Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina"

Transcrição

1 IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de susenabilidade fiscal para América Laina Luís Anônio Sleimann Berussi UNISINOS/UPF Divanildo Triches IPES/UCS/PPGE/UNISINOS Novembro de 29 Texo nº 38

2 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 2 UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL REITOR Prof. Isidoro Zorzi VICE-REITOR Prof. José Carlos Avino CENTRO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, CONTÁBEIS, E COMÉRCIO INTERNACIONAL Prof a Maria Carolina Rosa Gullo INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS E SOCIAIS Prof Dr.Divanildo Triches PROFESSORES PESQUISADORES Divanildo Triches Enrique Pereira de Almeida Mosar Leandro Ness Wilson Luís Caldar AUXILIARES DE PESQUISA Marli Teresinha Giani TEXTO PARA DISCUSSÃO Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais e do Cenro de Ciências Econômicas, Conábeis e Comércio Inernacional da Universidade de Caxias do Sul, para divulgar, em versão preliminar, a produção cienífica e acadêmica de professores, alunos e, ambém, rabalhos apresenados em seminários e esudos feios por pesquisadores e convidados de ouras insiuições. ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Cenro de Ciências Econômicas, Conábeis e Comércio Inernacional Universidade de Caxias do Sul Rua Francisco Geúlio Vargas, , Caxias do Sul RS ou: Caixa Posal 352 CEP , Bloco J Sala 4 Telefone/ Fax (54) hp:// hp://

3 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 3 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de susenabilidade para a América Laina Versão Resumo Luís Anônio Sleimann Berussi * Divanildo Triches ** Um eveno econômico que os formuladores de políica êm enfrenado nas úlimas décadas na América Laina é a quesão do comporameno fiscal dos governos e a conseqüene (in)susenabilidade da dívida pública e os seus efeios sobre a economia. Porano, a políica fiscal desempenha um papel relevane no processo de esabilização macroeconômica e nos ciclos econômicos. Denro desse conexo, o presene esudo em como objeivo avaliar a susenabilidade da políica fiscal para see países laino-americanos uilizando um modelo de mulicoinegração, primeiramene apresenado por Granger e Lee (989 e 99) e, poseriormene, desenvolvido por Engesed, Gonzalo e Haldrup (997), Haldrup (998) e Leachman e al. (25). Os resulados demonsram que o Brasil e a Venezuela apresenaram políicas fiscais susenáveis e consisenes com o modelo de coinegração, respeiando a resrição orçamenária ineremporal. O modelo de correção de erros demonsra que os ajuses de curo prazo são realizados nos fluxos de despesa, o Brasil apresenou uma velocidade de ajuse maior do que a Venezuela. A Argenina, o México e o Uruguai não cumprem a resrição orçamenária ineremporal, apresenando políicas fiscais não susenáveis, com as quais os déficis êm sido a regra. O Peru não cumprem a resrição orçamenária ineremporal, porém demonsra que a geração de superávis orçamenários. Palavras-chave: Mulicoinegração, resrição orçamenária ineremporal. susenabilidade fiscal. Tile: Mulicoinegraion and fiscal policy: an evaluaion of susainabiliy for Lain America counries Absrac An economical quesion ha he policymakers have been facing in he las decades, in Lain America, is he governmen's fiscal behavior and he consequen (un)susainabiliy of he public deb and your effecs abou he economy. Therefore, he fiscal policy plays an imporan rule on he macroeconomic sabilizaion and on he economical cycles. Inside of his conex, he presen sudy has as objecive o evaluae he susainabiliy of fiscal policy of seven Lain America counries using he mulicoinegraion mehodology developed by Leachman e al (25). The resuls demonsrae ha Brazil and Venezuela display a susainable fiscal policy consisen wih he coinegraion model, saisfying an ineremporal budge consrain. The error correcion model demonsraes ha he fiings of shor period are * Ms. em Economia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Professor de Economia na Universidade de Passo Fundo. Economisa da Prefeiura Municipal de Passo Fundo RS ** Douor em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisador e direor do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais da Universidade de Caxias do Sul (Ipes /UCS) e Professor no Programa de Pós- Graduação em Economia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, PPGE/Unisinos E mails: e

4 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 4 accomplished in he spending flows, Brazil presened a larger speed of adjusmen han Venezuela. Argenina, México and Uruguay do no saisfy an ineremporal budge consrain, displaying unsusainable fiscal policy, over he period deficis have been he rule. Chile and Peru do no saisfy an ineremporal budge consrain as well and demonsraing ha budge surplus have been he rule. Keywords: Mulicoinegraion. Ineremporal budge consrain. Fiscal susainabiliy JEL Classificaion: E62; H62; C22 Inrodução A eoria neoclássica pressupõe o nivelameno dos ribuos como uma forma de acomodar os choques ransiórios sobre a aividade econômica, ao mesmo empo, a resrição orçamenária ineremporal deve ser cumprida. Nesse senido, o cumprimeno da resrição orçamenária ineremporal (ROI) permiiria aliviar os choques negaivos ao longo empo. Por ouro lado, se essa resrição não fosse cumprida geraria insusenabilidade da dívida pública, agravando ainda mais as condições econômicas. A dependência da América Laina de fones exernas de financiameno e as freqüenes acelerações e desacelerações das aividades econômicas são algumas fragilidade da região diane do mercado financeiro inernacional. Esse fao pode ser comprovado pela crise do México, e do efeio ransbordameno das crises da Ásia, da Rússia para o Brasil e da Argenina ocorridos a parir de 994 as quais provocaram inerrupções no acesso ao mercado financeiro inernacional e uma elevada volailidade dos indicadores fiscais. Como resulado, houve um significaivo crescimeno do serviço e do esoque da dívida pública. Além disso, os períodos em que ocorreu resrição ao crédio inernacional acabaram induzindo políicas macroeconômicas resriivas, geralmene com reversões dos saldos em cona correne e com o agravameno da solvência fiscal em virude da queda da axa de crescimeno. Com isso, uma quesão macroeconômica relevane que os formuladores de políicas êm enfrenado, nas úlimas décadas na América Laina, refere-se ao desequilíbrio fiscal e a conseqüene insusenabilidade da dívida pública. Assim, o passivo dos esados soberanos em aumenado exponencialmene na maioria dos países laino-americanos, ornando-se algumas vezes insusenável no curo prazo e conduzindo-os a uma série de defauls. Durane o período de 824 a 2, a Argenina, o Brasil, o México e a Venezuela foram responsáveis por 32 casos de fala de pagameno ou renegociação de dívida, sendo classificados inernacionalmene como serial defaulers, pois revelaram, em média, um episódio a cada seis anos. Em 97, a dívida consolidada dos países da América Laina represenava cerca de 2% do PIB da região. Doze anos após, essa relação esava em 4%, em 99, 6% e, em 25, volou para cerca de 45% do PIB. Os moivos do fore crescimeno da dívida e seus efeios sobre a economia dos países êm recebido aenção por pare dos esudos acadêmicos como aponam Cowan e al. (26). Nesse conexo, o presene arigo em como objeivo invesigar as políicas orçamenárias de seis países da América Laina (Argenina, Brasil, Para maior dealhameno sobre esse ema veja-se em Barro (979).

5 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 5 México, Peru, Uruguai e Venezuela). Para isso, um modelo de mulicoinegração é usado para esar a susenabilidade fiscal do processo orçamenário por meio dos seus vários esados da naureza, ou seja, períodos de sucessivos déficis fiscais, períodos de superávis ou equilíbrios orçamenários. O modelo proposo por Leachman e al. (25) avalia, em primeiro lugar, a relação de mulicoinegração para idenificar se a resposa a políica fiscal é apropriada para os défici e para acumulação da dívida que seja susenável em qualquer cenário econômico. 2 Desse modo, essa meodologia permie examinar as relações enre o esoque e o fluxo que deveria caracerizar se o processo fiscal é susenável quando as séries são não esacionárias. Em ouras palavras, a mulicoinegração enre os gasos e a receias governamenais caraceriza-se pelas condições conjunas da coinegração enre a relação das despesas e das receias e da coniegração enre o fluxo das receias e dos gasos e esoque da dívida. No caso de mulicoinegração, o sisema é caracerizado por uma relação complexa de equilíbrio enre fluxos e esoques em modelos econômicos ineremporais. Tal relação esá associada à quesão de conrole óimo onde o nível e a axa de variação das variáveis que fazem pare do sisema são deerminanes das resposas de políicas. 3 Em sínese, o ese consise na verificação da exisência de uma relação de mulicoinegração enre as receias, as despesas e a dívida do governo. Esse procedimeno é jusificável, pois a avaliação dos déficis e do endividameno pela posição orçamenária ineremporalmene, conforme Bohn (995 e 998) e Ball e al. (998), não seria um criério adequado para examinar a sua susenabilidade. O arigo esá composo por quaro seções. Na primeira, discue-se a revisão eórica relacionada à evolução das principais eorias uilizadas para esar a susenabilidade da políica fiscal. Na segunda, apresena-se o méodo de pesquisa, sendo derivadas às caracerísicas do modelo economérico de mulicoinegração que será uilizado na avaliação da resrição orçamenária ineremporal. A erceira seção raz a análise e a descrição dos resulados do ese de mulicoinegração para os países invesigados no esudo. Por fim, na quara seção, abordam-se as conclusões. 2 Revisão dos eses de susenabilidade fiscal e da dívida pública A resrição orçamenária ineremporal do governo nore-americano, no período , foi avaliada, inicialmene, por Hamilon e Flavin (986), usando dois ipos de eses para verificar a susenabilidade do endividameno público. O primeiro consisia em invesigar por meio do ese de raiz uniária, a hipóese de esacionariedade ano da dívida como dos déficis (exclusive juros). Assim, a esacionariedade de ambas as séries seria compaível com a asserção de que os deenores de íulos públicos racionalmene esperariam que a condição da resrição orçamenária de valor presene (PVBC) fosse cumprida. O ese Augmened Dickey-Fuller (ADF) aplicado em ambas as séries rejeiou a hipóese de raiz uniária. Esse resulado viria validar a hipóese de susenabilidade da dívida pública dos Esados Unidos. O segundo ese visava esar a condição de no-ponzi-game. Hamilon e Flavin (986) uilizaram 2 O dealhameno e desenvolvimeno dos eses desse ema podem ser enconrados ainda em Ahmed e Rogers (995), Bohn (998), Friedman (25), enre ouros. 3 Mulicoiegração implica que num sisema bivariado I() pode exisir mais do que um veor de coinegração, al que o número dos veores de coinegração e o número de endências esocásicas não adiciona à dimensão do sisema como ocorre com modelos coinegrados de ordem I(). É um caso especial de coinegração polinomial que capura a relação das variáveis de fluxo e variáveis de esoque como abordam Granger e Lee (989) e Engsed e Haldrup (999).

