Preparo da Cana / 08 /

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Preparo da Cana 10 14 / 08 / 2015. paulo@delfini.com.br + 55 19 98166-7000"

Transcrição

1 10 14 / 08 /

2 Objetivos do Preparo da Cana

3 Objetivos do Preparo da Cana Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos Romper as células que armazenam o caldo Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos Aumentar a densidade da cana Homogeneizar o material: alimentação da moenda ou do difusor, funcionamento do eletroímã, pedaços de cana não desintegrados X perda no bagaço final 3

4 Objetivos do Preparo da Cana Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos Romper as células que armazenam o caldo Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos Aumentar a densidade da cana Homogeneizar o material: alimentação da moenda ou do difusor, funcionamento do eletroímã, pedaços de cana não desintegrados X perda no bagaço final 4

5 Objetivos do Preparo da Cana Granulometria Adequada para o Processo 5

6 Objetivos do Preparo da Cana Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos Romper as células que armazenam o caldo Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos Aumentar a densidade da cana Homogeneizar o material: alimentação da moenda ou do difusor, funcionamento do eletroímã, pedaços de cana não desintegrados X perda no bagaço final 6

7 Objetivos do Preparo da Cana Aumento da Densidade 7

8 Objetivos do Preparo da Cana Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos Romper as células que armazenam o caldo Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos Aumentar a densidade da cana Homogeneizar o material: alimentação da moenda ou do difusor, funcionamento do eletroímã, pedaços de cana não desintegrados X perda no bagaço final 8

9 Objetivos do Preparo da Cana Homogeneizar 9

10 Objetivos do Preparo da Cana - Alimentação das moendas Proteção do picador e desfibrador Buchas no espalhador Buchas no eletroímã Buchas na calha Donnelly Sensores de nível na calha Donnelly do 1ª terno Ajuste do controle pelo apalpador

11 Objetivos do Preparo da Cana Pedaços de cana não desintegrados no bagaço final 11

12 Determinação do Índice de Preparo

13 Determinação do Índice de Preparo Cana Preparada PCA Pol em Células Abertas Representa o porcentual de células rompidas na cana preparada PCA = 85 x 100 = 85% 100 PCA = 85% Representação esquemática do PCA na cana preparada PCA Relação leituras de Pol do agitador e digestor e correção da diluição pelo teor de fibra na cana 13

14 Determinação do Índice de Preparo Agitador Digestor

15 Determinação do Índice de Células Rompidas nos Bagaços Bagaço PCAA Pol em Células Abertas Acumulado Representa o percentual de células rompidas no bagaço de cada terno PCA Pol em Células Abertas no Bagaço 25 células com caldo 19 células abertas com caldo 75 células vazias caldo já extraído Representação esquemática do PCAA no bagaço PCA = 19 x 100 = 76% 25 E Extração acumulada (caldo já extraído células vazias) E = 75 % PCAA = E + [(100 E) x (PCA / 100)] PCAA = 75 + [(100 75) x (76 / 100)] PCAA = 94 % 15

16 Metodologia para Determinação do Índice de Preparo Fonte: CTC Manual Controle Químico da Fabricação de Açúcar Capítulo 4 16

17 Metodologia para Determinação do Índice de Preparo Fonte: CTC Manual Controle Químico da Fabricação de Açúcar Capítulo 4 17

18 Metodologia para Determinação do Índice de Preparo Fonte: CTC Manual Controle Químico da Fabricação de Açúcar Capítulo 4 18

19 Metodologia para Determinação do Índice de Preparo Fonte: CTC Manual Controle Químico da Fabricação de Açúcar Capítulo 6 19

20 Metodologia para Determinação do Índice de Preparo Fonte: CTC Manual Controle Químico da Fabricação de Açúcar Capítulo 6 20

21 Opções de Instalação e Classificação dos Desfibradores

22 Opções de instalação - HORIZONTAL 22

23 Opções de instalação - VERTICAL 23

24 Classificação dos Desfibradores Velocidade de operação Velocidade periférica = 60 m/s (I.P. = 80 a 85 %) Potência específica: 28 a 32 cv/tfh (3,5 a 4,0 cv/tch) Velocidade periférica = 90 m/s (I.P. = 90 a 94 %) Potência específica: 44 a 80 cv/tfh (5,5 a 10 cv/tch) Opções de instalação Horizontal (sobre a esteira metálica) Vertical (transferência de transportadores) Não há nenhuma relação entre a forma de instalação e a classificação do desfibrador 24

25 Potência específica dos equipamentos de preparo PICADORES E DESFIBRADORES POTÊNCIAS ESPECÍFICAS - CONSUMO E INSTALAÇÃO (hp/tfh) APLICAÇÃO TIPO CONSUMO INSTALAÇÃO* COP NIVELADOR COP FOL SD COP PICADOR COP SD ALIMENTADOR FOL SD DH TONGAAT DESFIBRADOR MAXCELL FIVES-LILLE COP COP * Potência específica instalada com acionamento por turbina 25

26 Instalações e Consumo de Energia no Preparo da Cana

27 Arranjo mais usual no Brasil Total 70 hp/tfh (56 hp/tfh) KNIFE 1 (14 hp/tfh) Niveladora Altas capacidades com cana inteira KNIFE 2 (28 hp/tfh) Utilizada para iniciar o preparo Lâminas oscilantes SHREDDER (28 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 60 m/s Índice de preparo de 80 a 85 % 27

28 Desfibrador pesado vertical Total 106 hp/tfh (92 hp/tfh) KNIFE 1 (14 hp/tch) Niveladora Altas capacidades com cana inteira KNIFE 2 (28 hp/tfh) Utilizada para iniciar o preparo Lâminas oscilantes KNIFE 3 (20 hp/tfh) Alimentadora do shredder Laminas oscilantes SHREDDER (44 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 90 m/s Índice de Preparo > 90 % 28

