AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO"

Transcrição

1 Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO Gustavo Bueno FRANZ Bolsista UCPEL Wagner Roberto Nolasco SOUZA BIC/UCPel Orientadora: Professora Drª Christine Nicolaides ABSTRACT: In this work we try to describe the autonomy development of two students enrolled in the Language Course of Catholic University of Pelotas, through interviews, recorded video tapes and notes about an English class we observed. KEYWORDS: Foreign Language; Autonomous Learning; Future Language Teacher 0. Introdução Nos dias de hoje questionamentos acerca da autonomia na aprendizagem são necessários como alternativa para desenvolver uma prática reflexiva sobre o ato pedagógico. Em um meio em que as diversidades culturais e estilos de aprendizagem são deixados de lado, e futuros profissionais são apenas treinados a ensinar, e a não respeitar as diferenças que podem ser encontradas dentro de uma sala de aula, o desenvolvimento da autonomia pode ser encarado como uma meta para amenizar o problema. Este trabalho busca descrever, em conjunto com outras pesquisas, o desenvolvimento da autonomia de futuro professores de língua inglesa em um contexto acadêmico: a Universidade Católica de Pelotas. Para tal, este estudo trata de dois alunos do sexo feminino, regularmente matriculados no primeiro período do Curso de Letras, que se candidataram voluntariamente quando proposta a coleta de dados para a pesquisa - um estudo no sentido de melhor compreender os caminhos da aprendizagem de línguas. 1. Pressupostos teóricos Antes de relatar os resultados obtidos, todavia, é preciso comentar, mesmo que brevemente, algumas correntes de estudos na área que procuram definir autonomia. Conforme Holec (1981:3), com o mais clássico dos conceitos na área, a autonomia é a habilidade de encarregar-se de sua própria aprendizagem. Já para Boud (1988:1) a autonomia é, além de uma meta educacional, também uma abordagem para a prática pedagógica. Dickinson (1994:4) também apresenta autonomia como uma prática educacional, em que essa é essencialmente uma questão de atitude para aprendizagem. Finalmente, para efeitos deste trabalho, adotamos o conceito de Nicolaides (2003:91), que define aprendizado autônomo como: 1. saber definir suas metas; 2. entender seu papel de aprendiz como responsável pelo processo de busca e aquisição do conhecimento; 3. estar apto a definir as formas de buscar seu conhecimento desenvolvendo habilidades e técnicas para trabalhar de forma independente e em outros contextos diferentes do acadêmico. 4. ser capaz de detectar suas dificuldades e procurar soluções para serem implementadas tendo maior controle sobre sua aprendizagem; 5. conseguir avaliar-se não só ao final, mas durante o processo de aprendizagem; 6. desenvolver a capacidade de exercer autonomia como aprendizes nas oportunidades oferecidas pelo contexto de forma responsável e assim, tomar consciência de seu papel de modificador do meio social no qual está inserido. 2. Procedimentos Metodológicos No que diz respeito aos procedimentos metodológicos, para este trabalho foram utilizados três fontes geradoras de dados necessários para a análise: dois testes, um a respeito de estilos de aprendizagem (NUNAN What s my style?), e outro sobre estratégias para aprendizado de línguas (SILL - Versão 7.0. Oxford, 1989); duas entrevistas gravadas em áudio, nas quais a aluna responde a questionamentos sobre o tema e uma gravação em vídeo, juntamente com anotações, sobre uma aula de Língua Inglesa, da qual as alunas participaram e cujos pseudônimos adotados foram Bruna e Letícia

