Superior Tribunal de Justiça

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1 RECURSO ESPECIAL Nº MG (2007/ ) RELATORA : MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA RECORRENTE : ÁLVARO CASSEMIRO ALVES BRAZ ADVOGADO : ADALBERTO CASSEMIRO ALVES BRAZ E OUTRO RECORRIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL EMENTA RECURSO ESPECIAL. ALÍNEAS "A" E "C" DO PERMISSIVO CONSTITUCIONAL. CRIME CONTRA A FLORA. INCÊNDIO EM MATA OU FLORESTA. OBJETIVIDADE JURÍDICA. PATRIMÔNIO AMBIENTAL. FOGO DE GRANDES PROPORÇÕES. CONDUTA RESTRITA À VEGETAÇÃO DO CERRADO E SEU AMBIENTE ARBÓREO. COMPROVAÇÃO FÁTICA. EXISTÊNCIA DE CRIME. SÚMULA 7. DOSIMETRIA. PENA-BASE APLICADA NO MÍNIMO. INVIABILIDADE DE DIMINUIÇÃO POR OCORRÊNCIA DE ATENUANTES. PRESCRIÇÃO AFASTADA. O tipo penal do crime de incêndio em mata ou floresta reside, pela própria definição legal, na hipótese da configuração de fogo descontrolado e de proporções em ambiente arbóreo protegido pela lei ambiental. Uma vez tendo a instância ordinária consagrado com a prova dos autos a violação ao bem jurídico tutelado pela norma incriminadora em questão, resta insubsistente a reforma pela via especial, em face da necessidade do confronto probatório. Súmula 7. A diminuição da pena pela existência de atenuantes não incide diante da fixação no mínimo legal. Recurso especial não conhecido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça: "A Turma, por unanimidade, não conheceu do recurso, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora." A Sra. Ministra Jane Silva (Desembargadora convocada do TJ/MG) e os Srs. Ministros Hamilton Carvalhido e Paulo Gallotti votaram com a Sra. Ministra Relatora. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Nilson Naves. Presidiu o julgamento a Sra. Ministra Maria Thereza de Assis Moura. Brasília, 18 de dezembro de 2007 (Data do Julgamento) Ministra Maria Thereza de Assis Moura Relatora Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 1 de 12

2 RECURSO ESPECIAL Nº MG (2007/ ) RELATORA RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO : MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA : ÁLVARO CASSEMIRO ALVES BRAZ : ADALBERTO CASSEMIRO ALVES BRAZ E OUTRO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RELATÓRIO MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA (Relatora): ÁLVARO CASSEMIRO ALVES BRAZ foi preso em flagrante por suposto envolvimento em incêndio provocado, em agosto de 1999, dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó, na localidade de Jabuticatubas/MG, ocorrência inicialmente constatada em lugar denominado de Capão dos Palmitos. Concluída a investigação, o Procurador da República atuante no caso requereu o arquivamento do inquérito policial, pois entendia não ter havido o fato típico, já que a vegetação objeto da queimada produzida pela conduta do indiciado não circunscrevia à descrição de Floresta ou Mata, sendo apenas vegetação rasteira própria do cerrado. Bem assim, porque não houve dano suficientemente sério a comprometer o revigoramento por parte da natureza e as proporções do incêndio não produziriam grandes prejuízos. Divergindo da posição inicial do dominus litis, com fundamento no art. 28 do CPP, o Juiz Federal da 9ª Vara Especializada/Criminal da Seção Judiciária de Minas Gerais remeteu os autos à consideração do Procurador-Geral da República. Em nova análise, a Procuradoria-Geral resolveu oferecer denúncia contra o Recorrente, lhe imputando a prática do crime previsto no art. 41 da Lei n.º 9605/98, peça recebida em 5/6/2000. Por sentença de 13/3/2003, o Recorrente veio a ser absolvido, com fulcro no art. 386, inciso III, do Código de Processo Penal, já que não reconhecida a existência do fato típico, decisão enfrentada por recurso de apelação. A julgar o apelo do Ministério Público Federal, o Tribunal Regional da 1ª Região condenou o Recorrente a 2 (dois) anos e 4 (quatro) meses de reclusão, mais multa, e substituiu a reprimenda corporal por duas restritivas de direito. Eis o sumário do acórdão (fl. 339): PENAL E PROCESSUAL PENAL. CRIME AMBIENTAL. ATEAMENTO DE FOGO EM ÁREA PERTENCENTE AO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ. ART. 41, CAPUT, DA LEI 9.605/98. VEGETAÇÃO DO CERRADO. SENTIDO LATO. I - Crime ambiental suficientemente comprovado em todos os seus elementos, conforme tipificação prevista no art. 41, caput, da Lei 9.605/98. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 2 de 12