29 Desfibrador pesado horizontal Total 86 hp/tfh (72 hp/tfh) KNIFE 1 (14 hp/tfh) Niveladora Altas capacidades com cana inteira KNIFE 2 (28 hp/tfh) Utilizada para iniciar o preparo Lâminas oscilantes SHREDDER MAXCELL (44 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 90 m/s Índice de preparo > 90 % 29

30 Desfibrador pesado horizontal (Fives-Lille) SHREDDER (68 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 90 m/s Índice de Preparo > 90 % Opera com cana inteira ou picada 30

31 Desfibrador vertical sem picador para operação com cana picada SHREDDER (38 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 75 m/s Índice de Preparo = 83 a 88 % Instalação para 100% de cana picada 31

32 Desfibrador pesado vertical sem o picador alimentador SHREDDER (44 hp/tfh) Martelos oscilantes Velocidade de 90 m/s Índice de Preparo > 90 % Instalação para 100% de cana picada Alternativa em fase de avaliação 32

33 Opções de desfibradores de cana no mercado brasileiro OPÇÕES DE DESFIBRADORES DE CANA NO MERCADO TIPO COP-5/6 60 HORIZONTAL SEXTAVADO 80 A 85 DH/TONGAAT 90 VERTICAL OITAVADO 90 A 94 COP-10 MAXCELL VELOCIDADE (m/s) INSTALAÇÃO 90 HORIZONTAL OITAVADO 90 A 94 FIVES-LILLE 90 HORIZONTAL OITAVADO 90 A 94 FIVES-LILLE 75 HORIZONTAL SEXTAVADO 83 A 87 DVU 90 VERTICAL OITAVADO 90 A 94 DVU 60/75 VERTICAL ROTOR SEXTAVADO OITAVADO I.P. (%) 80 A A 87 VANTAGENS CONSUMO DE ENERGIA DESGASTE INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO APLICAÇÃO MOENDAS APLICAÇÃO DIFUSORES APLICAÇÃO MOENDAS APLICAÇÃO DIFUSORES INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO APLICAÇÃO MOENDAS APLICAÇÃO DIFUSORES CANA INTEIRA E PICADA SEM PICADORES INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO CONSUMO ENERGIA CANA INTEIRA OU PICADA SEM PICADORES INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO APLICAÇÃO MOENDAS APLICAÇÃO DIFUSORES SEM PICADORES SEM ESTEIRA METÁLICA INSTALAÇÃO SEM PICADORES SEM ESTEIRA METÁLICA INSTALAÇÃO CONSUMO DE ENERGIA MENOR DESGASTE DESVANTAGENS SÓ PARA MOENDAS PICADOR ANTES (1) CONSUMO DE ENERGIA MAIOR DESGASTE PICADOR ANTES (2) INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO CONSUMO ENERGIA MAIOR DESGASTE PICADOR ANTES (1) CONSUMO ENERGIA MAIOR DESGASTE VELOCIDADE ESTEIRA SÓ PARA MOENDAS VELOCIDADE ESTEIRA SÓ CANA PICADA CONSUMO ENERGIA MAIOR DESGASTE SÓ CANA PICADA SÓ PARA MOENDAS 33

34 Fatores de desempenho dos sistemas de preparo

35 Mecânica do desfibramento da cana Alimentação: pelo tambor e pelo rotor ou por gravidade Processo de desfibramento pode ser dividido em 2 fases: Impacto: antes da placa Placa desfibradora: impactos sucessivos (trabalho depende fortemente da velocidade relativa de impacto, que pode ser otimizada em função da configuração e disposição das barras transversais) 35

36 Fatores de desempenho do desfibrador Velocidade periférica: efeito muito significativo, não linear Peso e tipo do martelo: efeito insignificante desde que garantida cobertura igual na largura do rotor Disposição dos martelos: nenhuma diferença entre 6 e 8 linhas, com pequena melhoria do I.P. com 12 linhas e maior dificuldade de alimentação 36

37 Fatores de desempenho do desfibrador Configuração da placa desfibradora: Abertura: de 0 a 10 sem efeito, de 0 a 22 queda de 3,3 pontos no índice de preparo Comprimento: de 70 a 90º sem efeito significativo Tipo de nervura: melhor desempenho com 150 mm de profundidade e 200 mm de espaçamento 37

38 Fatores de desempenho do desfibrador tipo de nervura Impacto m x Vrel Vrel = Vm Vpx Impacto m x (Vm Vpx) 38

39 Fatores de desempenho do desfibrador tipo de nervura Impacto m x Vrel Vrel = Vm Vpx Vpx = 0 Impacto m x Vm OBS: com nervuras mais altas observa-se uma tendência de 39 aumento do tamanho médio das partículas

40 Fatores de desempenho do desfibrador tipo de nervura Placa desfibradora Austrália 40

41 Fatores de desempenho do desfibrador Diâmetro do rotor: rotores maiores propiciam melhor preparo Variedade da cana: pode ter efeito significativo (variações com a mesma potência específica) Facas antes do desfibrador: efeito insignificante no preparo final para desfibradores com I.P. > 80 % 41

42 Fatores de desempenho do desfibrador Desfibramento duplo: aumenta o preparo em proporção que depende da I.P. inicial e da configuração do desfibrador Taxa de cana: nível de preparo e potência específica (cv/tch) sem alterações significativas 42

43 Sistema de preparo para o processo de extração

44 Opção de Preparo X Processo de Extração SISTEMA DE PREPARO PARA O PROCESSO DE MOAGEM Caldo disponível para deslocamento X extração do 1ºT (I.P. = 80 a 85 % X Extração 1º T = 70 a 75%) Importância do tamanho médio das partículas (Alimentação) Moendas continuam o processo de ruptura das células 44

