Indústria de Materiais e Equipamentos

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1 Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos Edição

2 Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

3 Perfil da Cadeia Produtivada da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos Equipe DIRETOR DO PROJETO: SUPERVISOR: DIRETOR DE CONTROLE COORDENADOR: CORPO TÉCNICO: Cesar Cunha Campos Ricardo Simonsen Antônio Carlos Kfouri Aidar Fernando Garcia Ana Maria Castelo Ana Lélia Magnabosco Sergio Camara Bandeira

4 2010 Índice Equipe Destaques A Cadeia Produtivada da Construção Crise e cooperação: governo e iniciativa privada juntos na superação das dificuldades Manutenção da rota 2. A cadeia da construção em 2009: sustentação da economia Na crise, um ano de crescimento Falta de mão de obra Arrecadação crescente 3. Crise e crescimento: um ano para recuperar o fôlego Queda e recuperação Norte e Nordeste lideram expansão Déficit comercial à vista 4. As despesas com moradia do brasileiro: os resultados da POF Perfis da Indústria de Materiais e de Equipamentos Aços longos Cimento Concreto e Fibrocimento Lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Material elétrico Material plástico Metais sanitários e Válvulas Produtos cerâmicos Tintas e vernizes Vidro Máquinas e equipamentos para construção 6. Conheça a cadeia da construção Elos da produção Metodologia Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

5 Destaques Participação no PIB Em 2009, a cadeia produtiva da construção representou 9,2% do PIB brasileiro, totalizando investimentos de R$ 244 bilhões. Em números absolutos, a cadeia foi responsável por um valor agregado de R$ 224 bilhões no ano passado, ou 8,3% do PIB do país. Crescimento e investimento Entre 2008 e 2009, o valor adicionado da cadeia produtiva (em outras palavras, o PIB setorial) da construção cresceu 4,5% em termos nominais. O crescimento do PIB da cadeia ficou 2,7 pontos percentuais acima do IGP-DI (de 1,8%) e 1,2 ponto percentual superior à variação do INCC. Ano ruim A crise do final de 2008 afetou a indústria de materiais de forma mais intensa que os demais elos da cadeia da construção. Em 2009, o valor adicionado da indústria de materiais caiu 4,9%. Vendas em recuperação Em termos acumulados, contudo, a indústria demonstrou continuidade em relação às perspectivas de crescimento acelerado. Entre 2005 e 2009, a indústria de materiais já acumulou ganho de 43,7% de valor adicionado, o que equivale a uma taxa anual de 9,5%. O emprego já aumentou 12,5% nesses quatro anos. Construção civil No mesmo período, o PIB da construção civil, elemento central da cadeia produtiva, registrou um crescimento de 7,2% 3,8 pontos percentuais acima da variação do INCC. O valor adicionado das construtoras aumentou 9,6% em termos nominais no ano de Desenvolvimento regional O ritmo de expansão do setor tem sido bem mais intenso nas regiões Norte e Nordeste do país, que gradativamente aumenta sua participação do total das vendas de materiais de construção. Em 2005, essas duas regiões respondiam por 22,6% do mercado nacional. Essa participação chegou a 26,4% em Alta arrecadação Enquanto a carga tributária foi reduzida de 20,9% para 20,5% do valor adicionado da cadeia da construção entre 2008 e 2009, a receita tributária cresceu 2,5%, taxa que superou o IGP-DI em 0,7 ponto percentual. Importações preocupam Em 2009, as importações superaram as exportações em R$ 1,1 bilhão, o equivalente a 21,9% do déficit comercial do ano. Estima-se que, em 2010, as importações de materiais de construção cheguem R$ 5,1 bilhões, superando as exportações de R$ 2,8 bilhões e gerando um déficit comercial de R$ 2,3 bilhões. 05

6 O Perfil da Cadeira Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais é uma publicação fruto da parceria de cinco anos entre a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção e a Fundação Getulio Vargas. Ela analisa anualmente o desempenho da cadeia produtiva da construção e tornou-se uma referência para todos os interessados não apenas em obter informações setoriais, mas em entender de forma mais ampla os rumos da economia brasileira. De fato, desde a publicação do primeiro caderno, em 2006, a economia brasileira reencontrou a rota do crescimento e, para compreender essa trajetória, é necessário obrigatoriamente avaliar o papel da construção. A crise financeira internacional resultou numa recessão global e afetou em menor intensidade a economia brasileira. Em meados de 2009, o setor da construção já apresentava sinais de recuperação, resultado da conjunção de uma política anticíclica acertada entre o governo e a iniciativa privada que levou a uma gradual melhoria do cenário macroeconômico brasileiro. O governo federal criou o Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC), onde a ABRAMAT teve papel fundamental na orientação das políticas macroeconômicas a serem adotadas para contornar as dificuldades. As medidas englobaram desonerações, aumento de crédito e programas de investimento. Essas medidas, somadas à redução da taxa de juros básica da economia, contribuíram para a recuperação do consumo e para o fortalecimento na confiança do retorno do crescimento. Nesta edição, além das informações estatísticas e análises usuais, a publicação traz um resumo das informações da Pesquisa de Orçamento Familiar , do IBGE. Essa pesquisa dá um retrato do comportamento de consumo e de investimento das famílias brasileiras, por faixa de renda mensal e região. A análise desses dados traça o perfil preciso das despesas com moradia do brasileiro aquisição, reforma, prestação, aluguel etc., o que contribui para um melhor entendimento das questões habitacionais do país. Outra novidade da publicação é a análise dos indicadores de comércio internacional de materiais de construção, que alerta para a perda de competitividade. Em razão de mudanças na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), as estimativas históricas de todos os setores foram revistas. Pelo mesmo motivo, as informações referentes ao segmento de fios e cabos passaram a fazer parte do setor de materiais elétricos. Na edição passada do Perfil da Cadeia da Construção, esse segmento aparecia em separado. A mudança também permitiu a inclusão na lista dos segmentos analisados em detalhe da indústria de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação e da indústria de máquinas e equipamentos para a construção. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

