Delphi. um Windows Service em Delphi Autor: Antonio Spitaleri .NET. Interoperabilidade COM - Silverlight comunicando com. Autor: Djontas Tenfen

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3 índice Editorial Delphi Delphi Agora sim o ano vai começar! Criando Carnaval passou, 04 quem pulou, pulou; quem não pulou que dê seus pulos... Banco de Dados Interbase e Firebird com UDFs - Torne seu banco 16 mais poderoso Autor: Felipe Santos um Windows Service em Delphi Autor: Antonio Spitaleri.NET Interoperabilidade COM - Silverlight comunicando com 20 o Skype Autor: Djontas Tenfen Usando JavaScrip no Delphi Prism 09 Autor: Luciano Pimenta.NET JQuery com ASP.NET - Utilizando o plub lightbox 24 e criando popup com TIckbox Autor: Luis Alexandre Dicas Desafio The Club - Dicas Delphi 29 - Cruzada 30 Legenda Iniciante Intermediário Avançado Janeiro

4 Bem-vindo Agora sim o ano vai começar! Carnaval passou, quem pulou, pulou; quem não pulou que dê seus pulos. O mês de fevereiro é um mês atípico, um mês de muita festa e que passa muito rápido. Espere um pouco... Eu disse atípico? Esqueçam, ainda estou sobe forte efeito das marchinhas. Nessa edição temos a vorta dos que não foi (quem não entender acesse o site charges.com.br e veja as charges do Tonin) com o colunista Luiz Alexandre que após merecidas férias nos escreve sobre JQuery com ASP.NET - Utilizando o plub lightbox e criando popup com TIckbox onde ele mostra de maneira objetiva como fazer um popup com efeito utilizando os recursos do ASP.NET e JQuery. Nosso consultor técnico Antonio Spitaleri Neto nos mostra como criar e configurar um serviço do Windows na matéria Criando um Windows Service em Delphi Na matéria de capa Luciano Pimenta nos dá dicas de como tirar proveito do JavaScript utilizando o DelphiPrism. Na seção sobre banco de dados a matéria Interbase & Firebird com UDFs torne seu banco mais poderoso do colunista Felipe Santos nos mostra o exemplo de UDFs gratuitas, de fácil utilização e com várias funções para utilizarmos em nossas aplicações. Djonatas Tenfen nos mostra no artigo Interoperabilidade COM - Silverlight comunicando com o Skype a capicidade de comunicação do silverlight com outras bibliotecas. Além claro das dicas Delphi e do nosso Desafio The Club para testar o conhecimento de nossos leitores. Espero que gostem de nossa edição de carnaval da The Club - Megazine. Grande abraço! Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Skype Cadastro: theclub_cadastro Skype Suporte: theclub_linha1 theclub_linha2 theclub_linha3 Copyright The Club Megazine 2009 Diretor Técnico Marcos César Silva Diagramação e Arte Vitor M. Rodrigues Revisão Tassiane Fileto Colunistas Antonio Spitaleri Neto Bruno Nascimento Djonatas Tenfen Felipe Santos Luciano Pimenta Luis Alexandre de Oliveira Impressão e acabamento: GRIL - Gráfica e Editora Taquarituba-SP - Tel. (14) Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Marcos César Silva - Editor Chefe Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. 04 Janeiro 2010

5 Delphi Criando um Windows Service em Delphi 2010 Geralmente, utilizamos a plataforma Delphi para criar aplicações na forma tradicional de executáveis, os famosos.exe, que podem ser instalados em um computador ou serem iniciados através da abertura do arquivo, sem a necessidade de serem instalados. Aplicações na forma de executável requerem que o usuário inicie a mesma e a finalize quando a desejar. É claro que isso nem de longe é uma limitação, pois o usuário é quem deve decidir quando necessita utilizar um aplicativo. Em algumas situações, porém, necessitamos que um determinado aplicativo seja iniciado pelo próprio Windows do que pelo usuário do computador. iniciam juntamente com o Windows.Um bom exemplo de aplicação desse tipo é o servidor de banco de dados Firebird. Nesse artigo estarei mostrando como podemos criar e configurar um Windows Service utilizando o Delphi Mãos à obra! Iniciando a Aplicação Abra o Delphi 2010 e acesse o menu File New Other, selecione Delphi projects e escolha o template Service Application: Veja a imagem 1. Para exemplificar essa situação, imagine um sistema comercial que atue em conjunto com um sistema de logs, para armazenar informações do que os usuários fizeram no sistema. Nesse caso não é interessante que a tarefa de iniciar esse sistema de logs fique a cargo do usuário, e sim que seja iniciada junto com o Windows. É para essa situação que existem os Windows Services, que são aplicativos que Imagem 1. Janeiro