45 ÍNDICE DE PREPARO Preparo da Cana Opção de Preparo X Processo de Extração USINA SAFRA São Martinho 83/84 Barra Grande 83/84 São Martinho 84/85 Barra Grande 84/85 Bonfim 84/85 QTDE ENSAIOS CANA % CÉLULAS ROMPIDAS - CANA / TERNOS TERNOS ,5 93,7 96,7 98,1 98,8 99,3 99,5 9 85,2 93,2 95,8 97,3 98,5 98,9 99, ,0 91,7 95,4 97,1 98,1 98,8 99, ,8 93,3 96,2 97,4 98,8 99,3 99, ,4 95,1 97,5 98,5 99,0 99,2 99,6 100,0 98,0 96,0 94,0 92,0 90,0 88,0 86,0 84,0 SM 83/84 BG 83/84 SM 84/85 BG 84/85 BF 84/85 82,0 80,0 CANA / TERNOS 45

46 Opção de Preparo X Processo de Extração SISTEMA DE PREPARO PARA O PROCESSO DE DIFUSÃO Disponibilizar a maior quantidade possível de caldo I.P. > 92 % Caldo disponível para lixiviação X extração do difusor Importância do tamanho médio das partículas (Percolação) 46

47 Opção de Preparo X Processo de Extração Para o processo de moagem I. P. entre 80 a 85 % é suficiente para se atingir níveis de extração satisfatórios, portanto desfibradores com velocidade periférica de 60 m/s podem ser utilizados Para o processo de moagem, as instalações sem picadores de cana, tem sido feita com desfibradores de pelo menos 75 m/s, havendo um certo receio de nestes casos utilizar o de 60 m/s Para o processo de difusão I.P. acima de 90 a 92 % é imperativo para se obter níveis de extração satisfatórios, portanto desfibradores com velocidade periférica de 90 m/s devem ser utilizados 47

48 Projeto, operação e funcionamento

49 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Rotação de trabalho: deve ser mantida a rotação e em consequência a velocidade periférica de projeto A rotação não é uma variável de operação PICADORES COP 8 Vp=60 m/s 630 rpm diâmetro de giro = 1820 mm esteiras de bitolas maiores COP 9 Vp=60 m/s 750 rpm diâmetro de giro = 1515 mm esteiras de bitolas menores DESFIBRADORES COP 5 Vp=60 m/s 630 rpm diâmetro de giro = 1832 mm esteiras de bitolas maiores COP 6 Vp=60 m/s 750 rpm diâmetro de giro = 1525 mm esteiras de bitolas menores 49

50 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Manutenção das facas e martelos 50

51 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Taxa de desgaste: impurezas minerais, vegetais, tipo de revestimento 51

52 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Comprimento das laminas e martelos Balanceamento das laminas e martelo L1 L2 P1 P2 Centro de gravidade do martelo (Cg) P1 x L1 = P2 x L2

53 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Ajuste da placa desfibradora Monitoramento da vibração do equipamento Reforma dos equipamentos na entressafra 53

54 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Manutenção completa de entressafra A frequência com que deve ser feita a manutenção completa dos equipamentos de preparo depende de diversos fatores: Qualidade do serviço de manutenção anterior Quantidade de cana moída na safra Condições de carga dos equipamentos (tipo decana e uniformidade da alimentação) Nível de vibração do equipamento (monitorado durante a safra) Modelo do picador e do desfibrador Para a manutenção completa o equipamento deve ser totalmente desmontado para as inspeções de todos os seus componentes 54

55 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Rotor montado eixo, suportes, eixos de oscilação, mancais, etc 55

56 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento - Eixo principal 56

57 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento - Eixo principal 57

58 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Suportes internos tolerâncias de projeto 58

59 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Suportes internos tolerâncias de projeto 59

60 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Suportes internos tolerâncias de projeto 60

61 Principais cuidados projeto, operação e funcionamento Placa desfibradora recuperação na Usina ou substituição 61

62 10 14 / 08 / 2015 OBRIGADO!

Cana Crua X Extração. A Usina em números 13º Seminário Brasileiro Agroindustrial Ribeirão Preto SP 24 e 25/10/2012

Cana Crua X Extração. A Usina em números 13º Seminário Brasileiro Agroindustrial Ribeirão Preto SP 24 e 25/10/2012 Cana Crua X Extração A Usina em números 13º Seminário Brasileiro Agroindustrial Ribeirão Preto SP 24 e 25/10/2012 Índice Evolução do Sistema de Limpeza...03 Influência da Limpeza na Extração...29 Avaliação

Leia mais

11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA

11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA 11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA IMPUREZAS DA CANA SEPARAÇÃO DAS IMPUREZAS EM MESA E ESTEIRA DE CANA PICADA POTÊNCIAS INSTALADAS E CONSUMIDAS EFICIÊNCIA

Leia mais

2ª GERAÇÃO DA LIMPEZA DA CANA

2ª GERAÇÃO DA LIMPEZA DA CANA 2ª GERAÇÃO DA LIMPEZA DA CANA Suleiman Hassuani 13º SBA Seminário Brasileiro Agroindustrial - STAB 2012 24 e 25 outubro / 2012 Ribeirão Preto - Taiwan Custo do sistema (5 m 3 /tc) Perda açúcar: 1,6% ATR

Leia mais

LIMPEZA DE CANA A SECO TECNOLOGIA EMPRAL

LIMPEZA DE CANA A SECO TECNOLOGIA EMPRAL LIMPEZA DE CANA A SECO TECNOLOGIA EMPRAL 1 Novas necessidades da indústria - Redução do consumo de água - Proibição da queimada da cana de açúcar - Mecanização da colheita de cana de açúcar 2 Interferência

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais

Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais Frederico Stark Rezende Gutemberg

Leia mais

LEANDRO MÓVIO GODOY EXTRAÇÃO DE CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM USO DE MOENDA A VAPOR

LEANDRO MÓVIO GODOY EXTRAÇÃO DE CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM USO DE MOENDA A VAPOR 0 FUNDAÇÃO DE ENSINO EURÍPIDES SOARES DA ROCHA CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPIDES DE MARÍLIA UNIVEM CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO LEANDRO MÓVIO GODOY EXTRAÇÃO DE CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM USO DE MOENDA

Leia mais

correas UNIPLY Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Referências:

correas UNIPLY Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Referências: Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Os elevadores de correias a caçambas são os equipamentos mais comuns e econômicos para o movimento vertical de materiais

