Qualidade, Processos e Otimização Industrial

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1 Qualidade, Processos e Otimização Industrial Qualidade, ambiente e segurança p. 161 Otimização dos processos p. 165 Otimização industrial p. 168

2 O sucesso das organizações depende da sua capacidade de resposta às exigências dos clientes nas dimensões de flexibilidade e prazos, qualidade e custo dos seus produtos/serviços. Catarina Alves Responsável das Formações Qualidade, Ambiente e Segurança Timóteo Guimarães Responsável das Formações Otimização dos Processos e Industrial A oferta nesta gama é dirigida à necessidade premente que as organizações têm em otimizar processos, melhorar desempenhos, reduzir custos, em suma, aumentar a sua competitividade e rentabilidade. Assim, introduzimos uma subgama dedicada à melhoria dos desempenhos das organizações: Otimização dos processos. Destacamos 2 cursos que se dedicam a 2 filosofias de gestão, abraçadas pelas empresas de referência em todos os setores de atividade, que promovem resultados históricos e satisfações crescentes dos clientes Lean Management e Six Sigma. O Lean Management apresenta desafios como: a criação de condições de autonomia e de eficiência, invertendo, para isso, a pirâmide hierárquica aproximando operadores e gestão de topo na criação de valor; e a obtenção de resultados no presente, alinhados com uma estratégia de sucesso da performance industrial a longo prazo. O Six Sigma é uma filosofia centrada na melhoria da qualidade dos processos que procura o alcance de ganhos altamente relevantes e com impacto devidamente comprovado nos objetivos macro da organização, através da redução da variação e desperdício dos processos. As formações da Cegoc nesta gama visam a implementação e a otimização de sistemas, processos, metodologias, práticas e ferramentas, abordando os conteúdos numa ótica essencialmente interativa e prática para permitir aos participantes a sua concretização em resultados no terreno. CEGOC, BEYOND KNOWLEDGE. 159

3 Qualidade, Processos e Otimização Industrial Qualidade, Ambiente e Segurança Sistemas de gestão da qualidade Guia Prático ISO 9001 Sistemas de gestão da responsabilidade social 161 As normas SA 8000, ISO e NP 4469 Formação prática de auditores internos NP EN ISO 19011: Linhas de orientação para auditorias a sistemas de gestão Sistemas de gestão ambiental Guia prático ISO Segurança Alimentar Guia Prático ISO Sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho Guia prático OHSAS 18001/NP 4397 Segurança e saúde no trabalho Os pontos-chave das obrigações da organização em matéria SST Otimização dos processos Lean Management O impacto que a filosofia de gestão Lean Management e Kaizen têm nas organizações e o seu papel na competitividade empresarial Six Sigma Porque é que a filosofia Seis Sigma e a metodologia DMAIC são a referência internacional para ganhos de elevado impacto na satisfação do cliente? Gerir por processos Uma abordagem para alcançar melhores desempenhos Ferramentas para a melhoria contínua das organizações Os métodos, ferramentas e técnicas mais eficazes para otimizar os desempenhos das organizações Otimização Industrial Planeamento e controlo da produção industrial 168 A eficácia do planeamento e o seu impacto na produção, qualidade, stocks e seus custos Técnicas de ordenamento e programação da produção industrial O processo de ordenamento eficaz é determinante para o cumprimento dos objetivos do planeamento de produção custos e prazos orçamentados Como diminuir os custos da produção A reengenharia de processos, o Lean Manufacturing e a redução de stocks Liderar e gerir um sector de produção Os novos paradigmas da gestão da produção e o seu impacto na liderança e gestão de equipas da produção Resolução sistemática de problemas As metodologias e ferramentas de referência na resolução sustentável de problemas e fundamentais para o aumento de eficiência e produtividade TPM Total Productive Maintenance O TPM como ferramenta de suporte à Manutenção de máquinas e à Melhoria Contínua, rumo à Excelência Operacional Encontrar a sua formação Índice do Guia 1 Índice detalhado 73 Índice das formações no 241 Procura por palavras-chave 263 Angola - Moçambique Formações em Angola/Luanda 9/40 Formações em Moçambique/Maputo 41/72 Escolher a sua solução de aprendizagem Formações inter, intra e mistas 3/4 Formações elearning 243 Formações em idiomas Ficha de inscrição pág. 269 Ciclo de formação Certificação Best Formação mista Global Learning by Cegos Avaliação de aprendizagem Renovado 2014 Novidade 2014 Cegoc 2014

