LEI ORDINÁRIA Nº 1.448, DE 1º DE DEZEMBRO DE Institui o Código Tributário do Município de Uberlândia. Prefeitura de Uberlândia Maio 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEI ORDINÁRIA Nº 1.448, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1966. Institui o Código Tributário do Município de Uberlândia. Prefeitura de Uberlândia Maio 2011"

Transcrição

1 1 LEI ORDINÁRIA Nº 1.448, DE 1º DE DEZEMBRO DE Institui o Código Tributário do Município de Uberlândia Prefeitura de Uberlândia Maio 2011

2 2 Alterada pelas Leis Ordinárias nºs: 1.490, de 06/04/67; 1.505, de 06/07/67; 1.524, de 15/07/67; 1.621, de 03/06/68; 1.781, de 01/12/69; 2.325, de 05/12/73; 2.392, de 11/12/74; 2.481, de 18/12/75; 2.728, de 20/12/77 (Alterada pela Lei Ordinária nº 2.918, de 26/12/78); 2.763, de 07/04/78; 2.882, de 25/10/78; 2.918, de 26/12/78; 3.240, de 18/12/80; 3.293, de 04/05/81; 3.926, de 23/05/83; 4.012, de 28/12/83; 4.013, de 28/12/83; 4.016, de 28/12/83; 5.047, de 26/12/89; 7.057, de 30/12/97; 7.529, de 29/05/00; Alterada pelas Leis Complementares nºs: 089, de 16/09/94; 180, de 30/12/97; 192, de 08/06/98; 197, de 09/07/98; 234, de 30/05/00; 237, de 03/07/00; 250, de 28/12/00; 261, de 19/07/01; 308, de 06/03/03; 318, de 14/07/03; 320, de 23/07/03; 336, de 29/12/03; 357, de 08/06/04 (declarada inconstitucional pela ADIN nº /000(2). ADIN publicada em 24/08/05); 360, de 27/07/04 (declarada inconstitucional pela ADIN nº /000(3). ADIN publicada em 25/11/06); 410, de 23/12/05; 444, de 01/03/07; 465, de 17/12/07; 468, de 21/12/07; 507, de 17/12/09;

3 3 508, de 17/12/09; 512, de 23/03/10; 520, de 22/12/10; 527, de 11/05/11. Legislação Correlata: Lei Ordinária nº 2.712, de 08/12/77 (Revogada pela Lei Ordinária nº 4.016, de 28/12/83); Lei Ordinária nº 2.718, de 16/12/77 (Revogada pela Lei Ordinária nº 4.016, de 28/12/83); Lei Ordinária nº 2.728, de 20/12/77 (Alterada pelas Leis Ordinárias nºs 2.918, de 26/12/78 e 3.083, de 18/12/79); Lei Ordinária nº 2.763, de 07/04/78; Lei Ordinária nº 2.918, de 26/12/78; Lei Ordinária nº 3.080, de 18/12/79 (Alterada pela Leis Ordinárias nºs 3.135, de 02/05/80; 3.249, de 19/12/80; 3.508, de 18/12/81 e 3.878, de 29/12/82) Lei Ordinária nº 3.083, de 18/12/79; Lei Ordinária nº 3.135, de 02/05/80; Lei Ordinária nº 3.249, de 19/12/80; Lei Ordinária nº 3.508, de 18/12/81; Lei Ordinária nº 3.878, de 29/12/82; Lei Ordinária nº 4.870, de 23/01/89; Lei Ordinária nº 4.903, de 02/05/89; Lei Complementar nº 192, de 08/06/98; Lei Complementar nº 261, de 19/07/01; Decreto nº 8.539, de 03/08/01; Lei Complementar nº 296, de 26/12/02; Lei Complementar nº 389, de 21/03/05; Lei Complementar nº 468, de 21/12/07; Resolução 001/2007; Resolução 002/2007; Resolução 003/2008; Lei Complementar nº 508, de 17/12/09; Decreto nº , de 17/03/10.

4 4 LEI Nº 1.448, DE 1º DE DEZEMBRO DE INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA. Lei: A Câmara Municipal de Uberlândia aprovou e Eu sanciono a seguinte PARTE GERAL TÍTULO I DOS TRIBUTOS EM GERAL CAPÍTULO I DO SISTEMA TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO Art. 1º Êste Código dispõe sôbre os fatos geradores, a incidência, as alíquotas, o lançamento, a cobrança e a fiscalização dos tributos municipais e estabelece normas de direito fiscal a êles pertinentes. Art. 1º Esta Lei Complementar regula, com fundamento na Constituição Federal, no Código Tributário Nacional, na Lei Orgânica do Município e na legislação tributária nacional, o sistema tributário municipal, sem prejuízo da respectiva legislação complementar, supletiva ou regulamentar. (Art. 1º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 2º Integram o sistema tributário do Município: I os impostos: a) sôbre a propriedade territorial urbana; b) sôbre a propriedade predial urbana; c) sôbre a circulação de mercadorias; d) sôbre serviços de qualquer natureza. II as taxas:

5 5 a) decorrentes das atividades do poder de polícia do Município; b) decorrentes de atos relativos à utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis. III a contribuição de melhoria. Art. 2º Integram o sistema tributário do Município: I os impostos: a) sôbre a propriedade territorial urbana; a) sobre a propriedade predial e territorial urbana; (Alínea a, do inciso I, do art. 2º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) b) sôbre a propriedade predial urbana; b) sobre serviços de qualquer natureza, não compreendidos na competência tributária dos Estados e Distrito Federal, definidos em lei complementar; (Alínea b, do inciso I, do art. 2º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) c) sôbre serviços de qualquer natureza, não compreendidos na competência tributária da União ou dos Estados, definidos em lei. (Constituição Federal, art. 24). c) sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição. (Alínea b, do inciso I, do art. 2º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) (Vide Lei Ordinária nº 4.871, de 23 de janeiro de 1989 que dispõe sobre transmissão 'inter vivos', a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição ) II as taxas: a) decorrentes das atividades do poder de polícia do Município; a) decorrentes do exercício do poder de polícia do Município; (Alínea a, do inciso II, do art. 2º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) b) decorrentes de atos relativos à utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis.

6 b) decorrentes de atos relativos à utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. (Alínea b, do inciso II, do art. 2º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) III a contribuição de melhoria. (Art. 2º com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) IV a contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública COSIP. (Inciso IV do art. 2º incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 6 CAPÍTULO II DA LEGISLAÇÃO FISCAL Art. 3º Nenhum tributo será exigido ou alterado, nem qualquer pessoa considerada como contribuinte ou responsável pelo cumprimento de obrigação tributária, senão em virtude dêste Código ou de Lei subsequente. Art. 3º Nenhum tributo será exigido ou aumentado, e nenhuma pessoa será considerada contribuinte ou responsável por cumprimento de obrigação tributária, senão em virtude de lei. (Art. 3º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 4º A lei fiscal entra em vigor na data de sua publicação, salvo as disposições que aumentarem tributos que incidam sôbre a propriedade predial e territorial urbana, as quais entrarão em vigor a 1º de janeiro do ano seguinte. Art. 4º A lei fiscal entra em vigor na data de sua publicação, mas a que instituir ou aumentar tributos somente entrará em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação. (Art. 4º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 5º As tabelas de tributos, anexas a êste Código, serão revistas e publicadas integralmente, pelo Poder Executivo, sempre que houver sido substancialmente alteradas. Art. 5 É vedado cobrar tributos: I em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado; II no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; III antes de decorridos 90 (noventa) dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, observado o disposto no inciso II deste artigo.

