Crimes Ambientais e Ar

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1 Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira Crimes Ambientais e Ar Introdução- Crimes Ambientais A legislação ambiental brasileira estabeleceu que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, (Constituição Federal - artigo 225), constituindo-se num dos direitos fundamentais dos brasileiros. Neste sentido, cabe a imposição de sanções e penalidades a quem desrespeita este preceito e degrada o ambiente, alterando significativamente suas características.

2 Introdução- Crimes Ambientais Segundo a lei, alterar significativamente as características do ambiente atenta contra a manutenção da qualidade ambiental e, portanto, das condições de vida da população. E isso pode ser punido com medidas administrativas, civis ou penais, sendo que esta última pode ser definida como uma intervenção para os casos em que as agressões aos valores fundamentais da sociedade alcancem um ponto intolerável ou sejam de intensa reprovação do corpo social.[1] [1] Ivete Senise Ferreira. Tutela penal do patrimônio cultural. São Paulo. RT in Edis Milaré. Direito Ambiental. Doutrina, jurisprudência e glossário. São Paulo. RT Introdução- Crimes Ambientais Crise Ambiental - alto grau de degradação dos grandes centros urbanos e nos locais de aglomerações populacionais => alteração da dinâmica dos sistemas naturais, além dos riscos de extinção de espécies animais e vegetais. As alterações são de toda ordem locais, regionais, continentais e globais. Assim, nada mais justo que as condutas consideradas lesivas ao ambiente sejam tipificadas (classificadas) como crimes, considerando a urgência de cessar todas as ocorrências de degradação. Legislação Ambiental e a Tipificação do Crime A Constituição Federal já prevê tal punição ao estabelecer, em seu parágrafo 3º do artigo 225, que as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão aos infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

3 Legislação Ambiental e a Tipificação do Crime E, para detalhar a diretriz estabelecida pela Constituição, foi promulgada, em 1998, a Lei Federal nº que dispõe sobre sanções penais e administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente a Lei de Crimes Ambientais. Esta lei teve, como um dos papéis mais importantes, a função de consolidar boa parte do conjunto de leis que tratavam da temática ambiental, no aspecto relativo às sanções e penalidades. Com a aprovação da Lei de Crimes Ambientais, a maior parte destes outros instrumentos legais passou a ser tratada de forma integrada, orgânica e sistêmica. Legislação Ambiental e a Tipificação do Crime Leis como os Códigos Florestal, da Fauna, da Pesca e a Lei de Contravenções Penais, foram parcialmente revogadas e integradas ao texto da Lei nº. 9605/98, facilitando sua aplicação e gerando uma nova ordem institucional para combate às ações lesivas ao meio ambiente. A Lei de Crimes Ambientais veio suprir a necessidade de normas de caráter punitivo às ações lesivas ao ambiente, considerando o ambiente em todas as suas formas e todos os seus componentes elementos naturais, culturais e artificiais. Legislação Ambiental e a Tipificação do Crime Neste sentido, pode-se detalhar estes elementos: meio ambiente natural: composto pelo solo, água, ar, fauna e flora; meio ambiente cultural: composto pelos patrimônios artísticos, cultural, arquitetônico, histórico, paisagístico, turístico etc.; meio ambiente artificial: composto pelo espaço urbano construído e os equipamentos públicos, como as ruas, praças, áreas verdes etc.

4 Legislação Ambiental e a Tipificação do Crime Um dos principais aspectos que regem a Lei de Crimes Ambientais é a de agir em situações pós-dano, quando todo conjunto de normas de caráter ambiental visa prevenir o dano, antecipar-se à degradação. O legislador teve como objetivo principal o de punir severamente o agressor do meio ambiente, pois o mesmo burlou, desrespeitou, não observou ou ultrapassou os limites estabelecidos por todas as regras existentes. Aspectos Criminais e Avanços na Punição A punibilidade do causador do dano é tratada pela Lei de Crimes Ambientais, como um dos pilares da contenção da degradação. Segundo Milaré (2005), a culpabilidade do degradador é que estabelece sua responsabilidade. Exemplo: se uma determinada empresa não seguiu o projeto aprovado pelos órgãos ambientais (no licenciamento da obra ou atividade), alterou algum aspecto e causou algum dano ou degradação ambiental. No processo de investigação das causas da degradação, pode-se identificar a responsabilidade da empresa quanto à alteração do projeto. Aspectos Criminais e Avanços na Punição A responsabilidade pela ação de degradação pode ser identificada como dolosa (com a intenção e o objetivo de cometer a infração, por vários motivos) ou culposa, quando o degradador provoca o resultado por negligência, imprudência ou imperícia. Esta última se caracteriza como o aspecto diferencial desta lei, comparativamente a outras de mesma natureza, pois ao adotar a modalidade culposa, incluiu situações que antes não eram cobertas por outros instrumentos legais.