4 Qualidade, Ambiente e Segurança 6 A Sistemas de gestão da qualidade Guia Prático ISO 9001 n distinguir a aplicação das diferentes normas da família ISO 9000; n compreender os requisitos da norma ISO 9001:2008 e a sua aplicação para implementar de forma eficaz o Sistema de Gestão da Qualidade; n realizar as etapas de implementação do SGQ envolvendo toda a organização. n Gestores e técnicos responsáveis pela implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade. n Auditores internos da qualidade. n alternância entre exposições teóricas e trabalhos práticos, utilizando a ISO 9001 como suporte documental para a realização de exercícios de interpretação e aplicação dos requisitos da norma; n apresentação e análise de exemplos de suporte documentais de um SGQ; n durante o curso os participantes serão convidados a delinear um plano de ação para responder às exigências da norma ISO 9001 e implementar um SGQ adaptado à sua organização. 21 horas 3 DIAS Ref.ª 06-A ªinsc ªinsc. 450 A implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade contribui para a sistematização das boas práticas de gestão: planeamento, execução controlada e monitorização dos desempenhos para facilitar a tomada de decisão. Este curso permite-lhe implementar os requisitos da norma ISO 9001 de forma a introduzir reais melhorias nas práticas e processos existentes. 1 Compreender as finalidades dos Sistemas de Gestão da Qualidade n Os Sistemas de Gestão: conceitos, finalidades, vantagens e potenciais constrangimentos. n Os Princípios de Gestão da Qualidade. n A família de normas ISO 9000: campos de aplicação, estrutura e utilidade prática: - ISO 9000 Fundamentos e Vocabulário; - ISO 9001 Modelo de um SGQ e Requisitos; - ISO 9004 Gerir para o sucesso sustentado das organizações; - ISO As orientações para as auditorias. 17 a 19 de fevereiro 10 a 12 de março n O ciclo PDCA e o modelo do Sistema de Gestão da norma ISO Compreender os requisitos da norma ISO 9001:2008 e as principais implicações práticas da sua implementação n Sistema de Gestão da Qualidade. n Responsabilidade da Gestão. n Gestão de Recursos. n Realização do Produto. n Medição, Análise e Melhoria. 3 Compreender a Abordagem por Processos n A organização por funções vs organização por processos e as vantagens da gestão por processos. n Identificar, descrever e mapear os Processos da Organização. n Implementar o Sistema de Gestão por Processos. 4 Identificar e caracterizar a estrutura documental do SGQ n As linhas de orientação para a documentação de sistemas de gestão da qualidade: a norma NP 4433:2005. n O Manual da qualidade. n A documentação inerente aos Processos do SGQ. 19 a 21 de maio 30 de junho a 2 de julho n Os Procedimentos: - os procedimentos obrigatórios; - os critérios para selecionar a natureza, extensão e quantidade de outros procedimentos a incluir no SGQ. n Os registos da qualidade. n Os princípios orientadores da gestão do sistema documental. 5 Identificar as etapas de implementação e gestão do SGQ n As etapas para a implementação do Sistema. n O processo de Certificação e os ciclos de manutenção/renovação. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 2 MÓDULOS DE ELEARNING n A abordagem por processos; n A realização do produto. 13 a 15 de outubro 24 a 26 de novembro Sistemas de gestão da responsabilidade social As normas SA 8000, ISO e NP 4469 n integrar a responsabilidade social nas práticas da organização; n compreender os requisitos da responsabilidade social, nomeadamente os da norma SA 8000:2008, e a sua aplicação para implementar de forma eficaz um Sistema de Gestão de Responsabilidade Social. n Gestores empresariais, de Recursos Humanos, da Qualidade, da Segurança e Saúde no Trabalho ou de Ambiente. n Qualquer pessoa interessada em adquirir conhecimentos nesta área. A formação será desenvolvida com recurso a exposições pelo formador complementadas com estudo de casos, troca de experiências e reflexões interativas com o grupo de participantes. A responsabilidade social assume-se como um instrumento de mudança num mercado que coloca às organizações novos desafios sociais e ambientais contribuindo para um desenvolvimento económico e social mais sustentável. Este curso permite-lhe implementar os requisitos da responsabilidade social na sua organização promovendo a implicação no desenvolvimento da sociedade e a responsabilização social pelos impactes das suas atividades e decisões. 1 Contextualizar a responsabilidade social no mundo atual n A declaração universal dos Direitos Humanos. n A Organização Internacional do Trabalho. n A globalização e a responsabilidade social. n O processo da responsabilidade social. 2 Interpretar os requisitos da norma SA 8000:2008 n A origem da norma. n Os requisitos da responsabilidade social. n Os requisitos da SA 8000: - Trabalho infantil; - Trabalho forçado e compulsório; - Saúde e Segurança; - Liberdade de associação e Direito à negociação coletiva; - Discriminação; - Práticas disciplinares; - Horário de trabalho; - Remuneração; - Sistemas de Gestão. 3 Conhecer outras normas associadas n A norma ISO 26000:2010, as orientações para a implementação da responsabilidade social. n A norma NP :2008, a norma portuguesa para a implementação de um sistema de gestão da responsabilidade social. 4 Implementar e certificar um SGRS n As motivações. n As vantagens. n A metodologia. 5 Estudo de caso n Análise de constatações. 1 DIA 7 horas Ref.ª 06-A ªinsc ªinsc de maio 16 de junho 13 de outubro 161 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

5 6 A Qualidade, Ambiente e Segurança Formação prática de auditores internos NP EN ISO 19011: Linhas de orientação para auditorias a sistemas de gestão n utilizar os métodos e os instrumentos contidos nas orientações da norma ISO para planear, conduzir e elaborar o relatório das auditorias internas. n Atuais ou futuros auditores internos da qualidade, ambiente e/ou segurança. n Gestores e Técnicos da Qualidade, Ambiente e/ou Segurança com funções na gestão do programa de auditorias. n Alternância entre exposições teóricas e trabalhos práticos para treino da utilização dos diferentes instrumentos da auditoria. n Exercícios de simulação, com apoio de vídeo, para treino das técnicas da entrevista de auditoria. n Sínteses finais conduzidas pelo formador. u Pré requisitos É desejável que os participantes conheçam os referenciais a auditar (ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, etc.) 21 horas 3 DIAS Ref.ª 06-A ªinsc ªinsc. 450 As auditorias são um importante instrumento de Gestão para a melhoria contínua das organizações, monitorizando a implementação dos Sistemas de Gestão. Este curso permite-lhe realizar auditorias internas que produzam valor acrescentado para a organização. 1 Situar a auditoria no contexto dos Sistemas de Gestão n Compreender as orientações dos Sistemas de Gestão. n Situar o requisito de auditoria no âmbito dos Sistemas de Gestão. n Conhecer a estrutura da ISO e os Princípios das Auditorias. n Caracterizar o conceito auditoria. 2 Compreender as orientações para a gestão do programa de auditorias n Elaborar, implementar, monitorizar e rever o programa de auditorias. n Definir os objetivos, o âmbito e os critérios da auditoria. n Selecionar a equipa auditora: as competências adequadas. n Avaliar os auditores. 24 a 26 de fevereiro 17 a 19 de março n Identificar as atividades típicas da auditoria. 3 Preparar a auditoria n Estabelecer os contactos iniciais com os auditados. n Rever a documentação na preparação da auditoria. n Elaborar e divulgar o plano da auditoria - quem e quando entrevistar. n Preparar os documentos de trabalho (listas de comprovação/checklists, guiões de entrevistas). 4 Conduzir a auditoria n Preparar e conduzir a reunião de abertura. n Rever a documentação durante a auditoria. n Comunicar durante a auditoria: - a comunicação entre a equipa auditora; - a comunicação com os auditados: estabelecer uma comunicação eficaz facilitadora de um clima de recolha e análise de evidências; - as principais técnicas de condução de uma entrevista: as questões a colocar, a escuta ativa, a resposta às questões colocadas pelos auditados. 26 a 28 de maio 7 a 9 de julho n Recolher e verificar a informação. n Preparar as constatações e as conclusões da auditoria. n Conduzir a reunião de encerramento: comunicar as primeiras conclusões aos auditados. 5 Redigir e apresentar o relatório da auditoria n Organizar a informação recolhida. n Elaborar um relatório de auditoria completo, exato, claro e pertinente. n Apresentar o relatório da auditoria para aprovação e distribuição. n Participar na verificação da implementação e eficácia das ações de melhoria. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 1 MÓDULO DE ELEARNING n Conhecer-se melhor para comunicar melhor. 20 a 22 de outubro 1 a 3 de dezembro Sistemas de gestão ambiental Guia prático ISO n compreender os requisitos da norma NP EN ISO 14001:2012 e a sua aplicação para implementar de forma eficaz o Sistema de Gestão Ambiental; n preparar e conduzir o processo de certificação; n praticar a prevenção no quotidiano. n Responsáveis da Política Ambiental nas organizações. n Responsáveis operacionais que se ocupam das questões ambientais e/ou da implementação do Sistema de Gestão Ambiental. n Diretores de Fábrica. n Auditores internos do ambiente. n alternância entre exposições e trabalhos práticos, utilizando a ISO como suporte documental para a sua realização; n debates e partilha de experiências; n estudo de caso. Ref.ª 06-A-349 Pretende reduzir os impactes ambientais das suas atividades? Quer assumir um compromisso com a prevenção da poluição? Cumpre a legislação ambiental? A implementação da ISO é uma opção eficaz. Este curso permite-lhe implementar os requisitos da norma ISO de forma a alcançar um desempenho ambiental sólido que cumpra a legislação e as políticas ambientais da organização. 1 Integrar a proteção do Ambiente na estratégia da organização n As diferentes componentes do conceito Ambiente. n Transformar os constrangimentos da Política Ambiental em instrumentos de Produtividade. n Os Ecossistemas e os diferentes meios: a água, o solo, o ar, os diferentes tipos de poluição. 13 e 14 de março 19 e 20 de maio 2 Situar os Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) no contexto da Organização n Os objetivos de um Sistema de Gestão Ambiental. n A principal legislação ambiental. n As normas ISO n Os intervenientes e as suas responsabilidades: - os externos: os media, as associações, os consumidores, os decisores; - os internos: os Responsáveis de RH, da Manutenção, da Qualidade, da Segurança ( ). 3 Interpretar os requisitos da norma NP EN ISO 14001:2012 e compreender as principais implicações práticas da sua implementação n O binómio aspetos/impactes ambientais. n Os requisitos do Sistema de Gestão Ambiental. 30 de junho e 1 de julho n O paralelismo com as normas da Qualidade (ISO 9001) e da Segurança e Saúde (OHSAS 18001/NP 4397). 4 Construir, implementar e manter o Sistema de Gestão Ambiental n O planeamento e implementação do SGA. n O sistema documental. n Os indicadores do SGA. n As Auditorias do SGA. n Controlo e ações corretivas. n Os acidentes e as crises. n A gestão dos riscos. n A dinamização da melhoria contínua. n O processo de certificação. 16 e 17 de outubro 24 e 25 de novembro 162 Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