7 (Art. 5º e incisos de I a III com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) CAPÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO FISCAL 7 Art. 6º Tôdas as funções referentes a cadastramento, lançamento, cobrança, recolhimento e fiscalização de tributos municipais, aplicação de sanções por infração de disposição dêste Código, bem como as medidas de prevenção e repressão às fraudes, serão exercidas pelos órgãos fazendários e repartições a êles subordinadas, segundo as atribuições constantes da Lei de organização dos serviços administrativos e do respectivo regimento. Art. 6 Todas as funções referentes ao cadastramento, lançamento, cobrança, recolhimento e fiscalização de tributos municipais, aplicação de sanções por infração de disposição deste Código ou de legislação esparsa, bem como medidas de prevenção ou repressão às fraudes, serão exercidas pela Secretaria Municipal de Finanças, segundo as atribuições definidas em regulamento. (Art. 6º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 7º Os órgãos e servidores incumbidos da cobrança e fiscalização dos tributos, sem prejuízo do rigor e vigilância indispensáveis ao bom desempenho de suas atividades, darão assistência técnica aos contribuintes, prestando-lhes esclarecimentos sôbre a interpretação e fiel observância das Leis fiscais. Art. 7º Os órgãos e servidores incumbidos da cobrança e fiscalização dos tributos, sem prejuízo do rigor e vigilância indispensáveis ao bom desempenho de suas atividades, prestarão aos contribuintes, sempre que consultados, esclarecimentos sôbre a interpretação e fiel observância das leis fiscais. (Caput do art. 7º com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) Art. 7º Compete à Secretaria Municipal de Finanças orientar os contribuintes sobre a aplicação e interpretação da legislação tributária, dirimindo-lhe as dúvidas e expedindo atos normativos necessários ao desempenho das atividades fiscais. (Art. 7º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 1º Aos contribuintes é facultado reclamar essa assistência aos órgãos responsáveis. 1º Revogado (Parágrafo 1º do art. 7º revogado pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) 2º As medidas repressivas só serão tomadas contra os contribuintes infratores que, dolosamente ou por descaso, lesarem ou tentarem lesar o fisco. 2º Revogado (Parágrafo 2º do art. 7º revogado pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969)

8 Art. 8º Os órgãos fazendários farão imprimir e distribuir, sempre que necessário, modelos de declarações e de documentos que devam ser preenchidos obrigatoriamente pelos contribuintes, para efeito de fiscalização, lançamento, cobrança e recolhimento de impostos, taxas e contribuição de melhoria. Art. 8 A Secretaria Municipal de Finanças disponibilizará e/ou distribuirá, quando necessário, modelos de declarações e de documentos que devam ser preenchidos obrigatoriamente pelos contribuintes ou responsáveis por obrigação tributária, para efeito de fiscalização, lançamento, cobrança ou recolhimento de tributos. (Art. 8º com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 9º São autoridades fiscais, para efeitos dêste Código, as que têm jurisdição e competência definidas em Leis e regulamentos. Art. 9º-A No caso de desacato ou embaraço no exercício das funções fiscalizatórias, ou quando seja necessária a efetivação de medidas acauteladoras no interesse da Fazenda Municipal, ainda que não se configure fato definido como crime ou contravenção, os Fiscais de Tributos municipais poderão, pessoalmente, ou por intermédio da Secretaria Municipal de Finanças, requisitar o auxílio de força policial. (Art. 9º-A incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 8 CAPÍTULO IV DO DOMICÍLIO FISCAL Art. 10. obrigação tributária: Considera-se domicílio fiscal do contribuinte ou responsável por I tratando-se de pessoa física, o lugar onde habitualmente reside, e, não sendo êste conhecido, o lugar onde se encontre a séde principal de suas atividades ou negócios; II tratando-se de pessoa jurídica de direito privado, o local de qualquer de seus estabelecimentos; III tratando-se de pessoa jurídica de direito público, o local da séde de qualquer de suas repartições administrativas. Art. 10. obrigação tributária: Considera-se domicílio fiscal do contribuinte ou responsável por I o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação; II tratando-se de pessoas naturais, a sua residência habitual, ou, sendo esta incerta, ou desconhecida, o centro habitual de sua atividade;

9 III quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou as firmas individuais, o lugar de sua sede, ou, em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação, o de cada estabelecimento. (Art. 10 com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) IV quanto às pessoas jurídicas de direito público, qualquer de suas repartições no território do Município; (Inciso IV do art. 10 incluído pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) Parágrafo único. 1º A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo, aplicandose então a regra do inciso I dêste artigo. (Parágrafo único do art. 10 incluído pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) (Parágrafo único renumerado para parágrafo 1º pela Lei Ordinária nº 7.057, de 30 de dezembro de 1997) Parágrafo único. A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo, aplicando-se então a regra do inciso I deste artigo. (Parágrafo único do art. 10 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 2º Considera-se estabelecimento prestador, o local onde são exercidas, de modo permanente, temporário ou habitual as atividades de prestação de serviços, sendo irrelevantes para a sua caracterização as denominações de sede, matriz, filial ou agência, sucursal, escritório de representação ou contato, ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. (Parágrafo 2º do art. 10 incluído pela Lei Ordinária nº 7.057, de 30 de dezembro de 1997) 2º Revogado (Parágrafo 2º do art. 10 revogado pela Lei Complementar nº 336, de 29 de dezembro de 2003) 3º A existência de estabelecimento prestador é indicada pela conjunção, parcial ou total, dos seguintes elementos: a) manutenção de pessoal, material, máquinas, instrumentos e/ou equipamentos necessários à execução dos serviços; b) estrutura organizacional ou administrativa, mesmo que precária; c) inscrição nos órgãos previdenciários; d) indicação como domicílio fiscal para efeito de outros tributos; e) permanência ou ânimo de permanecer no local, para exploração econômica de atividade de prestação de serviços, exteriorizada através da indicação do endereço em impressos, formulários ou correspondência, contratos de locação de imóveis, propaganda ou publicidade, ou contas de telefone, de energia elétrica, água ou gás, em nome do prestador, seu representante ou preposto. (Parágrafo 3º do art. 10 incluído pela Lei Ordinária nº 7.057, de 30 de dezembro de 1997) 3º Revogado (Parágrafo 3º do art. 10 revogado pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 9

10 10 Art. 11. O domicílio fiscal será consignado nas petições, guias e outros documentos que os obrigados dirijam ou devam apresentar à Fazenda Municipal. Parágrafo único. Os inscritos como contribuintes habituais comunicarão tôda mudança de domicílio, no prazo de 15 (quinze) dias, contados a partir da ocorrência. Parágrafo único. Os inscritos como contribuintes habituais comunicarão toda mudança de domicílio, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da ocorrência. (Parágrafo único do art. 11 com redação dada pela Lei Complementar nº 527, de 11 de maio de 2011) CAPÍTULO V DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ACESSÓRIAS Art. 12. Os contribuintes, ou quaisquer responsáveis por tributos, facilitarão, por todos os meios a seu alcance, o lançamento, a fiscalização e a cobrança dos tributos devidos à Fazenda Municipal, ficando especialmente obrigados a: I apresentar declarações e guias, e a escriturar em livros próprios os fatos geradores de obrigação tributária, segundo as normas dêste Código e dos regulamentos fiscais; II comunicar à Fazenda Municipal, dentro de 15 (quinze) dias, contados a partir da ocorrência, qualquer alteração capaz de gerar, modificar, ou extinguir obrigação tributária; III conservar e apresentar ao Fisco, quando solicitado, qualquer documento que, de algum modo, se refira a operações ou situações que constituam fato gerador de obrigação tributária ou que sirva com comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos fiscais; IV prestar, sempre que solicitadas pelas autoridades competentes, informações e esclarecimentos que, a juízo do Fisco, se referiram a fatos geradores de obrigação tributária. Art. 12. Os contribuintes, ou quaisquer responsáveis pelo recolhimento dos tributos, facilitarão por todos os meios a seu alcance, o lançamento, a fiscalização e a cobrança dos tributos devidos à Fazenda Municipal, ficando especialmente obrigados a: I prestar esclarecimentos ou informações que disponha relativos aos bens, negócios ou atividades próprios, e a exibir os livros, documentos, guias, escrituras de bens imóveis, quando requisitados pela Secretaria Municipal de Finanças, mediante intimação escrita; II comunicar à Secretaria Municipal de Finanças, dentro de 15 (quinze) dias, contados a partir da ocorrência, qualquer alteração capaz de gerar, modificar ou extinguir a obrigação tributária;

