Cálculo da Distância entre Diagnósticos CID-10

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cálculo da Distância entre Diagnósticos CID-10"

Transcrição

1 Cálculo da Distância entre Diagnósticos CID-10 Claudia M. C. Moro 1, Lincoln A. Moura Jr. 1 PPGTS Programa de Pós-Graduação em Tecnologia em Saúde, PUCPR, Curitiba, Brasil VIDATIS Sistemas de Informação em Saúde, São Paulo, Brasil. Resumo - Para recuperar informações baseando-se na semelhança entre casos, é necessário medir a distância entre os objetos em estudo. Neste trabalho é feita a proposta de um método para medir a distância entre dois diagnósticos especificados utilizando-se códigos da CID-10. Este método foi aplicado a um conjunto de dados do Hospital Universitário Cajuru com o objetivo de identificar pacientes que tenham sido atendidos mais de uma vez para o tratamento de doenças similares. Apesar das limitações das bases de dados devido ao processo de aquisição das informações, os resultados demostram que o método proposto pode ser útil na identificação de diagnósticos similares. Palavras-chave: Similaridade, Distância, CID-10, SIS Abstract In order to retrieve information based on similarity with a given case it is necessary to measure the distance between the probe-object and the reference. In this work a method is proposed for measuring distances between two given ICD-10 diagnostic codes. This method was applied to a dataset taken from Cajuru University Hospital database as a means to find inpatients who might have been admitted more than once for treatment of similar diseases. Even though the dataset presented limitations due to the data collection process, results have shown that the proposed method can be a useful tool for identifying similar diagnostic codes. Key-words: Palavras-chaves: Similarity, Distance, Health Information Systems - HIS Introdução O prontuário médico é composto por uma série de documentos, como: resultados de exames, laudos, prescrições, histórico, gráficos e imagens estáticas. Em uma situação ideal, cada indivíduo teria somente um prontuário, contendo informações relacionadas a todos os atendimentos de saúde e de doença, incluindo mas não se limitando a, diagnósticos, vacinações, antecedentes familiares, prescrições, exames, queixas, sinais e sintomas, alergias, etc. Tal registro de saúde deveria se estender desde o nascimento do indivíduo até a sua morte. Porém, freqüentemente, a cada atendimento em um novo estabelecimento de saúde, é criado um novo prontuário, desconsiderando-se as informações anteriores [1]. Os Sistemas de Informação em Saúde SIS, lidam com informações complexas, pouco padronizadas em conteúdo e em estrutura, pois o prontuário médico é uma coleção de documentos pouco estruturados. O acesso aos dados do prontuário é, por decorrência destas dificuldades, efetivado quase que exclusivamente através da identificação do paciente. Em outras palavras, como o prontuário médico é organizado e armazenado "por paciente", o acesso à informação, necessariamente segue a mesma lógica [1], [], [3]. O processo de se obter informação a partir de seu conteúdo é fundamental quando se deseja agrupar informação em categorias. O raciocínio do médico ou do profissional de saúde é freqüentemente conduzido pela "semelhança de casos". O próprio processo de diagnóstico é dominado pela semelhança de casos. Com freqüência, o clínico reconhece uma doença por tê-la visto antes, em um caso semelhante. É público e notório que a casuística aumenta a capacidade de resolução do médico [4], [5]. A utilização de conceitos de semelhança além de ser fundamental no raciocínio médico, também está relacionada às diferentes áreas do conhecimento [6]. A habilidade de se basear em semelhanças é o centro do conhecimento, por isso é indispensável e possui um papel fundamental nas teorias de raciocínio [7]. Citando William James (1890): This sense of Sameness is the very keel and backbone of our thinking O sucesso na solução de problemas depende da semelhança dos problemas atuais com os anteriormente solucionados. Para se identificar todos os pacientes que tenham determinada doença, ou condição, é necessário buscar em cada prontuário todas as menções a doenças e condições, verificando se elas coincidem com o que se procura. Buscar estas informações numa base de dados é possível e relativamente fácil [8]. A dificuldade existe quando se quer encontrar diagnósticos ou casos semelhantes. Por exemplo, identificar pacientes que foram internados com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio e que retornaram por motivos relacionados, tais como: insuficiência cardíaca,

