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1 Relatório Anual 2010

2 Índice RELATÓRIO ANUAL 2010

3 05 GRUPO TAP 07 Mensagem do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão 08 Entrevista com o Presidente do Conselho de Administração Executivo 11 Estrutura Accionista do Grupo TAP 12 Governo da Sociedade 12 > Modelo de Governo Societário 13 > Órgãos Sociais 27 RELATÓRIO DE GESTÃO TAP, SGPS, S.A. 28 Perfil 30 Indicadores Desenvolvimento Sustentável do Grupo TAP 34 Factos Marcantes 38 Síntese do Desempenho 41 Principais Indicadores do Grupo TAP 42 Análise da Conjuntura 45 Estratégia 47 Desempenho das Empresas do Grupo TAP 47 TAP, S.A. 50 > Unidade Negócio Transporte Aéreo 67 > Unidade Negócio TAP Serviços 72 > Unidade Negócio Manutenção e Engenharia 78 Sistemas de Informação e Desenvolvimento Tecnológico 80 Recursos Humanos 82 Outras Actividades do Grupo TAP 96 Gestão do Risco 100 Desempenho Económico-Financeiro do Grupo TAP 104 Perspectivas para História da TAP 111 RELATÓRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS TAP, SGPS, S.A. 112 Demonstrações Financeiras Consolidadas 170 Relatório de Auditoria 172 Proposta de Aplicação de Resultados 174 Demonstrações Financeiras Individuais 199 RELATÓRIO DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO 2010 TAP, SGPS 202 ABREVIATURAS E GLOSSÁRIO

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5 Grupo TAP

6 6 Grupo TAP Relatório Anual 2010

7 Mensagem do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão O ano de 2010 revelou, com crueza, a vulnerabilidade da indústria do transporte aéreo a uma diversidade de riscos, cada um per se susceptível de causar grave perturbação e largos prejuízos ao sector. Factor crónico de incerteza no planeamento operacional e financeiro da actividade, a volatilidade do mercado do combustível, após relativa acalmia em 2009, voltou a manifestar-se em 2010, retomando o preço a irregular trajectória ascendente de anos anteriores. Só deste facto resultou para a TAP um agravamento de EUR 142 milhões nos custos de exploração. A isto acresceram erupções vulcânicas na Islândia, os rigores da meteorologia invernal em certas áreas geográficas, e greves de controladores aéreos em alguns países. Levando ao encerramento de aeroportos e de vastas zonas do espaço aéreo, estes eventos de origem local rapidamente assumiram dimensão transnacional nos seus efeitos, afectando em larga escala o tráfego aéreo global, nomeadamente no espaço europeu. A TAP, tal como outras companhias aéreas, viu-se confrontada em 2010 para além da complexidade habitual da gestão numa indústria altamente concorrencial como o transporte aéreo não só com os enormes desafios adicionais que estas ocorrências imprevisíveis colocaram à operação, como também com a acumulação das perdas daí decorrentes. A TAP mostrou-se, no entanto, capaz de dar resposta a estes problemas, com flexibilidade e eficácia, lançando mão designadamente da reconfiguração do perfil da oferta, da intensificada implementação do plano de redução de custos, e do reforço da dinâmica comercial, em termos tais que a unidade de negócio do transporte aéreo logrou encerrar o exercício com um resultado positivo assinalável. O resultado consolidado do Grupo ressentiu-se, porém, dos desempenhos desfavoráveis da Groundforce e TAP Manutenção e Engenharia Brasil, empresas associadas envolvidas em processos de recuperação que se têm revelado mais demorados e complexos do que inicialmente previsto. Neste contexto, e após ponderada reavaliação das situações, a TAP adoptou um vasto conjunto adicional de acções estruturantes, tendo em vista dinamizar e intensificar os respectivos processos de reestruturação. Por outro lado, manteve-se em aberto, durante o exercício de 2010, a situação de crónica insuficiência de capitais próprios da Empresa. A perspectiva de privatização da TAP num horizonte próximo, recentemente trazida de novo à ordem do dia, aponta para aquela que se apresenta como a solução mais plausível para a premente necessidade de recapitalização da Empresa. Pela relevante posição já conquistada no mercado pela TAP, estou em crer que haverá interesse de diversos investidores ou parceiros potenciais nas actividades do Grupo. É minha convicção que a TAP tem hoje um valor agregado que é também reconhecido pelo mercado. Na altura em que se encontram assim reunidas condições para o arranque de um novo ciclo na história da Empresa, essa circunstância não deixará de constituir, para os que nela trabalham, bem como para os seus clientes e os portugueses em geral, motivo de orgulho e também de confiança no futuro da Empresa. Em nome do Conselho Geral e de Supervisão desejo exprimir o nosso agradecimento à Administração, Trabalhadores e Colaboradores da TAP pelo notável contributo pessoal que têm dado para promover a viabilidade económica do Grupo TAP. Manuel Pinto Barbosa Presidente do Conselho Geral e de Supervisão Relatório Anual 2010 Grupo TAP 7