6 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 6 o ese de bolhas racionais especulaivas desenvolvido por Flood e Garber (98) o qual mosrou que não se poderia rejeiar a hipóese da condição de cumprimeno da no-ponzigame, ambém dando supore à susenabilidade da dívida. O esudo de Wilcox (989), empregando o modelo ARIMA, e de Kremers (989) com um modelo de coinegração e de correção de erros, concluíram que a políica fiscal não seria susenável, conrariando, porano, os resulados obidos por Hamilon e Flavin (986). Em paricular, a solvência é obida caso as séries não esacionárias se coinegrem, ressala-se o procedimeno adoado por Trehan e Walsh (988), que uilizaram uma amosra de séries emporal, compreendido pelo período de 89 a 986. Os auores mosraram que, a exigência de equilíbrio, em ermos de valor presene do orçameno do governo é equivalene a coinegração enre as despesas oais de governo e as receias derivadas de imposo e senhoriagem. Os eses de coinegração aplicados por Hakkio e Rush (99) sugeriram que as receias e despesas expressas em ermos reais e per capia seriam co-inegradas ao longo do período do segundo rimesre de 95 ao quaro rimesre de 988. Já para o primeiro rimesre de 964 ao quaro rimesre de 988 a maior pare dos eses sugeriu que as séries não são co-inegradas. Por fim, odos os eses rejeiaram a coinegração para o período do erceiro rimesre 976 ao quaro de 988. Já os esudos de Trehan e Walsh (99) esaram o equilíbrio orçamenário ineremporal do governo por meio da uilização de um modelo de mecanismo de correção de erros, os déficis (inclusive juros) foram incluídos como um ermo de correção de erros, evidenciando o cumprimeno da resrição orçamenária pelos EUA. As críicas aos modelos empíricos aé enão apresenados para esar se a políica fiscal do governo em sido consisene com a resrição orçamenária ineremporal foram feias por Bohn (995). O auor derivou um modelo de equilíbrio geral e esocásico para avaliar a resrição ineremporal da políica governamenal e assumiu ambém que os indivíduos são avessos ao risco. O resulado do esudo desenvolvido mosrou que os governos devem saisfazer a resrição orçamenária ineremporal, associada uma condição de ransversalidade indiferenemene do nível de axa de juros. 4 As políicas que saisfaçam a essas condições serão consideradas susenáveis ineremporalmene. Ahmed e Rogers (995) mosraram que os eses de coinegração permaneciam apropriados para se esar a susenabilidade, sob ceras condições, ou seja, se: i) as expecaivas são racionais; ii) a uilidade marginal do consumo segue um passeio aleaório, o que é uma implicação da hipóese da renda permanene dos consumidores; iii) a covariância enre a axa marginal de preferência enre consumo fuuro e consumo presene do agene represenaivo e o veor de variáveis conendo os gasos e as receias do governo é invariável no empo. O esudo desses auores demonsrou que ano o Reino Unido, quano os Esados Unidos respeiavam o equilíbrio orçamenário ineremporal. 4 A principal suposição do modelo é que a condição de ransversalidade represena a ocorrência de um jogo Ponzi, ou seja, é uma esraégia financeira que objeiva a rolagem da dívida inicial e dos juros para sempre. Em economias deerminísicas (sem governo), a condição padrão de ransversalidade exige que o valor presene dos aivos líquidos convirja, no fuuro, para zero, sendo desconados a uma axa que depende de uma disribuição de probabilidade da dívida fuura. A incereza e a exisência do governo ornam esse argumeno (deerminísico) mais complexo.. O principal problema é que as ações do governo podem não ser resulanes de um problema de oimização, conforme Bohn (995).

7 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 7 Bohn (998) propôs-se a avaliar se os governos omam medidas correivas ao observarem o crescimeno do esoque da dívida. Ele demonsrou que as evidências nas ações de correção podem ser direamene observadas no comporameno ou na resposa do resulado primário do governo em relação às mudanças na razão enre dívida e produo. A referida equação é uma aproximação de uma regra fiscal (ou função reação) do governo. Assim, se o resulado primário responder posiivamene a acréscimos na dívida pública, enão essa dívida pode ser admiida como susenável. O ese demonsrou que, hisoricamene, o governo dos Esados Unidos responde ao aumeno da relação enre dívida e produo com o aumeno do superávi primário, ou, equivalenemene, reduzindo o défici primário. Isso evidencia, porano, que a políica fiscal em sido aivamene susenável, no senido de saisfazer à ROI para o período de 96 a 995 e para vários subperíodos, apesar dos frequenes déficis primários. Um modelo de mulicoinegração foi usado por Leachman e al. (25) para esar a susenabilidade fiscal no processo orçamenário por meio dos seus vários esados da naureza, sejam períodos de déficis, sejam de superávis ou equilíbrio orçamenário. Esse procedimeno consise na verificação da exisência de uma relação de mulicoinegração enre as receias, as despesas e a dívida do governo. Isso foi aplicado a 5 países indusrializados (Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Reino Unido, Grécia, Iália, Suécia, Noruega, Holanda, Porugal, Espanha, Suíça e Esados Unidos) ao longo do período 96 a 998. Os resulados evidenciaram que, desses 5 países, apenas a Noruega e o Reino Unido apresenaram políicas fiscais susenáveis. Para os países desenvolvidos ambém há ampla lieraura que raa da susenabilidade fiscal. Já para América Laina, em paricular, os esudos empíricos são mais resrios. Ressala-se ainda que esses países vivenciaram várias experiências de desequilíbrios fiscais ao longo dos anos 8 e 9 com quebras esruurais, muias vezes relacionados aos processos de alas axas de inflação. Por exemplo, Gamboa e Silva (24) avaliaram a susenabilidade do endividameno público para economia brasileira. Como resulado, o esudo confirmou a exisência de coinegração enre gasos e receias fiscais, exclusive senhoriagem, no período compreendido enre julho de 986 e ouubro de 23. Ese fao poderia evidenciar que o ajuse fiscal realizado principalmene a parir de 999 operou como um subsiuo para a moneização do défici fiscal. Em ouro esudo, com a uilização de eses de coinegração para o período de 823 a 24, Gamboa (25) concluiu que em alguns períodos houve susenabilidade como aquela verificada no período do Brasil-Império, além de ouros subperíodos nos quais a susenabilidade fiscal somene foi alcançada mediane esraégia de defaul ou renegociação, iso é, no inervalo de e , ou mesmo, uilizando senhoriagem como no período Ghaak e Fung (27) invesigaram a susenabilidade da políica fiscal no Peru, nas Filipinas, África do Sul, Tailândia, e Venezuela, com séries emporais de 97 a 2, usando o modelo de coinegração de Engle e Granger (987) e a função de reação da políica fiscal de Bohn (998). Os eses de raízes uniárias e de coinegração não confirmaram a hipóese da resrição orçamenária ineremporal para os países laino-americanos, indicando um esquema Ponzi de rolagem de dívida. Peru e Venezuela revelarem uma políica pró-cíclica de dinâmica da dívida, com aumeno de gasos e endividameno em períodos de crescimeno econômico. Por fim, Aráoz e al. (26) esaram a susenabilidade fiscal no período de 865 a 22, para a Argenina. Os auores, seguindo a abordagem desenvolvida por Hamilon e Flavin (986), consideram que os déficis seriam susenados apenas se o valor presene da dívida pública fosse igual aos superávis fuuros. Concluíram que os que a Argenina nunca