6 Qualidade, Ambiente e Segurança 6 A Segurança Alimentar Guia Prático ISO n compreender os requisitos da norma ISO 22000:2005 e sua aplicação para implementar de forma eficaz um Sistema de Gestão da Segurança Alimentar; n realizar as etapas de implementação do SGSA envolvendo toda a organização. n Gestores e técnicos ativos de organizações do setor alimentar com conhecimentos de HACCP. n Gestores e Técnicos envolvidos na implementação de Sistemas de Segurança Alimentar. n exposições e debates, conduzidos pelo formador; n estudos de caso e trabalhos em subgrupos; n partilha de experiências entre os participantes. Para as organizações que operam na cadeia alimentar é essencial ser capaz de controlar os perigos para a segurança alimentar, de modo a garantir que um alimento é seguro no momento do consumo humano. Este curso permite-lhe implementar os requisitos da norma ISO de forma a garantir a segurança dos géneros alimentícios ao longo da cadeia alimentar. 1 Gerir a Segurança Alimentar n A relevância da Norma ISO na implementação de um Sistema de Gestão da Segurança Alimentar. Ref.ª 06-A-658 n Os conceitos para a compreensão dos requisitos normativos. n As relações entre as Normas ISO e ISO Saber aplicar os requisitos da Norma ISO 22000:2005 n Sistema de Gestão da Segurança Alimentar. n Responsabilidade da Gestão. n Gestão de recursos. n Planeamento e realização de produtos seguros. n Validação, verificação e melhoria do Sistema de Gestão de Segurança Alimentar. 24 e 25 de março 3 Implementar um Sistema ISO n A estrutura da documentação. n Elaboração da documentação do Sistema, procedimentos e registos. n As principais dificuldades na implementação de um Sistema de Gestão da Segurança Alimentar. 2 e 3 de junho 10 e 11 de novembro Sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho Guia prático OHSAS 18001/NP 4397 n compreender os requisitos das normas OHSAS 18001:2007/NP 4397:2008 e a sua aplicação para implementar de forma eficaz o Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho; n organizar as atividades de prevenção na gestão quotidiana; n preparar o processo de certificação. n Responsáveis pela Segurança e Saúde no Trabalho. n Diretores de Fábrica. n Técnicos com responsabilidades em Segurança e Saúde no Trabalho. n Auditores internos da segurança e saúde no trabalho. n troca de experiências, com utilização de exemplos práticos aplicados em situações reais; n exposições temáticas orientadas pelo formador; n apresentação e análise de suportes documentais de um SGSST. Pretende reduzir os riscos profissionais e a exposição dos colaboradores a problemas de saúde e doenças profissionais? Cumpre a legislação de segurança e saúde no trabalho? A implementação de um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde é uma opção eficaz. Este curso permite-lhe implementar os requisitos das normas OHSAS 18001/NP 4397 de forma a alcançar um sólido desempenho em matéria de SST, atuando na prevenção de acidentes e na melhoria das condições de trabalho dos colaboradores. 1 Caracterizar o âmbito de um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho n As principais obrigações legais. n A terminologia e as definições. n Outras normas ou especificações relacionadas. 2 Identificar os elementos necessários à implementação das normas OHSAS 18001:2007/NP 4397:2008 n Política de SST. n Planeamento: - identificação de perigos e avaliação de riscos; - requisitos legais e outros; - objetivos e programa(s). n Implementação e operação: - recursos, funções, responsabilidades, responsabilização e autoridade; - competência, formação e sensibilização; - comunicação, participação e consulta aos trabalhadores; - documentação; - controlo dos documentos; - controlo operacional; - preparação e resposta a emergências. n Verificação: - monitorização e medição do desempenho; - avaliação da conformidade; - investigação de acidentes, não conformidades, ações correctivas e preventivas; - controlo dos registos; - auditoria interna. n Revisão pela gestão. 3 Construir e implementar o Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho n As etapas de implementação. n Preparar a organização para a auditoria externa. n O processo de Certificação. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 1 MÓDULO DE ELEARNING n Riscos de Incêndio e Riscos de Explosão. Ref.ª 06-A e 11 de março 22 e 23 de maio 3 e 4 de julho 13 e 14 de outubro 27 e 28 de novembro 163 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

7 6 A Qualidade, Ambiente e Segurança Segurança e saúde no trabalho Os pontos-chave das obrigações da organização em matéria SST n compreender os princípios e conceitos associados à Segurança e Saúde no Trabalho; n identificar o quadro legislativo no âmbito da Segurança e Saúde no Trabalho; n referenciar as principais obrigações legais aplicáveis à organização em matéria de SST e saber aplicá-las. Responsáveis de RH, Encarregados de segurança e outros técnicos que assumem, ou partilham, responsabilidades relativamente à segurança e à prevenção. n Exposições pelo formador, complementadas com partilha de experiências e reflexões interativas entre o grupo de participantes. n Análises e reflexões conduzidas a partir dos principais textos legislativos de SST. Ref.ª 06-A-400 Como podemos reduzir os riscos profissionais e a exposição dos colaboradores a problemas de saúde e doenças profissionais? Cumprimos a legislação de segurança e saúde no trabalho? A conformidade jurídica não é suficiente mas constituí uma passagem obrigatória. Este curso permite-lhe conhecer e aplicar as principais obrigações legais do empregador em matéria de SST de modo a assegurar a conformidade e delimitar o compromisso de responsabilidade. 1 Identificar os princípios, conceitos e principal legislação associada à Segurança e Saúde no Trabalho n Os princípios gerais de prevenção e os principais conceitos. n Os principais requisitos legais e normativos. 27 e 28 março 2 Aplicar os principais requisitos legais de segurança e saúde no trabalho n A noção de perigo grave e iminente e o exercício do direito de alerta e retirada. n Os direitos e deveres dos trabalhadores e empregadores. n O recurso ao trabalho temporário. n A organização dos serviços de SST: O recurso às empresas exteriores. n Os acidentes de trabalho: - a diferença entre acidente de trabalho/de trajeto e doença profissional. - a declaração e o acompanhamento do acidente. - os princípios do cálculo da indemnização e da reparação dos acidentes de trabalho. 3 Aplicar as obrigações administrativas e periódicas n Os registos e afixações obrigatórias. n Os controlos e verificações periódicas. 31 de março e 1 abril 27 e 28 outubro n O regulamento interno e as instruções de trabalho. n Documentação obrigatória (avaliação de riscos profissionais, relatório anual das atividades ). 4 Gerir as relações com as instâncias implicadas na prevenção e segurança n A Comissão SST: domínios de competência. n As informações e as consultas obrigatórias à Comissão SST. n Os meios da comissão. 5 Melhorar a eficácia das vossas relações com os principais intervenientes externos n A medicina no trabalho. n A Inspeção do trabalho. 6 Clarificar as regras e os níveis de responsabilidade n A responsabilidade civil e penal. n A delegação de poderes. n Medidas a empreender em matéria de responsabilidades. 6 e 7 de novembro 164 Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

