Relato - Do Fordismo/Keynesiano ao Toyotismo/Neoliberal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relato - Do Fordismo/Keynesiano ao Toyotismo/Neoliberal"

Transcrição

1 Relato - Do Fordismo/Keynesiano ao Toyotismo/Neoliberal Segundo diferentes autores, como ANTUNES (1999), HARVEY (2001), GOUNET (1999), KURZ (1996) entre outros, vivemos, atualmente, o chamado desemprego estrutural. Isso significa que as razões da onda recessiva no trabalho não são apenas resultado de problemas econômicos localizados internamente nos países, nem o desemprego é culpa do indivíduo, como atribui um certo discurso dominante, estigmatizando-o de incompetente, fracassado ou desqualificado. Esse fato gera, no desempregado, forte conseqüência de baixa auto-estima e apatia, devido à ideologia dominante de naturalização de problemas que não são naturais, mas produzidos histórica e socialmente. Portanto, as razões do atual desemprego são estruturais e foram historicamente produzidas pela crise do modelo Fordista de produção na década de 70 e a gradativa implementação do modelo Toyotista nas décadas posteriores, como desenvolveremos mais detalhadamente a seguir. As origens históricas do desemprego e da exclusão social mundial estão: a) na mudança das estruturas de produção Fordista para a Toyotista, automatizada via Revolução micro-eletrônica, e b) no acelerado processo de internacionalização do capital financeiro a partir de fins da década de 70. Vejamos, então, como se deu esse processo. Segundo os autores mencionados, o modelo de produção Fordista foi iniciado nas primeiras fábricas automotivas da Ford, nos EUA, na década de 20, expandindo-se pelo mundo, nas décadas seguintes, até os anos 70. Esse modelo apresentou as seguintes características: produção em série e em massa, assentada em grandes estoques e voltada para o consumo em larga escala; implementação da linha de montagem caracterizada pelo uso da esteira rolante - como forma de acelerar o processo de produção - do trabalho mecânico, repetitivo, rígido e mão-de-obra numerosa; clara separação entre o trabalho manual e o intelectual (criação, projetos), instituição de novas técnicas de gestão e, principalmente, rígido controle produtivo, de forma vertical e hierarquizada, propostas pelo engenheiro norte-americano Taylor, conhecidas, com o tempo, como Taylorismo;

2 forte intervenção do Estado, enquanto regulador, entre as relações de Capital e Trabalho, como forma de evitar grandes crises econômicas do Capitalismo, como a de Essa política econômica era embasada na teoria do economista inglês John Maynard Keynes, contrário ao Estado Liberal e favorável a um Estado forte e regulador, intitulada de keynesianismo; estabelecimento do Estado do Bem-Estar Social ou Welfare State, nos moldes keynesianos, nos países norte-americanos e europeus mais industrializados, principalmente após o fim da Guerra em Assim, buscava-se atender à crescente demanda social nos serviços públicos de saúde, educação, moradia, transportes e nos setores estratégicos como energia e comunicações. Na América Latina, os Estados populista-trabalhistas de Vargas/JK e Perón foram um prenúncio de implementação do Welfare State, mas contidos pelos golpes militares em marcha. Por isso, a década de 50, no Brasil, ficou conhecida como Anos Dourados : de grande desenvolvimento industrial e crescimento econômico, gerador de empregos e sustentado por um Estado forte e estratégico. Esse intervencionismo estatal ou Keynesianismo levou ao estabelecimento do Estado do Bem-Estar Social (Welfare State) nos EUA e países europeus mais industrializados. Entretanto, esse modelo produtivo, econômico e político - Fordista/Taylorista e Keynesiano - não conseguiu, na década de 70, conter mais uma crise capitalista mundial, crise proveniente do aumento vertiginoso nos preços do petróleo, somada ao acirramento da própria contradição do Capitalismo, segundo a análise marxista: a produção torna-se cada vez mais socializada, enquanto a apropriação da riqueza torna-se mais privada. Essa crise iniciou-se nos EUA, como centro da economia capitalista industrial e financeira, e se difundiu mundialmente nas décadas de 80 e 90. Com o aumento dos custos de produção e a retração dos mercados, a voracidade do capital buscou reduzir seus custos por meio do uso de mão-de-obra mais barata e sindicalmente menos organizada, bem como matérias-primas mais acessíveis, encontradas à disposição no Terceiro Mundo. Paralelamente, o grande capital financeiro norte-americano e europeu ampliava seu processo de internacionalização, como forma de manter seus lucros, apesar da crise do modelo Fordista/Keynesiano vigente. Esse processo levou o capital a se multiplicar investindo nele mesmo: com dinheiro comprando dinheiro e se multiplicando por meio das ações nas bolsas de valores mundiais. A financeirização econômica tornou-se mais lucrativa do que investir capital no setor produtivo industrial e agrícola. Em outras palavras, uma atividade econômica

