INTERNET COM O PROPÓSITO DE RELAÇÕES PÚBLICAS

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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNET COM O PROPÓSITO DE RELAÇÕES PÚBLICAS RENATO SCHUMACHER SANTA MARIA Orientadora: Profª Mestre Helaine Abreu Rosa Porto Alegre 2003

2 Dedico este trabalho ao meu pai, um mestre em vendas; à minha mãe, pela dedicação e amor dispensado durante todo meu curso; e, por fim, à minha amada Sil, que desde 1999 faz parte da minha vida.

3 Agradecimentos Agradeço a minha amada Sil, que desde 1999 me acompanha em todas jornadas da minha vida. Sil, você sabe o quanto me ajudou nas empreitadas que peitamos. Nas gravações, nos carros, nos acampamentos, nas festas, nas contas, na nossa empresa e na nossa vida. Sem você nada disso seria possível. Te agradeço, também, pelos ensinamentos em informática e Internet, que não foram poucos. A partir da volta de Maceió você entrou para sempre no meu coração. Agradeço a toda minha família, pois através dela meus sonhos tornaram-se possíveis. Pai, você é meu grande mestre na arte de vender. Mãe, pela educação, ajuda financeira e caráter que me deu. Vinício, por toda ajuda que me dá e continua dando. Lúcio, pela iniciação na informática e na Internet. Cla, por ser a minha grande irmã e melhor amiga. Teca, pela companhia e dedicação que dá à Pepa, e, é claro, pelos inúmeros cafezinhos depois do almoço. Agradeço à minha sogra Sylvia, pela ajuda, compreensão e amizade; às minhas cunhadas Mariana e Cris, pelo companheirismo e amizade. E ao meu cunhado internacional Mike, que, um dia, conversará comigo em português.

4 Agradeço à minha professora orientadora Mestre Helaine Abreu Rosa, pela atenção dispensada e dedicação na orientação deste trabalho. Agradeço aos meus professores e mestres, que me ajudaram a compreender as Relações Públicas. Glafira, seu carinho é inigualável, continue assim. Iara e Fernando, vocês são meus mestres em marketing. Ana Baseggio, aprendi muito sobre a profissão com você. Lauri, sua alegria é contagiante. Cláudia Moura, sua dedicação foi enorme. Por fim, agradeço a todos meus amigos e amigas, pelas festas, pela alegria, pela convivência, pela ajuda, pelos desabafos na mesa do bar, e por tudo que representaram e representam na minha vida.

5 Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos. Autor desconhecido

6 SUMÁRIO Introdução...7 Capítulo 1 Relações Públicas Conceitos e atividade de Relações Públicas Públicos envolvidos no processo de Relações Públicas Instrumentos tradicionais de Relações Públicas Capítulo 2 A Internet Histórico e evolução da Internet Ferramentas da Internet A Internet atuando como meio de comunicação Capítulo 3 Relações Públicas via Internet O profissional de Relações Públicas atuando via Internet Utilizando as ferramentas da Internet com o propósito de Relações Públicas Relações Públicas através das redes Intranets e Extranets Algumas barreiras no uso da Internet...56 Considerações Finais...62 Referências Bibliográficas...66 Glossário...68

7 INTRODUÇÃO Até onde o profissional de Relações Públicas poderá contribuir com seus conhecimentos? Atualmente o mercado das Relações Públicas está em constante crescimento e proporcionando cada vez mais diferentes oportunidades para os profissionais da comunicação. O avanço cultural e tecnológico da Internet, especificamente, oferece uma camada do mercado ainda não explorada profundamente. Sabendo utilizar as ferramentas da Internet, a comunicação pode tirar proveito do seu alcance global. A Internet se transformou em nosso quarto meio de comunicação (imprensa, televisão e rádio), tão poderoso e abrangente como os meios tradicionais. Globalizou culturas e conectou os milhares de computadores ao redor do mundo. Atualmente, sua atuação na sociedade é tão expressiva e suas possibilidades tão grandes, que vários estudos vem sendo desenvolvidos, sobre a rede mundial de computadores.