8 Otimização dos processos 6 B Lean Management - O impacto que a filosofia de gestão Lean Management e Kaizen têm nas organizações e o seu papel na competitividade empresarial No final da formação os participantes estarão aptos a: n aumentar a satisfação dos clientes, internos ou externos, através da criação de valor e eliminação dos desperdícios dos processos da organização. n lançar um projeto interno de transformação. n dominar os princípios e ferramentas basilares da filosofia Lean Management e Kaizen para melhor lidarem com a mudança. n Diretores e chefias intermédias. n Gestores de projeto e processo, chefes de equipa, técnicos e qualquer interessado em melhorar a eficácia e eficiência dos processos organizacionais. n exposições teóricas e debates; n estudo de casos e exercícios práticos; n análise de situações apresentadas pelos participantes, troca de opiniões e apresentação de boas práticas. 1 DIA 7 horas Ref.ª 06-B ªinsc ªinsc. 200 O Lean Management é uma filosofia de gestão aplicável a qualquer tipo de processo, de bens ou serviços, que têm como principal objetivo aumentar a satisfação do cliente, através da criação de valor e da simultânea eliminação dos desperdícios nos processos, e, consequentemente, tornar a empresa mais competitiva. O Lean Management desenvolve uma cultura que visa incrementar o empowerment de cada colaborador, envolvendo-o ativamente no esforço de melhoria da organização, promovendo uma cada vez maior transversalidade nos processos, por oposição à tradicional verticalidade organizacional. Este curso permite-lhe dominar a filosofia Lean para que a possa implementar na sua organização. 1 Compreender a relevância e impacto de aplicar a filosofia de gestão Lean management n O seu impacto na competitividade empresarial. n As 3 dimensões da excelência operacional necessárias para o sucesso. n Atividades de valor acrescentado e desperdício. 21 de fevereiro 9 de abril n As três grandes perdas da criação de valor e os 7+1 desperdícios. n Lean nos Serviços apresentação casos recentes de sucesso. n As vantagens da implementação do Lean. n Lean ou Kaizen? n A implementação em 6 passos e a busca pelo processo ótimo. 2 Conhecer as metodologias e ferramentas Lean e Kaizen n Os 5S s: as bases de um progresso contínuo: - criar um local de trabalho que promova a segurança, eficiência e a qualidade; - conhecer as diferentes etapas da sua aplicação. n A gestão visual/visual Factory. n Poka-yoke: prevenção, deteção e correção. n Setups e SMED Redução dos tempos de mudança. n TPM e a Manutenção Autónoma sua aplicação na indústria e serviços. 3 Mapear a cadeia de valor O VSM, Value Stream Mapping n Caracterizar e representar graficamente o processo e o seu estado atual. n Decompor o processo em atividades e classificação em termos de valor: 16 de outubro valor acrescentado vs desperdício. n Definição do estado futuro e sua implementação. 4 Melhorar os processos e resolver problemas sistematicamente n Definição de problema e os vários tipos de problema. Sintoma vs causa-raíz. n O Ciclo PDCA Ciclo de resolução de um problema. n Resolução de problemas em equipa as principais ferramentas. 5 Realizar um evento Kaizen n Caracterizar o Kaizen e sua prática. n Abordagens complementares: Workshops de melhoria e KVP2. n Caso prático: realização de uma demonstração de um evento kaizen. 6 Avaliar a evolução n Métricas: Produtividade, eficácia, eficiência e qualidade. n O novo processo é um bom processo? n Quantificar o novo processo: comparação com o processo antigo. n Consolidar o novo processo. n Descobrir novas oportunidades de melhoria/kaizen. 17 de novembro 165 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