3 meramente especulativa, resultante do setor produtivo, passou a viver sem ele, a se auto-reproduzir por meio de grandes investimentos externos, financiando países inteiros, instalando um verdadeiro capitalismo-cassino global (KURZ, 1996), onde mega-investimentos entram e saem dos países do Terceiro Mundo, quebrando-os ou tornando-os reféns via endividamento externo. Para agravar a situação, a Revolução Tecnológica da micro-eletrônica, a partir da década de 80, incentivada pelo capital como forma de reduzir os custos e aumentar a produtividade e os lucros numa época de retração, encontrou, na automação industrial, sua grande saída. O saber-fazer dos trabalhadores passou a ser incorporado pelas máquinas, e o indivíduo passou a não ser mais necessário em grande volume e, pouco a pouco, dispensável. Dessa maneira, chegamos à fase que muitos autores chamam de Sociedade Pós-industrial, na qual o emprego não é encontrado mais em grande quantidade no setor fabril, mas no setor de serviços, no comércio em geral. O grande capital precisava de liberdade completa para sua circulação transnacional e, nesse sentido, o Welfare State intervencionista não atendia mais aos seus interesses, agora em fuga para outros mercados mais lucrativos, o que levou ao início de uma profunda crise fiscal no Estado do Bem-Estar Social. Nesse sentido, a ideologia e a teoria defendidas pós-década de 70 foram um retorno ao Liberalismo dos anos 20, reformulado a partir da experiência negativa da crise mundial dos anos 30. Essa teoria econômica, com base em pensadores como Hayek e Friedmam, propunha um Estado Mínimo em função dos interesses do Capital, retirando-o das funções sociais, por meio das privatizações de empresas estatais. Essa experiência foi iniciada no Chile, com o governo ditatorial de Pinochet, na Inglaterra com Thatcher, nos EUA com Reagan, assim como no Brasil a partir do governo Collor e Fernando Henrique Cardoso, ficando conhecida como Neoliberalismo, trazendo uma ideologia pós-moderna. O panorama que acabamos de traçar mostrou outro modelo produtivo e político em nível mundial, a saber: o modelo Toyotista e Neoliberal. O modelo Toyotista se deve ao pioneirismo da indústria automotiva japonesa em buscar sair da retratação econômica mundial a partir da década de 80, modificando completamente o modelo produtivo Fordista, já em crise. Esse modelo expandiu-se mundialmente, pois objetivava, em linhas gerais: superar o Fordismo/Taylorista em fase de retração econômica, por meio de profundas mudanças na produção e nas relações de trabalho, tendo como meta principal reduzir os custos, aumentar a produtividade e, principalmente, garantir a lucratividade do capital, o que causou graves problemas ambientais devido ao uso econômico desmedido dos recursos naturais esgotáveis. Além das

4 características econômicas, financeiras e políticas, do modelo Toyotista citadas acima, apresentamos mais algumas do ponto de vista da produção e suas relações de trabalho, que agravam o atual quadro do desemprego estrutural e a exclusão social em nível mundial (adaptado de Carta Capital e CARMO,1998): produção em pequenos lotes, com estoques mínimos, voltada a determinados nichos de mercado, principalmente àqueles com maior poder aquisitivo; eliminação da divisão entre o trabalho mental e manual, pois o trabalhador precisa ficar atento a todo o processo, controlando e corrigindo, no ato, os eventuais problemas apresentados pela automação produtiva; fim do trabalho especializado numa só função pois, devido à instabilidade econômica constante, o trabalhador precisa aprender a se adaptar, a todo momento, a outras funções, ou seja, ser multifuncional, polivalente, "empregável" e flexível como a produção exige; desregulamentação da legislação trabalhista e combate à organização sindical independente, que precariza o trabalho por meio de subcontratações e da terceirização de serviços; horizontalização da gestão organizacional por intermédio de células de produção e grupos de trabalho co-responsáveis, inserindo a ideologia da Qualidade Total, 5 S, entre outras, como forma de controlar e explorar não só a força de trabalho, mas as capacidades cognitivas (o saber) e a subjetividade do trabalhador. Dominar não só seu corpo, mas sua mente: "Vestir a camisa da empresa" e "incorporar o trabalho como uma família", eis a regra. Assim, podemos perceber algumas das razões do grande desemprego estrutural e do crescimento da exclusão social e precarização do trabalho atualmente, presente tanto nos países ricos, quanto nos pobres. Em suma, as profundas mudanças estruturais no Capitalismo, ao longo do século XX, e seu "instinto" de sobrevivência, levaram à crise do modelo Fordista/Keynesiano e à implementação do modelo Toyotista/Neoliberal, que procura crescer e se reproduzir por meio da automação e financeirização descontrolada, expansionista, agressiva, antidemocrática e, principalmente, individualista e desumana. Modelo propositadamente orientado pelos organismos internacionais como a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o grupo dos sete países mais ricos do mundo, o G7.

5 Apesar de tudo, o modelo vigente vem sendo enfrentado mundial e localmente pelos Movimentos anti-globalização, os Fóruns Sociais Mundiais, os Movimentos de luta pela terra e ambientalistas, e pelo crescimento político-eleitoral da esquerda e centro esquerda na América Latina, assim como pelos movimentos, revoltas e rebeliões dos excluídos que explodem de diferentes formas, por todos os lugares do planeta. Referências bibliográficas ANTUNES, R.. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial. 4. ed CARMO, P. S. do. O trabalho na economia global. São Paulo: Moderna, CHOSSUDOVSKY, M.. A Globalização da pobreza - Impactos das Reformas do FMI e do Banco Mundial. São Paulo: Moderna, GOUNET, T. Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. São Paulo: Boitempo, HARVEY, D.. Condição pós-moderna. 10ª ed. São Paulo: Loyola, KURZ, R. Os últimos combates. Rio de Janeiro: Vozes, 1996.

Modelos de Produção. 1 Empresas: Movimentos Ideológicos. 1.1 - Taylorismo:

Modelos de Produção. 1 Empresas: Movimentos Ideológicos. 1.1 - Taylorismo: Modelos de Produção 1 Empresas: Movimentos Ideológicos 1.1 - Taylorismo: Taylorismo ou Administração científica é o modelo de administração desenvolvido pelo engenheiro norte-americano Frederick Taylor

Leia mais

Da era fordista ao desemprego estrutural da força de trabalho: mudanças na organização da produção e do trabalho e seus reflexos 1

Da era fordista ao desemprego estrutural da força de trabalho: mudanças na organização da produção e do trabalho e seus reflexos 1 Da era fordista ao desemprego estrutural da força de trabalho: mudanças na organização da produção e do trabalho e seus reflexos 1 Vinicius Correia Santos 2 Introdução Como conseqüência da reestruturação

Leia mais

O DIREITO DO TRABALHO FRENTE ÀS MUDANÇAS NAS RELAÇÕES DE TRABALHO.

O DIREITO DO TRABALHO FRENTE ÀS MUDANÇAS NAS RELAÇÕES DE TRABALHO. O DIREITO DO TRABALHO FRENTE ÀS MUDANÇAS NAS RELAÇÕES DE TRABALHO. Jorge Luiz Souto Maior (*) Já virou costume dizer que o mundo do trabalho mudou e que, por isto, inevitavelmente, o direito do trabalho

Leia mais

A origem latina da palavra trabalho (tripalium, antigo instrumento de tortura) confirma o valor negativo atribuído às atividades laborais.

A origem latina da palavra trabalho (tripalium, antigo instrumento de tortura) confirma o valor negativo atribuído às atividades laborais. 1 Origem do termo O trabalho é o conjunto de atividades por meio das quais o ser humano cria as condições para sua sobrevivência. Por esta característica, sempre foi indispensável na vida dos indivíduos.

Leia mais

UNIDADE 4 A CRISE DO GUERRA MUNDIAL. CAPITALISMO E A SEGUNDA. Uma manhã de destruição e morte.

UNIDADE 4 A CRISE DO GUERRA MUNDIAL. CAPITALISMO E A SEGUNDA. Uma manhã de destruição e morte. UNIDADE 4 A CRISE DO CAPITALISMO E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. Uma manhã de destruição e morte. No início de agosto de 1945, os Estados Unidos tentavam, sem resultado, conseguir a rendição japonesa. A solução

Leia mais

1) a) Caracterize a Nova Ordem Econômica Mundial;

1) a) Caracterize a Nova Ordem Econômica Mundial; 1) a) Caracterize a Nova Ordem Econômica Mundial; A Nova Ordem Econômica Mundial insere-se no período do Capitalismo Financeiro e a doutrina econômica vigente é o Neoliberalismo. Essa Nova Ordem caracteriza-se

Leia mais

O QUE É UMA REVOLUÇÃO?

O QUE É UMA REVOLUÇÃO? Industr ial O QUE É UMA REVOLUÇÃO? - é uma mudança rápida e profunda que afeta as estruturas de uma sociedade determinando a essa uma nova realidade. - Pode ser cultural, política, social, etc. A Revolução

Leia mais

Do taylorismo/fordista ao toyotismo e o Programa do Voluntariado do Instituto Ethos.

Do taylorismo/fordista ao toyotismo e o Programa do Voluntariado do Instituto Ethos. NOVAS ESTRATÉGIAS DE OBTENÇÃO DO CONSENSO DA CLASSE TRABALHADORA SOB O PARADIGMA TOYOTISTA: O PROGRAMA VOLUNTARIADO DO INSTITUTO ETHOS Luana M. de Andrade 1 Resumo Pretende-se discutir no contexto da reestruturação

Leia mais

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet 1 UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA Ivo Tonet Introdução Para melhor orientar e sustentar a nossa luta, é importante compreender as dimensões mais gerais em que ela se situa. A convicção, gerada

Leia mais

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Gestão Aplicada I Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Formação e ficha profissional: Graduado em Analises e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Organização da produção social do trabalho Objetivo: Problematizar as diferentes

Leia mais

Ministério de Ação Social, que tem a função de coletar todos os documentos oficiais referidos a essa área.

Ministério de Ação Social, que tem a função de coletar todos os documentos oficiais referidos a essa área. 1 Introdução O objetivo desta dissertação é analisar os Pressupostos políticoideológicos, determinantes e direção do terceiro setor no âmbito das políticas sociais no contexto de consolidação do neoliberalismo

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data:

Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data: Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data: REVISÃO FINAL PARA O SIMULADO 1ª Avaliação: Imperialismo na Ásia e na África 01. Podemos sempre

Leia mais

O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO

O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO MODO DE PRODUÇÃO: Pode ser entendido com a estrutura econômica de uma sociedade. Incluem-se nessa noção a maneira como essa sociedade produz, distribui, consome

Leia mais

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: O CASO DOS PROFESSORES SUBSTITUTOS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Resumo

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: O CASO DOS PROFESSORES SUBSTITUTOS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Resumo 1 PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: O CASO DOS PROFESSORES SUBSTITUTOS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Viviane Dias Uerj diasviviane01@hotmail.com Melissa Machado Uerj melissagmac@yahoo.com.br Resumo

Leia mais

DIVISÃO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS ASSISTENCIAIS ATRAVÉS DA FERRAMENTA DE TELEMARKETING SOCIAL.

DIVISÃO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS ASSISTENCIAIS ATRAVÉS DA FERRAMENTA DE TELEMARKETING SOCIAL. DIVISÃO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS ASSISTENCIAIS ATRAVÉS DA FERRAMENTA DE TELEMARKETING SOCIAL. Eduardo Rafael Pavin¹ Cláudio Garcia¹ Luis Felipe Winkler¹ Valdir B. Cavalheiro¹ Wagner Rocha¹ Orientador: Almiro

Leia mais

TIGRES ASIÁTICOS e CHINA

TIGRES ASIÁTICOS e CHINA TIGRES ASIÁTICOS e CHINA China Muito importante economicamente para o Brasil e para o mundo. Em muitos produtos vimos escrito: Made In China. O que os produtos chineses podem acarretar à produção dos mesmos

Leia mais

DEMOCRACIA, ESTADO SOCIAL, E REFORMA GERENCIAL

DEMOCRACIA, ESTADO SOCIAL, E REFORMA GERENCIAL DEMOCRACIA, ESTADO SOCIAL, E REFORMA GERENCIAL Luiz Carlos Bresser-Pereira Intervenção no VI Fórum da Reforma do Estado. Rio de Janeiro, 1º. de outubro de 2007. Sumário. A democracia permitiu que os trabalhadores

Leia mais

Gestão Estratégica no Setor Público. Roberta Clemente ILP 30/10/2007

Gestão Estratégica no Setor Público. Roberta Clemente ILP 30/10/2007 Gestão Estratégica no Setor Público Roberta Clemente ILP 30/10/2007 Organização da Apresentação Introdução Estratégia Histórico da Intervenção estatal Crise do Estado Especificidades do caso brasileiro

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DO IV SIMPÓSIO NACIONAL DO CEBES

RELATÓRIO SÍNTESE DO IV SIMPÓSIO NACIONAL DO CEBES RELATÓRIO SÍNTESE DO IV SIMPÓSIO NACIONAL DO CEBES O IV Simpósio Nacional do (Cebes), realizado no dia 31 de outubro de 2015, no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), no Rio de Janeiro, teve como objetivo

Leia mais

Economia Industrial 1

Economia Industrial 1 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Curso de Economia Economia Industrial Análise Estrutural dos Mercados e da Concorrência em Oligopólios Conceitos Introdutórios Professor : Johnny Luiz Grando

Leia mais

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA A APROPRIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS POR INVESTIDORES PRIVADOS SÃO INSTRUMENTOS QUE LEVAM A COMERCIALIZAÇÃO DO ENSINO? 1 MSc. EDUARDO GUERINI JULHO/2013

Leia mais

Módulo 6 A Evolução da Ciência Econômica. 6.1. Os Socialistas

Módulo 6 A Evolução da Ciência Econômica. 6.1. Os Socialistas Módulo 6 A Evolução da Ciência Econômica 6.1. Os Socialistas O pensamento socialista surge em meio à revolução industrial, com suas grandes fábricas. Os trabalhadores possuíam condições precárias de trabalho

Leia mais

A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE

A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE II Semana de Economia Política GT 3 Trabalho e produção no capitalismo contemporâneo A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE Resumo Inaê Soares Oliveira 1 Lohana Lemos

Leia mais

V Encontro Anual da ANDHEP - Direitos Humanos, Democracia e Diversidade 17 a 19 de setembro de 2009, UFPA, Belém (PA) Grupo de Trabalho: GT 4

V Encontro Anual da ANDHEP - Direitos Humanos, Democracia e Diversidade 17 a 19 de setembro de 2009, UFPA, Belém (PA) Grupo de Trabalho: GT 4 V Encontro Anual da ANDHEP - Direitos Humanos, Democracia e Diversidade 17 a 19 de setembro de 2009, UFPA, Belém (PA) Grupo de Trabalho: GT 4 Direitos Econômicos Sociais e Política Públicas de Direitos

Leia mais

Trabalhonecessário Issn: 1808-799X ano 10, nº 14-2012

Trabalhonecessário Issn: 1808-799X ano 10, nº 14-2012 Trabalhonecessário Issn: 1808-799X ano 10, nº 14-2012 INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E PROJETO EDUCACIONAL DO EMPRESARIADO INDUSTRIAL BRASILEIRO: UMA ANÁLISE CRÍTICA Rafael Gomes Cavalcante 1 Alessandro de Melo

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO. O tema da redução da jornada de trabalho é, ainda hoje, uma questão envolta em polêmicas.

GLOBALIZAÇÃO. O tema da redução da jornada de trabalho é, ainda hoje, uma questão envolta em polêmicas. LISTA: 01 1ª série Ensino Médio Professor(a): B - Negão Turma: A ( ) / B ( ) Aluno(a): Segmento temático: GLOBALIZAÇÃO DIA: MÊS: 01 2016 QUESTÃO 01 03 (PUC-RIO-2012-1) O tema da redução da jornada de trabalho

Leia mais

SIMULADO DO ENEM TESTE SEUS CONHECIMENTOS

SIMULADO DO ENEM TESTE SEUS CONHECIMENTOS SIMULADO DO ENEM TESTE SEUS CONHECIMENTOS Simulado do Enem: 1 - Analise as representações cartográficas a seguir: Estas representações são anamorfoses geográficas. Uma anamorfose geográfica representa

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL

EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL Débora Baptista da Rocha Segantine 1 Janete Bernardo do Nascimento Marcelino 2 1. INTRODUÇÃO Aproximar nessa discussão educação escolar e trabalho, se

Leia mais

Crise de 1929 IDADE CONTEMPORÂNEA

Crise de 1929 IDADE CONTEMPORÂNEA IDADE CONTEMPORÂNEA Crise de 1929 Nos anos 1920, os Estados Unidos viveram uma prosperidade nunca antes vivenciada. Ao longo da Primeira Guerra Mundial haviam se tornado a maior economia do mundo e depois

Leia mais

O papel das organizações sociais na inclusão social das pessoas com deficiência

O papel das organizações sociais na inclusão social das pessoas com deficiência OPINIÃO O papel das organizações sociais na inclusão social das pessoas com deficiência Vivemos um novo marco histórico em que é preciso romper com a visão segmentada e assistencialista sobre a pessoa

Leia mais

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Estou muito honrado com o convite para participar deste encontro, que conta

Leia mais

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira e Fluxos de Capital Wilhelm Eduard Meiners IBQP/UniBrasil/Metápolis Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas Chesnais, F. Mundialização Financeira, cap.1 Baumann, Canuto e Gonçalves. Economia

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO E O TRABALHO PRECARIZADO: APONTAMENTOS SOBRE O CASO DA COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS (CEMIG)

TERCEIRIZAÇÃO E O TRABALHO PRECARIZADO: APONTAMENTOS SOBRE O CASO DA COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS (CEMIG) TERCEIRIZAÇÃO E O TRABALHO PRECARIZADO: APONTAMENTOS SOBRE O CASO DA COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS (CEMIG) Igor Silva Figueiredo 1 Igor.figueiredo@gmail.com Este trabalho consiste numa pesquisa

Leia mais

CRISE DO CAPITAL: ajuste estrutural e as reformas educacionais propostas pelo Banco Mundial

CRISE DO CAPITAL: ajuste estrutural e as reformas educacionais propostas pelo Banco Mundial 1 CRISE DO CAPITAL: ajuste estrutural e as reformas educacionais propostas pelo Banco Mundial Maria José Pires Barros Cardozo * RESUMO O presente artigo aponta algumas reflexões sobre a crise do capital

Leia mais

GEOGRAFIA GERAL A NOVA ORDEM MUNDIAL

GEOGRAFIA GERAL A NOVA ORDEM MUNDIAL IETAV System www.concursosecursos.com.br GEOGRAFIA GERAL A NOVA ORDEM MUNDIAL Liberalismo Econômico Teses criadas no século XVIII para combater o mercantilismo que já não atendia às novas necessidades

Leia mais

ONUDI. Simulações Anglo

ONUDI. Simulações Anglo ONUDI Simulações Anglo Guia de estudos Carta do Secretariado aos Delegados Saudações, ilustríssimos delegados. Organizada pelo corpo discente do colégio, a SiAn é um evento que tem por objetivo a simulação

Leia mais

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S.

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Nos últimos anos, tem crescido a expectativa em torno de uma possível

Leia mais

AP03 OS MODELOS DE PRODUÇÃO DE HENRY FORD

AP03 OS MODELOS DE PRODUÇÃO DE HENRY FORD 1 2 Conhecer os princípios de produção em massa preconizados por Henry Ford Estabelecer correlações entre o Taylorismo e o Fordismo 3 Henry Ford e o modelo T Henry Ford (1863-1947) também é um dos precursores

Leia mais

Estigmatização dos indivíduos. A construção no imaginário social brasileiro sobre as favelas e seus habitantes.

Estigmatização dos indivíduos. A construção no imaginário social brasileiro sobre as favelas e seus habitantes. Estigmatização dos indivíduos A construção no imaginário social brasileiro sobre as favelas e seus habitantes. Questões geoespaciais (onde se mora). Questões étnicas (afrodescendente ou branco) Classe

Leia mais

Fases históricas do sistema bancário brasileiro. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress.

Fases históricas do sistema bancário brasileiro. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress. Fases históricas do sistema bancário brasileiro Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Fases históricas do sistema bancário brasileiro 2 Fases da

Leia mais

ESTUDO DO ACASO (MULTIFUNCIONALIDADE)

ESTUDO DO ACASO (MULTIFUNCIONALIDADE) ESTUDO DO ACASO (MULTIFUNCIONALIDADE) Angela Maria Fernandes Fraga Funcionária efetiva de Empresa Pública do Estado da Bahia, exercendo o cargo de Assistente Administrativo. Estudante do 5º semestre de

Leia mais

AMANDA GRANDE ALVES RA: A7607C2 GABRIELA DE OLIVEIRA LIMA RA: A819IB0 JOSÉ RICARDO DE ARAÚJO FILHO RA: A941018

AMANDA GRANDE ALVES RA: A7607C2 GABRIELA DE OLIVEIRA LIMA RA: A819IB0 JOSÉ RICARDO DE ARAÚJO FILHO RA: A941018 AMANDA GRANDE ALVES RA: A7607C2 GABRIELA DE OLIVEIRA LIMA RA: A819IB0 JOSÉ RICARDO DE ARAÚJO FILHO RA: A941018 VANESSA LAÍS BARBOSA DE CASTRO RA: B048638 A GRANDE DEPRESSÃO São Paulo Maio 2011 AMANDA GRANDE

Leia mais

Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade

Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade 28 r e v i s t a revenda construção entrevista_ed.indd 28 14/05/10 22:05 País rico e já estável era rricardo Amorim, economista formado

Leia mais

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38 América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural Capítulo 38 Expansão marítima européia; Mercantilismo (capitalismo comercial); Tratado de Tordesilhas (limites coloniais entre Portugal e Espanha):

Leia mais

A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL

A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL 1 -- SISTEMA FINANCEIRO E SEUS COMPONENTES BÁSICOS: >> Sistema financeiro = é formado pelo conjunto de mercados e instituições que servem para relacionar poupadores

Leia mais

O Serviço Social em Defesa pelo Direito à cidade: Limites e Possibilidades da Intervenção Profissional

O Serviço Social em Defesa pelo Direito à cidade: Limites e Possibilidades da Intervenção Profissional O Serviço Social em Defesa pelo Direito à cidade: Limites e Possibilidades da Intervenção Profissional Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Londrina, Agosto de 2011 O direito à cidade é um direito coletivo,

Leia mais

TAYLORISMO, FORDISMO E GEOGRAFIA. Instituto Federal Santa Catarina Câmpus Joinville Unidade Curricular Geografia Professor Mauricio Ruiz Camara

TAYLORISMO, FORDISMO E GEOGRAFIA. Instituto Federal Santa Catarina Câmpus Joinville Unidade Curricular Geografia Professor Mauricio Ruiz Camara TAYLORISMO, FORDISMO E GEOGRAFIA Instituto Federal Santa Catarina Câmpus Joinville Unidade Curricular Geografia Professor Mauricio Ruiz Camara Taylorismo Frederick W. Taylor (1856-1915) WIKIWAND. Disponível

Leia mais

Neoliberalismo e Crise da Educação Pública. ILAESE Instituto Latino-Americano de Estudos Sócio-Econômicos

Neoliberalismo e Crise da Educação Pública. ILAESE Instituto Latino-Americano de Estudos Sócio-Econômicos Neoliberalismo e Crise da Educação Pública Instituto Latino-Americano de Estudos Sócio-Econômicos Objetivos Análise dos princípios neoliberais e da aplicação da sua política no Brasil, principalmente no

Leia mais

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica Questões Específicas 1. Considerando os Blocos Econômicos, a União Europeia (27 países em 2011) permanece como relevante importador de mercadorias brasileiras. Considerando os países individualmente, a

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 42 setembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 42 setembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 42 setembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Eleição presidencial e o pensamento econômico no Brasil 1 I - As correntes do pensamento econômico

Leia mais

A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO

A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1- O que são multinacionais? São empresas que possuem sua matriz em um país, geralmente desenvolvido, e filiais em outros países, muitos deles

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO: Política de Financiamento da Educação Superior no Brasil uma análise dos Planos Nacionais de Educação

TÍTULO DO PROJETO: Política de Financiamento da Educação Superior no Brasil uma análise dos Planos Nacionais de Educação TÍTULO DO PROJETO: Política de Financiamento da Educação Superior no Brasil uma análise dos Planos Nacionais de Educação 1 APRESENTAÇÃO O financiamento da educação superior pública constitui-se num dos

Leia mais

Cenário Brasileiro e Educação

Cenário Brasileiro e Educação Cenário Brasileiro e Educação Prof. José Pio Martins Economista Reitor da Universidade Positivo Agosto/2014 Observações introdutórias Missões do gestor Gerenciar o dia a dia Preparar a organização para

Leia mais

HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIAS HORA/ AULA I - CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIA: II - PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO:

HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIAS HORA/ AULA I - CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIA: II - PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: GEOGRAFIA SÉRIE CH ANO 1ª 68 2012 COMPETÊNCIAS: Compreender

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU TÍTULO: AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO PROGRAMA ADOLESCENTE APRENDIZ EXECUTADO PELO TERCEIRO SETOR, NA VIVENCIA ATUAL DOS BENEFICIÁRIOS QUANTO À SUPERAÇÃO DE DIFICULDADES COTIDIANAS E DE INSERÇÃO AO TRABALHO.

Leia mais

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Reunidos na 2 Assembleia Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, Brasil, de 11 a 13 de junho de 2012, organizada por Sustainlabour,

Leia mais

A crise geral do capitalismo: possibilidades e limites de sua superação

A crise geral do capitalismo: possibilidades e limites de sua superação A crise geral do capitalismo: possibilidades e limites de sua superação LUIZ FILGUEIRAS * Determinantes gerais da crise A atual crise econômica geral do capitalismo tem, como todas as anteriores, determinantes

Leia mais

A verdadeira bolha não é a China, mas sim o ocidente.

A verdadeira bolha não é a China, mas sim o ocidente. SUMÁRIO EXECUTIVO. Bolha chinesa ainda pode cair mais 10%; Uma guerra monetária; FED não irá subir os juros; BCB terá que subir ainda a SELIC. A verdadeira bolha não é a China, mas sim o ocidente. O mundo

Leia mais

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ENTORNO DO LIXÃO DE CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL.

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ENTORNO DO LIXÃO DE CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ENTORNO DO LIXÃO DE CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL. Fabiola Silva dos Santos INTRODUÇÃO: A ocupação da periferia das cidades,

Leia mais

III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA. O estado no neoliberalismo e a garantia dos direitos sociais

III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA. O estado no neoliberalismo e a garantia dos direitos sociais III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Suellem Dantas Mariz O estado no neoliberalismo e a garantia dos direitos sociais RESUMO: O presente trabalho é fruto de estudos desenvolvidos

Leia mais

A EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E A PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: fortalecimento do setor privado no Brasil

A EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E A PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: fortalecimento do setor privado no Brasil A EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E A PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: fortalecimento do setor privado no Brasil Viviane de Queiroz 1 Resumo Esse artigo tem como objetivo analisar a expansão da Educação Superior

Leia mais

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo.

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo. HISTÓRIA 37 Associe as civilizações da Antigüidade Oriental, listadas na Coluna A, às características políticas que as identificam, indicadas na Coluna B. 1 2 3 4 COLUNA A Mesopotâmica Fenícia Egípcia

Leia mais

O investimento público e o desenvolvimento econômico do Brasil

O investimento público e o desenvolvimento econômico do Brasil CRISTINA FRÓES DE BORJA REIS (*) O investimento público e o desenvolvimento econômico do Brasil Esse artigo apresenta as relações entre investimento público e desenvolvimento econômico no Brasil entre

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

3 O Serviço Social no setor de ONGs

3 O Serviço Social no setor de ONGs 3 O Serviço Social no setor de ONGs Uma análise sobre a atuação do assistente social em organizações não governamentais (ONGs) deve partir da reflexão sobre a configuração da sociedade civil brasileira,

Leia mais

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914 ESTUDO DE CASO MÓDULO XI Sistema Monetário Internacional Padrão Ouro 1870 1914 Durante muito tempo o ouro desempenhou o papel de moeda internacional, principalmente por sua aceitabilidade e confiança.

Leia mais

Esta cartilha traz o primeiro diagnóstico

Esta cartilha traz o primeiro diagnóstico introdução A Armadilha do Crédito Fundiário do Banco Mundial Esta cartilha traz o primeiro diagnóstico abrangente sobre os programas do Banco Mundial para o campo no Brasil. O estudo foi realizado pela

Leia mais

ADAM SMITH EM PEQUIM: ORIGENS E FUNDAMENTOS DO SÉCULO XXI

ADAM SMITH EM PEQUIM: ORIGENS E FUNDAMENTOS DO SÉCULO XXI http:///br/resenhas.asp?ed=10&cod_artigo=172 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

Aumentar a fonte Diminuir a fonte

Aumentar a fonte Diminuir a fonte 1 de 6 31/01/2014 23:46 Aumentar a fonte Diminuir a fonte SOMOS CINCO - Líderes dos países integrantes dos Brics em reunião na China, em 2011, que marcou a entrada da África do Sul Crédito: Roberto Stuckert

Leia mais

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil Sumário executivo Mais de um bilhão de pessoas sofre com as consequências da inanição é mais que a população dos Estados Unidos, Canadá e União Européia juntas. Em julho desse ano, a reunião de cúpula

Leia mais

CHINA e TIGRES ASIÁTICOS

CHINA e TIGRES ASIÁTICOS CHINA e TIGRES ASIÁTICOS Os Tigres Asiáticos Hong kong Os Novos Tigres Asiáticos FAZEM PARTE DOS TIGRES ASIÁTICOS 1º GERAÇÃO ( DÉCADA DE 1970) CINGAPURA, CORÉIA DO SUL, HONG KONG, MALÁSIA E FORMOSA (TAIWAN)

Leia mais

Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? A Evolução da Técnica

Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? A Evolução da Técnica Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? Na Grécia Antiga: A Evolução da Técnica Techné quase sinônimo de arte (enquanto habilidade

Leia mais

China em 2016: buscando a estabilidade, diante dos consideráveis problemas estruturais

China em 2016: buscando a estabilidade, diante dos consideráveis problemas estruturais INFORMATIVO n.º 43 DEZEMBRO de 2015 China em 2016: buscando a estabilidade, diante dos consideráveis problemas estruturais Fabiana D Atri* Ao longo dos últimos anos, ao mesmo tempo em que a economia chinesa

Leia mais

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com A história administração A história da Administração é recente,

Leia mais

O ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) é abordado com destaque, por ser o imposto de maior impacto sobre as operações

O ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) é abordado com destaque, por ser o imposto de maior impacto sobre as operações 1 Introdução O Brasil é um país federalista e, como tal, existe um importante repasse de verbas pela Federação aos seus federados, os Estados e os Municípios, os quais têm diferentes graus de participação

Leia mais

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL Autonomia econômica das mulheres Autonomia econômica das mulheres se refere à capacidade das mulheres de serem provedoras de seu próprio sustento,

Leia mais

Trabalho, Educação e Práticas Pedagógicas: Fordismo

Trabalho, Educação e Práticas Pedagógicas: Fordismo Trabalho, Educação e Práticas Pedagógicas: Fordismo ADRIANO MACHADO ALDERENIK OLIVEIRA EDILENE CUNHA MARTINEZ UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ, UEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MINTER UEM/FAFIJA

Leia mais

Resenha. Mestrando em Política Científica e Tecnológica no Instituto de Geociências da UNICAMP. E-mail: renandoliveira@yahoo.com.br.

Resenha. Mestrando em Política Científica e Tecnológica no Instituto de Geociências da UNICAMP. E-mail: renandoliveira@yahoo.com.br. Resenha NOVAES, Henrique Tahan (Org.). O Retorno do Caracol à Sua Concha: alienação e desalienação em associações de trabalhadores. São Paulo: Expressão Popular, 2011. Renan Dias Oliveira O livro de Henrique

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade 1) Nos últimos dez anos a renda media dos brasileiros que caiu a taxa de 0.6% ao ano, enquanto o dos pobres cresceu 0.7%, já descontados o crescimento

Leia mais

Aula 1 Contextualização

Aula 1 Contextualização Economia e Mercado Aula 1 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância do estudo da Ciência Econômica e da organização dos mercados Impacto na sociedade Instrumentalização Tomada de decisão empresarial

Leia mais

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A Conselho da União Europeia Bruxelas, 7 de dezembro de 2015 15071/15 SOC 711 EMPL 464 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado Geral do Conselho data: 7 de dezembro de 2015 para: Delegações n.º doc. ant.:

Leia mais

RECEITA ECONÔMICA PARA UMA ECONOMIA SUBDESENVOLVIDA: A TEORIA DO FMI E O PENSAMENTO ECONÔMICO DE CELSO FURTADO

RECEITA ECONÔMICA PARA UMA ECONOMIA SUBDESENVOLVIDA: A TEORIA DO FMI E O PENSAMENTO ECONÔMICO DE CELSO FURTADO RECEITA ECONÔMICA PARA UMA ECONOMIA SUBDESENVOLVIDA: A TEORIA DO FMI E O PENSAMENTO ECONÔMICO DE CELSO FURTADO Carlos Eduardo de Quadro, Prof.ª MSc. Maria José Acedo Del Olmo Núcleo de Pesquisa Pró-Memória

Leia mais

O TÊRMOMETRO DA EMPRESA

O TÊRMOMETRO DA EMPRESA O TÊRMOMETRO DA EMPRESA O dinheiro é sempre curto e caro. Esta verdade, velha conhecida dos pequenos e médios empresários, só reforça a necessidade de acompanhar cuidadosamente e rotineiramente o fluxo

Leia mais

A organização do espaço na América Latina

A organização do espaço na América Latina Tifonimages/ Dreamstime.com Joetex1/ Dreamstime.com A organização do espaço na América Latina Vista da cidade de Santiago, capital e maior cidade do Chile. Monocultura de milho na Argentina. Andresr/ Shutterstock

Leia mais

Migrações O vaivém da população pelo mundo. Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção)

Migrações O vaivém da população pelo mundo. Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção) Migrações O vaivém da população pelo mundo Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção) Migração ou Movimento Populacional: Ocorre o tempo todo no mundo Pessoas mudam-se

Leia mais

TÍTULO: EMPECILHOS À AUTONOMIA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NO CAPITALISMO FLEXÍVEL

TÍTULO: EMPECILHOS À AUTONOMIA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NO CAPITALISMO FLEXÍVEL TÍTULO: EMPECILHOS À AUTONOMIA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NO CAPITALISMO FLEXÍVEL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE UBERABA AUTOR(ES):

Leia mais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: TUTELA E COOPERAÇÃO

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: TUTELA E COOPERAÇÃO BRASIL E ESTADOS UNIDOS: TUTELA E COOPERAÇÃO Luiz Carlos Bresser-Pereira Folha de S. Paulo, 28.11.1982 As relações de cooperação e conflito que unem os Estados Unidos e o Brasil são o pano de fundo da

Leia mais

perde o poder. Setor financeiro ganhou mais importância, virou uma base. Época do fordismo se investia na produção, agora se investe no setor

perde o poder. Setor financeiro ganhou mais importância, virou uma base. Época do fordismo se investia na produção, agora se investe no setor GEOGRAFIA è Globalização: Termo apareceu na década de 1980 para se referir a um estágio avançado de interdependência entre os países do mundo É um processo em andamento, não está acabado Corresponde a

Leia mais

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO A FORMAÇÃO DO CURRÍCULO DA REDE O solicitou-nos uma base para colocar em discussão com os professores de história da rede de São Roque. O ponto de partida foi a grade curricular formulada em 2008 pelos

Leia mais

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Uma das mais importantes conquistas sociais alcançadas com a Constituição Federal de 1988 foi a institucionalização da Seguridade Social, organizada

Leia mais

O Brasil no século XXI. Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022

O Brasil no século XXI. Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022 O Brasil no século XXI Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022 Construir o Brasil do século XXI Reduzir as Vulnerabilidades Externas; Enfrentar as desigualdades; Realizar as potencialidades; Construir

Leia mais

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação:

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação: RESENHA Resenha é a apreciação crítica sobre uma determinada obra (livro, artigo, texto, filme, etc.). Trata-se de um breve texto, semelhante a um resumo, que visa comentar um trabalho realizado. Será

Leia mais

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS Michelle Mike Nose 1, Daisy Aparecida do Nascimento Rebelatto 2 Universidade de São Paulo 1 Escola de Engenharia de São Carlos Av. Trabalhador São Carlense, 400

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO Diante

Leia mais

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos Histórico As iniciadas no século XV, são consideradas como o marco inicial da (capitalismo comercial). O fenômeno segue crescendo com o período do Neocolonialismo europeu na Ásia e na África. Paralelamente

Leia mais

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI Como pode cair no enem A desconcentração industrial verificada no Brasil, na última década, decorre, entre outros fatores,

Leia mais

Gestão dos Pequenos Negócios

Gestão dos Pequenos Negócios Gestão dos Pequenos Negócios x Rangel Miranda Gerente Regional do Sebrae Porto Velho, RO, 20 de outubro de 2015 A Conjuntura Atual Queda na produção industrial Desemprego Alta dos juros Restrição ao crédito

Leia mais