6 Será criada a janela de nosso serviço, na verdade é apenas um espaço onde colocaremos os componentes que farão parte de nosso serviço, porém é importante lembrar que são componentes não visuais, já que o serviço rodará em background na máquina. Nosso serviço fará uma espécie de monitoramento das ações dos usuários em um programa de acesso a dados que criaremos mais tarde. o serviço seja mantida em atividade, para isso, no evento onexecute do serviço, faça: Veja o Código 1. Com esse código, enquanto o serviço estiver ativo, as rotinas que ele executa continuarão em execução. Iremos agora criar a rotina que irá monitorar o banco de dados através de arquivo texto. Essa rotina irá buscar por um arquivo texto em um diretório predeterminado e caso encontre fará a leitura e posterior gravação de seus dados em arquivos XML. Segue o código: Veja o Código 2. Esse monitoramento será feito a partir da leitura de arquivos texto.portanto nosso serviço conterá funções simples de leitura de arquivos baseadas em TStringlist. Selecione a janela da aplicação, será mostrado no Object Inspector, as propriedades de nosso serviço, as mais importantes são: Name- Nome do serviço que estamos criando. Não pode ser igual ao DisplayName. Nesse exemplo utilizarei SRVMONITORDB. AllowPause e AllowStop- Essas duas propriedades vem marcadas por default como true, o que permite que o usuário inicie e pare o serviço manualmente através do painel de controle do Windows. Manterei as duas nesse exemplo como true. Dependencies- Aqui é possível definir serviços dos quais o serviço que estamos criando irá depender. Para isso, é necessário clicar sobre o botão... ao lado da propriedade e incluir o nome dos serviços dos quais o nosso irá depender. Nesse exemplo não utilizarei dependências. DisplayName- Esse é o nome que irá aparecer no gerenciador de serviços do Windows. Em nosso exemplo utilizarei o nome MONITORDB. StartType- Aqui é definido como nosso serviço será iniciado, se automaticamente (stauto) ou manualmente pelo usuário (stmanual). Para nosso exemplo defina stauto. Se você desejar que o serviço esteja associado a uma conta de usuário, defina em ServiceStartName e Password o nome de usuário e a senha aos quais o serviço estará vinculado. Codificando o serviço Para que nosso serviço funcione continuamente até que seja interrompido pelo usuário, precisamos fazer com que a thread que gerencia procedure TService1.ServiceExecute(Sender: TService); while not Terminated do ServiceThread.ProcessRequests(true); Código 1 procedure TSRVMONITORDB.MonitorLog; var Vlog:TStringList; try try if(fileexists( C:\MONITORDB\log.txt ))then // Caso o arquivo esperado esteja na pasta, cria o xml com a data // e hora da alteração. // Repare que o xml é montado como um arquivo texto normal Vlog:=TStringList.Create; Vlog.Add( <?xml version= 1.0 encoding= UTF-8?> ); Vlog.Add( <dadosalteracao> ); Vlog.Add(Format( <%s>%s</%s>,[ datahora,da tetimetostr(now), /datahora ])); Vlog.Add( </dadosalteracao> ); Vlog.SaveToFile( C:\MONITORDB\ log +Formatdatetime( dd mm yyyy hh mm--ss,now)+.xml ); DeleteFile( C:\MONITORDB\log.txt ); end else // Caso não encontre o arquivo gera o arquivo de texto faillog com // a data e hora Vlog:=TStringList.Create; Vlog.Add( Arquivo não encontrado ); Vlog.SaveToFile( C:\MONITORDB\ faillog +FormatDateTime( dd mm-yyyy hh-mm-ss,now)+. txt ); except Código 2 06 Janeiro 2010

7 Inclua na janela do serviço um componente timer e em seu evento ontimer, chame essa procedure que acabamos de criar. Ajuste o intervalo do timer para 5000, ou seja a cada 5 segundos nosso serviço irá verificar o diretório monitorado e gerar o log caso o arquivo seja encontrado. No evento onstart de nosso serviço iremos verificar se o diretório a ser utilizado para os logs já existe e caso não exista criaremos esse diretório. Além disso dispararemos o timer. Veja o Código 3. Salve as alterações. Instalando o serviço Com nosso serviço devidamente criado, iremos agora instalá-lo para que ele funcione corretamente. Salve o projeto do serviço Delphi com o nome de MONITORDB. Em seguida clique em Project- Build MONITORDB. Copie o executável do projeto na pasta C:\Windows, em seguida vá em Iniciar Executar e digite cmd para abrir o prompt de comando do Windows. Digite os seguintes comandos na sequência: cd C:\WINDOWS MONITORDB.exe /install Se tudo deu certo, será exibida uma mensagem: Service installed succesfully. Criando a aplicação de banco de dados Chegou a hora de criarmos a aplicação que irá interagir com o banco de dados e será monitorada pelo serviço que acabamos de criar. No exemplo irei utilizar o banco de dados de exemplo que acompanha o Firebird, chamado employee. Sinta-se à vontade para utilizar outro banco se desejar. Os métodos e rotinas utilizados funcionarão da mesma forma. No Delphi 2010, vá ao menu File New VCL // Em caso de ocorrer um erro na execução do serviço, gera // um log desse erro em formato texto com a data e hora do erro on E:Exception do if(vlog<>nil)then Vlog.Add( Erro: +e.message); Vlog.SaveToFile( C:\erro + FormatDateTime( dd mm-yyyy hh-mm-ss,now)+.txt ); end else Vlog:=TStringList.Create; Vlog.Add( Erro: +e.message); Vlog.SaveToFile( C:\erro + FormatDateTime( dd mm-yyyy hh-mm-ss,now)+.txt ); finally FreeAndNil(Vlog); Código 2 procedure TService1.ServiceStart(Sender: TService; var Started: Boolean); if not(directoryexists( C:\MONITORDB )) then ForceDirectories( C:\MONITORDB ); Timer1.enabled:=True; End; Forms Application. Inclua na aplicação os componentes necessários para conexão ao banco da aba DBExpress e DataAccess: SQLConnection, SQLDataSet, DataSetProvider, Clientdataset. Faça a conexão ao banco da forma padrão. Não abordarei detalhes da conexão por não ser o foco do artigo. A aplicação deverá ficar com o layout semelhante ao da figura: Código 3 Janeiro