11 11 II comunicar à Secretaria Municipal de Finanças, dentro de 30 (trinta) dias, contados a partir da ocorrência, qualquer alteração capaz de gerar, modificar ou extinguir a obrigação tributária; (Inciso II do art. 12 com redação dada pela Lei Complementar nº 527, de 11 de maio de 2011) III conservar e apresentar à Secretaria Municipal de Finanças, quando requisitado, qualquer documento que, de algum modo, se refira a operações ou situações que constituam fato gerador de obrigação tributária ou que sirva como comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos; IV prestar, sempre que solicitadas pela Secretaria Municipal de Finanças, informações e esclarecimentos que, a juízo daquele Órgão, se refiram a fatos geradores da obrigação tributária; (Art. 12 e incisos de I a IV com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) V emitir documento fiscal instituído, conforme regulamento expedido pela Secretaria Municipal de Finanças. (Inciso V do art. 12 incluído pela Lei Complementar nº 527, de 11 de maio de 2011) Parágrafo único. Mesmo no caso de isenção ficam os beneficiários sujeitos ao cumprimento do disposto nêste artigo. Art. 13. O Fisco poderá requisitar a terceiros, e êstes ficam obrigados a fornecerlhe, tôdas as informações e dados referentes a fatos geradores de obrigações tributárias, para os quais tenham contribuído ou que devam conhecer, salvo quando, por fôrça de Lei, estejam obrigados a guardar sigilo em relação a êsses fatos. Art. 13. Mediante intimação escrita exarada da Secretaria Municipal de Finanças, são obrigados a prestar todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício; II os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras; III as empresas de administração de bens; IV os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais; V os inventariantes; VI os síndicos, administradores, comissários e liquidatários; VII quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.

12 (Caput do art. 13 e incisos de I a VII com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 1º As informações obtidas por fôrça dste artigo têm caráter sigiloso e só poderão ser utilizadas em defesa dos interêsses fiscais da União, do Estado e dêste Município. 2º Constitui falta grave, punível nos têrmos do Estatuto dos Funcionários Municipais, a divulgação de informações obtidas no exame de contas ou documentos exibidos. 2º As respostas às informações de que trata o caput deste artigo deverão ser prestadas à Secretaria Municipal de Finanças. (Parágrafo 2º do art. 13 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 3º Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades. (Parágrafo 3º do art. 13 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 4º Constitui falta grave, punível nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais, a divulgação de informações obtidas no exame dos dados ou documentos apresentados. (Parágrafo 4º do art. 13 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 5 A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. (Parágrafo 5º do art. 13 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 12 CAPÍTULO V-A DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA SEÇÃO I DO SUJEITO ATIVO Art. 13-A. Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público, titular da competência para exigir o seu cumprimento. SEÇÃO II DO SUJEITO PASSIVO

13 13 Art. 13-B. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Parágrafo único. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. Art. 13-C. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam o seu objeto. Art. 13-D. Salvo disposições de lei em contrário, as convenções particulares, relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, não podem ser opostas à Fazenda Municipal, para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. SEÇÃO III DA SOLIDARIEDADE Art. 13-E. São solidariamente obrigadas: I as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; II as pessoas expressamente designadas por lei. ordem. Parágrafo único. A solidariedade referida neste artigo não comporta benefício de Art. 13-F. Salvo disposição de lei em contrário, são os seguintes os efeitos da solidariedade: I o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais; II a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, neste caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo; III a interrupção da prescrição, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais.

14 14 SEÇÃO IV DA RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES Art. 13-G. Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o domínio útil ou a posse de bens imóveis, e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens, ou a contribuições de melhoria, sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quando conste do título a prova de sua quitação. Parágrafo único. No caso de arrematação em hasta pública, a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço. Art. 13-H. São pessoalmente responsáveis: remidos; I o adquirente ou remitente, pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou II o sucessor, a qualquer título e o cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação, limitada essa responsabilidade ao montante do quinhão do legado ou da meação; sucessão. III o espólio, pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da Art. 13-I. A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas. Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado, quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente, ou seu espólio, sob a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual. Art. 13-J. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social, ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até a data do ato: atividade; I integralmente, se o alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou II subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 06 (seis) meses a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão.

15 15 SEÇÃO V DA RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Art. 13-K. Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis: I os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores; II os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados; III os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes; IV o inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio; V o síndico, administrador e o comissário, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário; VI os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em razão do seu ofício; VII os sócios, no caso de liquidação de sociedade de pessoas. Parágrafo único. O disposto neste artigo só se aplica em matéria de penalidades, as de caráter moratório. Art.13-L. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos: I as pessoas referidas no artigo anterior; II os mandatários, prepostos e empregados; privado. III os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito SEÇÃO VI DA RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES Art. 13-M. Salvo disposição de lei em contrário, a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato.

16 16 Art. 13-N. A responsabilidade é pessoal ao agente: I quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções, salvo quando praticadas no exercício regular de administração, mandato, função, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito; elementar; II quanto às infrações em cuja definição o dolo específico do agente seja III quanto às infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico: a) das pessoas referidas no art. 13-H desta Lei Complementar, contra aquelas por quem respondem; b) dos mandatários, prepostos ou empregados, contra seus mandantes, preponentes ou empregadores; c) dos diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado, contra estas. Art. 13-O. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apuração. Parágrafo único. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização, relacionados com a infração. Art.13-P. Sem prejuízo do disposto neste Capítulo, a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. (Capitulo V-A, do Título I, da Parte Geral incluído pela Lei Complementar nº 520 de 22 de dezembro de 2010) CAPÍTULO VI DO LANÇAMENTO Art. 14. Lançamento é o procedimento privativo da autoridade administrativa municipal, destinado a construir o crédito tributário mediante a verificação da ocorrência da obrigação tributária correspondente a determinação da matéria tributável, o cálculo do montante do tributo devido, a identificação do contribuinte e, sendo o caso, a aplicação da penalidade cabível.