2 3. Perfil de Bruna 1 Por meio dos dados gerados, verificamos que Bruna não tem a intenção de lecionar, pois ela pretende cursar Tradução e Interpretação em outra universidade, logo que finalizar seus estudos no Curso de Letras na UCPEL. A leitura de jornais, revistas, livros e revistas em quadrinhos faz parte da rotina de Bruna. Ela se define como uma pessoa curiosa, que duvida de tudo e procura sempre questionar o professor, como podemos perceber na primeira entrevista: Entrevista em 24/5/2004: Bruna: Eu tento questionar o professor a respeito de algumas coisas, eu sou uma pessoa muito curiosa, eu duvido de tudo; eu não tenho um conceito a respeito de uma coisa, sabe?. Quando indagada a respeito do motivo pelo qual optou em estudar a Língua Inglesa no lugar de Língua Espanhola 2, ela diz que, além de gostar, tem facilidade pois estuda inglês desde pequena. Este fato pode ser comprovado na primeira entrevista: Entrevista em 21/04/2004: Gustavo: E por que tu optaste pela língua inglesa, para estudar a língua inglesa no Curso de Letras? Bruna: Porque eu gosto, porque eu tenho facilidade com línguas, e principalmente, né, eu faço curso de inglês desde pequena. Então, sempre tive contato com o inglês, não com outra língua, e eu resolvi dar ênfase à faculdade. Nesta mesma entrevista, Bruna diz que não consegue interagir com os colegas na sala de aula, que gosta de trabalhar sozinha, conforme podemos verificar no seguinte trecho: Bruna: Porque eu sou uma pessoa que... que eu não consigo interagir muito com as pessoas. Eu não sou uma pessoa, digamos, extrovertida. Mesmo Bruna tendo se enquadrado em três, dos quatro níveis do teste de estilos de aprendizagem (NUNAN, 1996), que comentaremos detalhadamente a seguir, podemos notar em um dos itens sua introversão antes comentada. Ou seja, a aluna também tem alta pontuação no tipo em que a aprendizagem solitária é enfatizada: Resultados do teste de estilo de aprendizagem aplicado em 14/5/2004: Tipo 4: Se você tem uma alta pontuação nesta seção, você provavelmente gosta de aprender inglês estudando detalhes. Você gosta de trabalhar sozinho e descobrir como usar a língua por você próprio. Apesar de Bruna se definir como introvertida, ao observarmos as anotações feitas a partir de uma aula de inglês, veremos que a característica mais evidente de Bruna é a extroversão: Anotações da aula no dia 02/7/04: A colega se apresenta extrovertida, ajudando os demais colegas da sala explicando-lhes as atividades que estavam sendo desenvolvidas pelo professor. Outro aspecto que chama a atenção em Bruna é o fato de ela possuir estilos diferenciados quanto à aprendizagem, pois é caracterizada, segundo o teste de estilos de aprendizagem, ao mesmo tempo, como alguém que gosta de aprender inglês em sala de aula, por meio de exemplos e, também, estudando os detalhes da língua. Bruna gosta que o professor a conduza, gosta de aprender com outras pessoas, contudo, também gosta de aprender sozinha; vê o aprendizado de uma língua como diversão. Assim, Bruna teve alta pontuação nos tipos 2, 3 e 4, conforme pode ser percebido por meio da observância do primeiro teste: Resultado do teste de estilo de aprendizado realizado em 14/5/2004: Tipo 2: Se você tem uma alta pontuação [neste item], você provavelmente gosta de aprender inglês em aula. Você gosta que o professor o conduza por meio da aprendizagem de língua. Tipo 3: Se você tem uma alta pontuação nesta seção, você provavelmente gosta de aprender inglês por exemplos. Você gosta de aprender com outras pessoas e você vê o 1 Pseudônimo adotado para se referir à participante. 2 A UCPel oferece o estudo das Línguas Inglesa e Espanhola.

3 aprendizado de uma língua como diversão. Tipo 4: Se você tem uma alta pontuação nesta seção, você provavelmente gosta de aprender inglês estudando detalhes. Você gosta de trabalhar sozinho e descobrir como usar a língua por você próprio. O fato de estar enquadrada nesta variedade de estilos de aprendizagem, que em um primeiro momento podem parecer contraditórios, provavelmente auxiliará Bruna em sua caminhada no desenvolvimento da autonomia, pois ela não está limitada a apenas uma forma de aprendizagem. Algumas características relatadas neste primeiro teste podem ser confirmadas por meio dos outros instrumentos geradores dos dados coletados, como podemos constatar nas anotações feitas a partir da aula de inglês: Anotações da aula no dia 02/7/2004: A Bruna aparenta se divertir em auxiliar os companheiros. Quanto às crenças sobre quem deve se responsabilizar pela aprendizagem, Bruna diz que é o aluno quem deve decidir/liderar sobre o que deve ser aprendido/ensinado, conforme a transcrição da segunda entrevista: Segunda entrevista realizada em 11/6/2004: Bruna: Ah, eu acho que tem que ser o aluno, né? O aluno que tem... que tem o direito de... de vê o material, a aula, o... assim o... o jeito, o estilo de aprendizagem de cada um. Quanto à profundidade com a qual um assunto deve ser ensinado/aprendido, Bruna diz ser o professor o responsável, conforme a segunda entrevista: Bruna: Em parte o professor e em parte o aluno, porque os gostos tem que... como é que eu vou dizer... eles têm que ser, em ambas as partes, entende? Ah, por exemplo, um diz assim: Vamos assistir tal filme. Aí o professor diz: Ah, esse é bom, esse não é. É assim. Gustavo: Tá, e de que forma tu acha que o aluno deve participar dessa... Tu disse em parte o professor e em parte o aluno? Bruna: Sugerindo, eu acho... e falando assim... do que gosta, né? Dos seus gostos, né? Quanto ao tempo, ela diz que é o aluno quem deve decidir/liderar sobre o tempo que deve ser gasto para cada um dos conteúdos em aula: Bruna: Olha, eu acho que o aluno, porque é ele, é ele que sabe, assim, o quanto... ai, depende da dificuldade também de cada um, né? Por exemplo, eu tenho colegas que demoram bastante, assim, e o professor 3, vai correndo, então, eu acho que ele vai rápido demais, entende? Então é complicado, assim, tu decidir, tu vê assim quem que vai... tu tem de ser de acordo com cada um, assim, eu acho. acordo: Quanto às avaliações, a Bruna explica que o professor e o aluno devem estabelecer um Bruna: Eu acho, hã, que o professor e o aluno, eles têm que chegar num consenso, eles tem que ter uma certa amizade, assim, vê o que que é melhor e o que que não é. Às vezes um conteúdo é... hã... vamos fazer uma prova, o conteúdo não é tão difícil, é mais acessível, é mais... ou assim, o conteúdo é mais pesado, hã... vamos fazer um trabalho, uma coisa mais, uma coisa assim, sabe, mais leve, mais... é um trabalho com consulta, uma coisa de dupla, assim. Gustavo: Tu acha que o professor, ele deve consultar o aluno, mas a decisão é dele? Bruna: A decisão parte do aluno, com certeza. Esta posição, na qual Bruna pensa ser o aluno responsável pelas decisões sobre como devem ser as avaliações, podemos confirmar em suas atitudes na sala de aula em um determinado momento em que as avaliações estavam sendo discutidas: Anotações da aula no dia 02/7/2004: No final [da aula], também foi discutido as avaliações, em relação às datas, onde a negociação foi aberta pela Bruna, na qual ela dizia que a turma já tinha outras provas, de outras disciplinas no dia sugerido pelo professor. 3 O nome do professor não será citado para manter a aluna no anonimato.

