supply chain COLABORAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "supply chain COLABORAÇÃO"

Transcrição

1 supply chain COLABORAÇÃO 18 e-manager Agosto 2002

2 Metodologias de projetos e gerenciamento de resultados dão mais confiabilidade às estimativas de ROI em supply chain Retorno à vista supply chain COLABORAÇÃO Qual é a contribuição de sua cadeia de suprimentos à implementação dos objetivos estratégicos de sua corporação? Se a pergunta parece muito difícil, o problema tem um nome: alinhamento. A visão departamental e a gerência baseada em custos criaram uma miopia no ambiente empresarial que distancia as iniciativas das áreas de supply chain do planejamento estratégico das corporações. Se por um lado falta clareza na comunicação dos objetivos estratégicos, por outro faltam métricas objetivas para mensurar até que ponto a cadeia está eficiente. O mercado já percebeu que existem boas perspectivas de lucros na revisão de tecnologias e métodos de gestão do supply chain, mas a pergunta dos executivos persiste: quanto eu ganho com isso? Balanced Scorecards, por Carla Baiense Teoria das Restrições, Supply Chain Reference Model (SCOR). Métodos diversos, que se ocupam de diferentes problemas no processo de planejamento e acompanhamento de desempenho da cadeia de suprimentos, abrem novas perspectivas para atender à inevitável necessidade de determinar o ROI em projetos de supply chain, inclusive dos investimentos em tecnologia. Dever de casa Para identificar as oportunidades de melhoria e quantificar os ganhos com a revisão de estratégias, políticas e processos, o mestre Donald Bowersox propõe uma metodologia para definir problemas e planejar projetos logísticos. O uso e a escolha da tecnologia é apenas parte do método, que começa com um estudo de viabilidade. Nele são analisados os ambientes interno e externo e a tec- nologia empregada no planejamento e na gestão da cadeia. O levantamento interno traça um paralelo entre os objetivos declarados de cada item do sistema logístico serviço ao cliente, transporte, administração de materiais, armazenagem, transporte e estoques e a capacidade de cada um deles para alcançar esses objetivos. Em outras palavras, ele traduz para o sistema logístico os objetivos estratégicos da companhia e revela as políticas adotadas para cada item, além dos sistemas de mensuração de desempenho. Por outro lado, o método propõe a análise das tendências de mercado em relação a fornecedores, clientes e consumidores finais e a capacidade da empresa e dos concorrentes para responder às novas demandas. Por fim, recomenda a investigação das tecnologias adotadas e as alternativas disponí- Agosto 2002 e-manager 19