7 Construção Indústria de materiais Comércio de materiais Serviços PIB e ocupação na cadeia da construção, 2009 Máquinas e equipamentos Outros fornecedores Total da Cadeia Demais canais 51% Varejo 49% Demais 16% Exterior 4% Brasil 96% PIB Pessoal ocupado R$ Milhões (%) Pessoas (%) ,2% 18,0% 9,1% 7,7% 2,2% 1,7% 100,0% Famílias 49% Centro-oeste 8% Sul 17% Sudeste 48% Norte 6% 69,3% 6,1% 8,1% 5,0% 0,5% 10,9% 100,0% - proprietários e sócios, empregados com e sem carteira de trabalho e trabalhadores por contra própria; média do ano. Vendas de materiais de construção, Por canal de distribuição 3. Por destino (1) Fonte FGV Nota: (1) inclui apenas bens produzidos no Brasil. 2. Por consumidor final 4. Por região no país Construtoras 35% Nordeste 21% 07

8 Em 2005, após um longo período de instabilidade e estagnação da economia brasileira, a construção iniciou um ciclo virtuoso de crescimento baseado na expansão dos investimentos habitacionais e em infraestrutura. Esse processo teve seu auge em outubro de 2008, quando então se verificou uma queda nas atividades em decorrência da crise mundial. Durante seis meses, os números da construção indicaram recuo acentuado, mas logo em maio de 2009 voltaram a crescer, recuperando gradualmente o processo de crescimento interrompido com a crise. Em 2010, a quase totalidade dos indicadores já superava as marcas positivas de A recuperação das atividades em 2009 e 2010 foi resultado da conjunção de uma política anticíclica acertada entre o governo e a iniciativa privada que levou a uma gradual melhoria do cenário macroeconômico brasileiro. O governo federal criou o Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC), com o intuito de acordar com os setores empresariais o conjunto de medidas mínimas que garantissem a manutenção do emprego e da renda. Essas medidas englobaram desonerações, aumento de crédito e programas emergenciais de investimento que compensassem o choque negativo de expectativas observado ao final de Paralelamente, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa de juros básica da economia, o que contribuiu para a recuperação do consumo e para o fortalecimento na confiança do retorno do crescimento. Quatro fatores foram muito relevantes para a cadeia da construção: o aumento do crédito, a queda na taxa de juros, a aceleração das obras públicas incluindo aquelas elencadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e no programa minha casa minha vida (PMCMV) a redução de impostos. A expansão de crédito dos bancos públicos, particularmente da CEF e do BNDES, compensou a restrição de recursos dos bancos privados causada pela crise financeira internacional. Isso foi fundamental naquele momento porque, sem o suprimento adequado de crédito, as construtoras poderiam interromper o ritmo de vendas e de produção, com consequências sobre toda a cadeia. As despesas públicas em alta mantiveram o nível de atividades da construção elevado. A redução da taxa de juros, por sua vez, não só compensou a perda de atratividade dos investimentos, causada pela expectativa de recessão ao final de 2008, como elevou o ritmo de captação das cadernetas de poupança. Esse movimento irrigou o crédito imobiliário, dando velocidade às vendas. Note-se que os desembolsos das cadernetas de poupança cresceram ao longo de 2009 atingindo nível recorde: em 2009, o número de unidades financiadas pelo SFH foi de quase 690 mil, o maior da história brasileira. A manutenção da desoneração do IPI, e a redução do PIS e COFINS das obras do Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

9 PAC, mais uma vez mostraram seu efeito positivo sobre o investimento e o crescimento econômico. No programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, o Regime Especial Tributário teve redução de seis pontos percentuais nos tributos federais (PIS, COFINS, CSLL e IRPJ) das unidades habitacionais direcionadas às famílias de baixa renda. Isso contribuiu para reduzir custos e viabilizar os imóveis de interesse social. Além das alterações de políticas, vale destacar o fato de os níveis de emprego e de renda da economia brasileira terem se mantido elevados e em crescimento, a despeito da crise internacional. Isso permitiu a redução do desemprego, o aumento da massa de salários e o consequente crescimento do consumo e do investimento das famílias. Em dezembro de 2009, a taxa de desemprego aberto do país atingiu 6,8% da população economicamente ativa, o menor índice desde o início da série, em março de O rendimento médio das pessoas ocupadas cresceu quase 10% (5,6 pontos percentuais acima da inflação). No momento em que as exportações caiam de forma acentuada queda de 14,5% entre 2008 e 2009, a manutenção da despesa doméstica foi fundamental para manter a economia aquecida e evitar a recessão. As dificuldades causadas pela crise financeira internacional afetaram o desempenho da cadeia da construção no ano passado, mas não interferiram na trajetória de longo prazo. Estima-se que o investimento bruto em construção tenha atingido a cifra de R$244 bilhões em 2009, valor semelhante ao verificado em Quando se considera apenas o valor das obras contido nesses investimentos, ou seja, quando se exclui o valor das máquinas e equipamentos incorporados nos empreendimentos, o valor do investimento em construção cresceu 2,4% entre 2008 e Com isso, o crescimento dos últimos cinco anos foi bastante positivo. O investimento bruto em construções passou de R$ 168 bilhões, em 2005, para R$ 244 bilhões, em 2009, indicando expansão de 10,3% ao ano. Isso equivale a uma taxa de crescimento anual 5,2 pontos percentuais superior à da variação do IGP-DI no período. Nos últimos quatro anos, os empregos na cadeia da construção aumentaram 4% ao ano, atingindo uma cifra superior a 10 milhões de ocupados em O PIB da cadeia da construção foi R$ 224 bilhões em 2009, um valor 48,5% superior ao de O valor adicionado pela indústria de materiais e equipamentos de construção aumentou 42,5% entre 2005 e 2009, o que equivale a uma taxa de crescimento real de 4,2% ao ano no mesmo período. 09