Leia mais

Vazão. 7.1 Introdução

Vazão. 7.1 Introdução Cap. 7 Medição de 7.1 Introdução Vazão Existem diversos tipos de medidores de vazão de escoamento, sendo que a escolha de um tipo dependerá das condições necessárias ao sistema, como por exemplo, a faixa

Leia mais

Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol

Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol Rolamentos para Todas as Necessidades da Sua Usina A Solução Perfeita para Qualquer Aplicação Com suas duas fortes marcas, INA e FAG, a qualidade

Leia mais

Setor volta a movimentar mercado de acionamentos

Setor volta a movimentar mercado de acionamentos 56 Fevereiro/2010 Setor volta a movimentar mercado de acionamentos Empresas deste segmento se preparam para atender uma nova onda de elevação de demanda RENATO ANSELMI, DE CAMPINAS FREE LANCE PARA O JORNALCAMA

Leia mais

Impurezas e Qualidade da Cana-de-Açúcar

Impurezas e Qualidade da Cana-de-Açúcar Impurezas e Qualidade da Cana-de-Açúcar Levantamento dos níveis de impurezas nas últimas safras Jaime Finguerut jaime@ctc.com.br Luiz Antonio Dias Paes 5 de Junho de 2014 Agenda Dados Gerais da Safra 13/14

Leia mais

MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção.

MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção. MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção. Os mancais em geral têm como finalidade servir de apóio às

Leia mais

COMO REDUZIR AS PERDAS INDUSTRIAIS ATUANDO SOBRE A LIMPEZA DE CANA. Carlos A. Tambellini

COMO REDUZIR AS PERDAS INDUSTRIAIS ATUANDO SOBRE A LIMPEZA DE CANA. Carlos A. Tambellini COMO REDUZIR AS PERDAS INDUSTRIAIS ATUANDO SOBRE A LIMPEZA DE CANA. Carlos A. Tambellini 1 1.0 COLHEITA / TRANSPORTE / RECEPÇÃO DE CANA - HISTÓRICO 1ª FASE (1960/ 70): Cana queimada Corte manual Carregamento

Leia mais

NOSSA META É O CLIENTE. NOSSA FILOSOFIA É A QUALIDADE.

NOSSA META É O CLIENTE. NOSSA FILOSOFIA É A QUALIDADE. BEM-VINDOS! NOSSA META É O CLIENTE. NOSSA FILOSOFIA É A QUALIDADE. Empresa fundada em no ano de 1987, a PROMAC iniciou suas atividades no ramo de equipamentos de movimentação de carga, atuando nas mais

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA

TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA CATEGORIA:

Leia mais

CERTIFICAÇÕES CENTRO DE TESTES

CERTIFICAÇÕES CENTRO DE TESTES A Semco Tecnologia em Processos Industriais é uma empresa do Grupo Semco, presente no mercado brasileiro há 60 anos, que desenvolve e fabrica equipamentos para agitação, mistura e dispersão para processos

Leia mais

MOINHOS GRANULADORES

MOINHOS GRANULADORES MOINHOS GRANULADORES DESDE 1980 Fundada em 1980 sediada em Farroupilha, RS em uma área própria de 15.000m², com área construída de 2.250 m², a Mecanofar mantém mais de 3.500 máquinas no mercado de transformação.

Leia mais

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba E Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase Diego Rafael Alba 1 Mancais De modo geral, os elementos de apoio consistem em acessórios para o bom funcionamento de máquinas. Desde quando o homem passou a

Leia mais

PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA

PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA Mauro Sampaio Benedini Gerente Regional de Produto CTC Fernando Pedro Reis Brod Pesquisador Engª Agrícola CTC José Guilherme Perticarrari

Leia mais

Volume 1 MECÂNICA I. Capítulo 1 Unidades e Vetores

Volume 1 MECÂNICA I. Capítulo 1 Unidades e Vetores Volume 1 MECÂNICA I Vídeo 1.1 Vídeo 1.2 Vídeo 1.3 Vídeo 1.4 Vídeo 1.5 Vídeo 1.6 Vídeo 1.7 Capítulo 1 Unidades e Vetores Unidades de base. Adição vetorial (paralelogramo). Adição vetorial (final com início).

Leia mais

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O acoplamento ACRIFLEX AD, consiste em dois flanges simétricos inteiramente usinados, pinos de aço com superfícies retificadas e buchas amortecedoras de borracha nitrílica à prova

Leia mais

BRITADORES DE CONE 1. DESCRIÇÃO:

BRITADORES DE CONE 1. DESCRIÇÃO: SISTEMA MECÂNICO DE ALÍVIO SISTEMA HIDRÁULICO DE ALÍVIO 1. DESCRIÇÃO: Os britadores de cone Piacentini, são equipamentos robustos que proporcionam alta produtividade, baixo custo operacional e longa vida

Leia mais

Um especialista em manutenção preditiva

Um especialista em manutenção preditiva Análise de vibrações A UU L AL A Um especialista em manutenção preditiva foi chamado para monitorar uma máquina em uma empresa. Ele colocou sensores em pontos estratégicos da máquina e coletou, em um registrador,

Leia mais

CALDEIRAS PARA QUEIMA DE DIFERENTES TIPOS DE BIOMASSA

CALDEIRAS PARA QUEIMA DE DIFERENTES TIPOS DE BIOMASSA WORKSHOP JOSÉ PAULO STUPIELLO CALDEIRAS PARA QUEIMA DE DIFERENTES TIPOS DE BIOMASSA ERICSON MARINO CONSULTOR PIRACICABA 02/10/2013 POR QUE FALAR DE CALDEIRAS NESTE SEMINÁRIO AO SE DISCUTIR AS IMPLICAÇÕES

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

Soluções em Açúcar, Etanol e Co-geração

Soluções em Açúcar, Etanol e Co-geração Soluções em Açúcar, Etanol e Co-geração A Sucral Iniciou suas atividades em 1968 e foi uma das empresas pioneiras no desenvolvimento do setor sucroenergético não só do país como também no exterior. Nos