3 supply chain COLABORAÇÃO veis no mercado para realizar o planejamento estratégico e tático e controlar as operações ao longo da cadeia. Essa avaliação heurística do processo apenas prepara o caminho para o desenvolvimento de uma lógica de suporte, que vai avaliar os procedimentos atuais, as oportunidades de melhoria e as alternativas a serem consideradas. Finalizando o estudo de viabilidade, Bowersox recomenda uma estimativa dos benefícios potenciais de se executar uma análise logística e implementar as recomendações. Até aqui, um dever de casa bem simples mas que poucas empresas realizam. Em geral, o cliente enxerga o dia-a-dia. Ele vem com um problema do tipo meu custo de transporte está alto. Na verdade, o desenho da cadeia logística deve permitir uma boa operação, e isso depende da capacidade gerencial de rever a cadeia com a perspectiva do mercado, tendo em vista o planejamento estratégico, opina Stéfano Angioletti, sócio-diretor da Soft- Brasil Sistemas de Gestão. Não se pode negar, como defendem os seguidores da Teoria das Restrições, que ajustes nos gargalos conseguem melhorar o todo. Porém, sem uma visão holística da cadeia de suprimentos não há como solucionar os problemas e atingir as metas da empresa. Não adianta lubrificar a relação entre os elos se falta confiabilidade em cada elo, diz Celso Calia, sócio-diretor da Goldratt Consulting. Cadeias complexas Uma vez definida a necessidade de revisão na cadeia, a primeira tarefa da qual os executivos devem se ocupar é a identificação de objetivos em termos mensuráveis para cada segmento de mercado. Nesse ponto, diz Bowersox, é possível determinar o custo total do sistema. Caso o custo não atenda às expectativas da empresa, pode-se realizar análises de sensibilidade para apurar o custo logístico a partir de diferentes níveis de serviço ao cliente. Nesse caso, a tecnologia oferece recursos poderosos para a avaliação de alternativas e definição Stéfano Angioletti, da SoftBrasil: Em geral, o cliente enxerga o dia-a-dia. Na verdade, o desenho da cadeia logística deve permitir uma boa operação, tendo em vista o planejamento estratégico do melhor desenho. Quanto mais complexa a cadeia e quanto maior o volume de dados a serem analisados, mais bem-vinda será a ajuda tecnológica. Quando a Ambev foi criada, havia duas cadeias. Na fusão, as empresas tiveram de determinar a cadeia ideal para a nova operação a partir de uma série de decisões estratégicas: quantas fábricas manter, qual delas fechar, onde posicionar os centros de distribuição e como se relacionar com fornecedores e clientes. Tudo isso tendo em vista os objetivos estratégicos da fusão, lembra Daniel Lago, diretor de operações internacionais da Synquest, da qual a Ambev é cliente. Uma fase importante no desenvolvimento de um projeto logístico é a coleta e análise de dados. Dentro dessa etapa são definidas as premissas do negócio, gerenciais e de análise que servirão de base para a escolha da melhor alternativa. É nesse ponto que muitos executivos perdem a chance de obter o ROI. Em um ambiente competitivo, o tempo de implementação do projeto deve ser pensado de modo que as premissas continuem valendo. Por isso, as empresas preferem soluções pontuais de supply chain. Se o executivo opta por uma solução global, corre o risco de levar dois anos para concluir um projeto cujas premissas se dissolveram, diz Daniel Lago. Somente após a definição de problemas e de planejamento e a análise e coleta de dados é que Bowersox recomenda que se entre na fase de implementação, na qual a empresa elege a melhor alternativa, avaliando custos e benefícios e identificando riscos. Como as decisões se situam no plano estratégico, é preciso enxergar um horizonte de longo prazo e o comportamento da cadeia no período projetado, como benefícios imediatos e recorrentes e possibilidade de alcançar uma melhor posição competitiva ao longo dos anos. No outro extremo, o executivo 20 e-manager Agosto 2002

4 supply chain COLABORAÇÃO A dificuldade em implementar projetos que tragam eficiência global para as empresas não é exclusiva do universo do supply chain. Segundo estatísticas mundiais, 90% das companhias falham na implementação de suas estratégias deve avaliar o comportamento da nova cadeia nas situações em que uma ou várias das premissas não se cumpram por conta de variações da demanda ou reações do concorrente, por exemplo. Na prática, na maioria das vezes o executivo enxerga parte do problema, mas não identifica a causa. Diagnóstico malfeito, remédio errado. O resultado é que mais de dois terços dos projetos tecnológicos na área de supply chain são abandonados, segundo estatísticas americanas. Para o sócio-diretor da Soft- Brasil, Stéfano Angioletti, a competência das equipes no planejamento e execução de projetos é um dos elementos críticos no processo e explica, em parte, o fracasso de muitos deles. A tecnologia está bem resolvida. A infra-estrutura dos programas suporta diferentes modelagens de processo. A capacidade das equipes ainda é um problema, diz. À frente da consultoria que desenvolve no Brasil projetos baseados na Teoria das Restrições, preconizada por Eliyahu Goldratt, Celso Calia concorda com a necessidade de um bom diagnóstico e de confiar o projeto a profissionais competentes. TI existe, oportunidades também. Faltam projetos bem-feitos que possam convencer o mercado, opina o sócio-diretor da Goldratt Consulting. O executivo defende a quebra de paradigmas na cadeia a partir de mecanismos como redução de inventários nos clientes, em favor de estoques agregados no depósito central, e ressuprimento do consumo a partir dos dados da demanda efetiva. Há algumas oportunidades muito comuns, como a redução de inventários ao longo da cadeia. A previsão de vendas é tão confiável quanto a previsão de tempo. Quando se muda o paradigma do estoque, implantando o reabastecimento pelo consumo, é possível transformar o desperdício em dinheiro, defende. Muitos aplicativos para supply chain utilizam conceitos da TOC. Alguns combinam os ensinamentos de Goldratt com o modelo de referências SCOR, desenvolvido sob a coordenação do Supply Chain Council. O modelo divide as operações ao longo da cadeia de suprimentos em cinco dimensões: planejamento, sourcing, produção, entrega e retorno. Além disso, descreve padrões para o gerenciamento de processos, a relação entre os processos, métricas-padrão para medir o desempenho dos processos e as melhores práticas gerenciais. Foco na estratégia A dificuldade em implementar projetos que tragam eficiência global para as corporações não é exclusiva do universo do supply chain e menos ainda dos projetos de tecnologia. Traduzir em termos departamentais o planejamento estratégico da companhia e, mais adiante, transformar os objetivos estratégicos em políticas e processos é uma tarefa que poucas empresas conseguem cumprir. Segundo as estatísticas mundiais, 90% das companhias falham na implementação de suas estratégias. É possível enumerar vários motivos para o fracasso do processo, mas na raiz do problema está a falta de método para acompanhar a implementação das estratégias e a ausência de indicadores confiáveis para medir se as metas fixadas foram atingidas. O Balanced Scorecard tem sido a resposta encontrada por muitos executivos para garantir um processo de implementação confiável e muitos especialistas defendem a incorporação do supply chain como uma quinta dimensão estratégica do método. A metodologia, criada na década de 90 por Robert Kaplan e David Norton, considera aspectos de aprendizagem e crescimento, processos internos, cliente e financeiros para poder traçar estratégias, definir objetivos, indicadores, metas e iniciativas que possam proporcionar o retorno esperado. As dimensões foram escolhidas tendo em vista o fato de que, na era da informação, a capacidade de mobilizar e explorar ativos intangíveis tornou-se muito mais decisiva do que a habi- 22 e-manager Agosto 2002