17 Art. 14. Lançamento é o procedimento privativo da autoridade administrativa municipal competente, destinado a constituir o crédito tributário, mediante a verificação da ocorrência do fato gerador da obrigação tributária correspondente, a determinação da matéria tributável, o cálculo do montante do tributo devido, a identificação do sujeito passivo e, sendo o caso, a propositura da aplicação da penalidade cabível. (Art. 14 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 15. O ato do lançamento é vinculado e obrigatório, sob pena de responsabilidade funcional, ressalvadas as hipóteses de exclusão ou suspensão do crédito tributário previstas nêste Código. Art. 15. O ato do lançamento é vinculado e obrigatório, sob pena de responsabilidade funcional. (Art. 15 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 16. O lançamento reporta-se a data em que haja surgido a obrigação tributária principal e rege-se pela Lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada. Art. 16. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação tributária e rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada. (Caput do art. 16 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que, posteriormente ao nascimento da obrigação, haja instituído novos critérios da apuração da base de cálculo, estabelecido novos métodos de fiscalização, ampliado os podêres de investigação das autoridades administrativas, ou outorgado maiores garantias e privilégios à Fazenda Municipal, exceto, no último caso, para atribuir responsabilidade tributárias a terceiros. 1 Aplica-se ao lançamento a legislação que, posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação, tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização, ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas, ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios, exceto, neste último caso, para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros. (Parágrafo 1º do art. 16 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 2º O disposto nêste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de tempo, desde que a Lei tributária respectiva fixe expressamente a data em que o fato gerador deva ser considerado para efeito de lançamento. 2 O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de tempos, desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se considera ocorrido (Parágrafo 2º do art. 16 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 17

18 Art. 17. Os atos formais relativos ao lançamento dos tributos ficarão a cargo do órgão fazendário competente. Art. 17. Os atos formais relativos ao lançamento dos tributos ficarão a cargo do órgão municipal competente. (Caput do art. 17 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. A omissão ou êrro de lançamento não exime o contribuinte do cumprimento da obrigação fiscal, nem de qualquer modo lhe aproveita. Parágrafo único. A omissão ou erro de lançamento não exime o contribuinte ou responsável pelo cumprimento da obrigação tributária, nem de qualquer modo lhe aproveita. (Parágrafo único do art. 17 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 18. O lançamento efetuar-se-á com base nos dados constantes do Cadastro Fiscal e nas declarações apresentadas pelos contribuintes, na forma e nas épocas estabelecidas neste Código e em regulamento. Art. 18. O lançamento efetuar-se-á, de ofício, com base nos dados constantes do cadastro municipal, nas informações colhidas em fontes que não as do próprio contribuinte e nas declarações apresentadas por aquele ou por terceiros responsáveis pelo cumprimento de obrigação tributária. (Caput do art. 18 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. As declarações deverão conter todos os elementos e dados necessários ao conhecimento do fato gerador das obrigações tributárias e à verificação do montante do crédito tributário correspondente. 1 As declarações deverão conter todos os elementos e dados necessários ao conhecimento do fato gerador das obrigações tributárias e à verificação do montante do crédito tributário correspondente. (Parágrafo 1º do art. 18 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 2 Enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública Municipal, poderão ser efetuados lançamentos omitidos por qualquer circunstância nas épocas próprias, bem como lançamentos complementares de outros viciados por irregularidades ou erro de fato. (Parágrafo 2º do art. 18 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 19. Far-se-á lançamento de ofício, com base nos elementos disponíveis: I quando o contribuinte ou responsável não houver prestado declaração, ou a mesma apresentar-se inexata, por serem falsos ou errôneos os fatos consignados; 18

19 II quando, tendo prestado declaração, o contribuinte ou responsável deixar de atender, satisfatoriamente, no prazo e na forma legais, pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa. Art. 19. O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos: I quando a lei assim o determine; II quando a declaração não seja prestada por quem de direito, no prazo e na forma de legislação tributária; III quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração nos termos do inciso anterior, deixe de atender, no prazo e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa municipal, recuse-se a prestá-la ou não a preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade; IV quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória; V quando se comprove omissão ou inexatidão, por parte do prestador de serviços ou de terceiro legalmente obrigado, no dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa; VI quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo, ou de terceiro legalmente obrigado, que dê lugar à aplicação de penalidade; VII quando se comprove que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação; VIII quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior; IX quando se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade essencial. (Caput do art. 19 e incisos de I a IX com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. A revisão só poderá ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública Municipal. (Parágrafo único do art. 19 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 20. Com a finalidade de obter elementos que lhe permitam verificar a exatidão das declarações apresentadas pelos contribuintes e responsáveis, e de determinar, com precisão, a natureza e o montante dos créditos tributários, a Fazenda Municipal poderá: 19

20 I exigir, a qualquer tempo, a exibição de livros e comprovantes dos atos e operações que possam constituir fato gerador de obrigação tributária; II fazer inspeções nos locais e estabelecimentos onde se exercerem as atividades sujeitas a obrigações tributárias, ou nos bens ou serviços que constituam matéria tributável; III exigir informações e comunicações escritas ou verbais; IV notificar o contribuinte ou responsável para comparecer às repartições da Fazenda Municipal; V requisitar o auxilio da fôrça pública ou requerer ordem judicial quando indispensável à realização de diligências, inclusive inspeções necessárias ao registro dos locais e estabelecimentos, assim como dos objetos e livros dos contribuintes e responsáveis. Parágrafo único. Nos casos a que se refere o número dêste artigo, os funcionários lavrarão têrmo da diligência, do qual constarão especificadamente os elementos examinados. Art. 20. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só poderá ser alterado em virtude de: I impugnação do sujeito passivo; II recurso de ofício; III iniciativa de ofício da autoridade administrativa municipal, observado o disposto no artigo anterior. (Art. 20 e incisos de I a III com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 21. O lançamento e suas alterações serão comunicados aos contribuintes por meio de edital afixado na Prefeitura, por publicação em jornal local, ou mediante notificação direta, feita por meio de aviso, para servir como guia de pagamento. Art. 21. O lançamento e suas alterações serão comunicados aos contribuintes por uma das três seguintes modalidades, a critério da administração: a) por edital afixado na Prefeitura; b) por publicação em jornal local; c) mediante notificação direta, feita por meio de aviso, que servirá como guia de pagamento. (Art. 21 com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) d) mediante correio eletrônico, ou seja, , na forma estabelecida em regulamento. (Alínea d do art. 21 incluída pela Lei Complementar nº 507, de 17 de dezembro de 2009) 20

21 Art. 21. O lançamento e suas alterações serão comunicados aos contribuintes por uma das seguintes modalidades, a critério da Secretaria Municipal de Finanças: I por edital afixado na Prefeitura; II por publicação em jornal local; III por notificação que, conforme o tributo virá acompanhada da guia de recolhimento; IV mediante correio eletrônico, ou seja, , na forma estabelecida em regulamento. (Artigo 21 e incisos de I a IV com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 22. Far-se-á revisão do lançamento sempre que se verificar êrro da fixação da base tributária, ainda que os elementos indutivos dessa fixação hajam sido apurados diretamente pelo Fisco. Art. 22. A modificação introduzida de ofício ou em consequência de decisão administrativa ou judicial, nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa municipal no exercício do lançamento, somente pode ser efetivada, em relação a um mesmo sujeito passivo, quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução. (Art. 22 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 23. Os lançamentos efetuados de ofício, ou decorrentes de arbitramento, só poderão ser revistos em face da superveniência de prova irrecusável que modifique a base de cálculo utilizada no lançamento anterior. Art. 24. É facultado aos prepostos da fiscalização o arbitramento de bases tributárias quando ocorrer sonegação cujo montante não se possa conhecer exatamente. Art. 24. Quando o cálculo do tributo tenha por base, ou tome em consideração, o valor ou o preço de bens, direitos, serviços ou atos jurídicos, a autoridade lançadora, mediante processo regular, arbitrará aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, ressalvada, em caso de contestação, avaliação contraditória, administrativa ou judicial. (Art. 24 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 25. O Município poderá instituir livros e registros obrigatórios de tributos municipais, a fim de apurar os seus fatos geradores e bases de cálculo, exceto em relação ao Imposto sôbre as operações relativas à circulação de mercadorias. Art. 25. Nos regulamentos de dispositivos desta lei, poder-se-á instituir o uso de livros, guias e registros obrigatórios de tributos municipais, a fim de se apurar os seus fatos geradores e bases de cálculo. (Art. 25 com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) 21