9 6 B Otimização dos processos Six Sigma - Porque é que a filosofia Seis Sigma e a metodologia DMAIC são a referência internacional para ganhos de elevado impacto na satisfação do cliente? n aumentar a satisfação dos clientes, internos ou externos, através da redução da variação e eliminação dos desperdícios em processos com algum nível prévio de otimização; n conhecer os princípios e ferramentas basilares da filosofia Seis Sigma e metodologia DMAIC; n integrar e relacionar o Seis Sigma com o Lean management; n apoiar um projeto interno de transformação Lean Six Sigma e participar de forma ativa na sua implementação na sua organização. n Diretores e chefias intermédias. n Gestores de projeto e processo, chefes de equipa, técnicos e qualquer interessado em melhorar a eficácia e eficiência dos processos organizacionais. n Quadros superiores com funções de organização e chefia. n Técnicos superiores com sólida formação de base. n exposições teóricas e debates; n estudo de casos e exercícios práticos; n análise de situações apresentadas pelos participantes, troca de opiniões e apresentação de boas práticas. 1 DIA 7 horas Ref.ª 06-B ªinsc ªinsc. 200 O Seis Sigma é uma filosofia centrada na melhoria da qualidade, baseada em factos e dados, que promove a satisfação do cliente através da implementação de projetos com ganhos de impacto relevantes e comprovados nos objetivos macro da organização, através da redução de variação e desperdício dos processos e com o envolvimento de todos, sendo o objetivo último desta filosofia atingir uma performance de qualidade que não ultrapasse os 3,4 defeitos por milhão de oportunidades, tornando a empresa altamente competitiva. Este curso permite-lhe participar ativamente em iniciativas relacionadas com a filosofia Seis Sigma, conhecer o roadmap de implementação DMAIC e as suas ferramentas chave para uma implementação de sucesso na sua organização. 1 Compreender a filosofia Seis Sigma e o seu impacto nos objetivos estratégicos da organização n Enquadramento e contextualização do Seis Sigma. n A importância do Six Sigma, seus princípios e condições de base para o sucesso. 6 de maio 21 de maio n Relação do Seis Sigma com o Lean Management: O Lean Six Sigma. n Métricas e drivers organizacionais. n Objetivos do negócio e os projetos Six Sigma seleção de projetos. n Significado estatístico do Seis Sigma e métricas Seis Sigma. 2 Compreender a estrutura/ /organização Seis Sigma n Níveis de qualificação, funções e responsabilidades sponsor, black belt e green belt. n A gestão de projetos em âmbito seis sigma. n Ferramentas de gestão e planeamento. n Performance e dinâmica de equipas. 3 Conhecer as metodologias Seis Sigma e o roadmap de implementação DMAIC n As 5 fases da metodologia DMAIC: Define, Measure, Analyse, Improve, Control. n Roadmap para o DMADV/DFSS. n A importância da Matriz QFD e do DFMEA e PFMEA. 4 Conhecer as ferramentas basilares da fase Definir e Medir n O project charter/ficha de projeto, a definição de âmbito e o business case do projeto. n A importância do mapeamento 3 de outubro e análise de processo ferramenta SIPOC. n A auscultação do cliente: modelo de kano, diagrama de afinidades e os CTQ s/ctc s. n As 7 ferramentas da qualidade. n A matriz de causa-efeito ou de Ishikawa. n O plano de recolha de dados e avaliação do sistema de medição. n A capacidade de processo. 5 Conhecer as principais ferramentas estatísticas das fases de Analisar, Melhorar e Controlar n Estatística básica: amostragem, estatísticas, gráficos, modelos, distribuições e probabilidades. n Análise estatística descritiva. n Testes de hipóteses e regressão. n DOE Desenho de experiências. n SPC Controlo estatístico de processo. n Implementação e validação de soluções. n Plano de controlo e handover. n Ferramentas complementares de implementação e manutenção das melhorias Gestão visual, TPM e poka-yoke. 1 de dezembro 166 Gerir por processos Uma abordagem para alcançar melhores desempenhos n distinguir uma organização por funções de uma organização por processos; n identificar e descrever os processos chave na sua organização; n implementar uma estrutura de gestão por processos; n utilizar a abordagem por processos para melhorar de forma contínua os desempenhos da organização. n Responsáveis, gestores e técnicos de organização com responsabilidade no desenho e implementação de processos. n Gestores e técnicos de Sistemas da Gestão da Qualidade. n alternância entre exposições temáticas e reflexões interativas; n troca de experiências e de perspetivas, com base na análise de situações apresentadas pelos participantes e pelo formador; n exercícios práticos. Ref.ª 06-B-781 As atividades que realizamos geram valor acrescentado para a organização? Como podemos otimizar e melhorar os nossos desempenhos? A gestão da qualidade sugere que um resultado desejado é atingido de forma mais eficiente quando as atividades e os recursos associados são geridos como um processo. Este curso permite-lhe implementar um sistema de gestão por processos que permita tomar decisões adequadas para a melhoria dos desempenhos da sua organização. 1 Compreender a abordagem por processos n Compreender os conceitos: políticas, sistemas, processos e procedimentos. n Caracterizar a organização por função versus organização por processos. n Identificar as vantagens da gestão por processos. 10 e 11 de abril 5 e 6 de junho n Identificar os diferentes tipos de processos: estratégicos, de negócio e de suporte. 2 Identificar e descrever os processos da organização n Identificar os processos chave, tendo em conta o propósito, as políticas e os objetivos da organização. n Analisar a sequência e interação entre os processos o mapa de processos. n Descrever os processos: - atividades que os compõem; - recursos necessários; - documentação aplicável; - Responsável do processo; - requisitos de monitorização e medição. n Conhecer as diferentes técnicas de representação de Processos. O Fluxograma e as suas diversas representações. 3 Implementar a gestão por processos n Conhecer os 7 passos na gestão por processos. 6 e 7 de outubro n Integrar os processos na estratégia da organização: - da estratégia aos objetivos gerais; - dos objetivos gerais aos objetivos do processo; - validar a coerência do conjunto. n Identificar os indicadores e as metas a alcançar. n Construir o quadro de indicadores da organização. n Implementar e gerir os processos. 4 Criar uma dinâmica de melhoria pelos processos n Promover o envolvimento dos gestores na análise e melhoria dos desempenhos. n Analisar os resultados: - identificar as oportunidades de melhoria; - analisar e pôr em causa as atividades que não geram valor acrescentado; - decidir baseado em factos. n Caracterizar as melhorias a implementar e organizar o retorno da experiência. n Conhecer e aplicar as diferentes fases do processo de melhoria. 13 e 14 de novembro Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

10 Otimização dos processos 6 B Ferramentas para a melhoria contínua das organizações Os métodos, ferramentas e técnicas mais eficazes para otimizar os desempenhos das organizações n dominar as ferramentas e métodos de melhoria bem como os resultados que cada uma delas promove; n selecionar as ferramentas mais ajustadas ao problema que a organização pretender resolver; n utilizar as ferramentas de melhoria com elevado impacto em projetos ou iniciativas lançadas pela organização. n Diretores e chefias intermédias. n Gestores e técnicos de Sistemas da Gestão da Qualidade. n Gestores de projeto e processo, chefes de equipa, técnicos, analistas e qualquer interessado em melhorar as ferramentas de melhoria contínua. n exposições teóricas e reflexões interativas; n exercícios práticos para aplicação das ferramentas; n análise de situações apresentadas pelos participantes, troca de experiências e apresentação de boas práticas. Ref.ª 06-B-1020 Na atualidade, as organizações estão em constante mudança e recebem frequentemente consultores ou reforçam os seus quadros com facilitadores para implementar iniciativas e métodos mais eficientes de trabalho. Este curso permite-lhe aplicar os vários métodos e ferramentas de melhoria de referência, através da experimentação, para tirar o máximo partido do investimento da organização sendo capaz de selecionar a ferramenta mais adequada para implementar as melhorias necessárias. 1 Compreender a importância da melhoria dos desempenhos das organizações n Quando utilizar um método de melhoria? n O objetivo pretendido com a utilização de cada um dos métodos. 2 Conhecer a reengenharia de processos BPR: Business Process Reengineering n Os objetivos do estudo. n Os processos a analisar. n Compreender o processo atual: O process mapping ou mapeamento dos processos. n Caracterizar o processo atual: valorização económica dos custos por atividade; valor vs desperdício. n O desenvolvimento de cenários melhorados. n Apresentação e organização da decisão. 27 e 28 de março 3 e 4 de abril n A implementação da solução escolhida. 3 Dominar a análise SWOT n Ferramenta de diagnóstico. n Construção de uma SWOT. 4 Dominar o benchmarking n Preparação do estudo: os objetivos, o âmbito, o tipo de referências envolvidas. n Realização do benchmarking: - identificar as fontes de informação; - identificar as organizações a estudar; - descrever as melhores práticas; - capitalizar as informações recolhidas. 5 Dominar a análise de valor dos processos n O objetivo do método: valor acrescentado para o cliente vs desperdício. n As etapas do estudo. n A lista das funções do processo. n A análise dos desempenhos. n A avaliação dos custos associados (diretos ou indiretos). n A identificação das atividades sem valor acrescentado. n O report de disfuncionamentos. n A procura de soluções. 6 Dominar os 5S n Os significados: - SEIRI: Selecionar. - SEITON: Arrumar. - SEISO: Limpar. - SEIKETSU: Normalizar. - SHITSUKE: Respeitar. 30 e 31 de outubro n As técnicas de implementação na indústria e serviços. 7 As 7 ferramentas básicas da qualidade n O que são e para que servem: - fluxogramas; - folhas de registo/checklists; - histogramas; - diagramas de Pareto; - diagramas de Causa e Efeito/ /Ishikawa/Espinha de peixe; - diagramas de Dispersão/Scatter plot; - cartas de controlo/spc e estudo da capacidade dos processos; - outras ferramentas complementares - os 7 diagramas para estudo de problemas e suas causas: o diagrama de afinidade, de relação, matricial, árvore, PDPC, setas e matricial de dados. 8 Conhecer o AMFE / FMEA n A preparação do estudo. n O processo e os requisitos associados. n As falhas potenciais. n A avaliação e classificação de falhas: a severidade e os seus efeitos. n A identificação das causas e a probabilidade de ocorrência dos modos de falha. n Quais os riscos associados aos modos de falha e sua quantificação? n Que soluções? n A documentação e o planeamento da implementação das soluções. 4 e 5 de dezembro 167 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