5 supply chain COLABORAÇÃO Reconhecer a estratégia e traduzi-la em termos de objetivos e iniciativas de Tecnologia da Informação é a melhor forma de garantir o alinhamento dos projetos com o planejamento das corporações lidade para gerenciar os tangíveis. Os indicadores financeiros são o ponto terminal da cadeia, já que sozinhos revelam pouco e escondem muito do que se passa em termos de eficiência e capacidade de desenvolver e implantar uma estratégia vitoriosa vide os recentes escândalos financeiros que tiveram a Enron e a WorldCom como protagonistas. No Balanced Scorecard, a estratégia vista como um conjunto de hipóteses sobre relações de causa e efeito é traduzida em termos de objetivos claros e iniciativas bemdefinidas em algumas áreas-chave, Estágios Custo Qualidade Agilidade Inovação Foco na estratégia Receptivo as decisões de custos são orientadas pela estratégia gerencia custos e entende a demanda Reativo ANS Acordos de Níveis de Serviço (SLA) Defensivo orçamento externo (porcentagem da receita) Competência não é um problema negocia e gerencia para os ANS foco na disponibilidade e tempo de resposta foco na disponibilidade do sistema que podem, efetivamente, pôr uma empresa no caminho da lucratividade. Agora pense: que dimensões são importantes para empresas de comércio eletrônico, por exemplo? A capacidade de traduzir os objetivos estratégicos em iniciativas de logística eficientes certamente terá uma enorme repercussão no balanço financeiro, certo? Faltam indicadores. Mais do que isso, falta método para verificar a eficiência dos projetos de cadeia logística. O Balanced Scorecard é um dos modelos que se encaixam perfeitamente nessa área, defende Stéfano Angioletti. O pensamento foco no tempo de resposta para o mercado foco na redução do tempo de ciclo direcionado por políticas limitado por recursos e prioridades internas Contribuição tecnologia está na proposição de valor da empresa conhecedor da estratégia usa tecnologia para reduzir custos orçamento evita terceirização está em perfeita sintonia com o que defende David Norton: Não é possível gerenciar o que não é medido. Por isso, o método que nasceu para gerenciar o core business das organizações foi assimilado como metodologia de gerenciamento em unidades ou áreas de suporte aos negócios das companhias, entre elas a de TI. Assim, a tecnologia perde o enfoque utilitarista, baseado na redução de custos e na produtividade para se alinhar com o foco de produção de valor ao negócio a partir da inovação e rapidez na resposta às mudanças de mercado. Reconhecer a estratégia e traduzi-la em termos de objetivos e iniciativas de TI é a forma de garantir o alinhamento dos projetos com o planejamento das corporações. É também uma nova maneira de atrelar remuneração e premiações dos executivos de TI ao valor gerado para o negócio (veja quadro). Além disso, o Balanced Scorecard representa um novo caminho para o crescimento dos projetos de TI, em especial os da área de supply chain, que têm foco estritamente baseado na expectativa de ROI. O cliente não quer pagar para ver. Com técnicas e indicadores de desempenho mais claros, é possível que mais projetos aconteçam, acredita Stéfano Angioletti, da SoftBrasil. 24 e-manager Agosto 2002

