Enchente no Maranhão mobiliza Governo Federal

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1 INFORMATIVO Acesse: Sarney Filho Fotos Ano IV - número 27 Maio de 2009 Câmara aprova 1 bilhão para prefeituras Após acatar reivindicação do líder do Partido Verde, deputado Sarney Filho o Congresso Nacional aprovou, no dia 6 de maio, o Projeto de Lei 8/09, que destina R$ 1 bilhão ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para compensar a queda da transferência de recursos da União causada pela crise financeira internacional. Página 5 Leia: Entrevista do deputado Sarney Filho: A economia tem que estar vinculada ao meio ambiente Página 4 Victor Mendes assume PV no Estado O deputado estadual Victor Mendes assumiu a presidência do Diretório Regional do Partido Verde no Maranhão, em substituição a Washington Rio Branco, que agora é secretário de Meio Ambiente (Sema). A solenidade ocorreu na Assembleia Legislativa, na presença de Sarney Filho, de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e representantes do partido.. Página 3 Enchente no Maranhão mobiliza Governo Federal O Presidente Lula, no aeoroporto de São Luís com a governadora Roseana Sarney e o deputado Sarney Filho, prometeu que o governo federal vai ajudar o Estado a enfrentar os problemas causados pelas chuvas A grande tragédia que o Maranhão está vivendo exige um esforço urgente e integrado para minorar os efeitos das enchentes em nossos municípios. O presidente Lula demonstrou sensibilidade ao visitar o Maranhão e sentiu de perto a extensão dos danos causados pelas chuvas que já deixaram mais de 50 municípios em estado de emergência. Estamos vivendo uma situação ainda mais grave do que a de Santa Catarina (estado que recebeu R$ 1 bilhão do governo federal), já que temos um número ainda maior de municípios atingidos, somado ao fato de que são regiões mais pobres, e por isso, mais dependentes de ajuda imediata do governo. Contabilizar neste momento os recursos que serão necessários para o atendimento emergencial aos flagelados e para a reconstrução de cidades que ficaram praticamente sob as águas é uma tarefa complexa. Mas quem está acompanhando a cada dia a evolução desse drama, como o governo de Roseana Sarney e os parlamentares da bancada do Maranhão na Câmara Federal, sabe que os R$ 300 milhões, destinados a todo o Nordeste, como anunciou o ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, não cobrem sequer a metade das ações que serão necessárias. Também nos preocupa a demora na liberação do dinheiro. Um exemplo disso são os recursos destinados a municípios, ainda no ano passado, que até hoje não foram internalizados. Apesar de o governo federal estar se colocando à disposição do estado para ajudar nessa situação de chuvas e enchentes, a burocracia é muito grande. Nós, deputados, vamos focar as nossas ações para ten- Vídeos Notícias O drama das águas e a burocracia Discursos Agenda Rádio release Bancada quer mais recursos para o MA A bancada do Maranhão na Câmara Federal está pressionando o governo federal a fim de conseguir mais recursos para enfrentar as enchentes no Maranhão. Uma comissão externa da Câmara irá visitar as áreas atingidas nos próximos dias para avaliar a situação. O ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, que esteve no Maranhão, disse que a sua pasta vai trabalhar junto com o Ministério das Cidades no atendimento à população e na reconstrução de casas. Integrantes da bancada também estiveram no Ministério da Saúde para discutir uma estratégia com o objetivo de impedir a propagação de doenças. Os parlamentares querem, ainda, que a contrução de moradias nas áreas atingidas tenha prioridade nos programas do governo federal. Página 2 tar fazer os recursos chegarem o mais rápido possível no estado. Isso porque quando as águas baixarem, os desafios serão ainda maiores, com problemas de saúde e plantações destruídas. Na viagem ao Piauí e ao Maranhão, o presidente Lula garantiu que não faltará dinheiro. Depois de sobrevoar os municípios de Bacabal, Pedreiras e Trizidela do Vale, os mais atingidos, o presidente também determinou aos ministros assistência emergencial aos flagelados. Lula garantiu que tão logo as chuvas diminuam, serão iniciadas as obras de reconstrução. É o que esperamos e iremos cobrar,. Não podemos deixar que entraves burocráticos sacrifiquem ainda mais as famílias maranhenses, sendo que pessoas já morreram e milhares perderam casas, lavoura e gado.