8 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 8 apresenou susenabilidade fiscal fore; no máximo, ela foi fraca para alguns subperíodos e não-susenabilidade para os anos de 95 a 989. Já com dados rimesrais de 99 a 22 os resulados eriam aponado para susenabilidade de políica fiscal fraca. Porano, a susenabilidade enderia a piorar nos períodos em que a economia esá fechada e melhorar quando a economia apresena bons níveis de aberura econômica. 3 O modelo de mulicoinegração O modelo de mulicoinegração usado para o esudo é baseado em Leachman e al. (25). Assume-se um ambiene esocásico para esar a resrição orçamenária ineremporal 5, ou seja, desenvolvem um conjuno de criério pelos quais os processos orçamenários governamenais podem ser considerados susenáveis ao longo do empo. Assim, admie-se que para odo período exise um único e não negaivo processo + N { M } n=. Esse processo, chamado de faor de descono esocásico que é definido de modo que { M } = e, se { X } = + N n, enão esse faor passa a ser uma seqüência de pagamenos aleaórios que iniciam no período, seu valor em unidades de períodos de consumo é + N [ M X ] E N = + N. 6 Nesse caso, E é o operador das expecaivas racionais.para derivar as relações do modelo a ser usado pare-se da resrição orçamenária do governo, a qual é expressa como: G ( = R + B () + + i ) B onde G é o gaso do governo, o qual inclui compra de bens e serviços, bem como as ransferências; i é a axa de juros de equilíbrio no esado esacionário; B represena os íulos do governo com mauridade num período e R é a receia oal do governo; é o operador da primeira diferença; E é o operador das expecaivas racionais. Subsiuindo-se B em um período a frene e rearranjando a equação (), obém-se a seguine relação de valor presene: + N [ R G ] E [ M B ] + N i ) B = E M N = + N + N + N + N ( + lim (2) A equação (2) diz que o valor correne da dívida do governo é igual ao valor presene esperado de odos os superávis primários fuuros, mais um ermo limie represenando o valor presene esperado assinóico da dívida do governo. O ermo limie no lado direio da equação (2) é não negaivo, pois é assumido que o governo não permie que os indivíduos praiquem conra o próprio governo um jogo Ponzi. Além disso, se o governo esá saisfazendo a sua resrição orçamenária ineremporalmene, não pode assinoicamene deixar uma dívida com valor presene esperado posiivo. Porano, no período espera-se que as despesas e as receias sejam susenáveis se o ermo limie no lado direio da equação (2) for igual a zero. 5 O modelo de mulicoinegração foi, primeiramene, apresenado por Granger e Lee (989 e 99) e, poseriormene, desenvolvido por Engsed e al. (997) e Haldrup (998). Com base nessa meodologia, Leachman e al. (25) propuseram um ese que pode ser descrio como uma combinação do ese de Ahmed e Rogers (995) e da regra fiscal de uma função reação apresenada por Bohn (998). 6 Para maior dealhameno do modelo, veja-se Duffie (996)

9 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 9 Nesse senido, a soma dos superávis correnes e o valor presene esperado e desconado dos superávis fuuros irão se igualar ao monane necessário para saldar o principal e os juros da dívida inicial. Num conexo deerminísico e/ou caracerizado por neuralidade de risco, o faor de / + i e a condição de susenabilidade se reduz descono esocásico é consane e igual a ( ) + N para lim [ /( + i) ] = N B. O valor esperado do ermo de limie na equação (2) é, + N porano, igual a zero. Assumindo essa condição e dados não-esacionários, esa resrição exige a coinegração, ou seja, uma relação de equilíbrio de longo prazo enre despesa e receia com um coeficiene de coinegração menor ou igual a um. Conudo num ambiene esocásico, Bohn (995) demonsrou que, mesmo se a dívida do governo for considerada livre de risco e se pagar uma axa de reorno consane i, lim [ /( + ) ] + N + N N B + N i =, não necessariamene implica que lim N E [ M B+ N ] =. O problema, nesse caso, é a idenificação do faor de descono correo que seja a função da condição de cada esado. Desse modo, mesmo que a dívida do governo cresça a uma axa menor ou maior do que i, o risco de um rápido declínio ou aumeno no produo pode, ainda, levar o ermo limie para o infinio ou a zero. Ahmed e Rogers (995) demonsraram que, sob ceras condições, os eses de coinegração ainda são apropriados e que o faor de descono e o + N lim M B é assegurado, prêmio de risco sobre a receia e a despesa do governo, o [ ] N E + N se o sisema ( R G, i B ) for coinegrado com veor de coinegração (,, ),. 7 Um criério adicional para esar a susenabilidade é supor um processo de veores ( x, y ) é co-inegrado, em paricular, assumindo que x e y são I ( ) e que exise uma consane real A, al que z = x Ay ~ I( ), a variável z, enão, é uma medida de desvios de curo prazo da relação de equilíbrio (coinegração). Assim, nesse sisema, z represena os déficis ou superávis orçamenários do período correne, seguindo-se que S = = z um processo ( ) I. Segundo Granger e Lee (989 e 99), x e y serão considerados mulicoinegrados se a série do esoque de dívida, consruída pela soma dos superávis e dos déficis ao longo o período, seja co-inegrada com a série x. Porano, para que exisa coinegração S e ω = S λx ~ I porano, a variável ω é uma medida de desvios de curo prazo da relação de equilíbrio enre S e x. x erão de ser co-inegradas, ou seja, ( ) ( ) Para avaliar o desempenho fiscal dos países selecionados para a América Laina, segue-se o modelo proposo por Leachman e al. (25). Assim, o primeiro passo consise na relação de coinegração enre o fluxo de despesa e receia; o segundo avalia a relação de coinegração enre o fluxo de receia (despesa) e o esoque de dívida. Em conjuno, essas condições caracerizam um processo de mulicoinegração enre despesa e receia do governo. Em esudos desenvolvidos por Zhou (2) e Gonzalo e Lee (998), os eses para coinegração e mulicoinegração são derivados de uma única equação, conforme Engle e Granger (987). Zhou (2) em demonsrado que para pequenas amosras de dados o ese ADF para coinegração dos resíduos é mais robuso do que o lâmbda máximo ( λ max ) e a N N é 7 Os esudos de Ahmed e Rogers (995), Granger e Lee (989 e 99), Haldrup (998)e Engsed e Haldrup (999) fazem uma abordagem mais dealhada.

10 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - esaísica raço uilizado nos procedimenos de Johansen (988). Adicionalmene, Gonzalo e Lee (998) afirmaram que o ese de Engle-Granger é mais robuso do que o ese de máxima verossimilhança de Johansen, uma vez que ese requer uma análise mais profunda dos dados em relação aos eses padrões de raiz uniária. Considerando duas séries x e y, ipicamene, assume-se que elas são esacionárias; nese caso são inegradas de ordem zero. Em muias séries emporais macroeconômicas, enreano, é mais comum os casos em que as séries são não esacionárias e inegradas de ordem um. A condição previamene discuida é de que x ~ I () e y ~ I (), os quais podem er uma relação de mulicoinegração. Na presença de uma relação de mulicoinegração, A (λ) será uma esimação consisene do(s) coeficiene(s) de mulicoinegração, convergindo para os verdadeiros valores a uma axa de ( T ) O p. I. Enquano Engle e Yoo (99) e Johansen (995), enre ouros, êm explorado de forma mais geral as propriedades dos sisemas I ( 2), aé recenemene, as propriedades e meodologias da mulicoinegração não haviam sido oalmene desenvolvidas. Lee (992), Engsed e Johansen (997) e Engsed e al. (997) aponaram que a presença de mulicoinegração invalida os méodos radicionais para eses de coinegração. Porano, Engsed e al. (997) indicaram um procedimeno de uma única equação para esar a mulicoinegração, o qual possui propriedades esaísicas favoráveis. De forma disina daquela proposa por Granger e Lee (99), os eses esaísicos para as disribuições uilizadas são bem conhecidos os quais são Assim sendo, a mulicoinegração é uma forma especial de coinegração ( 2) uma exensão do procedimeno de dois eságios para o caso de variáveis I ( 2). Porano, emprega-se meodologia, embora com uma modificação na versão do modelo de dois eságios de Engle-Granger, que explora o fao de que a mulicoinegração implica uma forma paricular de coinegração I ( 2). 8 Porano, os eses são realizados de forma simulânea em ambos os níveis de coinegração. Inicialmene, esima-se equação de regressão (3). Y = K X + K X + δ + δ d + e (3) onde as leras maiúsculas represenam as séries acumuladas, sendo Y = ( 2), X = x ~ I( 2) y = i I = i ~ ; d é a endência e X poderia ser subsiuído por i i Y. Realiza-se o ese de e para a ordem de coinegração. Assim, exise um número de possíveis co-inegrações, podendo ser relevane esar uma variedade de hipóeses. Enreano, I serão co-inegradas com as de ordem I co-, mas nenhuma coinegração ocorre quando. As na maior pare das siuações práicas, as variáveis ( 2) I ( ), pelo menos. Porano, esa-se a hipóese nula de que as variáveis de ordem ( 2) inegram com as de ordem I ( ) e for I ( ) 8 Primeiramene é esimado um sisema com as variáveis de receia e despesa para gerar a esimação do A. Após, são subraídas as receias das despesas para derivar a série de défici, impondo, impliciamene, dessa forma, a resrição de que A =. Esa série é acumulada para formar a série de dívida e o segundo sisema de variáveis é esimado. Para ADF(L) os valores calculados de z e w são descrios com os valores críicos modificados em Engle e Yoo (987). A obenção do amanho da defasagem apropriada para os valores calculados do ese esaísico ADF para z e w e os correspondenes valores calculados para e da equação (8), dois criérios são uilizados: modelos de Akaike (AIC) e Schwarz Bayesian (SBC). Em equilíbrio o modelo AIC conduz a esruuras de defasagens mais longas. Conseqüenemene, sempre que o criério indica defasagens que diferem do óimo, a defasagem mais cura é escolhida.