6 supply chain TECNOLOGIA Programas oferecem desde módulos para desenho da cadeia logística até funções de colaboração entre parceiros de negócios A difícil escolha D efinido o problema a ser resolvido na cadeia de suprimentos, a escolha da tecnologia é uma das etapas mais delicadas do processo de desenvolvimento do projeto. Como toda compra de software, envolve definição dos requisitos de funcionamento, da importância de cada funcionalidade, identificação e avaliação de alternativas e negociação com o fornecedor. No que diz respeito aos programas de supply chain especificamente, há diferenças marcantes na forma como cada programa encara diferentes processos industriais, como produção contínua e manufatura discreta. Um bom conselho, dado pelo professor Hugo Yoshizaki, da Poli/USP, é investigar o pedigree do produto. Como boa parte dos pacotes de supply chain nasceu da compra de vários programas e funcionalidades, examinar a origem do módulo ou dos módulos pode ajudar a acertar na escolha. Muitos fornecedores de ERP adquiriram aplicativos de APS (Advanced Planning and Schedulling) por Carla Baiense de terceiros e em torno deles construíram suas soluções. Investigar para que tipo de indústria aquele APS se destinava originalmente é uma boa providência. O segundo cuidado que o executivo deve ter também resulta do fato de que as aquisições foram a base de muitos pacotes. Embora sejam vendidos em uma única suíte, nem sempre a integração está bem resolvida. Um indício desse problema, aponta o professor da USP, está na opção da maior parte dos fornecedores em trabalhar no nível da memória. Como na prática os módulos não estão integrados mas apenas realizam uma troca de arquivos, isso reduz o tempo de trânsito entre os arquivos em compartilhamento, esclarece. A maior parte dos pacotes traz muitos módulos em comum, mas a abordagem que fazem de processos-chave, como previsão de demanda ou desenho da cadeia logística, tem diferenças importantes, conceituais e funcionais. Programas que seguem à risca a Teoria das Restrições não adotam o conceito de previsão de demanda, por exemplo. A forma como cada um implementa a colaboração entre parceiros de negócio também os diferencia. Em comum, a maioria dos programas está adicionando funcionalidades para atender um maior número de indústrias. Ferramentas de colaboração pela Internet também se tornaram um foco do mercado. Entretanto, além das necessidades técnicas e de funcionamento, há aspectos do fornecedor que precisam ser analisados, como estabilidade e assistência técnica. O velho conselho de conversar com os clientes e ficar atento ao noticiário também vale nesse caso. Isso porque, se as incertezas quanto ao ambiente de negócios para as empresas de tecnologia não são um fato novo, dessa vez a vítima foi uma das líderes no fornecimento de programas para supply chain: a I2. A empresa, que realizava mudanças na subsidiária brasileira, instalada em São Paulo, decidiu encerrar as operações do escritório. 26 e-manager Agosto 2002