8 O objetivo de criarmos essa aplicação é para que toda vez que alterarmos algo no banco de dados, ou inserirmos algum dado, seja gerado um log dessa ação pelo serviço que criamos. Para isso, utilizaremos o evento afterpost do componente Clientdataset, onde iremos criar o arquivo texto que está sendo esperado pelo serviço que criamos. Segue o código: Veja o Código 4. Como você pôde reparar, o arquivo texto que estamos criando não necessita ter nenhum conteúdo, já que será apagado pelo serviço logo após o log ter sido gerado. Salve as alterações e teste o aplicativo. procedure TForm1.ClientDataSet1AfterPost(DataSet: TDataSet); var arquivo:tstringlist; try try TClientDataSet(DataSet).ApplyUpdates(0); arquivo:=tstringlist.create; arquivo.savetofile( C:\MONITORDB\log.txt ); except Abort; finally FreeAndNil(arquivo); Código 4 Se tudo estiver fucionando corretamente será gerado na pasta monitorada pelo serviço um arquivo XML com os dados do log. Esse arquivo poderá ser acessado via Tstringlist ou Txmldocument em uma aplicação Delphi Conclusão Vimos nesse artigo mais um recurso do Delphi Com a possibilidade de criarmos serviços Windows, podemos, com a mesma lógica utilizada em aplicações Win32, criar aplicações de background para monitoramento de sistemas além de outras finalidades que podem ser aplicadas a esses serviços. Espero que tenham gostado e até a próxima! Sobre o autor Antonio Spitaleri Neto Consultor Técnico The Club. 08 Janeiro 2010

9 Usando JavaScript no Delphi Prism Mostrarei neste artigo, algumas dicas de como usar JavaScript em aplicações ASP.NET, usando o Delphi Prism. Muitos desenvolvedores, ao iniciarem sua jornada no ASP.NET, querem que os projetos sejam semelhantes aos projetos desktop. Com algum código JavaScript, podemos simular determinadas situações, mas deixo claro, que nem tudo é possível realizar no ASP. NET igual ao desktop, pois são plataformas diferentes (Web e Win32). Neste artigo, veremos algumas dicas e técnicas para encapsular algumas chamadas de funções do JavaScript para usar em mais de um projeto ASP.NET. Criando o projeto ASP.NET Crie um projeto ASP.NET no Delphi Prism, dando o nome de DicasJS. Veremos duas maneiras de usar o código JavaScript na aplicação, sendo uma no código ASPX outra no código Delphi. Adicione dois botões na página da aplicação ASP.NET, colocando o Caption como ASPX e Delphi, respectivamente. No primeiro exemplo, vamos criar uma função no código ASPX para ser chamada pelo botão. Acesse o arquivo ASPX da página e adicione o código da Listagem 1 após o elemento <body>. Nota: Tome cuidado, pois o JavaScript é case-sensitive. Listagem 1. Criando um método JavaScript <script language= javascript= > function Message () { alert( Mensagem do JavaScript - ASPX ); } </script> Para exibir essa mensagem no botão ASPX, no Page_Load do formulário, adicione o seguinte código: Button1.Attributes. Add( onclick, javascript:alertmessage() ); Para o segundo botão, vamos adicionar código no PAS. Use o código da Listagem 2 no Click do botão. Listagem 2. Usando mensagem JavaScript no PAS uses System.Text;... var ascript: StringBuilder := new StringNuilder(); Janeiro

10 ascript.append( <script language= JavaScript > ); ascript. Append( alert( Mensagem do JavaScript - Delphi ); ); ascript.append( </ script> ); if not Page.IsClientScrip tblockregistered( client ) then Page.RegisterClientScri ptblock( client, ascript. ToString); No código anterior, declaremos uma variável do tipo StringBuilder e fizemos uma concatenação de strings criando uma função do JavaScript. Note que nesse caso, não precisamos dar um nome para a mesma (se desejar, pode criar a mesma assinatura do método, como mostramos na Listagem 1). No final, verificamos se o script não foi registrado pela página e então, registramos o mesmo, mostrando a mensagem ao usuário. O valor do parâmetro do IsClientScriptBlockRegistered e RegisterClientScriptBlock é uma chave, portanto coloque o valor que desejar. Execute a aplicação e clique nos botões para exibir as mensagens (Figura 1). Veja a figura 1 Você também pode colocar o código diretamente na propriedade Atributtes do Button: Button1.Attributes. Add( onclick, alert( Mensagem do JavaScript ); ); Objeto window Uma das técnicas mais procuradas pelos desenvolvedores é para abrir uma nova janela. Para isso, temos que usar o método open do objeto window, que possui vários parâmetros, sendo possível configurar menus, barras de botões, barra de status da nova janela. No link msdn2.microsoft.com/en-us/library/ ms aspx temos a descrição de todos os Figura 1. Mensagens do JavaScript no ASP.NET parâmetros do open. Adicione um novo botão no formulário e crie uma nova página. No ASPX da primeira página, adicione mais uma função JavaScript, conforme o código da Listagem 3. Listagem 3. Chamando o open do objeto window function OpenWindow() { window.open( Default2. aspx,, channelmode=yes, resizable=no, fullscreen=no, width=300, height=300 ); } Além da página do nosso projeto (Default2. aspx), podemos passar uma URL para o parâmetro: window.open( theclub.com.br,, channelmode=yes, resizable=no, fullscreen=no, width=300, height=300 ); Novamente no Page_Load, adicione o seguinte código, que vai chamar a função JavaScript: Button3.Attributes. Add( onclick, javascript:openwindow() ); Veja na Figura 2 a aplicação com as janelas do projeto e com o site da The Club. Veja a figura 2. As características dos parâmetros são: resizable: evita que a janela seja redimensionada (veja que na janela do site não pudemos rolar a mesma); fullscreen: se a janela aparecerá no tamanho definido pelas propriedades width e height. Se fullscreen for igual a yes ou 1, os valores das propriedades são ignorados; menubar: exibe ou não a barra de menus; scrollbars: exibe ou não as barras verticais e horizontais; status: exibe ou não a barra de status (rodapé); toolbar: exibe ou não a barra de ferramentas (botões); height e width: tamanho da janela; left e top: posição da janela. Veja que você pode personalizar em muita a janela do browser. 10 Janeiro 2010