11 6 C Otimização Industrial Planeamento e controlo da produção industrial A eficácia do planeamento e o seu impacto na produção, qualidade, stocks e seus custos No final da formação os participantes estarão aptos a: n interpretar e processar as necessidades de produção para garantir a máxima eficácia do planeamento; n garantir que a produção é planeada e executada com menor custo possível, maximizando capacidades, e sem atrasos; n acompanhar o planeamento de produção maximizando capacidades e cumprindo custos orçamentados. n Chefes e responsáveis de produção. n Responsáveis pelo lançamento de ordens de fabricação. n Técnicos de planeamento da produção e de aprovisionamento. n Engenheiros e técnicos da função produção (fabricação, métodos, manutenção, qualidade). Formação muito operacional baseada em: n exposições temáticas e debates. n exercícios práticos e ilustração com estudo de casos e exemplos para tornar acessível os instrumentos e métodos fundamentais para planear e controlar a produção industrial. A correta interpretação e processamento das necessidades e o planeamento são determinantes na redução dos lead-times, assegurando a qualidade e os custos requeridos. Este curso permite-lhe dominar o processo de planeamento eficaz e assegurar a sua execução com eficiência através do acompanhamento de indicadores. 1 Compreender os Instrumentos de gestão do planeamento e produção da empresa n Bases de dados: ficha técnica, gamas e roteiro de fabricação. n Rastreabilidade do sistema. 2 Gerir os materiais e o seu fluxo n Caracterização do fabrico de uma empresa: - tipologia da produção e seus componentes; 21 horas 3 DIAS Ref.ª 06-C classificação e agrupamento dos produtos. n Logística de entrada: - os aprovisionamentos; - determinação das necessidades: coerência e fiabilidade; - ferramentas: o MRP e suas limitações. n Stocks: - tipologia e natureza; - critérios de gestão dos stocks; - coerência e otimização dos stocks. 3 Planear a produção e o seu sistema n Planeamento da carga e dos materiais: coerência e exequibilidade. n Planeamento apoiada em previsões de procura o MRP 2: - o plano industrial e sua necessidade; - plano diretor de produção. n Planeamento baseado na procura efetiva o just in time: 2ªinsc ªinsc a 19 de fevereiro - produção controlada por kanbans e equivalentes; - kanban de empurrar e de puxar. - Sistemas mistos: o MRP just in time. 4 Controlar e gerir a informação n Planeamento da produção versus execução. n Sistemas informáticos de gestão. n A informação de retorno e seu sistema. n Introdução manual de dados e sua fiabilidade. n Sistemas alternativos a leitura ótica. n Tratamento da informação recebida. n Indicadores e rácios: critérios e sua credibilidade. n Apuramento da atividade real e respetivos custos. 24 a 26 de março 17 a 19 de novembro 24 a 26 de novembro 168 Técnicas de ordenamento e programação da produção industrial O processo de ordenamento eficaz é determinante para o cumprimento dos objetivos do planeamento de produção custos e prazos orçamentados n desdobrar o planeamento na sequência correta de execução com uma afetação ótima dos meios de produção; n identificar, reconhecer e caracterizar os diferentes cenários ou sistemas de organização dos meios de produção; n selecionar a metodologia ou técnica ideal para cada cenário ou sistema e saber identificar e aplicar os utensílios auxiliares de ordenamento; n saber como e em que momento deverá ser feita a interrupção (desde que o sistema permita interrupção e retoma). n Diretores e Responsáveis de Produção e Operações. n Chefes de turno e equipas. n Responsáveis e Técnicos de Planeamento. n Quadros superiores de Produção com boa formação de base. A pedagogia alterna exposições, trabalho em grupo e estudo de casos apresentados pelo formador e participantes. Ref.ª 06-C-951 O desdobramento do planeamento no ordenamento ótimo de operações é determinante para o cumprimento e superação dos objetivos de planeamento. Sem o ordenamento eficaz, o planeamento dificilmente será cumprido nos prazos e qualidade requeridos, e custos orçamentados, pois é normal haver desvios relativamente ao planeamento quer na sequência real da execução do trabalho quer nos meios que foram realmente utilizados para o executar. Ordenamento é o conjunto de decisões que é preciso tomar na oficina e que determinam a sequência de execução e respetivos meios. A prática demonstra que o ordenamento, quase sempre feito empiricamente, é uma das principais, causas da subutilização dos meios produtivos em muitas empresas. Este curso permite-lhe dominar o processo de ordenamento eficaz através da seleção e aplicação da metodologia e técnicas, de utilização simples e expedita, ideais para cada sistema ou cenário. 17 e 18 de março 1 Compreender a natureza e a importância do Ordenamento n O problema do ordenamento/ /programação das atividades. n Exemplos ilustrativos do problema. 2 Conhecer a informação requerida e suas fontes n As necessidades (MRP2 e plano-mestre da produção). n Os ficheiros routings (roteiro), postos de carga e artigos. n A informação de retorno. 3 Dominar as metodologias básicas de ordenamento de atividades n Ordenamento via natureza e duração das atividades: - técnicas básicas de ordenamento; - métodos tipo diagrama O diagrama de Gantt; - métodos por caminho critico Pert (AOA/AON); - métodos: conceito, regras e metodologia. n Sistemas auto ordenados: - sistemas de fabrico pilotado pelo consumo; - Kanbans e outros sistemas de gestão visual; - a alternativa do Conwip quando é preciso empurrar. 31 de março e 1 de abril 27 e 28 de outubro 4 Dominar as técnicas e metodologias em diferentes sistemas e cenários (algoritmos, heurísticas e critérios, sem preempção) n Minimização do Makespan (lead time global do conjunto): - ordenamento em sistemas de Atelier-Máquina; - ordenamento em sistemas de máquinas paralelas; - casos especiais: tarefas de prioridades diferentes e máquinas de capacidade variável; - ordenamento em sistemas Flow-Shop; - ordenamento em sistemas Job-Shop; - ordenamento em sistemas Open-Shop; - ordenamento em sistemas de produção mista. n Minimização dos atrasos globais: - critério de Moore. - modelo de Hodgson. - minimização do setup (mudança). - ordenamento em envolventes de estrangulamentos. 5 Dominar as técnicas e metodologias quando é permitida a preempção n O problema adicional dos lotes de transferência. 3 e 4 de novembro Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