7 Muitos fornecedores de ERP adquiriram aplicativos de APS de terceiros e em torno deles construíram suas soluções. Investigar para que tipo de indústria aquele APS se destinava originalmente é uma boa providência supply chain TENDÊNCIAS TECNOLOGIA Até o fechamento desta edição não havia uma posição oficial sobre o fim das operações, nem quanto à nova estrutura que adotaria para atender os clientes locais. Entre os especialistas, a convicção é de que não há motivo para pânico. A própria I2 já atuou no País por meio de distribuidores. O setor de TI vive, de fato, um momento delicado, e a I2, em especial, enfrenta problemas em todo o mundo. O tamanho do mercado brasileiro para supply chain e o custo para manter uma operação explicariam, em parte, a decisão. A boa notícia é que as empresas continuam investindo nos programas, aperfeiçoando a tecnologia e acrescentado funcionalidades. Os líderes do mercado prometem mudanças importantes nas próximas versões. de negócio é visto sob a perspectiva de quatro grandes áreas: networking, coordenação, planejamento e execução. Na área de networking estão as soluções colaborativas, lançadas na versão 3.0: marketplaces, portais colaborativos e aplicações para dispositivos portáteis. No Brasil temos um cliente que faz previsão de demanda colaborativa com seus escritórios e terminais fora do País, lembra Meva Su Deran, gerente de supply chain da SAP. Na área de planejamento estão todos os módulos para otimização da produção, planejamento de demanda e de transporte. Em execução estão os programas transacionais, como emissão de pedidos de venda e ordens de compra. É na área de coordenação que a empresa tem feito os últimos investimentos. É uma perspectiva nova, que engloba o gerenciamento a partir de eventos em tempo real. Hoje conseguimos reagir no nível Inteligência artificial O modelo de referência desenvolvido pelo Supply Chain Council (Score) está inspirando a criação de novas funções dentro dos pacotes de software. Apostando na idéia, a gigante SAP investe em funcionalidades para cobrir todo o espectro de processos dentro das áreas de planejamento, sourcing, produção e entrega e retorno de materiais e produtos entre fabricantes, fornecedores e clientes. No pacote da SAP, todo o ciclo Hugo Yoshizaki, da Poli/USP: Como na prática os módulos não estão integrados mas apenas realizam uma troca de arquivos, isso reduz o tempo de trânsito entre os arquivos em compartilhamento Agosto 2002 e-manager 27

8 Fonte: Logística empresarial, Bowersox, Closs supply chain TECNOLOGIA As empresas continuam investindo nos programas e aperfeiçoando a tecnologia. O modelo de referência desenvolvido pelo Score inspira a criação de novas funções nos pacotes de software do chão-de-fábrica, mas, como disparar um alarme e tomar uma decisão em tempo real sobre um caminhão quebrado?, exemplifica a executiva. Para responder a essa necessidade, o MIT e a SAP, através do Bios Group, trabalham em um projeto para desenvolvimento de agentes inteligentes para detectar problemas ao longo da cadeia em tempo real, enviar alertas e sugerir ações. A próxima versão do produto, a 3.1, que será lançada em janeiro de 2003, trará os agentes inteligentes, além de novas funcionalidades para indústrias de processo. A tecnologia será mantida até a versão 4.0, que vai enquadrar os produtos na My SAP Technology, a base única de programação, baseada em Java e Web Servers. Integração Empresas como J.D. Edwards e Oracle apostam na convergência de aplicações como supply chain, BI e CRM, disponíveis nas atuais versões dos produtos. A tendência vai ao encontro da necessidade de dar maior visibilidade à cadeia aos clientes. Um call center que utiliza ferramentas de CRM, por exemplo, pode fornecer informações sobre disponibilidade de estoque ou emitir ordens de produção, caso esteja integrado ao programa de supply chain, exemplifica Américo de Paula e Silva Júnior, consultor de Necessidades de funcionamento Entrada de dados Aceita dados de planilhas eletrônicas comuns, como Lotus e Excel? Tratamento de dados Facilita o tratamento de dados com análises do tipo e se? Escopo Considera custos logísticos relevantes, incluindo transporte de entradas de materiais, operações de centros de distribuição e fretes para entregar aos clientes? Algoritmos de busca Inclui algoritmos ou heurística para pesquisar e identificar a melhor alternativa? Relatórios Inclui relatórios gráficos e capacidade de visualização? negócios da JDE. O Advanced Planning Solutions 4.0, da JDE, foi lançado no início do ano e trouxe como principal novidade o Demand Consensus, para planejamento colaborativo de demanda. A colaboração é o foco de outras aplicações, como o Supply Chain Console, portal para acessar todos as funcionalidades do sistema e trocar mensagens, e do Collaborative Web Client, para visualizar e interagir com fornecedores no APS, o Production Schedulling. O programa para seqüenciamento da produção traz duas versões, uma para indústria de processamento contínuo, outra para manufatura discreta. Historicamente, diz Américo de Paula, o programa manteve uma presença maior em indústrias de processamento contínuo. No entanto, com a aquisição de alguns produtos nos últimos anos, a empresa ganhou penetração em indústrias de automóveis e eletroeletrônicos, por exemplo, diz o executivo. No nível estratégico, o Strategic Network trabalha com recursos de heurística e algoritmos lineares para determinar o melhor desenho da cadeia de abastecimento. No tático, o Production and Distribution Planning sugere o melhor fluxo de materiais e produtos em médio prazo. 28 e-manager Agosto 2002

