS ( ) ( ) ISS (195) (188) Encrgos do consumidor ( ) ( ) P&D e PEE (24.983) (23.252) CCC (8.986) ( ) CDE (41.512) ( ) RGR 886 (19.443) PROINFA - Consumidores Livres (30.190) (29.381) Outros encrgos (6.965) Receit (*) Não uditdo pelos uditores independentes Receits de Ultrpssgem de Demnd e Energi Retiv Excedente Obrigções Especiis. trtmento desss receits. impede doção de medids outrs destinds produzir o mesmo efeito).

14 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Em 19 de junho de 2012, o TRF-1 concedeu efeito suspensivo o Agrvo de Instrumento interposto pel do ICPC 01 como retifi cdor do Intngível. O sldo dess obrigção em 31 de dezembro de 2013 é de ANEEL, pelo que foi suspens ntecipção de tutel originlmente concedid em primeiro gru e, com isso, R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). restbeleceu-se efi cáci d Resolução Normtiv ANEEL nº 463/11. Agurd-se ind o julgmento do 24.2 Subvenções O Decreto nº 7.891/2013 estbeleceu um mior brngênci pr plicção dos recursos d CDE, os quis mérito do recurso de Agrvo de Instrumento. pssrm ser utilizdos pr subsidir os descontos previstos em lei, como trif socil bix rend e Em primeir instânci, gurd-se relizção de períci requerid pel ABRADEE. consumidores ds tividdes rurl, águ, esgoto e snemento e irrigntes. Desse modo, diferenç uferid N opinião dos ssessores jurídicos, probbilidde de perd dess ção é possível, no entnto, Compnhi de receit, devido plicção dos descontos citdos, não mis é ressrcid por meio ds trifs dos demis efetuou no exercício o registro contábil no montnte de R$ (R$ em 2012), débito d rubric consumidores, sendo, então, ressrcid por meio de subvenção d CDE. No exercício, foi proprido o de Receit de fornecimento em contrprtid à Obrigções Especiis, obrigção est presentd no âmbito montnte de R$42.568, dos quis R$ form recebidos (Not 11.2). 25 Gstos opercionis Custo do serviço Despess Opercionis _ Not Com energi elétric De operção Prestdo terceiros Com vends Geris e dministrtivs Outrs Totl Totl Reclssificdo Não gerenciáveis Energi elétric comprd pr revend Moed estrngeir - Itipu Moed ncionl Encrgos de uso d rede elétric Tx de fi sclizção Gerenciáveis Pessol, Administrdores e Entidde de previdênci privd (i) Mteril Serviços de terceiros Deprecição Amortizção Provisão p/créd.liq.duvidos/perds líquids Provisões cíveis, fi scis e trblhists Aluguéis e rrendmentos Gnhos e perds n destivção e lienção de bens Vlor justo do tivo fi nnceiro indenizável (17.185) (17.185) (24.534) Custo com construção d infrestrutur 2.2 item s iii Outrs (7.379) Totl (i) Em tendimento às melhores prátics de mercdo, conforme o Índice de Sustentbilidde Empresril 27 Imposto de rend e contribuição socil - ISE d BM&FBovesp, presentmos o investimento em treinmento d Compnhi que é dividido em: Acumuldo no Exercício desenvolvimento de lidernçs; desenvolvimento de projetos corportivos; treinmentos e seminários técnicos Imposto de Rend Contribuição Socil e comportmentis; bolss de estudos; e desenvolvimento de idioms. Do vlor totl de R$ d rubric de Pessol, Administrdores e Entidde de previdênci privd, R$1.937 (R$1.907 em 31 de dezembro de Lucro ntes do IRPJ e CSLL Alíquot 25% 25% 9% 9% 2012) referem-se treinmentos. IRPJ e CSLL (66.442) (28.150) (23.919) (10.134) 25.1 Gstos não gerenciáveis Ajustes pr refl etir líquot efetiv Por meio d Resolução Normtiv ANEEL nº 549, de 7 de mio de 2013 (Not 3.2), que disciplinou sobre Doções (336) (269) (121) (97) o repsse de recursos d Cont de Desenvolvimento Energético - CDE, pr cobertur dos custos de (i) Perds indedutíveis (1.276) (5.390) (459) (1.941) Encrgo de Serviços de Sistem - ESS, (ii) de exposição o mercdo de curto przo, relciond o risco Mults indedutíveis (17) (15) (6) (5) hidrológico, (iii) d exposição involuntári o mercdo de curto przo e (iv) e d Cont de Compensção de Grtifi cções dministrdores (165) (160) (59) (58) Juros sobre o cpitl próprio Vrição de Vlores d Prcel A - CVA reltivos à compr de energi e o ESS, de cordo com os critérios Outros estbelecidos, foi registrdo no exercício o montnte de R$ crédito d rubric de Energi Elétric Ajustes n DIPJ referente exercício socil nterior Comprd pr Revend, tendo sido ressrcido R$ no exercício. Adicionl IRPJ Amortizção Progrm de Alimentção do Trblhdor No exercício Compnhi efetuou mortizção complementr no montnte de R$33.520, decorrente de Incentivo Culturl e Artístico 133 concilição físico/contábil, conforme descrito n not 15. Doções os Fds Direitos d Crinç e do Adolescente 33 Despes de IRPJ e CSLL (54.816) (23.162) (20.169) (8.469) 25.3 Outrs Alíquot efetiv 20,63% 20,57% 7,59% 7,52% Inclui o montnte de R$ decorrentes d lienção de estoques (Not 9). 