10 A cadeia da construção foi responsável por um valor adicionado de R$ 224,3 bilhões em Esse volume representou 8,3% do PIB brasileiro. O investimento bruto em construção totalizou R$ 244 bilhões, o que equivale a 9,2% do PIB. O número de ocupados superou pela primeira vez nos últimos 25 anos a cifra de 10 milhões de pessoas, o que correspondeu a mais de 10% dos postos de trabalho no país. Tabela 2.1 Produção, renda e ocupação na cadeia da construção, 2009, R$ milhões Elos de produção Indústria Outros Construção elos (A) de materiais(c) civil (D) Valor adicionado bruto, PIB Remunerações Excedente operacional bruto e rendimento misto bruto Outros impostos sobre a produção e subsídios Consumo intermediário Valor da produção Fator trabalho* (ocupações) de máquinas e equipamentos (B) As atividades de construção foram responsáveis pela maior parcela do valor agregado na cadeia, R$ 137,4 bilhões (ou 61,2% do total), cifra correspondente a 5,1% do PIB brasileiro de A indústria de materiais e equipamentos de construção, por sua vez, respondeu por 1,7% do PIB do país em 2009, o que significa um valor adicionado de R$ 45,3 bilhões, ou 20,2% do PIB da cadeia da construção. As atividades de comércio e serviços apresentaram participações no valor adicionado da cadeia de 9,1% e 7,7%, respectivamente. Em relação a 2008, o valor adicionado na cadeia da construção cresceu 4,5%, uma taxa superior à inflação. Em 2009, o crescimento da cadeia ficou 2,7 pontos percentu Total de cadeia (A+B+C+D). (*) inclui proprietários e sócios, empregados com e sem carteira de trabalho e trabalhadores por conta própria; média no ano Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

11 ais acima do IGP-DI (de 1,8%) e 1,2 ponto percentual superior à variação do INCC (de 3,3%). A taxa de crescimento caiu em relação às dos anos anteriores, mas permaneceu positiva e superior à inflação. Isso foi resultado do vigor do processo de crescimento econômico do país e das políticas adotadas para evitar uma recessão aguda. As atividades de construção foram as responsáveis por esse desempenho positivo. O valor da adicionado da construção cresceu 7,2% 3,8 pontos percentuais acima da variação do INCC. O ritmo de expansão foi ainda mais forte no segmento das construtoras: estima-se que o valor adicionado desse segmento da construção tenha crescido 9,6% em termos nominais no ano de As atividades de autoconstrução, autogestão e reformas cresceram menos (3,9%), mas ainda acima da inflação. O crescimento real do valor adicionado justifica o crescimento de 2,5% no número de postos de trabalho na cadeia da construção ao longo de O aumento do emprego foi bastante forte nas atividades de construção, onde foram abertos 240 mil postos de trabalho na média do ano. As construtoras, cuja atividade cresceu de forma cadenciada ao longo de 2009, foram responsáveis por 154 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, o equivalente a 7% de sua força de trabalho em Também cresceram de forma expressiva as remunerações: 10,7% entre 2008 e Considerando a variação de 4,1% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a expansão das remunerações gerou um ganho real de renda de 6,3% na cadeia da construção e um aumento da remuneração média de 3,7%. Esse valor ficou acima do aumento da produtividade do trabalho na economia brasileira em 2009, estimada em 3,1%. A expansão vertiginosa do setor significou 1,458 milhão de novos empregos em relação ao ano de Nessa comparação, as construtoras deram a maior contribuição na geração de postos de trabalho: 737 mil, o que equivale a um crescimento da demanda por mão de obra de 0,78% ao mês. E esse ritmo acelerou-se em Na comparação dos dados de junho de 2010 contra janeiro de 2007, o número de empregados com carteira assinada das construtoras cresceu à taxa de 1% ao mês. Esse padrão de crescimento, a redução da taxa de desemprego aberto no país e o aumento por trabalho em todos os setores da economia tornaram a falta de mão de obra qualificada um grande problema para a construção. 11

12 A despeito das medidas de desoneração, o grande volume de produção da cadeia produtiva da construção significou um aumento da receita tributária em Em 2008, estima-se que toda a cadeia tenha arrecadado R$ 44,8 bilhões em impostos e contribuições. O valor de arrecadação saltou para R$ 45,9 bilhões em 2009, indicando um crescimento de 2,5%. Essa taxa superou o IGP-DI em 0,7 ponto percentual, proporcionando ganho real de arrecadação para o Estado. Não obstante, a carga tributária, indicador que mede a parcela do valor adicionado que vai para o governo, caiu de 20,9% para 20,5% do valor adicionado da cadeia da construção entre 2008 e Esse fato revela que as desonerações, ao incentivarem a produção e o emprego, têm surtido efeito positivo sobre a própria arrecadação global de tributos sobre a cadeia. Em valores absolutos, a cadeia da construção recolheu aos cofres públicos em 2009 um total de R$ 45,9 bilhões. Desse valor, R$ 27,6 bilhões referiam-se a impostos sobre a renda e a propriedade e R$ 18,3 bilhões, a impostos sobre a produção e importação. A construção civil, responsável por 61,2% do valor adicionado, recolheu R$ 26 bilhões, ou 18,9% do valor adicionado. A indústria de materiais recolheu R$ 11 bilhões, contribuindo com uma parcela maior do seu PIB (27,4%). Impostos Tabela 2.2 Carga tributária na cadeia da construção, 2009, R$ milhões Elos de produção Indústria Outros Construção elos (A) de máquinas e de materiais(c) civil (D) equipamentos (B) Impostos sobre produção e importação Impostos sobre renda e propriedade Receita tributária Carga tributária sobre o PIB ,8% ,2% ,4% ,9% Total de cadeia (A+B+C+D) ,5% Fonte FGV Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

13 Valor adicionado na cadeia da construção, em R$ milhão Arrecadação de impostos, em R$ milhão Investimento em construção, em R$ milhão Pessoal ocupado* (pessoas) (*) Proprietários e sócios, empregados com ou sem carteira e trabalhadores autônomos. 13