9 supply chain TECNOLOGIA Business Intelligence Além do foco na integração das aplicações de supply chain, CRM e ERP, a Oracle aposta no apelo 100% Internet e na introdução de uma camada de Business Intelligence nos seus produtos. O Supply Chain Intelligence, módulo de Business Intelligence, opera na mesma base da suíte, extraindo dados inclusive das outras aplicações, e produz análises e relatórios gerenciais sobre a cadeia de suprimentos em vários níveis e em tempo real. Outra aposta é o desenvolvimento próprio, baseado na mesma plataforma do ERP Oracle, com modelos de dados e ergonomia de navegação únicos. A versão 11i, lançada há dois anos, traz sete módulos um APS baseado na Teoria das Restrições e com um conjunto diferenciado de funcionalidades para indústrias de processo ou manufatura discreta, o Inventory Optimization, o Demand Planning, o Global Order Promissing, o Supply Chain Collaboration e o Supply Chain Intelligence. Especialistas Dos três principais fornecedores de soluções especialistas, apenas um deles, a Manugistics, ainda opera diretamente no País. A I2 está fechando o escritório em São Paulo e a Synquest preferiu manter, desde o início, operações via distribuidores. No Brasil, SoftBrasil e IBM distribuem linhas de produtos. Descrente das teorias da TOC, o diretor de operações internacionais da Synquest, Daniel Lago, responsável pelas regiões da América Latina e Ásia, afirma que os princípios da teoria de Goldratt se aplicam apenas a processos de manufatura simples. Em cadeias complexas, as restrições são dinâmicas, justifica. O executivo defende dois pontos do pacote: a possibilidade de configurar graficamente as cadeias e a agilidade na implementação. O foco do produto não está na redução de custos ao longo da cadeia, mas no aumento da rentabilidade. Baseado na previsão de demanda, o programa estabelece um plano ótimo de vendas, ou seja, o mais rentável. O Américo de Paula e Silva Jr., da JDE: Um call center que utiliza ferramentas de CRM, por exemplo, pode fornecer informações sobre disponibilidade de estoque ou emitir ordens de produção, caso esteja integrado ao programa de supply chain programa enxerga não apenas a capacidade da cadeia, mas também a margem de lucro dela, acrescenta Lago. Para o nível estratégico, a empresa oferece o Supply Chain Design Engine, que, baseado na previsão de vendas para os próximos três anos, sugere uma cadeia de suprimentos otimizada. No nível tático, o Tactical Plus Engine e o Dinamic Sourcing Engine determinam e alocam a demanda nos pontos da cadeia de forma otimizada. Eles identificam a melhor mistura de fornecedores, de transportadoras, de produção e de distribuição. O Virtual Production Engine trabalha no nível operacional. A novidade entre as novas versões, lançadas há pouco mais de dois meses, é o In bound Planning Engine, desenvolvido para a indústria automotiva e que tem Ford, Honda, Nissan e Toyota como alguns de seus clientes no mundo. No Brasil, informa Daniel Lago, a empresa negocia com uma montadora. O foco do programa é a colaboração para trás na cadeia, dando visibilidade aos fornecedores. Os outros produtos são kits de ferramentas, que o cliente configura de acordo com o tipo de indústria em que atua, esclarece. A empresa também vem investindo na complexidade das cadeias. Há dois anos comprou a Dender Consulting, especializada em soluções complexas de supply chain, engrossando o time de resolvedores da biblioteca de solvers. A companhia também aposta no desenvolvimento próprio de algoritmos, como os utilizados no chão-de-fábrica, criados inteiramente pela Synquest. No Brasil, alguns dos clientes dos produtos Synquest são Ambev, que redefiniu a cadeia de suprimentos após a fusão de Brahma e Antarctica com a ajuda da tecnologia da empresa, e Latasa, que a utiliza na definição de novas unidades industriais. 30 e-manager Agosto 2002 Documento adquirido na Biblioteca Temática do Empreendedor - Sebrae