28 Resultdo por ção 26 Resultdo finnceiro O resultdo básico por ção d Compnhi pr os exercícios presentdos é clculdo pel divisão do Not resultdo tribuível os titulres de ções ordináris d Compnhi pelo número médio ponderdo de ções Reclssificdo ordináris em poder dos cionists. No exercício de 2013, Compnhi não operou com instrumentos fi nnceiros pssivos conversíveis em ções própris ou trnsções que gerssem efeito diluível ou ntidiluível sobre o resultdo por ção do exercício. Receits finnceirs Rend de plicções fi nnceirs Dess form, o resultdo básico por ção que foi purdo pr o exercício é igul o resultdo diluído por ção segundo os requerimentos do CPC 41. O cálculo do resultdo básico e diluído por ção é demonstrdo Vrição monetári e créscimo mortório d energi vendid n tbel seguir: Operções de swp Atulizção monetári depósitos judiciis 618 Resultdo líquido do exercício tribuível os cionists Médi ponderd do número de ções ordináris em poder dos cionists Atulizção monetári depósitos judiciis - REFIS controldores (mil) SELIC sobre tributos e contribuições sociis compensáveis Resultdo básico e diluído por ções (reis/ção) 0, ,00207 Mrcção mercdo - MTM Instrumentos finnceiros Descontos obtidos Em tendimento os Ofício-Circulr/CVM/SNC/SEP nº 3/09, Ofício-Circulr/CVM/SNC/SEP nº 2/11 e Outrs receits fi nnceirs Instrução CVM nº 475/08, qundo plicável, Compnhi efetu vlição de seus instrumentos fi nnceiros, inclusive os derivtivos Considerções geris Despess finnceirs A Compnhi mntém operções com instrumentos fi nnceiros. A dministrção desses instrumentos Vrição monetári e créscimo mortório d energi comprd (5.160) (2.586) é efetud por meio de estrtégis opercionis e controles internos visndo ssegurr crédito, liquidez, Encrgos de dívids (51.827) (56.768) segurnç e rentbilidde. A contrtção de instrumentos fi nnceiros com o objetivo de proteção é feit por Vrições monetáris moed estrngeir (5.944) (6.024) meio de um nálise periódic d exposição os riscos fi nnceiros (câmbio, tx d e etc), qul é Juros e mult sobre ICMS (5.981) (756) reportd regulrmente por meio de reltórios de risco disponibilizdos à Administrção. Em tendimento Provisões e tulizções monetáris cíveis, fi scis e trblhists (6.666) (13.502) à Polític de Gestão de Riscos Finnceiros do Grupo EDP - Energis do Brsil, e com bse ns nálises periódics consubstncids nos reltórios de risco, são defi nids estrtégis específi cs de mitigção de SELIC - Energi Livre 16.1 (2.614) (2.502) riscos fi nnceiros, s quis são provds pel Administrção, pr opercionlizção d referid estrtégi. Atulizções monetáris - REFIS (1.714) (3.132) A polític de controle consiste em compnhmento permnente ds condições contrtds versus condições Mrcção mercdo - MTM (355) vigentes no mercdo por meio de sistems opercionis integrdos à pltform SAP. A Compnhi não Ajustes vlor presente (2.376) (4.508) efetu plicções de cráter especultivo, em derivtivos ou quisquer outros tivos de risco. Os resultdos Atulizção monetári contrtos de mútuo (318) obtidos com ests operções estão condizentes com s polítics e estrtégis defi nids pel Administrção Benefícios pós-emprego (13.671) (4.611) d Compnhi. A dministrção dos riscos ssocidos ests operções é relizd por meio d plicção de polítics e (-) Juros cpitlizdos estrtégis defi nids pel Administrção e incluem o monitormento dos níveis de exposição de cd risco Outrs despess fi nnceirs (8.902) (7.914) de mercdo, previsão de fl uxos de cix futuros e estbelecimento de limites de exposição. Ess polític (99.700) (98.043) determin tmbém que tulizção ds informções em sistems opercionis, ssim como confi rmção Totl (34.180) (22.389) e opercionlizção ds trnsções junto às contrprtes, sejm feits com devid segregção de funções Clssificção dos instrumentos finnceiros Not Ctegori Níveis Vlor Justo Vlor Contábil Ativos finnceiros Cix e equivlentes de cix 4 Vlor justo por meio do resultdo Nível Cix e equivlentes de cix 4 Vlor justo por meio do resultdo Nível Consumidores e concessionáris 5 Empréstimos e recebíveis Nível Cuções e depósitos vinculdos 10 Ativos mntidos té o vencimento Nível Não circulnte Ativo fi nnceiro indenizável 12 Disponível pr vend Nível Consumidores e concessionáris 5 Empréstimos e recebíveis Nível Prtes relcionds 8 Vlor justo por meio do resultdo Nível Cuções e depósitos vinculdos 10 Ativos mntidos té o vencimento Nível Outros