11 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - disribuições dos eses esaísicos dependem do número de esimadores de ordem I ( ) e ( 2) m respecivamene. Adicionalmene, os componenes deerminísicos incluídos I, m e 2 na equação (3) irão afear as disribuições. Os valores críicos para as várias combinações de m e m 2 são apresenados por Haldrup (994), para os casos com uma consane, e em Engsed e al. (997), para endência e endência quadráica. 9 Na equação (3), as variáveis Y e I 2 por consrução, ao passo que X é I ( ). Para o presene caso Y represena a série da despesa acumulada; X represena a série da receia acumulada e X é a variação da receia do governo. Na presença de mulicoinegração, ou seja, quando e é I ( ), K é uma esimaiva da axa superconsisene do primeiro fluxo de equilíbrio. Conseqüenemene, o escalar converge para o verdadeiro 2 valor a uma axa de O p ( T ), em que T represena o amanho da amosra. O coeficiene K é uma esimaiva superconsisene da segunda relação de esoque-fluxo, exibindo uma T. O desempenho da políica fiscal será susenável independenemene O p convergência ( ) X são ( ) das condições econômicas se K e K forem posiivos. Granger e Lee (989) mosraram que para um sisema de mulicoinegração bivariado os modelos de mecanismos de correção de erro (ECM) podem ser represenados pelas equações (4) e (5). z γ 2w + lagged, z γ 2w + lagged, x ( x y ) e y ( x y ) e x = γ + (4) y = γ + (5) As mudanças em x e y esão relacionadas com as defasagens dos erros de coinegração, na qual variações em X esão relacionadas com o par de erros de coinegração defasados = x Ay e = x DQ z ω. Para a mulicoinegração, X e Y gerados por (4) e (5) aendem à condição requerida de que, pelo menos, um componene de cada par de γ e γ 2 seja diferene de zero. A inclusão do segundo ermo de correção de erro w possibilia que o sisema seja mais robuso quando ocorrem disúrbios. A evidência produzida pelo ECM proporciona informações sobre a naureza das dinâmicas de curo prazo necessárias para aingir o equilíbrio de longo prazo e pode ser admiido como um ese adicional da hipóese de mulicoinegração. O presene esudo uiliza nos ermos da equação (3) as seguines equações para o mecanismo de correção de erros: despesa = α + γ γ β β (6) EC + 2 EC2 + despesa + 2 receia EC + γ 2 EC2 + β despesa + β 2 receia receia = α + γ (6 ) onde EC é o resíduo da primeira relação de coinegração (despesa e receia) e EC 2 é o resíduo da segunda relação de coinegração (receia e dívida). Quando não ocorrer a n 9 Se não for possível aceiar a mulicoinegração, seqüencialmene é esada a coinegração convencional, ou seja, esase a validade da hipóese nula. Quando não for possível aceiar a hipóese para coinegração de ordem I ( ) nos eses convencionais, a hipóese nula para os eses de mulicoinegração é obviamene especificada inadequadamene. Os eses esaísicos assumem a hipóese nula de não-coinegração dado que e ~ I(2) podem ser consruídos, a princípio, mas não esão disponíveis aualmene. Veja-se Haldrup (998) para maiores dealhes dessas discussões.

12 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 2 mulicoinegração previsa na equação (3), será esimado o mecanismo de correção de erros a parir da relação de coinegração enre as variáveis, represenado pelas seguines equações: despesa = α + γ EC + β despesa + β receia (7) 2 receia = α + γ EC + β despesa + β 2 receia (7 ) Porano, o sisema incorpora a relação enre a despesa e a receia, medindo o efeio de perurbações de curo e longo prazo enre as variações de ambas. O ermo de correção de erro, γ, capura o ajusameno para o equilíbrio a longo prazo; caso esse coeficiene seja esaisicamene significaivo, represenará a proporção do desequilíbrio da variável dependene num período que será corrigido no período seguine, ao passo que os coeficienes β e β 2 capuram as perurbações de curo prazo sobre a variável dependene. Para o ese de ese de coinegração de Engle-Granger e a consequene geração dos resíduos, denominados EC e EC 2, nas equações (6), (6 ), (7) e (7 ) uilizam-se as seguines relações de coinegração: despesa α + A receia (8) = receia = α + dívida (9) λ 4 Análise e descrição dos resulados do ese de mulicoinegração O modelo de mulicoinegração permie avaliar a resrição orçamenária ineremporal, consisindo na verificação da exisência de uma relação de mulicoinegração enre as receias, as despesas e a dívida do governo. As séries consideram a receia e a despesa oal, incluindo-se juros pagos e recebidos. As despesas englobam odos os gasos governamenais (correnes e de capial), ao passo que as receias consideram a arrecadação oal (receia correnes, sendo ribuárias e não ribuária e receias de capial), incluindo odos os níveis de governo. As observações são de periodicidade anual ou rimesral. No caso da Argenina e do Uruguai as séries apresenam periodicidade anual, ao passo que nos demais países Brasil, México, Peru e Venezuela as séries são de periodicidade rimesral. As séries em valores nominais foram ajusadas para gerar duas medidas em ermos consanes, ou seja, a receia e a despesa. As séries macroeconômicas, de receia e despesa, foram obidas em bancos de dados oficiais (bancos cenrais, insiuos de pesquisas e minisérios da fazenda e economia) dos órgãos governamenais de cada país pesquisado. Para a Argenina, as séries referem-se ao período de 96 a 26, abrangendo o seor público não financeiro; para o Brasil, dizem respeio ao governo federal, de 997 a 27. No caso do Peru, essas séries abrangem o governo cenral no período de 99 a 27. Para as economias uruguaia e venezuelana as séries receia e despesa são do governo cenral, cobrindo os períodos 983 a 26, 998 a 27, respecivamene. 4. Teses de raiz uniária e de mulicoinegração Os resulados do ese ADF para odas as séries de receia e despesa em nível e em primeira diferença são reporados na Tabela. O ese ADF foi realizado para idenificar a O sofware uilizado foi o Eviews 5.. Em virude da limiação dos dados disponíveis, as séries de juros pagos e recebidos não foram deflacionadas em separado das demais caegorias de receia e despesa das séries.

13 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 3 presença de raiz uniária com e sem endência, uilizando-se o inercepo em cada série. O ese ADF para as séries de receia e despesa, dos países avaliados, apresenou, em geral, raiz uniária quando uilizado somene o inercepo. Quando for considerado o inercepo e a endência, as séries em valores consanes são I(), com exceção da série de receia para a Argenina e Venezuela. A Tabela 2 mosra os resulados do ese de mulicoinegração enre as variáveis de receia e despesa 2 com a uilização de uma única equação, seguindo o procedimeno da equação (8). A aplicação do ese de mulicoinegração para os países selecionados não demonsra a exisência de mulicoinegração enre as variáveis de receia e despesa no longo prazo. As regressões apresenaram resíduos não esacionários quando aplicado o ese ADF, uilizando-se o criério Schwarz Bayesian e Akaike 3. A não-presença 4 da relação de mulicoinegração indica que nesses sisemas as duas variáveis não esão inerligadas por duas forças de equilíbrio, mas, sim, por uma única relação de equilíbrio que caraceriza os sisemas convencionais de coinegração. País Argenina Brasil México Peru Uruguai Tabela : Tese de raiz uniária ADF para as séries de receia e despesa. Séries em τ µ nível τ I (.) Séries τ µ em º dif. τ I (.) r_ce -,49-3,43 c I(), I() r_ce -5,3 a -4,98 a I(), I() d_ce -,83-2,8 I(), I() d_ce -6,59 a -6,64 a I(), I() r_ce, -,9 I(), I() r_ce -,27 a -,24 a I(), I() d_ce -,9 -,94 I(), I() d_ce -3,79 a -3,86 b I(), I() r_ce,97 -,89 I(), I() r_ce -,24 a -,42 a I(), I() d_ce 4,78 -,57 I(), I() d_ce -4,67 a -23,8 a I(), I() r_ce,93 -,48 I(), I() r_ce -2,66 c -2,99 I(), I() d_ce -,39 -,6 I(), I() d_ce -4,82 a -4,79 a I(), I() r_ce,58-3,4 I(), I() r_ce -2,79 c -2,59 I(), I() d_ce,7-2,9 I(), I() d_ce -5,26 a -5,3 a I(), I() Taxa média de variação do PIB em % r_ce -,7-4,8 b I(), I() r_ce -7,2 a -7,6 a I(), I() Venezuela 5,5 d_ce -,29-2,57 I(), I() d_ce -7,74 a -7,65 a I(), I() Noa: τ µ com consane e sem endência e τ com consane e com endência. I(.) ordem de inegração. a, b e c referem-se ao nível de significância de, 5 e %, respecivamene. Sendo que: r_ce represena a receia em valores consanes e d_ce, a despesa em valores consanes.,4 2,83 3,29 5, 2,48 2 As séries de receia e despesa foram acumuladas para produzir as séries I(2). Conforme Engsed e al. (997), esse procedimeno objeiva criar a possibilidade de avaliar uma coinegração polinomial com um aprofundameno das relações de longo prazo, ou seja, relações com dois níveis diferenes enre duas séries. 3 Os resulados do ese ADF para os resíduos, apresenado na Tabela 2, foram gerados pelo criério de Schwarz Bayesian, o que decorre do fao de que al criério apresenar as menores defasagens. 4 A não esacionariedade dos resíduos, conforme repora a Tabela 2, sugere que as variáveis analisadas não possuem uma relação de longo prazo com base no modelo de mulicoinegração. Esse resulado não permie a geração do modelo de correção de erros, o qual ligaria os aspecos relacionados com a dinâmica de curo prazo com os de longo prazo. Com isso, não é possível avaliar a relação fluxo e esoque, ou seja, da relação de coinegração enre a série de receia e dívida, com a respeciva geração dos resulados do ese ADF para os resíduos.