3 II - A vegetação do cerrado deve ser incluída entre as espécies protegidas pela norma penal, uma vez que o art. 41 da Lei 9.605/98 incrimina a conduta de causar incêndio em mata ou floresta, palavras essas que devem ser entendidas em sentido amplo. III - Apelação provida. (ACR /MG, Rel. Desembargador Federal Cândido Ribeiro, Terceira Turma, DJ de 18/08/2006, p.27) Houve, ainda, a oposição de embargos declaratórios, ao final rejeitados por pretender efeitos meramente infringentes, consoante decisum de fls. 383/388. Em seqüência, sobreveio o presente recurso especial, com fundamento no art. 105, III, a e c, da Constituição Federal. Nessa linha, sustenta o Recorrente violação aos arts. 1º e 65, II, III, d, do Código Penal, ao art. 14 da Lei n.º 9.506/98 e ao art. 386, III, do Código de Processo Penal. Afirma a inexistência de fato típico, já que a área de vegetação objeto da conduta vista como criminosa, não se inclui no conceito de floresta ou mata. De outro lado, aduz que o acórdão condenatório, na dosimetria, deixou de aplicar a atenuante específica do controle e limitação da degradação do meio ambiente, bem assim, das genéricas da menoridade e da confissão espontânea. No tocante à divergência, diz que este Tribunal, no julgamento do REsp /SP, deu interpretação diversa da que professou o aresto hostilizado, porquanto restringiu as expressões floresta e mata, contidas no tipo do art. 41 da Lei n.º 9605/98, à formação arbórea densa, de alto porte, que recobre área de terra mais ou menos extensa, excluindo-se da hipótese do crime o dano a vegetação rasteira do cerrado. Em contra-razões, o Recorrido postula a manutenção do acórdão condenatório, asseverando que a vegetação atingida pelo Recorrente inclui-se no termo mata, sendo, portanto, objeto do tipo penal, bem assim que não é possível haver o concurso de atenuantes com causa de aumento de pena. O apelo foi admitido, consoante decisão de fls. 470/471, subindo a esta Superior Instância. Com vista, o Parquet Federal, na pessoa da Ilustre Subprocuradora-Geral da República Helenita Caiado de Acioli, opinou pelo não conhecimento, uma vez presentes a materialidade e autoria, além de a discussão restringir-se ao exame da prova. À fl. 485, o Ministério Público Federal requereu preferência no julgamento, ante a iminência de prescrição. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 3 de 12

4 RECURSO ESPECIAL Nº MG (2007/ ) EMENTA RECURSO ESPECIAL. ALÍNEAS "A" E "C" DO PERMISSIVO CONSTITUCIONAL. CRIME CONTRA A FLORA. INCÊNDIO EM MATA OU FLORESTA. OBJETIVIDADE JURÍDICA. PATRIMÔNIO AMBIENTAL. FOGO DE GRANDES PROPORÇÕES. CONDUTA RESTRITA À VEGETAÇÃO DO CERRADO E SEU AMBIENTE ARBÓREO. COMPROVAÇÃO FÁTICA. EXISTÊNCIA DE CRIME. SÚMULA 7. DOSIMETRIA. PENA-BASE APLICADA NO MÍNIMO. INVIABILIDADE DE DIMINUIÇÃO POR OCORRÊNCIA DE ATENUANTES. PRESCRIÇÃO AFASTADA. O tipo penal do crime de incêndio em mata ou floresta reside, pela própria definição legal, na hipótese da configuração de fogo descontrolado e de proporções em ambiente arbóreo protegido pela lei ambiental. Uma vez tendo a instância ordinária consagrado com a prova dos autos a violação ao bem jurídico tutelado pela norma incriminadora em questão, resta insubsistente a reforma pela via especial, em face da necessidade do confronto probatório. Súmula 7. A diminuição da pena pela existência de atenuantes não incide diante da fixação no mínimo legal. Recurso especial não conhecido. VOTO MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA (Relatora): O tema do recurso especial traz à baila o tipo penal do art. 41 da Lei n.º 9605/98, que prevê a descrição do incêndio em mata ou floresta, embora tenha por parâmetro específico as recomendações gerais contidas nas normas dos arts. 1º do Código Penal e 386, III, do Código de Processo Penal, o primeiro atinente ao princípio da legalidade e o segundo, na mesma linha, à existência do tipo penal. E uma vez vencida a discussão por essas vertentes, o apelo também invoca a existência de vício na dosimetria, no que pertine à consideração de atenuantes. Na introdução do caderno processual, os fatos foram assim planificados pela denúncia, às fls. 2/3: 1 Nodia 5 de agosto de 1999, na localidade Capão dos Palmitos, no interior do Parque Nacional da Serra do Cipó, no município de Jaboticatubas/MG, o acusado provocava incêndio em mata, em época seca, quando foi preso em flagrante por agentes de defesa ambiental, conforme Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 4 de 12

