Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vara de Execuções Penais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vara de Execuções Penais"

Transcrição

1 Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vara de Execuções Penais Divisão de Penas e Medidas Alternativas Serviço de Psicologia RELATÓRIO DE PESQUISA LEVANTAMENTO DE DADOS Perfil Evolutivo dos Beneficiários acompanhados pela Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro no cumprimento de Penas e Medidas Alternativas: uma interface entre a Psicologia Social e a Criminologia - Maio/2007 Responsáveis pela pesquisa: Cristiany Rocha Azamôr CRP- 05 / Selma de Amorim Pau Brasil 2 CRP- 05 / 8290 Psicóloga Clínica. Professora Substituta do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro da Equipe de Psicologia da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro. Mestranda em Psicologia Social. 2 Psicóloga Clínica. Psicóloga da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. Membro da Equipe de Psicologia da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro até abril de Mestre em Psicologia Social.

2 2 Há quedas que provocam ascensões maiores. William Shakespeare (Santos & Santos, 96)

3 3 Resumo Este trabalho teve como objetivo realizar um levantamento de dados sobre o perfil dos sujeitos que deram entrada na Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro para o cumprimento de penas restritivas de direitos penas e medidas alternativas desde o ano de 200 até final de O levantamento consistiu na organização dos dados referentes ao sexo, faixa etária e grau de instrução dos beneficiários atendidos, além dos delitos registrados em cada ano. A apresentação dos dados foi feita por meio de tabelas de distribuição de freqüências e de gráficos. Os resultados foram comparados às informações sobre a população brasileira retiradas do IBGE e de outras fontes, visando um aprofundamento na compreensão dos mesmos. Observou-se grande incidência de sujeitos com Ensino Fundamental incompleto, coincidindo com o nível médio de escolaridade da população. O maior número de sujeitos do sexo masculino não vai ao encontro das características da população, pois, nesta, são as mulheres que prevalecem. Em relação aos delitos, foi alta a freqüência dos artigos relacionados à lesão corporal, furto, uso de entorpecentes, porte ilegal de arma de fogo e acidentes de trânsito. Esses dados equivalem às informações da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro sobre as ocorrências policiais registradas entre 200 e O presente estudo indica a importância da realização de pesquisas junto ao trabalho com as penas alternativas, sendo necessário, para isso, um banco de dados atualizado e eficaz. As informações obtidas podem fundamentar práticas ligadas ao modelo ressocializador e psicossocial, como o treinamento em habilidades sociais, por exemplo, e ampliar o corpo teóricometodológico de áreas como a Criminologia e a Psicologia Social, que dão base ao modelo proposto. Palavras-chave: Ressocialização. Modelo Psicossocial. Penas e Medidas Alternativas. Psicologia Social. Criminologia.

4 4 Sumário Introdução 06 Método 2 Resultados 5. Faixa etária 6 2. Grau de instrução 7 3. Sexo 9 3. Características mais expressivas Gráfico Número de beneficiários por sexo Tabelas dos delitos referentes às medidas alternativas Observações Quadro Freqüência das Leis a Gráfico 2 Artigos com maiores freqüências Tabelas dos delitos referentes às penas alternativas Observações Quadro 2 Freqüência das Leis Gráfico 3 Artigos com maiores freqüências Gráfico 4 Delitos mais freqüentes - penas e medidas alternativas Dados demográficos referentes ao Brasil, Estado e Município do RJ 7 7. Gráfico 5 Taxa média de crescimento da população Gráfico 6 Pirâmide etária dos residentes no Município do RJ Quadro 3 Índice de envelhecimento da população Gráfico 7 Projeção do crescimento da população com mais de 80 anos, até o ano de Gráfico 8 Taxa de analfabetismo do Estado do RJ e Brasil Gráfico 9 Anos de estudo da população do Estado do RJ e Brasil Gráfico 0 Índice de pobreza da população do Estado RJ e Brasil Gráfico Ocorrências policiais por tipo de delito no Estado do RJ Outros dados referentes ao Brasil, Estado e Município do RJ 84 Discussão 87 Índice de expressões grifadas no texto 94 Referências bibliográficas 97

5 Introdução 5

6 6 As penas substitutivas à privação da liberdade Penas Alternativas - começaram a fazer parte do cenário jurídico do país em 984, com a modificação do Código Penal Brasileiro (CALGARO, 2005). Em 995, a Lei trouxe uma nova filosofia no âmbito político-criminal e criou os Juizados Especiais Criminais 3. Neste sentido, a criação de meios menos punitivos e mais transformadores tornou-se o foco das discussões em torno da conduta a ser adotada frente aos sujeitos que cometem delitos. Os Juizados Especiais Criminais lidam, cotidianamente, com dois caminhos para a solução de conflitos: a conciliação e a transação penal. Na primeira, um acordo entre as partes possibilita que o acusado repare o dano causado à vítima. Não havendo tal acordo, é oferecida a esse a possibilidade de uma transação penal, ou seja, o cumprimento antecipado de uma modalidade de pena alternativa para que não haja a instauração de um processo. Neste caso, como não houve julgamento, a pena alternativa passa a ser denominada de medida alternativa. Seu tempo de cumprimento é menor e, na maioria das vezes, com carga horária semanal reduzida. A racionalização de recursos, a agilidade e rapidez no andamento dos processos e, consequentemente, a diminuição das prescrições foram, de acordo com Molina (2006), os fatores que motivaram esse modelo consensual. Em decorrência disso, coube ao ordenamento jurídico diferenciar a grande criminalidade daquelas com menor grau ofensivo. Estas, cujas penas máximas não ultrapassam quatro anos, envolvem delitos de menor poder ofensivo e é objeto de apreciação das audiências de conciliação e especiais dos referidos Juizados. As penas e medidas alternativas trouxeram, para o cotidiano dos profissionais que trabalham com esse público alvo, alguns conceitos que, apesar de serem utilizados de forma recorrente, apresentam definições não tão conhecidas. Neste sentido, pode-se destacar a ressocialização, o modelo psicossocial e a prevenção. Molina (2006) apresenta duas tendências de resposta ao delito: a dissuasória e a ressocializadora. A primeira refere-se à imposição de um castigo como estratégia de modelar um comportamento. Acredita-se, dentro dessa visão, que o sujeito poderá não reincidir no delito 3 A referida Lei também instaurou os Juizados Especiais Cíveis.

7 7 frente à possibilidade de nova punição. A segunda é considerada mais humanista e de intervenção positiva. A punição não é evitada, mas considera-se que esta, por si só, não tem efeito positivo na vida do sujeito. Ao contrário, poderá provocar resultados negativos. Assim, torna-se necessário uma atuação durante a execução da pena para que os efeitos negativos da punição sejam transformados em fatores úteis para uma real mudança de comportamento. O objetivo da ressocialização também é o de evitar a reincidência, mas pela construção de um convívio social mais saudável e não pelo medo. Dentro dessa premissa ressocializadora, o modelo psicossocial propõe técnicas de caráter educativo. Não procura explicar a origem dos crimes, mas minimizar possíveis carências no processo de socialização da pessoa que delinqüiu. O paradigma ressocializador somado a uma estratégia de intervenção psicossocial está relacionado a uma forma específica de prevenção de delitos, denominada por Molina (2006) de prevenção terciária. O autor distingue três níveis de prevenção: primária, secundária e terciária. A primeira diz respeito a uma tentativa de se compreender as causas sociais das condutas tidas como inadequadas. Estuda-se, portanto, a origem dos delitos: quando e como ele é gerado. Apresenta-se como o nível mais eficaz de prevenção, mas atua de médio a longo prazo e necessita de uma interlocução comunitária e com a política cultural, econômica e social. O enfoque é nos setores que possam melhorar a qualidade de vida dos grupos sociais: educação, trabalho, bem estar social, etc. A prevenção secundária refere-se ao momento e local no qual o crime se exterioriza. Atua a curto e médio prazo enfatizando a organização e controle urbano, o patrulhamento policial, dentre outras ações focais. Já a prevenção terciária é trabalhada no momento da execução da pena. É a que apresenta caráter punitivo mais marcado, porém, tem como objetivo transformar a punição em um momento durante o qual o sujeito possa repensar sua conduta. É nesse contexto que as penas alternativas se inserem. A importância de se conhecer os conceitos, metodologias e abordagens utilizadas no trabalho que dá base para a atuação das equipes técnicas dentro do judiciário está intimamente relacionada à conquista de resultados positivos buscados pelos profissionais: é essencial um embasamento teórico que justifique as estratégias escolhidas. Nesse sentido, duas áreas oferecem

