UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA COMO FERRAMENTA. PARA PRESERVAÇÃO DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS Estudo de caso:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA COMO FERRAMENTA. PARA PRESERVAÇÃO DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS Estudo de caso:"

Transcrição

1 UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA COMO FERRAMENTA PARA PRESERVAÇÃO DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS Estudo de caso: Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã Carlos Gabriel Koury 1,. Eduardo Rizzo Guimarães 2, André Luiz Menezes Vianna 3 ; 1 Especialista em Silvicultura Tropical, Idesam Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Manaus, AM. 2 Engenheiro florestal, Idesam Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Manaus, AM. 3 Engenheiro florestal, Idesam Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Manaus, AM. INTRODUÇÃO A Amazônia possui um dos patrimônios arqueológicos mais ricos e diversificados do território brasileiro, mas ainda são escassos os estudos do passado pré-civilizatório na região, por fatores como dificuldades logísticas, quadro de pesquisadores e mesmo pela vastidão da floresta amazônica. A legislação brasileira prevê a proteção de Sítios Arqueológicos, sendo a Lei 3924/61 a principal delas. A proteção também é contemplada pela Constituição Federal e pelas leis ambientais, particularmente a Lei 9605/98 (Crimes Ambientais). Já a Portaria IPHAN 230/02 compatibilizou a preservação do patrimônio arqueológico com os licenciamentos ambientais, obrigando levantamento arqueológico prévio e resgate de eventuais sítios em áreas onde serão realizadas obras que requeiram licenciamento ambiental. Como estes sítios estão espalhados por toda a Amazônia, é bastante comum encontrá-los nos limites das Unidades de Conservação dessa região. As Unidades de Conservação estaduais são geridas conforme um documento denominado Plano de Gestão. O Plano de Gestão é um documento técnico e gerencial, fundamentado nos objetivos da Unidade de Conservação, que estabelece o seu zoneamento, as normas que devem regular o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a Página 1 de 6

2 implantação da estrutura física necessária à gestão da Unidade (SEUC, 2007).Com forma normatizar a elaboração dos Planos de Gestão das UC s do Amazonas, o Governo Estadual utiliza como guia o Roteiro pra Elaboração de Planos de Gestão das Unidades de Conservação do Estado do Amazonas (AMAZONAS, 2007). Este guia prevê que sejam implementados programas de gestão relacionados à arqueologia sempre que a Unidade apresentar esta característica. SITUAÇÃO ATUAL RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO UATUMÃ AMAZONAS BRASIL A região do Rio Uatumã foi alvo, no passado, de concentração de populações humanas, que por longos períodos habitaram o local. Devido a essa realidade, existem inúmeros vestígios arqueológicos na região (IDESAM, 2008). As populações indígenas mais recentes, fora os últimos habitantes brancos da área após a construção de Balbina, são as populações indígenas waimiri-atroari que dominavam a região dos rios Urubu y Uatumã desde a cachoeira de Balbina. Seu território consistia em aproximados 8 milhões de hectares. (SOUZA 1993). Mas não se tem ao certo desde quando essas populações estão presentes na região e quem foram seus ancestrais. Nos limites da RDS do Uatumã constata-se grande quantidade de cerâmicas, inscrições rupestres e ferramentas rudimentares que surpreendem pela qualidade de conservação Durante mapeamento participativo realizado na Unidade de Conservação pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, em 2005 foram catalogadas 25 regiões onde se encontram fragmentos arqueológicos. Essas regiões são uniformizadas pela característica da terra-preta antropológica, locais procurados pelos atuais moradores para produção agrícola pela elevada quantidade de matéria-orgânica acumulada pelos anos de ocupação pré-colonial, Página 2 de 6

3 caracterizada pela fixação dos grupos familiares a partir da domesticação local de certas plantas que levou ao cultivo da mandioca-brava e de outras plantas na região (sítios-moradia), que, associado à exploração dos recursos naturais, comporia a base de subsistência necessária para o desenvolvimento das culturas amazônicas (LATHRAP, 1970). Segundo Levantamento Sócio-Ambiental realizado pelo IDESAM em janeiro de 2007, 24% dos terrenos na área de uso das comunidades possuem terra preta antropológica, e 23,3% dos moradores entrevistados afirmaram que encontram fragmentos cerâmicos e de outros materiais, evidenciando ainda mais a existência de sítios arqueológicos na região. Relatos descrevem também a inscrição em pedras (petroglifos) em afloramentos rochosos nos pontos localizados no leito do rio Uatumã. Página 3 de 6