8 Entrevista com Fernando Pinto, Presidente do Conselho de Administração Executivo A TAP obteve em 2010 o melhor resultado de sempre, atingindo também o recorde de passageiros transportados mais de 9 milhões e ainda uma taxa de ocupação dos voos de 74,5%, mais 6% do que no ano anterior. O balanço é francamente positivo? Estes números significam uma aposta correcta da TAP na manutenção da estratégia de crescimento, num ano em que as economias europeias estavam a arrefecer e Portugal começava a demonstrar algumas fragilidades. Apesar disso, apostámos em novos destinos (Marraquexe e Argel) e aumentámos a oferta em algumas rotas, numa política de continuidade sempre dentro da perspectiva de crescimento. De qualquer forma, procurámos ter sempre um crescimento cuidadoso, para que pudéssemos atingir um melhor aproveitamento dos assentos oferecidos, competindo melhor também no preço, para fazer face a um mercado cada vez mais difícil. A estratégia foi acertada, o que é demonstrado por estes bons resultados. Quero referir que a actividade em 2010 não foi positiva só em termos de TAP, S.A., a maioria das empresas do Grupo contribuíram positivamente. Destaco que, com estes resultados, a TAP, S.A. voltou a registar uma situação líquida positiva e isso é muito importante, ainda para mais num ano em que se prepara para um processo de privatização. A taxa de ocupação de 74,5% está já dentro da média da AEA. Pode ainda ser melhorada? Já estamos muito perto do limite que o mercado português e o hub de Lisboa permitem atingir. Outras empresas na Europa conseguem atingir taxas de ocupação próximas dos 80 por cento, mas estão inseridas em mercados com outro nível de densidade, com taxas de ocupação semelhantes tanto na ida, como na volta. As nossas não são tão equilibradas, existe essa diferença. É possível melhorar um pouco mais, mas não tanto como gostaríamos. Mantemos a ideia de que este ano vai ser possível continuar a crescer sem aumentar a frota, antes com a sua melhor utilização e um melhor aproveitamento do espaço. Os combustíveis foram responsáveis por uma factura de 523 milhões de euros, mais 45% do que em Ainda assim, os resultados foram francamente melhores Exactamente porque conseguimos um melhor aproveitamento dos assentos oferecidos. Tivemos a possibilidade de, com a mesma oferta, termos uma quantidade maior de passageiros nos nossos aviões, e isso permitiu-nos também ter um consumo de combustível por passageiro mais diluído. Investimos também na substituição de aviões antigos por novos, mais eficientes. Os seis novos A320 trouxeram um ganho de eficiência de oito por cento e mantivemos o nosso programa de Fuel Conservation, que nos tem trazido excelentes resultados e que tem sido fundamental. Basicamente, apesar de um aumento da factura de combustível, registámos ganhos de eficiência, com melhor planeamento das rotas e da oferta. Outros factores contribuíram para que 2010 pudesse ter sido um ano negro, como a nuvem de cinzas vulcânicas, que provocou o maior bloqueio da aviação comercial na Europa desde a II Guerra Mundial. Como é que a TAP lidou e conseguiu ultrapassar esse factor? Foi extremamente desgastante. No início do problema, a nuvem não teve influência directa no espaço aéreo de Portugal, mas sim na Europa Central. Mas como a maior parte do nosso tráfego é de ligação, nós não recebíamos alimentação para os nossos voos e não podíamos também distribuir os nossos passageiros que vinham do longo curso para os destinos finais. Numa segunda vaga, a nuvem já esteve sobre Portugal e tivemos prejuízos maiores e dificuldades acrescidas. Toda essa situação causou enormes prejuízos, quase mil voos foram cancelados, mas conseguimos gerir muito bem a comunicação e a relação com os nossos passageiros. Recorremos a canais modernos e actuais, utilizámos o Facebook e outras redes sociais para conversar com os clientes. Foi um momento preocupante, em que as empresas de transporte aéreo perderam centenas de milhões de euros, mas diria que na TAP nos saímos muito bem em termos de relacionamento com o cliente. Recordo que, em 2010, verificaram-se ainda outras perturbações à operação, como greves dos controladores aéreos espanhóis e franceses, nevões na Europa e depois nos Estados Unidos Apesar de tudo isso, a TAP conseguiu ultrapassar todas as contrariedades. Essas situações provocaram um prejuízo grande mas, pela boa imagem que conseguimos assegurar, foi possível recuperarmos. Como referiu, a TAP conseguiu encontrar novos canais para comunicar com os clientes. Em situações como o vulcão há sempre ruptura nos canais tradicionais. Como assistiu a esse processo e de que forma se envolveu? Desenvolveu-se tudo muito rapidamente. O Facebook surgiu inicialmente como canal de promoção, mas ganhámos muitos fãs rapidamente e iniciámos com eles um processo de comunicação muito ágil e eficaz. Hoje, temos mais de 140 mil fãs no Facebook, a comunicação é muito diferente, está montado dentro da Empresa um novo processo para tornar possível uma resposta rápida a qualquer solicitação, é um processo que trouxe agilidade à Empresa e uma maior proximidade com o cliente. A TAP, mesmo a nível internacional, foi pioneira na utilização das redes sociais, é algo extremamente importante para nós, somos uma Empresa mais jovem. Nas novas tecnologias, devo ainda referir que, em 2010, a TAP sofreu um grande processo de transformação para a adopção de um novo sistema de reservas com muitas novas funcionalidades, que utiliza uma plataforma comum com a STAR Alliance, potencia as vendas, confere mais facilidade de uso A Condé Nast Traveler distinguiu a TAP como melhor companhia aérea do mundo em 2010 e o World Travel Award para a Companhia Aérea Líder Mundial para a América do Sul voltou a ser ganho pela TAP. Estes prémios continuam a ter significado? São muito importantes, é isso que nós perseguimos o tempo todo, termos clientes satisfeitos e que escolham a TAP como a sua preferida. Os clientes acabam por ser, também, parceiros da Empresa e nós precisamos de ir mais longe ainda, temos de estar sempre entre as melhores companhias do mundo em qualidade do serviço, para nos destacarmos. Só assim continuamos a ter uma participação importante num mercado cada vez mais concorrencial. 8 Grupo TAP Relatório Anual 2010