5 descrito no Auto de Prisão em Flagrante em folhas 02/05 e no Boletim de Ocorrência de folhas O acusado havia chegado naquela região no dia 1 de agosto daquele ano, em um domingo, oportunidade em que já havia colocado fogo na vegetação, que se encontrava seca. Retornando àquele mesmo local quatro dias depois, provocou novo incêndio que se alastrou muito, conforme demonstram as fotografias de folhas 20/21. 3 O laudo de Exame em Local de Incêndio de folhas 31/33 comprovou que foi 'ateado fogo na vegetação nas margens esquerda e direita, ao longo da estreita estrada de terra, distanciando-se uma área queimada da outra de 100, 200, 300 ou 400 metros, com áreas queimadas de aproximadamente 2, 1, ½, ¼ de hectares, somando aproximadamente um total de 4,5 hectare'. 4 Ainda segundo o laudo pericial de folhas 31/33, os peritos signatários do mesmo constataram que fora queimada toda a vegetação rasteira, 'atingindo árvores da flora natural das espécies Araticum, Jatobá, Ipê Amarelo, Candeia, Taquari, Barbatimão, Pequi, Jacarandá, Umbaúba, Canela, etc.'. Acompanhando o laudo, seguem as fotos de folhas 34/37. Ao resolver o conflito penal, o Juiz do caso emoldurou os fatos no plano jurídico da seguinte forma, segundo a sentença absolutória (fls. 300): Em um segundo momento, verifico que as espécies atingidas pela ação realizada não se enquadram no significado de mata ou floresta constantes do art. 41, daquela Lei. Isso porque os laudos periciais elaborados pelos peritos federais e o relatório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, em momento algum, declaram como espécies atingidas mata ou floresta. Exatamente ao contrário, relatam a vegetação de cerrado, cujas características divergem integralmente daquelas, sendo as árvores rasteiras, retorcidas e espaçadas. 331/334): Já o aresto atacado, assim consagrou a existência do evento criminoso (fls. Da leitura do dispositivo em comento, verifica-se que a nova Lei de Crimes Ambientais transformou em crime o ato de causar incêndio em mata ou floresta, sendo desnecessária a exposição a perigo da vida, da integridade física ou do patrimônio de outrem, como no art. 250 do CP. Ademais, para que seja caracterizada a responsabilidade penal por delitos ambientais, há que se apurar o dolo ou a culpa (negligência, imperícia ou imprudência) dos agentes responsáveis, sendo que a maior parte dos delitos ambientais admite somente a forma dolosa. No crime em questão, previsto no art. 41 da Lei 9.605/98, verifica-se que é necessário que o agente tenha praticado a conduta de forma dolosa, livre e consciente, ou tenha agido com culpa. De fato, pelo que se percebe da análise dos autos, o réu agiu de forma livre e consciente com o fim de atear fogo na vegetação presente no Parque Nacional da Serra do Cipó. Senão vejamos. O réu, em juízo, assim afirmou, verbis: (...) a intenção do acusado era justamente evitar que se provocasse um grande incêndio, usando essas técnicas, ou seja, Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 5 de 12

