Desafios para Ciência e Tecnologia no Brasil

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1 1 REVISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, NÚMERO 1, OUTUBRO 2011 Desafios para Ciência e Tecnologia no Brasil Sergio Machado Rezende Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE Resumo Este artigo apresenta uma breve descrição da formação e a evolução do sistema de C&T nas últimas décadas distinguindo quatro fases históricas: i) A construção do sistema federal de fomento nas décadas de 1950 e 1960; ii) Implantação da pós-graduação e expansão da comunidade científica e do sistema de pesquisa; iii) O período de crise que se estabeleceu na década de 1990 com a escassez de recursos financeiros no sistema federal e iv) Transição para um novo modelo de financiamento de C,T&I e implantação de um Plano de Ação em C,T&I. I. INTRODUÇÃO Na segunda metade do Século XX foram cristalizados os principais elementos diferenciadores do desenvolvimento das nações, a educação de seus cidadãos e o conhecimento científico-tecnológico. O Brasil custou a perceber esse processo. Na década de 1950 tínhamos pouquíssimos cientistas e pesquisadores, apenas poucas centenas, principalmente nas ciências da vida. Não havia regime de tempo integral para docentes, e tampouco ambiente de pesquisa nas universidades. Também não havia engenheiros ou especialistas em setores básicos da indústria, nosso parque industrial era incipiente e não existia cultura de inovação nas empresas. E a educação básica da população continuava relegada a um plano inferior nas políticas públicas. Este quadro mudou muito nas últimas décadas. Há no País atualmente mais de 80 mil doutores trabalhando em pesquisa e que são responsáveis por quase 3% da produção mundial de artigos científicos. Este grande progresso científico ainda não foi acompanhado de resultados mais significativos no sistema de produção, mas também nas empresas brasileiras o quadro está mudando para melhor e as iniciativas para contratar pesquisadores e ter atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação estão se disseminando. Neste artigo apresentamos uma breve descrição da formação e a evolução do sistema de C&T nas últimas décadas distinguindo quatro fases históricas: i) A construção do sistema federal de fomento nas décadas de 1950 e 1960; ii) Implantação da pós-graduação e expansão da comunidade científica e do sistema de pesquisa; iii) O período de crise que se estabeleceu na década de 1990 com a escassez de recursos financeiros no sistema federal e iv) Transição para um novo modelo de financiamento de C,T&I, implantação de uma Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e de um O autor é Professor Titular do Departamento de Física da Universidade Federal de Pernambuco e Ex-Ministro de Ciência e Tecnologia. plano de Ação de C,T&I e forte aumentos nos investimentos em P&D que caracterizaram a década de 2000 [1]. II. CONSTRUÇÃO DO SISTEMA FEDERAL DE FOMENTO E IMPLANTAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO. A formação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) teve início a partir da criação do então Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), ambos em CNPq e CAPES passaram a conceder bolsas de estudos para iniciação científica e aperfeiçoamento no País e para pós-graduação no exterior. Um grande passo foi dado na década de 1960, quando o BNDE criou o FUNTEC, um fundo específico para apoiar a implantação de cursos de pósgraduação, inicialmente nas engenharias e ciências exatas e mais tarde nas ciências da vida. Ainda naquela década o Ministério da Educação deu outro passo decisivo para a construção do SNCT com a criação do regime de tempo integral para docentes nas universidades federais e a institucionalização da pós-graduação. Este processo acelerou-se durante as décadas de 1970 e 1980, quando o CNPq e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), esta criada em 1967 e executora do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) a partir de 1971, implantaram diversas modalidades de apoio financeiro que se tornaram bem estabelecidas e conhecidas da comunidade científica e tecnológica. O CNPq concedia, mediante termos de outorga, bolsas e auxílios solicitados individualmente pelos candidatos na forma de demanda espontânea, em prazos estabelecidos em