Leia mais

DESMONTE HIDRÁULICO. Monitor hidráulico. Boletim 2-150 1 INTRODUÇÃO

DESMONTE HIDRÁULICO. Monitor hidráulico. Boletim 2-150 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A água a alta pressão e alta velocidade, proveniente de um tanque elevado ou de uma bomba centrífuga,levada contra a base de um banco por meio de um monitor, constitui o sistema de desmonte

Leia mais

Sistema de Limpeza de Cana

Sistema de Limpeza de Cana Sistema de Limpeza de Cana Edgar S Tsunoda, Elias Vicente, Lucas Glad, Reginaldo K Shiguedomi, Sérgio L Corinto, Tiago J R Alves Introdução: A matéria prima cana-de-açúcar vem mudando com a introdução

Leia mais

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Sumário: Novos Desafios do Setor; Programas de Melhoramento Genético de Cana-de-açúcar; Principais Características

Leia mais

17/10/2013. Cultura Custo (%) soja 26 milho 31 trigo 34 IMPORTAÇÃO DOS FERTILIZANTES 40% 92% 80% ano mi t -1 (%) 2009 22,47-2010 24,6 9 2011 28,3 15

17/10/2013. Cultura Custo (%) soja 26 milho 31 trigo 34 IMPORTAÇÃO DOS FERTILIZANTES 40% 92% 80% ano mi t -1 (%) 2009 22,47-2010 24,6 9 2011 28,3 15 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CAMPUS DE JABOTICABAL DEFINIÇÕES: MÁQUINAS DISTRIBUIDORAS DE ADUBOS E CORRETIVOS Corretivo: neutralizar acidez dos solos. Ex:

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS. 1. DESCRIÇÃO. Os britadores de mandíbulas projetados e fabricados pela ZL Equipamentos são maquinas robustas confeccionadas com matéria-prima

Leia mais

1 ATUADORES HIDRÁULICOS

1 ATUADORES HIDRÁULICOS 1 ATUADORES HIDRÁULICOS Danniela Rosa Sua função é aplicar ou fazer atuar energia mecânica sobre uma máquina, levando-a a realizar um determinado trabalho. Aliás, o motor elétrico também é um tipo de atuador.

Leia mais

Energia Eólica. História

Energia Eólica. História Energia Eólica História Com o avanço da agricultura, o homem necessitava cada vez mais de ferramentas que o auxiliassem nas diversas etapas do trabalho. Isso levou ao desenvolvimento de uma forma primitiva

Leia mais

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2015 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Uma mola comprimida por uma deformação x está em contato com um corpo de massa m, que se encontra

Leia mais

4 pólos (n = 1800 rpm) 8 pólos (n = 900 rpm) 1,5 2,2 3,0 3,7 4,4 5,5 7,5 9,2 11,0 15,0 18,5 22,0 30,0 37,0 45,0 55,0 75,0 92,0 110,0

4 pólos (n = 1800 rpm) 8 pólos (n = 900 rpm) 1,5 2,2 3,0 3,7 4,4 5,5 7,5 9,2 11,0 15,0 18,5 22,0 30,0 37,0 45,0 55,0 75,0 92,0 110,0 VULBRAFLEX VB GENERALIDADES O VULBRAFLEX é um acoplamento flexível e torcionalmente elástico. Sua flexibilidade permite desalinhamentos radiais, axiais e angulares entre os eixos acoplados e ainda, sendo

Leia mais

USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO

USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO Cassetes Os cassetes laminadores são micro cadeiras de laminação, que substituem as fieiras nas máquinas de trefilação. Seu surgimento no

Leia mais

KSB ETA. Bomba Centrífuga para Uso Geral. 1. Aplicação. 3. Denominação KSB ETA 80-40 / 2. 2. Descrição Geral. 4. Dados de Operação

KSB ETA. Bomba Centrífuga para Uso Geral. 1. Aplicação. 3. Denominação KSB ETA 80-40 / 2. 2. Descrição Geral. 4. Dados de Operação Manual Técnico e Curvas Características Nº A1150.0P/3 Bomba Centrífuga para Uso Geral 1. Aplicação A bomba é indicada para o bombeamento de líquidos limpos ou turvos e encontra aplicação preferencial em

Leia mais

MF 86 HS. Retroescavadeira / Pá carregadeira MASSEY FERGUSON

MF 86 HS. Retroescavadeira / Pá carregadeira MASSEY FERGUSON MF 86 HS Retroescavadeira / Pá carregadeira MASSEY FERGUSON 2 www.massey.com.br 4 tipos de versões e o maior número de vantagens Alavanca de múltipla ação no carregador frontal Plataforma para o operador

Leia mais

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 - nova geração com moderna tecnologia Os tornos automáticos CNC de carros múltiplos Ergomat TBA 42 e TBA 60 se tornaram mais versáteis e produtivos

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM...

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM... Motores H-Compact COMPACTO, REFRIGERAÇÃO EFICIENTE A importância crescente da economia de energia, dos requerimentos ambientais, da procura por dimensões menores e das imposições dos mercados nacionais

Leia mais

Eficiência nas Moendas de Cana

Eficiência nas Moendas de Cana 10 14 / 08 / 2015 paulo@delfini.com.br + 55 19 98166-7000 Conceito de eficiência Capacidade de moagem Extração de açúcar Consumo específico de energia Custo operacional por tonelada processada Custo de

Leia mais

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera Questão 1 Na figura abaixo, vê-se um trecho de uma linha de produção de esferas. Para testar a resistência das esferas a impacto, são impulsionadas a partir de uma esteira rolante, com velocidade horizontal

Leia mais

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2 F128-Lista 11 1) Como parte de uma inspeção de manutenção, a turbina de um motor a jato é posta a girar de acordo com o gráfico mostrado na Fig. 15. Quantas revoluções esta turbina realizou durante o teste?