11 Janelas de consultas Com as informações que temos até aqui, já podemos incrementar nossa aplicação ASP.NET, por exemplo, criando um tela de consulta, que será separada da janela da aplicação, semelhante a que temos em aplicações desktop. Vamos criar uma nova página e criar uma tela de cadastro semelhante a Figura 3. Veja a Figura 3. Nota: Podemos utilizar as facilidades de telas de cadastro no Delphi Prism, usando os controles FormView e DetailsView. Apenas para fins didáticos, resolvi fazer o cadastro na mão. Esta fora do escopo do artigo, as configurações de banco e componentes. Os fontes estarão disponíveis para download e na internet (site da The Club), temos vários artigos e dicas mostrando como conectar ao banco em aplicações ASP.NET. Figura 2. Abrindo páginas do projeto e sites O banco de dados foi criado para o artigo, possuindo duas tabelas apenas (CLIENTE e DEPEN- DENTE). A idéia é ter uma pesquisa no cadastro de Clientes e outras duas no cadastro de Dependentes (uma para o dependente e outra para o cliente). Lembrando que a aplicação será semelhante a desktop na funcionalidade de trazer apenas um registro por vez, daí a necessidade da pesquisa. Figura 3. Tela de cadastro de exemplo Crie uma nova página e dê o nome de pesquisacliente.aspx. Nessa página, vamos adicionar alguns componentes, como podemos ver na Figura 4, responsáveis pela entrada dos dados de pesquisa e exibição do resultado. Veja a figura 4. O campo Selecionar do GridView é do tipo CommandField>Select e estamos adicionando as colunas via editor (Figura 5). Veja a Figura 5. No Localizar do cadastro de clientes, vamos utilizar novamente JavaScript para chamar a tela de pesquisa, usando o código da Listagem 4. Figura 4. Tela de pesquisa do cliente Janeiro

12 Listagem 4. Chamando a página de pesquisa de clientes var ascript: StringBuilder; ascript := new StringBuilder(); ascript.append( <script language= JavaScript > ); ascript.append( window. open( pesquisacliente. aspx, ); ascript.append(, channelmode=yes, ); ascript.append( resizabl e=no,fullscreen=0,status=y es ); ascript. Append( width=500, height=500 ) ); ascript.append( </ script> ); if not Page.IsClientScrip tblockregistered( client ) then Page.RegisterClientScri ptblock( client, ascript. ToString); Não esqueça de adicionar no uses o namespace System.Text. Lembre-se que o navegador pode bloquear a página pensando ser um popup. Você pode incrementar a tela de pesquisa, paginando o GridView. Retornando o registro escolhido OK, tudo legal, mas como retornar o registro que escolhi na tela de consulta? Como você verá no código-fonte, armazenamos o código da tabela (idcliente) em uma variável de sessão (poderia ser uma QueryString - onde iríamos configurar a mesma na chamada da tela de cadastro, cookie etc), assim, basta armazenar na mesma o código escolhido no GridView. E ao clicar no registro escolhido, quero que a janela seja fechada e o item atualizado no cadastro. Nesse caso, voltamos a usar JavaScript chamando o close do window, com o código da Listagem 5 no evento SelectedIndexChanged do GridView. Figura 5. Editor para adicionar as colunas do Grid Listagem 5. Fechando a janela de consulta var ascript: StringBuilder; { Passa para a session o código do cliente } Session[ id ] := GridView1. SelectDataKey[GridView1. SelectIndex]; ascript := new StringBuilder(); ascript.append( <script language= JavaScript > ); ascript.append( window. opener.location = cliente. aspx ; ); ascript.append( window. close() ); ascript.append( </ script> ); if not Page.IsClientScrip tblockregistered( client ) then Page.RegisterClientScri ptblock( client, ascript. ToString); Primeiro, preenchemos uma variável de sessão com o código do cliente, escolhido no GridView. Após, o window.opener.location faz um redirecionamento para a página de cadastro e o window. close fecha a janela. Para entender melhor, no formulário de cadastro, no Page_Load é verificado se a variável de seção esta preenchida, então é feito a consulta no banco com o código da mesma. Veja o resultado na Figura 6. Veja a Figura 6. Preenchendo controles Depois da pesquisa, poderíamos, por exemplo, preencher um TextBox com o nome do usuário escolhido no GridView. No cadastro de dependentes temos uma consulta para o Cliente (o Dependente tem um cliente vinculado). Então, veja na Figura 7 um exemplo do cadastro de dependentes. Veja a Figura 7. Você deve estar se perguntando, vou ter de fazer outra tela de pesquisa? Se não, como fazer para saber quando é o cadastro de clientes e quando é o de dependentes? Simples, use uma QueryString, variável de sessão, cookie para indicar de onde a 12 Janeiro 2010