2 doenças vasculares, hipertensão e isquemia. Numa consulta à base de dados é bem provável que critérios de seleção importantes sejam esquecidos. Para que isto seja evitado, é necessária uma metodologia que possibilite a recuperação de informações [9] baseando-se na semelhança entre elas, independente da aplicação. Porém, é fundamental que esta metodologia possa ser utilizada para a comparação entres os principais tipos de dados clínicos que são as terminologias, vocabulários e classificações especificas para a área da saúde [10], [11]. Como por exemplo a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde CID-10 [1], que é o padrão de diagnósticos mais utilizado no Brasil e também adotado pela Organização Mundial de Saúde [13]. A semelhança entre dois objetos ou dados pode ser caracterizada pela distância entre eles, uma vez que esta define a dissimilaridade. Isto é, a similaridade é inversamente proporcional à distância. Assim sendo, quanto menor for a distância, mais semelhantes são os dados analisados. A distância entre dois objetos idênticos é zero [14], [15]. Neste trabalho é proposto um método para medir distância entre diagnósticos especificados em CID-10. Esta metodologia foi aplicada em uma amostra de dados do Sistema de Informações do Hospital Universitário Cajuru HUC/PUCPR para a avaliação da relação entre os diagnósticos de pacientes atendidos mais de uma vez [8]. Neste estudo são descritas as distâncias entre os códigos do capítulo 9 da CID-10 [1] referentes às Doenças do Sistema Circulatório, pois no conjunto de dados utilizados os diagnósticos relacionados à cardiologia são os mais encontrados [8] e estão contidos neste capítulo desta classificação. Metodologia Na amostra de dados do HUC foram selecionados principalmente registros de pacientes atendidos pelo menos duas vezes no período de 7/09/1999 a 1/05/00. Entre os atributos que compõem a base de dados, foram escolhidos três que caracterizam o cenário de interesse deste trabalho, a reinternação pelo mesmo diagnóstico: Registro do paciente (Código); Data de atendimento; e Código CID-10 que descreve o diagnóstico. Foram analisados 6601 registros (REG) da amostra da base de dados, que correspondem a 401 pacientes. Nesta amostra de dados foram encontrados 35 códigos da CID-10. Na tabela 1 são indicadas as quantidades de registros de alguns dos códigos CID-10 mais encontrados na amostra de dados deste estudo. No HUC, os diagnósticos do capítulo 1 (Z00-Z99) em sua grande maioria estão relacionados aos atendimentos realizados referentes ao retorno dos pacientes após o transplante renal, o que não faz parte do escopo desta pesquisa, pois estes pacientes retornam ao hospital diversas vezes por um mesmo diagnóstico. Já os atendimentos da cardiologia além de serem o de maior número, caracterizam bem a aplicação da análise baseando-se na semelhança entre eles, pois os atendimentos dos pacientes muitas vezes estão relacionados. Tabela 1 - Total de registros por diagnósticos. CID Quant Reg. Descrição da CID Z948 8 Outros órgãos e tecidos transplantados Intestino Medula óssea Pâncreas I Insuficiência cardíaca não especificada Insuficiência cardíaca ou miocárdica I48 89 Outras formas de doença isquêmica aguda do coração Insuficiência coronária I Acidente vascular cerebral, não especificado como hemorrágico ou isquêmico Z Seguimento envolvendo remoção de placa de fratura e outros dispositivos de fixação N Insuficiência renal crônica não especificada Z Cuidado médico não especificado J Pneumonia devida a outros microorganismos infecciosos especificados Z Outro seguimento cirúrgico especificado I Doença isquêmica aguda do coração não especificada Doença isquêmica do coração J Broncopneumonia não especificada Bronquiolite T Outras complicações de cuidados médicos e cirúrgicos especificados não classificados I19 96 Infarto agudo do miocárdio não especificado Infarto do miocárdio (agudo) S T07 93 Traumatismos múltiplos não especificados Traumatismo SOE (T14.9) I10 78 Hipertensão essencial (primária) Hipertensão (arterial) (benigna) (maligna) Medida de Distância Uma maneira de determinar a diferença entre dois objetos é calcular as distâncias entre os seus atributos, aplicando-se a distância métrica Euclidiana [8], [14], [15]. Um objeto pode ser descrito por uma n-tupla formada por seus atributos. Por exemplo, considerando-se duas imagens A e B, suas tuplas podem ser definidas da seguinte maneira: A = (DataExame, Topografia, Diagnóstico,..) = (DEA, TA, DA,.) B = (DataExame, Topografia, Diagnóstico,..) = (DEB, TB, DB,.) A distância entre A e B (d(a,b)) é definida pela soma das diferenças ao quadrado entre cada um dos atributos, sendo que cada atributo também é especificado por um coeficiente que determina quanto ele influência no contexto em questão. Sendo a i e b i cada um dos atributos dos