6 provocando fogo, com intenção de prevenir incêndio maior; a sua intenção era de preservar o local; não tem propriedade no local; a única forma de se evitar que num dia quente, o fogo venha, com maior intensidade; já viu a aplicação da técnica que pretendia algumas vezes; é uma prática comum; o acusado acha que a sua técnica deu certo, mas não esteve no local depois; no dia dos fatos, o depoente subiu a Serra, num domingo, na parte da manhã, indo para Lagoa Dourada, quando colocou fogo em três locais distintos, com duzentos metros, mais ou menos, um do outro, não logrando êxito, percebendo isso naquele momento mesmo; na volta, mais ou menos quatro horas da tarde, dia frio e nublado, voltou a colocar fogo no mesmo local, com a mesma intenção de eliminar combustível, a fim de evitar outros incêndios acidentais, aplicando a referida técnica; já conhecia a região da Serra do Cipó; foi a primeira vez que teve a idéia de queimar parte da vegetação; o depoente já tinha andado uns três ou quatro quilômetros do último ponto de fogo que havia colocado, e nesse momento, chegou um cavalheiro que perguntou sobre a fumaça, tendo o depoente respondido que ele, depoente, era o autor do fato;. (Fls. 57/58.) Por sua vez, a testemunha de defesa, Leopoldo Magno Coutinho, professor universitário da USP e estudioso do assunto, asseverou, verbis: Com relação aos atos praticados pelo réu e descrito por ele no seu interrogatório, o depoente pode informar que um leigo não pode chegar no cerrado e atear fogo dizendo que com isso está protegendo o cerrado. A queimada pode ser feita com técnico especializado e desde que alguns cuidados sejam tomados: a) obter autorização do IBAMA; b) não realiza-la num parque nacional; c) fazer asseio na área para evitar a proliferação do fogo; d) avisar a vizinhança; e) contar com gente suficiente para apagar o fogo, caso ele se alastre; f) realizar a queimada no final do dia com a temperatura em declínio; g) retirar da área a ser queimada os animais, espantando-os. O depoente recorda que por telefone disse ao acusado que ele não poderia realizar as queimadas por não deter conhecimento específico. (...) A impressão que o depoente teve ao conversar com o acusado é que ele deve ter lido algum trabalho do depoente, mas não lhe pareceu que o acusado dominasse a técnica necessária para realizar queimadas no cerrado. (Fls. 146/147.) Já o laudo pericial de fls. 31/37 atesta que houve danos ao meio ambiente:...os peritos percorreram a área e constataram vários pontos de queimadas recentes, somando-se uma área total de aproximadamente 4,5 (quatro e meio) hectares, onde foi queimada toda a vegetação rasteira, atingindo árvores da flora natural das espécies Araticum, Jatobá, Ipê amarelo, Candeia, Taquari, Barbatimão, Pequi, Jacarandá, Umbaúba, Canela, etc. (Fls. 32.) O segundo laudo pericial de fls. 174/179, realizado três anos após o primeiro, também constatou que: Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 6 de 12