8 8 conhecimento organizado e sistemático que contribuem para o planejamento de procedimentos eficazes. São elas: a Criminologia e a Psicologia Social. A Criminologia, segundo Molina, é considerada uma ciência empírica, pois trabalha a partir da prática. Estuda o crime, o infrator, a vítima e o controle social de forma interdisciplinar. A percepção do crime como um problema individual/interpessoal e social/comunitário traz para o contexto áreas como a Biologia, a Sociologia e a própria Psicologia. Ao considerar o delito como um problema social, a Criminologia o percebe como uma questão de todos e não só do aparato jurídico. As diferenças em relação às tendências de resposta ao delito, bem como as especificações dos níveis de prevenção com suas estratégias de intervenção, fazem parte do material produzido e estudado por essa disciplina. No âmbito da Psicologia Social, tanto a vertente americana (com as investigações em torno do comportamento grupal, comportamento anti e pró-social, influências, atitudes, preconceito e discriminação, etc.), quanto à abordagem européia (com os estudos relativos às Representações Sociais) procuram compreender certas condutas e criar meios de modificá-las. Rodrigues, Assmar e Jablonky (2005) definem a Psicologia Social como um estudo científico das manifestações do comportamento produzidas na interação entre as pessoas ou pela expectativa dessa interação. Sendo assim, onde há inter-relação social há a formação de comportamentos. Os autores ressaltam, ainda, que fatores situacionais, como o tipo de ambiente no qual o sujeito está inserido, podem ser determinantes na indução de condutas tidas como reprováveis. Entender essa cadeia de condutas e o contexto no qual são produzidas ajuda a definir melhor a intervenção técnica necessária. Ainda em relação à Psicologia Social, podem-se destacar duas áreas de investigação que têm trazido grandes contribuições para o entendimento da criminalidade: os estudos sobre a agressão e violência humana e as pesquisas em torno do tema justiça. Em relação à primeira área, os psicólogos sociais tentam delinear alguns fatores que favorecem o desencadeamento do comportamento agressivo. Hábitos agressivos aprendidos (na família ou por meio da mídia), a presença de pistas agressivas (como armas de fogo, por exemplo) e a agressão legitimada são alguns deles (RODRIGUES, ASSMAR & JABLONSKY, 2005). No que se refere às pesquisas sobre justiça, foi em 96, por meio de um trabalho publicado por George C. Homans, que o

9 9 tema passou a ter relevância para a Psicologia Social. A partir daí, estudiosos de diferentes países têm tentado compreender como as pessoas interpretam e reagem a situações consideradas por elas como justas ou injustas. Os estudos relacionados à Psicologia Social da Justiça, como ficou denominada, dividem-se em três grandes eixos: Privação Relativa, Justiça Distributiva e Justiça Processual. A Privação Relativa engloba pesquisas sobre a relação entre o que o sujeito tem e o que ele acredita que deva ter. A Justiça Distributiva apresenta investigações que tentam entender o impacto da distribuição dos recursos nos grupos sociais. Já a Justiça Processual tem como foco os procedimentos adotados para a tomada de decisão em relação a um conflito. Acredita-se que, se a conclusão de um conflito for justa, os sujeitos que receberam uma punição tendem a sair menos insatisfeitos. È nesse eixo teórico que se concentram os estudos em torno dos julgamentos inerentes ao âmbito do judiciário. O trabalho na Justiça mostra-se extremamente difícil. Uma complexidade de fatores está relacionada às condutas dos seres humanos. Julgar um comportamento como inadequado e adotar um procedimento justo na resolução dos conflitos não é tarefa simples. Como conseqüência, aquele que recebe uma punição pode chegar para o cumprimento de sua pena trazendo inúmeras questões, como: sentimentos de injustiça, culpa, insegurança, indiferença, apatia, vulnerabilidade, falta de implicação na situação, dentre muitas outras. Nesse sentido, o preparo do profissional que recebe esses sujeitos é de extrema importância, pois os benefícios decorrentes dessa relação dependem disso. A atuação junto às penas e medidas alternativas exigiu, por parte do judiciário, uma estrutura adequada. Novos caminhos na execução da pena passaram a ser construídos e o foco deixou de ser, exclusivamente, o apenado e passou a incluir, também, o beneficiário (aquele que recebe o benefício de uma pena alternativa). Como decorrência disso, a organização de pessoal para os cartórios, equipe técnica e outros setores, foi, aos poucos, se efetivando. Esse movimento se deu de modo diverso em diferentes Estados, o que marcou o desenvolvimento de uma grande diversidade de ações, apesar da tentativa de construção, a nível nacional, de uma metodologia de referência. O histórico sobre o trabalho com as penas e medidas alternativas na Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro indica que um projeto posto em prática no ano de 99 começou a

10 0 traçar os primeiros caminhos. Inicialmente, a atuação era exclusiva dos Assistentes Sociais. Tempos depois, com a inserção da Psicologia, as práticas foram ampliadas e, finalmente, em 200, se deu a criação da Divisão de Penas e Medidas Alternativas, a primeira do Estado. Desde então, uma equipe interdisciplinar vem consolidando e aperfeiçoando os procedimentos adotados na época. Atualmente, por meio de entrevistas individuais, grupos, visitas institucionais e outras atividades, é realizado o acompanhamento de pessoas que cumprem as diversas modalidades de pena alternativas, dentre elas, a prestação de serviços à comunidade, a limitação de final de semana, a prestação pecuniária, dentre outras restrições de direitos.

11 Método

12 2 Foram incluídos todos os sujeitos recebidos pela Divisão de Penas e Medidas Alternativas da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro para o cumprimento de penas restritivas de direitos, desde 200 até Os dados foram retirados do sistema informatizado da Vara de Execuções Penais e são: Tipos de delitos cometidos Faixa etária Grau de instrução Sexo Vale ressaltar que as referências em relação ao grau de instrução, que nos dados originais estavam ainda mencionado º grau e 2º grau, foram substituídas pelas novas nomenclaturas previstas na lei de Diretrizes e Bases para a Educação LDB. São elas: Ensino Fundamental, que antes era o º grau e Ensino Médio, denominado anteriormente de 2º grau. Em relação aos delitos, os mesmos foram organizados em tabelas de distribuição de freqüências para dados isolados. Cada tabela representa o tipo de lei a qual pertence. Manteve-se a divisão entre medidas e penas alternativas. Contabilizou-se a ocorrência de cada artigo nos respectivos anos, para que pudessem ser organizados em ordem decrescente. As leis também foram organizadas por ano e em ordem decrescente, a primeira sendo a que apareceu com maior freqüência e a última àquela com menor expressão. Ao lado de cada tabela encontra-se a descrição da respectiva lei e um resumo do que trata cada artigo. Alguns dados também foram apresentados por meio de gráficos, com o objetivo de facilitar a interpretação dos mesmos. Além das informações coletadas no sistema informatizado da Vara de Execuções Penais, o presente trabalho apresenta alguns dados referentes a censos demográficos realizados, basicamente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. O objetivo para tal procedimento foi o de comparar os resultados encontrados com as características da população em geral. Segue, abaixo, a descrição dos dados acima mencionados:

13 3 Taxa média de crescimento da população Número de residentes no Município do Rio de Janeiro por faixa etária Índice de envelhecimento da população brasileira Projeção do crescimento da população brasileira com mais de 80 anos Taxa de analfabetismo do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil Anos de estudo da população do Estado do Rio de Janeiro Índice de pobreza da população do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil Ocorrências policiais por tipo de delito no Estado do Rio de Janeiro Cabe ressaltar que o último censo realizado pelo IBGE foi em Assim, outras fontes foram consultadas com o objetivo de que informações mais recentes fossem encontradas. Em alguns casos, não foi possível coletar dados de 200 em diante.