8 Após sua difusão dos meios acadêmicos para o público em geral, a Internet logo despertou interesse comercial. Várias empresas migraram para a Web ou simplesmente expandiram suas atividades através da rede. Seu poder de mercado é incalculável e é apontada como uma das principais formas de transições comerciais. Deste modo, a Internet hoje é uma realidade como poder de comunicação, oferecendo uma cultura própria e difundida comercialmente. Há cerca de dez anos surgiram as primeiras transações comerciais na rede. Foi o início da adesão humana em massa para a Internet. Formando cada vez mais comunidades virtuais de interesses, os usuários mostraram-se adeptos a este novo meio digital. Uma das principais diferenças da Internet para os meios tradicionais está na sua dirigibilidade e pré-segmentação dos públicos. Quem acessa a Internet está em busca de informações particulares e, portanto, o destino dos usuários pode ser distinto. Desta maneira, os profissionais de Relações Públicas podem moldar as comunidades virtuais de acordo com as preferências demonstradas pelos usuários e os objetivos pretendidos pelas organizações. O direcionamento e a segmentação dos públicos, tanto alvo como de interesse, tornam-se essenciais para as Relações Públicas diferenciarem e atenderem o cliente como ele deseja ser atendido. Na Internet não poderia ser

9 diferente. A segmentação da Internet é uma das características proporcionadas pela rede. Estamos diante de mais um desafio e oportunidade para os profissionais de Relações Públicas. Novas tendências indicam crescente receptividade, uso e aceitação cada vez maior dos profissionais da comunicação na área da Internet. O tema apresentado é atual e de grande interesse, visto que o número de adeptos, tanto pessoas como empresas, está crescendo diariamente na rede. Estamos, talvez, diante do momento certo para a inserção das Relações Públicas no meio digital, pois é comum os profissionais da Internet provirem de diferentes áreas, muitas vezes sem ligação com a comunicação. O trabalho tem como problema saber como a Internet poderá servir de propósito para as Relações Públicas, visto que a rede mundial está cada vez mais globalizada e interligando pessoas de todas as partes do mundo. Os objetivos são analisar o uso das ferramentas da Internet servindo de instrumentos de Relações Públicas e demonstrar que estas ferramentas, quando bem trabalhadas e administradas, transformam-se em um excelente instrumento de Relações Públicas. O trabalho apresenta como hipótese a vantagem do uso da Internet nas atividades de Relações Públicas, através do prévio conhecimento de cada uma das ferramentas oferecidas pela rede.

10 O trabalho é dividido em três capítulos, além de introdução, glossário e considerações finais. No primeiro capítulo, são abordados os diversos conceitos e as decorrentes atividades de Relações Públicas, os públicos envolvidos no processo organizacional e uma breve análise sobre os instrumentos tradicionais de Relações Públicas. Para este capítulo, utilizam-se, como principais autores, Roberto Porto Simões (Relações Públicas Função Política: 1995), Margarida Kunsch (Relações Públicas e Modernidade: 1997) e José Benedito Pinho (Relações Públicas na Internet: 2003). O segundo capítulo contém uma análise do histórico e evolução da Internet, das principais ferramentas oferecidas pela rede e uma perspectiva da Internet atuando como meio de comunicação. Como embasamento teórico para este capítulo, utilizam-se, como principal autor José Benedito Pinho (Publicidade e Vendas na Internet: 2000). O terceiro capítulo contém conceitos do modo como o profissional de Relações Públicas pode atuar na Internet, as maneiras pelas quais as ferramentas da Internet são utilizadas com propósito de Relações Públicas, o uso das Intranets e Extranets como instrumentos de Relações Públicas e uma breve análise de como construir relacionamentos com os públicos através da rede. Os principais autores utilizados, no terceiro capítulo, são Jose Benedito Pinho (Relações Públicas na Internet: 2003), Shel Holtz (Public Relations on the Net:

11 1999), Márcio Chleba (Marketing Digital: 1999) e John Hagel III e Arthur Armstrong (Vantagem competitiva na Internet: 1999). O método de pesquisa adotado neste trabalho é o monográfico, o tipo de pesquisa exploratório, e as técnicas apresentadas são a pesquisa bibliográfica e a documental.