13 tela de pesquisa foi chamada. Vamos preencher o TextBox com o nome do cliente escolhido na tela de pesquisa. Para isso, devemos chamar a tela de pesquisa no cadastro de dependentes usando o código a seguir:... ascript.append( window. open( pesquisacliente. aspx?act=dep, ); ascript.append(, channelmode=yes, ); ascript.append( resizable =no,fullscreen=0,status=ye s ); Figura 6. Fazendo a busca do cadastro No Selecionar do GridView, devemos alterar o código para o da Listagem 6, que verifica o formulário que chamou (QueryString chamada act) a tela de pesquisa e executa o código de acordo com a opção. Listagem 6. Verificando a página chamadora... ascript.append( <script language= JavaScript > ); if Request. QueryString[ act ] = dep then ascript.append( window. opener.document.forms[0] ); ascript. Append( [ txtcliente ]. value = + GridView1.SelectedRow. Cells[1].Text + ; ); end else ascript.append( window. opener.location = cliente. aspx ; ); ascript.append( window. close() );... Veja que modificamos a página que deve ser redirecionada e utilizamos a coleção de controles Figura 7. Cadastro de dependentes Figura 8. Preenchendo controles da página que chamou (forms[0]), passando o nome do controle que queremos preencher, nesse caso, o txtcliente. Note também que não redirecionamos para a página de dependentes, pois queremos apenas preencher o controle e não atualizar a página (isso deve ser feito na pesquisa de dependentes, como fizemos no de clientes). Atente para o nome correto do controle, em seguida, continuamos com o código normal. Ao executar a aplicação basta localizar o cliente na mesma tela de pesquisas usada no cadastro, e ver que o valor escolhido pelo usuário esta sendo preenchido no TextBox da página de cadastro (Figura 8). Veja a Figura 8. Janeiro

14 Trabalhando com calendário O exemplo com calendário é bastante parecido com o exemplo anterior, mas o que diferencia, é que podemos formatar a data de retorno e não precisamos validar a data do usuário. Adicionei um ImageButton ao lado do campo Data de Nascimento no cadastro de clientes. Criei uma nova página com um calendário formatado. O código para chamar o formulário é o mesmo usado para a pesquisa. No calendário, vamos usar o código da Listagem 7, no evento SelectionChanged do Calendar. Listagem 7. Evento SelectionChanged do Calendar var adata: string; ascript: StringBuilder; adata := String.Format( {0:dd/ MM/yyyy}, Calendar1. SelectedDate); ascript := new StringBuilder(); ascript.append( <script language= JavaScript > ); ascript.append( window. opener.document.forms[0] ); ascript. Append( [ txtdata ]. value= + adata + ; window. close(); ); ascript.append( </ script> ); if not Page.IsClientScrip tblockregistered( client ) then Page.RegisterClientScri ptblock( client, ascript. ToString); Se preferir, pode colocar o código anterior, em um botão. Formatamos a data escolhida através do String.Format, utilizando o formato dd/mm/yyyy. Agora, você tem um calendário para que o usuário escolha a data, sem precisar validar a mesma (basta desabilitar o controle para que o usuário não digite a data escolhida), como podemos ver na Figura 9. Figura 9. Escolhendo a data e desabilitando o controle Veja a Figura 9. Customizações Colocar o código JavaScript no Delphi pode ser um pouco cansativo, então, o que acha de customizarmos alguns métodos? Para executar um determinado bloco de código, chamar o método de caixa de mensagem, abrir uma janela com open etc. Veja no código da Listagem 8 a customização de alguns métodos para que possamos utilizá-los de uma maneira mais fácil na aplicação, usando uma unit separada, por exemplo. Listagem 8. Customização dos métodos method OpenWindow (apage: System.Web.UI.Page; aredirect, awidth, aheight: string); var ascript: StringBuilder; { abre uma nova janela do browser } ascript := new StringBuilder(); ascript.append( <script language= JavaScript > ); ascript.append( window. open( + aredirect +, ); ascript.append(, resizable=no, menubar=no, ); ascript. Append( scrollbars=yes, status=yes, ); ascript.append( left=350, top=150, width= + awidth +, height= + aheight + ) ); ascript.append( </ script> ); if not apage.isclientscr iptblockregistered( clien t ) then apage.registerclientscr iptblock( client, ascript. ToString); method ExecuteScript (apage: System.Web. UI.Page;aScript: string); var Script: StringBuilder; { Execute script passado como parâmetro } Script := new StringBuilder(); Script.Append( <script language= JavaScript > ); Script.Append(aScript); Script.Append( </ script> ); if not apage.isclientscr iptblockregistered( clien t ) then 14 Janeiro 2010