14 Resultados 4

15 5 FAIXA ETÁRIA Tabela Tabela IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos 409 Mais de 35 anos a 25 anos 98 Não informado 0 até 8 anos IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos 53 Mais de 35 anos a 25 anos 6 Não informado 24 até 8 anos 4 02 Tabela Tabela IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos 673 Mais de 35 anos 6 8 a 25 anos 308 Não informado 22 até 8 anos IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos 765 Mais de 35 anos 75 8 a 25 anos 490 Não informado 23 até 8 anos Tabela Tabela IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos 987 Mais de 35 anos a 25 anos 786 Não informado 08 até 8 anos 2837 IDADE FREQÜÊNCIA 26 a 35 anos a 25 anos 90 Mais de 35 anos 78 Não informado 77 até 8 anos

16 6 GRAU DE INSTRUÇÃO Tabela Tabela GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Fundamental incompleto 439 Não informado 253 Fundamental completo 87 Médio completo 23 Analfabeto 23 Médio incompleto 8 Superior completo 3 Superior incompleto 5 Sabe ler e escrever 862 GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Fundamental incompleto 507 Não informado 350 Fundamental completo 93 Médio completo 52 Analfabeto 44 Médio incompleto 26 Superior completo 24 Superior incompleto 5 Sabe ler e escrever 02 Tabela Tabela GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Fundamental incompleto 665 Não informado 63 Fundamental completo 5 Médio completo 65 Superior completo 58 Médio incompleto 47 Analfabeto 45 Superior incompleto 8 Sabe ler e escrever GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Não informado 006 Fundamental incompleto 642 Fundamental completo 23 Médio completo 69 Analfabeto 63 Médio incompleto 44 Superior completo 33 Superior incompleto 8 Sabe ler e escrever

17 7 Tabela GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Não informado 70 Fundamental incompleto 585 Fundamental completo 50 Sabe ler e escrever 07 Médio completo 82 Médio incompleto 70 Analfabeto 67 Superior completo 46 Superior incompleto 26 Não freqüenta a escola 2 Mestrado 2837 Tabela GRAU DE INSTRUÇÃO FREQÜÊNCIA Não informado 29 Fundamental incompleto 644 Sabe ler e escrever 605 Fundamental completo 65 Médio completo 24 Médio incompleto 6 Analfabeto 8 Superior completo 53 Superior incompleto 50 Mestrado Não freqüenta a escola 3030

18 8 SEXO Tabela Tabela Tabela SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 767 Feminino 92 Não 3 informado 862 SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 979 Feminino SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 440 Feminino 78 Não 2 informado 620 Tabela Tabela Tabela SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 768 Feminino 225 Não 7 informado 2000 SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 2437 Feminino 346 Não 54 informado 2837 SEXO FREQÜÊNCIA Masculino 268 Feminino 344 Não 66 informado 3028

19 9 CARACTERÍSTICAS MAIS EXPRESSIVAS EM RELAÇÃO AO SEXO, FAIXA ETÁRIA E GRAU DE INSTRUÇÃO, ENTRE 200 E sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto 2002 sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto 2003 sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto 2004 sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto 2005 sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto 2006 sexo masculino 26 a 35 anos Ensino fundamental incompleto A faixa etária e o nível de instrução dizem respeito aos dois sexos; O perfil dos beneficiários manteve-se o mesmo de 200 até 2006; Em 2005, houve um aumento expressivo do número de informações não incluídas no sistema relacionadas a faixa etária dos beneficiários. Esse aspecto merece cuidado especial, pois pode ter influenciado na totalização dos resultados. Em 2006, esse número decresceu, mas continuou alto (Tabela 5 e 6); Ainda em relação à idade, de 200 a 2005 a seqüência das faixas foi a mesma. Porém, no ano de 2006, o segundo lugar foi ocupado por sujeitos entre 8 e 25

20 20 anos, ficando os de mais de 35 anos em terceiro lugar, ou seja, houve um aumento dos delitos cometidos por jovens que acabaram de sair da adolescência (Tabela 6); Sobre o grau de instrução, o número de informações não registradas foi bastante elevado, principalmente, nos anos de 2004, 2005 e 2006, chegando a ocupar os primeiros lugares. O presente trabalho faz uma ressalva, pois esses dados, pelo valor que apresentaram, contém informações que podem modificar o perfil dos beneficiários (Tabelas 0, e 2); Tentando analisar os dados referentes ao grau de instrução, mesmo com a interferência relatada acima, observa-se que a categoria sabe ler e escrever aumentou de freqüência a partir do ano de 2005 (Tabela ). De 200 a 2004 esta variou entre 2 e 4 entradas (Tabelas 7, 8, 9 e 0). No ano de 2005 chegou a 97 e em 2006 subiu para 429 (Tabelas e 2). Também no que diz respeito a esse item, ressalta-se a importância da inserção correta dos dados no sistema, para que se tenha certeza de que saber ler e escrever não inclui sujeitos que têm Ensino Fundamental incompleto; Observa-se que em 2005 e 2006 houve o surgimento de uma nova categoria: não freqüenta a escola (Tabelas e 2). Cabe perguntar se esse intervalo também inclui sujeitos com algum nível de escolaridade incompleto ou apenas os que nunca freqüentaram uma escola. Somente uma inserção criteriosa dos dados no sistema poderá especificar; No que se refere ao sexo, o gráfico, a seguir, apresenta os valores de 200 a 2006, contidos nas tabelas 3, 4, 5, 6, 7, e 8:

21 2 Gráfico - Número de beneficiários, por sexo, de 200 a HOMENS MULHERES SEXO NÃO INFORMADO O número de sujeitos do sexo feminino e masculino vem crescendo; O crescimento de beneficiários do sexo masculino mostra-se bem mais acelerado do que os do sexo feminino; Também, nesse item, houve um acréscimo de informações não registradas em 2005, mas, devido à grande diferença entre os dois sexos, não houve risco desse fator ser prejudicial.

22 22 Em seguida, serão apresentadas as tabelas específicas a cada lei, contendo os delitos que foram registrados no banco de dados da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, entre 200 e 2006, ligados às medidas alternativas:

23 23 MEDIDAS 200 Tabela 9 - Decreto Lei 2848/40 - Código Penal Art.29 Art. 29 Lesão corporal MEDIDAS 2002 Tabela 20 -Decreto Lei 2848/40 - Código Penal Art.29 Art.47 Art.33 Art.2 Art.36 Art.55 Art.63 Art Art. 29 Lesão corporal Art. 47 Ameaça Art. 33 Desacato Art. 2 Homicídio simples Art. 36 Maus tratos Art. 55 Furto Art. 63 Dano Art. 327 Considerar-se funcionário público... 5 Tabela 2 - Lei 6368/76 Medidas de Prevenção e Repressão ao Tráfico Ilícito ou Uso Indevido de Substâncias Entorpecentes Art.6 Adquirir, guardar ou trazer consigo, para uso próprio, substância Art.6 20 entorpecente sem autorização. Art.2 2 Art.2 Importar ou exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, 22 vender (...) substância entorpecente sem autorização. Tabela 22 -Lei 9503/97 Código de Trânsito Brasileiro Art Art. 303 Lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Art.302 Art. 302 Homicídio culposo na direção de veículo automotor Art.305 Art. 305 Afastar o condutor do veículo do local do acidente/fugir à Art.309 responsabilidade penal ou civil. Art.3 Art. 309 Dirigir sem autorização/habilitação gerando perigo de dano. 2 Art. 3 Trafegar em velocidade incompatível em locais onde a velocidade deve ser reduzida. Tabela 23 - Lei 9437/97 - Comércio e uso ilegal de arma de fogo Art.0 Art. 0 Possuir, deter, portar, fabricar, transportar (...) arma de fogo, de uso permitido, sem autorização.