2 vc huvas Expediente Bancada pressiona para a liberação de recursos A bancada do Maranhão na Câmara Federal está pressionando o Executivo para a liberação de recursos para atender o Maranhão. Sob a coordenação do deputado Sarney Filho, os deputados pediram ao presidente Michel Temer a instalação imediata de uma comissão externa para verificar os problemas causados pelas enchentes. Os parlamentares irão visitar os municípios mais atingidos nos próximos dias 16 e 17 de maio. A criação da comissão foi um dos primeiros resultados obtidos pela Bancada do Maranhão, que também realizou audiências nos ministérios da Saúde, Cidades e Integração Nacional em busca de ajuda para os flagelados e a reconstrução do estado. Na reunião da bancada no dia 29 de abril, Sarney Filho garantiu que todo esforço seria feito para ajudar o Maranhão e alertou para os problemas causados pelas mudanças climáticas. As chuvas sempre causaram estragos, mas com as mudanças no clima, estamos vendo em todo o país catástrofes muito graves, como esta, o que exige uma mudança de comportamento das pessoas e também das políticas públicas para impedir desmatamentos, ocupação desordenada do solo e poluição dos rios, entre outras agressões ao meio ambiente, afirmou o deputado. Participaram dessa reunião o senador Epitácio Cafeteria (PTB), os deputados Cleber Verde (PRB), Domingos Dutra (PT), Ribamar Alves, Flávio Dino (PCdoB), Pedro Novais (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Davi Alves (PDT) e Pinto Itamarati (PSDB) e Waldir Maranhão (PP).Antes da visita do presidente Lula e do ministro Geddel Vieira Lima ao Maranhão os integrantes da bancada tiveram audiência com o Secretário Nacional do Informativo do deputado federal Sarney Filho Reporter: Tereza Cristina Soares Projeto gráfico e diagramação: Christiano Max de Sousa Endereço: Câmara dos Deputados - Anexo IV - Gab Brasília - DF - CEP.: Parlamentares discutem em Brasília estratégia para enfrentar as enchentes no Maranhão Mistério das Cidades, Leodegar da Cunha Tiscoski. Ele prometeu aos parlamentares que irá conversar com o gabinete da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef para que seja dada prioridade a programas de construção e reconstrução de casas nas cidades atingidas pelas chuvas. Prioridade Estas cidades teriam prioridade nos financiamentos do programa de habitação do PAC, através do FNHIS Fundo Nacional Habitacional de Interesse Social. Os parlamentares querem recursos para a reconstrução e construção de casas em 50 cidades que foram mais afetadas pelas enchentes. Em relato ao Secretário Nacional, os parlamentares disseram que Trizidela do Vale está totalmente coberta pelas águas. Ficou acertado que o ministério deverá atuar em três frentes: drenagem, habitação e pavimentação. Antes, os técnicos farão um diagnóstico no estado, mas precisarão Jornalista responsável: Eliana Lucena Consultora: Diva Alves Carvalho Fotos: Agência Câmara, Agência Senado, Carlos Amaral, Biaman Prado Tel.: (61) / (98) Fax.: (61) / (98) esperar até que as chuvas diminuam para iniciar os trabalhos. Os parlamentares também estiveram com a área técnica do Ministério da Integração para traçar ações emergenciais. A pasta possui três linhas de ação quando ocorrem tragédias como as enchentes no estado. A primeira se refere a ações de socorro e assistência, envolvendo pequenos serviços inclusive de recuperação das cidades. A segunda linha diz respeito ao restabelecimento dos cenários urbanísticos, ou seja, a reconstrução das cidades e o terceiro é de apoio a obras preventivas para que novas tragédias não se verifique nos anos seguintes. O Ministério das Cidades vai trabalhar em parceria com o ministério da Integração Nacional no que diz respeito à área urbana. As iniciativas nas áreas rurais ficarão a cargo da Integração. Deputado quer energia solar e eólica em casas 2 Contrapartidas ambientais e expansão de unidades habitacionais são as exigências do Partido Verde à Medida Provisória (MP) 459/09, que cria o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. As propostas, por meio de Emenda Constitucional, foram encaminhadas pelo líder do partido Sarney Filho, e pelo deputado Roberto Santiago (PV-SP), com objetivo de fazer ajustes ao texto e dar maior relevância a preocupação com a questão ambiental. As emendas de Sarney Filho pedem que o governo apresente medidas que exijam contrapartidas ambientais em vários pontos do programa como a busca de energias alternativas. Essa proposta visa incentivar a utilização nas residências de energia solar, éolica ou outras fontes de energias renováveis alternativas, de sistemas de aproveitamento de água das chuvas e de projetos, técnicas e materiais que permitam o aproveitamento de iluminação e ventilação naturais. O objetivo é garantir a inclusão desses itens na regulamentação a ser estabelecida pelo Poder Executivo, e assim conseguirmos um programa habitacional dentro de padrões desejáveis de sustentabilidade explicou Sarney Filho. As outras emendas são referentes a regularização fundiária no processo de licenciamento ambiental e urbanístico. Elas propõem que o procedimento seja respeitado de acordo com a legislação ambiental, como também conceder aos municípios competência para dar continuidade ao processo de regularização e firmar acordos para que a mitigação e compensações urbanísticas e ambientais estejam definidas em termos de compromisso com força extrajudicial. Já a proposta do deputado Roberto Santiago tem como finalidade ampliar os benefícios do programa Minha Casa, Minha Visa, para todos os municípios brasileiros independente do número de habitantes.