4 FIGURA 1. Mapa de distribuição dos locais onde são encontrados fragmentos arqueológicos na RDS do Uatumã. Fonte: SDS/IPAAM, Entre 1987 e 1988 um trabalho de salvamento arqueológico foi realizado na área da UHE Balbina em virtude da construção da represa. Os trabalhos de campo foram realizados percorrendo-se o rio Uatumã e afluentes ao longo de 345 km a montante e 30 km a jusante da barragem (ELETRONORTE, 2007). No salvamento foram registrados in loco 150 sítios. Foram analisados mais detalhadamente 118 desses sítios, sendo 19 sítios-acampamento, 57 sítios-habitação com terra preta antropogênica, 17 sítios-oficina, 22 sítios com petróglifos em afloramentos rochosos na calha do rio Uatumã, 1 sítio com pictoglifos em caverna/abrigo-sob-rocha e 2 sítios não indígenas. As coleções cerâmicas somam acima de fragmentos e várias peças completas, e os líticos somam vários milhares. Estes sítios representam várias fases cerâmicas pertencentes a não menos de três tradições indígenas e a Tradição Neobrasileira. A única fase suficientemente analisada para permitir descrições é a Fase Caparu pertencente à Tradição Polícroma, Subtradição Saracá (ELETRONORTE, 2007). Cerâmicas da Tradição Polícroma são encontradas em uma ampla área que vai, com interrupções, desde a ilha de Marajó até o sopé dos Andes, na Colômbia, Peru e Equador. Segundo Lathrap (1970), a Tradição Polícroma teria surgido como um desenvolvimento local da cerâmica Barrancóide na Amazônia central. Nesse modelo, a cerâmica Polícroma seria originária da Amazônia central, tendo sido posteriormente difundida ao longo das áreas aluviais do Rio Amazonas até atingir a Ilha de Marajó. A existência da Fase Caparu ao longo de um rio de água preta, como no caso do Rio Uatumã, é de particular interesse, visto que a Tradição Polícroma é tipicamente restrita Página 4 de 6

5 aos habitats das várzeas dos rios de água branca. A densidade incomum de recursos protéicos, proporcionada pela abundância da tartaruga (Podocnemis expansa) dá a plausível impressão de haver um aumento na capacidade de manutenção alimentar a nível comparável com o da várzea (LATHRAP, 1970). Conforme exposto, existem muitas lacunas de conhecimento nessa área que necessitam de maiores estudos e detalhamento mais aprofundado. Nesse sentido, o Programa de Gestão elaborado com a finalidade de sanar estas lacunas históricas dos povos pré-históricos que habitaram essa região estão descritas no QUADRO 1, dentro do sub-programa de pesquisa na UC: QUADRO 1. Sub-programa de pesquisa relacionado à arqueologia no Plano de Gestão da RDS do Uatumã. Fonte: IDESAM, Sub-programa de pesquisa Ação Atividades Meios de Verificação Pré-requisitos Implementação de estudos e pesquisas arqueológicas na RDS do Uatumã 1) Contratar consultor especialista em arqueologia na Amazônia Central; 2) Estudar in loco as áreas mapeadas em trabalhos preliminares; 3) Elaborar Programa Arqueológico na RDS. 1) Uso do solo ordenado; 2) Áreas de proteção integral devido à existência de sítios mapeadas e definidas; 3) Potencial para visitação pública levantado; 4) Programa Arqueológico da RDS do Uatumã elaborado. 1) Formalizar parceria com instituições de pesquisa; 2) Articulação institucional; 3) Fomento às pesquisas; 4) Diagnóstico de dados secundários da arqueologia local. BIBLIOGRAFIA AMAZONAS. Governo do Estado. (2007). Roteiro para Elaboração de Planos de Gestão para as Unidades de Conservação Estaduais do Amazonas: Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Série Técnica Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, n 12. Manaus/AM. Página 5 de 6

6 BRASIL (1998). Lei N º 9.605, de 12 de fevereiro 1998 (D.O.U ). Lei de crimes ambientais. BRASIL (1961). Lei N 3.924, de 26 de julho de Dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos. ELETRONORTE. (2007) Meio Ambiente e Arqueologia. Disponível em: Acesso em: 20 de fevereiro de Idesam (2008). Plano de Gestão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã (RDS). 338p. Idesam (2007). Diagnóstico Sócio Ambiental da RDS do Uatumã. Relatório interno. IPAHAM - Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural Nacional (2002). Portaria IPHAN n de Dezembro de (D.O.U. n 244 de ). LATHRAP, D.W. (1970). The Upper Amazon, New York, Praeger. SDS, Sistema Estadual de Unidades de Conservação. Amazonas. 62p. SOUZA, C.M.R. (1993). Anotações sobre a implantação da escola na área Waimiri- Atroari. En: L. Seki (comp.): SDS/IPAAM (2005). Relatório de Atividades de Implementação: Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. Manaus/AM. Página 6 de 6