calendário anual, que pouco variou durante duas décadas. As principais modalidades de bolsas eram: iniciação científica, para estudantes de graduação; mestrado e doutorado, para estudantes de pós-graduação; e bolsas de pesquisa para pesquisadores de universidades e de instituições de pesquisa (como complementação salarial). Os auxílios contemplavam, principalmente, o desenvolvimento de projetos de pesquisa, a realização de eventos (congressos, conferências) e viagens ao exterior, tanto para programas de formação e estágios, como para participação em eventos científicos. A FINEP concedia financiamentos não-reembolsáveis para centros, institutos ou departamentos acadêmicos, mediante o estabelecimento de convênios com duração típica de dois anos, firmados com instituições-sede ou fundações que as representavam. Estes apoios institucionais, como eram conhecidos, previam recursos para obras e reformas físicas, aquisição de equipamentos, material permanente e de consumo e outros custeios das atividades de pesquisa, inclusive

2 REVISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, NÚMERO 1, OUTUBRO pagamento de pessoal. Não havia calendário fixo: em qualquer época a instituição interessada apresentava uma carta consulta que, uma vez aprovada, a habilitava a formalizar a proposta de financiamento. Esta modalidade de apoio financeiro institucional proporcionou a criação ou a consolidação de centenas de unidades de pesquisa e de pós-graduação durante as décadas de 1970 e Enquanto isso, a CAPES dedicava a maior parte de seu esforço para apoiar os programas de pós-graduação, basicamente através da concessão de bolsas de mestrado e doutorado, como também desenvolvia uma competente sistemática de credenciamento e avaliação dos cursos. Durante a década de 1970, o Governo Federal elaborou dois Planos Básicos de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PBDCTs), que norteavam a política de C&T para os triênios seguintes. Os PBDCTs contemplavam programas de desenvolvimento científico-tecnológico e de formação de recursos humanos para a pesquisa e para setores prioritários. Entretanto, os planos eram vagos, semelhantes a cartas de intenção, não definiam estratégias para implementação de programas nem orçamentos necessários, além de ter pouca conexão com a política industrial em vigor. Ao ser criado em 1985, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) absorveu em sua estrutura a FINEP, o CNPq e suas unidades de pesquisa. O MCT conseguiu recuperar, parcialmente, os recursos do FNDCT que haviam sido muitos reduzidos em relação aos maiores níveis da década de Adicionalmente, a primeira gestão do MCT conquistou outros avanços importantes, como o aumento do número de bolsas de pós-graduação no CNPq e a implementação do Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE). Contando com um maior volume de recursos, o CNPq passou a conceder bolsas de pós-graduação e bolsas RHAE de forma institucional, aprovando cotas para as instituições credenciadas que, por sua vez, se encarregavam de selecionar os candidatos. As dificuldades para a recuperação plena dos orçamentos do FNDCT levaram o MCT a criar um novo instrumento de financiamento, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), que vigorou de 1985 a 1998, utilizando recursos de empréstimos do Banco Mundial (BIRD) e contrapartidas do Tesouro Nacional. O PADCT introduziu três características novas à sistemática de financiamento das agências do MCT: (1) priorização de áreas - apenas algumas áreas de conhecimento eram passíveis de financiamento, a saber: Química e Engenharia Química, Biotecnologia, Geociências, Novos Materiais, Instrumentação, Educação em Ciências, Informação e Gestão de C&T, Manutenção, Materiais de Consumo Especiais; (2) seleção por editais - os projetos a serem financiados eram selecionados por meio de editais de chamadas públicas, elaboradas pelos Comitês Técnicos de cada área e publicadas a qualquer tempo, sem calendário fixo; (3) múltiplas agências - o programa era gerenciado por uma Secretaria Executiva vinculada ao MCT, sob a orientação de um Comitê de Coordenação, sendo executado por três agências, FINEP e CNPq (vinculadas ao próprio MCT) e CAPES (vinculada ao Ministério da Educação). A existência do PADCT trouxe notáveis avanços em algumas áreas, notadamente a química e a