4 Assim, podemos concluir que os dados gerados indicam que Bruna teve a oportunidade de refletir sobre alguns aspectos da aprendizagem. Principalmente as entrevistas serviram como uma primeira oportunidade para que a aluna desenvolva um posicionamento a respeito da interação aluno/professor e sala de aula/casa, e o papel de cada um nesse processo. Este ato reflexivo, juntamente com o perfil relatado de Bruna no segundo teste aplicado (SILL), no qual aprender com os outros, organizar e avaliar seu conhecimento, compensar conhecimento que falta e usar todos seus processos mentais são características essenciais para um aluno que busca superar as eventuais dificuldades do meio no qual está inserido, e trilhar o caminho da aprendizagem autônoma. Ainda é interessante retomar a aparente incoerência de Bruna ao se declarar introvertida. A triangulação de dados mostra que na verdade ela aprende de várias formas, dependendo provavelmente do que, e em que momento está aprendendo. 4. Perfil de Letícia Por meio da geração de dados, verificamos que a aluna Letícia gosta de interagir em grupo, apresenta ser extrovertida e se diverte muito no aprendizado da língua, embora não tenha um domínio muito amplo na língua, ela se esforça procura saber e falar mais em inglês. Conforme podemos verificar em anotações feitas em uma aula de inglês: Anotações sobre a aula do dia 02/07/04: O objetivo agora é fazer mímicas para que o outro integrante do grupo adivinhe. Desta vez Letícia chama a responsabilidade para si e começa a fazer as mímicas para a colega que se encontrava a sua frente, esta por sua vez acerta a frase,.. Os resultados do primeiro teste Estilos de Aprendizagem (NUNAN,1996), também demonstram a interação dela com os colegas e a maneira como ela vê o aprendizado da língua. Teste este efetuado 14/05/2004, em que a aluna atingiu maior pontuação na seguinte seção: Tipo 3: Se você tem uma alta pontuação nessa seção, você provavelmente gosta de aprender inglês por exemplos. Você gosta de aprender com outras pessoas e você vê o aprendizado de uma língua como diversão. O fato de estar enquadrada neste estilo de aprendizagem, provavelmente possibilitará que Letícia desenvolva sua autonomia de forma natural e satisfatória, pelo fato de ter muito gosto no aprendizado da Língua Inglesa e a maneira como interage com os colegas, com motivação e determinação, a fim de ajudar os demais e a si mesma. É o que podemos analisar nos seguintes trechos: Primeira entrevista gravada em áudio no dia 24/05/04 Wagner: Muito bem Letícia! Qual o teu objetivo ao optar pelo curso de letras? Letícia: Eu optei pelo Curso de Letras, por ter muito gosto pelas Letras, né! Eu tenho muito.., muita vontade assim de.., de conhecer profundamente o lado científico da língua e por ter um pouco de aptidão nessa área também. Como podemos observar nas anotações feitas na aula de inglês, a aluna interagindo com os colegas demonstrando motivação e autonomia, quando ela não sabe alguma coisa, pergunta para uma colega de maior conhecimento ou para a professora. Anotações do dia 02/07/04: Já passadas algumas mímicas, a Letícia se esforça para fazer mímicas melhores e com isto ganhar pontos para seu grupo,.. (...) Uma das integrantes do grupo vencedor, já tinha elaborado um trabalho com relação a uma música e entregou aos colegas uma cópia da letra da música, na qual iria desenvolver listening e translation. A Letícia arrisca alguns palpites na tradução, erra algum, acerta outros, procura detectar seus erros, mas sempre prestando atenção na música. (...) A aluna tem a intenção de lecionar, pois ela relata que gosta muito de cursar Letras conforme podemos verificar na primeira entrevista gravada em áudio, quando é indagada sobre qual seria sua meta principal até o final do curso: Primeira entrevista gravada em áudio dia 20/05/2004 Letícia: A minha meta principal é adquirir o conhecimento.., necessário pra desempenhar um bom papel como educadora. Letícia ainda apresenta indícios de autonomia no decorrer de sua aprendizagem, o que pode ser comprovado logo após a seguinte pergunta:

5 Entrevista do dia 20/05/2004 gravada em áudio Wagner: E o que tu faz para alcançar a tua meta no curso? Letícia: Na medida do possível, eu não dependo só.., dos meios que a faculdade me fornece, eu busco fora, mas eu também não disponho de muito tempo pra isso. Então é um.., é uma questão de.., de tempo né, pra ter um aperfeiçoamento. Nesta mesma entrevista, após ser questionada a respeito do motivo pelo qual optou em estudar Língua Inglesa no lugar de Língua Espanhola, Letícia diz que sempre teve uma vontade de adquirir um conhecimento mais aprofundado sobre a língua, como podemos constatar a seguir: Wagner: Por que você optou em estudar inglês? Letícia: Pelo gosto pela língua, e de.., por uma extrema vontade de.., de ter um conhecimento bem aprofundado, pra trabalhar nessa área também. Quando questionada sobre as crenças de quem deve decidir/liderar sobre a aprendizagem/ensino, Letícia diz que o aprendizado de uma língua depende exclusivamente do aluno, conforme a transcrição da segunda entrevista: Entrevista gravada em 11/06/2004: Letícia: Eu acho que.., que o aprendizado depende muito da busca do aluno, principalmente o aprendizado de uma língua né, o aluno tem que buscar sozinho, procurar outras fontes e outros meios, não só depender da sala de aula, da.., da transmissão do conteúdo do professor. A respeito da profundidade com o qual um assunto deve ser ensinado/aprendido, Letícia diz que depende muito do nível em que o aluno se encontra, conforme constatamos na mesma entrevista: Letícia: Aí depende! Depende do nível que o aluno se encontra, se ele si acha que está num nível que ele pode buscar mais, ele busca! Aí eu acho que depende bastante! Com relação ao conteúdo que deve ser estudado, desenvolvido e fixado, Letícia pensa que esta decisão sobre que técnicas devem ser utilizadas nos trabalhos, exerc ícios, textos, livros, com fita ou vídeo e etc., deve partir única e exclusivamente do professor. Nossa aluna quando indagada sobre tal assunto, afirmou, na segunda entrevista o seguinte: Entrevista gravada em 11/06/2004: Letícia: Eu acho que o professor avalia conforme o desempenho de cada aluno e da turma em si, ele avalia, vê que novas técnicas e que metodologia é mais adequada, mas também sempre partindo da opinião do aluno. Quanto ao tempo que deve ser gasto para cada um dos conteúdos em aula, e fora de aula, ela diz que também depende muito do desempenho do aluno, conforme podemos notar no seguinte trecho da segunda entrevista: Letícia: Aí eu também acho que depende.. depende do desempenho de cada aluno, o desempenho é muito particular, é muito individual. Quanto à forma de avaliação do conteúdo previsto, se haverá nota sobre um conteúdo, a quantidade do mesmo para uma avaliação, uma ou várias avaliações, se as avaliações serão dissertativas ou de múltipla escolha etc., se haverá prova ou não; Letícia diz que compete ao professor decidir sobre tal assunto, ainda em concordância com a mesma entrevista, como podemos verificar nos seguintes trechos: Letícia: O professor deve avaliar, qual a melhor.., maneira de avaliar a turma. Wagner: Você acha que deve partir do professor isso? Letícia: Deve partir do professor, com.. com.. com.., abertura de sugestões dos alunos, mas eu acho que ele.., tem essa liberdade de.. de.. de avaliar.., qual a melhor forma, conforme né, tá sendo o rendimento de cada aluno, as av.. avaliação é muito particular, porque às vezes a avaliação que é pra um aluno, não é a mesma feita pra outro, aí depende dum contato muito próximo entre o professor e o aluno. Wagner: E você acha se partisse do professor isso.., enfatiza, dá a oportunidade do aluno ser mais autônomo, ou não? Letícia: Sim, o professor pode ter um olhar de outra forma, de uma outra perspectiva, ele pode enxergar bem mais além e verificar que o aluno na.. naquela.., naquela área ele pode ser mais exigido, ou menos!