9 Passando ao Grupo TAP, a Manutenção & Engenharia Brasil (TAP M&E Brasil) não atingiu ainda, em 2010, o desejado equilíbrio, apesar de alguns dados positivos, como a obtenção da qualificação de Centro de Serviços Autorizados pela Embraer. Algo está ainda a falhar na TAP M&E Brasil? Sempre afirmámos que a TAP M&E Brasil é um investimento estratégico de longo prazo e sempre fomos muito cuidadosos relativamente aos resultados previstos foi um ano de muitas mudanças para a empresa, não foi apenas o importante reconhecimento pela Embraer, mas todo um processo de adequação, principalmente adoptando um conjunto de procedimentos padrão seguidos pela TAP M&E Portugal e toda uma revolução em termos estruturais. Prosseguimos o programa de redução de custos e foi feito um trabalho muito grande em termos de garantia da qualidade dos serviços prestados, procurando com isso consolidar uma base sólida de clientes, que ficassem ligados à empresa por muitos anos. Esse foi o principal investimento, que se tem verificado e vai continuar a verificar-se, e isso vai viabilizar a empresa. Não tenho dúvidas de que os resultados de 2011 já serão bem melhores e em 2012 melhores ainda, é um processo de crescimento e amadurecimento, a empresa está cada vez melhor. O resultado ainda não o demonstra, regista também perdas extraordinárias, mas chegará a um equilíbrio de exploração. Hoje, já temos um grande orgulho na qualidade do serviço que a empresa presta, no cumprimento de prazos, satisfação do cliente É um grande investimento e nunca podemos esquecer que a grande razão para que seja feito passa pelas nossas limitações de crescimento aqui em Lisboa. Sem a TAP M&E Brasil, estaríamos a rejeitar novos clientes. Hoje, trazemos clientes de maior valor agregado para a TAP Portugal, com maiores margens, e levamos alguns serviços da TAP para o Brasil, até pelas vantagens em termos de custo. Podemos potenciar ainda melhor essas sinergias. E quanto à Groundforce? A Groundforce vem melhorando muito, desde logo na qualidade do serviço prestado, tanto na área de bagagens, em que a TAP se colocou finalmente na média europeia em termos de rede geral (na competição entre hubs, ficamos acima da média). Em termos de pontualidade, a TAP hoje está melhor que a média Europeia. Entrámos no caminho certo. Em termos de eficiência e custos, 2010 trouxe melhores resultados de exploração. O encerramento da escala de Faro, verificado no final do ano, só se reflectiu integralmente em termos de custos no ano de O equilíbrio que essa medida traz às contas da empresa só vai ter efeitos em Preparámos o processo de venda da Groundforce a que estamos obrigados e os factores que referi valorizam a empresa como um todo. Como viu o mercado em 2010? Houve estabilidade no mercado português. A concorrência é cada vez mais agressiva, mas isso é bom e faz-nos melhorar, desde que existam regras claras e transparentes, o que por vezes não acontece. Disse recentemente que a TAP estava no momento ideal para ser privatizada. O ano de 2010 foi determinante para isso? Se olhar em termos históricos, a Empresa vem sempre melhorando em todos os níveis, o hub de Lisboa tornou-se uma realidade e revelou-se extremamente competitivo, servindo a Europa, a América do Sul e África. A TAP ocupa uma posição extremamente importante no Atlântico Sul e África. Somos o maior transportador da Europa para o Brasil e também muito importantes para África. Isso faz com que o nosso posicionamento em termos de Europa seja altamente estratégico. Quem queira aliar-se à TAP estará a aliar-se com um dos mais importantes players do mercado nestes enormes nichos. É também de destacar que a TAP está bem organizada e já é uma das empresas mais eficientes da Europa, quando avaliada por vários indicadores. A TAP é uma das quatro companhias de rede mais eficientes da Europa. Tudo isso faz a TAP muito apetecível. Que mensagem quer deixar aos diversos stakeholders? Os nossos clientes são a nossa razão de existir e já são mais de 9 milhões. Quero agradecer-lhes a preferência e a confiança em nós depositada. Temos trabalhado muito para melhorar cada vez mais a qualidade do serviço e tenho de agradecer aos trabalhadores pela dedicação e pela procura permanente do aperfeiçoamento. Por fim, toda a Empresa procurou acrescentar valor para o accionista, ao qual agradeço todo o apoio manifestado. Deixo ainda um especial agradecimento ao Conselho Geral e de Supervisão da TAP, na pessoa do seu Presidente, Professor Pinto Barbosa, que muito tem contribuído e ajudado para fazermos melhor. Relatório Anual 2010 Grupo TAP 9

10 10 Grupo TAP Relatório Anual 2010

11 Estrutura Accionista do Grupo TAP a 31 Dezembro 2010 No final de 2010, o Grupo das empresas que se encontravam no perímetro de consolidação da holding TAP era constituído pela TAP Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, S.A. e subsidiárias, de acordo com a organização representada no esquema. TAP, SGPS, S.A. 100% Parpública 100% 100% TAP, S.A. 100% * TAPGER, S.A. Portugália, S.A. TAP Transporte Aéreo TAP Manutenção e Engenharia TAP Serviços 99% 1% Aero-LB, S.A. 98,64% TAP Manutenção e Engenharia Brasil, S.A. 6% 43,9% 50,1% SPdH, S.A. Cateringpor Lojas Francas Megasis UCS 51% 51% 100% 100% * Controlo detido por entidade independente, de acordo com determinação da Autoridade da Concorrência. Relatório Anual 2010 Grupo TAP 11