12 RELAÇÕES PÚBLICAS 1.1 Conceitos e atividade de Relações Públicas Para entender as atividades do processo de Relações Públicas, faz-se necessário, primeiramente, conhecer os seus diversos conceitos. Simões (1995: 87-88) coloca que Relações Públicas são uma via de dupla mão e visam estabelecer e manter a compreensão mútua entre a organização e seus diversos públicos: Esta proposição (via de dupla mão) quer significar que, para existir bom nível funcional de Relações Públicas, deve existir, entre a organização e seus públicos, um sistema que permita a fluência de informações nos dois sentidos, tanto de ida como de volta. A existência desse canal conduziria, de modo contínuo e desimpedido, a palavra dos públicos para junto do poder de decisão e deste para os públicos. Segundo Holtz (apud Pinho, 2003: 10): Relações Publicas é entendida como uma atividade de administração estratégica dos contatos e do relacionamento entre uma organização e os diferentes públicos que a constituem ou com ela se relacionam e interagem.

13 Este autor adiciona ao conceito de Relações Públicas a interação entre as organizações e os públicos ligados a ela, reafirmando assim Simões (1995) em sua teoria da via de mão dupla. Garret (apud Andrade, 1962: 44) entende Relações Públicas como: Atividade fundamental do espírito, uma filosofia da administração que, deliberadamente e com um egoísmo esclarecido, considera antes de mais nada o interesse público em cada decisão que afete as operações da instituição. Assim como Garret, Cutlip, Scott e Center (apud Andrade, 1962: 44) definem as Relações Públicas como um processo de interesse dos públicos da organização: É a comunicação e a interpretação de informações, idéias e opiniões do público para a instituição num esforço sincero para estabelecer reciprocidade de interesses e assim proceder ao ajustamento harmonioso da instituição na sua comunidade. A Associação Brasileira de Relações Públicas ABRP define, oficialmente, as Relações Públicas como: Atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo, para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja direta ou indiretamente ligada. As definições e os conceitos variam de acordo com a percepção de cada autor, porém percebem-se pontos em comum entre todas elas: as Relações Públicas estão intimamente relacionadas com os públicos da organização.

14 O núcleo das Relações Públicas continua sendo a organização e os públicos: (Relações Públicas) é um sistema social constituído pelas transações entre organização e seus públicos (...) o núcleo do sistema (social) é constituído por dois componentes materiais das Relações Públicas, ou sejam: a organização e os públicos. Simões (1995: 52-53) Pinho (2003) foca a atividade de Relações Públicas nas estratégias que visam melhorar a imagem da organização e facilitar a comunicação desta com seus diversos públicos de interesse. Os conceitos ajudam a entender as características das atividades de Relações Públicas. Todo o processo está voltado para o interesse dos públicos e os públicos de interesse, mais uma vez reafirmando a teoria de Simões (1995) da via de mão dupla. Conforme Simões (1995: 83): A atividade de Relações Públicas é a gestão da função política da organização (...) objetiva que, através de filosofia, políticas e normas, a atuação da organização e do que isso implica, anteriormente em decisões e, posteriormente, em produtos e serviços, ocorra e seja percebida como realizada em benefício dos interesses comuns que possui com seus públicos. É de interesse das Relações Públicas que a organização mantenha um excelente nível de comunicação com seus diversos públicos, conforme observado por Simões (1995). De acordo com o Conselho Regional de Relações Públicas da 4ª Região, as Relações Públicas se caracterizam pela aplicação de conceitos e técnicas de:

15 Comunicação estratégica, com o objetivo de atingir de forma planificada os objetivos globais e os macro-objetivos para a organização; Comunicação dirigida, com o objetivo de utilizar instrumentos para atingir públicos segmentados por interesses comuns; Comunicação integrada, com o objetivo de garantir a unidade no processo de comunicação com a concorrência dos variados setores de uma organização. Percebe-se, com a definição do Conrerp da 4ª Região, que o processo de Relações Públicas é amplo, atendendo a toda demanda da comunicação organizacional, abrangendo todos os níveis do sistema organização-públicos. O 1º parágrafo do 1º artigo da Resolução Normativa nº43 do Conselho Regional de Relações Públicas - Conrerp, de 24 de agosto de 2002, que define as funções e atividades privativas dos profissionais de Relações Públicas, diz que: Todas as ações de uma organização de qualquer natureza no sentido de estabelecer e manter, pela comunicação, a compreensão mútua com seus públicos são consideradas de Relações Públicas e, portanto, não se subordinam a nenhuma outra área ou segmento. O profissional de Relações Públicas visa atingir os objetivos de comunicação organizacional através das atividades a que se propõe. Durante a 1ª Assembléia Mundial de Associações de Relações Públicas, em 1978, no México, foram definidas as atividades de Relações Públicas:

16 Analisar as tendências da organização em relação às expectativas de interesses dos públicos, no contexto da conjuntura em que ambos estão inseridos; Predizer a resultante do entrechoque da ação organizacional ante as expectativas dos públicos no âmbito da evolução da conjuntura; Assessorar os líderes da organização, prevenindo-se das possíveis ocorrências de conflito e suas causas, apresentando sugestões de políticas e procedimentos que evitem e/ou resolvam o impasse; Implementar programas e projetos planejados de comunicação para com os vários públicos. Foi aprovado, nesta Assembléia, por trinta e três Associações de Relações Públicas, um conceito que ajuda a entender as atividades do profissional da área: O exercício da profissão de Relações Públicas requer ação planejada, com apoio na pesquisa, comunicação sistemática e participação programada, para elevar o nível de entendimento, solidariedade e colaboração entre uma entidade, pública ou privada, e os grupos sociais a ela ligados, num processo de interação de interesses legítimos, para promover seu desenvolvimento recíproco e da comunidade a que pertencem. (Assembléia de Associações de Relações Públicas, 1978: México)

17 A definição de Nielander, William e Miller, contribui para o entendimento da atividade de Relações Públicas como a maneira planejada de administrar estrategicamente os públicos da uma organização: Relações Públicas é uma arte aplicada. Inclui todas as atividades e processos operacionais que permanentemente objetivam determinar, guiar, incluir e interpretar as ações de uma organização, de maneira que a sua conduta se conforme, tanto quanto possível, ao interesse e bem-estar públicos. (apud Andrade, 1962: 42) As Relações Públicas estabelecem e gerenciam o relacionamento da organização e seus diversos públicos. Para tanto, utilizam o conhecimento pleno dos públicos envolvidos no processo organizacional, executando diversas atividades para alcançar seus objetivos. Harlow (apud Andrade, 1962: 191) descreve as inúmeras atividades de Relações Públicas como um amplo termo que cobre um número enorme de atividades. Existem ainda outros conceitos de Relações Públicas, porém é comum a todos o envolvimento das organizações com seus públicos. Para este trabalho, o foco principal da atividade se dá no sistema organização-públicos e suas conseqüentes estratégias para administração deste.

18 1.2 Públicos envolvidos no processo de Relações Públicas O conhecimento dos públicos torna-se fundamental para entender o processo de Relações Públicas dentro de uma organização. Andrade (apud Pinho 2003: 13-14) explica que os públicos, em se tratando de Relações públicas, caracterizam-se por ser: O agrupamento espontâneo de pessoas adultas e/ou grupos sociais organizados, com ou sem contigüidade física, com abundância de informações, analisando uma controvérsia, com atitudes e opiniões múltiplas quanto à solução ou medidas a serem tomadas diante dela; com ampla oportunidade de discussão e acompanhando ou participando do debate geral, por meio da interação social ou dos veículos de comunicação, à procura de uma atitude comum, expressa em uma decisão ou opinião coletiva, que permitirá a ação conjugada. Simões (1995: 131) define os públicos como os envolvidos, direta ou indiretamente, com a atividade de Relações Públicas. Geograficamente, sua divisão se dá em interno, misto e externo. Define-se assim o distanciamento dos públicos em relação ao centro de poder da organização. Porém, esta divisão geográfica limita-se simplesmente à demarcação territorial dos públicos, sem considerar o poder que possuem de influenciar os objetivos organizacionais, obstaculizando-os ou facilitando-os (Simões, 1995: 131). O conceito de poder é identificado também em Ehling, White e Grunig (apud Kunsch, 1997: 127), que diz que públicos são grupos de pessoas que se autoorganizam quando uma organização os afeta ou eles a afetam. O termo afetar está relacionado ao poder exercido pelas organizações a seus públicos e vice-versa,