6 Podemos também observar o desempenho de Letícia na aplicação do segundo teste (SILL), no qual obteve o seguinte resultado: Organizar e avaliar seu conhecimento, gerenciar suas emoções, aprender com os outros e usar todos os seus processos mentais são requisitos indispensáveis para quem almeja ter competência lingüística e trilhar o caminho da autonomia. Na aula de inglês observada percebemos a evolução de Letícia em relação à sua autonomia como podemos observar nas anotações a seguir: Anotações da aula de inglês do 22/10/2004: (...) quando a professora perguntou para ela em inglês sobre o que ela faria após a aula, a princípio ela não entendeu, mas logo após, a professora repetiu a pergunta pausadamente com o auxílio de gestos, então Letícia entendeu e respondeu em inglês corretamente (...) Talvez uma das condições que favoreça o desenvolvimento da autonomia da aluna, seja o papel do professor. Como podemos verificar nas anotações anteriores, a professora repetiu a pergunta pausadamente com o auxílio de gestos, isto auxiliou para que a aluna respondesse corretamente a pergunta, uma vez que os gestos facilitam o entendimento estimulando o aluno a responder. Podemos constatar que a aluna apresenta um grau de autonomia na aprendizagem da língua estrangeira pela sua evolução gradativa que ela vem demonstrando ao longo dos semestres. Finalmente, podemos constatar que os dados gerados indicam que Letícia demonstra autonomia. Contudo, só poderá ser feita uma análise mais completa e detalhada dentro de um futuro próximo, ao longo de seus estudos no Curso de Letras, durante sua caminhada universitária, e, provavelmente, rumo a uma aprendizagem autônoma. 5. Conclusão Podemos finalmente concluir que as duas participantes desta pesquisa, Bruna e Letícia, apontam para um perfil de alunas autônomas assemelhando-se e diferenciando-se em alguns aspectos, dentre os quais destacamos os principais. A semelhança entre as duas participantes se dá no resultado do teste SILL, em que ambas conseguem organizar e avaliar seus conhecimentos, aprendem com os outros e utilizam todos seus processos mentais A diferença entre as duas participantes se dá pelo fato de que Bruna estuda inglês desde criança e, por isso, tem mais facilidade no aprendizado da língua na universidade, o que pode ser comprovado pela primeira entrevista. Já a aluna Letícia só teve o primeiro contato com o inglês no ensino médio e, posteriormente, na universidade, por isso ela não tem um domínio muito amplo na língua, como podemos analisar nas anotações feitas a partir da aula de inglês observada. No entanto, sua evolução é perceptível. As diferenças e as semelhanças, por enquanto parciais, das participantes estão arquivadas em nosso banco de dados, para que possamos acompanhar o desenvolvimento da autonomia dessas aprendizes ao longo de seu curso, em que terão outras oportunidades de refletir sobre sua própria aprendizagem, bem como exercer autonomia. Desta forma, acreditamos estar contribuindo no sentido de descobrir quais as melhores estratégias para auxiliar o aprendiz em sua caminhada de aprendizagem autônoma. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BOUD, David. (ed.). Moving towards autonomy. In: D. Boud (ed.) Developing Student Autonomy in Learning. Second Edition. London: Kogan Page, DICKINSON, Leslie. Towards Autonomy: the Integration of Learner-controlled Strategies into the Teaching Event. In: LEFFA, V. (org.) Autononomy in Language Learning. Porto Alegre, UFRGS: 1994 HOLEC, Henri. Autonomy in Foreign Language Learning. Oxford: Pergamon, NICOLAIDES, Christine. A Busca da Aprendizagem Autônoma de Língua Estrangeira no Contexto Acadêmico tese de doutorado. Porto Alegre: UFRGS, RESUMO: Neste trabalho buscamos definir a autonomia de duas alunas matriculadas no Curso de Letras da Universidade Católica de Pelotas, por meio de entrevistas, gravação em vídeo e anotações correspondentes a uma aula de Língua Inglesa. PALAVRAS-CHAVE: Língua Estrangeira; Aprendizado Autônomo; Futuro Professor de Línguas

A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva

A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva Pela primeira vez, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É

CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É Descobrindo-se... Fácil é olhar à sua volta e descobrir o que há de

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO Gabriela Rodrigues Botelho Prof. Camila Maria Corrêa Rocha (Orientador) RESUMO Este artigo tem por objetivo abordar

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas Perfil dos alunos do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) da Universidade Federal de Campina Grande RESUMO Este artigo tem como objetivo descrever o perfil dos alunos do Mestrado