12 Governo da Sociedade Modelo de Governo Societário O modelo de Governo Societário adoptado pela TAP desde 2006, tem contribuído significativamente para a consolidação de uma prática de gestão baseada nos princípios de accountability. A coexistência, numa mesma estrutura de governação, do Conselho de Administração Executivo, do Conselho Geral e de Supervisão e das Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário possibilitou, por via da especialização orgânica, uma mais eficaz separação das funções de gestão executiva e de supervisão da sociedade. No exercício destas funções, o Governo Societário da TAP conta ainda com o Revisor Oficial de Contas (Órgão de Fiscalização) e com a assessoria de um Auditor Externo. A informação sobre regulamentos, Estatutos e actividade dos Órgãos Sociais da Empresa pode ser obtida através da consulta do website do Grupo TAP [ ] Grupo TAP Relatório Anual 2010

13 Órgãos Sociais TAP Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, S.A. TAP, S.A. Por deliberação em Assembleia Geral de 2 de Junho de 2009, para o triénio Mesa da Assembleia Geral Presidente Dr. Paulo Manuel Marques Fernandes Vice-Presidente Dr. António Lorena de Sèves Secretário Dr.ª Orlanda do Céu S. Sampaio Pimenta d' Aguiar Estrutura dos Conselhos de Administração Executivos, dos Conselhos Gerais e de Supervisão e das Comissões Especializadas Conselho de Administração Executivo Presidente Eng.º Fernando Abs da Cruz Souza Pinto 1 Vogal Eng.º Fernando Jorge Alves Sobral 2 Vogal Dr. Luís Manuel da Silva Rodrigues 3 Vogal Eng.º Luiz da Gama Mór 4 Vogal Eng.º Manoel José Fontes Torres 5 Vogal Dr. Michael Anthony Conolly 6 Por deliberação do Conselho Geral e de Supervisão, em reunião de 26 de Junho de Comissão Especializada de Auditoria Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva Comissão Especializada de Sustentabilidade e Governo Societário Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa Dr. Carlos Alberto Veiga Anjos Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção Dr. Luís Manuel dos Santos Silva Patrão Dr.ª Maria do Rosário Miranda Andrade Ribeiro Vítor Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva Dr. Vítor José Cabrita Neto Secretário da Sociedade Por deliberação do Conselho de Administração Executivo, em reunião de 23 de Junho de Conselho Geral e de Supervisão Presidente Professor Doutor Manuel Soares Pinto Barbosa 7 Vogal Dr. Carlos Alberto Veiga Anjos 8 Vogal Professor Doutor João Luís Traça Borges de Assunção 9 Vogal Dr. Luís Manuel dos Santos Silva Patrão 10 Vogal Dr.ª Maria do Rosário Miranda Andrade Ribeiro Vítor 11 Vogal Dr. Rui Manuel Azevedo Pereira da Silva 12 Vogal Dr. Vítor José Cabrita Neto 13 Secretário da Sociedade Dr.ª Orlanda do Céu S. Sampaio Pimenta d' Aguiar Secretário da Sociedade Suplente Dr.ª Alda Maria dos Santos Pato Relatório Anual 2010 Grupo TAP 13

14 Reuniões dos Conselhos de Administração Durante o ano de 2010, foram realizadas 16 reuniões pelo Conselho de Administração Executivo da TAP, SGPS, S.A. e 23 reuniões pelo Conselho de Administração Executivo da TAP, S.A.. Principais Deliberações dos Conselhos de Administração Executivos em 2010 TAP, SGPS, S.A. Implementação do Programa transversal de Redução de Custos em todas as empresas do Grupo TAP Extinção da Reaching Force, SGPS, S.A. Fusão por incorporação na TAP, SGPS, S.A. TAP, S.A. Remunerações fixadas para o triénio 2006/2008 (in Acta nº 1/2007 da Comissão de Vencimentos da TAP, S.A.) Cf. Deliberação Social Unânime por Escrito de 29 de Julho de 2009, ( ) para o triénio não haverá alteração do estatuto remuneratório ( ). Conselho de Administração Executivo Presidente Compensação Fixa Reestruturação organizacional da TAP Manutenção e Engenharia Portugal e TAP Manutenção e Engenharia Brasil Remuneração Fixa: Remuneração mensal ilíquida de EUR , paga em 14 meses por ano. Programa de Redução de Custos Extinção da AP Tours fusão por incorporação na TAP, S.A. Subsídio de Refeição: Aplicação do Acordo de Empresa para trabalhadores no activo do quadro permanente. Compensação Variável Fiscalização da Sociedade Revisor Oficial de Contas Por deliberação em Assembleia Geral de 2 de Junho de 2009, para o triénio Compensação Variável de Curto Prazo: Atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis anualmente, tendo como limite máximo anual 75% do valor total da Compensação Fixa Anual. Compensação Variável de Longo Prazo: Atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis plurianuais (mandato) tendo como limite máximo 75% do valor total da Compensação Fixa acumulada do mandato. Efectivo Oliveira, Reis & Associados representada pelo Dr. José Vieira dos Reis Suplente Dr. Fernando Marques Oliveira Estatuto Remuneratório dos Órgãos Sociais ρ ρ As remunerações dos Órgãos Sociais da TAP são fixadas pela Assembleia Geral (cf. Artigo 11º dos Estatutos da TAP, SGPS). Os membros do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão são remunerados, exclusivamente, pelas funções exercidas na TAP, S.A., não auferindo qualquer remuneração pelas funções exercidas, na TAP, SGPS ou em qualquer outra empresa do Grupo TAP. Benefícios Seguros de vida, saúde e acidentes pessoais: Em vigor na Empresa, seguindo o modelo aplicável a todos os trabalhadores. Política automóvel: Atribuição de uma viatura de serviço até ao limite de renda de EUR 1.260, incluindo despesas de seguro automóvel e manutenção, pelo período de 3 anos, abrangendo a utilização de via verde, parqueamento e combustível (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com combustível foi fixado em EUR 4.000). Despesas telefónicas: Utilização de telemóvel de serviço (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com utilização de telefone móvel foi fixado em EUR 9.000). Cartão de crédito da Empresa: Exclusivamente para fazer face a despesas documentadas inerentes ao exercício das respectivas funções ao serviço da Empresa. Vogais Compensação Fixa Remuneração Fixa: Remuneração mensal ilíquida de EUR , paga em 14 meses por ano. Subsídio de Refeição: Aplicação do Acordo de Empresa para trabalhadores no activo do quadro permanente. 14 Grupo TAP Relatório Anual 2010