14 País Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 4 Tabela 2: Tese de mulicoinegração com uma única equação.¹ Y K K Consane δ Tendência δ ADF ² Argenina ce_acum,87 -, ,5 3554,24 -,74,8 Brasil ce_acum,5, ,5 3932,22-2,88,73 México ce_acum,8,32-699,4-3382,9 -,98,78 Peru ce_acum,83 -,8 64,4 476,58-2,67,57 Uruguai ce_acum,3 -,7 278,83-64,8-2,77,87 Venezuela ce_acum,88 -, ,97-56,8-2,23,54 Noa: DW é o ese de Durbin-Wason com valores críicos definidos em Engle e Yoo (987). Sendo que: ce_acum represena as séries em valores consanes. ¹Com base na equação Y K X + K X + + d + e ~ I 2 X ~ I 2, d é a = δ δ, na qual, sendo Y ( ), ( ) endência e X é a receia em nível. ² Tese ADF dos resíduos inclui inercepo e endência. Os valores críicos para a esaísica ADF dos resíduos foram obidos em Engsed e al. (997), sendo: para n = 25, α =, 5 o valor é -4,7; para α =,, o valor é - 4,3; para n = 5, α =, 5, o valor é igual a -4,42 e α =, o valor é -4,8 e, para n =, α =, 5 o valor é igual a -4,26 e α =, o valor é -3,94. As séries êm o seguine número de observações: Argenina n = 46, Brasil n = 44, México n = 72, Peru n = 68, Uruguai n = 24 e Venezuela n = 4. Nesse senido, observa-se que os países avaliados, segundo o modelo proposo, não apresenam um mecanismo de conrole óimo de suas variáveis fiscais, ou seja, a políica fiscal não represena um ajuse quadráico na busca do equilíbrio orçamenário de longo prazo. Porano, os países invesigados não cumprem a resrição orçamenária ineremporal de acordo com os criérios adoados nessa eapa do ese, considerando variáveis fluxo e esoque. Não havendo susenabilidade fiscal do processo orçamenário considerando qualquer cenário ou condição econômica (recessão ou crescimeno). DW 4.2 Tese de coinegração de Engle-Granger Com a rejeição da exisência de mulicoinegração para os países invesigados, realizou-se o ese convencional de coinegração 5 proposo por Engle e Granger (987) enre despesas e receias do governo. Os resulados são apresenados na Tabela 3. O ese de Engle-Granger indica que há presença de coinegração enre as variáveis fiscais do Brasil e da Venezuela, evidenciando a exisência de uma relação de equilíbrio de longo prazo enre as variáveis fiscais de despesa e receia. A inerpreação econômica dessa relação enre as duas variáveis possibilia afirmar que há um equilíbrio de longo prazo mesmo com as séries conendo endências esocásicas (iso é, não sendo esacionárias). Esse equilíbrio se dá pelo movimeno conjuno das duas séries no empo, uma vez que a diferença enre elas é esável (iso é, esacionária), não se preocupando com a dinâmica da relação de equilíbrio. 5 Na presença de uma relação de coinegração A (λ) será uma esimação consisene do(s) coeficiene(s) de coinegração, convergindo para os verdadeiros valores a uma axa de ( T ) despesa e receia capura a relação de equilíbrio de longo prazo enre as variáveis fluxo. O p. A coinegração enre as séries de

15 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 5 Tabela 3: Tese de coinegração de Engle-Granger¹. País Despesa α A ² ADF Argenina ce 24687,4,89-2,25,47 Brasil ce 272,66,7-4,8,76 México ce -962,6,8 -,8 2,39 Peru ce 724,33,74-2,,82 Uruguai Ce 29,2, -2,3,87 Venezuela ce 65,66,84-5,9,9 Noa: DW é o ese de Durbin-Wason com valores críicos definidos em Engle e Yoo (987). Sendo que: ce represena as séries em valores consanes. ¹Com base na equação despesa = α + A receia. ² Tese ADF dos resíduos inclui inercepo e endência. Os valores críicos para a esaísica ADF dos resíduos foram obidos em Engle e Yoo (987), sendo: para n =5, α =, 5 o valor é -3,29, para α =, o valor é - 2,9, para n =, α =, 5 o valor é igual a -3,7 e α =, o valor é -2,9. As séries êm o seguine número de observações: Argenina n = 46, Brasil n = 44, México n = 72, Peru n = 68, Uruguai n = 24 e Venezuela n = 4. DW Para o Brasil, a esimação do coeficiene A resulou num valor maior do que a unidade (Tabela 3), evidenciando que, embora exisa uma relação de equilíbrio de longo prazo enre a despesa e a receia, essa relação é caracerizada por um aumeno persisene das despesas em relação às receias, gerando déficis orçamenários moderados e sucessivos ao longo do período esudado, pois observa-se um acenuado aumeno a parir do ano de 23, segundo as séries avaliadas. Aualmene, a quesão da susenabilidade da políica fiscal ocupa posição de desaque, principalmene a parir do Plano Real e da crise cambial de 999, período no qual a proporção dívida pública e PIB aumenou significaivamene. Não obsane, as reformas fiscais realizadas durane o governo Fernando Henrique Cardoso, sobreudo a parir da implemenação da "Lei de Responsabilidade Fiscal", culminando com o esabelecimeno da mea de superávi fiscal primário, conribuíram para reduzir os indicadores de endividameno, bem como a manuenção dessa políica pelo aual governo a susenabilidade da políica fiscal. Nesse senido, o ese aplicado para o Brasil, no presene esudo, revela-se em linha com os demais esudos 6 já realizados, os quais aponam para a susenabilidade da políica fiscal, ou seja, o cumprimeno da resrição orçamenária ineremporal. Porém, evidencia-se a práica de um esquema Ponzi de rolagem de dívida, no qual o país em praicado um aumeno de despesa, com déficis orçamenários sucessivos e um aumeno do nível de endividameno. No caso da Venezuela, o resulado do ese de coinegração revela que há uma relação de longo prazo enre as variáveis de despesa e receia, com coeficiene A menor do que a unidade, ou seja, esse resulado demonsra que, em média, as receias foram maiores do que as despesas no período de 998 a 27, em dados rimesrais. A dependência 7 da economia venezuelana em relação aos preços inernacionais do peróleo em se aprofundado desde a da década de 99, a pono de encolher os seores não ligados aos derivados de peróleo, como agriculura e indúsria. A paricipação do seor peroleiro no PIB avançou de 2% em 99 para, aproximadamene, 26% no final da década de 99. Em média, cerca de 85% das exporações são oriundas do seor peroleiro (95 a 2). A conribuição média desse seor 6 Gamboa e Silva (24) e Gamboa (25), denre ouros. 7 Para maiores informações vejam-se Anshasy e al. (26).