22 Art. 25. A Secretaria Municipal de Finanças poderá instituir e/ou dispensar, por meio de regulamento daquele Órgão, livros, guias, declarações e outros documentos vinculados à obrigação tributária. (Art. 25 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 26. Independentemente do contrôle de que trata o artigo anterior, poderá ser adotada a apuração ou verificação diária no próprio local de atividade, durante determinado período, quando houver dúvida sôbre a exatidão do que fôr declarado para efeito dos impostos de competência do Município. 22 CAPÍTULO VII DA COBRANÇA E DO RECOLHIMENTO DOS TRIBUTOS (Vide art. 3º da Lei Complementar nº 468, de 21 de dezembro de 2007) Art. 27. A cobrança dos tributos far-se-á: I para pagamento à bôca do cofre; II por procedimento amigável; III mediante ação executiva. 1º A cobrança para pagamento à bôca do cofre far-se-á pela forma e nos prazos estabelecidos neste Código, nas leis e nos regulamentos fiscais. 1º As datas, os prazos e, quando for o caso, a forma para recolhimento serão estabelecidos, conforme o tributo, em lei ou regulamento. (Parágrafo 1º do art. 27 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) 2º Expirado o prazo para pagamento à bôca do cofre, ficam os contribuintes sujeitos à multa de 10% (dez por cento), acrescida de juros de mora de 12% (doze por cento) ao ano, contados por mês ou fração, sôbre a importância devida, até seu pagamento. 2º Expirado o prazo para pagamento à bôca do cofre, ficam os contribuintes sujeitos às multas fixadas no regulamento, além de juros de mora à taxa de 12% (doze por cento) ao ano, contados por mês ou fração, sôbre a importância devida, até seu pagamento. (Parágrafo 2º do art. 27 com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) 2º Expirado o prazo para pagamento dos tributos, ficam os contribuintes ou terceiros responsáveis pelo cumprimento da obrigação tributária, sujeitos as multas fixadas em lei, além dos juros de mora à taxa de 12% (doze por cento) ao ano, contados por mês ou fração. (Parágrafo 2º do art. 27 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010)

23 23 3º Aos créditos fiscais do Município aplicam-se as normas de correção monetária de tributos e penalidades devidos ao Fisco Municipal, nos têrmos da Lei Federal nº , de º Os créditos tributários do Município serão atualizados com base na variação positiva do INPC/IBGE, ou por outro índice que vier a substituí-lo, ocorrida entre o mês do efetivo pagamento e a data de vencimento, em atendimento à Lei Complementar Municipal nº 261, 19 de julho de 2001 e suas alterações. (Parágrafo 3º do art. 27 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 28. Nenhum recolhimento de tributo será efetuado sem que se expeça a competente guia ou recolhimento. Art. 28. O órgão arrecadador poderá exigir guias de recolhimento, de qualquer tributo, preenchidas pelo contribuinte. (Art. 28 com redação dada pela Lei Ordinária nº 1.781, de 1º de dezembro de 1969) Art. 29. Nos casos de expedição fraudulenta de guias ou conhecimentos, responderão, civil, criminal e administrativamente, os servidores que os houverem subscrito ou fornecido. Art. 30. Pela cobrança menor de tributo responde, perante a Fazenda Municipal, solidariamente, o servidor culpado cabendo-lhe direito regressivo contra o contribuinte. Art. 31. Não se procederá contra o contribuinte que tenha agido ou pago tributo de acôrdo com decisão administrativa ou judicial transitada em julgado, mesmo que, posteriormente, venha a ser modificada a jurisprudência. Art. 32. O Executivo poderá contratar com estabelecimentos de crédito com séde, agência ou escritório no Município, o recebimento de tributos, segundo normas especiais baixadas para êsse fim. Art. 32. O Poder Executivo poderá contratar ou credenciar instituições financeiras ou similares com sede, agência ou escritório no Município de Uberlândia, para o recebimento de tributos, segundo normas especiais baixadas para este fim. (Art. 32 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) CAPÍTULO VIII DA RESTITUIÇÃO Art. 33. O contribuinte tem direito, independentemente de prévio protesto, à restituição total ou parcial do tributo, seja qual for a modalidade de seu pagamento, nos seguintes casos:

24 I cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido em face dêste Código, ou da natureza ou das circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido; I cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido face à legislação tributária aplicável, ou à natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido; (Inciso I do art. 33 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) II êrro da identificação do contribuinte, na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do tributo, ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento; III reforma, anulação, renovação ou rescisão de decisão condenatória. III reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. (Inciso III do art. 33 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. Julgada procedente a impugnação do lançamento tributário, nos termos do inciso II deste artigo, será determinado, sendo o caso, a devolução do valor relativo à taxa de expediente exigida pela apresentação da petição. (Parágrafo único do art. 33 incluído pela Lei Complementar nº 468, de 21 de dezembro de 2007) Art. 34. A restituição total ou parcial de Tributos abrangerá também, na mesma proporção, os juros de mora e as penalidades pecuniárias, salvo as referentes a infrações de caráter formal, que não devam reputar prejudicadas pela causa assecuratória da restituição. Art. 35. O direito de pleitear a restituição de impôsto, taxa, contribuição de melhoria ou multa, extingue-se com decurso do prazo de seis meses, quando o pedido se baseie em simples erro de cálculo, ou três anos nos demais casos, contados: Art. 35. O direito de pleitear a restituição de tributos e/ou multas extingue-se com decurso do prazo de 05 (cinco) anos, contados: (Caput do art. 35 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) I nas hipóteses previstas nos números I e II do art. 33, da data da extinção do crédito tributário; II na hipótese prevista no número III do artigo 33 da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa, ou transitar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou rescindido a decisão condenatória. Art. 36. Quando se tratar de tributos e multas indevidamente arrecadados, por motivo de êrro cometido pelo Fisco, ou pelo contribuinte, regularmente apurado, a restituição será feita de ofício, mediante determinação da autoridade competente em representação formulada pelo órgão fazendário e devidamente processada. 24

25 25 Art. 37. O pedido de restituição será indeferido se o requerente criar qualquer obstáculo ao exame de sua escrita ou de documentos, quando isso se torne necessário à verificação da procedência da medida, a juízo da Administração. Art. 38. Os processos de restituição serão obrigatoriamente informados, antes de receberem despacho, pela repartição que houver arrecadado os tributos e as multas reclamados total ou parcialmente. CAPÍTULO IX DA PRESCRIÇÃO CAPÍTULO IX DA PRESCRIÇÃO E DA DECADÊNCIA (Denominação do Capítulo IX com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 39. O direito de proceder ao lançamento de tributos, assim como à sua revisão, prescreve em 5 (cinco) anos, a contar do último dia do ano em que se tornarem devidos. Art. 39. O direito de proceder ao lançamento do crédito tributário, assim como a sua revisão, extingue-se em 05 (cinco) anos, contados: I do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado; II da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado, por vício formal, o lançamento anteriormente efetuado. (Art. 39 e incisos I e II com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. O decurso do prazo estabelecido nêste artigo interrompe-se pela notificação ao contribuinte de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento ou à sua revisão, começando de novo a correr da data em que se operou a notificação. Parágrafo único. O direito a que se refere este artigo extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação ao sujeito passivo, de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento. (Parágrafo único do art. 39 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010)