3 CID 1 O. nível - Capítulos O. nível - Agrupamentos 3 O. Nível - Categorias 4 O. Nível - Subcategorias 3 O. nível - não possui subdivisões 1 x 8 I00-I99 M00-M99 Nível 1-3 = 8 I00 I01 1 I00-I0 I10-I15 1 x 4 1 x I0 I10 I01.0 I01.1 I01.9 I11 I15 I11.0 I11.9 M00 M00-M03 M05-M14 M01 M0 M03 M05 M06 M03.0 M03.1 M03. M03.6 M14.0 M14.1 M14.8 Figura 1 - Exemplo de parte da estrutura da árvore da CID-10. Nível - = 4 M14 Nível 3-1 = 0 = 1 objetos A e B respectivamente, n o número de atributos de cada objeto e a i o peso de cada atributo, define-se a distância pela Equação (1): d(a, b) n = α i ( a i bi ) i= 1 (1) A CID-10 é estruturada em 1 capítulos, que são subdivididos em agrupamentos [1]. Estes agrupamentos são compostos por códigos de 3 níveis, denominadas categorias, que na maioria dos casos são subdivididas, em subcategorias, caracterizando 4 níveis. Na figura 1 é mostrado um exemplo de parte da árvore hierárquica que compõe a CID-10 [8]. Cálculo da distância entre os códigos CID-10 A distância entre os códigos CID-10 é calculada pelo número de nós que são percorridos na árvore de um código a outro. Utilizando-se o exemplo da figura 1, a distância o entre o código M03. e M03.6 é de dois nós. Um da distância entre M03. e a categoria M03, mais um nó entre esta categoria e a subcategoria M03.6. Já entre os códigos M14.1 e M03. a distância é de 6 nós e entre I01.0 e M14.8 são 8 nós. O nó principal, de junção dos capítulos ou raiz da árvore, também faz parte da contagem [8]. Além da contagem de nós, foram estabelecidos pesos para as mudanças de níveis na árvore, como está indicado na figura 1. A utilização de pesos possibilita uma melhor diferenciação das distâncias entre diagnósticos diferentes e semelhantes [8]. Por exemplo, a distância entre I01.0 e M14.8, códigos de capítulos distintos, é determinada por: (I ) = 1 + (I01 I00-I0) = + (I00-I0 I00-I99) = 4 + (I00-I99 Nó Raiz) = 8 + (Nó Raiz M00-M99) = 8 + (M00-M99 M05-M14) = 4 + (M05-M14 M14) = + (M14 M14.8) = 1. A soma desta distância é 30. Já a distância entre M03. e M14.8, que são códigos de um mesmo capítulo, mas de agrupamentos distintos, é 14. Se não fossem utilizados os pesos estas distâncias seriam de 6 e 8 respectivamente. Isto o que demonstra que a utilização dos pesos realmente possibilita uma melhor caracterização das diferenças. Na tabela, estão relacionadas as distâncias entre os códigos da CID 10. Tabela - Valores das distâncias entre os códigos da CID-10. Capítulo Agrupamento Categoria 3 º Nível Iguais Iguais Diferentes Diferentes Iguais Diferente * não existe na base de dados reais. Nível Distância 3-4 * Excetuando-se os diagnósticos iguais para os quais a distância é zero, a menor distância possível na árvore da CID é 1. Esta distância é determinada pela diferença entre um código do quarto nível e um do código do terceiro nível do

4 qual o primeiro é uma subdivisão, por exemplo I11 e I11.9. Porém está possibilidade não existe nas bases de dados analisadas e utilizadas neste trabalho, pois numa mesma base de dados são utilizados somente códigos de três níveis ou de quatro, nunca misturados Em alguns casos é necessário calcular a distância entre um código de quatro níveis e um de três, mas somente quando este último não possui subdivisões. Por exemplo entre o código I11.9 e o I10 a distância é 5, e entre o código M14.1 e o I10, a distância é 9. Nesta proposta, a menor distância, considerada '1', é estabelecida entre códigos de um mesmo capítulo, agrupamento e terceiro nível. Assim foi subtraído o valor '1' de todas as distâncias, obtendo-se os valores especificados na última coluna da tabela, os quais são utilizados no método proposto. Aplicação do Método No cálculo da distância os campos utilizados dos registros são: Código, Data Atendimento e CID-10: REG = (Código, Data Atendimento, CID) = (PAC, DATA, CID) A distância (DREG) entre dois registros é calculada pela Equação (). () DREG = (PAC 1 -PAC ) +(DATA 1 -DATA ) +(CID 1 -CID ) DREG = D PAC + D DATA + D CID A distância entre os registros (D REG ) é caracterizada principalmente pela diferença entre os diagnósticos, códigos CID, pois neste contexto, somente interessa comparar registros relacionados a um mesmo paciente, ou seja, a distância entre o número do registro do paciente (D PAC ) deve ser igual a 0. Foram lidos dois registros (REG1 e REG), e se forem do mesmo paciente (PAC1 = PAC, isto é, D PAC = 0) e com a diferença de data maior do que o limite, neste caso 15 dias, foi realizado o cálculo da diferença entre os diagnósticos. O primeiro registro de um paciente foi comparado com todos os seus outros atendimentos. A seguir o segundo registros foi comparado com os demais, e assim sucessivamente, até o último registro do paciente. Todos os registros de um mesmo paciente foram comparados dois a dois. Assim que foram calculadas as distâncias entre todos os registros de um mesmo paciente, foi lido o primeiro registro de um novo paciente, e repetiu-se a seqüência de ações para calcular D REG até que o último registro da base de dados fosse lido. A comparação de todos os registros de um mesmo paciente dois a dois, pode gerar alguns ou resultados repetidos, mas evita que reinternações por diagnósticos sejam mascaradas, caso o paciente seja atendido por um outro motivo antes do seu retorno ao hospital. Isto pode ocorrer principalmente pela HUC atender principalmente emergências que não estão necessariamente relacionadas entre si. Neste cenário de reinternações não foi necessário utilizar pesos para determinar o contexto e nem para fazer a equalização dos valores, pois foram utilizadas faixas de valores para D PAC e para D DATA. Além disso, D REG foi definido somente pelo valor da D CID, pois só interessam as distâncias onde D PAC = 0 e D DATA > limite. Resultados Na tabela 3 estão relacionados alguns exemplos de resultados do cálculo da distância entre os diagnósticos dos registros da amostra de dados do HUC. A seleção destes exemplos foi realizada com auxílio de médicos do corpo clínico do HUC. Os profissionais analisaram basicamente os registros com o campo CID relacionado a suas especialidades. Um destes médicos foi um cirurgião geral que na época da realização destes testes era o auditor das contas hospitalares. Este profissional foi escolhido por ter sido indicado pela diretoria do hospital que assegurou que ele provavelmente seria a pessoa que melhor conhecia a CID na instituição, pois trabalhava na instituição há aproximadamente trinta anos, entendendo bem o seu funcionamento e as peculiaridades do faturamento. Esta afirmação ilustra bem a visão da utilização do código CID no HUC. Na verdade isto ocorre na maior parte das instituições, na quais a CID é fundamentalmente relacionada aos pagamentos efetuados pelo SUS. Discussão e Conclusões As bases de dados dos SIS são uma grande limitação na aplicação da metodologia proposta. Analisando-se a descrição dos campos Especialidade e Motivo de Atendimento do sistema do HUC, é nítido que as informações não são preenchidas de uma forma coerente. Não existe um comprometimento e nem cuidado por parte dos profissionais que geram as informações. No caso específico do HUC, apesar do campo Diagnóstico (CID-10) estar disponível para ser preenchido pelos médicos, muitos poucos o fazem. Os dados deste campo são gerados na maior parte dos casos pelo próprio sistema. Geralmente, a função principal do SIS é o faturamento, objetivando principalmente que o procedimento não seja rejeitado, o que implicaria no não pagamento. A visão clínica ainda é incipiente na maioria dos SIS s.

5 Tabela 3 - Exemplos de resultados que caracterizam potenciais reinternações por diagnósticos relacionados Exemplo DIG1 DIG Distância DESCRIÇÃO DIAGNÓSTICO 1 DESCRIÇÃO DIAGNÓSTICO 1 I59 I54 1 Doença Isqüêmica Crônica Coração Aneurisma De Artéria Coronária I64 I619 4 Acidente Vascular Cerebral NE como Hemorragia Hemorragia Intracerebral Ne 3 I48 I19 5 Outra Forma Doença Isqüêmica Aguda do Coração Infarto Agudo do Miocárdio NE 4 I749 I739 5 Embolia e Trombose de Artéria NE Doenças Vasculares Periféricas NE 5 I050 I090 5 Estenose Mitral Miocardite Reumática 6 I19 I48 5 Infarto Agudo Do Miocárdio Ne Outra Forma Doença Isquêmica Aguda do Coração 7 I48 I10 1 Outra Forma Doença Isqüêmica Aguda do Coração Hipertensão Essencial 8 I050 I Estenose Mitral Embolia e Trombose de Artéria NE 9 I509 I Insuficiência Cardíaca NE Flebite e Tromboflebite de Localização 10 I779 I49 13 Outras Afecções das Artérias e Arteríolas Doença Isqüêmica Aguda do Coração NE 11 I509 I84 13 Insuficiência Cardíaca NE Hemorróidas Internas S/Complicação 1 I050 I Estenose Mitral Insuficiência Cardíaca NE 13 I48 I Outra Forma Doença Isqüêmica Aguda do Coração Insuficiência Cardíaca NE 14 I509 I48 13 Insuficiência Cardíaca NE Outra Forma Doença Isqüêmica Aguda do Coração 15 I19 I Infarto Agudo Do Miocárdio NE Insuficiência Cardíaca NE 16 I19 I Infarto Agudo Do Miocárdio NE Insuficiência Cardíaca NE 17 I69 I Embolia pulmonar s/menc cor pulmonale agudo Insuficiência Cardíaca NE 18 I509 I Insuficiência Cardíaca NE Estenose Mitral 19 I050 I Estenose Mitral Insuficiência Cardíaca NE * NE - Não Especificado. A falta de interesse no preenchimento das informações não é uma característica exclusiva dos profissionais do HUC, é encontrada na maior parte dos hospitais e instituições de saúde. Isto ocorre principalmente por que muitas bases de dados não são especificadas a partir do objetivo para qual serão utilizadas, e as informações armazenadas são de pouco utilidade, e muitas vezes os profissionais não sabem como manipulálas. Além disso, para gerar as informações é necessário conhecer a sua estrutura e saber como serão aplicadas posteriormente. No caso da CID por exemplo, são muito poucos os profissionais treinados para utilizá-la. Apesar destas características da base de dados, analisando-se os resultados das distâncias calculados com a aplicação do método proposto, é possível identificar situações em que este mostrou-se eficiente. Os principais resultado não são as distâncias '0', que representam a análise de diagnósticos idênticos. Para encontrá-los não é necessário aplicar a metodologia, basta recuperar das bases de dados os códigos CID iguais. Mas sim, as distâncias entre '1' e '13'. Estes resultados permitem estabelecer uma vizinhança, ou janela, em torno do código ou diagnóstico. Na tabela 3 estão indicados somente alguns dos resultados que foram caracterizados pelos médicos como possíveis atendimentos relacionados aos mesmos diagnósticos. Mas, estes poucos, ilustram bem com a medida de distância proposta neste trabalho pode auxiliar na recuperação de informações semelhantes. Se, ao invés de se aplicar a metodologia para determinar a distância entre os códigos da CID, fosse realizado um cálculo direto entre os códigos, em algumas situações, diagnósticos semelhantes teriam um valor de distância bem maior do que os encontrados. Nos exemplos 18 e 19 da tabela 3, o resultado do cálculo direto entre os códigos é 459, ou 45 se não forem considerados os últimos algarismos dos códigos, as subcategorias. Aplicando-se o método proposto, encontrou-se uma diferença de 13, bem menor do que 459, caracterizando que os diagnósticos são semelhantes, o que realmente ocorre. Esta maneira de se calcular distâncias entre os códigos CID-10 aproximou, também, as subcategorias. Estas recebem uma numeração de 0 a 9 e diagnósticos praticamente idênticos, com apenas pequenas variações, podem ter distâncias entres eles que não caracterizam suas semelhanças se for realizado o cálculo sem a aplicação do método. No exemplo 1 da tabela 3, os diagnósticos Doença Isqüêmica Crônica Coração e Aneurisma de Artéria Coronária, teriam um distância de 5 através do cálculo direto, a qual

6 foi definida como 1 através da aplicação deste método. A especificação de pesos nas distâncias entre os níveis da árvore da CID é importante para melhor ressaltar as semelhanças entre os códigos e diferenciar bem diagnósticos distintos. A utilização de pesos cria faixa de valores, relacionados às vizinhanças ou não entre os códigos. Referências [1] Nardon, F.B., Rebelo, M.F.S, Furuie, S.S, Moura Jr., L.A. (000) Modeling the Electronic Patient Record The Heart Institute of São Paulo Case Proceedings of TEPR Toward an Electronic Patient Record, pp: [] Davidson, P.L. (000) Healthcare Information System, CRC press. [3] Pan American Health Organization (1999). Setting Up Health Care Information Systems. A Guide for Requirement Analysis, Application Specification, and Procurement. Washington. [4] Hamm, R.M., Zubialde, J. (1995) " Physicians ExperT Cognition and the Problem of Cognitive Biases", Primary Care, vol., no., pp: [11] SNOMED - Systematized Nomenclature of Medicine Internet site address: acessado em 1/11/003. [1] CID-10, Internet site address: 07/03/004. em [13] ICD-10, Internet adress: acessado em 1/05/004. [14] Santini, S., Jain, R. (1999) Similarity Measures, IEEE Transactions on Pattern Analysis and Machine Intelligence 1(9): [15] Schalkoff, R.J. (199) Pattern Recognition: Statistical, Structural and Neural Approaches Apêndice 5 in Similarity Measures, Matching Techniques, and Scale- Space Approaches. John Wiley & Sons, Inc. Contato Claudia Maria Cabral Moro, Programa de Pósgraduação em Tecnologia em Saúde Pontifícia Universidade Católica do Paraná PPGTS/ PUCPR. tel: +55 (41) 71-60/ [5] Bergus, G.R., Hamm, R.M. (1995) Clinical Practice How Physicians Make Medical Decisions and Why Medical Decision Making can Help Primary Care, vol., nº., pp: [6] Arbib, M. A. (1995) The Handbook of Brain Theory and Neural Networks, Cambridge, MIT Press. [7] Goldstone, R.R. (1999) Similarity em Robert A. Wilson e Frank C. Keil MITECS: MIT Encyclopedia of the Cognitive Sciences MIT Press. Cambridge. [8] Moro Barra, C.M.C.(003) Medidas de Similaridade Entre Conceitos da Saúde Tese de Doutorado, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo POLI/USP. [9] Hersh, W.R. (1996) Information Retrieval: A Health Care Perspective Springer-Verlag, Nova York. [10] Chute, C.G. (000) Clinical Classification and Terminology - Journal of the American Medical Informatics Association, vol. 7, no. 3, pp:

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç )

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç ) TESTE ERGOMÉTRICO (Teste de esforço) Definição - um dos exames mais importantes de diagnóstico, avaliação clínica e prognóstico dos pacientes com doença arterial coronariana (DAC). - método rápido, barato,

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Início 28 de Fevereiro

Leia mais

MODELO PARA ANÁLISE DE ARRITMIAS CARDÍACAS USANDO CADEIAS DE MARKOV

MODELO PARA ANÁLISE DE ARRITMIAS CARDÍACAS USANDO CADEIAS DE MARKOV MODELO PARA ANÁLISE DE ARRITMIAS CARDÍACAS USANDO CADEIAS DE MARKOV Domingos Vanderlei Filho Universidade Federal de Pernambuco, Departamento de Engenharia Eletrônica e de Sistemas, Rua Acadêmico Hélio

Leia mais

Frequência de internação nos hospitais do SUS-BH, por causa básica, em menores de 1 ano, residentes em Belo Horizonte, 1996-1999.

Frequência de internação nos hospitais do SUS-BH, por causa básica, em menores de 1 ano, residentes em Belo Horizonte, 1996-1999. Frequência de internação nos hospitais do SUS-BH, por causa básica, em menores de 1 ano, residentes em Belo Horizonte, 1996-1999. Broncopneumonia não especificada 3388 2564 1637 1734 Diarréia e gastroenterite

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Especialização Profissional Técnica

Leia mais

A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro

A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro Novembro - 2012 ObservaRH Estação de Trabalho IMS/UERJ www.obsnetims.org.br Sobre os autores Celia

Leia mais

Bibliografia: Capítulo 2 e 3 - Nowak Capítulo 12, 13 e 14 Fisiopatologia Fundamentos e Aplicações A. Mota Pinto Capítulo 4 S.J.

Bibliografia: Capítulo 2 e 3 - Nowak Capítulo 12, 13 e 14 Fisiopatologia Fundamentos e Aplicações A. Mota Pinto Capítulo 4 S.J. 1 3 Março INFLAMAÇÃO Conhecer os diferentes mecanismos fisiopatológicos que intervêm na resposta inflamatória Identificar os principais mediadores celulares e moleculares da inflamação Identificar os efeitos

Leia mais

Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente

Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente Fabiane Bizinella Nardon 1, Sérgio Furuie 2, Umberto Tachinardi 3 Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina

Leia mais

4 CASUÍSTICA E MÉTODOS

4 CASUÍSTICA E MÉTODOS 4 CASUÍSTICA E MÉTODOS Casuística e métodos 49 Este estudo observacional retrospectivo, de desenho caso-controle pareado com relação 1:1, foi desenvolvido no Pronto-Socorro de Clínica Médica (PSM) do Hospital

Leia mais

O Sistema de Registro (Prontuário) Eletrônico em Saúde da AMESP SAÚDE

O Sistema de Registro (Prontuário) Eletrônico em Saúde da AMESP SAÚDE O Sistema de Registro (Prontuário) Eletrônico em Saúde da AMESP SAÚDE Lucia Beatriz de Arêa Leão Alves 1, Pedro Emerson Moreira 1, André Monteiro de Mello 2, James N. Alcantarilla 2, Ernesto Guiães Notargiacomo

Leia mais

Palavras-chave: Sistema neuro-fuzzy, Sistemas de avaliação, Sistemas Adaptativos.

Palavras-chave: Sistema neuro-fuzzy, Sistemas de avaliação, Sistemas Adaptativos. ANÁLISE DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA NA UERJ A PARTIR DE INDICADORES CONSTRUÍDOS BASEADOS NO EXAME NACIONAL DE CURSOS: UM SISTEMA NEBULOSO DE AVALIAÇÃO Maria Luiza F. Velloso mlfv@centroin.com.br Universidade

Leia mais

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1- As doenças cardiovasculares são, ainda hoje, as principais responsáveis pela mortalidade na população geral, no mundo ocidental. Dentre as inúmeras patologias que

Leia mais

Aprendizagem de Máquina

Aprendizagem de Máquina Aprendizagem de Máquina Alessandro L. Koerich Programa de Pós-Graduação em Informática Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Horários Aulas Sala [quinta-feira, 7:30 12:00] Atendimento Segunda

Leia mais

Órteses,, Próteses e Materiais Especiais

Órteses,, Próteses e Materiais Especiais Órteses,, Próteses e Materiais Especiais Nomenclatura classificada e Codificada José Cechin 15 outubro 2008 Abramge - RJ AGENDA Introdução Motivação Experiências Internacionais Experiências Nacionais Projeto

Leia mais

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Cláudia Batista Melo 1, 2, Ulrich Schiel 3, Lourdes Mattos Brasil 4, Edilson

Leia mais

A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde

A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde Lincoln de Assis Moura Jr, MSc, DIC, PhD lincoln.a.moura@gmail.com.br 11 8426-6276 Convicção Métodos artesanais são incompatíveis

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR

CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE NÚCLEO DE TELESSAÚDE CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR EDITAL Nº 56 de 16 de JUNHO de 2016, publicado

Leia mais

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde Luis Augusto dos Santos 1, Heimar de Fátima Marin 2 1 Engenheiro Eletricista, membro do NIEn e pós-graduando pela

Leia mais

Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF)

Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF) Ficha de Identificação do Paciente (Apenas para uso interno. Esta informação não é para ser incluída no CRF) 1.1 Informação do Paciente Primeiro nome do paciente Último sobrenome do paciente Data de Nascimento

Leia mais

Exercícios. Regras de Seleção e de Modificação

Exercícios. Regras de Seleção e de Modificação Exercícios Regras de Seleção e de Modificação 1 Um só Causa Masc. 54 anos CA pâncreas C25.9 I 2 Princípio Geral Fem. 68 anos Parada respiratória - R09.2 Pneumonia - J18.9 AVC - I64 I 3 Regra de Seleção

Leia mais

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA Euclides de Moraes Barros Junior, M.Sc - UFSC O SIAPDI O desenvolvimento deste trabalho teve como motivação solucionar os problemas

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS MARTOS, Natália Martinez; HALBE, Ricardo natymm@gmail.com Centro de Pós-Graduação Oswaldo Cruz Resumo: O número

Leia mais

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98 IX ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA DA SAÚDE DA ABRES Utilização de Serviços em uma Operadora de Plano de Saúde que Desenvolve Programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Cardiovasculares Danielle

Leia mais

Monitoramento de Doença Crônica

Monitoramento de Doença Crônica Monitoramento de Doença Crônica 1 Definição CONCESSIONÁRIA DO SETOR DE SERVIÇOS PÚBLICOS, ATUANDO NA GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM 30 MUNICÍPIOS DO RIO DE JANEIRO E UM EM SÃO PAULO. UMA

Leia mais

Idade, ela pesa 07/07/ 2015. Minhavida.com.br

Idade, ela pesa 07/07/ 2015. Minhavida.com.br Todo mundo quer viver muitos anos, não é mesmo? Mas você já se questionou se está somando mais pontos contra do que a favor na busca pela longevidade? Por isso mesmo, um estudo da Universidade da Califórnia,

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC

RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC SOLICITANTE Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.706-3 DATA 26/03/2014 SOLICITAÇÃO Solicito parecer

Leia mais

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos.