16 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 6 para as receias do governo esá em orno de 65%, no longo prazo, o aumeno das receias do governo em virude do seor perolífero conduzirá ao aumeno dos seus gasos. O resulado do ese aplicado por Ghaak e Fung (27) mosrou que, no período de 97 a 2, o país não apresenou uma políica fiscal susenável, porém desacou que o governo esava implemenando medidas que buscassem a susenabilidade fiscal. O presene esudo relaa resulado diferene do esudo ciado, porém denro das perspecivas raçadas por Ghaak e Fung (27) de que o governo esava implemenado reformas fiscais para respeiar a resrição orçamenária ineremporal. 4.3 Modelo de correção de erros Como os resíduos da relação de coinegração para o Brasil e Venezuela são esacionários, consaa-se que as variáveis fiscais analisadas possuem um relacionameno de longo prazo e que exise um modelo de correção de erros. Ese modelo objeiva fazer a ligação enre os aspecos relacionados com a dinâmica de curo prazo e os de longo prazo, o que permie combinar a vanagem de se modelar ano nas diferenças quano em nível. Porano, assumindo que a receia e a despesa são co-inegradas, o modelo de correção de erros incorpora as informações de curo prazo necessárias à obenção do equilíbrio de longo prazo, possibiliando mensurar a disância que o sisema esá de seu equilíbrio no período avaliado. A Tabela 4 demonsra os resulados do modelo de correção de erros. Tabela 4: Modelo de correção de erros¹. País Série α γ β β 2 2 R Brasil Venezuela Ce Ce D R D 449,8 [,2] 354,29** [2,2] 72, [,3] -,95** [-3,28],9 [,66] -,8** [-3,23],28 [,32], [,96] -,4 [-,6] -,75** [-2,28] -,7** [-4,7] -,2 [-,79] 265,84 -,9 -,27 -,27 R,3 [,28] [-,29] [-,24] [-,9] Noa: Os valores enre colchees referem-se à esaísica de Suden; * indica o nível de significância com α =, e ** indica o nível de significância com α =, 5 ; R² é o Coeficiene de Deerminação. ¹A esimação dos modelo de correção de erros uilizou como base as seguines equações: despesa = α + γ EC + β despesa + β receia e receia = α + γ EC 2 + β despesa + β receia 2 onde EC é o resíduo da primeira relação de coinegração, despesa = α + A receia. Os resulados da aplicação do modelo de correção de erros sugerem que para Brasil e Venezuela as despesas endem a se ajusar às divergências em relação ao equilíbrio de longo prazo das séries avaliadas, evidenciando que a relação de equilíbrio é condicionada por correções no fluxo de despesas, não no fluxo das receias. Essa conclusão se susena na exisência de valores negaivos e significanes para γ nas equações normalizadas pela despesa e pela não-significância do γ nas equações normalizadas pela receia, sugerindo que as variações nas despesas se reduzem em resposa ao desvio do fluxo de equilíbrio. Essa conclusão é consisene com o argumeno ax smoohing de Barro (979). O Brasil e a Venezuela apresenam coeficienes de ajusameno de longo prazo, γ, em orno de um, ou seja, exise uma velocidade consideravelmene rápida de ajuse enre o fluxo,3,36,45

17 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 7 de receia e despesa quando apresenam divergência na relação de equilíbrio. Esse resulado demonsra que ambos os países em adoado medidas rápidas de correção de desvios enre a receia e despesa no período avaliado, permiindo a manuenção do equilíbrio de longo prazo enre as variáveis, desacando-se que o ajuse fiscal é realizado com ênfase na despesa e não da receia. 4.5 Aspecos gerais dos países que não cumprem a resrição orçamenária ineremporal Para os demais países avaliados Argenina, México, Peru e Uruguai não há evidência de uma relação de coinegração enre as séries de despesa e receia, sugerindo que as suas práicas fiscais não respeiam a resrição orçamenária ineremporal proposa nese esudo, podendo não ser susenáveis nos períodos avaliados. Para a Argenina, evidencia-se a não-susenabilidade da políica fiscal do seor público argenino no período avaliado, coincide, em pare, com a análise elaborada por Aráoz e al. (26), uma vez que para o período de 95 a 989 os auores avaliaram como não susenável a políica fiscal e, para o período 99 a 22, como endo susenabilidade fraca. O resulado do ese de coinegração, para o México, demonsra não exisir um equilíbrio de longo prazo enre a receia e a despesa, evidenciando que o governo cenral mexicano não cumpre a ROI. Observou-se a parir de 26 um aumeno significaivo dos déficis orçamenários, colaborando para o não-cumprimeno da resrição orçamenária ineremporal e, conseqüenemene, para a insusenabilidade da políica fiscal. Para o Peru não se evidenciou uma relação de equilíbrio de longo prazo das séries fiscais. As séries de receia e despesa revelam uma relação de défici orçamenário moderado aé o ano de 25, com aumeno do esoque de dívida. Os anos de 26 e 27 foram caracerizados por significaivos superávis orçamenários, os quais foram resulanes de um aumeno da receia e esacionariedade das despesas, demonsrando um processo de ajuse fiscal nas conas orçamenárias. O esudo de Ghaak e Fung (27) revelam que no período de 97 a 2 o país não apresenou uma políica fiscal susenável, porém desacou que o governo peruano esava implemenando medidas que buscassem a susenabilidade fiscal das conas públicas. O resulado do ese de coinegração para o Uruguai demonsra que não há uma relação de equilíbrio de longo prazo enre séries de receia e despesa, uma vez que não apresenou esacionariedade dos resíduos no período avaliado. Observa-se que a série de défici apresenou cera esabilidade durane a década de 99, aumenando significaivamene no período de 2 a 23 (crise e recessão) e apresenando uma considerável melhora no período poserior, 24 a 26. Porém, o resulado evidencia o não-cumprimeno da resrição orçamenária ineremporal, não demonsrando que há susenabilidade da políica fiscal uruguaia no longo prazo. 5 Conclusão Um dos aspecos econômicos de considerável relevância na América Laina são os efeios dos déficis públicos, com o conseqüene aumeno do esoque de dívida. Aualmene, é reconhecido na lieraura que o crescimeno econômico susenável somene seria possível num ambiene macroeconômico esável e equilibrado, no qual a políica fiscal desempenha um papel de significaiva relevância.

18 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 8 A avaliação do comporameno fiscal das nações, em especial dos déficis gerados e da forma de seu financiameno ao longo do empo, pode expressar as origens e as causas dos desequilíbrios macroeconômicos. Na maioria dos países laino-americanos a excessiva emissão de moeda e os elevados emprésimos exernos foram as principais formas de financiameno dos elevados déficis orçamenários; como conseqüência, regisraram-se elevadas axas de inflação e uma sucessão de crises financeiras relacionadas ao aumeno do esoque de dívida e defauls. Os resulados da aplicação do ese de mulicoinegração para avaliar a susenabilidade da políica fiscal de see países da América Laina (Argenina, Brasil, México, Peru, Uruguai e Venezuela) revelaram que as esraégias fiscais são significaivamene diferenes para cada nação. A aplicação do ese de mulicoinegração para os países selecionados não demonsra a exisência de mulicoinegração enre as variáveis de receia e despesa no longo prazo, uma vez que as regressões apresenaram resíduos não esacionários quando aplicado o ese ADF. Nos ermos desse sisema de variáveis fiscais, a não-exisência da relação de mulicoinegração reflee que os mecanismos de resposa da políica governamenal diane do aumeno da dívida pública não são rápidos o suficiene, ou não foram efeivados na práica pelos países avaliados, para recuperar a relação de equilíbrio enre a receia, a despesa e o esoque de endividameno. Nesse senido, não é possível afirmar que haja um equilíbrio orçamenário ineremporal diane dos diversos cenários macroeconômicos, ou seja, de crescimeno econômico ou recessão. Por fim, os resulados obidos com aplicação do ese de mulicoinegração para os países da América Laina mosram que o Brasil e a Venezuela apresenam coinegração das variáveis fiscais, porano esão cumprindo a resrição orçamenária ineremporal, sendo os ajuses de curo prazo realizados nos fluxos de despesas. No que se refere à Argenina, ao México e ao Uruguai, os resulados demonsram o não-cumprimeno da resrição orçamenária ineremporal, com a práica de políicas fiscais não susenáveis no longo prazo, nas quais o défici orçamenário é a regra. O Peru não cumpre a resrição orçamenária ineremporal, porém observa-se que a políica fiscal em privilegiado a geração de superávis orçamenários e a redução significaiva dos níveis de endividameno, indicando que o seor privado praica o esquema ponzi conra o governo peruano. Referências AHMED, Shaghil; ROGERS, John H. Governmen budge deficis and rade deficis: are presen value consrains saisfied in long-erm daa? Journal of Moneary Economics, v. 36, p , 995. ANSHASY, Amany E.; BRADLEY, Michael D.; JOUTZ, Frederick L. Oil prices, fiscal policy, and Venezuela s economic growh. Deparmen of Economics The George Washingon Universiy Washingon, DC 252. Fev p. Disponível em: hp:// Acesso em: 3 abr. 28. ARÁOZ, María Florência e al. Fiscal susainabiliy and crises: he case of Argenina. In: ANNUAL MEETING, XXXIX, Asociación Argenina de Economía Políica, La Plaa. 26. Disponível em: hp:// SoriaGena.pdf. Acesso em: 3 abr. 28.