15 Remunerações fixadas para o triénio 2006/2008 (in Acta nº 1/2007 da Comissão de Vencimentos da TAP, S.A.) Compensação Variável Compensação Variável de Curto Prazo: Atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis anualmente, tendo como limite máximo anual 75% do valor total da Compensação Fixa Anual. Compensação Variável de Longo Prazo: Atribuição de componente variável da remuneração de acordo com o cumprimento de objectivos mensuráveis plurianuais (mandato) tendo como limite máximo 75% do valor total da Compensação Fixa acumulada do mandato. Benefícios Cf. Deliberação Social Unânime por Escrito de 29 de Julho de 2009, ( ) para o triénio não haverá alteração do estatuto remuneratório ( ). Mesa da Assembleia Geral Presidente: Senha de presença, no valor ilíquido de EUR 640. Vice-Presidente: Senha de presença, no valor ilíquido de EUR 400. Seguros de vida, saúde e acidentes pessoais: Em vigor na Empresa, seguindo o modelo aplicável a todos os trabalhadores. Política automóvel: Atribuição de uma viatura de serviço até ao limite de renda de EUR 865, incluindo despesas de seguro automóvel e manutenção, pelo período de 3 anos, abrangendo a utilização de via verde, parqueamento e combustível (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com combustível foi fixado em EUR 4.000). Despesas telefónicas: Utilização de telemóvel de serviço (em cumprimento do disposto nos artigos 32º e 33º do DL nº 71/2007 de 27 de Março, o limite máximo anual para gastos com utilização de telefone móvel foi fixado em EUR 9.000). Cartão de crédito da Empresa: Exclusivamente para fazer face a despesas documentadas inerentes ao exercício das respectivas funções ao serviço da Empresa. Secretário: Senha de presença, no valor ilíquido de EUR 330. Revisor Oficial de Contas A remuneração regula-se pelos valores apontados no referencial indicativo recomendado pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (Artigo 60º do DL nº 487/99 de 16 de Novembro): montante anual de EUR , acrescido de IVA nos termos legais. Por Deliberações Sociais Unânimes por Escrito de 14 de Maio de 2009 e de 29 de Julho de 2009, os administradores originariamente não residentes em Portugal gozam do direito a ser abonados por despesas de alojamento ao abrigo do Estatuto do Pessoal Deslocado conferido aos trabalhadores da TAP, S.A.. Conselho Geral e de Supervisão Presidente: Remuneração mensal ilíquida de EUR 6.000, paga em 14 meses por ano. Vogais: Remuneração mensal ilíquida de EUR 4.000, paga em 14 meses por ano. Aos membros do Conselho Geral e de Supervisão que têm participação efectiva nas Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário, é-lhes atribuída uma remuneração mensal complementar de EUR Relatório Anual 2010 Grupo TAP 15