biotecnologia. III. O PERÍODO DE CRISE NA POLÍTICA DE FOMENTO O final da década de 1980 e o início dos anos 1990 foram caracterizados por grande instabilidade na estrutura de gestão de C&T do Governo Federal, tendo o MCT sido extinto e recriado mais de uma vez. Apesar disto e da irregularidade dos recursos para bolsas e fomento, os instrumentos de financiamento da FINEP e do CNPq foram mantidos em sua essência. Em 1995, sob nova administração federal, o MCT dispunha de um conjunto de instrumentos de financiamento do Sistema Nacional de C&T aparentemente consolidado. O CNPq concedia, principalmente, bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado, pós-doutorado, pesquisa e RHAE, assim como auxílios para pesquisa, realização de eventos e viagens técnico-científicas. O número de bolsas e o orçamento de fomento cresciam, mesmo que modestamente, há vários anos, e o calendário de solicitação era bem estabelecido. A FINEP mantinha os programas de financiamento institucional com recursos do FNDCT, enquanto o PADCT financiava projetos de pesquisa nas áreas estratégicas estabelecidas pelo MCT, selecionados através de editais. Nos anos seguintes o quadro descrito anteriormente foi substancialmente alterado. No CNPq, o número de bolsas passou a diminuir anualmente a partir de 1995, enquanto o programa de auxílios à pesquisa foi interrompido em Nesse mesmo ano, a FINEP rescindiu os convênios institucionais em vigor, face à drástica redução dos recursos do FNDCT. Em 1999, o PADCT, que já se encontrava em sua terceira versão, foi desativado, apesar de haver saldo nos recursos do empréstimo do BIRD. A descontinuidade dos programas de apoio institucional da FINEP foi causada pelo esgotamento do FNDCT. Todavia, isto não provocou maiores reações na comunidade científica, basicamente por três razões: (1) com o grande crescimento do sistema de C&T e a limitação de recursos para os apoios institucionais, a maior parte das instituições do País não estava contemplada nos programas da FINEP; (2) os aportes institucionais, principalmente nas grandes instituições, contemplavam de alguma forma grupos de pesquisa menos qualificados, que se beneficiavam da participação em projetos institucionais na companhia de grupos mais qualificados e de maior prestígio; (3) durante as décadas de 1980 e 1990, outras fontes de recursos federais e estaduais foram criadas para suprir as necessidades básicas da manutenção dos programas de pósgraduação e de grupos de pesquisa. Isto ocorreu de maneira notável em São Paulo, que concentrava cerca de 50% dos pesquisadores do País, onde a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) dispunha de recursos significativos para fomentar a pesquisa. Entretanto, a redução dos recursos do FNDCT e do fomento à pesquisa no CNPq, além da interrupção do PADCT provocaram uma grande descontinuidade na política federal de C&T. Isto foi conseqüência das dificuldades econômicas

3 3 REVISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, NÚMERO 1, OUTUBRO 2011 crescentes e da pouca importância atribuída ao setor de C&T pelas principais autoridades federais da área econômica, como também da falta de evidências mais concretas dos resultados da ciência e da tecnologia para o aumento da riqueza e o desenvolvimento do País. Esta última razão, por sua vez, decorreu da falta de tradição no setor empresarial de investimento em atividades de P&D, da ausência de políticas industriais que propiciassem o advento de uma cultura de inovação nas empresas, bem como do distanciamento da comunidade acadêmica em relação ao setor empresarial. A escassez de recursos fez com que o apoio financeiro a projetos de pesquisa submetidos espontaneamente ao CNPq por líderes de grupos, em calendário anual, fosse substituído por três programas, implementados no período de O primeiro foi o Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (PRONEX), concebido com base na idéia de que os recursos para a pesquisa estavam sendo fragmentados. Ele objetivava proporcionar apoio financeiro continuado apenas aos grupos de pesquisa de alta competência, que tivessem liderança e papel nucleador em suas áreas de atuação. Por meio de três editais publicados em 1996, 1997 e 1998, foram selecionados 206 núcleos de excelência. Na época, o número de grupos de pesquisas cadastrados no Diretório de Grupos do CNPq era