14 Em 2009, as vendas líquidas da indústria de materiais, máquinas e equipamentos para construção alcançaram R$ 109,5 bilhões. Desse valor, a indústria de materiais respondeu por 87,6% e a de máquinas e equipamentos para construção por 12,4%. O PIB gerado por essas indústrias somou R$ 45,2 bilhões 89,3% desse valor na indústria de materiais. Ao total, essas empresas mantiveram 662 mil postos de trabalho ao longo do ano, sendo 93% deles na indústria de materiais. A indústria de máquinas e equipamentos tem participação maior no PIB e menor no emprego, indicando a maior relação de valor adicionado por trabalhador. Apesar de refletir um resultado bastante elevado para os padrões dos últimos 25 anos, as vendas e o PIB gerado em 2009 ficaram abaixo dos valores obtidos em O valor adicionado da indústria de materiais caiu 4,9% e o da indústria de máquinas e equipamentos para construção, 0,8%. Seguindo essa tendência, o número de empregados recuou em 2009: 1,8% no caso da indústria de materiais e 3,6% no caso da indústria de máquinas e equipamentos. Apesar disso, a massa de salários e contribuições sociais pagos pela indústria cresceu em relação ao ano anterior. No caso dos materiais de construção, o crescimento das remunerações foi de 4,7% e, no caso das máquinas e equipamentos, de 2,7%. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

15 Tabela 3.1 Produção, renda e ocupação na indústria de materiais, 2009, R$ milhões Segmentos Indústrias de materiais de construção Extração de pedra, areia e argila Desdobramento de madeira Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado - exceto móveis Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e afins Fabricação de produtos de material plástico Fabricação de vidro e de produtos do vidro Fabricação de cimento Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e estuque Fabricação de produtos cerâmicos Aparelhamento de pedras e fabricação outros produtos de minerais não metálicos Produção de ferro-gusa e de ferroligas Siderurgia Fabricação de tubos - exceto em siderúrgicas Metalurgia de metais não ferrosos Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada Fabricação de tanques, caldeiras e reservatórios metálicos Fabricação de produtos diversos de metal Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Indústrias de máquinas e equipamentos para construção Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas manuais Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral Fabricação de máquinas e equipamentos de usos na construção Total Vendas líquidas* Valor Pessoal (%) adicionado (%) ocupado** (%) 87,6% 3,1% 0,5% 3,2% 3,4% 4,6% 1,4% 11,6% 8,2% 8,1% 4,3% 3,3% 12,9% 2,0% 3,3% 7,1% 0,5% 0,4% 1,6% 7,5% 0,6% 12,4% 1,8% 3,8% 6,9% 100,0% ,3% 4,0% 0,6% 3,9% 2,8% 4,1% 1,7% 13,2% 7,5% 9,4% 4,8% 3,7% 14,0% 1,5% 2,5% 7,4% 0,4% 0,3% 1,6% 5,4% 0,4% 10,7% 2,1% 3,3% 5,3% 100,0% ,0% 7,9% 2,0% 7,1% 1,6% 6,2% 1,1% 2,2% 12,6% 20,9% 5,7% 0,7% 2,1% 0,9% 1,0% 14,0% 0,4% 0,5% 0,9% 4,5% 0,7% 7,0% 1,8% 3,1% 2,1% 100,0%. Nota: (*) não inclui vendas de materiais importados; (**) com carteira de trabalho; média do ano. (1) inclui tubos e conexões, acessórios sanitários, revestimentos e esquadrias de plástico. (2) inclui tijolos, ladrilhos, telhas e louças sanitárias. (3) Tubos de aço com costura. (4) Inclui tubos e perfis de cobre e alumínio. (5) Inclui esquadrias. (6) Inclui pregos, parafusos, calhas, pias e cubas. (7) Inclui fios e cabos elétricos para uso em construção. (8) Inclui fechaduras, dobradiças e cadeados. 15

16 Em termos acumulados, contudo, a indústria demonstrou continuidade em relação às perspectivas de crescimento acelerado. Entre 2005 e 2009, a indústria de materiais já acumulou ganho de 43,7% de valor adicionado, o que equivale a uma taxa anual de 9,5%. O emprego já aumentou 12,5% nesses quatro anos. Evolução das vendas mensais de materiais de construção, R$ bilhões* e Abramat (* )em valores correntes Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

17 Além desse fato, vale destacar a recuperação das atividades na indústria desde meados de Essa retomada levou o setor ao patamar de vendas superior a R$ 9 bilhões por mês a partir de março de Mesmo com a crise, a indústria de materiais registra crescimento das vendas impressionante: de janeiro de 2007 a julho de 2010 as vendas de materiais aumentaram à taxa de 1,2% ao mês! Esse patamar é comparável ao ritmo de expansão do emprego com carteira assinada nas construtoras (de 1% ao mês na mesma comparação). Nesse sentido, o período de crise pode ser visto como o tempo necessário para uma recuperação de fôlego e planejamento do futuro. O ritmo de expansão do setor tem sido bem mais intenso nas regiões Norte e Nordeste do país, que gradativamente aumenta sua participação do total das vendas de materiais de construção. Em 2005, essas duas regiões respondiam por 22,6% do mercado nacional. Essa participação chegou a 26,4% em As unidades da Federação com maiores taxas de crescimento das vendas entre 2005 e 2009 foram: Paraíba, Rondônia, Roraima, Maranhão e Piauí. Com exceção de três Estados (Amazonas, Tocantins e Amapá), todos registraram crescimento superior a 10% ao ano nesse período. Ainda assim, a maior parte das vendas ainda se concentra no Sudeste brasileiro (48%). As vendas no comércio varejista, que representam 49% das vendas totais, cresceram a um ritmo ainda mais elevado: 10,8% ao ano entre 2005 e O ranking dos Estados por volume de vendas no comércio varejista é liderado por São Paulo, seguido de Minas Gerais, os dois mais populosos. Chama a atenção o fato de o Paraná já figurar como o terceiro em vendas no varejo, acima do Rio de Janeiro que ainda é o terceiro no ranking de vendas totais (varejo, atacado e vendas diretas às construtoras). 17