24 24 Tabela 24 - Decreto Lei 3688/4 Lei das Contravenções Penais Art. 32 Art. 2 Art. 47 Art. 62 Art. 65 Art Art. 32 Falta de habilitação para dirigir veículo Art. 2 Praticar vias de fato contra alguém Art. 47 Exercício ilegal da profissão ou atividade Art. 62 Embriaguez causando escândalo ou perigo à própria vida ou de outro. Art. 65 Perturbação da tranqüilidade Art. 68 Recusa de dados sobre identidade à autoridade Tabela 25 - Lei 9605/98 Sanções Penais e Administrativas para condutas lesivas contra o Meio Ambiente Art Art.65 Pichar, grafitar monumento urbano. Tabela 26 - Lei 69/90 Dispõe sobre a carreira de Fiscal de Renda da Secretaria de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro Art. 232 OBS: na referida lei consta até o art. 20.Não foi possível encontrar o art. 232

25 25 MEDIDAS 2003 Tabela 27 - Lei 6368/76 - Medidas de Prevenção e Repressão ao Tráfico ilícito ou uso indevido de substâncias entorpecentes s Art.6 68 Art Art.6 Adquirir, guardar ou trazer consigo, para uso próprio, substância entorpecente sem autorização. Art.2 Importar ou exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender (...) substância entorpecente sem autorização. Tabela 28 - Decreto Lei 2848/40 - Código Penal Artigo Freqüência Art Art.47 2 Art.33 Art.36 0 Art Art.40 3 Art.50 3 Art Art Art Art.80 2 Art.55 Art.63 Art.307 Art.299 Art.286 Art.247 Art.234 Art.28 Art.84 Art.46 Art.57 Art Art. 29 Lesão corporal Art. 47 Ameaça Art. 33 Desacato Art. 36 Maus tratos Art. 330 Desobediência Art. 40 Injúria Art. 50 Violação de domicílio Art. 245 Entrega de filho menor a pessoa inidônea Art. 233 Ato obsceno Art. 329 Resistência Art. 80 Receptação Art. 55 Furto Art. 63 Dano Art. 307 Falsa identidade Art. 299 Falsidade ideológica Art. 286 Incitação ao crime Art. 247 Permitir que menor em seu poder freqüente casa de jogos, de prostituição, mendigue... Art. 234 Ter sob sua guarda para fim de comércio ou exibição escrito ou objeto obsceno. Art. 28 Corrupção de menores Art. 84 Violação de direito moral Art. 46 Constrangimento ilegal Art. 57 Roubo Art. 302 Falsidade de atestado médico Tabela 29 - Lei 9503/97 Código de Trânsito Brasileiro Art. 303 Lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Art.303 Art.309 Art.306 Art.305 Art Art. 309 Dirigir sem autorização/habilitação gerando perigo de dano. Art. 306 Conduzir veículo automotor sob efeito de álcool ou outra substância análoga Art. 305 Afastar o condutor do veículo do local do acidente/fugir à responsabilidade penal ou civil. 8 Art. 30 Entregar a direção para quem não tem autorização ou condições para dirigir.

26 26 Tabela 30 - Lei 9437/97 Comércio e uso ilegal de arma de fogo Art Art. 0 Possuir, deter, portar, fabricar, transportar (...) arma de fogo, de uso permitido, sem autorização. Tabela 3 - Decreto Lei 3688/4 Lei das Contravenções Penais Art. 2 3 Art. 2 Praticar vias de fato contra alguém Art Art. 58 Explorar ou realizar Jogo do Bicho Art Art. 50 Estabelecer ou explorar jogo de azar. Art. 62 Art. 62 Embriaguez causando escândalo ou perigo à própria vida ou de outro. Art. 9 Art. 9 Porte de arma sem licença Art. 3 Art. 3 Omissão de cautela na guarda ou condução de animais Art. 6 Art. 6 Importunação ofensiva ao pudor Art. 8 Art. 8 Fabrico, comércio ou detenção de armas de fogo ou munição sem 2 autorização. Tabela 32 - Lei 9605/98 - Sanções Penais e Administrativas para condutas lesivas contra o Meio Ambiente Art.65 Art Art.65 Pichar, grafitar monumento urbano. Art.32 Praticar atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos... Tabela 33 - Decreto Lei 6259/44 Dispõe sobre o serviço de Loterias Artigo Frequencies Art Art Art. 58 Realizar Jogo do Bicho Art. 50 Efetuar o pagamento de prêmio relativo a bilhete de loteria que não possa circular legalmente. Tabela 34 - Lei 52/5 Altera dispositivos da legislação sobre crimes contra a economia popular Art. 4 Usura pecuniária ou real: cobrar juros, comissões ou descontos superiores à Art. 4 taxa permitida por lei, cobrar ágio superior à taxa oficial de câmbio, emprestar sob penhor sem ser via instituição oficial de crédito. Tabela 35 - Decreto Lei 766/45 Lei de Falências Art.86 Art. 86 (crime falimentar - artigo relacionado a não apresentação de livro de registros contábeis, pelo empresário que vai à falência).

27 27 MEDIDAS 2004 Tabela 36 - Lei 6368/76 - Medidas de Prevenção e Repressão ao Tráfico ilícito ou uso indevido de substâncias entorpecentes Art. 6 Art. 2 Art. 5 Art Art.6 Adquirir, guardar ou trazer consigo, para uso próprio, substância entorpecente sem autorização. Art.2 Importar ou exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender (...) substância entorpecente sem autorização. 402 Tabela 37 - Decreto Lei 2848/40 - Código Penal Artigo Freqüência Art.33 8 Art.36 4 Art Art.47 8 Art Art.29 7 Art Art.40 4 Art.50 3 Art.80 3 Art.46 2 Art Art.307 Art.247 Art.340 Art.5 Art.309 Art.39 Art.76 Art.304 Art.57 Art Art. 33 Desacato Art. 36 Maus tratos Art. 329 Resistência Art. 47 Ameaça Art. 330 Desobediência Art. 29 Lesão corporal Art. 233 Ato obsceno Art. 40 Injúria Art. 50 Violação de domicílio Art. 80 Receptação Art. 46 Constrangimento ilegal Art. 348 Favorecimento pessoal Art. 307 Falsa identidade Art. 247 Permitir que menor em seu poder freqüente casa de jogos, de prostituição, mendigue... Art. 340 Comunicação falsa de crime ou de contravenção Art. 5 Violação de correspondência Art. 309 Fraude de lei sobre estrangeiro (usar nome que não é o seu para sair, entrar ou permanecer no país). Art. 39 Difamação Art. 76 Tomar refeição, utilizar transporte ou alojar-se em hotel sem pagar. Art. 304 Uso de documento falso Art. 57 Roubo Art.55 Furto Tabela 38 - Lei 9503/97 Código de Trânsito Brasileiro Art. 303 Lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Art.303 Art.306 Art.309 Art.30 Art.305 Art Art. 306 Conduzir veículo automotor sob efeito de álcool ou outra substância análoga Art. 309 Dirigir sem autorização/habilitação gerando perigo de dano. Art. 30 Entregar a direção para quem não tem autorização ou condições para dirigir. Art. 305 Afastar o condutor do veículo do local do acidente/fugir à 30 responsabilidade penal ou civil. Art. 304 Deixar, o condutor de veículo, de prestar ou chamar socorro para sua vítima.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA 1- DOS CRIMES CONTRA A FAMÍLIA 2 - Dos crimes contra o estado de filiação 3 - Dos crimes contra a assistência familiar 4 - Dos crimes contra o pátrio poder, tutela e curatela 5 - DOS CRIMES CONTRA

Leia mais

TIPOS DE CRIMES E SEUS TOTAIS CONSTANTES NOS INQUÉRITOS POLICIAIS DISTRIBUÍDOS JANEIRO DE 2009

TIPOS DE CRIMES E SEUS TOTAIS CONSTANTES NOS INQUÉRITOS POLICIAIS DISTRIBUÍDOS JANEIRO DE 2009 JANEIRO DE 2009 Crimes contra a vida Homicídio Simples 8 2 Crimes contra a vida Homicídio Qualificado 23 3 Crimes contra a Honra Difamação 4 Crimes contra a Honra Injúria 3 5 Crimes contra a liberdade