de cerca de 10 mil. Desta forma, além de apoiar apenas um número reduzido de grupos, o PRONEX promoveu considerável concentração regional, pois dentre os núcleos contemplados, 74 % estavam localizados na região Sudeste, 17 % na região Sul e apenas 9 % nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A reação negativa da comunidade científica ao efeito da concentração promovida pelo PRONEX e pelo Programa Institutos do Milênio levou o CNPq a lançar, em 2000, um Edital Universal para selecionar projetos apresentados por líderes de grupos de pesquisa, concorrendo ao financiamento em três categorias de valores limites. Sem calendário préestabelecido, o Edital Universal foi também lançado nos anos de 2001 e 2002, tendo selecionado, respectivamente, projetos (R$ 34 milhões) e projetos (R$ 69 milhões). IV. TRANSIÇÃO PARA UM NOVO MODELO DE FINANCIAMENTO DE C,T&I O fato mais auspicioso no setor de C&T no final dos anos 90 foi o advento dos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia. Criados a partir de 1999, na esteira do Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural, os Fundos Setoriais logo foram percebidos como o caminho para assegurar fontes de recursos mais estáveis para o setor de C&T. Eles foram criados na perspectiva de serem fontes complementares de recursos para financiar o desenvolvimento de setores estratégicos para o País, entretanto eles passaram a constituir a quase totalidade das receitas do FNDCT. A criação dos Fundos Setoriais e sua incorporação ao FNDCT abriram caminho para o grande avanço na política federal de C&T na década de E apesar das alterações na prioridade atribuída ao setor de C&T e, por conseguinte, instabilidades na sua evolução e consolidação, é possível afirmar que a política federal de C&T talvez tenha sido uma das poucas que se caracterizaram, ao longo dos anos, como uma política de Estado. Até recentemente, o objetivo central dessa política foi fortemente calcado na formação de recursos humanos para a pesquisa científica e na expansão do sistema de C&T acadêmico. Como não há tradição no setor empresarial brasileiro de executar atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e como as políticas industriais colocadas em prática não contemplaram a inovação nas empresas, o desempenho do setor científico e tecnológico tem apresentado impacto modesto na geração de renda e emprego e no crescimento econômico do País. Somente nos últimos anos a inovação começou a entrar na agenda do setor empresarial e na política de C&T dos governos federal e estaduais. Já no Governo do Presidente Lula, MCT formulou e implantou em 2004 uma nova Política Nacional de CT&I tendo como objetivo específico o estabelecimento e a consolidação de um novo aparato institucional para a promoção de ciência, tecnologia e inovação, no país, a partir da adoção de novos marcos legais e reguladores e do fortalecimento de mecanismos, instrumentos e programas. Ao mesmo tempo a política visava a expansão dos recursos destinados ao SNCT&I, como condição essencial para seu desenvolvimento. Os elementos da PNCT&I eram norteados pela determinação de transformar CT&I em instrumentos do desenvolvimento nacional, de forma soberana e sustentável. Seus objetivos gerais, sinteticamente, eram: 1- Consolidar, aperfeiçoar e modernizar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, expandindo a base científica e tecnológica nacional; 2- Criar um ambiente favorável à inovação no País, estimulando o setor empresarial a investir em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação; 3- Integrar todas as regiões ao esforço nacional de capacitação para Ciência, Tecnologia e Inovação; 4- Desenvolver uma base ampla de apoio e envolvimento da sociedade na Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; e 5- Transformar C,T&I em elemento estratégico da política de desenvolvimento econômico e social do País [2] Os recursos utilizados para financiar as ações da PNCT&I foram oriundos principalmente do orçamento do MCT, nele incluídos o do CNPq e o do FNDCT/Fundos Setoriais. Eles foram aplicados tanto por meio de suas agências de fomento, CNPq e FINEP, como por ações da Administração Central do MCT, de entidades vinculadas e unidades de pesquisa. Apesar de ter sido uma política setorial, ela foi importante para organizar o sistema e ampliar os orçamentos do MCT. Em 2006 o orçamento do FNDCT executado atingiu R$ 1,2 bilhão, representando um aumento de cerca de 250% em relação ao valor (corrigido) executado em A contínua ampliação do FNDCT, associada à criação das Ações Transversais, possibilitaram ao MCT financiar de maneira mais abrangente e mais sistemática o Sistema Nacional de CT&I. A partir de 2004 os editais para a seleção de projetos a serem financiados ganharam regularidade, levando ao estabelecimento de um calendário que possibilitou ao sistema