19 através das diversas ações que desempenham no processo organizacional. Estas ações podem ser diferentes para cada ramo de atividade da organização. Conseqüentemente, pode haver diferente número e tipo de públicos entre duas ou mais instituições. Deste ponto de vista (Pinho, 2003), os números e o tipo de público de uma organização dependem de sua natureza e das circunstâncias relacionadas às suas operações. Porém, existem públicos em comuns presentes na maioria das organizações modernas. Certos públicos são comuns a todas as empresas a mídia, os empregados, os consumidores, os investidores e acionistas, a comunidade, os fornecedores e distribuidores, o governo e os legisladores. (Pinho, 2003: 14) Pinho (2003: 14-16) divide os públicos em comum das organizações da seguinte maneira: Mídia: A mídia é composta pelos veículos de comunicação: televisão, rádio, jornais e revistas. Todos podem influenciar, positiva ou negativamente, a opinião acerca da organização e do atendimento aos interesses da sociedade; Empregados: Constituem em um dos mais importantes públicos de uma empresa ou instituição. Por esta razão, são classificados também como colaboradores. As Relações Públicas devem manter a compreensão mútua entre a alta administração e os funcionários da organização;

20 Consumidores: As organizações não existiriam se não houvesse os seus consumidores, constituídos de todos aqueles que compram ou usufruem dos serviços e produtos de uma instituição; Investidores e Acionistas: Constituem na parcela de públicos que apresenta interesse em investir na organização. Fazem parte desta classificação os bancos, fundos de pensão, instituições financeiras, entre outros; Comunidade: Consiste no conjunto de pessoas inseridas na mesma localidade da organização. Naturalmente apresentam interesse na instituição, e as Relações Públicas fazem o caminho inverso, demonstrando interesse na comunidade que está inserida; Fornecedores e Distribuidores: Grupos de pessoas, empresas ou instituições que possibilitam a fabricação, produção ou execução de produtos e serviços oferecidos pela organização; Governo e Legisladores: As empresas, reconhecidas pela sociedade como legítimas, perante as leis e costumes locais, relacionam-se, desta forma, aos governos e legisladores a que estão submetidas. Embora não estejam relacionados pelo autor, poderão ser identificados pelas Relações Públicas outros tipos de públicos envolvidos no processo organizaçãopúblicos. Assim como, dentre os públicos citados e não citados, alguns serão de mais interesse, sob ótica de Relações Públicas, para a organização, do que outros.

21 Alguns autores entendem que o público é formado, e não apenas identificado, pelas Relações Públicas, conforme aponta Andrade (apud 1986: 47), quando afirma que Relações Públicas é formadora de públicos. Os públicos, através da opinião pública, formam tendências sociais, que devem ser consideradas e analisadas pelas Relações Públicas. Busca-se conhecer as tendências sociais a fim de antecipar os acontecimentos aproximando-os aos objetivos da empresa. (Peruzzo, 1986: 79) Como o processo de Relações Públicas é contínuo e permanente dentro da organização (Peruzzo, 1986: 80), a maturidade dos públicos é monitorada e acompanhada pelas Relações Públicas, proporcionando a busca constante pelo bem-estar social, através de ações visando os diferentes tipos de públicos da organização. Os públicos são a matéria-prima para o profissional e para a atividade de Relações Públicas. Torna-se fundamental conhecê-los e distingui-los, administrando o relacionamento entre eles e a organização. 1.3 Instrumentos tradicionais de Relações Públicas Percebe-se, na definição de Simões (1995) acerca dos instrumentos de Relações Públicas, que estes são os métodos disponíveis e aproveitados pelo