Leia mais

UNIDADE: FACULDADE DE DIREITO DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

UNIDADE: FACULDADE DE DIREITO DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Í N D I C E Código Disciplina Página DIR 05-00188 Direito Penal I 2 DIR 05-00361 Direito Penal II 3 DIR 05-00528 Direito Penal III 4 DIR 0-00684 Direito Penal IV 5 DIR 05-07407

Leia mais

ÁREA CRIMINAL. 283 Coação no curso do processo 3580. Código Ass. Exibido. Código Classe. Código Principal. Descrição da Classe. Assunto a ser exibido

ÁREA CRIMINAL. 283 Coação no curso do processo 3580. Código Ass. Exibido. Código Classe. Código Principal. Descrição da Classe. Assunto a ser exibido Área Criminal Descrição da ÁREA CRIMINAL Ordinário 283 Abandono de incapaz 3391 Ordinário 283 Abandono Material 3474 Ordinário 283 Abuso de Incapazes 5842 Ordinário 283 Ordinário 283 Adulteração de Sinal

Leia mais

Elementos de. Direito PENAL MILITAR PARTE ESPECIAL *** ~. ~n ED,ITORA. \t3j.i. METODO

Elementos de. Direito PENAL MILITAR PARTE ESPECIAL *** ~. ~n ED,ITORA. \t3j.i. METODO - Elementos de Direito PENAL MILITAR PARTE ESPECIAL 36882 - *** ~. ~n ED,ITORA \t3j.i. METODO SUMÁRIO Introdução..................... 1 - Algumas considerações acerca de segurança nacional, segurança interna,

Leia mais

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 Sumário Prefácio... 11 Apresentação dos autores... 13 Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 1. Para entender a lei... 26 2. Aspectos gerais... 28 2.1 Fundamento constitucional... 28 2.2 A Lei dos

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 Disciplina: Direito Penal IV Departamento III Penal e Processo Penal Docente Responsável: Mauro Augusto de Souza Mello Junior Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/PA - PMB SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO - SEMAD GUARDA MUNICIPAL DE BELÉM

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/PA - PMB SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO - SEMAD GUARDA MUNICIPAL DE BELÉM CONCURSO PÚBLICO N.º 02/2012 DA GUARDA MUNICIPAL 1 / 6 - PMB EDITAL DE RETIFICAÇÃO N. 02/2012, DE 31 DE JANEIRO DE 2012. A INSPETORA-GERAL DA, no uso de suas atribuições legais, nos termos do subitem 17.6

Leia mais

Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ

Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ Metodologia de Reagregação de Códigos para Publicação em DOERJ Em atendimento à determinação do Exmo. Sr. Secretário de Segurança, foi elaborado um modelo de adequação do sistema de agregação dos títulos

Leia mais

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 1 Certas práticas, sejam cometidas por agentes públicos ou por particulares, afetam negativamente a gestão pública. Algumas são consideradas crimes pelo Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei n. 2.848, de

Leia mais

SUMÁRIO. Parte 1. Capítulo 3 Prisão em flagrante... 21

SUMÁRIO. Parte 1. Capítulo 3 Prisão em flagrante... 21 SUMÁRIO Parte 1 Aspectos gerais da atividade policial Capítulo 1 Distinção entre a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Guarda Municipal...3 Capítulo 2

Leia mais

ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO

ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO SUMÁRIO Parte 1 ASPECTOS GERAIS DA ATIVIDADE POLICIAL Capítulo 1 Distinção entre a Política Militar,

Leia mais

liberada por se tratar de um documento não aprovado pela PUC Goiás.

liberada por se tratar de um documento não aprovado pela PUC Goiás. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD Plano de Ensino 2015/1 Atenção! Este Plano de Ensino é um Rascunho. Sua impressão não está liberada por se tratar de um documento

Leia mais

Sumário. Coleção Sinopses para Concursos... 25 Guia de leitura da Coleção... 27

Sumário. Coleção Sinopses para Concursos... 25 Guia de leitura da Coleção... 27 Sumário Coleção Sinopses para Concursos... 25 Guia de leitura da Coleção... 27 Capítulo I DOS CRIMES CONTRA A PESSOA... 29 1. DOS CRIMES CONTRA A VIDA... 33 1.1 HOMICÍDIO... 33 1. Bem jurídico... 34 2.

Leia mais

Pesquisa por : Assunto da Denuncia TOTAL 2000 ASSUNTO DA DENUNCIA

Pesquisa por : Assunto da Denuncia TOTAL 2000 ASSUNTO DA DENUNCIA Pesquisa por : Assunto da Denuncia TOTAL 2000 ASSUNTO DA DENUNCIA TRAFICO DE ENTORPECENTE 3.721 27,48% PORTE DE ENTORPECENTE 3.721 27,48% HOMICIDIO 764 5,64% ROUBO DE VEICULO 367 2,71% DESORDEM 338 2,50%

Leia mais

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11.

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Ricardo Henrique Araújo Pinheiro. A breve crítica que faremos neste

Leia mais

CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET

CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET ESTUDO CRIMES PRATICADOS PELA INTERNET Ribamar Soares Consultor Legislativo da Área II Direito Civil e Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, de Família, do Autor, de Sucessões, Internacional

Leia mais

Questões relevantes Parte Especial CP

Questões relevantes Parte Especial CP Direito Penal 1ª Fase OAB/FGV Aula 5 Professor Sandro Caldeira Questões relevantes Parte Especial CP Crimes contra a honra Crimes contra o patrimônio; Crimes contra a dignidade sexual; Crimes praticados

Leia mais

1. CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

1. CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 DIREITO PENAL PONTO 1: Crimes Contra a Administração Pública 1. CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Crimes contra a Administração Pública impedem a progressão de regime sem a reparação do dano. A reparação

Leia mais

Inovações do Advento da Lei de Crimes Ambientais

Inovações do Advento da Lei de Crimes Ambientais Dr. Luiz Carlos Aceti Júnior Especialista em Direito Empresarial Ambiental Pós-graduado em Direito das Empresas Inovações do Advento da Lei de Crimes Ambientais 1. Leis esparsas, de difícil aplicação.

Leia mais

LEIS PENAIS ESPECIAIS

LEIS PENAIS ESPECIAIS LEIS PENAIS ESPECIAIS LEI MARIA DA PENHA Lei 11.340/06 Protege a mulher a violência doméstica e familiar LEI MARIA DA PENHA A violência doméstica não é somente a violência física Abrange qualquer agressão

Leia mais

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional?

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? L F Ladir & Franco A D V O G A D O S RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? Túlio Arantes Bozola Advogado - Ladir & Franco

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ DOS CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA O título reservado aos crimes contra a fé pública divide-se em quatro capítulos, com as seguintes epígrafes: Da moeda falsa, Da falsidade de títulos e outros papéis públicos,

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ TÍTULO XI DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Capítulo I Dos Crimes Praticados por Funcionário Público contra a Administração em Geral Peculato Art. 312. Apropriar-se o funcionário público de dinheiro,

Leia mais

CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS

CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS CARTILHA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS Os Juizados Especiais foram criados para atender; de uma forma rápida e simples, problemas cujas soluções podem ser buscadas por qualquer cidadão. Antes deles,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte Lei: DECRETO-LEI N o 2.848, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte Lei: (...) TÍTULO XI DOS CRIMES CONTRA A

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS DEFENSORIA PÚBLICA CORREGEDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DAS AÇÕES AJUIZADAS DA DEFENSORIA PÚBLICA - ANO/2013.

ESTADO DO TOCANTINS DEFENSORIA PÚBLICA CORREGEDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DAS AÇÕES AJUIZADAS DA DEFENSORIA PÚBLICA - ANO/2013. ESTADO DO TOCANTINS DEFENSORIA PÚBLICA CORREGEDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DAS AÇÕES AJUIZADAS DA DEFENSORIA PÚBLICA - ANO/2013. O relatório abaixo informa as ações judiciais executadas pela Defensoria

Leia mais

A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases

A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases Dra.Ancilla-Dei Vega Dias Baptista Giaconi Maio/2014 0 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia Criada em 23 de Novembro

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de de 2015.