12 Otimização Industrial 6 C Como diminuir os custos da produção A reengenharia de processos, o Lean Manufacturing e a redução de stocks n identificar e eliminar as perdas de eficiência que acrescem custos às atividades de produção; n desenvolver fluxos de produção otimizados e com menores custos; n diminuir as quantidades de cada um dos três tipos de stocks promovendo diminuição de custos substanciais. n Diretores de Produção e de Operações. n Diretores e Responsáveis de Planeamento e Gestão. n Responsáveis por Produção e Operações. n Quadros com responsabilidades de chefia de operações. Formação muito operacional baseada em: n exposições temáticas e debates; n exercícios práticos e ilustração com estudo de casos e exemplos para tornar acessível os instrumentos e métodos fundamentais para flexibilizar a produção industrial. Ref.ª 06-C-774 Este curso permite-lhe obter uma abordagem específica e orientada à redução de custos de produção recorrendo às metodologias do Lean Manufacturing e Reengenharia de Processos e com forte carácter de aplicação prática. 1 Conhecer as três vertentes prioritárias de redução de custos de produção n Simplificar e eliminar operações não indispensáveis. n Otimizar o fluxo da produção e rever o layout fabril. n Eliminar erros, reprocessamentos e controlos. n Diminuir drasticamente os stocks. 2 Dominar a simplificação e padronização dos processos (eliminar operações não indispensáveis) n Os conceitos de valor acrescentado e de custo acrescentado de uma atividade. n Analisar a estrutura de um processo. n Como decompor um processo em atividades elementares. n Identificar e eliminar tarefas não indispensáveis. 13 e 14 de fevereiro 27 e 28 de março n Simplificações de fabrico/pesquisa de processos alternativos. n Exemplos básicos de simplificação de processos. n Tarefas repetitivas. Vantagens da standardização. n Identificar e eliminar controlos, erros e reprocessamentos. n Atividades de controlo: como proceder? 3 Dominar a otimização do fluxo: a essência da atividade produtiva n As movimentações entre a Produção: - a natureza improdutiva das atividades logísticas; - atividades logísticas e configuração dos processos. n As movimentações entre a Armazéns e Produção: - diferentes conceitos do abastecimento à produção; - métodos de abastecimento; - conceito de autoabastecimento e suas modalidades; - gerir o abastecimento - sistemas de gestão visual; - gerir a localização dos produtos - gestão visual; - sistemas de sincronização Armazéns-Produção. 22 e 23 de setembro n Perdas normalmente associadas a fluxos deficientes. n Os fluxogramas e sua utilização. n Afinal onde é que se perde tempo? n Conceitos de Organização dos meios fabrico. n Organizações por processo e por produto. n Layout fabril, percursos e outras condicionantes. n Eliminação ou minimização dos percursos. n Células, semi-células e equivalentes. n Sistemas de Puxar (Pull) e sistemas de Empurrar (Push). n Conceito de fluxo unitário. n A alternativa da OPT (Optimised Production Technology). 4 Compreender o impacto dos stocks: o Responsável nº 1 dos custos n Como diminuir os stocks de produto em-curso (WIP). n Como diminuir os stocks de produto acabado. n Como diminuir os stocks de matérias-primas. 23 e 24 de outubro 169 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

13 6 C Otimização Industrial Liderar e gerir um sector de produção Os novos paradigmas da gestão da produção e o seu impacto na liderança e gestão de equipas da produção n promover na sua equipa de produção desempenhos elevados para melhor responder aos clientes (internos/externos), promovendo simultaneamente a redução de custos da produção; n controlar a performance da produção e melhorar a mesma continuamente; n elevar os índices de motivação, participação e de espírito de equipa, eliminando os conflitos. n Team Leaders. n Chefes e responsáveis de unidades de produção e fabrico. n Chefes de turno e de equipa de produção, team leaders, responsáveis de linha ou células de fabricação, animadores e coordenadores de equipa. n Técnicos das áreas de produção e futuros responsáveis de produção. Formação ativa baseada em: n exposições, debates, casos práticos, exemplos, análise de situações concretas. Ref.ª 06-C-775 A evolução competitiva e organizacional que as empresas têm vivido exige que as chefias adquiram e desenvolvam competências de gestão, para além das competências técnicas indispensáveis, para se tornarem no verdadeiro motor da mudança e melhoria da organização e equipas. Atualmente a mudança é um estado permanente e o chefe de equipa deve demonstrar a sua capacidade para motivar os operadores e para aplicar os instrumentos de progresso com a sua equipa. Este curso permite-lhe conhecer sistemas, ferramentas, métodos e boas práticas que desenvolvem e aplicam as competências fundamentais de gestão de equipas de produção: competências para ensinar, de métodos de melhoria e de liderança. 1 Conhecer os novos paradigmas da gestão da produção n O Lean Manufacturing e as 3 dimensões da excelência operacional. n Atividades de valor acrescentado e desperdício. n As três grandes perdas da criação de valor e os 7 desperdícios. 2 Dominar as metodologias e ferramentas Lean e Kaizen essenciais para que o chefe de equipa seja o verdadeiro motor da mudança organizacional n Os 5S s: as bases de um progresso contínuo: - criar um local de trabalho que promova a segurança, eficiência e a qualidade; 10 e 11 de março 7 e 8 de abril - conhecer as diferentes etapas da sua aplicação. n O VSM Value Stream Mapping. n A gestão visual/visual Factory. n Poka-yoke: prevenção, deteção e correção. 3 Compreender o papel do chefe de equipa na segurança e na qualidade n O papel do chefe relativamente a normas e procedimentos de segurança. n Garantir da qualidade da produção: - planos de controlo e limitação de riscos FMEA; - aplicação de autocontrolo da qualidade dos processos SPC. 4 Dominar o papel do chefe de equipa na Eficiência e na Produtividade n OEE Overall Equipment Effectiveness. n Paragens e avarias, perdas de performance e de qualidade. n Setups e SMED Redução dos tempos de mudança. n TPM e Manutenção Autónoma: - a sua contribuição para os aumentos de disponibilidade/uptime; - a conservação dos meios de produção; - o envolvimento dos operadores no sistema TPM. 5 Liderar a melhoria dos processos e a resolução de problemas n O que é o Kaizen e sua prática. n Definição de problema e os vários tipos de problema. Sintoma vs causa-raíz. n O Ciclo PDCA Ciclo de resolução de um problema. n Resolução de problemas em equipa. 15 e 16 de setembro 6 Conhecer o processo de planeamento e controlo de produção para da otimizar a utilização dos seus recursos n O plano de produção, plano mestre de produção e programação. n Gerir prioridades. Ordenar a execução das atividades. n Afetar meios de fabrico e critérios de ordenamento. 7 Compreender o papel das competências de liderança do chefe de equipas com elevado desempenho n Definição do perfil do chefe de equipa, competências chave e suas características de liderança fundamentais. n Os comportamentos a evitar. Os comportamentos a cultivar. n Os diferentes conceitos de equipa e seus tipos de liderança. O balanço entre os diversos perfis de liderança e de subordinação. n Gestão de conflitos: O método TWI de 4 passos e a construção de relações de trabalho saudáveis. n Como dar/receber feedback aos/dos seus colaboradores n A motivação e os softkills fundamentais a desenvolver: proatividade, persuasão e espírito de equipa. 8 Gerir e comunicar performance e resultados n Gerir e comunicar resultados e seu fluxo. Indicadores de performance de equipas de produção. n A avaliação contínua dos membros da equipa. n A importância das rotinas de comunicação reuniões: - como gerir e orientar reuniões de equipas de produção. 6 e 7 de outubro 170 Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