16 Remunerações auferidas em 2010 Conselho Geral e de Supervisão EUR Manuel Pinto Barbosa (Presidente) Carlos Veiga Anjos (Vogal) João Borges de Assunção (Vogal) Vítor Cabrita Neto (Vogal) Luís Patrão * (Vogal) Rui Azevedo Pereira da Silva (Vogal) Maria do Rosário Ribeiro Vítor (Vogal) 1. Remunerações 1.1. Remuneração base *** , , , , , , Acumulação de funções de gestão 1.3. Remuneração complementar 1.4. Prémios de gestão ( meses) 1.5. Outras (identificar detalhadamente) 2. Outras regalias e compensações * Por opção própria, não recebe remuneração. *** A redução prevista na Lei 12-A/2010 de 30 Junho constará dos dados do Relatório Anual Gastos de utilização de telefones 2.2. Valor de aquisição, pela empresa, da viatura de serviço 2.3. Valor do combustível gasto com a viatura de serviço 2.4. Subsídio de deslocação 2.5. Subsídio de refeição 2.6. Outros (identificar detalhadamente) 3. Encargos com Benefícios Sociais 3.1. Segurança social obrigatório , , , , , Seguros de saúde 3.3. Seguros de vida 3.4. Outros (identificar detalhadamente) 4. Informações Adicionais 4.1. Opção pelo vencimento de origem (s/n) Não Não Não Não Sim Não Não 4.2. Regime Segurança Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social 4.3. Cumprimento do n.º 7 da RCM 155/2005 Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.4. Ano de aquisição de viatura pela empresa 4.5. Exercício opção aquisição de viatura de serviço Não Não Não Não Não Não Não 4.6. Usufruto de casa de função Não Não Não Não Não Não Não 4.7. Exercício de funções remuneradas fora grupo Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.8. Outras (identificar detalhadamente) Conselho de Administração Executivo EUR Fernando Pinto (Presidente) Michael Conolly (Vogal) Luiz Mór (Vogal) Fernando Jorge Sobral (Vogal) Manoel Torres (Vogal) Luís Silva Rodrigues (Vogal) 1. Remunerações 1.1. Remuneração base *** , , , , , , Acumulação de funções de gestão 1.3. Remuneração complementar 1.4. Prémios de gestão 1.5. Outras (identificar detalhadamente) *** A redução prevista na Lei 12-A/2010 de 30 Junho constará dos dados do Relatório Anual Outras regalias e compensações 2.1. Gastos de utilização de telefones 9.124, , , , , , Valor de aquisição, pela empresa, da viatura de serviço 2.3. Valor do combustível gasto com a viatura de serviço ** , , , , , Subsídio de deslocação 2.5. Subsídio de refeição 1.062, , ,08 973, , , Outros (renting da viatura de serviço) , , , , , ,74 ** Utilização partilhada com Serviços Gerais de Apoio aos Órgãos Sociais 3. Encargos com Benefícios Sociais 3.1. Segurança social obrigatório , , , , , , Seguros de saúde 896,00 896,00 896,00 896,00 896,00 896, Seguros de vida , , , , , , Outros (Seguro Acidentes Pessoais) 985,65 985,65 985,65 985,65 985,65 985,65 4. Informações Adicionais 4.1. Opção pelo vencimento de origem (s/n) Não Não Não Não Não Não 4.2. Regime Segurança Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social Seg. Social 4.3. Cumprimento do n.º 7 da RCM 155/2005 Sim Sim Sim Sim Sim Sim 4.4. Ano de aquisição de viatura pela empresa 4.5. Exercício opção aquisição de viatura de serviço Não Não Não Não Não Não 4.6. Usufruto de casa de função Não Não Não Não Não Não 4.7. Exercício de funções remuneradas fora grupo Não Não Não Não Não Não 4.8. Outras Pagamento Despesas Alojamento em Portugal (valor líquido) , , , ,72 16 Grupo TAP Relatório Anual 2010

17 Remunerações 2010 EUR Presidente Vice-Presidente Secretário Mesa da Assembleia Geral Senhas de Presença TAP, SGPS, S.A. 640,00 400,00 330,00 Senhas de Presença TAP, S.A. 640,00 400,00 330,00 Revisor Oficial de Contas Remuneração Contratual TAP, SGPS, S.A. (líquida de IVA) ,00 Remuneração Contratual TAP, S.A. (líquida de IVA) ,00 Regulamentos internos a que a Empresa está sujeita A gestão de risco, enquanto pilar da cultura empresarial do Grupo TAP, é inerente a todos os processos de gestão e é assumida como uma preocupação constante de todos os gestores, bem como dos colaboradores do Grupo, através da identificação, gestão e controlo das incertezas e das ameaças que podem afectar os diversos negócios, numa perspectiva de continuidade das operações e de aproveitamento de oportunidades de negócio. Entretanto, a Empresa tem vindo a desenvolver e a implementar um conjunto de Regulamentos Internos, que consubstanciam Códigos de Conduta e Boas Práticas, dos quais se destacam, pela sua importância: O Código de Ética Enquanto declaração de princípios, ideário e carta de intenções, o Código de Ética é um documento em que a Empresa estabelece objectivos de carácter ético e comportamental no negócio com os seus stakeholders, isto é, com os fornecedores, trabalhadores e/ou com clientes, instituições financeiras, comunidade local, economia nacional, entre outros. Contém uma declaração de objectivos a missão da Empresa, os princípios éticos fundamentais e a concretização daquela missão e destes objectivos em áreas específicas de particular interesse, procurando salvaguardar os princípios da transparência e da independência nos negócios por parte dos diferentes intervenientes nos mesmos; As Directivas e Competências de Compras e Vendas Às áreas de compras, enquanto serviços responsáveis pelo processo de aprovisionamento, compete zelar pelo cumprimento da legislação aplicável, bem como das directivas em vigor na TAP, nos seus respectivos domínios de intervenção. O regulamento prevê as delegações de competência, de modo a dar execução às diferentes responsabilidades na vertente de aquisição no seio da Empresa; As Directivas Financeiras (Sede e Representações) Com o objectivo de garantir um eficaz controlo interno, no âmbito das actuações da função financeira, tem a Empresa vertido, também em regulamento interno, a actuação e delegação de competências nesta vertente; O Regulamento de Contratualização Através do estabelecimento de Acordos de Permuta, a Empresa constituiu um Regulamento para o estabelecimento de contratos pelos quais as partes se obrigam a trocar serviços entre si. São susceptíveis de troca todos os serviços que puderem ser transaccionados, avaliando com critério as situações de bens diferentes em utilidade e/ou valor. A Auditoria Interna, enquanto actividade sujeita aos normativos internacionais, que gerem a profissão, cumpre com os standards do IIA (Institute of Internal Auditors), no que respeita às Normas de Atributo obrigatório: Norma 1000 Propósito, Autoridade e Responsabilidade Norma 1100 Independência e Objectividade Norma 1200 Proficiência e Zelo Profissional Norma 1300 Garantia de Qualidade e Programas de Melhoria De igual modo, em articulação com o IPAI (Instituto Português de Auditores Internos), promove o benchmarking das melhores práticas da profissão e estimula a formação dos seus profissionais. Código de Ética O Código de Ética do Grupo é um documento vivo que, enquanto declaração de princípios e orientações para a acção, entre os trabalhadores, Órgãos Sociais, entre as Empresas do Grupo e os seus stakeholders, exige uma avaliação constante quer do seu cumprimento, quer das matérias a integrar ou clarificar no seu normativo. Assim, o Código de Ética é um processo de melhoria, nomeadamente na sua adaptação a novas realidades, tais como a da actuação em redes sociais. A aprovação de algumas destas alterações prevê-se que se conclua já no início do ano de O Código de Ética está disponível para consulta no site oficial da TAP [ ] (in Grupo TAP ). Relatório Anual 2010 Grupo TAP 17