4 REVISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, NÚMERO 1, OUTUBRO se auto-organizar. Por exemplo, entre dezembro de 2005 e março de 2006, a FINEP e o CNPq lançaram 58 chamadas públicas, sendo 34 transversais e 24 verticais (específicas dos Fundos Setoriais), totalizando R$ 860 milhões, para projetos de tipicamente dois anos. O maior avanço na política federal de ciência e tecnologia foi, sem dúvida, o lançamento em 2007 do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI) para Diferentemente de planos anteriores, o PACTI não foi apenas um conjunto de intenções, ele tornou-se um plano concreto com ações, com prioridades claras, institucionalidade, programas, metas e, muito importante, um orçamento. O plano do MCT articulou diferentes áreas do Governo Federal com os Estados da Federação e principais entidades e associações científicas e empresariais do país, mobilizando em recursos federais um total de R$ 41,2 bilhões, sem incluir despesas de pessoal [3]. Os principais resultados do PACTI foram: (1) forte aumento da articulação entre o Governo Federal, estados e associações científicas, contribuindo para consolidar o Sistema Nacional de C,T&I; (2) ampliação das ações e iniciativas de cooperação internacional em C&T; (3) aumento considerável no número de bolsas de estudo e de pesquisa do CNPq e da CAPES; (4) grande ampliação dos recursos e das modalidades de financiamento da pesquisa científica e tecnológica e melhoria considerável na distribuição geográfica deste financiamento; (5) notável avanço no ambiente para P&D&I nas empresas com novo marco legal que permitiu a criação de novos instrumentos para apoiar estas atividades nas empresas. Cabe destacar o grande aumento do número de bolsas do CNPq e da CAPES para estudantes, desde a iniciação científica até a pós-graduação. O número total de bolsas das duas agências evoluiu de 77 mil em 2001 para 165 mil em Ainda assim o País tem cerca de 8 pesquisadores por 10 mil habitantes, um terço do encontrado em países industrializados. Para ampliar os recursos e as modalidades de financiamento à pesquisa, o CNPq passou a ter editais para apoiar diversos tipos de projetos. O Edital Universal, substancialmente ampliado com recursos provenientes do FNDCT, tem apoiado projetos de pesquisa de indivíduos e grupos em todas as áreas do conhecimento. Entre 2007 e 2010 estes editais selecionaram mais de 15 mil projetos totalizando mais de R$ 600 milhões. Criado na década de 90, o PRONEX Programa de Apoio a Núcleos de Excelência foi revigorado e ampliado pelo CNPq e em 2008 passou a contar com recursos do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e a ser executado em parceria com FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) estaduais. Em 2008 os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) substituíram os Institutos do Milênio, no maior programa da história do CNPq, com o objetivo de congregar os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país, contribuindo para tornar a pesquisa científica e tecnológica brasileira mais competitiva internacionalmente. O programa é co-financiado pela FINEP, Ministério da Saúde, CAPES, BNDES, Petrobras, e Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa de SP, RJ, MG, SC, PA, AM, PI e RN. O Edital dos INCTs em 2008 selecionou 122 propostas para receber durante três anos um total de R$ 609 milhões. A consolidação e expansão da infraestrutura de CT&I no país influíram diretamente no volume da produção científica realizada no Brasil. Em 2008 o País alcançou a 13ª colocação no ranking mundial da produção científica, ultrapassando Rússia e Holanda, países com grande tradição em ciência. O número de artigos publicados em revistas indexadas, que em 1981 era de 0,44% do total do mundo, em 2009 atingiu 2,7%, totalizando artigos indexados na base de