Reserva da Biosfera da Amazônia Central

Reserva da Biosfera da Amazônia Central Reserva da Biosfera da Amazônia Central Estudo de caso da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã Seminário Internacional sobre Mineração e Sustentabilidade Socioambiental em Reservas da Biosfera

Leia mais

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará Capítulo do Livro: Série Integração, Transformação e Desenvolvimento: Áreas Protegidas e Biodiversidade Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. 2012. Planejamento Turístico para

Leia mais

ESTUDOS EM MANEJO FLORESTAL Série Técnica n. 1

ESTUDOS EM MANEJO FLORESTAL Série Técnica n. 1 Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas ESTUDOS EM MANEJO FLORESTAL Série Técnica n. 1 Análise técnica da alteração no critério de seleção de árvores para corte em Planos de

Leia mais

Aula 3 de 4 Versão Aluno

Aula 3 de 4 Versão Aluno Aula 3 de 4 Versão Aluno As Comunidades Indígenas Agora vamos conhecer um pouco das características naturais que atraíram essas diferentes ocupações humanas ao longo dos séculos para a Região da Bacia

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO LINHA DO TEMPO - PRINCIPAIS MARCOS 1992 ECO-92, RIO DE JANEIRO, BRASIL. INSTITUIÇÃO DE CONVENÇÕES, NO ÂMBITO DA ONU: CONVENÇÃO DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA CDB; CONVENÇÃO DE MUDANÇAS

Leia mais

Arqueologia Preventiva e Licenciamento Ambiental de Projetos no Brasil *

Arqueologia Preventiva e Licenciamento Ambiental de Projetos no Brasil * Arqueologia Preventiva e Licenciamento Ambiental de Projetos no Brasil * Solange Bezerra Caldarelli Scientia, Consultoria Científica (Brasil) solange@scientiaconsultoria.com.br Resumo: Apresentam-se, aqui,

Leia mais

O Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) do Amazonas: momento atual e perspectivas futuras

O Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) do Amazonas: momento atual e perspectivas futuras O Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) do Amazonas: momento atual e perspectivas futuras Centro Estadual de Unidades de Conservação Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA RELACIONADA NO ÂMBITO DOS TEMAS

Leia mais

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO O Programa de Prospecção e Resgate Arqueológico da CSP visa atender aos requisitos legais de licenciamento ambiental, identificar e preservar o patrimônio

Leia mais

Anexo 1 - Material Informativo de Comunicação Prévia

Anexo 1 - Material Informativo de Comunicação Prévia Anexo 1 - Material Informativo de Comunicação Prévia LINHA DE TRANSMISSÃO 500 kv Manaus - Boa Vista e Subestações Associadas NO BRASIL, o sistema de transmissão de energia elétrica se desenvolveu utilizando

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Mosaicos de áreas protegidas Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Curso Introdução a Gestão de UCs Rio Branco, junho 2008 SNUC Art. 26. Quando existir um conjunto de unidades

Leia mais

amazonas a força tarefa Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas Histórico e contexto de criação

amazonas a força tarefa Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas Histórico e contexto de criação a força tarefa amazonas Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas Histórico e contexto de criação A Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas GCF é uma plataforma colaborativa

Leia mais

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 Programa Áreas Protegidas da Amazônia Departamento de Áreas Protegidas Secretaria de Biodiversidade e Florestas Ministério do Meio Ambiente CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 APOIO FINANCEIRO AO PROCESSO DE

Leia mais

Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 10.2 Conteúdo Sociedades indígenas da Amazônia antiga

Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 10.2 Conteúdo Sociedades indígenas da Amazônia antiga Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 10.2 Conteúdo Sociedades indígenas da Amazônia antiga Habilidades: Compreender as principais características dos povos originais da Amazônia

Leia mais

Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL

Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL Nicho Policrômico. Toca do Boqueirão da Pedra Fiurada. Serra da Capivara Piauí- Brasil Ruínas as cidade inca Machu Picchu - Peru Código de escrita

Leia mais

Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020

Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020 Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020 Propostas encaminhadas pela sociedade brasileira após consulta envolvendo cerca de 280 instituições dos setores: privado, ONGs, academia, governos

Leia mais

Rodrigo Simas Aguiar. Catálogo. da Arte Rupestre da Ilha de Santa Catarina

Rodrigo Simas Aguiar. Catálogo. da Arte Rupestre da Ilha de Santa Catarina Rodrigo Simas Aguiar Catálogo da Arte Rupestre da Ilha de Santa Catarina Texto e Fotos: Rodrigo Simas Aguiar Título: Catálogo da Arte Rupestre da Ilha de Santa Catarina Autor: Rodrigo Luiz Simas de Aguiar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.340, DE 22 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta artigos da Lei n o 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema

Leia mais

Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013. QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá - IDSM

Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013. QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá - IDSM As Principais Ameaças a Conservação do Ecossistema de Várzea Amazônica, e a Experiência do Instituto Mamirauá (IDSM-OS) Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013 QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento

Leia mais

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ IDSM/OS/MCTI PROGRAMA DE MANEJO DE PESCA

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ IDSM/OS/MCTI PROGRAMA DE MANEJO DE PESCA INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ IDSM/OS/MCTI PROGRAMA DE MANEJO DE PESCA EDITAL DO CURSO DE GESTÃO COMPARTILHADA DOS RECURSOS PESQUEIROS COM FOCO NO MANEJO PARTICIPATIVO DE PIRARUCU (Arapaima

Leia mais

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação;

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação; 4. PROGRAMAS DE MANEJO 4.1 PROGRAMA DE PESQUISA Objetivo Geral Visa dar suporte, estimular a geração e o aprofundamento dos conhecimentos científicos sobre os aspectos bióticos, abióticos, sócio-econômicos,

Leia mais

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO 2 - Marco político, normativo e de contexto nacional 2.1 - Marco político atual para

Leia mais

Região Norte P1 4 Bimestre. Geografia 7 ano manhã e tarde

Região Norte P1 4 Bimestre. Geografia 7 ano manhã e tarde Região Norte P1 4 Bimestre Geografia 7 ano manhã e tarde A Região Norte é a maior região brasileira em área. Apresenta população relativamente pequena, é a região com a menor densidade demográfica. Um

Leia mais

Um lugar de muitas Histórias

Um lugar de muitas Histórias Texto publicado no site Arqueologia e Pré-História: http://arqueologiaeprehistoria.com/2015/02/06/um-lugar-de-muitas-historias-o-museuarqueologico-do-rio-grande-do-sul/ Luísa d Avila 1 (Fevereiro de 2015)

Leia mais

Consolidação Territorial de Unidades de Conservação. Eliani Maciel Lima Coordenadora Geral de Regularização Fundiária

Consolidação Territorial de Unidades de Conservação. Eliani Maciel Lima Coordenadora Geral de Regularização Fundiária Consolidação Territorial de Unidades de Conservação Eliani Maciel Lima Coordenadora Geral de Regularização Fundiária CONSOLIDAÇÃO TERRITORIAL Implantação e gestão territorial das UCs REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO

Leia mais

Povos americanos: Maias, Incas e Astecas

Povos americanos: Maias, Incas e Astecas Povos americanos: Maias, Incas e Astecas Nicho Policrômico. Toca do Boqueirão da Pedra Fiurada. Serra da Capivara Piauí- Brasil Ruínas as cidade inca Machu Picchu - Peru Código de escrita dos maias, México.

Leia mais

CONSULTORIA DE ESTUDO SOBRE A PRODUÇAO DE AÇAÍ NO ESTADO DO AMAPÁ

CONSULTORIA DE ESTUDO SOBRE A PRODUÇAO DE AÇAÍ NO ESTADO DO AMAPÁ - TERMO DE REFERÊNCIA - CONSULTORIA DE ESTUDO SOBRE A PRODUÇAO DE AÇAÍ NO ESTADO DO AMAPÁ 1. ANTECEDENTES O Estado do Amapá possui uma área de 143.453 km², o que representa aproximadamente 2% do território

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Unidade de Conservação Área geograficamente estabelecida para se alcançar um objetivo específico de conservação por meio do uso controlado dos recursos biológicos

Leia mais

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Índice O que o agricultor brasileiro deve saber sobre o Novo Código Florestal?...1 Começando a regularizar o imóvel rural...2

Leia mais

A origem, evolução e diversidade da vegetação do Bioma Amazônia

A origem, evolução e diversidade da vegetação do Bioma Amazônia A origem, evolução e diversidade da vegetação do Bioma Amazônia Maria Lúcia Absy Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia http://www.panoramio.com/photo/508179 Bioma Amazônia O Bioma Amazônia é um dos

Leia mais

Anexo II.5.3-4 Ficha de Sítios Cadastrados por Daivisson Santos Durante a Etapa de Campo para Confecção do Diagnóstico Arquelógico do Gasoduto do

Anexo II.5.3-4 Ficha de Sítios Cadastrados por Daivisson Santos Durante a Etapa de Campo para Confecção do Diagnóstico Arquelógico do Gasoduto do Anexo II.5.3-4 Ficha de Sítios Cadastrados por Daivisson Santos Durante a Etapa de Campo para Confecção do Diagnóstico Arquelógico do Gasoduto do Pará Nome do sítio: Ilha da Montanha Outras designações

Leia mais

Povos tradicionais e locais; Acesso a conhecimento tradicional; Panorama legal nacional e internacional; Repartição de benefícios;

Povos tradicionais e locais; Acesso a conhecimento tradicional; Panorama legal nacional e internacional; Repartição de benefícios; Povos tradicionais e locais; Acesso a conhecimento tradicional; Panorama legal nacional e internacional; Repartição de benefícios; CTA na indústria e instituições de pesquisa; Propriedade industrial e

Leia mais

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico gico-econômico Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Étnica Stuckert Cardeal,

Leia mais

ÍNDICE. 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4. 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação...