PROJETO DE LEI Nº de de 2015. PROJETO DE LEI Nº de de 2015. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL PARA O SISTEMA INTEGRADO DE INFORMAÇÕES DE VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO NO ESTADO DE GOIÁS, DENOMINADO OBSERVATÓRIO ESTADUAL DA VIOLÊNCIA CONTRA O

Leia mais

CRIMES DE INFORMÁTICA. Introdução. O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável.

CRIMES DE INFORMÁTICA. Introdução. O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável. CRIMES DE INFORMÁTICA Introdução O QUE É CRIME - Toda conduta humana (ação ou omissão) - típica, - antijurídica e - culpável Introdução O QUE É CRIME - Tipicidade: perfeito enquadramento da conduta ao

Leia mais

Tropa de Elite Polícia Civil Legislação Penal Especial CBT - Parte Especial Liana Ximenes

Tropa de Elite Polícia Civil Legislação Penal Especial CBT - Parte Especial Liana Ximenes Tropa de Elite Polícia Civil Legislação Penal Especial CBT - Parte Especial Liana Ximenes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. CTB- Parte Especial Art. 302. Praticar

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2015

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2015 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2015 Disciplina: Direito Penal III Departamento III Direito Penal e Direito Processo Penal Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo: Anual 4º ano Docente Responsável: Gustavo

Leia mais

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25 Espelho Penal Peça O examinando deve redigir uma apelação, com fundamento no artigo 593, I, do Código de Processo Penal. A petição de interposição deve ser endereçada ao juiz de direito da 1ª vara criminal

Leia mais

Sigilo e Segredo de Justiça

Sigilo e Segredo de Justiça TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DGTEC Diretoria Geral de Tecnologia da Informação DEATE Departamento de Suporte e Atendimento MANUAL DO USUÁRIO Sigilo e Segredo de Justiça 1. SIGILO 1.1

Leia mais

FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PROJEÇÃO FAPRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ALLAN ARDISSON COSSET DIEGO ALVES DE PAIVA ERICK SOUSA DAMASCENO HUGO NASCIMENTO SERRA RICARDO FRANÇA RODRIGUES Legislação Aplicada à Computação Crimes de

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Carga Horária: 60 horas/aula

PLANO DE ENSINO. Carga Horária: 60 horas/aula PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professora: Ms. Anna Karyne Turbay Palodetto anakaryne@uniarp.edu.br Período/ Fase: 4º Semestre:

Leia mais

Relatório da Pessoa Idosa

Relatório da Pessoa Idosa Relatório da Pessoa Idosa 2012 O Relatório da Pessoa Idosa 2012, com base nos dados de 2011, se destina à divulgação dos dados de criminalidade contra a pessoa idosa (idade igual ou superior a 60 anos),

Leia mais

R E S O L V E : ANEXO ÚNICO PROVIMENTO Nº 0111/03. Poder Judiciário Justiça do Estado do Amapá Corregedoria-Geral da Justiça

R E S O L V E : ANEXO ÚNICO PROVIMENTO Nº 0111/03. Poder Judiciário Justiça do Estado do Amapá Corregedoria-Geral da Justiça Poder Judiciário Justiça do Estado do Amapá Corregedoria-Geral da Justiça PROVIMENTO Nº 0111/03 O Desembargador EDINARDO MARIA RODRIGUES DE SOUZA, Vice-Presidente/Corregedor-Geral da Justiça do Estado

Leia mais

Espécies: Concurso material. Crime continuado

Espécies: Concurso material. Crime continuado CONCURSO DE CRIMES Espécies: Concurso material Concurso formal Crime continuado Aplicação de Pena Sistema de cúmulo material soma-se as penas fixadas para cada delito Sistema da exasperação aplica-se a

Leia mais

Direito Administrativo Crimes contra a Administração Pública

Direito Administrativo Crimes contra a Administração Pública 1 de 6 14/02/2015 21:13 Curtir Compartilhar 6 mil Tweet Seguir 91.4Mil seguidores PROGRAMA DO CONCURSO Direito Administrativo Crimes contra a Administração Pública Peculato TÍTULO XI DOS CRIMES CONTRA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/PA - PMB SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO - SEMAD GUARDA MUNICIPAL DE BELÉM CONCURSO PÚBLICO N.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/PA - PMB SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO - SEMAD GUARDA MUNICIPAL DE BELÉM CONCURSO PÚBLICO N. CONCURSO PÚBLICO N.º 02/2012 DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/PA GUARDA MUNICIPAL 1 / 5 EDITAL N.º 01/2012, DE 25 DE JANEIRO DE 2012. I CARGO: GUARDA MUNICIPAL GM.02 a) Conteúdo para todos os cargos 1.

Leia mais

Criminalidade registada pelas autoridades policiais, por tipo de crimes. 2007 Crime (Nível 1) Crime (Nível 2) Crime (Nível 3) Nº Crimes Total Geral

Criminalidade registada pelas autoridades policiais, por tipo de crimes. 2007 Crime (Nível 1) Crime (Nível 2) Crime (Nível 3) Nº Crimes Total Geral Criminalidade registada pelas autoridades policiais, por tipo de crimes Geral 400 222 Homicídio voluntário consumado 133 Homicídio negl. acid. viação 795 Contra a vida Homicídio negl. outras circ. 33 Aborto

Leia mais

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL Por: Luiz Antônio Brenner Guimarães (Coronel da Reserva da Brigada Militar/RS; integrante do Núcleo: Violência, Segurança e Direitos

Leia mais

Índice. Segurança na Escola

Índice. Segurança na Escola Índice Apresentação... 2 O que são Crimes e Contravenções?... 3 O que são Atos Infracionais?... 4 Quais são os ilícitos mais comuns na escola?... 4 Dano... 5 Pixação... 5 Porte de Arma... 6 Uso de entorpecentes...

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A LEI DOS CRIMES AMBIENTAIS. João Batista Machado Barbosa

O MEIO AMBIENTE E A LEI DOS CRIMES AMBIENTAIS. João Batista Machado Barbosa O MEIO AMBIENTE E A LEI DOS CRIMES AMBIENTAIS João Batista Machado Barbosa DIREITO PENAL AMBIENTAL OBJETIVO Fazer com que a audiência compreenda os princípios e normas que constituem o Direito Penal Ambiental

Leia mais

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL Luiz Antônio Brenner Guimarães 1 No final da década de 80 o país começou a perceber um processo de mudança em

Leia mais

Lei Maria da Penha Lei 11.340/06

Lei Maria da Penha Lei 11.340/06 Legislação Penal Especial Aula 02 Professor Sandro Caldeira Lei Maria da Penha Lei 11.340/06 Art. 1 o Esta Lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos

Leia mais

A MUDANÇA DA CULTURA JURÍDICA SOBRE DROGAS

A MUDANÇA DA CULTURA JURÍDICA SOBRE DROGAS A MUDANÇA DA CULTURA JURÍDICA SOBRE DROGAS Mirela Aparecida Xavier da Silva 1 Wagner Edemilson Mendonça Silva Melo 2 Resumo O presente artigo abordará assuntos relativos à nova lei de drogas, a Lei 11.343/2006,

Leia mais

4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA

4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA 4 NOÇÕES DE DIREITO E LEGISLAÇÃO EM INFORMÁTICA 4.1 Legislação aplicável a crimes cibernéticos Classifica-se como Crime Cibernético: Crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), furtos, extorsão,

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

PLANO DE ENSINO. DIREITO PENAL III

PLANO DE ENSINO. DIREITO PENAL III SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS DEPARTAMENTO DE DIREITO Campus Universitário - Trindade - Caixa Postal 476 88040-900 - Florianópolis - Santa

Leia mais

Assim, o bem jurídico tutelado é o meio ambiente natural, cultural, artificial e do trabalho, englobáveis na expressão BEM AMBIENTAL.