7 ...verificou-se que realmente ocorrera ali um incêndio florestal com conseqüente queima da vegetação rasteira e arbórea. Além disso, deve-se revelar a existência de um curso d'água bem próximo à área degradada, caracterizando, além do interior de unidade de conservação, também área de preservação ambiental em virtude da proximidade com curso d'água. Nesse sentido, a ocorrência pode prejudicar além da flora e fauna diretamente atingida, o curso d'água e outras nascentes ali localizadas, que poderão ter seu regime normal alterado. (...) No que tange às gramíneas aparentemente, pode-se dizer que a área apresenta-se recuperada, pois estas têm uma grande capacidade de recuperação e crescimento rápido. Entretanto, com relação às árvores, tanto de porte pequeno e médio quanto grandes ali existentes, ainda não houve a sua plena recuperação e em alguns casos isto não será possível, já que a árvore morreu em decorrência do fogo. De qualquer modo, a plena e total recuperação da área, incluindo fauna e flora levará de 05 a 10 anos. (Fls. 175/176.) Cabe ressaltar, ainda, que a vegetação do cerrado deve ser incluída entre as espécies protegidas pela norma penal, uma vez que o art. 41 da Lei 9.605/98 incrimina a conduta de causar incêndio em mata ou floresta e de acordo com Carlos Ernani Constantino em seu livro intitulado Delitos Ecológicos, a Lei Ambiental comentada artigo por artigo, São Paulo, Editora Atlas, 2001, as palavras floresta ou mata devem ser entendidas em sentido amplo, verbis: Temos, no entanto, que a palavra floresta é usada no sentido lato (no significado mais amplo e genérico possível), no presente tipo penal, isto é: enquadra-se, aqui qualquer modalidade de floresta, desde que ela seja considerada de preservação permanente, ainda que se encontra em estágio de formação; este é, a nosso ver, o espírito da lei: toda e qualquer agressão a um agrupamento de espécies arbóreas ou vegetais, em área considerada de preservação permanente, causa um descomunal desequilíbrio na relação oxigênio/gás carbônico, na atmosfera. Com efeito, consoante se observa do cotejo dos elementos existentes nos autos, não há que se falar em atipicidade de conduta, haja vista que restou cabalmente demonstrado ter o agente cometido o crime em sua forma dolosa, prevista no caput do art. 41 da Lei 9.605/98." Antes de enfrentar o tema, quero destacar os dois últimos parágrafos da citação para, enfim, firmar o contexto da controvérsia recursal: a descrição típica do art. 41 da Lei 9.605/98, quer dizer, a essência da legalidade da norma incriminadora ali presente (art. 1º do CP, c/c o art. 386, III, do CPP), engloba a ação tida por criminosa? Isto é, refinando o debate a partir dos fatos definidos pelas instâncias ordinárias, a conduta do recorrente de atear fogo em vegetação do cerrado, com as espécimes ali existentes, está contida no núcleo da previsão legal de provocar incêndio em mata ou floresta? Na espécie, a questão que nos aturde planta-se, sem dúvida, no campo da Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 7 de 12

8 interpretação da lei, especialmente no campo normativo do tipo penal do crime imputado ao Recorrente. De início, cumpre ressaltar que o enquadramento da denominada lei dos crimes ambientais no ordenamento jurídico brasileiro ecoou inúmeras discussões jurídicas, sobretudo no que se refere à configuração dos tipos penais nela inscritos. Dentro da celeuma que se edificou, há um aspecto que suplanta em importância todos os outros porventura existentes, sendo o ponto de maior divergência entre os princípios penais de garantia do cidadão e as novas tendências dos denominados direitos de terceira geração, como o direito difuso ao meio ambiente. Voltando ao caso concreto, tem-se que a imputação do crime ao Recorrente dimana o cotejo entre a decisão de primeiro grau e o que definiu o Tribunal a quo. A sentença, nesse particular, ressaltou que não se podia enquadrar a conduta do Recorrente na norma incriminadora, porque o bem jurídico tutelado no art. 41 da Lei n.º 9605/98, antes de ser o meio ambiente, era a flora na sua configuração espacial e especial de mata ou floresta. A propósito, com auxílio da doutrina, o decisum monocrático ressaltou (fls. 300/301):...O Princípio da reserva legal não impõe somente a existência de uma lei anterior ao fato cometido pelo agente, definindo as infrações penais. Obriga, ainda, que no preceito primário do tipo penal incriminador haja uma definição precisa da conduta proibida ou imposta, sendo vedada, portanto, com base em tal princípio, a criação de tipos que contenham conceitos vagos ou imprecisos. (GRECO, Rogério, Curso de Direito Penal, Editora Impetus, ano 2003-Rio de Janeiro, pág. 206). Noutro sentido, o aresto hostilizado buscou contemplar a existência do crime, segundo o que se havia constatado pela perícia, bem assim com a atenção voltada para a confissão do acusado e dos demais depoimentos colhidos na instrução. Entendeu, por conta disso, que o enquadramento típico estava satisfeito, pois o dano ao bem jurídico tutelado pela norma incriminadora, que seria o patrimônio ambiental/conservação da fauna, consoante sua qualificação de mata ou floresta, se concretizou na prática, haja vista que o prejuízo suportado restringiu-se a aproximadamente 4,5 hectares de Espaço Territorial Especialmente Protegido (art. 225, 1º, III, da Constituição Federal), denominado de Parque Nacional da Serra do Cipó, cobertos por vegetação do tipo do cerrado, havendo a queima descontrolada da vegetação com resultados danosos ao local dos fatos, inflingindo dano, inclusive, aos exemplares de "Araticum, Jatobá, Ipê amarelo, Candeia, Taquari, Barbatimão, Pequi, Jacarandá, Umbaúba e Canela". Pelas razões fáticas, têm-se como violada a norma incriminadora, não Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 8 de 12