5 Aspectos Criminais e Avanços na Punição Um outro exemplo é dado por Milaré (2005), que destaca um exemplo disso, ao ressaltar os constantes derramamentos de óleo no ambiente marinho, cuja ação era de difícil comprovação do dolo (intenção) dos armadores e da tripulação. Com o advento da culpa, esta situação passou a ser tipificada e os responsáveis, punidos - pois a falta de manutenção das embarcações certamente geraria estes resultados, cessando a impunidade que até então predominava. Aspectos Criminais e Avanços na Punição Outro aspecto inovador foi a responsabilização de qualquer pessoa, seja ela física ou jurídica. Na Lei de Crimes Ambientais, a responsabilização penal pode ser individual ou da pessoa jurídica. Na primeira situação, a norma segue a regra geral da legislação criminal, que sempre considerou que quem pratica o ato ilícito é o ser humano, sendo o sujeito ativo do ato criminoso. Quanto à responsabilidade da pessoa jurídica, a Lei de Crimes Ambientais elevou-a ao patamar de agente passível de punição por entender que o criminoso ambiental não age individualmente, e sim, via de regra, a mando ou em nome de uma pessoa jurídica. Aspectos Criminais e Avanços na Punição No caso de responsabilização da pessoa jurídica, a Lei de Crimes Ambientais inseriu a pessoa jurídica no status de sujeito ativo na relação processual penal, como disposto no artigo 3º, onde as pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade. Cabe destacar que a responsabilização da pessoa jurídica não exclui a das pessoas físicas, autoras ou co-autoras do crime, pelo fato de que, na essência, uma empresa não comete crime. (Milaré, 2005).

6 Aspectos Criminais e Avanços na Punição Um outro exemplo pode ser dado com relação às grandes corporações agrícolas ou industriais, que degradam o ambiente, alterando as características dos elementos que compõem o ambiente, visando ampliar a exploração dos recursos naturais e a parcela de produtividade de sua corporação. Aspectos Criminais e Avanços na Punição Uma outra figura que surge com a Lei nº 9605/98 é a do sujeito passivo. Sujeito passivo é o agente lesado, o que foi prejudicado pela ação lesiva e degradadora do meio ambiente. Ou seja, é a vítima do crime, podendo ser mais de uma, inclusive. No caso de um derramamento de produtos químicos num rio, por exemplo, várias propriedades poderão ser afetadas pela contaminação das águas. Mas, em todos os casos, a coletividade também pode ser considerada como sujeito passivo, considerando que o meio ambiente é um bem de uso comum do povo, conforme estabelecido no artigo 225 da Constituição Federal. Intervalo

7 Sanções e penalidades As sanções previstas na Lei de Crimes Ambientais são as de uso comum no Direito Penal: penas privativas de liberdade (prisão), restritivas de direito e pecuniárias (multas). Entretanto, a Lei de Crimes Ambientais privilegiou a utilização dos dois últimos itens, acreditando serem mais eficazes na sua aplicação. Isso porque são mais apropriadas tanto na aplicação para as pessoas jurídicas como para as físicas, considerando-se o perfil diferenciado do criminoso ambiental. Sanções e penalidades As penas aplicáveis à pessoa física são: Pena privativa de liberdade, sendo adotadas a reclusão e a detenção para os crimes e a prisão simples para as contravenções (delitos de caráter mais leve); Pena restritiva de direitos, sendo penalidades alternativas à de prisão, tais como a prestação de serviços à comunidade; interdição temporária de direitos (proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais); suspensão parcial ou total das atividades; e prestação pecuniária (pagamento em dinheiro à vítima ou a entidade pública com fim social); Pena de multa, sendo o pagamento de multa aos fundos específicos, em quantia a ser estipulada de acordo com a natureza e a gravidade da infração cometida. Sanções e penalidades As penas aplicáveis à pessoa jurídica são: Pena de multa; Pena restritiva de direitos, sendo penalidades como a prestação de serviços à comunidade; a suspensão parcial ou total das atividades; interdição temporária de direitos (proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais); e interdição temporária do empreendimento, das obras ou atividades.

8 Sanções e penalidades Algumas particularidades na aplicação das penalidades também estão presentes na Lei de Crimes Ambientais, como as circunstâncias agravantes e atenuantes. Como circunstâncias agravantes, o legislador entendeu: As reincidências nos crimes ambientais; O objetivo de obter vantagem pecuniária e/ou financeira; A coação de terceiros para a realização da infração; A exposição da saúde pública ou do ambiente ao perigo; A promoção de danos à propriedade alheia; A promoção de danos às áreas legalmente protegidas; Outros aspectos relacionados no artigo 15 da Lei Federal nº 9605/98. Sanções e penalidades Como circunstâncias atenuantes, a lei estabelece em seu artigo 14: Baixo grau de instrução ou escolaridade do infrator; Arrependimento do infrator, caracterizado pela ação espontânea de recuperação do dano causado; Comunicação prévia do perigo iminente de uma degradação ambiental; e A colaboração com os agentes públicos de controle ambiental. Sanções e penalidades E para caracterizar as infrações cometidas, a Lei de Crimes Ambientais adotou uma série de critérios, englobando e consolidando um conjunto de leis e normas específicas. Neste sentido, a referida lei trata de crimes: Contra a Fauna; Contra a Flora; De Poluição; Contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural; Contra a administração ambiental.

9 Sanções e penalidades Um último aspecto deve ser destacado: o de que o agente público também tem sua conduta regrada por esta lei. O agente ambiental que, por ação ou omissão, contribuir para o dano, poderá ser enquadrado nos dispositivos legais, pois contribuiu com a degradação, sendo que deveria agir para evitá-la. Intervalo O ar, assim como a água, é um dos principais elementos naturais presentes no planeta. É um bem considerado essencial à vida na Terra, pois está relacionado a processos vitais dos seres vivos, como a respiração e a fotossíntese. Também tem relação com fenômenos como a evaporação, transpiração, oxidação, e os climáticos e meteorológicos. O ar é caracterizado por uma composição de gases que se apresentam em diferentes concentrações e formam a atmosfera. Estas concentrações variam de acordo com a altitude e tornam o ar um elemento bastante complexo e simples ao mesmo tempo.

10 Uma das características mais marcantes deste elemento é que é o recurso natural que mais rápido se altera e mais rápido se recupera, dependendo das condições favoráveis. Isso se dá porque ele tem sempre a tendência de voltar a uma condição de equilíbrio, em que as concentrações dos gases que o compõem retornem à condição original. Toda alteração na qualidade do ar pode prejudicar sensivelmente os seres vivos, em especial os seres humanos que vivem apenas alguns minutos sem o mesmo e os vegetais, que, além dos nutrientes do solo e da energia solar, dependem do ar para fazer trocas com o ambiente. A degradação da qualidade do ar é resultado da alteração das características físicas, químicas e biológicas da atmosfera, e é um dos principais exemplos dos problemas ambientais gerados pela humanidade no último século desde o advento da Revolução Industrial e da mudança dos modos de produção. O ar passou a ser um dos recursos naturais mais afetados com a industrialização, onde as primeiras máquinas utilizavam lenha para aquecer a água, cujo vapor movimentava o maquinário, emitindo gases e material particulado gerado na queima da madeira. Na verdade, este foi o início de uma fase de desenvolvimento em que as emissões de carbono só aumentaram no planeta, sendo que o monóxido de carbono (CO) é um dos principais poluentes presentes nos grandes centros urbanos e aglomerações humanas. E, neste sentido, cabe indicar que as principais fontes de poluição atmosférica estão presentes nos ambientes urbanos.

11 Para o controle da poluição do ar, é preciso identificar e caracterizar as fontes de poluição, sendo elas categorizadas como fontes fixas (ou estacionárias) ou fontes móveis. Nas fontes fixas, encontram-se, como as principais, a indústria petroquímica, siderúrgica, de papel e celulose, de cimento. Nas fontes móveis, os campeões absolutos: os automóveis ou veículos automotores. Nas áreas rurais, há uma certa diferenciação destas fontes, pois há práticas muito arraigadas, tendo como parcela significativa de contribuição para a poluição do ar a prática de queimadas. O ar, assim como a água, possui padrões de qualidade que visam manter a garantir a saúde humana e o equilíbrio ecológico. Foram identificados alguns dos principais elementos que alteram a qualidade do ar e geram impactos negativos sobre os bens a proteger, como os recursos naturais e a saúde humana. Como a poluição do ar é um fenômeno eminentemente urbano, seus impactos também estão concentrados neste território, como veremos a seguir.

12 Impactos sobre a saúde humana: as alterações da qualidade do ar são geradas, principalmente, pelos seguintes elementos: Monóxido de carbono (CO), Dióxido de enxofre (SO2), Dióxido de nitrogênio (NO2), Os hidrocarbonetos (HC), O ozônio (O3), e O material particulado (poeira em suspensão). Para cada um desses elementos, há uma resposta negativa nos organismos vivos, sendo gerados efeitos e problemas respiratórios, sanguíneos, de pressão, cardíacos, de ansiedade, etc. Impactos sobre o patrimônio: o impacto da poluição atmosférica sobre o ambiente artificial também é grande, pois deteriora não apenas as edificações, como também prejudica as atividades humanas (econômicas, sociais, culturais, etc.). Neste sentido, são afetados os patrimônios natural (plantas e animais), físico (desgaste de edificações, maquinário, equipamentos públicos), e cultural (paisagem, monumentos, etc.). Outra característica própria deste recurso natural é a inexistência de fronteiras. A atmosfera engloba todo o planeta e o protege função exercida pela camada de ozônio. Com isso, toda alteração das características da atmosfera pode afetar outras regiões e até continentes diversos. Estudos realizados por universidades do nordeste do Brasil identificaram a presença de grãos de areia do deserto do Saara nos ventos litorâneos. Ou seja, a atmosfera é global e os efeitos causados sobre ela também podem ser.

13 Um dos principais problemas atuais é o conhecido efeito estufa, que é um fenômeno natural - de armazenamento de calor (energia térmica) irradiado pelo Sol agravado pela emissão de grandes volumes de gases que contribuem para o aquecimento global. Ou seja, a alta concentração de determinados gases na atmosfera propicia a manutenção do calor vindo do sol em níveis muito maiores que o normal. Outros problemas de âmbito global são a redução da camada de ozônio, as chuvas ácidas e o aquecimento global, que gera efeitos indiretos como o derretimento das calotas polares e das geleiras das montanhas, o aumento médio das temperaturas e do nível dos oceanos, etc. No nível local, podemos citar a poluição dos grandes centros urbanos como São Paulo, Cidade do México, Beijing (Pequim), dentre outros. No caso de São Paulo, os efeitos da poluição do ar (acúmulo e concentração elevada de poluentes atmosféricos) são perversos sobre a saúde humana, atingindo principalmente as crianças e os idosos, com índices elevados de mortalidade nas épocas de inverno. Nesse período do ano, as condições atmosféricas apresentam uma característica própria a inversão térmica que agravam os efeitos da poluição, dificultando a dispersão dos poluentes, mantendo-os concentrados e muito próximos do nível do solo, atingindo diretamente a população.

14 (Legislação aplicável) Para solucionar estes efeitos e reduzir os impactos negativos sobre a saúde humana e sobre o patrimônio, existe um conjunto de normas e instrumentos legais de controle da poluição e da emissão de poluentes na atmosfera. Uma dessas normas é o Decreto Federal nº 1413/75, que estabeleceu critérios para o controle da poluição do meio ambiente por atividades industriais. Em seguida, foi aprovada a Lei Federal 6803/80, que definiu o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição, mais especificamente nos grandes centros urbanos industriais. (Legislação aplicável) Anteriormente à Constituição, a Lei Federal 6938/81, que instituiu a Política Nacional de Meio Ambiente, destacou os bens a serem protegidos e instituiu instrumentos para a proteção ambiental. Com a promulgação da Constituição Federal (1988), o ar passou a ter tratamento de bem a ser protegido, contando com a cobertura de instrumentos legais como os estabelecidos nos artigos 23, em seu inciso VI que trata da competência para a proteção do meio ambiente e combate à poluição -, e 24, em seu inciso VI que trata da competência para legislar sobre assuntos relativos ao meio ambiente. (Legislação aplicável) Mas os principais instrumentos legais para definição de critérios visando à proteção da qualidade do ar vieram através do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, por suas Resoluções. Estas Resoluções do CONAMA vieram ordenar o assunto e estabelecer padrões e regras para as fontes poluidoras, em especial, o controle das fontes móveis (os veículos automotores). O conjunto de Resoluções dá, ao país, uma condição muito boa de ter resultados significativos nos próximos anos, desde que acompanhadas de outras medidas, como a qualidade dos combustíveis.

15 (Legislação aplicável) Programas de controle da poluição do ar PROCONVE Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Resolução CONAMA 018/86). PRON Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (Res. CONAMA 005/89) que instituiu limites máximos de emissão, e estabeleceu a integração entre os seguintes programas: PROCONVE; PRONACOP Programa nacional de Controle da Poluição Industrial; Programa Nacional de Avaliação da Qualidade do Ar; Programas estaduais de controle da poluição do ar. PROMOT (PROCONVE para motocicletas) Res. CONAMA 297/02. (Legislação aplicável) Outros instrumentos (nº da Resolução CONAMA e assunto): 003/90 ampliou o monitoramento, novos padrões de qualidade. 008/90 estabeleceu limites máximos de emissão combustão externa fontes fixas. 007/93 estabeleceu padrões de emissão para veículos em circulação (limites máximos de CO, HC, ruído, opacidade para motores diesel etc.). 018/95 institui a Inspeção Veicular (I/M), regulamentada pela Res. 227/ /99 limites máximos de opacidade veículos diesel compatibilização com o Código Nacional de Trânsito. 291/01 Conversão para gás. 315/02 atualização do PROCONVE. Boa semana! Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira Referência de imagens Todas as imagens pertencem ao banco de imagens

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