19 Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de suenabilidade para a América Laina - 9 BALL, Laurence; ELMENDORF, Douglas W; MANKIW, N. Gregory. The defici gamble. Journal of Money, Credi and Banking, v. 3, p , 998. BARRO, Rober J. On he deerminaion of public deb. Journal of Poliical Economy, v. 87, n. 5, p , Oc BOHN, Henning. The susainabiliy of budge deficis in a sochasic economy. Journal of Money, Credi and Banking, v. 27, p , 995. BOHN, Henning. The behavior of U.S. public deb and deficis. The Quarerly Journal of Economics, v. 3, n. 3, p , ago COWAN, Kevin e al. Sovereign deb in he americas: new daa and sylized fac. IADB Research Deparmen, Working Paper 577, 26. DUFFIE, J. D. Dynamic asse pricing heory. Princeon, N.J.: Princeon Universiy Press, 996. ENGLE, Rober F.; GRANGER, C. W. J. Co-Inegraion and Error Correion: Represenaion, Esimaion and Tesing. Economerica, v. 55. n. 2, p , Mar ENGLE, Rober F.; YOO, Byung S. Forecasing and esing in co-inegraed sysems. Journal of Economerics, v. 35, n., p , 987. ENGLE, Rober F.; YOO, Byung S. Coinegraion of economic ime series: a survey wih new resuls, in long run economics relaion. Readings in coinegraion. Oxford: Oxford Universiy Press, p , 99. ENGSTED, Tom; HALDRUP Niels. Mulicoinegraion in sock-flow models. Oxford Bullein of Economics and Saisics, v. 6, n.2, p , 999. ENGSTED, Tom; GONZALO, Jesus; HALDRUP, Niels. Tesing for mulicoinegraion. Economic Leers, v. 56, p , 997. ENGSTED, Tom; JOHANSEN, Soren. Granger's represenaion heorem and mulicoinegraion. European Universiy Insiue Working Paper Eco, n. 97, v. 5, 997. FLOOD, Rober P; GARBER, Peer M. Gold moneizaion and gold discipline. NBER Working Paper, n. 544, Sep. 98. FRIEDMAN, Benjamin M. Deficis and deb in he shor and long run. NBER Working Paper, n. 63, se, 25. GAMBOA, Ulisses Ruiz de; SILVA, Roseli da. Nova evidência sobre a susenabilidade da políica fiscal brasileira: coinegração, quebras esruurais e senhoriagem. Seminários Bacen- USP de Economia Moneária e Bancária, 24. 2p. GAMBOA, Ulisses Ruiz de. Dívida pública brasileira, defaul e a Nova Equivalência Ricardiana : um exercício cliomérico do Brasil Império a Época Aual. IPE/USP, p. 2, 25. Disponível em: <hp:// Acesso em: ago. 27.

20 Luís Anônio Sleimann Berussi e Divanildo Triches - 2 GHATAK, Subraa; FUNG, José R. Sánchez. Is fiscal policy susainable in developing economies? Review of Developmen Economics, Blackwell Publishing, v., p , 27. GONAZLO, J.; LEE T. H. Pifalls in esing for long run relaionships. Journal of Economerics, v. 86, p , 998. GRANGER, C. W. J.; LEE T. H. Invesigaion of reproducion, sales and invenory relaionships using mulicoinegraion and non-symmeric error correcion models. Journal of Applied Economerics, v. 4, p , 989. GRANGER, C. W. J.; LEE T. H. Mulicoinegraion, in advances in economerics: coinegraion, spurious regression and uni roos. Edied by G. F. Rhodes, Jr. and. B. Fomlsy. New York: JAI Press, p. 7-84, 99. HAKKIO, Craig S.; RUSH, Mark. Is he budge defici oo large? Economic Inquiry, v. 29, p , July 99. HALDRUP, Niels. The asympoics of single equaion coinegraion regressions wih I() and I(2) variables. Journal of Economerics, v. 63, p. 53-8, 994. HALDRUP, Niels. An economeric analysis of I(2) variables. Journal of Economeric Surveys, v. 2, 998. HAMILTON, J. D.; FLAVIN M.A. On he limiaions of governmen borrowing: a framework for empirical esing. American Economic Review, v. 76, p , 986. JOHANSEN, Soren. Saisical analysis of coinegraion vecors. Journal of Economic Dynamics and Conrol, v. 2. p , 988. JOHANSEN, Soren. A saisical analysis of coinegraion for I(2) variables. Economeric Theory, Cambridge Universiy Press. v., n.. p , Mar KREMERS, Jeroen. U.S. federal indebness and he conduc of fiscal policy. Journal of Moneary Economics, v. 23, p , 989. LEE, Tae Hwy. Sock-flow relaions in housing consrucion. Oxford Bullein of Economics and Saisics, v. 54. n. 3, 992. LEACHMAN, L e al. Mulicoinegraion and susainabiliy of fiscal pracices. Economic Inquiry, Forhcoming, v. 43, n. 2, p , 25. TANNER, Evan; SAMAKE, Issouf. Probabilisic susainabiliy of public deb: a vecor auoregression approach for Brazil, Mexico, and Turkey. IMF Saff Papers. v. 55, n., p , 28. TREHAN, Bhara; WALSH, Carl. Common rends, he governmen budge consrain, and revenue smoohing. Journal of Economic Dynamics and Conrol, v. 2, p , 988.

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal.

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal. IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos eses de susenabilidade da políica fiscal. Luís Anônio Sleimann

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E LIMITES DE ENDIVIDAMENTO PÚBLICO: O CASO BRASILEIRO

SUSTENTABILIDADE E LIMITES DE ENDIVIDAMENTO PÚBLICO: O CASO BRASILEIRO SUSTENTABILIDADE E LIMITES DE ENDIVIDAMENTO PÚBLICO: O CASO BRASILEIRO 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 1 TESTES DE SUSTENTABILIDADE DA DÍVIDA PÚBLICA BASEADOS NA RESTRIÇÃO ORÇAMENTÁRIA INTERTEMPORAL DO GOVERNO...5

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

Multicointegração e Políticas Fiscais: Uma Avaliação de Sustentabilidade Fiscal para Argentina, Brasil, México, Peru, Uruguai e Venezuela

Multicointegração e Políticas Fiscais: Uma Avaliação de Sustentabilidade Fiscal para Argentina, Brasil, México, Peru, Uruguai e Venezuela Multicointegração e Políticas Fiscais: Uma Avaliação de Sustentabilidade Fiscal para Argentina, Brasil, México, Peru, Uruguai e Venezuela Luís Antônio Sleimann Bertussi Economista da Prefeitura Municipal

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO VIVIANE SEDA BITTENCOURT (IBRE/FGV) E ANDREI GOMES SIMONASSI (CAEN/UFC) RESUMO O rabalho avalia a dinâmica

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ANÁLISE DO DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ESTIMAÇÕES DAS ELASTICIDADES DAS FUNÇÕES DA

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO Luís Anônio Sleimann Berussi MULTICOINTEGRAÇÃO E POLÍTICAS FISCAIS: UMA AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças Área de Ineresse: Área 3 Macroeconomia, Economia Moneária e Finanças Tíulo: NOVO CONSENSO MACROECONÔMICO E REGRAS DE CONDUTA: O PAPEL DA ROTATIVIDADE DOS DIRETORES DO COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

Série Textos para Discussão

Série Textos para Discussão Universidade Federal do Rio de J a neiro Insiuo de Economia Teses de Racionalidade para Loerias no Brasil TD. 010/2004 Marcelo Resende Marcos A. M. Lima Série Texos para Discussão Teses de Racionalidade

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo O Cuso de Bem-Esar da Inflação: Cálculo Tenaivo com o Uso de um Modelo de Equilíbrio Geral José W. Rossi Resumo O cuso de bem-esar da inflação em sido calculado usando-se basicamene dois ipos de abordagem:

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico*

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico* Arigos Abordagem ineremporal da cona correne: inroduzindo câmbio e juros no modelo básico* Nelson da Silva Joaquim Pino de Andrade Resumo O modelo padrão da abordagem ineremporal da cona correne assume

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR)

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) Edilean Kleber da Silva Douorando em Economia Aplicada pela UFRGS Rua Duque de Caxias, 1515, apo. 402.

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012 Análise da Dinâmica da Volailidade dos Preços a visa do Café Arábica: Aplicação dos Modelos Heeroscedásicos Carlos Albero Gonçalves da Silva Luciano Moraes Cenro Federal de EducaçãoTecnológica 8//0 Objevos

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Ozawa Gioielli Sabrina P.; Gledson de Carvalho, Anônio; Oliveira Sampaio, Joelson Capial de risco

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

Marcello da Cunha Santos. Dívida pública e coordenação de políticas econômicas no Brasil

Marcello da Cunha Santos. Dívida pública e coordenação de políticas econômicas no Brasil Marcello da Cunha Sanos Dívida pública e coordenação de políicas econômicas no Brasil Belo Horizone, MG Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno Regional Faculdade de Ciências Econômicas UFMG 4 Marcello da

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007 ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 994 A 7 ALAN FIGUEIREDO DE ARÊDES; MATHEUS WEMERSON GOMES PEREIRA; MAURINHO LUIZ DOS SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA -

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Tesando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Júlio Cesar G. da Silva Ricardo D. Brio Faculdades Ibmec/RJ Ibmec São Paulo RESUMO Ese rabalho mosra que as companhias

Leia mais

DÍVIDA PÚBLICA, POUPANÇA EM CONTA CORRENTE DO GOVERNO E SUPERÁVIT PRIMÁRIO: UMA ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE

DÍVIDA PÚBLICA, POUPANÇA EM CONTA CORRENTE DO GOVERNO E SUPERÁVIT PRIMÁRIO: UMA ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE DÍVIDA PÚBLICA, POUPANÇA EM CONTA CORRENTE DO GOVERNO E SUPERÁVIT PRIMÁRIO: UMA ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE Resumo Alexandre Manoel Angelo da Silva Manoel Carlos de Casro Pires Membros do Insiuo de Pesquisa