15 apage.registerclientscr iptblock( client, Script. ToString); method MessageScript(aPage: System.Web.UI.Page; atexto: string); var Script: StringBuilder; { mensagem com JavaScript } Script := new StringBuilder(); Script.Append( <script language= JavaScript > ); Script.Append( alert( + atexto + ); ); Script.Append( </ script> ); if not apage.isclientscr iptblockregistered( clien t ) then apage.registerclientscr iptblock( client, Script. ToString); Veja que poupamos bastante código ao customizar os métodos, por exemplo, no OpenWindow passamos a página a ser exibida, bem como o tamanho da mesma. Veja na Listagem 9, exemplos de utilização dos métodos criados. Abre a janela de localizar clientes OpenWindow(Page, pesquisacliente.aspx, 600, 450 ); Também poderiamos criar uma biblioteca de métodos JavaScript, usando um arquivo do tipo JS. Dentro de cada página ASPX (ou em uma Master- Page), devemos indicar a referencia do arquivo JS, usando o seguinte exemplo: <script type= text/ javascript src= LibJS. js ></script> Conclusão Vimos neste artigo, algumas dicas de JavaScript para ser adicionadas em aplicações ASP.NET com Delphi Prism. Vale lembrar que alguns navegadores podem ter incompatibilidade com o código. Os testes realizados utilizaram somente o Internet Explorer 8. Portanto, é válido testar a sua aplicação em outros navegadores, antes de colocar a mesma para a utilização dos usuários do site. Um grande abraço a todos e até a próxima! Listagem 9. Exemplos de chamadas dos métodos Mostra a caixa de mensagem if Update then MessageScript(Page, Atualização realizada com sucesso! ); Executa o script passado como parâmetro ExecuteScript(Page, window.opener.document. forms[0] + [ txtdata ].value= + adata + ; window. close(); ); Luciano Pimenta Sobre o autor É Técnico em Processamento de Dados, desenvolvedor Delphi/C# para aplicações Web com ASP.NET e Windows com Win32 e Windows Forms. Palestrante da 4ª edição da Borland Conference (BorCon). Autor de mais de 60 artigos e de mais de 300 vídeos aulas publicadas em revistas e sites especializados. É consultor da FP2 Tecnologia (www.fp2.com.br) onde ministra cursos de programação e banco de dados. É desenvolvedor da Paradigma Web Bussiness em Florianópolis-SC. Janeiro

16 INTERBASE & FIREBIRD COM UDFs TORNE SEU BANCO MAIS PODEROSO Olá pessoal, Estamos de volta esse mês com um tema bem interessante: UDFs (User Defined Functions). Um objeto utilizado pelos bancos de dados InterBase e Firebird que amplia nossa capacidade de interação com queries. Apesar de ser bem conhecido por qualquer desenvolvedor desses bancos, tenho notado que o uso das UDFs é pouco difundido. Muitos preferem escrever suas funções nas aplicações ao invés de utilizar as funções diretas no banco. Claro que existem casos e casos, mas quando podemos simplesmente trabalhar com o resultado prontinho do banco, nossa tarefa fica muito mais fácil. Nesse artigo quero trazer o exemplo de uso de duas UDFs padrões de mercado, gratuitas, de fácil utilização e que trazem uma extensa gama de funções que podemos usar em nossas aplicações, queries, stored procedures, triggers e views. UDF - DEFINIÇÃO As Users Defined Functions, ou simplesmente UDFs, nada mais são do que bibliotecas que distribuímos com nossos bancos de dados, que contém o corpo de uma ou várias funções. Essas funções nós podemos utilizar em nossas queries, stored procedures, triggers e views. As UDFs podem ser escritas por qualquer linguagem de programação que tenha suporte às bibliotecas compartilhadas, com exceção do JAVA linguagem ainda não suportada nativamente pelos bancos InterBase e Firebird (por enquanto!). Seu uso mais comum é em funções que trabalham e tratam com Strings, campos Data, Numéricos, ou funções de controle. As UDFs trazem como maior benefício o ganho de performance, já que não precisamos carregar as informações do lado client para processar e tratar os dados. A tarefa pesada fica por conta do servidor, o que otimiza muito o processo. E é claro, o fato de podermos reutilizar uma única função já declarada no banco em todos os nossos sistemas, melhorando nossa produtividade. Podemos criar nossas próprias UDFs ou utilizar UDFs já disponíveis no mercado. Se utilizarmos funções de mercado, verifique sempre se essa UDFs é mantida por uma empresa ou por um projeto já estável, garantindo o suporte futuro às suas funções. Para mais informações de como escrever suas próprias UDFs, acessa referência que indico no final desse artigo. INSTALANDO A UDF E DECLARANDO AS FUNÇÕES Tanto no InterBase quanto no Firebird, a instalação da UDF é um processo simples. Basta seguir os passos: 16 Janeiro 2010

17 1. Se o serviço do banco de dados estiver ativo, pare o mesmo. 2. Copie sua UDF, o arquivo DLL para a pasta UDF existente no diretório de instalação do seu banco de dados (E.: C:\ARQUIVOS DE PROGRAMAS\INTERBASE\UDF). a. No caso do Firebird, existem algumas configurações avançados do uso de UDFs que podem ser feitas no arquivo de configuração do Firebird firebird.conf presente no diretório raiz da sua instalação. Essas configurações são referentes à permissão de acesso e segurança do diretório de uso das UDF. b. Em caso de servidores Linux, utilize /opt/interbase/udf. c. Lembrando também que, para sistemas operacionais diferentes de Windows, sua UDF deve estar compilada para rodar no sistema operacional onde o seu banco de dados estiver rodando. Assim, UDFs para Linux, por exemplo, são sempre no padrão.so. 3. Reinicie o serviço do banco de dados. 4. Abra seu(s) banco(s) de dados e declare suas funções UDFs, utilizando comandos padrão DLL. Dependendo da sua UDF, diversas funções estarão disponíveis, mas é preciso declará-las em seus bancos de dados para poder utilizá-las. Lembrando sempre que, para que suas funções funcionem, sua UDF deve estar presente no diretório correto, caso contrário você receberá uma exception informando que não foi possível a execução da mesma. Parece até estranho falar isso, mas é comum ver situações em que, por exemplo, o cliente troca de servidor, troca de sistema operacional, instala tudo certinho e esquece de copiar suas UDFs. Para declarar suas funções, utilize a seguinte sintaxe: DECLARE EXTERNAL FUNCTION name [datatype CSTRING (int) [, datatype CSTRING (int)...]] RETURNS {datatype [BY VALUE] CSTRING (int) PARAMETER n} [FREE_IT] ENTRY_POINT entryname MODULE_NAME modulename ; Basicamente definimos o nome da função, os parâmetros de entrada e saída, o entry point, ou seja, o ponto de chamada da função dentro da sua UDF e o nome da sua UDF sem a extensão. Se você trabalha com múltiplos bancos de dados, deve declarar suas funções em todos os bancos, um a um. Uma vez que a sua UDF está instalada corretamente, vamos mostrar a seguir mostrar detalhes de duas UDFs muito utilizadas, que suportam todas as plataformas de InterBase e Firebird a IBUDF e a FreeAdHocUDF. Como declarar e utilizar suas principais funções, assim como mostrar aplicações interessantes das mesmas. A IbUDF É a UDF padrão do InterBase e acompanha a instalação do produto. Você irá encontrar na pasta <interbase>/examples/udf o script ibudf. sql. Nesse script já estão as declarações de todas as funções que a IbUDF oferece. Você pode rodar o script todo ou selecionar apenas as funções que deseja utilizar e rodar suas declarações separadamente. Abaixo seguem suas principais funções e exemplos de uso: Função Lower Dado um determinado valor string, a função retorna essa string em lowercase, todas minúsculas. Declaração: DECLARE EXTERNAL FUNCTION lower CSTRING(80) RETURNS CSTRING(80) FREE_IT ENTRY_POINT IB_UDF_lower MODULE_NAME ib_udf ; Exemplo de uso: Crie uma trigger que irá salvar o campo do cadastro de clientes sempre em letras minúsculas, independente da forma que o cliente digitou: Create Trigger BI_CLIENTES for Clientes Active Before Insert Position 0 As Begin new. = lower(new. ); End Função SubStr Dado um determinado valor string, a função retorna a uma substring começando pelo caractere X e terminando no caractere Y. Declaração: DECLARE EXTERNAL FUNCTION SUBSTR CSTRING(80), SMALLINT, SMALLINT RETURNS CSTRING(80) FREE_IT ENTRY_POINT IB_UDF_substr MODULE_NAME ib_udf ; Exemplo de uso: Você possui uma coluna de nomes de clientes do tipo Varchar (50) e precisa portar esses nomes para outra tabela, em uma coluna do tipo Varchar(40). Utilize a função SubStr para isso: Insert into New_Table (Nome_Cliente) Select substr(nome,1,40) from Clientes; Além dessas duas, a IbUDF muitas outras funções, em especial as funções matemáticas para cálculos de Tangente, Seno, Cosseno, Raiz Quadrada, enfim. Consulte também nosso guia de referência indicado ao final para mais informações. A FreeAdHocUDF Em minha opinião essa é a mais completa UDF de mercado, com mais de 540 funções disponíveis. Criada em 2004 por um grupo de desenvolvedores alemães, você pode encontrá-la no site: Janeiro

18 Ao fazer o download da FreeAdHoc você irá encontrar uma dll para cada plataforma desejada InterBase e Firebird / Windows, Linux, Solaris e MacOS, bem como os scripts de declaração de todas suas funções. A FreeAdHoc possui funções para tratar de tudo um pouco: Strings, Numéricos, Data e Hora, Blobs, Conversão de Valores, MD5, Constantes, e mais. Vamos ver algumas de suas funções e exemplos práticos de uso: Função F_Replace Dado um determinado valor string, a função localiza uma substring e substitui por uma nova string que você escolher. Declaração. DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_REPLACE CSTRING(254), CSTRING(254), CSTRING(254) RETURNS CSTRING(254) FREE_ IT ENTRY_POINT replace MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; Exemplo de uso: Você precisa trocar a descrição de todas as contas correntes cadastrados em seu sistema financeiro, pois o nome do banco foi trocado: ENTRY_POINT collatebr MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; Exemplo de uso: Localize nomes em seu cadastro de clientes, independente se eles estão acentuados ou não: Select * from Clientes Where UPPER(F_ CollateBR(Nome)) like = JOAO ; Função F_Soundex Essa função é muito interessante. Dado uma palavra, a função identifica um grupo fonético (Em Inglês) da pronuncia dessa palavra e determina um código desse grupo. Declaração: DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_SOUNDEX CSTRING(8190) RETURNS CSTRING(6) FREE_IT ENTRY_POINT soundex MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; Exemplo de uso: Você pode, por exemplo, localizar nomes semelhantes em um cadastro de clientes: DOUBLE PRECISION RETURNS DOUBLE PRECISION FREE_IT ENTRY_POINT roundfloat MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; Exemplo de uso: Utilize essa função para calcular valores de impostos e taxas que trabalham com muitas casas decimais, sem correr o risco de cálculo em arredondamentos: Select F_RoundFloat(Prc_ Produto,2) * F_ RoundFloat(ICMS,2) from TabPrecos. ou Select F_RoundFloat(Prc_ Gasolina,3) from TabPrecos. Funções F_UUID1MACMAC e F_UUID1MAC As funções UUID Universally Unique Identifier Trabalha com a identificação única de componentes que atuam no servidor. A lista de funções UUID na FreeAdHocUDF é extensa. Vamos mostrar a declaração de duas delas importantes. Update CadContaCorrente Set Descricao = F_Replace(D escricao, Unibanco, Itaú- Unibanco ); Função F_CollateBR Dado um texto escrito e gravado com acentos, a função retorna esse mesmo texto sem acentos. Declaração: DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_COLLATEBR CSTRING(32760) RETURNS CSTRING(32760) FREE_IT Select Nome from Clientes Where F_Soundex(Nome) = F_ Soundex( Cristina ); Esse select deve retornar nomes como Cristina, Christina, Christine, Kristina, e diversas outras variações, pois a pronuncia da palavra é a mesma. Função F_RoundFloat Faz um arredondamento de um valor decimal, conforma a precisão que você determinar: DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_ROUNDFLOAT DOUBLE PRECISION, DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_UUID1MAC RETURNS CSTRING(36) FREE_IT ENTRY_POINT uuid1mac MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; DECLARE EXTERNAL FUNCTION F_UUID1MACMAC CSTRING(254) RETURNS CSTRING(18) FREE_IT ENTRY_POINT uuid1macmac MODULE_NAME FreeAdhocUDF ; 18 Janeiro 2010

19 A primeira função cria um UUID do servidor de banco de dados, baseado no MAC Address desse computador. A segunda função extrai o MAC Address do computador em que foi criado um UUID. Então no exemplo abaixo, podemos identificar o número Mac Address da placa de rede principal do servidor de banco de dados de nossos clientes, podendo utilizar essa informação para um sistema de liberação de licenças, por exemplo: Select F_UUID1MACMAC(F_ UUID1MAC()) from Rdb$Database; de desenvolvimento. Usar UDFs é realmente fundamental para otimizar nossas atividades. Mas é importante ficar sempre atento. UDFs são funções que rodam em nossos servidores de bancos de dados, em processos gerenciados pela SGDB, e normalmente trabalham com acesso à memória e alocação de recursos de servidor. Uma UDF mal escrita pode causar alguns tipos de falhas abruptas no servidor, podendo sim fazer parar um servidor inesperadamente. Por isso, se você for escrever suas UDFs, leia atentamente à referência indicada. Se você for utilizar uma UDF de mercado, verifique se o grupo tem suporte ou mantém o projeto ativo. Mas não deixe de utilizar as UDFs! Declare apenas as funções que você for utilizar e comece a portar e transformar algumas rotinas suas, queries e triggers, incorporando as UDFs em seus projetos. Você só tem a ganhar. Até a próxima. Referência: InterBase 2007 Developers Guide cap. 6 Working With UDFs. CONCLUSÃO AS UDFs são definitivamente uma mão na roda. Trazem a solução rápida de pequenos problemas que temos e que, muitas vezes, gastamos horas buscando uma forma de resolver e horas Felipe Santos Sobre o autor Felipe Santos é especialista em InterBase. Trabalha com o InterBase desde atuando como consultor e instrutor do produto em todo Brasil. Especialista em ambientes críticos. Atua e trabalha com os maiores clientes do InterBase no Brasil. Participante ativo na comunidade, com diversos artigos publicados. Participante do grupo de beta testers mundial do produto. Palestrante em eventos como IB Tour, Borcon Conference, CodeRage Latin América, Delphi Developers Day, Linux Day, entre outros. Atualmente trabalhando na área técnica do InterBase na Presence Tecnologia agente oficial especializado do produto no Brasil. Janeiro

20 Interoperabilidade COM Silverlight comunicando com o Skype Olá, hoje vou falar sobre as novas features do Silverlight 4, interoperabilidade COM, ou seja a capacidade do silverlight de se comunicar com outras bibliotecas seja ela qual for. Neste artigo eu vou mostrar como fazer o Silverlight se comunicar com o Skype através da API Skype4COM.Skype. Instalando a API do Skype Primeiro vamos entrar no site Skype Developer Zone (https://developer.skype.com/) clique no menu Tools & SDKs e baixe a versão mais recente da API, (atualmente é a versão ). Depois de baixar a API descompacte o arquivo e copie a Dll Skype4COM.dll para a unidade C:\ (para facilitar o registro da DLL) depois execute o promt de comando do Windows e registre a dll através do comando regsvr32 Skype4COM.dll (conforme imagem 1), se o registro ocorrer corretamente uma mensagem DllRegisterServer em Skype4COM.dll obteve êxito irá ser apresentada. Veja a imagem 1 Imagem 1 Codificando Agora que já temos nossa Dll registrada vamos codificar um pouco, para isso abra o Visual Studio 2010 e crie um projeto do tipo Silverlight Application, não esqueça de selecionar Silverlight 4 na caixa Options Silverlight Version. Agora abra o arquivo MainPage.xaml e codifique o seguinte código da Listagem 1. Veja a Listagem 1. <UserControl x:class= SkypeApplication.MainPage xmlns= presentation ; xmlns:x= ; xmlns:d= blend/2008 ; xmlns:mc= ; mc:ignorable= d d:designheight= 300 d:designwidth= 400 > <Grid x:name= LayoutRoot Background= White > <StackPanel HorizontalAlignment= Center Listagem 1. Janeiro 2010

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