dados National Science Indicators. Enfim, pode-se constatar que apesar do início tardio na formação de mestres e doutores, o País avançou muito em seu sistema de C&T. Nossa produção científica cresce há três décadas em taxa anual 3 vezes maior que a do mundo. A Promoção da Inovação Tecnológica nas Empresas constituiu um dos grandes desafios do PACTI. A inovação nas empresas passou a ser a principal prioridade comum da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI). Por outro lado, as entidades empresariais, federações de indústria, associações setoriais e o SEBRAE abraçaram a causa de colocar a inovação na agenda das empresas nacionais e têm liderado iniciativas importantes nessa direção. Um amplo leque de instrumentos de financiamento de projetos empresariais foi criado para impulsionar o ambiente de inovação tecnológica no setor privado do país. Estes instrumentos são operados pela FINEP e pelo BNDES, por incentivos fiscais, criação do Sistema Brasileiro de Tecnologia (SIBRATEC) e mobilização de empresas e entidades empresariais. Até 2005 o principal instrumento para apoiar inovação nas empresas era a linha de crédito da FINEP com juros de TJLP mais 5%. O quadro mudou e atualmente há um novo cenário para a inovação no país, permitindo às empresas a utilização de um leque de instrumentos bem mais amplo e efetivo e estimulando a criação de novas empresas baseadas em tecnologia. A Lei de Inovação de 2004 viabilizou a subvenção econômica concedida pela FINEP com recursos de cerca de R$ 2,0 bilhões para empresas inovadoras por meio de três programas: Edital Nacional da FINEP, PAPPE e PRIME, os dois últimos em parceria com os estados. Os Editais Nacionais de Subvenção da FINEP, anunciados anualmente a partir de 2006, já aportaram cerca de R$ 2 bilhões de recursos nãoreembolsáveis para cerca de 1000 empresas selecionados entre cerca de propostas. O Programa de Apoio à Pesquisa na Pequena Empresa (PAPPE), em parceria com as FAPs, prevê o aporte de recursos financeiros a pequenas e médias empresas para o desenvolvimento de atividades de inovação em setores importantes para o desenvolvimento local. Quatorze estados lançaram editais para contratação de projetos, tendo selecionado mais de 400 empresas. O Programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME), que entrou em operação no início de 2009, concede subvenção

5 5 REVISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, NÚMERO 1, OUTUBRO 2011 econômica para start-ups (empresas jovens com potencial de criação e desenvolvimento de conceitos). A operacionalização do PRIME é feita em parceria com incubadoras de empresas pré-selecionadas e já apóia milhares de empresas selecionadas por meio de editais regionais. A Lei do Bem, aprovada em 2005, beneficia com incentivos fiscais empresas que declararem investimento em pesquisa e inovação. Em 2006, 130 empresas declararam investimentos de aproximadamente R$ 2,2 bilhões em pesquisa. Em 2009 o número de empresas inovadoras saltou para mais de 500 e os investimentos privados em pesquisa e inovação ultrapassaram R$ 9 bilhões. Com isso o investimento em P&D do setor privado evoluiu de 0,09% para 0,28% do PIB em apenas três anos. O mais recente estímulo para inovação nas empresas vem da Medida Provisória 495/2010, que deu origem à Lei aprovada pelo Congresso no dia 15 de dezembro de Ela altera a Lei que regulamenta as licitações públicas no país. Os novos dispositivos abrem a possibilidade de conceder margem de preferência nas licitações estatais às empresas brasileiras, especialmente às empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento no País, em até 25%. Esse instrumento é considerado central no desenvolvimento produtivo e tecnológico de setores como saúde, tecnologias da informação e de comunicação (TIC), defesa, e aeronáutico. Para fomentar a imprescindível interação universidadeempresa, o Governo Federal implantou o Sistema Brasileiro de Tecnologia (SIBRATEC). Ele é formado por 56 redes de grupos e núcleos de P&D articuladas nacionalmente, sendo 14 redes de centros de inovação, 20 de serviços tecnológicos, e 22 de extensão, estas organizadas estadualmente. O SIBRATEC é coordenado pelo MCT, mas tem a participação ativa de vários ministérios e entidades federais como FINEP, BNDES e INMETRO. As redes de extensão têm a missão primordial de apoiar