14 Otimização Industrial 6 C Resolução sistemática de problemas As metodologias e ferramentas de referência na resolução sustentável de problemas e fundamentais para o aumento de eficiência e produtividade n promover aumentos de qualidade e eficiência e incrementar a aprendizagem organizacional através da eliminação das causas-raiz, ou seja, dos problemas; n eliminar definitivamente os problemas operacionais através da utilização das ferramentas de resolução de problemas de referência; n dominar a resolução participativa de problemas através do desenvolvimento de dinâmicas de equipa aplicadas. n Diretores e Gestores de Empresas. n Diretores e Quadros superiores. n Responsáveis por Departamentos e Serviços. n Técnicos das áreas de Operações, Produção, Qualidade e Manutenção. Baseada em casos reais e exemplos práticos de aplicação, esta ação de formação visa dotar os formandos de um utensílio indispensável para a resolução dos seus problemas de fabrico e sobretudo para evitar a sua reincidência. Este curso permite-lhe dominar os princípios fundamentais da resolução de problemas, as bases para usufruir das ferramentas de resolução de problemas consideradas as mais eficazes e apresenta ferramentas de resolução de problemas sólidas, comprovadas e aplicadas pelas empresas de referência de todos os sectores de atividade. Desde as tradicionais ferramentas da qualidade, aos 5 Porquês, terminando coma ferramentas mais complexas como os 8D, A3 e o método DMAIC. 1 Compreender a importância e posicionar a Resolução sistemática de Problemas n A importância da prática de Resolução de Problemas para as organizações. 1 DIA 7 horas Ref.ª 06-C n Princípios fundamentais da resolução de problemas. n Correta definição do problema (método 5W2H). 2 Dominar as ferramentas básicas de resolução de problemas n As 7 Ferramentas da Qualidade Pareto. n Os 5 Porquês. n O Diagrama de Espinha-de-Peixe / Causa-efeito / Ishikawa. n O Ciclo PDCA. n Prática e exemplos. 3 Dominar as ferramentas avançadas de resolução de problemas n O método 8D. n O método A3. n A metodologia DMAIC. n Prática e exemplos. 2ªinsc ªinsc de março 4 Resolver problemas de forma sistemática n A implementação nas empresas. n O desdobramento e resolução de problemas no terreno. n Exemplos e casos de estudo. n A resolução de problemas como pilar dos sistemas de melhoria contínua. 5 Dinamizar equipas de melhoria n Conduzir workshops de resoluções de problemas brainstorming. n Liderar equipas de resolução de problemas. n Técnicas para estimular a participação e criatividade das equipas. 4 de abril 10 de outubro 7 de novembro TPM Total Productive Maintenance O TPM como ferramenta de suporte à Manutenção de máquinas e à Melhoria Contínua, rumo à Excelência Operacional n compreender a importância da manutenção para resultados ao nível da otimização dos ativos empresariais; n implementar com sucesso o TPM com melhorias substanciais de eficiência e disponibilidade de ativos; n controlar a performance dos indicadores chave de manutenção e melhorar a mesma continuamente; n envolver todos os colaboradores no desenvolvimento de uma cultura TPM para aumento da eficiência, disponibilidade e durabilidade de máquinas/ativos; n compreender o papel da gestão do risco na determinação da fiabilidade de um equipamento face ao seu papel no sistema produtivo. n Direções de manutenção, produção e de operações. n Quadros superiores de manutenção, produção e de operações. n Técnicos de H&S, Melhoria Contínua, Processo e Qualidade. n Operacionais com responsabilidades de chefia. n Pedagogia ativa, permite inscrever a ação da manutenção numa empresa orientando-a para a melhoria contínua e para os resultados. n Exposições temáticas, troca de experiências, contributos metodológicos ilustrados com casos e exemplos adaptados ao mundo da empresa. TPM Total Productive Maintenance - é um Sistema de Gestão do processo produtivo, de bens e serviços, que têm como principal objectivo otimizar os ativos empresariais equipamentos, processos e pessoas eliminando os desperdícios na empresa, com o envolvimento e participação de todos os colaboradores. O TPM é um sistema que procura criar uma cultura que visa a participação efetiva dos operadores na conservação dos meios produtivos e na constante eliminação das avarias e perdas. Este curso permite-lhe dominar o sistema TPM e prepará-lo para sua implementação na sua organização. 1 Conhecer os princípios e conceitos basilares da manutenção n Evolução histórica da manutenção. n Organização e tipos de manutenção. n Os principais indicadores de manutenção na medição dos resultados: MTBF/MTTR/OEE/Uptime. n Proposta de KPIs de manutenção. 2 Dominar o sistema TPM n Princípios e objetivos do TPM. n Os pilares do TPM e suas ferramentas. n A cultura TPM. 3 Dominar a Implementação no terreno do TPM n Sensibilização e formação dos intervenientes. n Implementação dos pilares básicos da manutenção. n A importância da manutenção autónoma. n Sistema das etiquetas TPM. n Workshops TPM: desde a identificação das perdas à limpeza inicial. n Consolidação do modelo TPM. n Casos de estudo e exemplos. 3 Gerir equipas TPM n As equipas TPM conceitos e boas práticas. n Pilar da formação e treino. Lições ponto a ponto. n Gestão da performance e quadros TPM. n Exemplos e casos práticos. 5 Conhecer uma abordagem complementar de manutenção o RCM n RCM repensar o conceito da manutenção. n Clarificar e perceber o conceito. n Estruturar um sistema de manutenção em termos RCM. n Critérios quantitativos de organização da RCM. n Cálculo de gestão do risco para decisão. 6 Conhecer o Roadmap de implementação TPM n Plano de implementação. n Organização para implementação. n Fatores críticos de sucesso. n Ferramentas complementares: FMEA e FTA. n Que soluções? n A documentação e o planeamento da implementação das soluções. 1 DIA 7 horas Ref.ª 06-C ªinsc ªinsc de março 11 de abril 31 de outubro 21 de novembro 171 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

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