3 Mendes destaca compromisso do PV O deputado estadual Victor Mendes assumiu a presidência do Diretório Regional do Partido Verde (PV) no Maranhão, em substituição a Washington Rio Branco, que agora é secretário de Meio Ambiente (Sema). A solenidade ocorreu no plenarinho da Assembleia Legislativa, na presença do líder do PV, de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e militantes verdes. William Júnior, que concorreu a vice-prefeito da capital nas eleições de 2008, também foi empossado na direção municipal da legenda em São Luís. Para o novo dirigente da sigla, essa é uma oportunidade ímpar em sua trajetória como agente público e acima de tudo um desafio político. Quero, inicialmente, agradecer o convite para dirigir o PV, pois entendo tratar-se de uma legenda que representa não só uma ideia partidária, mas uma causa nacional e mundial na defesa do meio ambiente, declarou Victor Mendes. Ele disse que chega ao comando do partido para somar esforços e dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido com muita competência por seu antecessor e atual secretário Washington Rio Branco. Sarney Filho ressaltou que o PV do Maranhão obteve destaque no cenário nacional por ter sido a única direção estadual a apresentar e eleger um número satisfatório de prefeitos, nas eleições de 2004 e Atualmente, o partido conta com 20 gestores municipais e dezenas de vereadores no estado. Brasileiros são contra desmatamentos, afirma Sarney Filho Sarney Filho afirmou que os resultados da pesquisa do Datafolha, mostrando que 95% da população brasileira prefere até diminuir a produção do que aumentar o desmatamento, deixa claro que a sociedade quer um modelo de desenvolvimento sustentável para o país, capaz de aproveitar os recursos naturais sem destruir o meio ambiente. O deputado, que participou do debate no Senado Federal entre ambientalistas e representantes do agronegócio, criticou os setores que defendem a estadualização do Código Florestal, como ocorre em Santa Catarina. Estão tentando desmontar a política de combate ao desmatamento e ao aquecimento global com um projeto que está em discussão aqui no Congresso que visa flexibilizar a lei., criticou o deputado. Ele lembrou que o Partido Verde já entrou com uma Ação Direta de Constitucionalidade (ADIN) contra o Código Florestal de Santa Catarina. Acredito que a partir dessa discussão houve um entendimento tanto dos ambientalistas, ruralistas como de senadores da base do governo de que não é necessário desmatar mais para produzir no país. Agora é sair do discurso para a prática, acentuou Sarney Filho. A realização da audiência pública que reuniu 11 comissões temáticas do Senado foi proposta pela senadora Kátia Sarney Filho, o presidente do diretório do PV, Victor Mendes e o secretário Washington Rio Branco Sarney Filho e Marina Silva participaram da audiência Abreu (DEM-TO), que é também presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Com base no estudo do pesquisador Evaristo Eduardo de Miranda, da Embrapa, os representantes do agronegócio estão defendendo mudanças no Código Florestal para ampliar as áreas de agricultura e pecuária. Segundo a pesquisa de Miranda, a legislação ambiental estaria limitando a expansão da agropecuária. Para ele, no país só existiriam 30% de áreas disponíveis para atividades econômicas. Os dados foram contestados por especialistas presentes ao debate, entre eles Tasso Azevedo consultor do Ministério do Meio Ambiente. Ele afirmou que é possível duplicar a produção agrícola diminuindo a área ocupada. Isso pode ser feito, segundo o consultor, com inovação tecnológica ou uso de técnicas já disponíveis. Azevedo ressaltou que a agricultura deve se adaptar às limitações territoriais, enquanto o clima do planeta não pode ser estabilizado com a perda de florestas. Outro debatedor, o ministro do Superior Tribunal Federal (STJ), Herman Benjamim, defendeu que caso o Senado decida alterar o Código Florestal deve fazê-lo eliminando aspectos que não estão diretamente ligados ao agronegócio. O ministro propôs uma purificação temática, citando interesses que acabam contaminando a legislação. Herman Benjamim deu o exemplo das reivindicações feitas por empreendimentos imobiliários que querem flexibilizar o Código Florestal, para aumentar a possibilidade de ocupação de ribanceiras e morros. Deputado com os senadores Demóstenes Torres e Serys Slhessarenko CCJ aprova clarificação de processo para licenciamento ambiental A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou substitutivo ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 12/03, do deputado Sarney Filho que fixa normas para a divisão de competências e para a cooperação entre União, estados e municípios em relação ao meio ambiente. A proposta está apensada ao PLP 388/07, do Poder Executivo, que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); e ao PLP 127/07, do deputado Eliseu Padilha (PMDB- RS). O objetivo é evitar que a ausência de atribuições específicas cause sobreposição de ações dos entes federados ou impeça a tomada de ações, o que causaria prejuízos ao meio ambiente. Competências Estamos dentro de uma situação que começa a discutir a federalização e essa proposta vai clarificar as competências com relação ao licenciamento de uma obra. Se será feita pelo município, pelo estado ou pela União, muitas vezes esse licenciamento é questionado na justiça, e a judicialização desse processo provoca um atraso onde a legislação ambiental é responsabilizada injustamente. Esse PLP é um avanço na legislação ambiental é um avanço na federalização e é um avanço também para as questões ambientais que serão mais rápidas afirmou Sarney Filho. O relator inseriu algumas disposições transitórias para vigorarem antes de o projeto ser integralmente regulamentado. Entre elas, está a definição de que os critérios para a atribuição dos entes federativos para o licenciamento, manejo e supressão de vegetação nas chamadas áreas de proteção ambiental (APAs) serão estabelecidos pelo Conama em prazo máximo de seis meses. Enquanto esses critérios não forem estabelecidos, valerá a legislação atual. 3