Assim, o bem jurídico tutelado é o meio ambiente natural, cultural, artificial e do trabalho, englobáveis na expressão BEM AMBIENTAL. ASPECTOS DA TUTELA PENAL DO AMBIENTE 1. Introdução Como conseqüência da consciência ambiental, o legislador brasileiro não só previu a proteção administrativa do meio ambiente e a denominada tutela civil

Leia mais

COLETIVA COM A IMPRENSA BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTROS NO SISP(*) VERIFICADAS NO ESTADO DO PARÁ. BASE: NOVEMBRO/2012 PARÁ

COLETIVA COM A IMPRENSA BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTROS NO SISP(*) VERIFICADAS NO ESTADO DO PARÁ. BASE: NOVEMBRO/2012 PARÁ COLETIVA COM A IMPRENSA PARÁ BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTROS NO SISP(*) VERIFICADAS NO ESTADO DO PARÁ. BASE: NOVEMBRO/2012 (*) SISP = SISTEMA INTEGRADO DE SEGURANÇA PÚBLICA Belém, 19/12/2012

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen Habitantes Habitantes no estado 2585000 2482500 506750 na Polícia Polícia 3444 132 3576 1 100% 0 0% 1 100% Presos Provisórios 1900 90 199 População (1) Sistema Penitenciário Presos Condenados Regime Fechado

Leia mais

Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica

Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica (Síntese a partir dos slides) Por Lúcia Maximiano (Procuradoria

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE FACULDADE nº 002/04

RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE FACULDADE nº 002/04 RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE FACULDADE nº 002/04 O Prof. Sérgio Clementi, Diretor da Faculdade de Engenharia, do Centro Universitário Fundação Santo André, no uso de suas atribuições estatutárias e resolve:

Leia mais

COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004

COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004 COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004 01- Podemos afirmar que a culpabilidade é excluída quando a) o crime é praticado em obediência à ordem, manifestamente legal, de superior

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA Índice 1. Competência...3 1.1. Critérios Objetivos... 3 1.1.1. Critérios Subjetivos... 4 1.1.2. Competência Territorial... 4 2. Dos Processos...4

Leia mais

Doutrina - Omissão de Notificação da Doença

Doutrina - Omissão de Notificação da Doença Doutrina - Omissão de Notificação da Doença Omissão de Notificação da Doença DIREITO PENAL - Omissão de Notificação de Doença CP. Art. 269. Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja

Leia mais

omo ser um bom cidadão?

omo ser um bom cidadão? C omo ser um bom cidadão? Conhecer os processos para denunciar o crime Cooperação entre polícia e cidadãos 993 Prevenção e combate à criminalidade Índice Quando souber de um crime... P. 2 Como efectuar

Leia mais

PECULATO. Pena - reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. b) Passivo

PECULATO. Pena - reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. b) Passivo DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO I DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO PÚBLICO P CONTRA A ADMINISTRAÇÃO EM GERAL PECULATO Art. 312 - Apropriar-se o funcionário público p de dinheiro,

Leia mais

DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART.

DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP DA EXTORSÃO ART. DA EXTORSÃO ART. 158 DO CP Art. 158 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 TÍTULO VIII Da Ordem Social CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

Questões relevantes Parte Especial CP

Questões relevantes Parte Especial CP Direito Penal 2ª Fase OAB/FGV Aula 07 Professor Sandro Caldeira Questões relevantes Parte Especial CP Crimes contra a vida; ; Homicídio simples Art. 121 CP. Matar alguém: Pena - reclusão, de seis a vinte

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR. Questões comentadas de Direito Penal da prova objetiva do concurso de 2009 para Defensor do Pará

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR. Questões comentadas de Direito Penal da prova objetiva do concurso de 2009 para Defensor do Pará Cacildo Baptista Palhares Júnior: advogado em Araçatuba (SP) Questões comentadas de Direito Penal da prova objetiva do concurso de 2009 para Defensor do Pará 21. Para formação do nexo de causalidade, no

Leia mais

Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013

Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013 Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013 1. Denúncias Oferecidas pelo Ministério Público Denúncias oferecidas em feitos de Violência Doméstica entre 2006

Leia mais

Lição 5. Crimes contra a administração pública

Lição 5. Crimes contra a administração pública Lição 5. Crimes contra a administração pública 5.1. CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PECULATO Artigo 312 - Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel,

Leia mais

DIREITO PENAL ÍNDICE. CAPÍTULO 03... 34 Concurso de Crimes... 34 Concurso Material...34 Concurso Formal...34 Crime Continuado...35

DIREITO PENAL ÍNDICE. CAPÍTULO 03... 34 Concurso de Crimes... 34 Concurso Material...34 Concurso Formal...34 Crime Continuado...35 DIREITO PENAL ÍNDICE CAPÍTULO 01... 7 Introdução ao Direito Penal e Aplicação da Lei Penal... 7 Introdução ao Estudo do Direito Penal...7 Teoria do Crime...8 Princípio da Legalidade (Anterioridade - Reserva

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen Quantidade de Habitantes Habitantes no estado Quantidade de Presos na Polícia Polícia População (1) Capacidade de Ocupação (1) Estabelecimentos Penais (1) Quantidade de Presos/Internados Sistema Penitenciário

Leia mais

Direito Penal Dr. Caio Paiva Aprovado no Concurso para Defensor Público Federal

Direito Penal Dr. Caio Paiva Aprovado no Concurso para Defensor Público Federal Direito Penal Dr. Caio Paiva Aprovado no Concurso para Defensor Público Federal Escola Brasileira de Ensino Jurídico na Internet (EBEJI). Todos os direitos reservados. 1 Direito Penal Parte Especial do

Leia mais

Fraude em seguros. fraude, estabeleceu ações e controles que visam o cumprimento à legislação vigente.

Fraude em seguros. fraude, estabeleceu ações e controles que visam o cumprimento à legislação vigente. Apresentação O que é fraude Os crimes de fraude ameaçam as sociedades, corporações e governos de todo mundo, independentemente do estágio de desenvolvimento de cada país. O mercado de seguros, assim como

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

Apologia de crime ou criminoso

Apologia de crime ou criminoso 1. CRIMES CONTRA A PAZ PÚBLICA O iter criminis é dividido em três fases: cogitação, preparação e execução. O ponto que inicia a execução é aquele no qual se atinge o núcleo do tipo, saindo da esfera do

Leia mais

LEI N.º 8.072, DE 25 DE JULHO DE 1990

LEI N.º 8.072, DE 25 DE JULHO DE 1990 LEI N.º 8.072, DE 25 DE JULHO DE 1990 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: LEI DOS CRIMES HEDIONDOS Dispõe sobre os crimes hediondos, nos termos do art. 5º, inciso XLIII, da Constituição Federal, e determina outras

Leia mais

FATO TÍPICO. Conduta (dolosa ou culposa; comissiva ou omissiva) Nexo de causalidade Tipicidade

FATO TÍPICO. Conduta (dolosa ou culposa; comissiva ou omissiva) Nexo de causalidade Tipicidade TEORIA GERAL DO CRIME FATO TÍPICO Conduta (dolosa ou culposa; comissiva ou omissiva) Resultado Nexo de causalidade Tipicidade RESULTADO Não basta existir uma conduta. Para que se configure o crime é necessário

Leia mais

1 CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMES

1 CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMES DIREITO PENAL Classificação dos Crimes RESUMO DA AULA 1 CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMES; 2 QUESTÕES COMENTADAS. INTRODUÇÃO 1 CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMES O CRIME PODE SER VISTO POR INÚMEROS ÂNGULOS E, DEPENDENDO

Leia mais

Questões de Processo Penal

Questões de Processo Penal Questões de Processo Penal 1º) As Contravenções Penais (previstas na LCP) são punidas com: a) ( ) Prisão Simples; b) ( ) Reclusão; c) ( ) Detenção; d) ( ) Não existe punição para essa espécie de infração

Leia mais

Art. 316 CONCUSSÃO. 3. ELEMENTO DO TIPO 3.1. Ação nuclear. Objeto material. Elemento normativo do tipo

Art. 316 CONCUSSÃO. 3. ELEMENTO DO TIPO 3.1. Ação nuclear. Objeto material. Elemento normativo do tipo Art. 316 CONCUSSÃO 1. CONCEITO Reza o artigo 316, caput, do Código Penal: Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes, de assumi-la, mas em razão dela, vantagem

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Observatório de Violências e Acidentes Observatório de Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes Carnaval 2015 Bahia

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Observatório de Violências e Acidentes Observatório de Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes Carnaval 2015 Bahia RELATÓRIO CONSOLIDADO 6º DIA DO CARNAVAL 2015 Salvador-BA Revisado 24-02-15 Das 18 horas de 12/02/2015 às 06 horas de 17/02/2015 foram consolidados/analisados pelo Observatório um total de 1126 atendimentos:

Leia mais

PONTO 1: Crimes contra o Patrimônio 1. CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO. Vítima deve fazer, deixar de fazer ou tolerar que se faça alguma coisa.

