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4 INTRODUÇÃO A constituição do BPI Brasil Fundo de Investimento Aberto Flexível (OIC) foi autorizada por deliberação do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários de 21 de Outubro de 1999, tendo iniciado a sua actividade em 8 de Fevereiro de É um organismo de investimento colectivo aberto, constituído por tempo indeterminado, e tem como principal objectivo a realização de investimentos em instrumentos representativos de dívida ou de capital emitidos por entidades Brasileiras ou cuja actividade principal esteja situada na República Federativa do Brasil. O OIC é administrado, gerido e representado pela BPI Gestão de Activos Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. (Sociedade Gestora). As funções de banco depositário são exercidas pelo Banco BPI, S.A.. As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano de Contas dos Organismos de Investimento Colectivo. As notas cuja numeração se encontra ausente não são aplicáveis, ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas. 1. CAPITAL DO OIC O capital do OIC está formalizado através de unidades de participação desmaterializadas, em regime de co-propriedade aberto aos participantes titulares de cada uma das unidades, com um valor inicial de subscrição de cinco Euros cada. O valor de subscrição e de reembolso das unidades de participação é calculado com base no valor do capital do OIC por unidade de participação, no dia em que são subscritas ou em que é solicitado o seu resgate, respectivamente. Durante o semestre findo em 30 de Junho de 2010, o movimento no capital do OIC foi o seguinte: Resultado Saldo em líquido do Saldo em Subscrições Resgates Outros período Valor base ( ) Diferença para o valor base ( ) Resultados acumulados ( ) Resultado líquido do período ( ) ( ) Número de unidades de participação ( ) Valor da unidade de participação 9, ,71889 O valor líquido global do OIC, o valor de cada unidade de participação e o número de unidades de participação em circulação no último dia de cada mês do semestre findo em 30 de Junho de 2010 foram os seguintes: Valor Líquido Valor da Unidade Número de U.P.'s Meses Global do Fundo de Participação em circulação Janeiro , Fevereiro , Março , Abril , Maio , Junho ,

5 3. CARTEIRA DE TÍTULOS Em 30 de Junho de 2010, esta rubrica tem a seguinte composição: Preço de Mais Menos Valor da Juros Descrição dos títulos aquisição valias valias carteira corridos Soma 1. VALORES MOBILIÁRIOS COTADOS Mercado de Cotações Oficiais de Bolsa de Valores de Estado Não Membro da U.E. Títulos da Dívida Pública LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO REPUBLIC OF BRASIL-6% NOTA DO TESOURO NACIONAL-6% LETRA TESOURO NACIONAL-CZ Acções ITAU UNIBANCO HOLDING - ADR ( ) PETROBRAS - PETROLEOS BRASIL-ADR ( ) BANCO BRADESCO-ADR ( ) BM&F BOVESPA COMP. BEBIDAS DAS AMERICAS-PREF-ADR BANCO DO BRASIL ( ) VALE SA - SP PREF ADR ( ) CIA SIDERURGIA NACIONAL SO ADR ( ) VALE SA - SP ADR ( ) PDG REALTY SA ( ) OGX PETROLEO E GAS PARTICIPACOES SA HYPERMARCAS SA GERDAU METALURGICA - PREF ( ) BRF BRASIL FOODS SA LOJAS RENNER SA PETROBRAS-PETROLEO BRASIL.-ADR ( ) USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERDAU S.A. - ADR ( ) BRADESPAR PREF ( ) ROSSI RESIDENCIAL COM NPV JBS SA ( ) EDP - ENERGIAS DO BRASIL ITAU UNIBANCO HOLDING MARFRIG ALIMENTOS SA ( ) CPFL ENERGIA SA-ADR COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA-PREF.B BANCO BRADESCO-PREF BR MALLS PARTICIPACOES SA CIA BRASILEIRA DE DIST. PAO DE ACUCAR ADR PREF CIELO SA ( ) MARCOPOLO SA-PREF RANDON SA IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES USINAS SIDER MINAS GER-PF A VIVO PARTICIPAÇÕES-ADR ( ) IOCHPE-MAXION SA CIA ENERGETICA MINAS GERAIS - ADR ( ) ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOG.SA GAFISA SA BRF - BRASIL FOODS SA - ADR PETROBRAS - PETROLEO BRADIL-PREF ( ) DROGASIL SA ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES SA FIBRIA CELULOSE - ADR ( ) GAFISA SA - ADR ( ) VALE SA - ORD ( ) VIVO PARTICIPAÇÕES-PREF CIA BRASIL.DIST.GRUPO.PAO ACUCAR-PREF.A REDECARD SA ( ) COSAN LTD - CLASS A SHARES VALE SA - PREF A ( ) CIA SIDERURGIA NACIONAL ( ) CIA ENERGETICA MINAS GER-PREF COMP.BEBIDAS DAS AMERICAS PREF TAM SA ADR ( ) ITAUSA - INVESTIMENTOS ITAU - PR ( ) FIBRIA CELULOSE SA ( ) TAM SA-PREF CPFL ENERGIA SA PETROBRAS - PETROLEO BRASIL.-ORD ( ) GERDAU S.A. -PREF ITAUSA - INVESTIMENTOS ITAU - PR EM EMPRESA BRAS DE AERONAUTICA ( 273) ( ) OUTROS VALORES Valores Mobiliários Estrangeiros Não Cotados Acções COMP.BEBIDAS DAS AMERICAS PREF-EM ( )

6 O movimento nas rubricas de disponibilidades durante o semestre findo em 30 de Junho de 2010 foi o seguinte: Saldo Saldo inicial Aumentos Reduções final Depósitos à ordem ( ) Certificados de depósito ( ) ======== ======== ========= ======== Em 30 de Junho de 2010, os depósitos à ordem incluíam depósitos denominados em Dólares dos Estados Unidos e Euros no montante de Euros ( USD) e Euros, os quais venciam juros à taxa média anual líquida de 0,14% e 0,196%, respectivamente. Em 30 de Junho de 2010, o certificado de depósito está denominado em Reais do Brasil e tem vencimento em Março de BASES DE APRESENTAÇÃO E PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As demonstrações financeiras foram preparadas com base nos registos contabilísticos do OIC, mantidos de acordo com o Plano de Contas dos Organismos de Investimento Colectivo, estabelecido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, e regulamentação complementar emitida por esta entidade, no âmbito das competências que lhe estão atribuídas através do Decreto-Lei nº 252/2003, de 17 de Outubro. As políticas contabilísticas mais significativas, utilizadas na preparação das demonstrações financeiras, foram as seguintes: a) Especialização de exercícios O OIC regista as suas receitas e despesas de acordo com o princípio da especialização de exercícios, sendo reconhecidas à medida que são geradas, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento. Os juros de aplicações são registados pelo montante bruto na rubrica Juros e proveitos equiparados, sendo o respectivo imposto reflectido na rubrica Impostos. Os juros corridos relativos a títulos adquiridos são registados na rubrica Juros e custos equiparados, atendendo a que a periodificação dos juros a receber é efectuada desde o início do período de contagem de juros dos respectivos títulos. b) Carteira de títulos As compras de títulos são registadas na data da transacção, pelo valor efectivo de aquisição. Os valores mobiliários em carteira são avaliados ao seu valor de mercado ou presumível de mercado, de acordo com as seguintes regras: i) Os valores mobiliários admitidos à cotação ou à negociação em mercados regulamentados são valorizados diariamente, com base na última cotação disponível no momento de referência do dia em que se esteja a proceder à valorização da carteira do OIC. Caso não exista cotação nesse dia, utiliza-se a última cotação de fecho disponível, desde que se tenha verificado nos 15 dias anteriores; ii) As acções não cotadas ou cujas cotações não sejam consideradas pela Sociedade Gestora como representativas do seu presumível valor de realização, são valorizadas com base em valores de oferta de compra e de venda, difundidos por um market maker da sua escolha, disponibilizados para o momento de referência do dia em que se esteja a proceder à valorização da carteira do OIC; 3

7 iii) Os valores representativos de dívida não cotados, ou cujas cotações não sejam consideradas representativas do seu presumível valor de realização, são valorizados diariamente com base na cotação que no entender da Sociedade Gestora melhor reflicta o seu presumível valor de realização. Essa cotação é procurada em sistemas internacionais de informação de cotações tais como o Financial Times Interactive Data, o ISMA International Securities Market Association, a Bloomberg, a Reuters ou outros que sejam considerados credíveis pela Sociedade Gestora. Alternativamente, a cotação pode ser obtida junto de market makers da escolha da Sociedade Gestora, ou através de modelos teóricos de avaliação de obrigações. As mais e menos-valias apuradas de acordo com os critérios de valorização descritos anteriormente, são reconhecidas na demonstração dos resultados do exercício nas rubricas Ganhos ou Perdas em operações financeiras, por contrapartida das rubricas Mais-valias e Menos-valias do activo. Os dividendos são registados quando atribuídos/recebidos na rubrica Rendimento de títulos. Para efeitos da determinação do custo dos títulos vendidos é utilizado o critério FIFO. c) Valorização das unidades de participação O valor de cada unidade de participação é calculado dividindo o valor do capital do OIC pelo número de unidades de participação em circulação. O capital do OIC corresponde ao somatório das rubricas unidades de participação, variações patrimoniais, resultados transitados e resultado líquido do exercício. A rubrica Variações patrimoniais resulta da diferença entre o valor de subscrição ou resgate e o valor base da unidade de participação, na data de subscrição ou resgate. A diferença apurada é repartida entre a fracção imputável a exercícios anteriores e a parte atribuível ao exercício. d) Comissão de gestão A comissão de gestão corresponde à remuneração da sociedade responsável pela gestão do património do OIC. De acordo com o regulamento de gestão do OIC, esta comissão é calculada, diariamente, por aplicação de uma taxa anual de 2,225% ao capital do OIC, sendo a sua liquidação efectuada mensalmente. Este custo é registado na rubrica Comissões. e) Comissão de depósito A comissão de depósito corresponde à remuneração do banco depositário. De acordo com o regulamento de gestão do OIC, esta comissão é calculada, diariamente, por aplicação de uma taxa anual de 0,025% ao capital do OIC, sendo a sua liquidação efectuada mensalmente. Este custo é registado na rubrica Comissões. f) Taxa de supervisão A taxa de supervisão devida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, constitui um encargo do OIC, sendo calculada por aplicação de uma taxa sobre o valor global do OIC no final de cada mês e registada na rubrica Comissões. A taxa mensal aplicável ao OIC é de 0,0133, com um limite mensal mínimo e máximo de 100 Euros e Euros, respectivamente. 4

8 g) Operações em moeda estrangeira Os activos em moeda estrangeira são convertidos para Euros com base no câmbio indicativo para as operações à vista ( fixing ), divulgado pelo Banco de Portugal na data de encerramento do balanço. As mais e menos-valias resultantes da reavaliação cambial são registadas como proveitos e custos do exercício, respectivamente. i) Impostos Em conformidade com o artigo 22º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, os rendimentos obtidos pelos fundos de investimento em território português são tributados como se de pessoas singulares se tratassem, em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas. Juros Os juros dos valores mobiliários e outros valores representativos de dívida de emitentes nacionais, e os juros de depósitos bancários em instituições de crédito no país são tributados autonomamente à taxa de 20% ou 21,5%, consoante o seu vencimento ocorra antes ou a partir de 1 de Julho de 2010, respectivamente. Adicionalmente, os valores mobiliários e outros valores representativos de dívida de emitentes estrangeiros, e os juros de depósitos bancários em instituições de crédito estrangeiras são tributados autonomamente à taxa de 20%, independentemente da sua data de vencimento. Mais valias Nos termos do disposto na Lei nº 109-B/2001, de 27 de Dezembro, as mais-valias realizadas em acções detidas há menos de um ano são tributadas autonomamente à taxa de 10% sobre a diferença positiva entre as mais-valias e as menos-valias obtidas em cada ano. As mais-valias realizadas em títulos de dívida e em acções detidas há mais de um ano estão excluídas de tributação. Dividendos Os dividendos recebidos de empresas nacionais são tributados à taxa de 20% (10% no caso de se tratarem de empresas privatizadas). Os dividendos recebidos de empresas estrangeiras são tributados à taxa de 20%, sendo deduzidos os impostos retidos no estrangeiro em países com os quais Portugal celebrou acordos de dupla tributação. Impostos diferidos De acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites, o Fundo não regista os impostos diferidos correspondentes às mais valias potenciais que resultam da valorização de acções que detém em carteira. 5

9 11. EXPOSIÇÃO AO RISCO CAMBIAL Em 30 de Junho de 2010, as posições cambiais mantidas pelo OIC podem resumir-se da seguinte forma: Moedas À Vista A Prazo Forward Futuros Total a Prazo Opções Posição Global BRL USD Contravalor Euro EXPOSIÇÃO AO RISCO DE TAXA DE JURO Em 30 de Junho de 2010, os activos com taxa de juro invariável detidos pelo OIC podem resumir-se da seguinte forma: Maturidades Montante em Carteira (A) Extra-patrimoniais (B) FRA Swaps (IRS) Futuros Opções Saldo (A) (B) de 0 a 1 ano de 1 a 3 anos de 3 a 5 anos de 5 a 7 anos mais de 7 anos EXPOSIÇÃO AO RISCO DE COTAÇÕES Em 30 de Junho de 2010, a exposição ao risco de cotações pode resumir-se da seguinte forma: Acções e Valores Similares Montante Extra-patrimoniais Futuros Opções Saldo Acções

10 15. CUSTOS IMPUTADOS Os custos imputados ao OIC durante o semestre findo em 30 de Junho de 2010 apresentam a seguinte composição: Custos Valor % VLGF Comissão de Gestão ,225% - Componente fixa ,225% - Componente variável - 0,00% Comissão de Depósito ,025% Taxa de Supervisão ,02% Custos de Auditoria ,00% TOTAL TAXA GLOBAL DE CUSTOS (TGC) 2,27% A partir de 1 de Janeiro de 2010, o Fundo passou a suportar os custos de auditoria. Até 31 de Dezembro de 2009 estes custos eram suportados pela Sociedade Gestora. 7

11 DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2010 E 2009 CUSTOS E PERDAS Notas PROVEITOS E GANHOS Notas Juros e custos equiparados Juros e proveitos equiparados Da carteira de títulos e outros activos - 11,508 Da carteira de títulos e outros activos 436, ,148 De operações correntes Outros, de operações correntes 10,400 7,976 Comissões e taxas Rendimento de títulos Da carteira de títulos e outros activos 138,747 14,235 Da carteira de títulos e outros activos 1,594, ,146 Outras, de operações correntes 1,794, ,265 Ganhos em operações financeiras Perdas em operações financeiras Na carteira de títulos e outros activos 171,912,169 61,816,745 Na carteira de títulos e outros activos 162,663,735 51,671,352 Em operações extrapatrimoniais 13,462,370 1,383,760 Em operações extrapatrimoniais 12,241,655 1,247,257 Impostos Impostos sobre o rendimento 448, ,578 Impostos indirectos 1,585, Resultado líquido do período 8,544,710 10,755, ,416,143 64,374, ,416,143 64,374,775 O anexo faz parte integrante da demonstração dos resultados para o semestre findo em 30 de Junho de 2010.

12 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2010 E OPERAÇÕES SOBRE AS UNIDADES DO OIC Recebimentos: Subscrição de unidades de participação 97,573,697 7,909,615 Pagamentos: Resgates de unidades de participação ( 22,774,674) (4,292,003) Fluxo das operações sobre as unidades do OIC 74,799,023 3,617,612 OPERAÇÕES DA CARTEIRA DE TÍTULOS Recebimentos: Venda de títulos e outros activos 72,186,344 7,319,307 Reembolso de títulos e outros activos - 926,877 Rendimento de títulos e outros activos 1,468, ,705 Juros e proveitos similares recebidos 932, ,567 Pagamentos: Compra de títulos e outros activos ( 142,866,850) (8,067,543) Juros e custos similares pagos - (11,508) Comissões de bolsa suportadas ( 22) (81) Comissões de corretagem ( 138,725) (14,137) Outras taxas e comissões ( 8) - Fluxo das operações da carteira de títulos (68,417,923) 1,295,187 OPERAÇÕES A PRAZO E DE DIVISAS Recebimentos: Juros e proveitos similares recebidos 2,142 - Operações cambiais 2,467,464 10,786 Operações sobre cotações 2,369,390 - Outras comissões 68,363 - Outros recebimentos em operações a prazo e de divisas 6,366,643 1,240,850 Pagamentos: Juros e Custos similares pagos ( 195) - Operações cambiais ( 2,315,287) (8,881) Operações sobre cotações ( 3,185,238) - Outros pagamentos em operações a prazo e de divisas ( 10,825,756) (1,109,499) Fluxo das operações a prazo e de divisas (5,052,474) 133,256 OPERAÇÕES DE GESTÃO CORRENTE Recebimentos: Juros de depósitos bancários 10,011 9,136 Pagamentos: Comissão de gestão ( 1,593,834) (412,462) Comissão de depósito ( 17,908) (4,634) Impostos e taxas ( 2,216,657) (576,812) Outros pagamentos correntes (2,106) (2) Fluxo das operações de gestão corrente (3,820,494) (984,772) Saldo dos fluxos de caixa do período (2,491,868) 4,061,283 Disponibilidades no início do período 13,407,573 2,780,993 Disponibilidades no fim do período 10,915,705 6,842,276 O anexo faz parte integrante da demonstração dos fluxos de caixa para o semestre findo em 30 de Junho de 2010.

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