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Adicionando valor na produção

Adicionando valor na produção Adicionando valor na produção Em um mercado global altamente competitivo e em constantes transformações, a otimização do resultado dos processos de produção é fundamental. Pressões ambientais e de custo,

Leia mais

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores OBJETIVOS Principais desafios de Supply Chain enfrentados pelas indústrias Premissas para criação de valor na comunicação interempresas

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI. Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br

A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI. Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br 2 A Biblioteca ITIL: Information Technology Infrastructure Library v2 Fornece um conjunto amplo,

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Governança de TIC. CobiT 4.1

Governança de TIC. CobiT 4.1 Governança de TIC CobiT 4.1 Conceitos Governança: A expressão governar tem origem na expressão navegar... E o que quem navega faz? Ele faz um mapa, dá a direção, faz as regras de convivência. Tomáz de

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE 20-21 Maio de 2013 Tivoli São Paulo Mofarrej São Paulo, Brasil ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE Fernando Cotrim Supply Chain Director, Rio 2016 Perguntas: Quais são os desafios de gerenciar o Supply

Leia mais

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com Conceito Com base nas definições podemos concluir que: Governança de de TI TI busca o compartilhamento de de decisões de de TI TI com os os demais dirigentes

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

SAP Customer Success Story Turismo Hotel Urbano. Hotel Urbano automatiza controle financeiro e internaliza contabilidade com SAP Business One

SAP Customer Success Story Turismo Hotel Urbano. Hotel Urbano automatiza controle financeiro e internaliza contabilidade com SAP Business One Hotel Urbano automatiza controle financeiro e internaliza contabilidade com SAP Business One Geral Executiva Nome da Hotel Urbano Indústria Turismo Produtos e Serviços Comercialização online de pacotes

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas

Leia mais

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Infor ERP SyteLine Visão Geral Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Sobre a Mag-W A Mag-W foi criada especialmente para trazer ao mercado o que há de melhor em soluções corporativas de Tecnologia da Informação

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA Profa. Lérida Malagueta Estratégia competitiva Já conhecemos os conceitos sobre a teoria da decisão estratégica e de como competem e cooperam: Os decisores As empresas

Leia mais

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios Governança de TI Parte 3 Modelo de Governança v2 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR Modelo de Governança de TI Modelo adaptação para qualquer tipo de organização Componentes do modelo construídos/adaptados

Leia mais

A Inovação Aprendizagem e crescimento dos funcionários treinando-os para melhoria individual, numa modalidade de aprendizagem contínua.

A Inovação Aprendizagem e crescimento dos funcionários treinando-os para melhoria individual, numa modalidade de aprendizagem contínua. Balanced Score Card A Tecnologia da Informação é considerada fundamental para os vários setores, tanto no nível operacional como estratégico. Muitas das razões para Tecnologia da Informação fazer parte

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com 1 Information Technology Infrastructure Library 2 O que é o? Information Technology Infrastructure Library é uma biblioteca composta por sete livros

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas

Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas Sucesu RJ - IV Congresso de Inteligência Competitiva Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas Eugenio Pedrosa Petrobras Roteiro Arquitetura de BI Evolução da BI nas Empresas Corporate Performance

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD)

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA PARA DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL DE NOVOS PRODUTOS O esquema abaixo considera o conceito de design de produto, esboços

Leia mais

Suzano: atualização e mais qualidade de informações com SAP Business Suite powered by HANA

Suzano: atualização e mais qualidade de informações com SAP Business Suite powered by HANA Suzano: atualização e mais qualidade de informações com SAP Business Suite powered by HANA Geral Executiva Nome da Suzano Papel e Celulose Indústria Papel e celulose Produtos e Serviços Celulose de eucalipto,

Leia mais

Pós-Graduação Business Intelligence

Pós-Graduação Business Intelligence Pós-Graduação Business Intelligence Tendências de Mercado de Business Intelligence Aula 04 Como se organizar para o sucesso em BI Dinâmica Organizacional Complexa Cria o maior ônus para o sucesso de BI

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados. slide 1

Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados. slide 1 Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados slide 1 Objetivos de estudo Como os sistemas integrados ajudam as empresas a conquistar a excelência operacional?