4 Ping P ong A economia tem que estar vinculada ao meio ambiente O deputado Sarney Filho, líder do PV na Câmara Federal e coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, é um dos maiores defensores do meio ambiente no Congresso Nacional. A Frente conta com 22 projetos prioritários na agenda legislativa para Em entrevista a Abnor Gondin do DCI São Paulo, o deputado comentou o fato de que a Agenda Legislativa lançada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) reuniu pelo menos dois projetos também defendidos pelos ambientalistas - um sobre as atribuições da União, dos estados e dos municípios no licenciamento ambiental, e outro que cria a política nacional de resíduos sólidos. Ele considera que hoje, cada vez mais, a atividade econômica está vinculada ao meio ambiente. Isso se chama desenvolvimento sustentável. Confira os principais trechos da entrevista: Qual é a sua avaliação da atuação do governo Lula na área de meio ambiente? - O governo Lula peca porque não implantou a transversalidade. Fez bem quando nomeou a ministra Marina Silva [PT-AC] para o Ministério do Meio Ambiente, porque ela conhece profundamente os problemas da Amazônia. E ela deu sequência a várias políticas. Avançou em outras áreas de combate ao desmatamento da Amazônia. Isso fez com que o desmatamento CCJ aprova PL de Sarney Filho que pede reforço na legislação ambiental A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 4602/98, do deputado Sarney Filho, que reforça a Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9605/98). A proposta inclui na lei dispositivos vetados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - entre eles, a tipificação do crime de exportar espécie vegetal nativa sem autorização (a chamada biopirataria vegetal). Segundo o relator, o PL 4602/98 deve ser aprovado pelo fato de resgatar aspectos ambientais importantes que foram excluídos da Lei 9605/98. O projeto tipifica os seguintes crimes ambientais: atear ou manipular fogo em área florestal sem as precauções necessárias; importar ou vender produto tóxico ou potencialmente perigoso ao meio ambiente e à saúde pública cuja venda for proibida no país de origem; importar resíduos tóxicos ou potencialmente perigosos. Além disso, inclui na legislação ambiental o princípio da responsabilidade objetiva por qualquer ato que cause dano ao meio ambiente. diminuísse. Foi uma das causas, e talvez tenha sido a principal. Por outro lado, não colocou o meio ambiente na transversalidade. Isso gerava uma disputa dentro do governo entre os que querem o desenvolvimento a qualquer custo e o desenvolvimento sustentável. Foi um erro crucial. Tanto que a ministra pediu demissão. Ela viu que o governo entendia o ministério como uma ONG, não como um órgão que deveria participar das políticas públicas de desenvolvimento. Foi assim, na sua época, quando o senhor foi ministro do Meio Ambiente no governo Fernando Henrique Cardoso? - Não. Na minha época, nós começamos nosso processo e havia um compromisso maior do conjunto do governo. Podemos avançar em áreas que eram muito sensíveis, como o caso do aumento da reserva legal na Amazônia, de 50% para 80%. O Ministério do Meio Ambiente não era tratado como uma ONG ou com antagonismo por parte do governo. O PAC é uma ameaça ao meio ambiente? - Houve muito falatório de que o PAC não iria cumprir as normais ambientais. Mas toda obra do PAC é licenciada pela legislação atual. Não vejo o PAC como adversário. O senhor fala isso porque há coincidências sobre as competências dos entes federados acerca de meio ambiente no Projeto de Lei Complementar 338, o PAC Legislativo Ambiental, enviado pelo governo Lula há dois anos, e o Projeto de Lei nº 12/2003, de sua autoria? - O PLP 338 clarifica as competências dos entes federados. Hoje não há clareza sobre qual ente federado dá o licenciamento ambiental a determinada obra. Ninguém sabe se é a União, o estado ou o município. Isso gera a judicialização, que só atrasa o cumprimento da legislação. Com a votação desse PLP, vão diminuir os conflitos. Esse projeto ameniza exigências ambientais dos empresários? - Não, a legislação se mantém. Isso também quebra o estereótipo 4 de que quem defende o meio ambiente é contra a atividade econômica? Há muito tempo isso nada tem a ver. Cada vez mais, a atividade econômica está vinculada ao meio ambiente. Isso se chama desenvolvimento sustentável. Deputado, qual é a sua posição sobre um item prioritário da agenda da CNI - o Projeto de Lei nº 203/1991, que estabelece uma política nacional de resíduos sólidos? - Nós estamos de acordo. A Frente Parlamentar Ambientalista participou, fez emendas. É importante introduzir o conceito de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Como é a proposta ambientalista que o senhor conseguiu emplacar na proposta de Reforma Tributária relatada pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO)? - É a criação das figuras do poluidorpagador e do poluidor-recebedor. É simples: atividades econômicas que poluem devem ter ônus maior. Com certeza, essas atividades trazem consequências para toda a sociedade, enquanto o lucro é só para o dono da empresa. Agora, ao contrário, se a atividade econômica é de reciclagem, de reaproveitamento de produtos, diminui o ônus. É preciso tocar no bolso. A Bancada Ruralista encaminhou ao ministro da Agricultura, Reinold Stephanes, propostas de reformulação do Código Florestal? - A proposta nossa é o ZEE [Zoneamento Econômico-Ecológico] na Amazônia, e só depois mexer em reserva legal. Mas o Código Florestal não é para todo o País? - Mas as reservas legais são diferentes em tamanho nas diversas regiões do País. Assim sendo, mexer em reserva legal, sem o zoneamento da Amazônia, é perigoso e não deve ser feito. A lei prevê a flexibilização da reserva legal através do ZEE. Então, alguns estados que não fizeram o ZEE querem fazer logo a mudança da reserva legal e das áreas de preservação. Sob quais critérios?

5 M unicípios Aprovado reforço de R$ 1 bilhão para os municípios Após acatar reivindicação do líder do Partido Verde, deputado Sarney Filho, o Congresso Nacional aprovou no dia 6 de maio o Projeto de Lei 8/09, que destina R$ 1 bilhão ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para compensar a queda da transferência de recursos da União causada pela crise financeira internacional. Preocupado com os impactos da crise econômica e com os graves efeitos das chuvas que sofrem as prefeituras do Norte e Nordeste, Sarney Filho pediu, em Plenário, em nome do PV e das bancadas das duas regiões a votação do PL 8/09. Crise As Prefeituras do Brasil estão sofrendo com a crise econômica, mas as Prefeituras do Norte e Nordeste, além O líder do PV na Câmara, Sarney Filho, cobrou do governo uma opção clara pela sustentabilidade para que o país possa enfrentar a crise financeira mundial colocandose como líder na adoção de políticas públicas comprometidas com a proteção do meio ambiente e com a qualidade de vida. Embora nos Estados Unidos o presidente Barak Obama, segundo o líder, tenha anunciado que nos próximos 10 anos irá investir na chamada economia verde, gerando 5 milhões de empregos/ano, Sarney Filho lamentou que no Brasil o presidente Lula ainda não tenha estabelecido este vínculo entre a crise e as mudanças voltadas para o desenvolvimento sustentável. Sarney Filho fez um balanço das ações da bancada do partido durante a Convenção Nacional, realizada em Brasília. Decisão defendida pelo líder do PV foi aprovada pelos deputados no dia 6 de maio da perda da receita do Fundo de Participação dos Municípios, que significa quase a totalidade das suas receitas, estão sendo duramente atingidas pelas Sarney Filho defende sustentabilidade para enfrentar crise no Brasil Sarney Filho, o presidente do PV José Luis Penna e dirigentes do partido Como exemplos, ele citou o fato de o governo não ter exigido da indústria automobilística uma contrapartida na área ambiental para a ajuda que recebeu. Era a hora de exigir que as montadoras fizessem pesquisas nessa área para produzir veículos que poluam menos o meio ambiente, como é o caso dos carros elétricos, citou o deputado, que citou, ainda, a instalação de energia solar no programa de construção de 1 milhão de casas financiadas pelo governo. enchentes. Há milhares e milhares de brasileiros que precisam da ajuda. Seria uma ajuda direta deste Congresso, se conseguíssemos votar este projeto, Conselho A utilização da energia solar foi sugerida pelo líder do PV ao presidente Lula durante reunião do Conselho Político no Palácio do Planalto. Embora exista uma consciência mundial sobre a necessidade de energias limpas, no Brasil está-se prevendo expansão de usinas termoelétricas que utilizam combustíveis altamente poluentes, criticou Sarney Filho. Estamos vivendo uma emergência ambiental que é muito mais séria do que a crise financeira, alertou o líder, lembrando os desastres naturais enfrentados recentemente por Santa Catarina e o aumento argumentou o deputado. A atuação do deputado Sarney Filho foi essencial para aprovação da proposta. Ele defendeu a urgência do PL 8/09 junto aos líderes partidários que concordaram com a importância e relevância da medida. Arrecadação A queda na arrecadação aconteceu porque a retração da atividade econômica reduziu a arrecadação do governo federal, que também concedeu incentivos fiscais para estimular a economia usando impostos cuja arrecadação é transferida em parte aos municípios. O projeto vai a sanção presidencial. Para o repasse ser efetivado, ainda será necessária a edição de medida provisória nos próximos dias. 5 do calor, em especial no Sul e Sudeste do País. Para ele, o compromisso do PV com essas questões que preocupam a sociedade contribuem para o crescimento do partido em todo o país. Bancada A bancada também tenta impedir a aprovação da Medida Provisória que regulariza ocupações irregulares na Amazônia. Da forma como está proposta, a MP irá permitir novos desmatamento em áreas de reserva legal, não mudando a situação do Brasil, que hoje é o 4º maior emissor de gases do efeito estufa devido às queimadas e desmatamentos na região, afirmou o líder. Moratória Para enfrentar o problema, ele voltou a defender a moratória dos desmatamento na região.

6 6 Deputado cobra compromisso de países ricos com a Amazônia Na rampa do Congresso, o príncipe Charles e Camila comprimentam José Sarney e o deputado Sarney Filho O deputado Sarney Filho defendeu durante reunião do príncipe Charles com parlamentares no gabinete do presidente do Senado, José Sarney, que os países ricos devem pagar pelos serviços ambientais prestados pela Amazônia ao Brasil e a todo o Planeta, ajudando a manter a qualidade do clima. Esta contrapartida, segundo afirmou, servirá para manter a floresta em pé a apoiar as populações que ali vivem, preservando a biodiversidade de Já tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Constitucionalidade (ADIN nº 4229) movida pelo Partido Verde contra o Código Ambiental de Santa Catarina. O PV pede ao STF a suspensão liminar imediata dos efeitos do código estadual.a medida visa declarar a inconstitucionalidade da lei que suprime as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e fere os artigos 24 e 225 da Constituição Federal, além do Código Florestal Brasileiro e a Lei da Mata Atlântica. O relator da matéria é o ministro Celso de Mello. O PV foi o primeiro a protocolar ação contra o código. Além do Partido, o Ministério do Meio Ambiente, por intermédio da AGU, bem como a Procuradoria-Geral da Repúblium dos biomas mais ricos do mundo que poderá ser aproveitado economicamente para a cura de várias doenças e em outras áreas, como a bioengenharia. Modelo O deputado defende que o governo e a sociedade brasileira precisam definir de vez, se querem ver a Amazônia como mais uma fronteira agrícola a ser ocupada ou querem este importante bioma prestando serviços internacionais como a qualidade do ar, da água, Sarney Filho defendeu que países ricos devem pagar pelos serviços prestados pela Amazônia solo e o regime de chuvas que ele influência. A região, disse o deputado, é grande mantenedora de estoques de gases do efeito estufa e conta com uma biodiversidade que poderá ser aproveitada economicamente para a cura de várias doenças. Durante o encontro, o coordenador da Frente informou ao príncipe sobre a iniciativa do Congresso Nacional que é hoje o primeiro parlamento no mundo com certificado de Carbono Zero. Sarney Filho quer barrar MP sobre licenciamento ambiental na AM Sarney Filho classificou como grande retrocesso a aprovação pela Câmara dos Deputados de uma emenda à Medida Provisória nº 452/08, sobre o Fundo Soberano do Brasil (FSB), que dispensa do licenciamento ambiental prévio a pavimentação de rodovias, com o objetivo de acelerar obras previstas no Programa de Aceleração do crescimento (PAC). O líder do PV afirmou que os ambientalistas vão tentar barrar o projeto no Senado Federal. Mais uma vez, sentimos que não há clareza por parte do governo no que diz respeito a uma opção pelo desenvolvimento sustentável para a região.uma coisa é você fazer um reparo de uma estrada que já existe e outra coisa é fazer o asfaltamento de uma rodovia na Amazônia já que é notório que o impacto maior no meio ambiente ocorre após a pavimentação, lamentou o deputado. Sarney Filho fez o alerta durante a apresentação do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica durante café da manhã da Frente, realizado em Brasília. Formado por mais de 50 ONGs, empresas e órgãos governamentais, o Pacto tem como meta a restauração florestal de 15 milhões de hectares até o ano de O trabalho foi lançado pelo deputado Luiz Carreira (DEM-BA) coordenador do Grupo de Trabalho de Floresta da Frente. Para o deputado, é fundamental o apoio das organizações não-governamentais para reverter a MP no Senado. O governo não pode mais ficar nessa dubiedade: de um lado o ministério do Meio Ambiente querendo fazer a preservação nessa luta pelos direitos difusos da sociedade, e de outro, interesses de segmentos que defendem o desenvolvimento a qualquer preço, criticou Sarney Filho. Para o deputado o governo precisa ter uma linguagem comum, adequada aos novos tempos, uma linguagem de responsabilidade ambiental. PV questiona Código Ambiental de Santa Catarina ca deverão também entrar com ADINs, questionando a constitucionalidade de artigos do mencionado Código Ambiental de Santa Catarina. Se isso ocorrer, os processos serão apensados à ADIN impetrada pelo PV. Para o deputado Sarney Filho (MA) a proposta é um retrocesso, é inconstitucional e cria a possibilidade de aumentar mais ainda a agressão ao meio ambiente. Nós vamos lutar para que isso não ocorra afirmou. O código estadual reduz a distância das margens de preservação dos rios e córregos, para 10 metros em propriedades acima de 50 hectares e para 5 metros nas menores, quando o código nacional determina que sejam preservados no mínimo 30 metros de distância das matas ciliares.