a inovação nas micro e pequenas empresas, e por isso mesmo têm uma articulação crescente com o SEBRAE. As redes de serviços tecnológicos fazem com que a metrologia de qualidade e laboratórios de análise de conformidade de produtos e processos dê suporte à produção no complexo campo das disputas comerciais. O sucesso obtido na execução do PACTI indica o acerto no processo de sua formulação e na escolha das prioridades estratégicas, linhas de ação e programas. A execução do Plano de forma articulada resultou na construção de um arco de alianças que fortaleceu a posição central que Ciência, Tecnologia e Inovação devem ocupar no processo de desenvolvimento do País. O papel exercido pelo MCT na liderança e coordenação do plano contribuiu para que ele fosse alçado a um novo patamar de importância política no Governo Federal. Este fato contribuiu decisivamente para o aumento substancial de seu orçamento, que passou de cerca de R$ 1,3 bilhão em 2002 para R$ 6,5 bilhões em 2010, sem incluir despesas com pessoal. Cabe destacar o FNDCT, cujo orçamento efetivamente executado passou de R$ 350 milhões em 2002 para R$ 3,1 bilhões em A ampliação dos recursos federais para C,T&I, associada a inúmeros programas articulados com os estados, foi decisiva para o aumento dos orçamentos estaduais. Como resultado, o dispêndio nacional em pesquisa e desenvolvimento (P&D), formado pelos investimentos públicos, federal e estaduais, e os das empresas privadas, apresentou crescimento expressivo. Os dispêndios em P&D em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que historicamente no Brasil foram inferiores ou da ordem de 1%, em 2010 ultrapassaram 1,3%. Este número é ainda bem inferior aos dos países industrializados, porém é muito significativo para o Brasil, ainda mais levando em conta o forte crescimento do PIB na última década. Novos desafios se apresentam neste momento para o sistema de C,T&I do Brasil. O primeiro, de curto prazo, é assegurar que os recursos federais e estaduais para o setor continuem crescendo, ou que pelo menos não sofram contração numa época de políticas fiscais restritivas. A expansão dos recursos permitirá aos novos governos, federal e estaduais, não apenas manter os programas exitosos em vigor na última década, mas também ampliar o leque de iniciativas destinadas a tornar C,T&I mais importantes para o desenvolvimento do País. Por parte da comunidade de C&T um grande desafio é melhorar a qualidade da pesquisa, trabalhando em problemas da fronteira do conhecimento e disputando novas descobertas em todos os campos da ciência e da tecnologia. A internacionalização da ciência brasileira com a ampliação do intercâmbio de estudantes e cientistas e a participação de brasileiros em grandes projetos internacionais certamente contribuirá muito neste processo. Também é necessário atrair novos talentos que demonstrem potencial para se desenvolver como cientistas, pesquisadores e empreendedores, o que requer a intensificação de ações e iniciativas para o grande público, a melhoria da educação em todos os níveis e em particular o ensino de ciências nas escolas. IV. CONCLUSÃO Um dos maiores desafios do País se coloca para as empresas e os empreendedores brasileiros. É imperativo que nossas empresas introduzam definitivamente P&D e inovação em seus processos produtivos. As empresas que fizeram isto, e há muitos exemplos conhecidos, se tornaram mais competitivas e ganharam novos mercados. Para isto as empresas dispõem de recursos públicos e de incentivos fiscais que não existiam há meros 5 anos atrás. Mas para disputar os recursos elas precisam contratar pesquisadores e criar em sua estrutura organizacional setores específicos para gestão da inovação. Ainda há um longo caminho a ser percorrido, porém, é certo que finalmente ciência, tecnologia e inovação entraram na agenda do Brasil. REFERÊNCIAS [1] Sergio Machado Rezende, Momentos da Ciência e Tecnologia no Brasil-Uma caminhada de 40 anos pela C&T, Vieira&Lent Casa Editorial, Rio de Janeiro, [2] Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional: Plano de Ação , Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília, [3] Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação: Principais Resultados, Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília, Dez

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