créditos - Derivtivos 11 Vlor justo por meio do resultdo Nível Pssivos finnceiros Fornecedores 16 Outros o custo mortizdo Nível Debêntures 17 Outros o custo mortizdo Nível Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids 18 Vlor justo por meio do resultdo Nível Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids 18 Outros o custo mortizdo Nível Derivtivos 11 Vlor justo por meio do resultdo Nível Não circulnte Debêntures 17 Outros o custo mortizdo Nível Empréstimos e fi nncimentos 18 Vlor justo por meio do resultdo Nível Empréstimos e fi nncimentos 18 Outros o custo mortizdo Nível Prtes relcionds 8 Vlor justo por meio do resultdo Nível Vlor justo Vlor justo é o preço que seri recebido pel vend de um tivo ou que seri pgo pel trnsferênci de um pssivo em um trnsção não forçd entre prticipntes do mercdo n dt de mensurção. O conceito de vlor justo trt de inúmers vrições sobre métrics utilizds com o objetivo de mensurr um montnte em vlor confi ável, pr isso, lguns modelos mtemáticos form desenvolvidos. Pr purção do vlor justo, Compnhi projet os fl uxos dos instrumentos fi nnceiros té o término ds operções seguindo s regrs contrtuis, inclusive pr txs pós fi xds e utiliz como tx de desconto o Depósito Interbncário - DI futuro divulgdo pel BM&FBovesp. Algums rubrics presentm sldo contábil equivlente o vlor justo. Ess situção contece em função desses instrumentos fi nnceiros possuírem crcterístics substncilmente similres os que serim obtidos se fossem negocidos no mercdo ou por possuirem relizção no curto przo. As operções com instrumentos fi nnceiros estão presentds no blnço d Compnhi pelo seu vlor contábil que equivle o seu vlor justo, exceto pr determindos empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids, que neste cso, o vlor contábil pode diferir do seu vlor justo.

15 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) As informções dicionis sobre s premisss utilizds n purção dos vlores justos são divulgds seguir levndo em considerção seus przos e relevânci de cd instrumento fi nnceiro: (i) Cix e equivlentes de cix: são plicds polítics de risco d Administrção onde o sldo é presentdo pelo custo crescido d e com liquidez imedit que equivlem vlor justo. Conforme polítics d Administrção, s plicções são consolidds por contrprte e por rting de crédito de modo permitir vlição de concentrção e exposição de risco de crédito. Est exposição máxim o risco tmbém é medid em relção o Ptrimônio líquido d Instituição Finnceir; (ii) Consumidores e concessionáris: o cálculo do vlor presente é efetudo pr prcelmentos de débitos de consumidores, com bse ns txs de remunerção de cpitl regulmentd pel ANEEL, plicd às trifs ds distribuidors de serviço público de energi elétric (Tx médi de remunerção do investimento). A contrprtid dos justes vlor presente ds conts receber é evidencido no resultdo fi nnceiro d Compnhi; (iii) Cuções e depósitos vinculdos: é presentdo pelo seu vlor justo que equivle o custo crescido de juros uferidos té dt; (iv) Ativo fi nnceiro indenizável: estes tivos fi nnceiros estão registrdos pelo vlor presente do direito e são clculdos com bse no vlor dos tivos em serviço pertencentes à concessão e que serão reversíveis no fi nl d concessão. As principis incertezs sobre este instrumento fi nnceiro devem-se o risco do não reconhecimento de prte desses tivos pelo Poder Concedente e de seus respectivos preços de reposição o término d concessão; (v) Derivtivos: são clculdos internmente por meio d metodologi de fl uxo de cix descontdo com bse em fontes de mercdo divulgds pel BM&FBovesp. Estão mensurdos pelo seu vlor justo por meio de polítics dotds pel Administrção d Compnhi pr mitigr riscos de exposição de txs e câmbios. Su evidencição está descrit n not Instrumentos Finnceiros derivtivos; (vi) Fornecedores: tem giro constnte e é composto, principlmente, de contrtos de suprimentos de energi elétric e encrgos de uso d rede com preços defi nidos no mercdo reguldo. Dest form, o vlor justo se equivle o preço d trnsção; (vii) Debêntures, Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids: são vlorizdos por meio de modelo de precifi cção plicdo individulmente pr cd trnsção levndo em considerção os fl uxos futuros de pgmento, com bse ns condições contrtuis, descontdos vlor presente por txs obtids por meio ds curvs d de mercdo, tendo como bse, sempre que disponível, informções obtids pelo site d BM&FBovesp. Dest form, o vlor de mercdo de um título corresponde o seu vlor de vencimento (vlor de