PONTO 1: Crimes contra o Patrimônio 1. CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO. Vítima deve fazer, deixar de fazer ou tolerar que se faça alguma coisa. 1 DIREITO PENAL PONTO 1: Crimes contra o Patrimônio 1.1 EXTORSÃO 1. CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO Violência ou grave ameaça: a ameaça pode ser contra a integridade física ou contra objetos materiais da vítima.

Leia mais

Indicadores de Violência e Segurança Pública

Indicadores de Violência e Segurança Pública Indicadores de Violência e Segurança Pública 1 2 3 Indicadores de Violência e Segurança Pública Proposta: criação e implementação do Sistema Estadual de Informações de Violência e Segurança Pública Parcerias

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen Quantidade de Habitantes Habitantes no estado 100528367 77129876 177658243 24 88% 3 12% 27 100% Total 177658243 / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen Quantidade de Habitantes Habitantes no estado - - - - - - - - - Quantidade de Presos na Polícia Polícia - - - - - - - - - Presos Provisórios 2802 67 2869 1 100% 0 0% 1 100% População (1) Regime Fechado

Leia mais

Treinamento de Prevenção a Fraudes

Treinamento de Prevenção a Fraudes Treinamento de Prevenção a Fraudes 1. Introdução Esse treinamento visa orientar os colaboradores, parceiros, fornecedores, terceiros e pessoas com as quais mantém relacionamento comercial com a PAN Seguros,

Leia mais

Calendário reuniões ENCCLA

Calendário reuniões ENCCLA Nº 11 Fevereiro/2015 Há dez anos, teve início o modelo do hoje reconhecido Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para o Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (PNLD). A percepção dos membros

Leia mais

As ilustrações desta cartilha foram efetuadas por Carlos Myrria (092-236-5568 e 092-985-5420)

As ilustrações desta cartilha foram efetuadas por Carlos Myrria (092-236-5568 e 092-985-5420) Fica autorizada a reprodução do texto e ilustrações, no todo ou em parte, desde que se não altere o sentido, bem como seja citada a fonte. As ilustrações desta cartilha foram efetuadas por Carlos Myrria

Leia mais

Legislação. Roteiro. Legislação

Legislação. Roteiro. Legislação Legislação Marcos Aurelio Pchek Laureano laureano@ppgia.pucpr.br Roteiro Legislação Brasileira e Instituições Padronizadoras Crime Digital Legislação específica para o meio digital Prova de autoria 2 Legislação

Leia mais

CARTILHA SOBRE COMBATE E PREVENÇÃO À FRAUDE

CARTILHA SOBRE COMBATE E PREVENÇÃO À FRAUDE CARTILHA SOBRE COMBATE E PREVENÇÃO À FRAUDE Setembro/2015 MITSUI SUMITOMO SEGUROS Parte integrante do MS&AD Insurance Group, o maior grupo segurador do Japão e um dos maiores do mundo, a Mitsui Sumitomo

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 5171, DE 2001

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 5171, DE 2001 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 5171, DE 2001 Modifica o Decreto-lei 3689, de 3 de outubro de 1941 Código de Processo Penal tornando da competência do júri os crimes que

Leia mais

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES - Evasão de divisas e lavagem de capitais as alterações da Lei 12.683/12 - Investigação de crimes financeiros - Cooperação jurídica internacional

Leia mais

TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO

TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO Furto Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. 1º - A pena aumenta-se

Leia mais

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação.

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Prof. Marcos Monteiro te ...pode ser tipificado como : Falsidade ideológica

Leia mais

DIREITO PENAL DO TRABALHO

DIREITO PENAL DO TRABALHO DIREITO PENAL DO TRABALHO ÍNDICE Prefácio à 1º Edição Nota à 4º Edição Nota à 3º Edição Nota à 2º Edição 1. CONCEITOS PENAIS APLICÁVEIS AO DIREITO DO TRABALHO 1.1. DoIo 1.1.1. Conceito de dolo 1.1.2. Teorias

Leia mais

www.ispcv.org.br Relatório 1º Semestre 2011 Relatório 1º Semestre

www.ispcv.org.br Relatório 1º Semestre 2011 Relatório 1º Semestre Relatório 1º Semestre 2011 Total de Denúncias Comparativo Estado de São Paulo 2010 Total 65.768 2011 Total 80.030 22.900 35% 26.806 41% 27.678 35% 33.482 41% 16.062 24% São Paulo Região Metropolitana sem

Leia mais

SUMÁRIO SOBRE OS AUTORES... 5 APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 25 PARTE GERAL

SUMÁRIO SOBRE OS AUTORES... 5 APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 25 PARTE GERAL SUMÁRIO S SOBRE OS AUTORES... 5 APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 25 PARTE GERAL CAPÍTULO I TEORIA GERAL DA NORMA PENAL... 29 1. Fontes do direito penal... 29 1.1. Conceito e distinção... 29 1.2. Fonte material

Leia mais

TÍTULO: CRIMES VIRTUAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE

TÍTULO: CRIMES VIRTUAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE TÍTULO: CRIMES VIRTUAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: DIREITO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE CAMPO GRANDE AUTOR(ES): NÁDIA CRISTIANE DA SILVA ORIENTADOR(ES):

Leia mais

RETA FINAL DEFENSORIA PÚBLICA RJ Disciplina: Direito Penal Tema: Exercícios Parte Especial Profa.: Elisa Pitaro Data: 05/07/2007

RETA FINAL DEFENSORIA PÚBLICA RJ Disciplina: Direito Penal Tema: Exercícios Parte Especial Profa.: Elisa Pitaro Data: 05/07/2007 EXERCÍCIOS DE DIREITO PENAL PARTE ESPECIAL 1. "A" desfere um golpe de faca em "B", com o objetivo de matá-lo. No entanto, "B" sofre apenas lesões corporais leves, sendo transportado para o hospital em

Leia mais

CASOTECA DIREITO GV PRODUÇÃO DE CASOS 2011

CASOTECA DIREITO GV PRODUÇÃO DE CASOS 2011 CASOTECA DIREITO GV PRODUÇÃO DE CASOS 2011 CASOTECA DIREITO GV Caso do Campo de Algodão: Direitos Humanos, Desenvolvimento, Violência e Gênero ANEXO I: DISPOSITIVOS RELEVANTES DOS INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS

Leia mais

Correção da Prova de Legislação Especial Agente da PF 2014 Professor: Leonardo Coelho. Prof. Heraldo Rezende 1 de 7. www.exponencialconcursos.com.

Correção da Prova de Legislação Especial Agente da PF 2014 Professor: Leonardo Coelho. Prof. Heraldo Rezende 1 de 7. www.exponencialconcursos.com. Correção da Prova de Legislação Especial Agente da PF 2014 Professor: Leonardo Coelho Prof. Heraldo Rezende 1 de 7 Correção da Prova de Legislação Especial Agente da PF 2014 Falaí, pessoal, como comentei

Leia mais

RESPONSABILIDADE PENAL DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE NA LEI FALIMENTAR

RESPONSABILIDADE PENAL DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE NA LEI FALIMENTAR RESPONSABILIDADE PENAL DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE NA LEI FALIMENTAR Celso Marcelo de Oliveira SUMÁRIO: Introdução - 1. Evolução histórica da contabilidade - 2. Noções gerais sobre responsabilidade

Leia mais