Leia mais

15º SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL TEMA GERAÇÃO DE PRIMEIRO MUNDO

15º SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL TEMA GERAÇÃO DE PRIMEIRO MUNDO 15º SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL TEMA GERAÇÃO DE PRIMEIRO MUNDO Jose Willams da Silva Luz Gerente Corporativo Industrial Deltasucroenergia Willams.luz@deltasucroenergia.com.br Fone: 034.3319.6463

Leia mais

BOMBA CENTRÍFUGA FBRL20B MONO-ESTÁGIO

BOMBA CENTRÍFUGA FBRL20B MONO-ESTÁGIO BOMBA CENTRÍFUGA FBRL20B MONO-ESTÁGIO MANUAL TÉCNICO Série: FBRL20B Aplicação Desenvolvida para trabalhar com líquidos limpos ou turvos, em inúmeras aplicações, tais como indústrias químicas, petroquímicas,

Leia mais

Máquinas de armazenamento e retirada Mais poder no armazém

Máquinas de armazenamento e retirada Mais poder no armazém Máquinas de armazenamento e retirada Mais poder no armazém Sempre a solução adequada As máquinas de armazenamento e retirada da viastore são sempre a solução ideal para você. Entregamos a máquina de armazenamento

Leia mais

Saneamento Ambiental I. Aula 13 Coagulação e Floculação

Saneamento Ambiental I. Aula 13 Coagulação e Floculação Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 13 Coagulação e Floculação Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização Coagulação

Leia mais

Geração de energia elétrica

Geração de energia elétrica Geração de energia elétrica Capítulo 2 Centrais hidrelétricas Lineu Belico dos Reis Geração hidrelétrica e os outros usos da água Aspectos básicos de hidrologia e regularização de vazões Tecnologias e

Leia mais

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX MN

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX MN CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre eles, de borracha sintética de elevada resistência a abrasão.

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX MSN

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX MSN ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX MSN CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos MADEFLEX MSN são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido nodular, e um elemento poliuretano alojado entre eles

Leia mais

CINEMÁTICA DE MÁQUINAS

CINEMÁTICA DE MÁQUINAS CINEMÁTICA DE MÁQUINAS CAPITULO I Rotação em torno de um eixo fixo 1. A barra dobrada ABCDE mostrada na figura 1, roda com velocidade angular constante de 9 rad/s em torno do eixo que liga as extremidades

Leia mais

Fitas Sandvik para fornos Assando com alta qualidade

Fitas Sandvik para fornos Assando com alta qualidade Fitas Sandvik para fornos Assando com alta qualidade Fitas Sandvik o ingrediente principal para sistemas de fornos de assar boas razões A Sandvik tem uma reputação bem estabelecida e consagrada como fornecedor

Leia mais

Troca Tela Hidráulico. Banheira de Inox de 3.0 ou 5.0m. Sensor de pressão no cabeçote (1 estágio);

Troca Tela Hidráulico. Banheira de Inox de 3.0 ou 5.0m. Sensor de pressão no cabeçote (1 estágio); Extrusora LDA - SJP Extrusora LDD - SJP Extrusora LDF - SJP Extrusoras para Laboratório YD 30 SJSL 20 Extrusora de Alta Performance SJSL 63 Ventoinha de Transporte LCF - 3 a 5 Secador de Espaguete CF -

Leia mais

Transmissor de Vazão Mod. RTVG

Transmissor de Vazão Mod. RTVG 1. Introdução O Medidor de vazão tipo turbina é um instrumento de medição de vazão volumétrico. O elemento sensível à vazão é um rotor com um sistema de palhetas fixas, suspenso livremente sobre um eixo

Leia mais

Comunicado. Técnico. Equipamentos para agroindústria de mini-cenouras Cenourete e Catetinho : 1. Cortadoras. Produção de Minicenouras

Comunicado. Técnico. Equipamentos para agroindústria de mini-cenouras Cenourete e Catetinho : 1. Cortadoras. Produção de Minicenouras Comunicado 58 Técnico ISSN 1414-9850 Junho, 2008 Brasília, DF Equipamentos para agroindústria de mini-cenouras Cenourete e Catetinho : 1. Cortadoras João Bosco Carvalho da Silva 1 Milza Moreira Lana 2

Leia mais

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES Capítulo 6 SOLOS REFORÇADOS - EXECUÇÃO 6. Solo reforçado Com o aumento das alturas de escavação, os custos com estruturas de contenção tradicionais de concreto aumentam consideravelmente. Assim, as soluções

Leia mais

MANUTENÇÃO EM MANCAIS E ROLAMENTOS Atrito É o contato existente entre duas superfícies sólidas que executam movimentos relativos. O atrito provoca calor e desgaste entre as partes móveis. O atrito depende

Leia mais

SJS Bombas Submersíveis

SJS Bombas Submersíveis SJS Bombas Submersíveis Principais aplicações Os modelos de bombas Sulzer SJS representam a mais avançada tecnologia em projeto de bombas submersíveis, destinadas principalmente a atender os requisitos

Leia mais

MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS

MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS O transporte de sólidos é bastante utilizado em plantas de mineração, onde o desgaste por abrasão é um dos aspectos preponderantes, entretanto a

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

Perdas no Processo: Do Campo à Indústria

Perdas no Processo: Do Campo à Indústria Perdas no Processo: Do Campo à Indústria Curso Teórico e Pratico da Fermentação Etanólica UNESP/UFSCar 20 a 24 de fevereiro de 2006 Prof. Dr. Octávio Antonio Valsechi DTAISER/CCA/UFSCar vico@power.ufscar.br

Leia mais

Trabalha nos diversos setores da indústria no Brasil, dentre os quais se destaca:

Trabalha nos diversos setores da indústria no Brasil, dentre os quais se destaca: HSO Hidráulica e Pneumática Ltda, e uma empresa constituída de engenheiros, técnicos e projetistas especializados nos setores de hidráulica e pneumática. Atuam fortemente na engenharia e desenvolvimento,

Leia mais

Considerando o seguinte eixo de referência:

Considerando o seguinte eixo de referência: FORÇA É uma interacção que se estabelece entre dois corpos capaz de alterar o seu estado de movimento ou de repouso ou de lhes causar deformação. Podem ser interacções à distância ou interacções de contacto.