7 Deputado comemora título recebido por São Luís Sarney Filho defendeu, em discurso no Plenário, a importância do título recebido por São Luís de Capital Brasileira da Cultura 2009, conferido pelo Bureau Internacional de Capitais Culturais e ministério da Cultura e do Turismo. São Luís merece o título por ter apresentado uma candidatura legitimamente amparada no rico patrimônio cultural material e imaterial que a cidade possui e na força de seu povo, afirmou o líder. Para Sarney Filho, a cidade e o estado contarão com novos instrumentos para valorizar e promover o patrimônio histórico, artístico, cultural e ambiental; contribuir para um maior conhecimento mútuo da identidade nacional e fomentar a auto-estima dos cidadãos, por meio da promoção e divulgação da nossa cultura. Quero destacar o trabalho competente que foi desenvolvido para a escolha de São Luís, em especial, o São Luís Convention Bureau entidade civil que congrega empresários e empreendedores do Setor de Serviços Turísticos, Culturais e Gastronômicos da Cidade e que tem a frente o empresário Nan Souza e os esforços da prefeitura de São Luís. Patrimônio Com o foco agora dirigido para São Luís, o líder considera fundamental colocar em pauta os projetos necessários para garantir a recuperação e preservação do patrimônio arquitetônico colonial e a herança cultural da capital. Esta herança é representada pela diversidade de nossas manifestações, muitas delas já reconhecidas como patrimônio nacional, caso do tambor de crioula, destacou. O deputado chamou atenção para a importância de ações voltadas para a proteção do meio ambiente e para programas que reforcem o turismo sustentável no Maranhão, destacando que o estado tem vocação para esta atividade por suas riquezas naturais. Trata-se de uma iniciativa que irá gerar emprego e renda, contribuindo para melhorar a qualidade de vida da nossa população, defendeu o deputado. Ao explicar a importância do título recebido por São Luís, Sarney Filho lembrou que Atenas, na Grécia, foi a primeira cidade eleita como Capital Européia da Cultura, em Compromisso A partir daí a idéia se espalhou pelo Velho Mundo e chegou às Américas em 2000, quando foi eleita a primeira Capital Americana da Cultura, a cidade de Mérida, no México. No momento em que todos nós comemoramos o justo título recebido por nossa capital, reforço o meu compromisso de aqui no Congresso Nacional continuar lutando para concretizar programas que possam ajudar no desenvolvimento do Maranhão, concluiu o deputado. Frente participa da Hora do Planeta 2009 Em nome da Frente Ambientalista, Sarney Filho e a senadora Serys Slhessarenko (PT-MS), assinaram a adesão ao ato simbólico Hora do Planeta 2009, acontecido dia 28 de março, quando foram apagadas as luzes dos principais ícones de Brasília, como Congresso Nacional, Catedral, Esplanada dos Ministérios, para marcar a luta contra o aquecimento global. A assinatura ocorreu durante a realização do Fórum Amazônia Sustentável, realizado pela WWF e a Frente no Senado Federal. Brasília e Porto Alegre também assinaram o compromisso de participar do mundial que deverá mobilizar mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Na solenidade, o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio, afirmou que o planeta precisa de ajuda. Sarney Filho entre Denise Hamú da WWF e o vice governador do DF Esta iniciativa da WWF-Brasil afirmou. é bastante oportuna e simbólicatura do município confirmou Em Porto Alegre, a prefei- Estamos contentes em que a estátua do Laçador e a poder participar do movimento e mostrar que o governo do ícones gaúchos que ficarão Usina do Gasômetro serão os Distrito Federal está atento no escuro por uma hora, das às questões ambientais e se 20h30 às 21h30. compromete a lutar pela preservação da vida no planeta, Na solenidade, o Ato simbólico vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio, afirmou que o planeta precisa de ajuda. Esta iniciativa do WWF- Brasil é bastante oportuna e simbólica. Estamos contentes em poder participar do movimento e mostrar que o governo do Distrito Federal está atento às questões ambientais e se compromete a lutar pela preservação da vida no planeta, afirmou. O evento contou também com a participação da secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú. De Brasília emanam todas as decisões importantes para o Brasil. Então, a adesão da cidade à Hora do Planeta tem um simbolismo especial, mostrando que o país está engajado na luta contra aquecimento global, afirmou. Sarney Filho. 7 Estadualização prejudica bioma afirma deputado O deputado Sarney Filho criticou a proposta da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) que apresentou um conjunto de propostas de alteração da legislação ambiental do país na subcomissão especial criada para tratar das questões ambientais e seus impactos no agronegócio. A OCB quer assegurar aos produtores o direito de uso das terras abertas para agropecuária antes de leis como o Código Florestal preverem percentuais mínimos de conservação de vegetação nativa. No caso das Áreas de Preservação Permanente, por exemplo, a organização defende que os índices mínimos de preservação às margens de rios sejam reduzidos de 30 para 5 metros.

8 Deputado defende legislação ambiental em São Luís Conheça os projetos de Sarney Filho em discussão no legislativo PL nº 4068/93 - Introduz alteração no artigo 20 da lei nº 8.036, De 11 de maio de fundo de garantia do tempo de serviço, permitindo a utilização da conta vinculada para aquisição de instrumentos musicais PL nº 4602/98 - Altera a lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. PL 274/03 - Acrescenta parágrafo ao artigo vinte e cinco da lei 9605, de 12 de fevereiro de 1998, referente a destinação de bens apreendidos. PL 347/03 - Altera a lei nº 9605, de 12 de fevereiro de Tipifica como crime a comercialização de peixe ornamental e a venda, exportação, aquisição e guarda de espécimes da fauna silvestre quando praticado de forma permanente, em grande escala, em caráter nacional ou internacional, aumenta a pena quando houver tentativa de evitar o flagrante dentre outros. PL 348/03 - Altera a lei nº 9985, de 18 de julho de 2000, lei do SNUC, garantindo a participação dos governos estaduais e municipais no processo de criação de unidade de conservação da natureza. PL nº 878/03 Altera o artigo 13 e revoga o artigo 57, ambos da lei 9096, de 19 de setembro de 1995, para dispor sobre funcionamento parlamentar. Estabelece que tem direito a funcionamento parlamentar o partido político que constitua representação igual ou superior a um centésimo do número total de deputados federais; revogando a chamada cláusula de barreira. PL nº 14/03 - Estabelece a obrigatoriedade de rotulagem de artigos de vestuário e acessórios de couro e dá outras providências. PL nº 3656/04 - Institui o Dia Nacional de Combate à Biopirataria a ser comemorado no dia 10 de novembro. PL nº 4572/04 -Institui o Dia Nacional de Combate ao Tráfico de Aanimais Silvestres a ser comemorado no dia 15 de outubro. PL nº 4573/04 -Dispõe sobre a co-gestão de unidades de conservação, alterando a lei nº Define participação das OSCIPs mudando a Lei Nacional de Unidades de Conservação, envolvendo administração, plano de manejo, manejo ecológico, etc. PL nº 5398/05 - Estabelece medidas relativas à atividade de exploração de floresta e demais formas de vegetação na Amazônia Legal (proibição de corte raso). PL nº 6910/06 - Exige comprovação da origem da madeira utilizada em obras e serviços públicos, e dá outras providências. PL nº 7281/06 - Autoriza o poder executivo a instituir a universidade federal na baixada maranhense. P -Fixa normas para a cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os O deputado Sarney Filho afirmou no III Congresso Brasileiro de Direito Ambiental, realizado em São Luís, que o Brasil precisa não de ataques à legislação de proteção aos recursos naturais ou às ações de nossos gestores ambientais e sim de maiores investimentos na proteção ambiental, bem como em pesquisa em ciência e tecnologia nesse campo. Em sua palestra, que reuniu especialistas na área ambiental de todo o país, o deputado reforçou a importância de conhecer e cuidar do que pertence aos brasileiros como elementos de soberania. No lugar de retalharmos as regras que protegem nossos recursos, precisamos implementar, de fato, a Política Nacional do Meio Ambiente. Temos leis exemplares nesse campo: além da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, devemos citar a Lei dos Recursos Hídricos e a já citada Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, entre outras, citou o parlamentar. Sarney Filho fez referência, também, municípios, no que se refere as competências comuns previstas nos incisos vi e vii do artigo 23 da constituição federal. PLP nº 353/06 - Altera a lei complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para criar o anexo de metas sociais à Lei de Diretrizes Orçamentárias. PRC nº 101/03 -Determina a adequação das instalações da Câmara dos Deputados para o acesso de pessoas portadoras de deficiência física e a disponibilização de guias para acesso de pessoas portadoras de deficiência visual. PDC nº 0001/07 - Dispõe sobre a obrigatoriedade da adoção de medidas, por parte da Câmara dos Deputados, objetivando a redução das emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa e a economia de energia. PFC nº 81/02 -Propõe que a Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias fiscalize a agência nacional de petróleo - ANP, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente - Ibama e a Petrobrás no que se refere à conformidade das atividades de prospecção de petróleo no território nacional. PFC nº 8/03 - Propõe que a Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias fiscalize órgãos federais de meio ambiente em sua atuação de fiscalização de atividades potencialmente poluidoras e de prevenção e controle de acidentes ambientais. PFC nº 98/05 - propõe que a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável CMADS - fiscalize as ações e omissões do Ibama/RN no que tange à de gradação dos manguezais naquele estado. RCP nº 9/03 -Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito, com a finalidade de investigar o tráfico de animais e plantas silvestres brasileiros, a exploração e comércio ilegal de madeira e a biopirataria no país. PEC nº 185/07 -Acrescenta inciso ao 1º do art. 225 Da Constituição Federal incluindo entre as atribuições das Forças Armadas a cooperação no combate aos incêndios florestais e na proteção da integridade das unidades de conservação federais. RCP nº24/03 - Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito, com a finalidade de investigar o tráfico de animais e plantas silvestres brasileiros, a exploração e comércio ilegal de madeira e a biopirataria no país. Projeto de lei nº 18/07 - Dispõe sobre a obrigatoriedade da adoção de medidas por parte do poder público, objetivando a redução das emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Projeto de lei 19/ Dispõe sobre o estabelecimento de metas voltadas para a redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito da estufa. Projeto de lei nº 2497/07 -Dispõe sobre a isenção de Imposto sobre Produto Industrializado - IPI e a redução de 50% (cinqüenta por cento) da alíquota do imposto de 8 aos esforços relevantes na esfera legislativa que merecem ser empreendidos nesse momento, no lugar da aprovação de leis que ferem todo o espírito de nosso direito ambiental Legislação Ele defendeu a aprovação da lei complementar sobre cooperação entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios em termos de política ambiental com base no art. 23 da Constituição, da lei de consolidação da legislação ambiental e de normas definitivas disciplinando o acesso aos recursos genéticos e ao conhecimento tradicional associado e destacou a Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Não se podem mais aceitar as pressões em prol de retrocessos em nossa legislação ambiental. Não se podem mais aceitar, igualmente, direcionamento dos recursos financeiros existentes com total desconsideração da importância da política ambiental, reforçou Sarney Filho.

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