26 26 Art. 40. As dívidas provenientes de tributos prescrevem em 5 (cinco) anos, a contar de término do exercício dentro do qual aqueles se tornarem devidos; a dívida ativa inferior a um décimo do salário mínimo regional prescreve, porém, em 2 (dois) anos, contados do prazo do vencimento, se prefixado, e, no caso contrário, da data que foi inscrita. Art. 40. Revogado (Art. 40 revogado pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 41. Interrompe-se a prescrição da dívida fiscal: I por qualquer intimação ou notificação feita ao contribuinte, por repartição ou funcionário fiscal, para pagar a dívida; II pela concessão de prazos especiais para êsse fim; III pelo despacho que ordenou a citação judicial do responsável para efetuar o pagamento; IV pela apresentação do documento comprobatório da dívida, em juízo de inventário ou concurso de credores. Art. 41. A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 05 (cinco) anos, contados da data de sua constituição definitiva. (Caput do art. 41 com redação dada pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Parágrafo único. A prescrição se interrompe: I pelo despacho do juiz que ordenar a citação em execução fiscal; II pelo protesto judicial; III por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor; IV por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial, que importe em reconhecimento do débito pelo devedor. (Parágrafo único do art. 41 incluído pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) Art. 42. Cessa em 5 (cinco) anos o poder de aplicar ou cobrar multas por infração a êste Código, exceto nos casos de quantia inferior a um décimo de salário mínimo regional, em que o prazo será de 2 (dois) anos. Art. 42. Revogado (Art. 42 revogado pela Lei Complementar nº 520, de 22 de dezembro de 2010) CAPÍTULO X

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO UNIDADE IV OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI FATO GERADOR SUJEITO ATIVO SUJEITO PASSIVO DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO Obrigação Trib Principal Prestação DE DAR: TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO PENALIDADE PECUNIÁRIA

Leia mais

LEI MUNICIPAL N.º 547/2011

LEI MUNICIPAL N.º 547/2011 LEI MUNICIPAL N.º 547/2011 Institui o Código Tributário do Município de SANTO ANTÔNIO DO JACINTO e dá outras providências. Raniene José da Silva, Prefeito Municipal de Santo Antônio do Jacinto MG, no uso

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO RUFINO

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO RUFINO LEI COMPLEMENTAR Nº 016/2005 DE 29 de dezembro de 2005 INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO E DISPÕE SOBRE O SISTEMA TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE RIO RUFINO O Prefeito do Município de Rio Rufino, Estado de Santa

Leia mais

LEI N 3.818, DE 20 DE MARÇO DE 1967

LEI N 3.818, DE 20 DE MARÇO DE 1967 LEI N 3.818, DE 20 DE MARÇO DE 1967 Publicada no DOE (Pa) de 31.03.67. Alterada pela Lei 4.313/69. Vide Lei 5.002/81, que fixa alíquotas para o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N 1.645/2006, 25 DE AGOSTO DE 2006.

LEI COMPLEMENTAR N 1.645/2006, 25 DE AGOSTO DE 2006. LEI COMPLEMENTAR N 1.645/2006, 25 DE AGOSTO DE 2006. Dispõe sobre o Sistema Tributário Municipal de Bueno Brandão e dá outras providências correlatas A CÂMARA MUNICIPAL DE BUENO BRANDÃO, ESTADO DE MINAS

Leia mais

BRASIL: DO CABURAÍ AO CHUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA GABINETE DO PREFEITO LEI COMPLEMENTAR Nº. 1.223 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2009.

BRASIL: DO CABURAÍ AO CHUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA GABINETE DO PREFEITO LEI COMPLEMENTAR Nº. 1.223 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2009. LEI COMPLEMENTAR Nº. 1.223 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2009. (REDAÇÃO DADA CONFORME ERRATA INFRA) APROVA O NOVO CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Boa

Leia mais

Legislação e tributação comercial

Legislação e tributação comercial 6. CRÉDITO TRIBUTÁRIO 6.1 Conceito Na terminologia adotada pelo CTN, crédito tributário e obrigação tributária não se confundem. O crédito decorre da obrigação e tem a mesma natureza desta (CTN, 139).

Leia mais

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PROJETO DE RESOLUÇÃO 03-00023/2011 da Mesa Diretora Institui no âmbito da Câmara Municipal de São Paulo Sistema de Consignação Facultativa em Folha de Pagamento na modalidade

Leia mais

REGULAMENTAÇÕES E SITUAÇÕES ESPECIAIS TEXTOS LEGAIS ESPECÍFICOS

REGULAMENTAÇÕES E SITUAÇÕES ESPECIAIS TEXTOS LEGAIS ESPECÍFICOS CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ - MATO GROSSO. Dispõe sobre o Sistema Tributário do Município de Cuiabá - MT. Lei Complementar nº 043 de 23 de dezembro 1997. Publicado na Gazeta Municipal nº 374

Leia mais

A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA

A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA CONSIDERAÇÕES INICIAIS A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA É UMA DAS MODALIDADES DE SUJEIÇÃO PASSIVA TRIBUTÁRIA; ANÁLISE DAS HIPÓTESES DE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

Leia mais

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br TRIBUTO - CONCEITO 1. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Na atividade de cobrança do tributo a autoridade administrativa pode, em determinadas circunstâncias, deixar de aplicar a lei. 2. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Segundo

Leia mais

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 005, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2011.

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 005, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2011. LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 005, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2011. Institui o Código Tributário do Município de São José do Norte - RS. O PREFEITO DE SÃO JOSÉ DO NORTE, Estado do Rio Grande do Sul, República

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 02, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009.

LEI COMPLEMENTAR Nº 02, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. LEI COMPLEMENTAR Nº 02, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre o Código Tributário do Município de Caucaia (CTMC) e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CAUCAIA Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI Nº 6.559, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004 Publicada no DOE em 31 de dezembro de 2004 DISPÕE SOBRE A MICROEMPRESA SOCIAL, ESTABELECENDO TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO,

Leia mais

DECRETO Nº 51.627, DE 13 DE JULHO DE 2010

DECRETO Nº 51.627, DE 13 DE JULHO DE 2010 DECRETO Nº 51.627, DE 13 DE JULHO DE 2010 Aprova o Regulamento do Imposto sobre Transmissão Inter Vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo LEI Nº 3.112/83 (com as alterações das Leis 3.518/87, 3.699/90, 3.704/90, 3.708/91, 3.762/91, 3.902/92, 3.994/93, 3.995/93, 3.998/93, 4.078/94, 4.165/94, 4.452/97, 4.476/97, 4.557/97, 4.735/98, 6.075/2003

Leia mais

Normas Gerais Tributárias

Normas Gerais Tributárias GUAPI M I RI M 1674 1990 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIMIRIM Gabinete do Prefeito LEI COMPLEMENTAR nº 006, de 22 de dezembro de 2009. EMENTA: Dispõe

Leia mais

DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005.

DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005. DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta o Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana no âmbito do Município de Porto Velho e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

REGULAMENTO DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA

REGULAMENTO DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA REGULAMENTO DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA SUMÁRIO DISPOSIÇÃO PRELIMINAR... 1 LIVRO PRIMEIRO - DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL E DAS NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO... 1 TÍTULO I -

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270 DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e

Leia mais

Efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010)

Efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010) Artigo 586-4º - 3 - o contribuinte detentor do crédito acumulado, por qualquer de seus estabelecimentos, não poderá ter débito pendente de liquidação, inclusive decorrente de auto de infração e imposição

Leia mais

CRIA O ISNTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DE CAMPO GRANDE, REGULA O SEU FUNCIONAMENTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

CRIA O ISNTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DE CAMPO GRANDE, REGULA O SEU FUNCIONAMENTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 711, de 17 de fevereiro de 1961. CRIA O ISNTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DE CAMPO GRANDE, REGULA O SEU FUNCIONAMENTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE: Faço saber

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI COMPLEMENTAR N. 298, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Altera a Lei Complementar n. 114, de 30 de dezembro de 2002, que Dispõe acerca do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA. O GOVERNADOR

Leia mais

LEI Nº 9.611, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998

LEI Nº 9.611, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 LEI Nº 9.611, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 Dispõe sobre o transporte multimodal de cargas e dá outras providências. CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art 11. Com a emissão do Conhecimento, o Operador de Transporte

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002.

LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002. LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002. DISPÕE SOBRE A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA RELATICA AO ISSQN IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA. A CAMARA MUNICIPAL DE ANAPOLIS aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI Nº 2228, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. PUBLICADA NO DOE Nº1396, DE 28.12.09 Altera, acrescenta e revoga dispositivos da Lei nº 959, de 28 de dezembro de 2000. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA: Faço

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal,

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal, DECRETO N.º 060 /2013. REGULAMENTA A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NO MUNICÍPIO DE ARACATI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe

Leia mais

IPVA. Art. 155 - Compete aos Estados e ao

IPVA. Art. 155 - Compete aos Estados e ao Art. 155 - Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: III - propriedade de veículos automotores; Art. 155 - Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.690, DE 19 DE JULHO DE 2012. Mensagem de veto Dispõe sobre a organização e o funcionamento das Cooperativas de Trabalho;

Leia mais

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180 Novas disposições do estatuto social necessárias à postulação de incentivos fiscais e manutenção da isenção do imposto de renda da pessoa jurídica das associações sem fins lucrativos. Parecer formulado

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA LEI Nº 1799, 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Concede incentivos fiscais com redução da Alíquota de IPTU e ISSQN às empresas que venham a se instalar no Município de Caucaia e dá outras providências A PREFEITA

Leia mais

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO DECRETO N o 1.744, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1995 Regulamenta o benefício de prestação continuada devido à pessoa portadora de deficiência e ao idoso, de que trata a Lei n 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e

Leia mais

Lei 12.846/13 Lei Anticorrupção - Aplicação para casos tributários. Camila Abrunhosa Tapias ctapias@tozzinifreire.com.

Lei 12.846/13 Lei Anticorrupção - Aplicação para casos tributários. Camila Abrunhosa Tapias ctapias@tozzinifreire.com. Lei 12.846/13 Lei Anticorrupção - Aplicação para casos tributários Camila Abrunhosa Tapias ctapias@tozzinifreire.com.br Setembro, 2013 Introdução Nova Lei Anticorrupção se estende aos ilícitos tributários?

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

LEI ORDINÁRIA N 1693, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1985

LEI ORDINÁRIA N 1693, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1985 LEI ORDINÁRIA N 1693, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1985 Institui o regime de adiantamento no Município. DAYTON ALEIXO DE SOUZA, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, usando das atribuições que

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL Orientador Empresarial Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização INSTRUÇÃO NORMATIVA SRP 10/2005 DOU:

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto LEI Nº 778/2004 De 14 de dezembro de 2004 Gabinete do Prefeito Lei Ordinária Sancionada em 14 de dezembro 2004 EMENTA - Dispõe sobre a Contribuição de Melhoria, e dá outras providências. Doutor Esdras

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES. (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013)

PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES. (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013) PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013) 1. OBJETIVOS DO PLANO O Plano de Opção de Ações ( Plano ) tem por objeto

Leia mais

TÍTULO I Do Instituto de Terras do Estado do Tocantins. CAPÍTULO I Definição, Encargos e Finalidades

TÍTULO I Do Instituto de Terras do Estado do Tocantins. CAPÍTULO I Definição, Encargos e Finalidades LEI Nº 87, DE 27 DE OUTUBRO DE 1989. Publicado no Diário Oficial nº 23 *Restaurada pela Lei 2.830, de 27/03/2014. Cria o Instituto de Terras do Estado do Tocantins - ITERTINS, o Fundo Agrário Estadual,

Leia mais

Diário Oficial do Municipio

Diário Oficial do Municipio DIARIO OFICIAL SUPLEMENTAR ANO: 2007 MES: DEZEMBRO NLMERO: 250 1 Diário Oficial do Municipio ANO XXVII - SÃO LUÍS, 31/12/2007 N 250 EDIÇÃO DE HOJE 32 Páginas SUPLEMENTO DEìCRF.TO N. 33.144 DE 28 DE DEZEMBRO

Leia mais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais Gestão Financeira de Entidades Sindicais Constituição Federal Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

Leia mais

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 Autoria: Poder Legislativo Institui e regulamenta o uso do Vale-Transporte no Município de Lucas do Rio Verde - MT. O Prefeito do Município de Lucas do Rio Verde,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 305, DE 07 DE FEVEREIRO DE 2008.

LEI COMPLEMENTAR Nº 305, DE 07 DE FEVEREIRO DE 2008. LEI COMPLEMENTAR Nº 305, DE 07 DE FEVEREIRO DE 2008. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE INCENTIVOS AO DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO, PRESTADORES DE SERVIÇOS, CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO, UNIDADES DE LOGÍSTICA

Leia mais

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2.

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. Disciplina o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel (táxi). A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE ITAQUIRAÍ, ESTADO DE MATO GROSSO

Leia mais

LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço

LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a

Leia mais

Direito Tributário Toque 9 Salvo disposição em contrário (2)

Direito Tributário Toque 9 Salvo disposição em contrário (2) 10Olá pessoal! Dando continuidade ao tema salvo disposição de lei em contrário, vamos retomar a partir do item 11. Segue abaixo a lista completa, lembrando que no Toque 8 tratamos dos itens 1 a 10. 1.

Leia mais

RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977.

RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977. RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977. DÁ NOVA REDAÇÃO À RESOLUÇÃO N o 18, DE 10.02.72, DO CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 27.03.72. CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA

Leia mais

PORTARIA Nº 133/2011-GS/SET, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011.

PORTARIA Nº 133/2011-GS/SET, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. DOE Nº 12.567 Data: 20/10/2011 Alterada pelas Portarias nºs: 002/2012-GS/SET 059/2012-GS/SET PORTARIA Nº 133/2011-GS/SET, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. Dispõe sobre o credenciamento de contribuintes para recolhimento

Leia mais

CAPÍTULO III DA FORMA DE ELABORAÇÃO

CAPÍTULO III DA FORMA DE ELABORAÇÃO Instrução Normativa RFB Nº 1246 DE 03/02/2012 (Federal) Data D.O.: 06/02/2012 Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício de 2012, ano-calendário

Leia mais

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003 Regulamenta disposições da Lei n 13.478, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei nº 13.522, de 19 de fevereiro de 2003, que instituiu a Taxa de Resíduos Sólidos

Leia mais

PROJETO DE LEI N, DE 2015. (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli)

PROJETO DE LEI N, DE 2015. (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli) PROJETO DE LEI N, DE 2015 (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli) O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre a regulamentação do exercício das profissões de Analista de Sistemas, Desenvolvedor, Engenheiro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 530. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte

LEI COMPLEMENTAR Nº 530. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 28/12/2009) LEI COMPLEMENTAR Nº 530 Altera dispositivos da Lei Complementar nº 16, de 09.01.1992; da Lei Complementar nº 353, de 06.01.2006; da

Leia mais

DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 Regulamenta o regime de substituição tributária do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN, instituído pela Lei Complementar n 03, de 17 de setembro

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA INSTRUÇÃO NORMATIVA SJU Nº 02/2014 Versão: 01 Data da Aprovação: 31/03/2014 Ato de Aprovação: Decreto Municipal Nº 075/2014 Unidade Responsável: Procuradoria Geral. I - FINALIDADE: A presente Instrução

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul.

Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul. LEI Nº 13.179, DE 10 DE JUNHO DE 2009 Business Online Comunicação de Dados Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 SENADO FEDERAL GABINETE DO SENADOR EXPEDITO JÚNIOR PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho

Leia mais

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.714, DE 25 DE ABRIL DE 2011 Institui o Sistema de Estacionamento Rotativo pago, nas vias e logradouros públicos denominado Zona Azul São José dos Pinhais. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 303, DE 29 DE JUNHO DE 2006. Sem eficácia Texto para impressão Dispõe sobre parcelamento de débitos junto à Secretaria

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 11.101, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2005. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: ( ) CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES PENAIS Seção I Dos Crimes em

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA Alterada pelas Leis nºs: 1723, de 21.03.07 DOE Nº 0725, de 29.03.07; 1795, de 31.10.07 DOE Nº 0870, de 31.10.07; 1920, de 11.07.08 DOE Nº 1039, de 17.07.08; 2002, de 15.12.08 DOE Nº 1145, de 16.12.08;

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 DOU de 31.12.2012 Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.131, de 21 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para

Leia mais

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre o licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no âmbito do

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A.

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A. Este Plano de Opção de Compra Ações da LINX S.A. ( Companhia ), aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 27 de abril de 2016

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 1.058, DE 26 DE JULHO DE 2010 DOU 27.07.2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 1.058, DE 26 DE JULHO DE 2010 DOU 27.07.2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 1.058, DE 26 DE JULHO DE 2010 DOU 27.07.2010 Dispõe sobre a apresentação da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2010

Leia mais

ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT

ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ÍNDICE CAPÍTULO I - Da Denominação, Sede e Foro... 4 CAPÍTULO II - Dos Objetivos... 4 CAPÍTULO III - Do

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 2.528 DE 23 DE MAIO DE 1997 Dispõe sobre a política de benefícios e incentivos fiscais do município de Teresina e dá outras providencias. O Prefeito Municipal de Teresina, Estado do Piauí Lei: Faço

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, no uso de suas atribuições

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. Fixa os critérios para cobrança das anuidades, serviços e multas a serem pagos pelas pessoas físicas e jurídicas registradas no Sistema Confea/Crea, e dá

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011.

RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011. RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011. Esta Resolução dispõe sobre a apuração e entrega de documentos relativos ao Valor Adicionado Fiscal, para efeitos de distribuição da parcela do ICMS pertencente

Leia mais

LEI N.º 4.653 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015

LEI N.º 4.653 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015 LEI N.º 4.653 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015 REGULAMENTA no Município de Não-Me-Toque - RS a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental TCFA prevista na Lei Federal nº 6.938/81 e Lei Estadual nº 13.761/2011,

Leia mais

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014.

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. Regulamenta os serviços funerários no Município de Chapadão do Sul e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Chapadão do Sul, Estado de Mato Grosso do Sul, no

Leia mais

PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS

PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL N. 27/99 De 12 de Novembro de 1999 Aprova o Plano de Cargos dos Servidores do Poder Executivo Municipal e contém providências

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 12.882

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 12.882 Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 12.882 Regulamenta as normas relativas ao Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ITBI, instituído pela Lei 3.571, de 24 de janeiro de 1989. O Prefeito Municipal de

Leia mais

DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011

DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011 DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011 Regulamenta os incentivos e os benefícios fiscais relacionados à realização da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992. Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento

Leia mais

LEI Nº 9.038, DE 14 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.038, DE 14 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 9.038, DE 14 DE JANEIRO DE 2005 Dispõe sobre o Programa Municipal de Parcerias Público- Privadas. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÁ

ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÁ DECRETO Nº DE DE DE 2015 Dispõe sobre regulamentação da Lei Complementar nº. 3.766, de 4 de dezembro de 2014, que criou o Passe Livre Estudantil, gratuidade no sistema de transporte coletivo aos estudantes

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º- O Plano de Pecúlio, instituído pelo presente regulamento, será regido pelas normas aqui estabelecidas, especialmente no que se refere à

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL D.O.U nº. 078 - de 23/04/84, Seção I, Pág.5742 RESOLUÇÃO COFFITO-37

CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL D.O.U nº. 078 - de 23/04/84, Seção I, Pág.5742 RESOLUÇÃO COFFITO-37 CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL D.O.U nº. 078 - de 23/04/84, Seção I, Pág.5742 RESOLUÇÃO COFFITO-37 Baixa o novo texto do REGULAMENTO para registro de empresas nos Conselhos Regionais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ

RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o disposto no artigo 29-A da Lei nº 8.229, de 07 de dezembro de

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ TRADIÇÃO, EXPERIÊNCIA E OUSADIA DE QUEM É PIONEIRO Data: 23/03/2010 Estudo dirigido Curso: DIREITO Disciplina: DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO II Professora: ILZA MARIA

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. - A ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC, fundada em 26.11.62 sob denominação de

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS

REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º. A Bradesco Vida e Previdência S.A., doravante denominada EAPC, institui o Plano de Pecúlio por Morte, estruturado no Regime

Leia mais

ESTADO DO ACRE LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000.

ESTADO DO ACRE LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000.. Publicado no D.O.E n 7.942 de 09 de janeiro de 2001.. Alterada pela Lei nº 2.956, de 9 de abril de 2015 Institui o Programa de Incentivo Tributário para Empresas,

Leia mais

LEI Nº 10.727, DE 4 DE ABRIL DE 2014. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 10.727, DE 4 DE ABRIL DE 2014. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 10.727, DE 4 DE ABRIL DE 2014 Concede reajuste remuneratório, altera as leis n os 7.227/96, 8.690/03, 9.240/06, 9.303/07 e 10.202/11, e dá outras providências. O Povo do Município de Belo Horizonte,

Leia mais

LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Dispõe sobre amortização e parcelamento de dívidas oriundas de contribuições sociais e outras importâncias devidas ao Instituto Nacional do Seguro Social INSS, altera

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Resolução SEADS - 8, de 5-8-2005 Dispõe sobre as Normas Operacionais Básicas para o Projeto Ação Jovem e dá providências correlatas A Secretária Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, com fundamento

Leia mais

PORTARIA Nº 293, DE 4 DE OUTUBRO DE 2007. Art. 4º - Fica revogada a Orientação Normativa GEARP 001, de 28 de setembro de 2000.

PORTARIA Nº 293, DE 4 DE OUTUBRO DE 2007. Art. 4º - Fica revogada a Orientação Normativa GEARP 001, de 28 de setembro de 2000. PORTARIA Nº 293, DE 4 DE OUTUBRO DE 2007 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no Art. 32 do Regimento Interno da Secretaria do Patrimônio da

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO MELHOR IDADE

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO MELHOR IDADE CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO MELHOR IDADE I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO MELHOR IDADE PLANO PM 60/60

Leia mais

DECRETO Nº 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. (Com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 39.340 de 20/10/2014)

DECRETO Nº 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. (Com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 39.340 de 20/10/2014) DECRETO Nº 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010 (Com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 39.340 de 20/10/2014) Dispõe sobre a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica-NFS-e NOTA CARIOCA e dá outras providências.

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL LEI N. 1.486, DE 17 DE JANEIRO DE 2003 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa

Leia mais

Estado do Acre DECRETO Nº 4.971 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012

Estado do Acre DECRETO Nº 4.971 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012 DECRETO Nº 4.971 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012. Publicado no DOE nº 10.952 de 21-12-2012.. Alterado pelos Decretos nºs 5.089/2013, 6.287/2013, 7.299, 8.251/2014, 1.490/2015, 2.301/2015, 2.884/2015 e 3.472/2015..

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 114 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2002

LEI COMPLEMENTAR Nº 114 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2002 LEI COMPLEMENTAR Nº 114 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe acerca do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do

Leia mais

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS VERIFICAÇÕES PRELIMINARES Art. 3, caput e 1 ; 1. O objeto do convênio ou contrato de repasse guarda relação com a atividade do convenente? 2.

Leia mais