22 profissional para exercer as atividades de Relações Públicas, objetivando a conquista de seus objetivos: Compreendem-se como instrumentos ou técnicas de Relações Públicas todos os recursos utilizados administrativamente como pertencentes à função de Relações Públicas e, como tal, variáveis intervenientes no processo do sistema social organização-público que servem para controlálo. Deve-se ressaltar que tal controle é para o benefício do sistema, segundo princípios éticos. (Simões, 1995: 159). Simões (1995: 159) divide os instrumentos em dois segmentos, onde o primeiro deles abrange todas as políticas, normas e programas característicos de ações organizacionais, dificilmente originárias da área de Relações Públicas. O segundo segmento constitui-se de todos os instrumentos criados para levar e, supostamente ao mesmo tempo, trazer informações elaboradas pelas partes envolvidas. Simões (1995: 162) destaca os diferentes tipos de instrumentos quanto ao fluxo de informação: instrumentos mistos, de saída e de entrada. O autor entende como instrumento misto aqueles que permitem o intercâmbio de informações através de um mesmo canal. Em relação aos instrumentos de saída, Simões (1995: 171) entende que são aqueles que podem servir de veículos de informação da organização aos públicos, enumerando as políticas e normas, os produtos e serviços, a identidade organizacional, a marca, a propaganda institucional e comercial, o balanço financeiro e social, os informativos, os brindes, o patrocínio e as correspondências, como exemplos de instrumentos de saída.

23 Conforme Simões (1995: 182), os instrumentos que trazem, para análise, a informação para junto do setor de Relações Públicas é chamado de Instrumentos de Saída: Após este processo (trazer a informação para junto do setor de Relações Públicas), garantem a chegada da informação ao poder de decisão organizacional (...) criaram um elemento centralizador de todas as entradas de informação: um centro de informação. O autor coloca como exemplos de instrumentos de saída: pesquisas e levantamentos de expectativas, atitudes e opinião, clipping, relatórios, caixa de sugestões, ombudsman, auditoria social e reclamações. O profissional de Relações Públicas, na gestão de relacionamento do sistema organização-públicos, usufrui destes instrumentos para exercer sua atividade. Com o crescente avanço das tecnologias de informação, a criatividade do profissional proporciona o constante surgimento de novos instrumentos, entre eles, a Internet e suas ferramentas. Este capítulo teve como objetivo explicitar os conceitos e atividades de Relações Públicas, conhecendo os públicos envolvidos no processo organizacional e os instrumentos tradicionais utilizados para administrar o sistema organizaçãopúblicos. Para melhor compreensão da usabilidade das ferramentas da Internet com propósito de Relações Públicas, o próximo capítulo abordará o histórico e evolução da Internet e suas ferramentas atuais.

24 A INTERNET 2.1 Histórico e evolução da Internet A conectividade entre computadores teve seu princípio durante a Guerra Fria. Em 1957, a antiga URSS colocou em órbita o seu primeiro satélite espacial artificial, o Sputnik. Quatro meses depois, em resposta à iniciativa soviética, o presidente norte-americano Dwight Eisenhower anunciou a criação da Advanced Research Projetcs Agency (ARPA), ligada do Departamento de Defesa. Sua missão era pesquisar e desenvolver alta tecnologia para aplicações militares. A Rand Corporation, empresa de consultoria para a indústria e governo americano, foi contratada em 1964 para auxiliar na solução de problemas decorrentes desta conectividade inicial de computadores. Através de uma série de estudos, chamados de Sistemas Distribuídos, a consultoria sugeriu a criação de um sistema de comunicação não-hierárquico, em substituição ao sistema tradicional. Com isso, seriam implementadas redes de comutação por pacotes, garantindo que o controle e o comando dos Estados Unidos

25 pudessem sobreviver no caso de um ataque nuclear maciço, mesmo que este destruísse o Pentágono. O sistema tradicional de comunicação hierárquica é constituído de um elemento central, servindo como chefe do comando e do controle de todas as ações empreendidas. Caso este centro fosse destruído, a comunicação do sistema estaria arruinada, fazendo com que todo o sistema parasse de funcionar. O estudo da Rand Corporation subsidiou a ARPA no primeiro plano real de uma rede de comutação de pacotes, sem a necessidade de um elemento central. Posto em prática em 1969, surgiu assim rede chamada Arpanet, o embrião que deu origem à maior rede de comunicação do planeta Sua única finalidade inicial foi atender às demandas do Departamento de Defesa americano (DOD). A estrutura implementada permitia que todos os pontos (computadores conectados à rede) tivessem o mesmo status e o mesmo alcance. Os dados transcorreriam em qualquer sentido, em rotas intercambiáveis e inter-relacionadas. Durante a década de 70, as universidades começaram a estabelecer conexões com a Arpanet, formando assim as primeiras comunidades virtuais. Neste período, foram concebidos os principais protocolos e códigos de funcionamento da rede.

26 O ano de 1988 pode ser considerado o momento zero da Internet no país. A iniciativa pioneira de buscar acesso à rede coube à Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp), ligada à Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia. Em 1990, a Internet passou a contar com o World, primeiro provedor de acesso comercial do mundo, permitindo então que usuários comuns alcancem a grande rede via telefone. Neste mesmo ano, o desenvolvimento da World Wide Web (www), pelo engenheiro britânico Tim Bernes-Lee, acrescentou um novo aspecto gráfico à Internet, possibilitando que usuários leigos pudessem compartilhar informações através de websites, s e outras formas que serão abordadas mais adiante. Durante os anos 90, a rede experimentou um gigantesco crescimento de uso e de aceitação, através da criação constante de websites, possibilitando a troca de informações de modo instantâneo. O uso do se estendeu das universidades para as pessoas em geral. Em 1992, o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), com sede no Rio de Janeiro, firmou um convênio com a Associação para o Progresso das Comunicações (APC), dando espaço às Organizações Não-Governamentais (ONGs) brasileiras na Rede Mundial.

27 Em maio de 1995, com a publicação de uma portaria conjunta do Ministério das Comunicações e do Ministério da Ciência e Tecnologia, foi criada a figura do provedor de acesso à rede privada, liberando a operação comercial via Internet no Brasil. Desta forma, as empresas comerciais e instituições financeiras do Brasil aderiram ao uso da rede, possibilitando a usuários o compartilhamento de informações de interesse. A rede tornou-se um importante meio de comunicação com capacidade para difusão massiva e instantânea de informação. A evolução e sua adesão aconteceram de forma muito mais rápida que os demais meios de comunicação tradicionais. Conforme Pinho (2003), a imprensa teve seu tempo de aceitação estimado em quatrocentos anos, o telefone em setenta, o rádio em vinte e a televisão em vinte e cinco anos. Estes longos períodos são atribuídos aos custos e dificuldades tecnológicas apresentadas ao longo da história destes meios. Porém, a Internet, assim como a conhecemos hoje, levou apenas sete anos para ser aceita pela sociedade. A partir deste novo recurso multimídia disponível, passou-se então a contar com novas possibilidades de comunicação. Em 1999, as estatísticas indicavam que cerca de 250 mil servidores de acesso estavam em atividade no Brasil. Nesta ocasião, muitos deles conectavam

28 outras centenas de instituições. Apenas a máquina da Fapesp - a eu.ansp.br - agregava mais de 700 entidades de pesquisa, ensino, organizações governamentais e não-governamentais. Segundo Pinho (2000), a estimativa de usuários no Brasil ultrapassará a faixa de dezoito milhões de internautas até o final do ano de Nenhum estudo minucioso foi capaz de sugerir com exatidão para qual futuro está caminhando a rede. Estima-se que ultrapassa a marca de dez mil novos websites e usuários por dia no mundo todo. Pinho (2000) coloca muito bem, a dimensão tendenciosa para a qual a Internet está caminhando: A velocidade de crescimento e a diversificação da rede mundial dificultam qualquer previsão dos rumos que ela deverá tomar, embora seja possível identificar algumas tendências e mesmo obstáculos para seu efetivo alcance. A primeira tendência é a de transformar-se efetivamente na decantada super-estrada da informação, caso sejam melhoradas as taxas de transmissão de dados. A segunda é a Internet constituir-se no principal meio para transações comerciais, como pode ser observado pelo crescente aumento do volume de vendas on-line de produtos e serviços no mercado norte-americano e, em menor grau, no Brasil. (...) a terceira tendência é considerar a Internet como um novo e revolucionário meio de comunicação. (34-35) Embora não se pode confirmar, a rede mundial, através de seus usuários, continuará sua expansão, ganhando novas ferramentas e utilidades. É possível que sua velocidade de transmissão de dados seja aumentada, assim como a participação da comunidade em geral nas atividades on-line.

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