18 Princípios de Bom Governo Avaliação do grau de cumprimento dos princípios de Bom Governo a que a TAP se encontra obrigada de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros Nº 49/2007. Princípios de Bom Governo Recomendações Grau de Cumprimento Referência no Relatório Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação Obrigação de cumprimento, respeito e divulgação, da missão, objectivos e políticas, para si e para as participadas que controla, fixados de forma económica, financeira, social e ambientalmente eficiente; Cumprido Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Elaboração de orçamentos adequados aos recursos e fontes de financiamento disponíveis, tendo em conta a sua missão e aos objectivos fixados; Cumprido Relatório Anual Adopção de planos de igualdade, de modo a alcançar uma efectiva igualdade de tratamento e de oportunidades entre homens e mulheres, eliminando a discriminação em razão de sexo e permitindo a conciliação da vida pessoal, familiar e profissional; Cumprido Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Código de Ética Reporte de informação anual à tutela e ao público em geral, de como foi prosseguida a missão, grau de cumprimento dos objectivos, forma de cumprimento da política de responsabilidade social e de desenvolvimento sustentável e forma de salvaguarda da sua competitividade; Cumprido Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Cumprimento de legislação e regulamentação, aplicável aos três eixos de sustentabilidade, económico, ambiental e social; Cumprido Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Obrigação de tratamento com respeito e integridade de todos os trabalhadores e contribuir para a sua valorização pessoal; Cumprido Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Código de Ética Obrigação de tratamento com equidade de clientes, fornecedores e demais titulares de direitos legítimos. Cumprido Código de Ética Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade Estruturas de Administração e Fiscalização O modelo de governo deve assegurar a efectiva segregação de funções de administração e fiscalização; Cumprido Relatório Anual Relatório do Governo Societário e de Sustentabilidade (existência do Modelo Dualista de Gestão) Empresas de maior dimensão e complexidade devem ter as contas auditadas por entidades independentes com padrões idênticos aos praticados para empresas admitidas à negociação em mercados regulamentados, devendo os membros do órgão de fiscalização ser os responsáveis pela selecção, confirmação e contratação de auditores, pela aprovação de eventuais serviços alheios à função de auditoria e ser os interlocutores empresa/auditores. Cumprido Conforme relatório de actividades do Conselho Geral e de Supervisão Remuneração e Outros Direitos Divulgação anual das remunerações totais (fixas e variáveis) auferidas por cada membro do órgão de administração; Cumprido Website da TAP Relatório Anual Divulgação anual das remunerações auferidas por cada membro do órgão de fiscalização; Cumprido Website da TAP Relatório Anual Divulgação anual dos demais benefícios e regalias (seguros de saúde, utilização de viatura e outros benefícios concedidos pela Empresa). Cumprido Website da TAP Relatório Anual Prevenção de conflitos de interesses Obrigação dos membros dos órgãos sociais de se absterem de intervir em decisões que envolvam o seu próprio interesse; Cumprido Código de Ética Estatutos Obrigação dos membros dos órgãos sociais de declararem quaisquer participações patrimoniais importantes que detenham na Empresa; Cumprido No cumprimento de obrigações legais, comunicação ao Tribunal de Contas, ao Tribunal Constitucional e outros Obrigação dos membros dos órgãos sociais de declararem relações relevantes que mantenham com fornecedores, clientes, IC s ou outros, susceptíveis de gerar conflito de interesse. Cumprido Código de Ética Estatutos Divulgação de informação relevante Comunicar, de imediato, todas as informações de que tenham conhecimento, susceptíveis de afectar de modo relevante a situação económica, financeira e patrimonial da Empresa; Cumprido Código de Ética Disponibilizar para divulgação no sítio das empresas do Estado, de forma clara, relevante e actualizada, toda a informação antes enunciada, a informação financeira histórica e actual da Empresa e a identidade e os elementos curriculares de todos os membros dos seus órgãos sociais; Cumprido Ligação do website da TAP com o site da Parpública Incluir no Relatório de Gestão ponto relativo ao governo da sociedade (regulamentos internos e externos a que está sujeita, informações sobre transacções relevantes com entidades relacionadas, remunerações dos membros dos órgãos, análise de sustentabilidade e avaliação do grau de cumprimento dos PBG). Cumprido Relatório Anual Nota: O Código de Ética e os Estatutos encontram-se disponíveis no website da TAP 18 Grupo TAP Relatório Anual 2010