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

Contexto. Rosana Jorge Monteiro Magni

Contexto. Rosana Jorge Monteiro Magni Título MUDANÇAS DE CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE GEOMETRIA EM UM CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA EDUCAÇÃO BÁSICA Doutoranda da Universidade Anhangura/ Uniban

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADLEMPLIC04 OBSERVAÇÃO EM SALA DE AULA E/LE Bruna Mikaele Siquiera (1) María del Pilar Roca (3) Centro de Ciências Humanas, Artes e Letras/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas RESUMO Esse

Leia mais

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão ENTREVISTA Alfabetização na inclusão Entrevistadora:Amarílis Hernandes Santos Formação: Aluna da graduação de Pedagogia USP Formada em Ciências Biológicas Mackenzie Contato: amarilishernandes@yahoo.com.br

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS UMANAS IFCH FACULDADE DE EDUCAÇÃO FACED Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais Curso: Ciências Sociais

Leia mais

Trabalho de campo. Janete Aparecida Nunes da Silveira 1

Trabalho de campo. Janete Aparecida Nunes da Silveira 1 Trabalho de campo Janete Aparecida Nunes da Silveira 1 Resumo: Este artigo objetiva discutir a importância dos trabalhos de campo. O trabalho de campo utiliza a metodologia do empirismo para obter seus

Leia mais

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS Alyson Fernandes de Oliveira 1 Hanna Maia Marques de Mello 2 Ana Paula de Almeida Saraiva Magalhães 3 Renata Emiko Basso Hayashi 4 Resumo: Com o elevado

Leia mais

O Guia Coach do Coach O livro para quem deseja mudar vidas.

O Guia Coach do Coach O livro para quem deseja mudar vidas. O Guia do Coach O livro para quem deseja mudar vidas. Que livro é este? Este livro foi criado a partir do conteúdo da formação de LIFE COACH do Instituto RM de Coaching. Sendo assim o livro contempla tudo

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR?

POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR? POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR? Póvoa, J. M, Ducinei Garcia Departamento de Física - Universidade Federal de São Carlos Via Washington Luiz, Km

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

9. A realidade da inclusão

9. A realidade da inclusão 9. A realidade da inclusão A filosofia da inclusão ainda está muito aquém de ser posta em prática da forma como realmente se espera. Para que se tenha uma escola para todos, temos que conceber professores

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS.

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. Fernando Toledo Ferraz - ferraz@cybernet.com.br Departamento de Engenharia de Produção Myriam Eugênia R.

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Formação de Professores, Políticas Públicas, PIBID, Ensino de Física. Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN

PALAVRAS CHAVE: Formação de Professores, Políticas Públicas, PIBID, Ensino de Física. Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PIBID 1 NA FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar

O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar 5 CAPÍTULO 5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: GESTÃO EDUCACIONAL O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar Introdução A compreensão deste capítulo está diretamente relacionada ao entendimento

Leia mais

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I Línguas Estrangeiras foi desenvolvido juntamente com as Disciplinas de Aprendizagem Crítico-Reflexiva das Línguas Inglesa, Francesa e Espanhola. O objetivo desse

Leia mais

PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS

PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS CURSO ORÇAMENTO PÚBLICO Brasília 2014 PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS: LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DE PROFESSOR. Professor: Data / / Disciplina:

QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DE PROFESSOR. Professor: Data / / Disciplina: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA de São Paulo, Campus Avançado de Matão, base em Sertãozinho Relatório de Avaliação Interna RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO INTERNA DO CAMPUS AVANÇADO DE MATÃO

Leia mais

SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA

SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA 1 SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA Bruna Carreira Barcaroli Jéssica Gonçalves Evangelista¹ Orientadora: Profª. Drª. Sheila F. P. de Oliveira Resumo:

Leia mais

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Resumo: Este trabalho é resultado do curso de formação Gestar II Matemática,

Leia mais

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO Deise Sachetti Pinar,Maria José Gomes Moreira de Miranda 2, Sumiko Hagiwara Sakae 3 Orientadora: Drª. Maria Tereza

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA 03070 O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA Resumo Autor: Marcelo Ganzela Martins de Castro Instituições: UNINOVE/Instituto Singularidades/E.

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO.

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO. O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS E FACEBOOK NO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DO TIPO ETNOGRÁFICO. Jessica Kelly Sousa Ferreira PPGFP-UEPB jessicaferreiraprofe@gmail.com INTRODUÇÃO Este estudo busca analisar como a

Leia mais

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos. Os dados e resultados abaixo se referem ao preenchimento do questionário Das Práticas de Ensino na percepção de estudantes de Licenciaturas da UFSJ por dez estudantes do curso de Licenciatura Plena em

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Brasília - DF- Fevereiro 2013 Priscila Alessandra da Silva Universidade Federal de Brasília priscilaalesilva@gmail.com Fernanda Carla Universidade

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental

Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental Home Índice Autores deste número Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental Adriana Freire Resumo Na Escola Vera Cruz adota-se como norteador da prática pedagógica na área de matemática

Leia mais

Porque não Seguir o Fluxo da Sociedade Hebert Schiavelli Página 1

Porque não Seguir o Fluxo da Sociedade Hebert Schiavelli Página 1 Porque não Seguir o Fluxo da Sociedade Hebert Schiavelli Página 1 A maior Ambição do Homem é querer Colher aquilo que Não Semeou. Hebert Schiavelli (Empreendedor) Porque não Seguir o Fluxo da Sociedade

Leia mais

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS?

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? SILVA, Arivan Salustiano da Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem MeEL/UFMT arivanss@yahoo.com

Leia mais

TEdAM. Educação Ambiental

TEdAM. Educação Ambiental 290 Educação Ambiental TEdAM Resumo O projeto TEdAm tem como meta principal introduzir novas formas de construção, cooperação e circulação de conhecimentos e informações, capazes de auxiliar o processo

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB Nelson Leal dos Santos Júnior 1 Universidade Federal de Campina Grande

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças Deise Anne Terra Melgar (UNIPAMPA)¹ Vanessa David Acosta (UNIPAMPA)² Orientadora: Cristina Pureza Duarte Boéssio Temática:

Leia mais

E-book Grátis Como vender mais?

E-book Grátis Como vender mais? E-book Grátis Como vender mais? Emissão: 27/01/2015 Responsável: Luiz Carlos Becker Filho Cargo: Diretor Executivo E-book Grátis Como vender mais? Esse conteúdo pode realmente lhe ajudar: Premissas: Olá,

Leia mais

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO 15.1 Como se Preparar para as Entrevistas É absolutamente essencial treinar-se para as entrevistas. Se você não praticar, poderá cometer todos os tipos

Leia mais

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Cap. 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês 92 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Nesta parte do trabalho, analisarei alguns resultados da análise dos

Leia mais

3 Truques Para Obter Fluência no Inglês

3 Truques Para Obter Fluência no Inglês 3 Truques Para Obter Fluência no Inglês by: Fabiana Lara Atenção! O ministério da saúde adverte: Os hábitos aqui expostos correm o sério risco de te colocar a frente de todos seus colegas, atingindo a

Leia mais

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA Marcos Leomar Calson Mestrando em Educação em Ciências e Matemática, PUCRS Helena Noronha Cury Doutora em Educação

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos 27 a 29 de Novembro UEPB Campina Grande, Paraíba. 2014 BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Wanderlânyo de Lira Barboza * Emmanuel De Sousa Fernandes Falcão ** Resumo: O presente trabalho aborda reflexões

Leia mais

O início de minha vida...

O início de minha vida... Relato 1 Memórias de minha vida Juliana Pedroso 1 O início de minha vida... Perceber com clareza é o mesmo que ter a visão iluminada pela Luz da Alma. Podemos ficar livres da ignorância e ver corretamente

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR Patrícia Lima da Silva¹ Brunna Sordi Stock² RESUMO No segundo semestre do ano de 2009, em uma das disciplinas obrigatórias do currículo de

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO 1. Há quanto tempo você participa do Programa de bolsa-auxílio do Instituto Girassol? Até 1 ano 3 De 1 a 2 anos 8 De 2 a 3 anos 3 De 2 a 3 anos 21% Até 1 ano 22%

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2 Sexo Idade Grupo de docência Feminino 40 Inglês (3º ciclo/secundário) Anos de Escola serviço 20 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Inglês, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO. META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico.

DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO. META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico. DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO Aula 3 META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno(a) deverá: ler

Leia mais

PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Josiane Bernz Siqueira (FURB) 1 professoramat_josiane@hotmail.com Ana Paula Poffo (FURB) 2 annapaulapoffo@hotmail.com Jéssica Sabel (FURB) 2 jessicasabel@terra.com.br

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI Kássia Hellem Tavares da Silva (*), Lorrane de Castro Miranda, Israel

Leia mais

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 Feedback é um termo da língua inglesa sem um significado preciso em português, usualmente traduzido como realimentação. Inicialmente empregado no campo da mecânica, com

Leia mais

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA Suzana Marssaro do Santos - suzanamarsaro@hotmail.com Priscila Moessa Bezerra - p-moessabezerra@hotmail.com Célia Regina de Carvalho

Leia mais

A MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA NA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS

A MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA NA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS 0 A MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA NA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS 1 A MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA NA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA Denise Knorst da Silva 1 denisek@unijui.tche.br RESUMO Neste trabalho é apresentada uma discussão sobre atividades

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 FABRI, Ana Sophia 2 ; RANGEL, Eliane 3 ; BARIN, Nilsa Reichert 4 1 Artigo final produzido no PROBIC- Projeto de bolsisita