ÍNDICE. 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4. 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação... 2324-00-EIA-RL-0001-01 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI ÍNDICE 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação... 3/4 agosto de 2009

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA - ARPA ESPECIFICAÇÃO N.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA - ARPA ESPECIFICAÇÃO N. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA - ARPA ESPECIFICAÇÃO N.º 002/2010 OBJETIVO: Contratação de serviços de técnicos (pessoa

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.747, DE 5 DE JUNHO DE 2012 Institui a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas PNGATI,

Leia mais

Povos Tradicionais e Indígenas da Amazônia Brasileira

Povos Tradicionais e Indígenas da Amazônia Brasileira Povos Tradicionais e Indígenas da Amazônia Brasileira Beneficiários dos Pagamentos por Serviços Ambientais Mary Helena Allegretti Katoomba Group GVces Outubro 2006 Populações tradicionais e indígenas protegem

Leia mais

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011.

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Mapa Visão e Missão Funai Mapa Estratégico: Proteger e promover

Leia mais

Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código?

Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Dr. Sergius Gandolfi IV Simpósio sobre RAD - Ibt 16/11/2011-14h- Capital (SP) Biólogo, Laboratório de Ecologia

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 01

LISTA DE EXERCÍCIOS 01 LISTA DE EXERCÍCIOS 01 01 - (Unicamp 2014) Desde o período neolítico, os povos de distintas partes do mundo desenvolveram sistemas agrários próprios aproveitando as condições naturais de seus habitats

Leia mais

SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas. Prof. Victor E. L. Ranieri. Aula 2

SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas. Prof. Victor E. L. Ranieri. Aula 2 SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas Prof. Victor E. L. Ranieri Aula 2 Aula passada... Perda da biodiversidade é um macro problema de âmbito global. Muitos instrumentos podem ser usados para atacar este

Leia mais

II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL

II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL PAINEL LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DO SETOR ELÉTRICO O SETOR ELÉTRICO E AS INTERVENÇÕES SOCIAIS NOS EMPREENDIMENTOS DE GERAÇÃO DE ENERGIA

Leia mais

O ACERVO ARQUEOLÓGICO DO SÍTIO ALTO SUCURIÚ 12:

O ACERVO ARQUEOLÓGICO DO SÍTIO ALTO SUCURIÚ 12: HISTÓRIA CULTURAL: ESCRITAS, CIRCULAÇÃO, LEITURAS E RECEPÇÕES Universidade de São Paulo USP São Paulo SP 10 e 14 de Novembro de 2014 O ACERVO ARQUEOLÓGICO DO SÍTIO ALTO SUCURIÚ 12: PROCESSAMENTO LABORATORIAL

Leia mais

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012 Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF O Idaf por definição O IDAF, é a entidade responsável pela execução da política, florestal, bem como

Leia mais

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular]

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] Bacias hidrográficas do Brasil Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] A água doce corresponde a apenas 2,5% do volume da hidrosfera. O Brasil é bastante privilegiado

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Impactos ambientais das hidrelétricas na Amazônia Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Amazônia: alguns dados A Região Amazônica compreende a maior

Leia mais

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS O Projeto BRA/06/032 comunica aos interessados que estará procedendo à contratação de consultoria individual, na modalidade produto, para prestar

Leia mais

Terra Preta e Terra Mulata: Suas Potencialidades Agrícolas, suas Sustentabilidades e suas Reproduções

Terra Preta e Terra Mulata: Suas Potencialidades Agrícolas, suas Sustentabilidades e suas Reproduções Parte III Terra Preta Nova Terra Preta e Terra Mulata: Suas Potencialidades Agrícolas, suas Sustentabilidades e suas Reproduções Wim Sombroek Dirse Kern Tarcísio Rodrigues Manoel da Silva Cravo Tony Jarbas

Leia mais

PROGRAMAÇÃO - 21/05/2014

PROGRAMAÇÃO - 21/05/2014 PROGRAMAÇÃO - 21/05/2014 Horário Atividade Conteúdo 08:30 09:00 Recepção 09:00 09:30 Boas Vindas Grayton Toledo - Secretário de Estado do Meio Ambiente do Amapá Ana Euler- Diretora do Instituto Estadual

Leia mais

Peças indígenas da pré-colonização do Brasil são achadas na Amazônia

Peças indígenas da pré-colonização do Brasil são achadas na Amazônia Page 1 of 8 Natureza 10/07/2012 13h23 - Atualizado em 10/07/2012 13h24 Peças indígenas da pré-colonização do Brasil são achadas na Amazônia Pesquisadores encontraram 22 sítios arqueológicos na região de

Leia mais

A Floresta Amazônica. A maior floresta tropical do planeta. São 7 milhões de km2 espalhados ao longo de nove países:

A Floresta Amazônica. A maior floresta tropical do planeta. São 7 milhões de km2 espalhados ao longo de nove países: A Floresta Amazônica A maior floresta tropical do planeta São 7 milhões de km2 espalhados ao longo de nove países: Bolivia Equador Venezuela Colombia Peru Suriname Guiana Guiana Francesa Brasil A Floresta

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PO-05/2013 Unidade Responsável: Gestão de Programas OBJETIVO: Fornecer a metodologia e ferramentas para implementação da Política de Salvaguardas

Leia mais

ARQUEOLOGIA PREVENTIVA NAS ÁREAS DE INTERVENÇÃO DA UHE SANTO ANTONIO. Relatório Trimestral de Andamento de Atividades Julho, Agosto, Setembro de 2011.

ARQUEOLOGIA PREVENTIVA NAS ÁREAS DE INTERVENÇÃO DA UHE SANTO ANTONIO. Relatório Trimestral de Andamento de Atividades Julho, Agosto, Setembro de 2011. ARQUEOLOGIA PREVENTIVA NAS ÁREAS DE INTERVENÇÃO DA UHE SANTO ANTONIO Relatório Trimestral de Andamento de Atividades Julho, Agosto, Setembro de 2011. Processo IPHAN nº 01410.000024/2008-65 Portaria IPHAN

Leia mais

Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005. (Publicação - Diário do Executivo - "Minas Gerais" - 18/02/2005)

Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005. (Publicação - Diário do Executivo - Minas Gerais - 18/02/2005) Page 1 of 10 Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005 Disciplina o cadastramento das unidades de conservação da natureza e outras áreas protegidas, bem como a divulgação periódica das informações

Leia mais

CONFLITOS LEGAIS ASSOCIADOS À PROBLEMÁTICA SÓCIO AMBIENTAL ORIGINADA COM O EMPREENDIMENTO DA USINA HIDRELÉTRICA DE TUCURUÍ

CONFLITOS LEGAIS ASSOCIADOS À PROBLEMÁTICA SÓCIO AMBIENTAL ORIGINADA COM O EMPREENDIMENTO DA USINA HIDRELÉTRICA DE TUCURUÍ CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA DE DIREITO ARTIGO: CONFLITOS LEGAIS ASSOCIADOS À PROBLEMÁTICA SÓCIO AMBIENTAL ORIGINADA COM O EMPREENDIMENTO DA USINA HIDRELÉTRICA DE TUCURUÍ Revisão:

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE Estrada Dona Castorina, 124 Jardim Botânico Rio de Janeiro RJ CEP: 22460-320 Tel.: 21 35964006 A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice

Leia mais

1.1.1 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE

1.1.1 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE BINETE DO SECRETÁRIO PUBLICADA NO DOE DE 12-06-2012 SEÇÃO I PÁG 142-144 RESOLUÇÃO SMA Nº 37, DE 05 DE JUNHO DE 2012 Define as diretrizes para a execução do Projeto de Pagamento por Serviços Ambientais

Leia mais

Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio

Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio 0 Junho/2013 Introdução A contribuição da Vale no processo de conservação e preservação

Leia mais

PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS. JOSÉ RENATO CASAGRANDE Governador do Estado do ES ALADIM FERNANDO CERQUEIRA Diretor Presidente do IEMA

PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS. JOSÉ RENATO CASAGRANDE Governador do Estado do ES ALADIM FERNANDO CERQUEIRA Diretor Presidente do IEMA PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS JOSÉ RENATO CASAGRANDE Governador do Estado do ES ALADIM FERNANDO CERQUEIRA Diretor Presidente do IEMA O QUE SÃO SERVIÇOS AMBIENTAIS? QUAL A RELAÇÃO ENTRE COBERTURA FLORESTAS,

Leia mais

Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos. Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento

Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos. Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento Política Institucional da SEPROR QUEM SOMOS NÓS? O Amazonas possui 270 mil produtores

Leia mais

2426-00-PBA-RL-0001-00 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI Projeto Básico Ambiental PBA. 6.5.15 - Programa de Documentação e Preservação do Patrimônio Natural e

2426-00-PBA-RL-0001-00 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI Projeto Básico Ambiental PBA. 6.5.15 - Programa de Documentação e Preservação do Patrimônio Natural e ÍNDICE 6.5.15 - Programa de Documentação e Preservação do Patrimônio Natural e Paisagístico... 1/11 6.5.15.1 - Justificativas... 1/11 6.5.15.2 - Objetivos... 3/11 6.5.15.2.1 - Objetivo Geral... 3/11 6.5.15.2.2

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente

Ministério do Meio Ambiente Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais: uma proposta em discussão. Shigeo Shiki Mata Atlântica e Serviços

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM Manaus 21 de Novembro de 2012 LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM 1. INTRODUÇÃO Por solicitação da Câmara dos Vereadores da cidade de Manaus,

Leia mais

3. O documento foi elaborado pela empresa Golder Associates e contêm um total de 76 páginas.

3. O documento foi elaborado pela empresa Golder Associates e contêm um total de 76 páginas. NOT. TEC. 02001.000088/2016-51 CGAUF/IBAMA Brasília, 21 de janeiro de 2016 Assunto: Análise do Plano apresentado pela empresa SAMARCO em atendimento à notificação 8261/E. Origem: INTRODUÇÃO Ementa: Análise

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS RESOLUÇÃO/CEMAAM/Nº01/08 Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, BARRAGENS, PEQUENOS RESERVATÓRIOS, CANAIS DE IGARAPÉS E TANQUES REDE DESTINADOS PARA A AQÜICULTURA

Leia mais

MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR

MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR Introdução Em 2000 havia no mundo mais de 1 bilhão de pessoas sem suficiente disponibilidade de água para consumo doméstico e se estima que, em

Leia mais

Contexto. O fenômeno das cheias e vazantes na Amazônia acontece há seculos e as populações tradicionais sabem conviver com ele.

Contexto. O fenômeno das cheias e vazantes na Amazônia acontece há seculos e as populações tradicionais sabem conviver com ele. Contexto O fenômeno das cheias e vazantes na Amazônia acontece há seculos e as populações tradicionais sabem conviver com ele. Dinâmica das Cheias Quando as águas sobem, o gado é levado para terra firme.

Leia mais

INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL.

INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL. INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL. Adriano Lopes de Melo, Paulo César Silva da Motta e Deise Moreira Paulo 1 A discussão sobre a importância e necessidade

Leia mais

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente Disciplina de Legislação Ambiental Professora Cibele Rosa Gracioli SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA - SNUC Lei 9.985 de

Leia mais

MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE ITAIPU: AÇÕES PESSOAIS NA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO NACIONAL

MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE ITAIPU: AÇÕES PESSOAIS NA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO NACIONAL MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE ITAIPU: AÇÕES PESSOAIS NA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO NACIONAL Alejandra Saladino UNIRIO Introdução Em minha dissertação de mestrado em Memória Social (UNIRIO), que versou

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público com objetivo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROJETO MPF - ARQ. A atuação do arqueólogo no licenciamento ambiental os normativos do IPHAN

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROJETO MPF - ARQ. A atuação do arqueólogo no licenciamento ambiental os normativos do IPHAN MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROJETO MPF - ARQ A atuação do arqueólogo no licenciamento ambiental os normativos do IPHAN Esse texto pretende ofertar breve noção sobre a atuação do arqueólogo no licenciamento

Leia mais

-III Assembléia Mundial pela Saúde dos Povos PHA3. 6 a 11 de julho de 2012 Universidade de Western Cape Cape town, África do Sul

-III Assembléia Mundial pela Saúde dos Povos PHA3. 6 a 11 de julho de 2012 Universidade de Western Cape Cape town, África do Sul -III Assembléia Mundial pela Saúde dos Povos PHA3 6 a 11 de julho de 2012 Universidade de Western Cape Cape town, África do Sul EM DEFESA DA AMAZÔNIA "ambientes sociais e físicos que destroem ou promovem

Leia mais

ALCANCE TERRITORIAL DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E A CONSOLIDAÇÃO DO USO AGROPECUÁRIO DE TERRAS NO BRASIL

ALCANCE TERRITORIAL DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E A CONSOLIDAÇÃO DO USO AGROPECUÁRIO DE TERRAS NO BRASIL Po por Ana_Cotta ALCANCE TERRITORIAL DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E A CONSOLIDAÇÃO DO USO AGROPECUÁRIO DE TERRAS NO BRASIL Alcance territorial da legislação ambiental e a consolidação do uso agropecuário de

Leia mais

PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARQUEOLÓGICO

PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARQUEOLÓGICO 361 PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARQUEOLÓGICO Este estudo, foi realizado em 2008, e, embora esteja aqui apresentado, ele está sendo atualizado para dar cumprimento à solicitações do IPHAN (Anexo 1),

Leia mais

Manejo florestal e extrativismo no Amazonas : produtos madeireiro, produtos não madeireiro, fauna e animais silvestres

Manejo florestal e extrativismo no Amazonas : produtos madeireiro, produtos não madeireiro, fauna e animais silvestres Manejo florestal e extrativismo no Amazonas : produtos madeireiro, produtos não madeireiro, fauna e animais silvestres Estado da arte e recomendações para o IDAM Contrato de Prestação de serviço Termos

Leia mais

Caatinga: exclusivamente brasileira

Caatinga: exclusivamente brasileira Caatinga: exclusivamente brasileira Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas Departamento de Conservação da Biodiversidade Parque Nacional da Serra da Capivara - PI Caatinga:

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

Diretrizes Ambientais

Diretrizes Ambientais Diretrizes Ambientais 11ª Rodada de Licitações Luciene Ferreira Pedrosa M.Sc. Planejamento Ambiental Assessora da Diretoria-Geral Superintendência de Segurança Operacional e Meio Ambiente Base Legal Resolução

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Define critérios rios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Define critérios rios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais MINUTA DE RESOLUÇÃO Define critérios rios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais Situações I - APPs localizadas em pequena propriedade ou posse rural familiar desprovidas de vegetação

Leia mais

Rede Brasileira de Sementes Florestais

Rede Brasileira de Sementes Florestais PLANO NACIONAL DE PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS NATIVAS Rede Brasileira de Sementes Florestais Adriana Dias Trevisan Dra. Gestão Ambiental Redes Regionais de Sementes Rede Semente Sul Rede de

Leia mais

À Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) As organizações brasileiras que subscrevem esse documento manifestam:

À Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) As organizações brasileiras que subscrevem esse documento manifestam: 07 de julho de 2014 À Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) REF: Acordo Regional sobre o Princípio 10 As organizações brasileiras que subscrevem esse documento manifestam: Reconhecendo

Leia mais

DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA

DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições Ambientais à Expansão Sustentável da Agropecuária Brasileira Assuero Doca Veronez Presidente da Comissão Nacional do Meio Ambiente da CNA assuero@mdnet.com.br

Leia mais

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade. São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas

Leia mais

Patrimônios na BR-135

Patrimônios na BR-135 Patrimônios na BR-135 Conhecer para preservar e valorizar nossas riquezas! Gestão Ambiental da nova BR-135 2 Patrimônios Cartilha de Educação Ambiental Tema: Patrimônios na BR-135 Ano III, número 1, I

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil

A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil Quem somos? A TNC é a maior organização de conservação ambiental do mundo. Seus mais de um milhão de membros ajudam a proteger 130

Leia mais

A VIAGEM ENTRE OS RIOS NO AMAZONAS NO BARCO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM OS AGENTES AMBIENTAIS VOLUNTÁRIOS.

A VIAGEM ENTRE OS RIOS NO AMAZONAS NO BARCO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM OS AGENTES AMBIENTAIS VOLUNTÁRIOS. A VIAGEM ENTRE OS RIOS NO AMAZONAS NO BARCO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM OS AGENTES AMBIENTAIS VOLUNTÁRIOS. Kelly Souza. 1 Se estes dois rios fôssemos, Maria, Todas as vezes que nos encontramos, Que Amazonas

Leia mais

Zoneamento Ecológico-econômico da Região Nordeste

Zoneamento Ecológico-econômico da Região Nordeste Programa 0512 ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO Objetivo Promover o zoneamento ecológico-econômico de regiões selecionadas, como forma de consolidar o processo de ocupação e desenvolvimento, de forma sustentável.

Leia mais

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica nº 2.2 Detalhar todos os programas de prevenção,

Leia mais

INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA) Contrata

INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA) Contrata S g Instituto 9 INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA) Contrata Edital com Termo de Referência para Contratação de Consultoria de Serviços em Manejo Florestal Comunitário para Manejo do Fogo no Parque Indígena

Leia mais

Diretrizes i para formação e. mosaicos na Amazônia

Diretrizes i para formação e. mosaicos na Amazônia Diretrizes i para formação e implementação de mosaicos na Amazônia Márcia Lederman (GTZ): marcialederman@yahoo.com.br Marcos Pinheiro (WWF-Brasil): marcos@wwf.org.br Mosaico de Unidades de Conservação

Leia mais