resgte) trzido vlor presente pelo ftor de desconto; (viii) Prtes relcionds: é composto por contrtos de comprtilhmento de gstos reguldos pel ANEEL e sem confl itos de interesses, em condições reis de mercdo contemplndo pens os vlores devidos sem nenhum tipo de créscimo Mensurção vlor justo A hierrquizção dos instrumentos fi nnceiros por meio do vlor justo regul necessidde de informções mis consistentes e tulizds com o contexto externo à Compnhi. São exigidos como form de mensurção pr o vlor justo dos instrumentos d Compnhi: () Nível 1 - preços negocidos em mercdos tivos pr tivos ou pssivos idênticos; (b) Nível 2 - diferentes dos preços negocidos em mercdos tivos incluídos no Nível 1 que são observáveis pr o tivo ou pssivo, diret ou indiretmente; e (c) Nível 3 - pr o tivo ou pssivo que são bsedos em vriáveis não observáveis no mercdo. São gerlmente obtids internmente ou em outrs fontes não considerds de mercdo. A metodologi plicd n segregção por níveis pr o vlor justo dos instrumentos fi nnceiros d Compnhi clssifi cdos como vlor justo por meio do resultdo, mntidos té o vencimento ou disponíveis pr vend, foi bsed em um nálise individul buscndo no mercdo operções similres às contrtds e observds. Os critérios pr comprbilidde form estruturdos levndo em considerção przos, vlores, crênci, indexdores e mercdos tuntes. Qunto mis simples e fácil o cesso à informção comprtiv mis tivo é o mercdo, qunto mis restrit informção, mis restrito é o mercdo pr mensurção do instrumento Risco de mercdo O risco de mercdo é presentdo como possibilidde de perds monetáris em função ds oscilções de vriáveis que tenhm impcto em preços e txs negocids no mercdo. Esss fl utuções germ impcto prticmente todos os setores e, portnto representm ftores de riscos fi nnceiros. Os Empréstimos, fi nncimentos e encrgos de dívids e Debêntures cptdos pel Compnhi presentdos ns nots 17 e 18, possuem como contrprte o BEI, BNDES, Eletrobrás, Bnco do Brsil e Bnco Sntnder. As regrs contrtuis pr os pssivos fi nnceiros dquiridos pel Compnhi crim fundmentlmente riscos treldos esss exposições. Em 31 de dezembro de 2013 Compnhi possui risco de mercdo ssocido à TJLP, o CDI, o Dólr e à Libor. Como riscos de mercdo ssocidos á txs d, tribui-se à TJLP e o CDI considerção de que economi brsileir present um pnorm fvorável o crescimento com solidez e investimentos voltdos pr infrestrutur. A infl ção sob controle e ofert de crédito são ftores de primeir importânci n cptção com bixo risco de recursos treldos esses indexdores. Deve-se considerr que se houver umento d inflção e d tx SELIC, poderemos ter um custo mior n relizção desss operções. Aind com um moed forte e um risco pís controldo, cptção e mnutenção de empréstimos treldos outrs moeds, especifi cmente, pr Compnhi, Dólr e Euro, são considerdos fvoráveis. Adicionlmente esse cenário ponder-se o risco cmbil operções com moeds estrngeirs, onde em um economi n qul oscilção ds txs de câmbio é muito gressiv, ess exposição pode ser ftor relevnte pr invibilidde de um operção. A Compnhi possui derivtivos de swps com o objetivo de hedge econômico, pr controlr tods s exposições à vrição cmbil pr esss obrigções. Considerndo que tx de mercdo (ou custo de oportunidde do cpitl) é defi nid por gentes externos, levndo em cont o prêmio de risco comptível com s tividdes do setor e que, n impossibilidde de buscr outrs lterntivs ou diferentes hipóteses de mercdo e/ou metodologis pr sus estimtivs, fce os negócios d empres e às peculiriddes setoriis, o vlor de mercdo dest prcel de empréstimos proxim-se o seu vlor contábil, ssim como os demis tivos e pssivos fi nnceiros vlidos Análise de sensibilidde No qudro seguir form considerdos cenários dos indexdores utilizdos pel Compnhi, com s exposições plicáveis de fl utução de txs d e outros indexdores té s dts de vencimento desss trnsções, com o cenário I (provável) o dotdo pel Compnhi, bsedo fundmentlmente em premisss mcroeconômics obtids do reltório Focus do Bnco Centrl, os cenários II e III com 25% e 50% de umento do risco, respectivmente, e os cenários IV e V com 25% e 50% de redução, respectivmente. Esss nálises de sensibilidde form preprds de cordo com Instrução CVM nº 475/08, tendo como objetivo mensurr o impcto às mudnçs ns vriáveis de mercdo sobre cd instrumento fi nnceiro d Compnhi. Não obstnte, liquidção ds trnsções envolvendo esss estimtivs poderá resultr em vlores diferentes dos estimdos devido à subjetividde contid no processo utilizdo n preprção desss nálises. As informções demonstrds