19 Lista dos fornecedores que representam mais de 5% do total dos fornecimentos e serviços externos da Empresa Fornecedor EUR milhões % Petrogal Petróleos de Portugal 208, Eurocontrol UE 90,552 6 ANA Aeroportos de Portugal 87,398 6 SPdH, S.A. 79,868 5 Petrobras Distribuidora, S.A. 69,697 5 Funções exercidas por membros dos Órgãos Sociais em outras Sociedades Eng.º Fernando Abs da Cruz Souza Pinto Presidente do Conselho de Administração da TAP, S.A. Presidente do Conselho de Administração da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Presidente do Conselho de Administração da TAPGER Sociedade de Gestão e Serviços, S.A. Eng.º Fernando Jorge Alves Sobral Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Dr. Luís Manuel da Silva Rodrigues Administrador Executivo da TAP, S.A. Presidente do Conselho de Administração da TAP Manutenção e Engenharia Brasil, S.A. (ex-vem) Administrador Não Executivo da SPdH Serviços Portugueses de Handling, S.A. Eng.º Luiz da Gama Mór Administrador Executivo da TAP, S.A. Presidente do Conselho de Administração da CATERINGPOR Catering de Portugal, S.A. Presidente do Conselho de Administração da L.F.P. Lojas Francas de Portugal, S.A. Eng.º Manoel José Fontes Torres Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Dr. Michael Anthony Conolly Administrador Executivo da TAP, S.A. Administrador Não Executivo da Portugália Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos, S.A. (PGA) Administrador Não Executivo da TAPGER Sociedade de Gestão e Serviços, S.A. Presidente do Conselho de Administração da U.C.S. Cuidados Integrados de Saúde, S.A. Presidente do Conselho de Administração da MEGASIS Sociedade de Serviços e Engenharia Informática, S.A. Relatório Anual 2010 Grupo TAP 19

20 Principais elementos curriculares e actividades profissionais exercidas pelos Membros do Órgão de Governação Conselho Geral e de Supervisão Manuel Pinto Barbosa Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Maio 1944 Nomeado Presidente do Conselho de Administração da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A. (entre Setembro 2004 e Dezembro 2006) e Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Presidente das Comissões Especializadas de Auditoria e de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006). Actividade Profissional: Presidente do Conselho de Administração, Nova Forum (2005) Administrador Não Executivo, PTII ( ) Membro do Comité de Assessores, Barclays Bank ( ) Administrador Não Executivo, Portucel Industrial ( ) Membro, Conselho Directivo da Fundação Luso-Americana ( ) Vice-Presidente, Conselho Económico e Social ( ) Membro, Comissão de Peritos do programa ACE (CEE) (1990) Membro, Comissão de Peritos da Fundação Tinker (1989) Membro, Comissão de Peritos do programa SPES (CEE) (1989) Membro, Comissão encarregada da negociação do Acordo de Defesa Portugal-EUA ( ) Sócio fundador, Associação para o Estudo das Relações Internacionais ( ) Consultor, Associação Industrial Portuguesa ( ) Oficial da Reserva Naval, Armada Portuguesa ( ). Cargos Universitários: Membro da Comissão Instaladora, Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL) Director em exercício, FEUNL Professor Catedrático, FEUNL Vice-Reitor, Universidade Nova de Lisboa (UNL) Reitor, UNL Vice-Presidente, UNICA, rede de universidades das capitais da Europa Membro, Comissão Instaladora da Faculdade de Direito da UNL Pró-Reitor de Assuntos Internacionais, Universidade Gama Filho (Brasil). Outras Actividades: Docência e investigação científica Regente de cursos e seminários, de graduação e pós-graduação (nas áreas de Macroeconomia, Teoria e Política Monetária, Comércio e Finanças Internacionais) na UNL e noutras universidades Coordenador de projectos de investigação aplicada, nos domínios de Relações Externas de Portugal, Mercado de Activos e Sistemas Financeiros, Estabilização Macroeconómica. É licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), Universidade Técnica de Lisboa Mestrado, Yale University Doutoramento, Yale University Agregação, UNL. Carlos Alberto Veiga Anjos Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: Setembro 1942 Nomeado Membro do Conselho Geral e de Supervisão da TAP, S.A. e da TAP, SGPS, S.A., Membro da Comissão de Sustentabilidade e Governo Societário (desde Dezembro 2006), Membro da Comissão Especializada de Auditoria da TAP, SGPS, S.A. (Dezembro 2006-Junho 09). Actividade Profissional: Presidente do Conselho de Administração, Hidroeléctrica de Cahora Bassa, S.A. ( ) Presidente do Conselho de Administração e Administrador, Siderurgia Nacional, SGPS e Empresas do grupo ( ) Por inerências de funções, representante de Portugal no Comité Consultivo da CECA Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e no IISI International Iron and Steel Institute Administrador-Delegado, SOPONATA Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, S.A.; Administrador, CIVE Companhia Industrial de Vidros de Embalagem, S.A., em representação do IPE ( ) Administrador-Delegado, Companhia de Celulose do Caima, S.A.; Presidente, ACEL Associação Portuguesa dos Produtores de Celulose; representante de Portugal no board da CEPI Confederation of European Paper Industry ( ) Administrador, EDM Empresa de Desenvolvimento Mineiro, S.A., com forte envolvimento no processo de criação da SOMINCOR ( ) Administrador, Ferrominas, E.P. ( ) Administrador, Director Financeiro e Chefe de Serviços, Lusalite Sociedade Produtora de Fibrocimento, S.A. ( ). É licenciado em Finanças pelo ISCEF, Universidade Técnica de Lisboa. 20 Grupo TAP Relatório Anual 2010

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DADOS PESSOAIS MIGUEL EIRÓ. Miguel Camargo de Sousa Eiró, nascido em 30 de Junho de 1949, em Lisboa, casado, DADOS PESSOAIS MIGUEL EIRÓ Miguel Camargo de Sousa Eiró, nascido em 30 de Junho de 1949, em Lisboa, casado, BI n.º 312401, emitido em 27/02/08 por Lisboa, NIF 116203072, com domicílio profissional na Av.

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