9 restando demonstrada a violação ao art. 1º do CP e, bem assim, ao art. 386, III, do CPP. Nessa altura, recomenda-se a indicação da Súmula 7 desta Corte. Com efeito, pelas questões elencadas na instância ordinária quanto aos fatos, alicerçadas no que trouxeram os laudos periciais, não se pode avançar em outra análise, já que a matéria ressente-se do exame fático-probatório, defeso, como cediço, em sede de recurso especial. No tocante ao dissenso jurisprudencial, afigura-se oportuno trazer ao contexto o julgamento desta Corte tido por paradigma, ou seja, o precedente da Quinta Turma deste Tribunal, cujo voto do Ilustre Relator, Ministro Felix Fischer, assim fincou bases: O preceito primário do art. 38 da Lei nº 9.605/98 (constante da Seção II - "Dos crimes contra a flora") consigna, verbis: "Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção" (grifei). A exordial acusatória, em contrapartida, faz menção à destruição de vegetação rasteira circundante de um açude. E tal vegetação não se ajusta à melhor definição de floresta. Esta, consoante doutrina abalizada, é a formação arbórea densa, de alto porte, que recobre área de terra mais ou menos extensa. O elemento central é o fato de ser constituída por árvores de grande porte. Nessa linha, tem-se o escólio dos seguintes autores: José Afonso da Silva (in Direito ambiental constitucional, 5ª ed., Malheiros, 2004, p. 161), Paulo Affonso Leme Machado (in Direito ambiental brasileiro, 13ª ed., Malheiros, 2005, p. 719), Vladimir Passos de Freitas e Gilberto Passos de Freitas (in Crimes contra a natureza, 7ª ed., RT, 2001, p. 114), Luiz Régis Prado (in Crimes contra o ambiente, 2ª ed., RT, 2001, p. 103), Luís Paulo Sirvinkas (in Tutela penal do meio ambiente, 2ª ed., Saraiva, 2002, p.145), Hely Lopes Meirelles (in Direito administrativo brasileiro, 28ª ed., Malheiros, 2003, p. 540) etc. Na hipótese trazida à lume, imputa-se ao recorrido a conduta de destruir vegetação rasteira. Tal fato, todavia, não se subsume ao tipo legal do art. 38 da Lei nº 9605/98 que, como visto, fala expressamente em floresta, em cujo conceito, repito, não se enquadra tal vegetação (rasteira). Além do mais, é de se ressaltar que o Código Florestal (Lei nº 4771/65) não equipara a floresta com as demais formas de vegetação, mas muito pelo contrário, distingue-as. Pode-se mencionar, à título de exemplo, os seguintes dispositivos: Art. 1 "As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do País, exercendo-se os direitos de propriedade, com as limitações que a legislação em geral e especialmente esta Lei estabelecem" (...), art. 2º "Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:" (...). A própria Lei nº 9605/98 cuidou de distinguir tais conceitos, consoante se depreende dos seguintes artigos: Art. 42. "Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano:" (...), Art. 48. "Impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação:" (...), Art. 50. "Destruir ou danificar florestas nativas ou plantadas ou vegetação fixadora de dunas, protetora de Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 9 de 12