Leia mais

Calibradores de Minerais

Calibradores de Minerais uma Companhia Astec Industries Calibradores de Minerais Calibradores de Minerais/Calibradores de Rolos para Aplicações Primárias/Secundárias e Terciárias A gama Osborn de Calibradores de Rolos de Eixo

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE BRITADORES APLICADOS AO PROCESSAMENTO MINERAL

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE BRITADORES APLICADOS AO PROCESSAMENTO MINERAL CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE BRITADORES APLICADOS AO PROCESSAMENTO MINERAL J. Varela Dr.-Ing, Tecnologias de Britagem e Peneiramento,ThyssenKrupp Fördertechnik Latino Americana Rua Ceará, 1566, Belo Horizonte-MG,

Leia mais

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba)

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba) 1 MOENDAS 1. Moendas Conjunto de 04 rolos de moenda dispostos de maneira a formar aberturas entre si, sendo que 03 rolos giram no sentido horário e apenas 01 no sentido antihorário. Sua função é forçar

Leia mais

PROCESSOS DE COGERAÇÃO. Equipamentos, Custos e Potenciais Manoel Regis Lima Verde Leal Centro de Tecnologia Copersucar BNDES 26/08/2003

PROCESSOS DE COGERAÇÃO. Equipamentos, Custos e Potenciais Manoel Regis Lima Verde Leal Centro de Tecnologia Copersucar BNDES 26/08/2003 PROCESSOS DE COGERAÇÃO Equipamentos, Custos e Potenciais Manoel Regis Lima Verde Leal Centro de Tecnologia Copersucar BNDES 26/08/2003 Energia da Cana 1 TON OF CANA (COLMOS) Energia (MJ) 140 kg de açúcar

Leia mais

2 Eólica. 2.1 Projeto de criação do Centro Coppe de Tecnologia em Energia Eólica

2 Eólica. 2.1 Projeto de criação do Centro Coppe de Tecnologia em Energia Eólica 2 Eólica Neste item, serão apresentadas pesquisas desenvolvidas em programas da Coppe/UFRJ sobre a temática eólica. Entre os resultados parciais desta linha temática, destaca-se a criação do Centro Coppe

Leia mais

PINOFLEX-NP 2009/01 ACOPLAMENTO HIDRODINÂMICO CONTRA-RECUOS DENFLEX - NVD DISCFLEX EMBREAGENS INDUSTRIAIS FLEXOMAX G FLEXOMAX GBN FLEXOMAX GSN

PINOFLEX-NP 2009/01 ACOPLAMENTO HIDRODINÂMICO CONTRA-RECUOS DENFLEX - NVD DISCFLEX EMBREAGENS INDUSTRIAIS FLEXOMAX G FLEXOMAX GBN FLEXOMAX GSN ACOPLAMENTO HIDRODINÂMICO CONTRARECUOS DENFLEX NVD DISCFLEX EMBREAGENS INDUSTRIAIS FLEXOMAX G FLEXOMAX GBN FLEXOMAX GSN PINOFLEXNP SPEFLEX N VULBRAFLEX VB VULKARDAN E VULMEX 2009/01 GENERALIDADES Os acoplamentos

Leia mais

Sumário. Sobre a VLC... Planta para recuperação das águas de uso industrial... Peneira Rotativa Linear... Peneira de Cesto... Peneira Estática...

Sumário. Sobre a VLC... Planta para recuperação das águas de uso industrial... Peneira Rotativa Linear... Peneira de Cesto... Peneira Estática... Sumário Sobre a VLC... Planta para recuperação das águas de uso industrial... Peneira Rotativa Linear... Peneira de Cesto... Peneira Estática... Clarificadores e Decantadores... Filtro de Lodo SCF... Prensa

Leia mais

Coldex Tosi Ar Condicionado

Coldex Tosi Ar Condicionado Coldex Tosi Ar Condicionado Condicionadores de Ar Self Contained 5 a 40 TR tipo ROOF-TOP ESPECIFICAÇÕES A linha SELF CONTAINED TOSI foi projetada visando obter a melhor relação custo-beneficio do mercado,

Leia mais

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos ACRIFLEX AG são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre eles, de borracha sintética de elevada resistência

Leia mais

Contém. Acoplamentos Hidráulicos

Contém. Acoplamentos Hidráulicos Fone: (47) 30262211 Acoplamentos Hidráulicos Catalogo Nº: HSD 24 / 001 Contém Seleção do acoplamento hidráulico Em funcionamento Dimensões gerais Diferentes posições de montagem Recomendações Vantagens

Leia mais

TR 400 ATENÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO. A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia.

TR 400 ATENÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO. A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia. ATENÇÃO A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia. A TURBO RODA BETTA é um equipamento patenteado, PATENTE n MU 736-4 qualquer violação contra os direitos

Leia mais

Dados técnicos Guindaste sobre esteiras HS 895 HD

Dados técnicos Guindaste sobre esteiras HS 895 HD Dados técnicos Guindaste sobre esteiras HS 895 HD Dimensões Máquina básica com carro inferior R 9760 3650 10000 5480 3675 2445 1810 3950 1610 1700 7945 9360 3975 1720 R 6360 1100 6800 620 17380 Peso operacional

Leia mais

Estudo experimental da classificação pneumática contínua de bagaço de cana-deaçúcar

Estudo experimental da classificação pneumática contínua de bagaço de cana-deaçúcar Sessão Técnica12 Etanol e Biomassa de Cana-de-Açúcar Trabalho No 64, 14/12/2010, 16:00-18:00 Estudo experimental da classificação pneumática contínua de bagaço de cana-deaçúcar 8º Congresso Internacional

Leia mais

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX CR (COM CRUZETA)