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: Agosto de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

IBM WebSphere Business Monitor

IBM WebSphere Business Monitor Obtenha visibilidade em tempo real do desempenho dos processos de negócios IBM WebSphere Business Monitor Fornece aos usuários de negócios uma visão abrangente e em tempo real do desempenho dos processos

Leia mais

Este trabalho visou a caracterização da utilização dos aplicativos APS pelas empresas.

Este trabalho visou a caracterização da utilização dos aplicativos APS pelas empresas. 6 Conclusão Este capítulo tem como objetivo a apresentação dos resultados diretos e indiretos deste trabalho. São apresentadas sugestões para futuras pesquisas sobre o tema aqui abordado. 6.1. Resultados

Leia mais

Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia

Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia Picture Credit Customer Name, City, State/Country. Used with permission. Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia Geral Executiva Nome da Miracema-Nuodex

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

12 o Congresso Brasileiro de Mineração. Desafios e Riscos na Utilização de Software de Mineração

12 o Congresso Brasileiro de Mineração. Desafios e Riscos na Utilização de Software de Mineração 12 o Congresso Brasileiro de Mineração Desafios e Riscos na Utilização de Software de Mineração Ciclo Clássico de Planejamento e Operação Mineira Geologia Planejamento Perfuração Desmonte Carga Beneficiamento

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e Demanda NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Paulo Viola paulo.viola@neogrid.com Introdução Tema: Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Balanced Scorecard JAIME JOSÉ VELOSO

Balanced Scorecard JAIME JOSÉ VELOSO Balanced Scorecard JAIME JOSÉ VELOSO Wikipédia Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS) Robert Kaplan

Leia mais

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Governança de TI Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? 2010 Bridge Consulting Apresentação A Governança de Tecnologia

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 25/05/2015 Término das aulas: Maio de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Uma boa gestão de estoques comprova sua importância independente do segmento em questão. Seja ele comércio, indústria ou serviços, o profissional que gerencia

Leia mais

Sourcing de TI. Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? Conhecimento em Tecnologia da Informação

Sourcing de TI. Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Sourcing de TI Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? 2010 Bridge Consulting Apresentação Apesar de ser um movimento de grandes dimensões,

Leia mais

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA 1 OBJETIVOS 1. Como nossa empresa pode medir os benefícios de nossos sistemas de informação? Quais modelos deveríamos usar para

Leia mais

Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde

Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde Perfil A Ouro Verde Locação e Serviço S.A. é uma empresa paranaense com mais de 40 anos de mercado, trabalhando com gestão e terceirização

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema ERP; Processos de Desenvolvimento, Seleção, Aquisição, Implantação de ERP; Aderência e divergência

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

ArcelorMittal Brasil: Preparando o cenário para Transformação de Negócios com uma Força de Vendas Integrada

ArcelorMittal Brasil: Preparando o cenário para Transformação de Negócios com uma Força de Vendas Integrada SAP Business Transformation Study Produtos de Usina ArcelorMittal Brasil ArcelorMittal Brasil: Preparando o cenário para Transformação de Negócios com uma Força de Vendas Integrada A ArcelorMittal Brasil

Leia mais

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA SUMÁRIO DE PROJETOS WORKFLOW... 03 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO... 04 IDENTIDADE CORPORATIVA... 04 GESTÃO DE COMPETÊNCIAS... 05 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO... 05 REMUNERAÇÃO...

Leia mais

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br COBIT Governança de TI Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br Sobre mim Juvenal Santana Gerente de Projetos PMP; Cobit Certified; ITIL Certified; OOAD Certified; 9+ anos de experiência em TI; Especialista

Leia mais

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Artigo 02 De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos,

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Conteúdo Gerenciais Direcionadores de Arquitetura de TI Tipologia dos sistemas da informação Prof. Ms. Maria C. Lage marialage.prof@gmail.com As preocupações corporativas Gerenciar Mudanças Crescimento

Leia mais

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos Terceirização de Processos Empresariais da Capgemini Um componente da área de Serviços Públicos da Capgemini As concessionárias de serviços

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais