ILMO. SR. PROMOTOR DE JUSTIÇA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA COMARCA DE OSASCO DR. FÁBIO GARCEZ

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1 ILMO. SR. PROMOTOR DE JUSTIÇA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA COMARCA DE OSASCO DR. FÁBIO GARCEZ Ref.: Manifestação em Inquérito Civil Público nº122/2010 O FÓRUM ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DE SÃO PAULO e as entidades que o compõem, neste ato representados pela Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação, já qualificada no inquérito supramencionado, promovido em face do Estado de São Paulo e do Município de Osasco, vêm diante de Portaria de Abertura de Inquérito Civil Público n 122/10 desta Promotoria, que comunica a abertura do supramencionado procedimento, e apresentar a seguinte MANIFESTAÇÃO, o que faz nos termos que se seguem: Em dezembro último foram divulgados os dados definitivos do Censo Escolar referente ao ano letivo de Tal levantamento apresenta pequena diferença em relação aos dados provisórios apresentados no Requerimento Inicial, senão vejamos:

2 2 Tabela - Município de Osasco Matrículas Iniciais em EJA Ensino Fundamental por Rede de Ensino Presencial 2005/2010 Rede Rede Municipal Rede Estadual TOTAL Fonte: Educacenso INEP/MEC 1 Tanto a rede municipal, quanto a estadual registraram decréscimo de matrículas no ensino fundamental EJA em relação aos dados finais do ano letivo de Em relação aos dados provisórios de 2010, apresentados no requerimento inicial, a rede estadual apresentou um acréscimo de 12 matrículas, enquanto a rede municipal apresentou acréscimo de 56 matrículas, mantendo-se com isso praticamente inalterado o quadro geral de oportunidades educacionais para jovens e adultos no Município, conforme se verifica pormenorizadamente na Tabela completa com os dados oficiais do INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (ANEXO 1). Já em relação à EJA ensino médio verifica-se, ao cotejar os recentes dados do Censo Escolar 2010 com os dados oficiais preliminares apresentados na Representação inicial, que houve também um pequeno ajuste no número de matrículas, passando de alunos matriculados para (dados já consolidados). Portanto, os dados finais não apontam nenhuma melhora na tendência de queda de matrículas já identificada e tampouco algum esforço no sentido de revertê-la. É preciso salientar, como cuidamos de conceituar na Representação, que a modalidade não se refere unicamente à alfabetização formal e sim à garantia de educação básica para todos, ou seja, trata-se de uma modalidade de ensino regulamentada na LDB com o intuito de assegurar o objetivo constitucional inscrito no art. 208, I, assegurando-se uma oferta adequada à condição da população jovem e adulta que não concluiu os ensinos fundamental e médio na idade adequada. Segundo a Fundação SEADE (2006), 39,6% da população da Região Metropolitana de São Paulo com mais de 15 anos não havia completado sequer o ensino fundamental. Entre os

3 3 jovens com idade entre 18 e 24 anos, apenas 66,5% havia concluído o ensino médio na mesma região, sendo que entre os mais pobres este indicador chegava a apenas 32,7%. (Fonte: Portanto, o que se percebe é que a própria elevação das taxas de escolarização básica regular, em razão das baixas taxas de conclusão, gera demanda específica para a modalidade EJA, à qual se deve somar a demanda de adultos pouco escolarizados, que sequer dispuseram de oportunidades educacionais elementares em sua infância e adolescência. Nesse contexto a diminuição da oferta de EJA não pode ser atribuída ao eventual sucesso de programas de alfabetização (que, dentro do ideal de continuidade dos estudos, na verdade produzem demanda de EJA); não sendo possível consequentemente qualquer afirmação no sentido de que os programas implementados pelas administrações vêm tendo sucesso, ou que seja fluxo da natural diminuição da distorção idade-série, pois tais argumentos não se sustentam, visto que o fenômeno demográfico na região e no estado não justifica a escala e ritmo da queda das matrículas verificada nos últimos anos. Em termos comparativos, no período analisado ( ), o Município de Osasco apresentou queda aproximada de 41,89 % das matrículas na modalidade EJA Ensino Fundamental, ao passo que as matriculas na Rede Estadual despencaram 57,6%. Os dados da Fundação SEADE, que poderão ser atualizados a partir da divulgação do Censo Populacional de 2010 (IBGE) e de novos levantamentos da mesma Fundação, por outro lado, apontam uma persistente exclusão educacional, que se agrava com a diminuição drástica das oportunidades de matrícula nos anos recentes. Em razão dessa incompatibilidade entre indicadores educacionais e número de matrículas, o Estado de São Paulo e a Municipalidade precisam ser instados a responder à solicitação no sentido de apresentar recenseamento atual dando conta da população jovem e adulta (maior de 16 anos) que não teve acesso à educação básica na idade adequada e que seria demandante da modalidade EJA (conforme o inciso I, art.208, da Constituição). Como anteriormente apontado, além de declarar o direito à educação básica, a Constituição Federal (art.208, 3º c/c art.211, 2 a 4 ) e a Lei de Diretrizes e Bases da 1 Conta-se a partir de 2008, EJA Ensino Regular e EJA Educação Especial separadamente. Neste caso, a tabela apresentada diz respeito à somatória de ambos os dados.

4 4 Educação Nacional (art.5º, 1º, I e II) impõem expressamente aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, a obrigação de recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, bem como os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso. Realizado tal recenseamento, estão obrigados ainda a fazer a chamada pública da demanda a ser atendida. Direito Social, cuja promoção interessa a toda a sociedade, a implementação do direito à educação de jovens e adultos requer dos entes públicos um papel ativo no enfrentamento ao analfabetismo, mas igualmente à baixa escolaridade. Nesse sentido, é evidente a prioridade inicialmente atribuída pelo constituinte ao ensino fundamental, etapa através da qual se busca a alfabetização funcional do cidadão. Ressalte-se que enquanto previsão constitucional e legal o recenseamento tem como propósito identificar a demanda, possibilitar o planejamento de sua inserção escolar e adequar as políticas educacionais às condições e necessidades diferenciadas dos jovens e adultos. É nesse sentido que dispõe expressamente a LDB (Lei n 9.394/1996): Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de: (...) VII - oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola; (...) Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo. 1º Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União: I - recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso; II - fazer-lhes a chamada pública; Se não há demanda para os cursos presenciais de EJA no Município tal informação precisaria vir constatada em um recenseamento específico que apontasse a quase universalização da escolaridade básica para toda a população realidade que sabemos muito distante. A verdade é que a política de redução da oferta de turmas e escolas leva ao crescente afastamento da demanda potencial, que se vê impossibilitada de frequentar os cursos em razão da

5 5 inexistência de escolas acessíveis ou das dificuldades criadas pelo próprio poder público, como é o caso da limitação ao número mínimo de cerca de 40 (quarenta) estudantes para a abertura de turmas na rede estadual. Por fim, não se pode atribuir a queda das matrículas na modalidade EJA à ausência de recursos para sua manutenção, uma vez que os dados registrados de forma definitiva nos Censos Escolares do MEC/INEP implicam na redistribuição de recursos financeiros para as respectivas redes de ensino, conforme preceitua a sistemática do FUNDEB (Lei n /2007). Quanto a esse aspecto específico do financiamento da educação, vale alertar que o Município de Osasco sequer cumpre a vinculação constitucional mínima para o ensino, conforme atesta Parecer do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo sobre o exercício de 2008 (publicado em 28/07/2010): TC /026/08 Prefeitura Municipal: Osasco. Exercício: Prefeito: Emídio Pereira de Souza. (...) Vistos, relatados e discutidos os autos. A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em sessão 05 de julho de 2010, (...) ACORDA, na conformidade das correspondentes notas taquigráficas, emitir parecer desfavorável à aprovação das contas da Prefeitura. (...) Registra constar dos autos que o Município aplicou no ensino 24% das receitas oriundas de impostos, descumprindo o artigo 212 da Constituição. Com a já referida desresponsabilização do Estado em relação à EJA e agora com a replicação de postura semelhante no Município, vislumbra-se uma completa negação de oportunidades educacionais à população jovem e adulta com educação básica inconclusa em Osasco, razão pela qual reforçamos os pedidos anteriores. PEDIDOS Diante do exposto, reafirma-se os termos da inicial e, requer-se: 1 Que seja oficiado ao Município de Osasco e ao Estado de São Paulo, requerendo-se informações sobre o número de matrículas, turmas e escolas públicas que ofertarão a modalidade EJA no ano letivo de 2011; atuando-se no sentido de coibir uma maior redução do atendimento e o fechamento de salas e escolas que ofertavam a modalidade em 2010.

6 6 2 Que sejam requeridas informações ao Município de Osasco e ao Estado de São Paulo sobre a possibilidade de realização de recenseamento de demanda em regime de colaboração, nos termos da legislação específica, abrangendo-se toda a rede de ensino e a demanda de jovens e adultos por ensinos fundamental e médio. 3 Que, nos termos da legislação própria, seja tomado Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com Município de Osasco e o Estado de São Paulo, firmando-se o compromisso de realização, em prazo a ser estipulado, do recenseamento da demanda em todo o território do Município, contemplando-se as etapas de ensino fundamental e médio, bem como a chamada pública a ser realizada ao menos 2 (duas) vezes a cada ano, comunicando-se ao MP a demanda cadastrada e medidas adotadas para assegurar sua inclusão na rede pública de ensino. 4 Que, tomando-se em conta a resposta aos pedidos 1 a 3, sejam adotadas medidas administrativas ou judiciais no sentido de compelir os representados a realizarem o recenseamento da demanda por EJA e a chamada pública de novos estudantes, nos termos da legislação; vedando-se o fechamento de novas turmas e escolas até que tais deveres sejam cumpridos e os dados sejam publicados. 5 Que sejam tomadas providências judiciais no sentido de compelir o Município a aplicar, em exercícios futuros, os recursos constitucionalmente vinculados à manutenção e desenvolvimento do ensino (CF/88, art. 212, caput) não aplicados no exercício de 2008, conforme o mencionado Parecer do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo; 6 - Que sejam encaminhadas cópias das manifestações do Município de Osasco e do Governo do Estado nos autos do presente Inquérito, abrindo-se prazo para a manifestação das organizações requerentes. Aguardamos pronto atendimento e reiteramos votos de estima e respeito. São Paulo, 23 de março de Salomão Barros Ximenes Ester Gammardella Rizzi

7 7 OAB/SP n OAB/SP n Ação Educativa Ação Educativa Paulo Ricardo Barbosa de Lima Estagiário de Direito

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