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX CR (COM CRUZETA) ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX CR (COM CRUZETA) CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos MADEFLEX CR são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre

Leia mais

Presença global. Competência local. www.hydac.com. Cilindros hidráulicos e sistemas de cilindros para a hidráulica móbil

Presença global. Competência local. www.hydac.com. Cilindros hidráulicos e sistemas de cilindros para a hidráulica móbil Sistemas de resfriamento 5.700 Eletrônica 180.000 Acessórios 61.000 Hidráulica compacta 53.000 Fluidservice 79.000 Tecnologia de processos D 77.000 Tecnologia de filtração 70.000 Tecnologia de acumuladores

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1. ESTRUTURA E BLINDAGEM DOS MODULOS 1.1 - Estruturas Laterais Externas Deverão ser confeccionadas em chapa de aço SAE1010 #18, com varias dobras formando colunas, sem quinas ou

Leia mais

USADOS atualização 09.10.15

USADOS atualização 09.10.15 biomassa Marca: Vanmaq. Largura da boca de 500 mm, altura de passagem de 150 mm. Esteira de entrada de 3500 mm. Polia para motor principal. 1 chave reversora, com correias torque team. 2 redutores e 2

Leia mais

Assinale a alternativa que contém o gráfico que representa a aceleração em função do tempo correspondente ao movimento do ponto material.

Assinale a alternativa que contém o gráfico que representa a aceleração em função do tempo correspondente ao movimento do ponto material. Física 53. O gráfico da velocidade em função do tempo (em unidades aritrárias), associado ao movimento de um ponto material ao longo do eixo x, é mostrado na figura aaixo. Assinale a alternativa que contém

Leia mais

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX GR (COM GARRAS)

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX GR (COM GARRAS) ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX GR (COM GARRAS) CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos MADEFLEX GR são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre

Leia mais

Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA.

Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Motores elétricos Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Para melhor entender o funcionamento desse

Leia mais

Medição de vazão. Capítulo

Medição de vazão. Capítulo Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 004/2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 004/2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 004/2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: ABRAGE AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: aprimoramento do novo procedimento para

Leia mais

Automatização. de Persianas

Automatização. de Persianas Automatização de Persianas Externas Índice Motores... 3 Motor para Tubo Octogonal 40 mm... 4 Motor para Tubo Octogonal 60 mm... 6 Fixação da Esteira... 8 Controles Remotos... 9 Transmissores Portáteis...

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 PRODUÇÃO DE TELHA SEM AMIANTO USANDO FIBRAS DE COCO VERDE E CINZAS DE CANA-DE-AÇÚCAR. Ana Paula dos Santos Rodrigues¹; Daiene Lemes Pinto 2, Fernanda Luiza Mendonça Oliveira³, Guilherme Vitor Batista Correia

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

Régua graduada. metro e trena

Régua graduada. metro e trena A U A UL LA Régua graduada, metro e trena Um problema Silva verificou, contrariado, que os instrumentos de medição, há pouco adquiridos pela empresa, não estavam sendo bem cuidados pelos funcionários.

Leia mais

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Fresamento DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem Aplicação

Leia mais

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6.1 Forças sobre estruturas civis sensíveis Na avaliação da força sobre a estrutura é utilizada a relação força/velocidade descrita pela

Leia mais

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral 1) Calcule o volume de ar comprimido necessário para o acionamento de 10 cilindros pneumáticos (modelo A), 4 cilindros pneumáticos com retorno por mola (modelo B) e 2 cilindros sem haste (modelo C), todos

Leia mais

ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR

ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR Scarllet O hara de Oliveira Moraes 1, Wellington da Silva Rodrigues 2, kelson Carvalho

Leia mais

Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana. Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA

Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana. Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA NOVO PROTOCOLO AMBIENTAL (Única, Orplana e Secretaria do Meio Ambiente) Áreas mecanizáveis Extinção das queimadas

Leia mais

Tecnologias de Moagem Outotec

Tecnologias de Moagem Outotec Tecnologias de Moagem Outotec Com mais de 100 anos de experiência em tecnologia de moagem, a Outotec é um dos maiores fornecedores de moinhos do mundo. A equipe de especialistas em moagem da Outotec fornece

Leia mais

BENEFICIAMENTO DE SEMENTES. Silvio Moure Cicero. 1. Importância

BENEFICIAMENTO DE SEMENTES. Silvio Moure Cicero. 1. Importância 16 BENEFICIAMENTO DE SEMENTES 1. Importância Silvio Moure Cicero Em programas de produção de sementes, o processamento representa a etapa final pela o qual o lote poderá adquirir a qualidade que possibilite

Leia mais

Vedação => TC. Vedação => TA. Vedação => TG. Vedação => TS

Vedação => TC. Vedação => TA. Vedação => TG. Vedação => TS Montagem das caixas SNHL Vedação => TC Vedação => TA Vedação => TG Vedação => TS Burger S/A Industria e Comércio Técnica/di 15/05/2009 66 Vedação TC Vedadores de Feltro TC Os vedadores são constituídos

Leia mais

Proteção Econômica Contra Desgaste para a Mineradoras e Usinas de Beneficiamento

Proteção Econômica Contra Desgaste para a Mineradoras e Usinas de Beneficiamento Edição 01.10 www.kalenborn.de Proteção Econômica Contra Desgaste para a Mineradoras e Usinas de Beneficiamento Reduza Custos e Evite Paradas Grandes quantidades de matéria bruta são movimentadas nos sistemas

Leia mais

Fortaleza Ceará TD DE FÍSICA ENEM PROF. ADRIANO OLIVEIRA/DATA: 30/08/2014

Fortaleza Ceará TD DE FÍSICA ENEM PROF. ADRIANO OLIVEIRA/DATA: 30/08/2014 TD DE FÍSICA ENEM PROF. ADRIANO OLIVEIRA/DATA: 30/08/2014 1. Uma ave marinha costuma mergulhar de uma altura de 20 m para buscar alimento no mar. Suponha que um desses mergulhos tenha sido feito em sentido

Leia mais