Leia mais

A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais

A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais Célia da Consolação Dias (ECI/UFMG) -

Leia mais

MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM

MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM Maiêutica - Cursos de Gestão Claudete Teixeira Fernandes 1 Sirlésia Vigarani Scalco 2 Rodrigo Borsatto Sommer da Silva 3 RESUMO A partir da consideração de que existem

Leia mais

LEITURA EM TELA NO PONTO BALE/CTI

LEITURA EM TELA NO PONTO BALE/CTI LEITURA EM TELA NO PONTO BALE/CTI Renata Paiva de Freitas/UERN renata18.love@hotmail.com Claudia Magna Pessoa da Silva/UERN lookpessoa@gmail.com Maria Lúcia Pessoa Sampaio/UERN malupsampaio@hotmail.com

Leia mais

DIA DA MATEMÁTICA O IMPACTO DO JOGO EM SALA DE AULA

DIA DA MATEMÁTICA O IMPACTO DO JOGO EM SALA DE AULA ISSN 2316-7785 DIA DA MATEMÁTICA O IMPACTO DO JOGO EM SALA DE AULA Juliana Diniz Lima ju.diniz.991@hotmail.com Olino Roger Kuffner orogerkd@hotmail.com Fernanda Souza nanda1988_sf@hotmail.com Vanessa Nolibos

Leia mais

Projeto - por que não se arriscar com um trabalho diferente?

Projeto - por que não se arriscar com um trabalho diferente? Projeto - por que não se arriscar com um trabalho diferente? Gisele Bischoff Scherer 1 Resumo O texto a seguir defende um trabalho diferenciado em sala de aula a partir de um planejamento conjunto entre

Leia mais

Aula 5 Modelo de Roteiro Para Ser Usado nas Suas Entrevistas

Aula 5 Modelo de Roteiro Para Ser Usado nas Suas Entrevistas Aula 5 Modelo de Roteiro Para Ser Usado nas Suas Entrevistas OBS: Tudo que estiver nessa formatação: [vermelho] são os espaços onde você deve preencher com informações pertinentes ao seu projeto (avatar,

Leia mais

Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia

Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia INTRODUÇÃO A psicomotricidade está

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 9 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 POSSIBILIDADES DE PESQUISA E AUTORIA COM O APOIO DAS TECNOLOGIAS: A EXPERIÊNCIA DA TURMA B21 DA EMEF PROF. JUDITH MACEDO DE ARAÚJO NO LABORATÓRIO

Leia mais

Considerações Finais 08. Av. Central Bloco 990/1120 Lote 1020 Loja 02 Núcleo Bandeirante Brasília DF - Tel: 3386-2422

Considerações Finais 08. Av. Central Bloco 990/1120 Lote 1020 Loja 02 Núcleo Bandeirante Brasília DF - Tel: 3386-2422 SUMÁRIO Apresentação 03 Introdução 03 Equipe e Coordenação de Curso 03 Estrutura Física e Material de Uso na central de Tutoria 04 Calendário da tutoria 04 Produção e Veiculação do Material Didático 05

Leia mais

Estudo x trabalho: aprenda a vencer a rotina de atividades rumo ao sucesso

Estudo x trabalho: aprenda a vencer a rotina de atividades rumo ao sucesso Estudo x trabalho: aprenda a vencer a rotina de atividades rumo ao sucesso Sumário introdução 03 Capítulo 5 16 Capítulo 1 Pense no futuro! 04 Aproveite os fins de semana Capítulo 6 18 Capítulo 2 07 É preciso

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Matemática básica para o curso de Automação Industrial: um estudo de caso da Faculdade de Tecnologia de Catanduva

Matemática básica para o curso de Automação Industrial: um estudo de caso da Faculdade de Tecnologia de Catanduva Matemática básica para o curso de Automação Industrial: um estudo de caso da Faculdade de Tecnologia de Catanduva Rosemeire Bressan Resumo A Matemática considerada base do curso de Automação Industrial

Leia mais

OS SABERES DE PROFESSORES DA ESCOLA REGULAR ACERCA DO ENSINO COLABORATIVO: ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA

OS SABERES DE PROFESSORES DA ESCOLA REGULAR ACERCA DO ENSINO COLABORATIVO: ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA OS SABERES DE PROFESSORES DA ESCOLA REGULAR ACERCA DO ENSINO COLABORATIVO: ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA Angélica Regina Schmengler - UFSM 1 Deisi Santos Righi UFSM 2 Grupo de Trabalho Diversidade e Inclusão

Leia mais

Aprender a Distância na Previdência

Aprender a Distância na Previdência Relatório de Encerramento Aprender a Distância na Previdência (ADP-001-09) Brasília, 05 de março de 2009. 1 1. Identificação: Curso: Aprender a distância na Previdência Descrição do curso: Módulo introdutório

Leia mais