Leia mais

INTERFERÊNCIA DOS MERCADOS EXTERNOS SOBRE O IBOVESPA: UMA ANÁLISE UTILIZANDO AUTOREGRESSÃO VETORIAL ESTRUTURAL

INTERFERÊNCIA DOS MERCADOS EXTERNOS SOBRE O IBOVESPA: UMA ANÁLISE UTILIZANDO AUTOREGRESSÃO VETORIAL ESTRUTURAL ÁREA TEMÁTICA: FINANÇAS INTERFERÊNCIA DOS MERCADOS EXTERNOS SOBRE O IBOVESPA: UMA ANÁLISE UTILIZANDO AUTOREGRESSÃO VETORIAL ESTRUTURAL AUTORES LUIZ EDUARDO GAIO Universidade Federal de Lavras lugaio@yahoo.com.br

Leia mais

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elérica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Resumo Ese rabalho propõe a aplicação do modelo ARX para projear o consumo residencial de energia elérica

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais

ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? 1

ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? 1 ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? fernanda.almeida@ufv.br APRESENTACAO ORAL-Comércio Inernacional FERNANDA MARIA DE ALMEIDA; WILSON DA CRUZ VIEIRA; ORLANDO

Leia mais

Análise da Interdependência Temporal dos Preços nos Mercados de Cria Recria e Engorda de Bovinos no Brasil

Análise da Interdependência Temporal dos Preços nos Mercados de Cria Recria e Engorda de Bovinos no Brasil "Conhecimenos para Agriculura do Fuuro" ANÁLISE DA INTERDEPENDÊNCIA TEMPORAL DOS PREÇOS NOS MERCADOS DE CRIA RECRIA E ENGORDA DE BOVINOS NO BRASIL HENRIQUE LIBOREIRO COTTA () ; WAGNER MOURA LAMOUNIER (2)..UNIVERSIDADE

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais

Universidade Federal Fluminense TEXTOS PARA DISCUSSÃO UFF/ECONOMIA

Universidade Federal Fluminense TEXTOS PARA DISCUSSÃO UFF/ECONOMIA ISS 59-462 Universidade Federal Fluminense TEXTOS PARA DISCUSSÃO UFF/ECOOMIA Universidade Federal Fluminense Faculdade de Economia Rua Tiradenes, 7 - Ingá - ierói (RJ) Tel.: (xx2) 2629-9699 Fax: (xx2)

Leia mais

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica 3 Processos Esocásicos e Aplicações em Projeos na Indúsria Siderúrgica 3.1 Inrodução As decisões de invesimeno ano em ações e derivaivos financeiros, como em projeos corporaivos, são afeadas por incerezas

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 20 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela dos aivos ponderados pelo risco (RWA), relaiva ao cálculo do capial requerido para o risco operacional mediane abordagem

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

FLUTUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REGIÕES METROPOLITANA E NÃO-METROPOLITANA

FLUTUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REGIÕES METROPOLITANA E NÃO-METROPOLITANA FLUTUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL: REGIÕES METROPOLITANA E NÃO-METROPOLITANA Camila Kraide Krezmann Mesre em Teoria Econômica pelo PCE/UEM Programa de Pós-Graduação em Economia

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

Integração dos Preços ao Produtor e Preços da Bolsa de

Integração dos Preços ao Produtor e Preços da Bolsa de Inegração dos Preços ao Produor e Preços da Bolsa de DÊNIS ANTÔNIO DA CUNHA (1) ; MIRELLE CRISTINA DE ABREU QUINTELA (2) ; MARÍLIA MACIEL GOMES (3) ; JOSÉ LUÍZ DOS SANTOS RUFINO (4). 1,2,3.UFV, VIÇOSA,

Leia mais

Governança Corporativa, Risco Operacional e Comportamento e Estrutura a Termo da Volatilidade no Mercado de Capitais Brasileiro

Governança Corporativa, Risco Operacional e Comportamento e Estrutura a Termo da Volatilidade no Mercado de Capitais Brasileiro Governança Corporaiva, Risco Operacional e Comporameno e Esruura a Termo da Volailidade no Mercado de Capiais Brasileiro Auoria: Pablo Rogers, Cláudio Anônio Pinheiro Machado Filho, José Robero Securao

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Perspectivas para a inflação

Perspectivas para a inflação Perspecivas para a inflação 6 Ese capíulo do Relaório de Inflação apresena a avaliação feia pelo Copom sobre o comporameno da economia brasileira e do cenário inernacional desde a divulgação do Relaório

Leia mais

POLÍTICA FISCAL ATRAVÉS DO CICLO E OPERAÇÃO DOS ESTABILIZADORES FISCAIS

POLÍTICA FISCAL ATRAVÉS DO CICLO E OPERAÇÃO DOS ESTABILIZADORES FISCAIS POLÍTICA FISCAL ATRAVÉS DO CICLO E OPERAÇÃO DOS ESTABILIZADORES FISCAIS Fabiana Rocha FEA/USP e CEPESP Resumo : O objeivo dese arigo é analisar a relação enre ciclo econômico e finanças públicas no Brasil.

Leia mais

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO Thamirys Figueredo Evangelisa 1 Eliane Crisina de Araújo Sbardellai

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos econsor www.econsor.eu Der Open-Access-Publikaionsserver der ZBW Leibniz-Informaionszenrum Wirscaf Te Open Access Publicaion Server of e ZBW Leibniz Informaion Cenre for Economics Gonçalves, Reinaldo Working

Leia mais

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro Medidas de Desempenho: Um Esudo sobre a Imporância do Lucro Conábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capiais Brasileiro Auoria: Moisés Ferreira da Cunha, Paulo Robero Barbosa Lusosa Resumo:

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão ISSN 1518-3548 Trabalhos para Discussão Diferenças e Semelhanças enre Países da América Laina: Uma Análise de Markov Swiching para os Ciclos Econômicos de Brasil e Argenina Arnildo da Silva Correa Ouubro/2003

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo 0 INTRODUÇÃO A queda do sisema de Breom Woods e, poseriormene, a ausência de uma relação esreia enre moeda e renda, dada pela insabilidade da velocidade de circulação da moeda, inciou o desenvolvimeno

Leia mais

Curva de Phillips, Inflação e Desemprego. A introdução das expectativas: a curva de oferta agregada de Lucas (Lucas, 1973)

Curva de Phillips, Inflação e Desemprego. A introdução das expectativas: a curva de oferta agregada de Lucas (Lucas, 1973) Curva de Phillips, Inflação e Desemprego Lopes e Vasconcellos (2008), capíulo 7 Dornbusch, Fischer e Sarz (2008), capíulos 6 e 7 Mankiw (2007), capíulo 13 Blanchard (2004), capíulo 8 A inrodução das expecaivas:

Leia mais

As exportações nos estados da Região Sul do Brasil por intensidade tecnológica entre 1996 a 2007

As exportações nos estados da Região Sul do Brasil por intensidade tecnológica entre 1996 a 2007 IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais As exporações nos esados da Região Sul do Brasil por inensidade ecnológica enre 1996 a 2007 Alexander Nunes Leizke PPGE/UNISINOS

Leia mais

Boletim Económico Inverno 2006

Boletim Económico Inverno 2006 Boleim Económico Inverno 2006 Volume 12, Número 4 Disponível em www.bporugal.p Publicações BANCO DE PORTUGAL Deparameno de Esudos Económicos Av. Almirane Reis, 71-6.º andar 1150-012 Lisboa Disribuição

Leia mais

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola Funções de Exporação de Alimenos para o Brasil Maria Auxiliadora de Carvalho Insiuo de Economia Agrícola César Robero Leie da Silva PUCSP e Insiuo de Economia Agrícola Resumo: A segurança alimenar é uma

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Economia e Finanças Públicas Aula T21. Bibliografia. Conceitos a reter. Livro EFP, Cap. 14 e Cap. 15.

Economia e Finanças Públicas Aula T21. Bibliografia. Conceitos a reter. Livro EFP, Cap. 14 e Cap. 15. Economia e Finanças Públicas Aula T21 6.3 Resrição Orçamenal, Dívida Pública e Susenabilidade 6.3.1 A resrição orçamenal e as necessidades de financiameno 6.3.2. A divida pública 6.3.3 A susenabilidade

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Marta R. Castilho 1 e Viviane Luporini 2

A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Marta R. Castilho 1 e Viviane Luporini 2 A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Mara R. Casilho 1 e Viviane Luporini 2 ANPEC 2009: ÁREA 6 RESUMO: O arigo apresena um esudo comparaivo das elaicidades-renda das exporações

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO

ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO Área 5 - Crescimeno, Desenvolvimeno Econômico e Insiuições Classificação

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Fajardo, José; Pereira, Rafael Efeios Sazonais no Índice Bovespa BBR - Brazilian Business Review,

Leia mais

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico Uma análise de indicadores de susenabilidade fiscal para o rasil Tema: Ajuse Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico . INTRODUÇÃO Parece pouco discuível nos dias de hoje o fao de que o crescimeno econômico

Leia mais

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities 18 2 Relação enre câmbio real e preços de commodiies Na exensa lieraura sobre o cálculo da axa de câmbio de longo prazo, grande pare dos modelos economéricos esimados incluem os ermos de roca como um dos

Leia mais