18 Segmentos Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Tabela 3.2 Distribuição regional da indústria de materiais, 2009 Vendas líquidas* R$ bilhão** 5,293 1,056 0,439 0,922 0,177 1,935 0,206 0,558 20,119 1,901 0,957 4,494 1,118 1,060 3,454 0,960 0,969 5,206 46,473 11,626 2,400 7,335 25,113 16,772 7,126 3,414 6,232 7,743 1,014 1,197 3,121 2,411 96,400 Empregados (%) com carteira (%) 5,5% 1,1% 0,5% 1,0% 0,2% 2,0% 0,2% 0,6% 20,9% 2,0% 1,0% 4,7% 1,2% 1,1% 3,6% 1,0% 1,0% 5,4% 48,2% 12,1% 2,5% 7,6% 26,1% 17,4% 7,4% 3,5% 6,5% 8,0% 1,1% 1,2% 3,2% 2,5% 100,0% ,4% 0,8% 0,1% 0,9% 0,1% 2,2% 0,1% 0,4% 12,4% 0,9% 0,7% 2,1% 1,0% 1,0% 2,6% 0,3% 0,7% 3,0% 53,3% 13,8% 4,4% 5,6% 29,4% 24,7% 8,7% 9,1% 6,9% 5,2% 0,8% 1,6% 2,4% 0,5% 100,0%. (*) vendas líquidas; não inclui a indústria de máquinas e equipamentos para a construção; produtos nacionais e importados. (**) valores correntes. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

19 Tabela 3.3 Ranking regional nas vendas de materiais de construção*, R$ milhão**, 2009 Ordem UF São Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro Paraná Rio Grande do Sul Bahia Ceará Pernambuco Santa Catarina Goiás Distrito Federal Espírito Santo Pará Maranhão Mato Grosso Rio Grande do Norte Paraíba Rondônia Mato Grosso do Sul Sergipe Alagoas Piauí Amazonas Tocantins Acre Amapá Roraima Brasil Vendas totais , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,9 969,3 960,3 956,9 922,3 557,6 439,1 206,3 176, ,8 São Paulo Minas Gerais Paraná Rio Grande do Sul Rio de Janeiro Ceará Bahia Pernambuco Goiás Santa Catarina Distrito Federal Espírito Santo Maranhão Pará Mato Grosso Rondônia Alagoas Rio Grande do Norte Mato Grosso do Sul Piauí Sergipe Paraíba Amazonas Tocantins Acre Amapá Roraima Vendas no varejo. (*) vendas líquidas; não inclui a indústria de máquinas e equipamentos para a construção; produtos nacionais e importados. (**) em valores correntes. UF , , , , , , , , , , , ,9 962,5 826,8 531,9 526,7 506,6 461,7 432,7 426,3 424,7 397,9 374,2 224,3 222,2 108,8 69, ,6 19

20 Tabela 3.4 Crescimento das vendas*, 2005 a 2009, (%) ao ano Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Vendas totais 9,8% 20,2% 12,7% 7,1% 17,8% 9,3% 6,7% 0,2% 14,6% 17,6% 17,2% 16,9% 13,3% 20,3% 15,5% 13,9% 15,1% 10,4% 8,8% 11,8% 9,2% 8,6% 7,6% 6,0% 5,1% 11,3% 4,6% 7,1% 8,9% 8,6% 5,6% 7,8% 9,3% Comércio varejista 12,3% 15,4% 17,2% 10,8% 18,0% 9,9% 14,5% 10,5% 14,6% 16,8% 14,1% 19,4% 12,5% 13,5% 13,0% 17,9% 14,3% 10,6% 10,7% 10,0% 10,5% 8,2% 11,7% 7,5% 5,6% 15,2% 7,0% 9,7% 12,8% 9,0% 8,1% 11,3% 10,8%. (*) vendas líquidas em R$ correntes; não inclui a indústria de máquinas e equipamentos para a construção; produtos nacionais e importados. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

21 O grande aumento do consumo de materiais tem sido acompanhado da expansão da produção e da capacidade instalada na indústria. A valorização cambial, contudo, tem alterado de forma rápida o balanço externo do setor. Em 2005, a indústria de materiais de construção exportava produtos no valor de R$ 6,8 bilhões e o comércio de materiais e as construtoras importavam bens no valor R$ 3,8 bilhões. O saldo comercial era positivo em R$ 3 bilhões o que representava 1,6% do saldo comercial brasileiro. Em 2009, as importações superaram as exportações em R$ 1,1 bilhão, o equivalente a 21,9% do déficit comercial do ano. Estima-se que, em 2010, as importações de materiais de construção cheguem R$ 5,1 bilhões, superando as exportações de R$ 2,8 bilhões e gerando um déficit comercial de R$ 2,3 bilhões. Evolução do comércio exterior de materiais de construção, R$ bilhões*. (*) em valores correntes. 21

22 Vendas da indústria de materiais, em R$ milhão* Valor Nota: (*) líquidas; não inclui i importações. Valor adicionado da indústria de materiais, em R$ milhão Valor Pessoal ocupado** pessoas Nota: (**) empregados com carteira, média do ano. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