no qudro, mensurm contextulmente o impcto nos resultdos d Compnhi em função d vrição de cd risco destcdo. Aging cenário provável Cenário (I) Cenário (II) Cenário (III) Cenário (IV) Cenário (V) Acim Aumento do Aumento do Redução do Redução do Operção Risco Até 1 no 2 5 nos de 5 nos Provável risco em 25% risco em 50% risco em 25% risco em 50% Instrumentos finnceiros tivos CDI (6.417) (12.835) Instrumentos finnceiros pssivos CDI (35.699) (26.948) (62.647) (12.715) (25.199) Instrumentos finnceiros derivtivos CDI (3.578) (12.767) (16.345) (3.896) (7.721) (13.607) (39.715) - (53.322) (10.194) (20.085) Instrumentos finnceiros pssivos TJLP (4.730) (6.400) (38) (11.168) (1.809) (3.617) (4.730) (6.400) (38) (11.168) (1.809) (3.617) Instrumentos finnceiros pssivos Dólr (13.905) (27.808) Instrumentos finnceiros derivtivos Dólr (13.905) (27.808) Instrumentos finnceiros pssivos Libor - 6M (999) (10.556) (11.555) (2.307) (4.614) Instrumentos finnceiros derivtivos Libor - 6M (2.307) (4.614) As curvs futurs dos indicdores fi nnceiros CDI, TJLP, Libor e Dólr estão em cordo com o projetdo pelo mercdo e linhds com expecttiv d Administrção d Compnhi. Os indicdores tiverm seus intervlos conforme presentdo seguir: CDI entre 7,75% e 10,50%; TJLP entre 5,00% e 5,50%; Libor 6M entre 0,431% e 4,451%; e Dólr entre 2,18 e 2, Risco de liquidez O risco de liquidez evidenci cpcidde d Compnhi em liquidr s obrigções ssumids. Pr determinr cpcidde fi nnceir d Compnhi em cumprir dequdmente os compromissos ssumidos, os fl uxos de vencimentos dos recursos cptdos e de outrs obrigções fzem prte ds divulgções. Informções com mior detlhmento sobre os empréstimos cptdos pel Compnhi são presentdos n not 18. A Administrção d Compnhi somente utiliz linhs de créditos que possibilitem su lvncgem opercionl, ess premiss é fi rmd qundo observmos s crcterístics ds cptções efetivds. Covennts são indicdores econômico-finnceiros de controle d súde fi nnceir d Compnhi exigidos nos contrtos de ingresso de recursos. O não cumprimento dos covennts impostos nos contrtos de empréstimos e fi nncimentos pode crretr em um desembolso imedito ou vencimento ntecipdo de um obrigção com fl uxo e periodicidde defi nidos. A relção dos covennts por contrto precem descritos individulmente n not 18. Até 31 de dezembro de 2013 todos os covennts ds obrigções contrtds form tendidos em su plenitude. Os tivos fi nnceiros mis expressivos d Compnhi são demonstrdos ns rubrics Cix e equivlentes de cix (Not 4), Consumidores e concessionáris (Not 5) e Ativo fi nnceiro indenizável (Not 12). A Compnhi em 31 de dezembro de 2013 tem em Cix um montnte cuj disponibilidde é imedit e Equivlentes de cix que são plicções fi nnceirs de liquidez imedit que são prontmente conversíveis em um montnte conhecido de cix. Pr Consumidores e concessionáris, os sldos presentdos compreendem um fl uxo estimdo pr os recebimentos. Pr Ativo fi nnceiro indenizável, o sldo presentdo corresponde o vlor receber do Poder Concedente o fi nl d concessão e está mensurdo pelo vlor novo de reposição. Além do controle de covennts treldo o risco de liquidez, existem grntis contrtds (Not 30.2) pr s rubrics de Empréstimos, fi nncimentos e Debêntures. Esss grntis contrtuis são o máximo que Compnhi pode ser exigid liquidr, conforme os termos dos contrtos de grnti fi nnceir, cso o vlor totl grntido sej executdo pel contrprte decorrente de flt de pgmento. Pr rubric de Compr de Energi, s grntis estão vinculds em su miori os recebíveis d Compnhi, pssiveis de lterção decorrente de eventuis perds de crédito nestes recebíveis. Os riscos de liquidez tribuídos s rubrics de Empréstimos, fi nncimentos e Debêntures referem-se Juros futuros e, consequentemente, não contbilizdos, e encontrm-se demonstrdos n not Risco de crédito O risco de crédito compreende possibilidde d Compnhi não relizr seus direitos, ess descrição está diretmente relciond às rubrics de Cix e equivlentes de cix, Consumidores e concessionáris, Cuções e depósitos vinculdos, entre outrs. No setor de energi elétric s operções relizds estão direcionds o reguldor que mntém informções tivs sobre s posições de energi produzid e consumid. A prtir dess estrutur, plnejmentos são cridos buscndo o funcionmento do sistem sem interferêncis ou interrupções. As comercilizções são gerds prtir de leilões, contrtos, entre outros e esse mecnismo greg confi bilidde e control indimplênci entre prticipntes setoriis. Os contrtos de concessão de distribuição priorizm o tendimento brngente do mercdo, sem que hj qulquer exclusão ds populções de bix rend e ds áres de menor densidde populcionl. O tendimento e ceite o novo consumidor ctivo dentro d áre de tução d concessionári que prest o serviço n região é regr integrnte do contrto de concessão. Pr distribuição de energi elétric o instrumento fi nnceiro cpz de expor Compnhi o risco de crédito é o Conts receber de consumidores. As regrs pr composição d provisão pr créditos de liquidção duvidos tendem à fundmentção dispost pelo reguldor e premisss provds pel Administrção d Compnhi. A pulverizção d vend de energi elétric ess bse consumidor tribui menor voltilidde os recebimentos d Compnhi, pode-se levr em fce composição de 14,57% de estimtivs de não relizção dos créditos conforme not 5. A principl ferrment n mitigção do risco de não relizção dos tivos fi nnceiros é suspensão do fornecimento de energi elétric os consumidores indimplentes. Anterior ess etp Compnhi reliz métodos trdicionis de cobrnç por meio de cobrnçs dministrtivs, notifi cções n ftur, entre outrs. A Compnhi oferece diversos cnis de tendimento pr fcilitr o contto com o consumidor, dentre els, cll centers, lojs de tendimento presencil e internet. Outr importnte fonte de risco de crédito é ssocid às plicções fi nnceirs. A dministrção desses tivos fi nnceiros é efetud por meio de estrtégis opercionis com bse ns polítics e controles internos Estrtégis específi cs de mitigção de riscos fi nnceiros em tendimento à Polític de Gestão de Riscos Finnceiros do Grupo EDP - Energis do Brsil, são relizds periodicmente bseds ns informções As decisões sobre plicções fi nnceirs são orientds por um Polític de Gestão de Riscos Finnceiros d Compnhi, que estbelece condições e limites de exposição riscos de mercdo vlidos por gêncis especilizds. A polític determin níveis de concentrção de plicções em instituições fi nnceirs de cordo com o rting do bnco e o montnte totl ds plicções d Compnhi, de form mnter um A Administrção entende que s operções de plicções fi nnceirs contrtds não expõem Compnhi Instrumento fi nnceiro derivtivo pode ser identifi cdo desde que seu vlor sej infl uencido em função d fl utução d tx ou do preço de um instrumento fi nnceiro, não necessit de um investimento inicil ou é bem menor do que seri em contrtos similres e sempre será liquiddo em dt futur. Somente tendendo tods A Compnhi tem contrtdo um instrumento fi nnceiro derivtivo clssifi cdo como swp, que é um hedge ccounting de vlor justo com fi nlidde de proteger o pssivo reconhecido junto o Bnco de Investimento A efetividde deste contrto é de 100% sobre s exposições os riscos de txs d e vrições cmbiis, pois o derivtivo contrtdo estbelece um tx de câmbio e troc d tx Libor pr tx CDI, ns mesms condições e vlores contrtdos no fi nncimento com o BEI. O vlor do nocionl e os fl uxos de pgmentos e recebimentos do principl e dos juros são os mesmos pr o instrumento de hedge e pr posição cobert no reconhecimento inicil. Os gnhos e perds resultntes ds oscilções durnte o exercício O vlor justo dos derivtivos d Compnhi é clculdo internmente por meio d metodologi de vlor justo. Vrições no vlor justo do derivtivo são contbilizdos no resultdo juntmente com s vrições no item Em tendimento Instrução CVM nº 475/08, informção sobre instrumentos fi nnceiros derivtivos deve compreender rzão do objeto protegido, o vlor justo do instrumento, impcto nos resultdos d Compnhi durnte o exercício, ssim como crcterístics principis do objeto contrtdo. Esse detlhmento é visndo ssegurr liquidez, segurnç e rentbilidde. extríds dos reltórios de riscos. proporção equilibrd e menos sujeit perds. riscos signifi ctivos que futurmente possm gerr prejuízos mteriis Instrumentos finnceiros derivtivos esss crcterístics podemos clssifi cr um instrumento fi nnceiro como derivtivo. Europeu - BEI. contids nos derivtivos d Compnhi form registrds no Resultdo. que está sendo protegido. Swp Pont tiv Libor + 1,275% Pont pssiv 93,40% do CDI Totl Os efeitos de gnhos ou perds com os derivtivos prticdos pel Compnhi no exercício são: Gnhos e perds de instrumentos finnceiros derivtivos Resultdo Finnceiro Derivtivos com propósito de proteção Riscos cmbiis Totl O vencimento líquido dos derivtivos segue demonstrdo no qudro. Derivtivos Vencimento _ líquido 2014 (767) Após Receber demonstrdo no qudro bixo:

16 ção (Em milhres de reis, exceto qundo indicdo) Nocionl USD Nocionl R$ Vlor Justo Efeitos no Resultdo Descrição _ Contrprte Início Vencimento Posição Swp Ativo Bnco Goldmn Schs 09/02/ /02/2018 Libor 6M + 1,275 % Pssivo 93,40% do CDI Ativo Bnco Citibnk 19/03/ /02/2012 Libor + 4,375 %.. (97) Pssivo 104,69% do CDI (129) Ativo Bnco Citibnk 14/12/ /02/2012 Libor + 4,375 %.. (36) Pssivo 118,94% do CDI (48) Ativo Bnco JP Morgn 05/04/ /02/2012 Libor + 4,375 %.. (59) Pssivo 109,70% do CDI (78) Ativo Bnco JP Morgn 05/04/ /02/2012 Libor + 4,375 %.. (49) Pssivo 109,50% do CDI (62) Compromissos contrtuis e Grntis 30.1 Compromissos contrtuis Em 31 de dezembro de 2013, os compromissos ds obrigções de comprs e s responsbiliddes de locções opercionis (que não estão registrdos ns demonstrções fi nnceirs), são presentds por mturidde de vencimento, como segue: Entre Entre Acim Totl Até 1 no 1 e 3 nos 3 e 5 nos de 5 nos Responsbiliddes com locções opercionis Obrigções de compr Juros Futuros de Empréstimos, Finncimentos e Debêntures Os compromissos contrtuis referidos no qudro cim, estão vlor presente e refl etem essencilmente cordos e compromissos necessários pr o decurso norml d tividde opercionl d Compnhi. Pr os itens que não estão registrdos ns demonstrções fi nnceirs, foi utilizdo como tx de desconto, o custo médio de cpitl d Compnhi de 8,20%. As obrigções de compr referem-se, bsicmente, contrtos de longo przo que contemplm quisição de energi elétric pr revend Grntis Tipo de grnti oferecid Avl de cionist Depósito Cuciondo Finç Bncári Grntis em recebíveis Nots Promissóris Avl de cionist: o vl é grnti pessol do pgmento de um título de crédito. Nele, o grntidor promete pgr dívid, cso o devedor não o fç. Vencido o título, o credor pode cobrr indistintmente do devedor ou do vlist. O sldo de Avl de cionist, em su totlidde, refere-se os contrtos de seguros de vid. Depósito Cuciondo: são depósitos mntidos em cont reserv, em su miori, em cumprimento os contrtos de compr e vend de energi pr prticipção nos Leilões de energi d ANEEL. Finç Bncári: é um contrto por meio do qul instituição fi nnceir, que é fi dor, grnte o cumprimento d obrigção de seus clientes (fi nçdo) e poderá ser concedido em diverss modliddes de operções e em operções ligds o comércio interncionl. A fi nç nd mis é do que um obrigção escrit, cessóri, ssumid pel instituição fi nnceir. Do sldo totl, R$ são decorrentes de ções judiciis e R$ são vinculdos empréstimos e finncimentos. Grntis em recebíveis: o rtigo 28-A, d Lei Gerl de Concessões (Lei nº 8.987/95), explicit possibilidde ds concessionáris cederem, em cráter fi duciário, prcel de seus créditos opercionis como grnti dos contrtos de mútuo de longo przo, com przo médio de vencimento superior cinco nos, destindos investimentos n concessão. As concessionáris poderão ofertr seus recebíveis como grnti dos empréstimos tomdos pel concessionári, justndo-se o modelo de Securitizção de Recebíveis, em que o projeto é grntido pel receit opercionl futur gerd pelo próprio empreendimento, qundo em operção. Do sldo totl, R$ referem-se contrtos de compr e vend de energi e encrgos de uso d rede elétric e R$ são vinculdos empréstimos e fi nncimentos. Nots Promissóris: é um promess de pgmento pel qul o emitente se compromete diretmente com o benefi ciário pgr-lhe cert qunti em dinheiro. O sldo de Nots Promissóris, refere-se os contrtos de empréstimos e finncimentos. 31 Trnsções não envolvendo cix Em conformidde com o CPC 03 (R2) s trnsções de investimento que não envolvem o uso de cix ou equivlentes de cix não devem ser incluíds n demonstrção dos fl uxos de cix. No exercício Compnhi relizou cpitlizção de encrgos de dívids o intngível no vlor de R$5.828 e constituição de dividendos pgr no vlor de R$45.395, tividdes ests que não envolverm movimentção de cix e, portnto, não está refletid n demonstrção do fl uxo de cix. 32 Cobertur de seguros A Compnhi mntém contrtos de seguros com coberturs determinds por orientção de especilists, levndo em cont nturez e o gru de risco, por montntes considerdos sufi cientes pr cobrir eventuis perds signifi ctivs sobre seus tivos e responsbiliddes. As premisss de riscos dotds, dd su nturez, não fzem prte do escopo de um revisão ds demonstrções fi nnceirs e, consequentemente, não form nlisds pelos uditores independentes. Os principis vlores em risco com coberturs de seguros são: Subestções Almoxrifdos Prédios e conteúdos (próprios) Prédios e conteúdos (terceiros) Trnsportes (mteriis) Trnsportes (veículos) Acidentes pessois A controldor EDP - Energis do Brsil, detém Compnhi como cossegurd em su pólice de seguro de Responsbilidde civil. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO An Mri Mchdo Fernndes Presidente Miguel Nuno Simões Nunes Ferreir Sets Vice-Presidente Luiz Otvio Assis Henriques Conselheiro Miguel Dis Amro Conselheiro Michel Nunes Itkes Conselheiro Crlos Emnuel Bptist Andrde Conselheiro Pompeu Freire de Mesquit Conselheiro DIRETORIA Miguel Dis Amro Diretor-Presidente, de Sustentbilidde e Finnceiro e de Relções com Investidores Agostinho Gonçlves Brreir Diretor Técnico e de Ambiente Michel Nunes Itkes Diretor Comercil Crlos Sérgio Slgueir Mrtins Diretor de Gestão de Ativos e Administrtivo Donto Silv Filho Diretor de Regulção André Luís Nunes de Mello Almeid Diretor Tributário, Consolidção e Contbilidde Elis Seko Ishizk Turci TC - CRC 1SP137290/O-8 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administrdores e Acionists Exminmos s demonstrções fi nnceirs d ( Compnhi ) que compreendem o blnço ptrimonil em 31 de dezembro de 2013 e s respectivs demonstrções do resultdo, do resultdo brngente, ds mutções do ptrimônio líquido e dos fl uxos de cix pr o exercício fi ndo ness dt, ssim como o resumo ds principis polítics contábeis e s demis nots explictivs. Responsbilidde d dministrção sobre s demonstrções finnceirs A dministrção d Compnhi é responsável pel elborção e dequd presentção desss demonstrções fi nnceirs de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil e s norms interncionis de reltório fi nnceiro (IFRS) emitids pelo Interntionl Accounting Stndrds Bord (IASB), e pelos controles internos que el determinou como necessários pr permitir elborção de demonstrções fi nnceirs livres de distorção relevnte, independentemente se cusd por frude ou por erro. Responsbilidde dos uditores independentes Noss responsbilidde é de expressr um opinião sobre esss demonstrções fi nnceirs com bse em noss uditori, conduzid de cordo com s norms brsileirs e interncionis de uditori. Esss norms requerem o cumprimento de exigêncis étics pelo uditor e que uditori sej plnejd e executd com o objetivo de obter segurnç rzoável de que s demonstrções finnceirs estão livres de distorção relevnte. Um uditori envolve execução de procedimentos seleciondos pr obtenção de evidênci respeito dos vlores e ds divulgções presentdos ns demonstrções fi nnceirs. Os procedimentos seleciondos dependem do julgmento do uditor, incluindo vlição dos riscos de distorção relevnte ns demonstrções fi nnceirs, independentemente se cusd por frude ou por erro. Ness vlição de riscos, o uditor consider os controles internos relevntes pr elborção e dequd presentção ds demonstrções fi nnceirs d Compnhi pr plnejr os procedimentos de uditori que são propridos ns circunstâncis, ms não pr expressr um opinião sobre efi cáci desses controles internos d Compnhi. Um uditori inclui tmbém vlição d dequção ds polítics contábeis utilizds e rzobilidde ds estimtivs contábeis feits pel dministrção, bem como vlição d presentção ds demonstrções finnceirs tomds em conjunto. Acreditmos que evidênci de uditori obtid é suficiente e proprid pr fundmentr noss opinião. Opinião Em noss opinião, s demonstrções fi nnceirs cim referids presentm dequdmente, em todos os spectos relevntes, posição ptrimonil e fi nnceir d em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de sus operções e os seus fl uxos de cix pr o exercício fi ndo ness dt, de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil e s norms interncionis de reltório fi nnceiro (IFRS) emitids pelo Interntionl Accounting Stndrds Bord (IASB). Outros ssuntos Informção suplementr - demonstrção do vlor diciondo Exminmos, tmbém, demonstrção do vlor diciondo (DVA) referente o exercício fi ndo em 31 de dezembro de 2013, preprd sob responsbilidde d dministrção d Compnhi, cuj presentção é requerid pel legislção societári brsileir pr compnhis berts, e como informção suplementr pels IFRS que não requerem presentção d DVA. Ess demonstrção foi submetid os mesmos procedimentos de uditori descritos nteriormente e, em noss opinião, está dequdmente presentd, em todos os seus spectos relevntes, em relção às demonstrções finnceirs tomds em conjunto. Auditori dos vlores correspondentes o exercício nterior O exme ds demonstrções fi nnceirs do exercício fi ndo em 31 de dezembro de 2012 foi conduzido sob responsbilidde de outros uditores independentes, que emitirm reltório de uditori, com dt de 2 de mio de 2013, sem resslvs. PricewterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 São Pulo, 26 de fevereiro de 2014 Vldir Rento Coscodi Contdor CRC 1SP165875/O-6

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