10 mangues, objeto de especial preservação:" (...), Art. 51. "Comercializar motosserra ou utilizá-la em florestas e nas demais formas de vegetação, sem licença ou registro da autoridade competente:" (...) etc. Deflui do precedente que a denominação contida na norma de incriminação tem significação específica de acordo com a própria lei reguladora, não podendo o intérprete ampliar o seu contexto. No entanto, o caso não se amolda ao dos autos, porquanto aqui o acórdão vergastado não só restringiu o entendimento do sentido de mata ou floresta, mas comprovou que no caso, embora a área incendiada fosse do tipo do cerrado, não compreendia somente a vegetação rasteira, mas também as espécimes arbóreas existentes, cuja composição pode enquadrar-se no significado de "mata ou floresta". Daí que o cotejo das situações não se mostra suficiente à consagração da divergência apontada. Por fim, relativamente à dosimetria da pena e à prescrição, é de se aderir ao parecer do Ministério Público Federal, nas seguintes passagens (fls. 481/482): "Por outro lado, o delito aqui em comento prevê pena de reclusão, de dois a quatro anos, tendo sido a pena-base fixada no mínimo legal (fls. 335). Assim, não há que se falar em diminuição da pena aplicada por compensação no concurso de causa do aumento de pena e circunstância atenuante. Nesse sentido o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: "PENAL. ESTELIONATO. CAUSA ESPECIAL DE AUMENTO DE PENA. CIRCUNSTANCIA ATENUANTE. CRITÉRIO TRIFÁSICO. COMPENSAÇÃO. - SEGUNDO O CÂNON DO ART. 68, DO CÓDIGO PENAL, DOSIMETRIA DA PENA ORIENTA-SE PELO SISTEMA TRIFÁSICO, QUE ASSIM SE DESENVOLVE: (A) FIXA-SE A PENA-BASE, A LUZ DO DISPOSTO NO ART. 59, DO CP; (B) FAZ-SE INCIDIR AS CIRCUNSTANCIAS ATENUANTES E AGRAVANTES (CP, ARTS. 61 E 65), O QUAL, SE OCORRIDOS EM CONCURSO, TEM PREVALÊNCIA OS DE NATUREZA SUBJETIVA (CP, ART. 67); E (C) OBSERVAM-SE AS CAUSAS DE AUMENTO OU DE DIMINUIÇÃO DE PENA. - NA HIPÓTESE DE CONCURSO ENTRE CAUSA DE AUMENTO DE PENA E DE CIRCUNSTANCIA ATENUANTE, E INADMISSÍVEL A COMPENSAÇÃO, POIS ESTA SÓ E POSSÍVEL NA MESMA FASE. TODAVIA, NO SOMATÓRIO, UMA PODE ANULAR A OUTRA, PERMANECENDO O QUANTUM FIXADO NA PRIMEIRA FASE. - EM SEDE DE ESTELIONATO PRATICADO EM DETRIMENTO DE PESSOA DE DIREITO PUBLICO, O RESSARCIMENTO DO DANO NÃO EXCLUI A MAJORANTE (PAR. 3.), IMPONDO-SE, TODAVIA, FAZER INCIDIR A ATENUANTE DO ART. 65, III, B, DO CÓDIGO PENAL. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 10de 12

11 - RECURSO ESPECIAL PARCIALMENTE CONHECIDO E NESTA EXTENSÃO PROVIDO. PRESCRIÇÃO DECRETADA. (REsp /PE, Rel. Ministro VICENTE LEAL, SEXTA TURMA, julgado em , DJ p ) No mais, a matéria atinente à quantidade da pena aplicada e à configuração ou não das atenuantes exige o reexame de provas, o que encontra óbice na Súmula 7 do STJ." Ante o exposto, não conheço do recurso especial. É o voto. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 11de 12

12 ERTIDÃO DE JULGAMENTO SEXTA TURMA Número Registro: 2007/ REsp /MG MATÉRIA CRIMINAL Números Origem: PAUTA: 18/12/2007 JULGADO: 18/12/2007 Relatora Exma. Sra. Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA Presidenta da Sessão Exma. Sra. Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA Subprocuradora-Geral da República Exma. Sra. Dra. ZÉLIA OLIVEIRA GOMES Secretário Bel. ELISEU AUGUSTO NUNES DE SANTANA RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO AUTUAÇÃO : ÁLVARO CASSEMIRO ALVES BRAZ : ADALBERTO CASSEMIRO ALVES BRAZ E OUTRO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ASSUNTO: Penal - Leis Extravagantes - Crimes Contra o Meio Ambiente ( Lei 9.605/98 ) CERTIDÃO Certifico que a egrégia SEXTA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, não conheceu do recurso, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora." A Sra. Ministra Jane Silva (Desembargadora convocada do TJ/MG) e os Srs. Ministros Hamilton Carvalhido e Paulo Gallotti votaram com a Sra. Ministra Relatora. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Nilson Naves. Presidiu o julgamento a Sra. Ministra Maria Thereza de Assis Moura. Brasília, 18 de dezembro de 2007 ELISEU AUGUSTO NUNES DE SANTANA Secretário Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/02/2008 Página 12de 12

ANÁLISE DA EXPRESSÃO FLORESTA INSERIDA NO ARTIGO 38 DA LEI Nº 9.065/98

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