23 Recentemente o IBGE divulgou os dados da Pesquisa de Orçamento Familiar de As informações coletadas abrangeram uma amostra ampla de famílias em todas as regiões do país e na pesquisa foram levantados os valores de despesas, renda e movimentação patrimonial das famílias brasileiras, com um grau de detalhamento inédito. Nesta seção, serão apresentados os principais dados dessa pesquisa, destacando as despesas das famílias brasileiras em moradia, discriminadas em aquisição de imóvel, despesas com reformas e pagamento de prestação e aluguel. A Tabela 4.1 apresenta os valores do investimento em moradias realizado pelas famílias brasileiras no período de 12 meses da pesquisa (julho de 2008 a junho de 2009). Esses valores incluem as despesas com aquisição e com reformas. Nesse período, as despesas com moradias do brasileiro atingiram R$ 105,4 bilhões, o que correspondeu a 3,4% do PIB na média do período. Na média de 2002 e 2003, quando foi realizada a POF anterior, o investimento em moradia do brasileiro representava 2,6% do PIB. Esse volume de recursos representou 49,3% do investimento em construções do país e 18,9% de toda a formação bruta de capital na média de 2008 e Desse valor, 40,8% foram de responsabilidade de famílias com renda superior a R$ 6.225, as quais representam apenas 9% da sociedade brasileira. As faixas de famílias com renda média, que compreende aquelas com rendimento médio mensal entre R$ e R$ 6.225, representam 22,6% da população e responderam por 32,6% do investimento. As famílias de renda média baixa ou renda baixa, com participação de 68,4% na população brasileira, foram responsáveis por apenas 16,3% do investimento. A Tabela 4.2 mostra a distribuição desses valores entre despesas com aquisição de imóvel (novo ou usado) e despesas com reformas da moradia, por unidade da Federação. Dos R$ 105,4 bilhões investidos em moradias, 69% corresponde às despesas de aquisição e 31% às despesas com reformas R$ 72,6 bilhões e R$ 32,8 bilhões, respectivamente. O Sudeste foi responsável por 47,5% das despesas com moradia das famílias, uma participação muito próxima da verificada nas vendas do comércio varejistas. São Paulo que lidera as vendas de materiais de construção, seja no comércio varejista (26,7%) seja na totalidade dos canais de distribuição (26,1%), também é a unidade da Federação com maior participação nos investimentos, mas numa proporção relativamente menor (22,4%). 23

24 Tabela 4.1 Investimento em moradias em 12 meses, , R$ milhão Unidades da Federação e regiões Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Fonte: IBGE. Total Até Despesas monetária e não monetária média mensal familiar (R$ milhões) Classes de rendimento total e variação patrimonial mensal familiar Mais de 830 a Mais de 1245 a Mais de 2490 a Mais de 4150 a Com o aumento dos investimentos em moradia dos brasileiros, o estoque de capital habitacional passou a crescer num ritmo bem mais acelerado. Entre 2008 e 2009, o crescimento foi de 4,4%, fazendo o estoque de capital habitacional por brasileiro crescer ao ritmo de 3,4%, o maior dos últimos 20 anos. Mais de a Mais de Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

25 Evolução do estoque de capital habitacional, R$ bilhões 2,25 2,20 2,15 2,10 2,05 2,00 1,95 1,90 1,85 1,80 Tabela 4.2 Investimento em moradias em 12 meses, , por tipo, R$ milhão e (%) Unidades da Federação e regiões Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Fonte: IBGE 1,94 Total ,00 (%) 2,06 4,8% 1,0% 0,2% 0,4% 0,0% 2,6% 0,1% 0,5% 14,6% 2,4% 0,5% 1,3% 0,5% 0,8% 2,2% 0,4% 0,6% 5,8% 47,4% 13,4% 2,8% 8,8% 22,4% 25,5% 9,9% 6,9% 8,7% 7,7% 1,3% 1,5% 3,9% 1,0% 100,0% 2,13 Aquisição ,23 4,4% 1,1% 0,1% 0,2% 0,0% 2,3% 0,1% 0,5% 14,4% 3,0% 0,3% 1,0% 0,3% 0,9% 2,2% 0,3% 0,5% 5,8% 47,2% 13,6% 3,1% 8,0% 22,5% 26,1% 11,1% 6,2% 8,8% 7,9% 1,2% 1,6% 4,3% 0,8% 100,0% (%) Reforma (%) ,7% 0,8% 0,4% 0,6% 0,1% 3,1% 0,3% 0,4% 15,1% 1,2% 1,0% 1,9% 0,8% 0,8% 2,4% 0,5% 0,6% 5,7% 47,8% 12,9% 2,2% 10,4% 22,3% 24,2% 7,1% 8,4% 8,6% 7,2% 1,4% 1,4% 2,9% 1,5% 100,0% 25

26 Vale destacar, ainda, as despesas com aluguel e prestação da casa própria, informações que também foram levantadas pela POF Tabela 4.3. Essas despesas somaram R$ 44,6 bilhões no período de 12 meses, 73,9% relativos aos aluguéis pagos e 26,1% referentes à prestação da casa própria. Nota-se que a região Sudeste tem participação muito superior nessas despesas do que nos investimentos em aquisição e reforma. A participação do Rio de Janeiro nas despesas com aluguel é praticamente o dobro de sua participação nas despesas com aquisição. Tabela 4.3 Despesas com aluguel e prestação, , em 12 meses, R$ milhão e (%) Unidades da Federação e regiões Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Total (%) 4,2% 0,6% 0,1% 0,6% 0,1% 2,3% 0,1% 0,4% 12,3% 0,8% 0,5% 2,0% 0,8% 1,0% 2,4% 0,7% 0,5% 3,8% 59,0% 9,0% 2,0% 14,3% 33,7% 15,9% 6,3% 3,9% 5,7% 8,6% 1,2% 1,1% 3,7% 2,5% 100,0% Aluguel ,0% 0,6% 0,1% 0,8% 0,1% 1,8% 0,2% 0,5% 12,5% 0,7% 0,4% 2,3% 0,9% 0,9% 2,5% 0,7% 0,5% 3,7% 60,1% 9,1% 1,6% 15,9% 33,6% 14,6% 6,0% 3,6% 5,1% 8,8% 1,3% 1,3% 3,4% 2,7% 100,0% (%) Prestação (%) ,0% 0,5% 0,2% 0,3% 0,0% 3,8% 0,0% 0,1% 11,8% 1,1% 1,0% 1,1% 0,4% 1,2% 1,9% 0,5% 0,6% 4,0% 55,6% 8,8% 3,0% 9,9% 33,9% 19,5% 7,4% 4,7% 7,4% 8,1% 0,8% 0,7% 4,5% 2,0% 100,0% Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

27 12% Distribuição ição do investimento por faixa de renda familiar Fonte: IBGE Distribuição ibuição do número de famílias por faixa de renda Fonte: IBGE Investimento médio (% nas despesas) por faixa de renda familiar 10% 8% 6% 4% 2% 0% Fonte: IBGE Até 830 Mais de 830 a Mais de a Mais de a Mais de a Mais de a Mais de

28 Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

29 5. Perfis da Indústria de Materiais e de Equipamentos Aços longos Cimento Concreto e Fibrocimento Lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Material elétrico Material plástico Metais sanitários e Válvulas Produtos cerâmicos Tintas e vernizes Vidro Máquinas e equipamentos para construção 29

30 A siderurgia de aços longos apresentou indicadores bastante positivos nos últimos anos. Entre 2005 e 2009 suas vendas cresceram 52,5%, passando de R$ 11,7 bilhões para R$ 17,7 bilhões no período. Esse crescimento elevado foi puxado pelo desempenho excepcional de Entre 2007 e 2008, as vendas do setor cresceram 36,5% e o crescimento só não foi maior devido ao elevado aumento das importações, que naquela ocasião atingiu 81,4%. As exportações brasileiras de produtos da siderurgia também cresceram bastante nos anos recentes. Entre 2005 e 2009, as vendas externas tiveram aumento acumulado de 85,7%, sendo que de 2007 para 2008 essa taxa foi ainda maior, de 106%. Todavia, o crescimento das exportações não foi suficiente para compensar o forte incremento das importações. Entre 2005 e 2009, as importações cresceram mais de 300%! Assim, o saldo comercial do setor de positivo em 2005 tornou-se negativo. Em 2010, até julho, o déficit comercial da siderurgia de aços longos do país já atingia US$ 272 milhões. Influenciado pela alta das vendas, o valor adicionado do setor também teve um desempenho bastante satisfatório. Entre 2005 e 2009, o PIB do setor cresceu 53,7%, passando de R$ 5,2 bilhões, em 2005, para R$ 6,8 bilhões, em Desse último valor, R$ 1,4 bilhão foi destinado ao pagamento das remunerações dos empregados, restando R$ 6,6 bilhões de excedente operacional bruto. Em 2009, o número de trabalhadores teve uma queda de 11,1% em relação ao ano anterior. Mas, no acumulado desde 2005, registra alta de 3%. A evolução da produtividade do trabalho na siderurgia foi de 10,5%, entre 2005 e 2009, e o valor adicionado por trabalhador alcançou R$ 427,9 mil em Distribuição regional da ocupação Ano 2009 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Empregados* ,0% 3,0% 5,6% 81,1% (%) 40% 4,0% 6,2% 81,1% 5,6% 3,0% 6,2% Aços longos Atividades (CNAE): Vergalhões e outros aços longos utilizados na construção. Produtos: Vergalhões e outros itens de aços longos para construção civil. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

31 Vendas* em R$ milhão Nota: (*) receita líquida a preços correntes. Valor Adicionado em R$ milhão Empregados** Nota: (**) com carteira de trabalho Entre 2005 e 2009, as vendas cresceram 52,5%, atingindo R$ 17,7 bilhões Operações em 2009 Faturamento líquido Valor Bruto da Produção Consumo Intermediário Valor Adicionado Remunerações Salários Contribuições sociais Outros* Excedente operacional bruto Pessoal ocupado (pessoas) Produtividade VA por trabalhador (em R$) Evolução da produtividade do trabalho (% ao ano) R$ Milhão , , , , ,1 913,6 275,9 207, , ,5% Nota: (*) previdência privada, benefícios e indenizações. Comércio exterior, US$ milhões Ano Exportações 123,485 87,832 91, , ,289 Importações 87, , , , ,634 Saldo Comercial, com base em dados do sistema Aliceweb. 36,383-37,642-90, , ,345 31

32 O consumo aparente de cimento foi de 51,7 milhões de toneladas em 2009, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento, confirmando a trajetória crescente desde o ano de Com relação a 2008, o crescimento não foi tão expressivo (0,35%), mas de 2003 para cá a expansão acumulada foi de 48,4%. O desempenho das vendas foi bom em algumas regiões. O Nordeste teve um crescimento do consumo aparente de cimento de 7,2%, com destaque para Maranhão e Piauí, que tiveram aumentos acima da média (de 16,7% e 19,5%, respectivamente). Em boa medida, esse desempenho favorável se deveu ao Programa Minha Casa, Minha Vida, que teve volume elevado de contratações nessas regiões. Outro Estado com elevado crescimento foi Pernambuco, com taxa de 10,3% em relação ao ano de Nesse caso, pesaram também as obras de saneamento do PAC. Vale destacar ainda Roraima, que teve uma expansão de 15,6% associada às obras das usinas hidrelétricas do rio Madeira. Entre 2005 e 2009, o valor das vendas de cimento cresceu 60,5% em termos nominais, passando de R$ 7,9 bilhões para R$ 12,7 bilhões. O crescimento do valor adicionado pela indústria de cimento foi de 45,6% entre 2005 e 2009, atingindo cerca de R$ 6 bilhões no último ano. Desse valor, o excedente operacional somou R$ 4,7 bilhões e as remunerações, R$ 1,2 bilhão. Em 2009, o setor empregou 14,4 mil trabalhadores, apontando para um crescimento de 6,6% em relação a Em termos regionais, 42,7% desses trabalhadores encontramse na região Sudeste e 23% na região Nordeste. Até 2007, o setor apresentou superávit da balança comercial. Em 2008, houve um pequeno déficit e, em 2009, registrou-se um déficit comercial de cerca de US$ 53,7 milhões. Esse fato é um indicativo da perda de competitividade nacional em decorrência da forte concorrência internacional. Distribuição regional da ocupação Ano 2009 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Empregados* ,9% 15,2% 9,2% 42,7% (%) 99% 9,9% 23,0% 42,7% 15,2% 9,2% 23,0% Cimento Atividades (CNAE): Cimento Portland Produtos: Cimento Portland Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

33 Vendas* em R$ milhão Nota: (*) receita líquida a preços correntes. Valor Adicionado em R$ milhão Empregados** O consumo aparente atingiu 51,7 milhões de toneladas, 48,4% a mais que em 2003 Nota: (**) com carteira de trabalho Operações em 2009 Faturamento líquido Valor Bruto da Produção Consumo Intermediário Valor Adicionado Remunerações Salários Contribuições sociais Outros* Excedente operacional bruto Pessoal ocupado (pessoas) Produtividade VA por trabalhador (em R$) Evolução da produtividade do trabalho (% ao ano) R$ Milhão , , , , ,5 761,4 260,6 268, , ,5% Nota: (*) previdência privada, benefícios e indenizações. Comércio exterior, US$ milhões Ano Exportações 62,749 73, ,727 97,409 51,829 Importações 49,453 54,644 82, , ,592, com base em dados do sistema Aliceweb. Saldo Comercial 13,296 18,876 32,432-7,119-53,763 33

34 A indústria de produtos de concreto e fibrocimento é composta por uma ampla gama de setores industriais entre os quais estão lajes pré-fabricadas, telhas de fibrocimento, tubos, blocos, argamassas e postes de concreto. Em 2009, estima-se que as vendas desse setor chegaram ao patamar de R$ 9 bilhões. Esse valor foi o dobro das vendas de 2005: R$ 4,5 bilhões. O maior ritmo de crescimento das vendas do setor se deu entre 2007 e 2008, com taxa de 48,2%. Em razão do crescimento menor da cadeia da construção no ano passado, o aumento das vendas no segmento de concreto e fibrocimento não foi tão elevado em Ainda assim, o resultado foi positivo, com uma taxa de crescimento de 4,7% em relação a O desempenho do comércio externo ajuda a explicar a trajetória das vendas dessa indústria. De 2005 a 2009, o valor das exportações cresceu 38%, passando de US$ 90,3 milhões em 2005 para US$ 124,5 milhões em Contudo, as importações cresceram de formar mais acentuada quase 100% nessa comparação. De 2005 para cá, o valor adicionado pelo setor cresceu 98%, passando de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,4 bilhões. Na mesma comparação, o total de trabalhadores aumentou 28,3%, crescendo de 65,1 mil para 83,5 mil. Dos R$ 3,4 bilhões de valor adicionado em 2009, R$ 1,4 bilhão destinouse às remunerações dos trabalhadores e R$ 1,9 bilhão foi de excedente operacional (impostos, renda de autônomos e lucros). Com relação à distribuição regional, 75,4% dos trabalhadores encontravam-se nas regiões Sul e Sudeste. Distribuição regional da ocupação Ano 2009 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Empregados* ,4% 7,5% 27,5% 48,0% (%) 3,4% 13,6% 48,0% 27,5% 7,5% 13,6% Concreto e Fibrocimento Atividades (CNAE): Argamassas, blocos, canos, tubos, chapas, telhas, tijolos e artigos de gesso. Produtos: Argamassas de cimento, blocos de concreto, artefatos diversos de concreto e fibrocimento (tubos, chapas, telhas, etc); gesso para construção civil em suas diversas formas (em pó, em placas, e chapas de gesso acartonado). Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

35 Vendas* em R$ milhão Nota: (*) receita líquida a preços correntes. Valor Adicionado em R$ milhão Empregados** Nota: (**) com carteira de trabalho Vendas do setor atingem R$ 9 bilhões, o dobro em relação a 2005 Operações em 2009 Faturamento líquido Valor Bruto da Produção Consumo Intermediário Valor Adicionado Remunerações Salários Contribuições sociais Outros* Excedente operacional bruto Pessoal ocupado (pessoas) Produtividade VA por trabalhador (em R$) Evolução da produtividade do trabalho (% ao ano) R$ Milhão 9.004, , , , ,8 985,7 270,5 215, , ,4% Nota: (*) previdência privada, benefícios e indenizações. Comércio exterior, US$ milhões Ano Exportações 90, , , , ,473 Importações 20,582 32,599 26,798 35,869 40,975 Saldo Comercial, com base em dados do sistema Aliceweb. 69,678 72,125 93,958 85,339 83,498 35

36 Este ano, o Perfil da Cadeia da Construção traz informações detalhadas para o setor de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação. A inclusão desse novo setor foi possível graças a mudanças na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) que orienta a coleta de informações estatísticas do IBGE. As vendas da indústria brasileira de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação tiveram desempenho satisfatório entre 2005 e 2007, período no qual se registrou crescimento acumulado de 54%. Todavia, esse desempenho não se manteve nos últimos dois anos. Em 2009, as vendas do setor totalizaram R$ 615 milhões, indicando queda de 55,1% em relação ao ano de A redução do valor das vendas foi acompanhada de uma queda forte dos preços no atacado, de 17,7% entre 2007 e Em boa medida, esses números decorrem do desempenho do setor no comércio externo, que não foi favorável no período. As exportações diminuíram entre 2005 e 2009, enquanto que as importações cresceram quase 140%. Em consequência, o déficit comercial de US$ 69 milhões de 2005 saltou para US$ 256 milhões em Em 2007, o valor adicionado pelo setor foi de R$ 364 milhões, maior desempenho dos últimos cinco anos. Em 2009, o valor adicionado foi de apenas R$ 170 milhões. Acompanhando a tendência das vendas, o PIB dessa indústria caiu mais de 53% em relação a O número de trabalhadores empregados com carteira assinada pelo setor foi de 4,8 mil em 2009, indicando queda de 7,5% com relação a Esses trabalhadores estavam concentrados na região Sudeste do país, 71,4%. Distribuição regional da ocupação Ano 2009 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Empregados* ,3% 0,5% 15,7% 71,4% (%) 9,3% 3,2% 71,4% 15,7% 0,5% 3,2% Lâmpadas e equipamentos de iluminação Atividades (CNAE): Lâmpadas e outros equipamentos de iluminação. Produtos: Lâmpadas de todos os tipos utilizados em edificações e iluminação pública; equipamentos de iluminação que são incorporados aos edifícios e obras não inclui lustres, abajures e luminárias portáteis. Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos ABRAMAT /FGV

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