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos. Doação de órgãos A doação de órgãos é um ato de caridade e amor ao próximo. A cada ano, muitas vidas são salvas por esse gesto altruísta. A conscientização da população sobre a importância da doação de

Leia mais

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida Colesterol O que é Isso? X O que é o Colesterol? Colesterol é uma gordura encontrada apenas nos animais Importante para a vida: Estrutura do corpo humano (células) Crescimento Reprodução Produção de vit

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

Avaliação de técnicas de seleção de quadros-chave na recuperação de informação por conteúdo visual

Avaliação de técnicas de seleção de quadros-chave na recuperação de informação por conteúdo visual Avaliação de técnicas de seleção de quadros-chave na recuperação de informação por conteúdo visual Shênia Salvador de Pinho, Kleber J. F. Souza Instituto de Ciências Exatas e Informática PUC Minas Guanhães,

Leia mais

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar: A cirurgia endovascular agrupa uma variedade de técnicas minimamente invasivas mediante as quais CIRURGIA ENDOVASCULAR = CIRURGIA SEM CORTES! Técnicas Minimamente Invasivas As técnicas de cirurgia endovascular

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed

Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed Informações em Saúde Clínicas Administrativas Operacionais Financeiras Os Focos

Leia mais

DIÁRIA POR INTERNAÇÃO HOSPITALAR DIH 692 - DIH 693 (PROC. SUSEP Nº 15414.004510/2012-11) da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A

DIÁRIA POR INTERNAÇÃO HOSPITALAR DIH 692 - DIH 693 (PROC. SUSEP Nº 15414.004510/2012-11) da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A DIÁRIA POR INTERNAÇÃO HOSPITALAR DIH 692 - DIH 693 (PROC. SUSEP Nº 15414.004510/2012-11) da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A CONDIÇÃO ESPECIAL DA GARANTIA BÁSICA DE DIÁRIA POR INTERNAÇÃO HOSPITALAR

Leia mais

COORDENADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR

COORDENADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR PROCAPE / - CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM CARDIOLOGIA ANO: 0 HORÁRIO: 07:30 HS. ( em ponto) COORNADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR 07.0 ª A ANAMNESE EM CARDIOLOGIA SINTOMAS Dr.Luiz

Leia mais

Resumo. Olga M. P. Silva. Maria Lúcia Lebrão

Resumo. Olga M. P. Silva. Maria Lúcia Lebrão Comparando a Classificação Internacional de Doenças em Odontologia e Estomatologia (CID- OE) com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10) Comparing

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 TÍTULO

PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 TÍTULO 1 PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 A CIRCULAÇÃO EXTRACORPOREA NA CIRURGIA CARDÍACA BRASILEIRA: HISTÓRICO, AVANÇOS E DESAFIOS. 2 A DISSECÇÃO AÓRTICA E O TRATAMENTO ENDOVASCULAR 3 A IMPORTÂNCIA DA

Leia mais

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: A angioplastia

Leia mais

O que é O que é. colesterol?

O que é O que é. colesterol? O que é O que é colesterol? 1. O que é colesterol alto e por que ele é ruim? Apesar de a dislipidemia (colesterol alto) ser considerada uma doença extremamente prevalente no Brasil e no mundo, não existem

Leia mais

Participar em estudos de investigação científica é contribuir para o conhecimento e melhoria dos serviços de saúde em Portugal

Participar em estudos de investigação científica é contribuir para o conhecimento e melhoria dos serviços de saúde em Portugal FO L H E TO F EC H A D O : FO R M ATO D L ( 2 2 0 x 1 1 0 m m ) FO L H E TO : C A PA Departamento de Epidemiologia Clínica, Medicina Preditiva e Saúde Pública Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Leia mais

RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE

RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE A definição de causa básica por proposta da OMS desde a CID-6 é a seguinte: Causa básica da morte é (a) a doença ou lesão que iniciou uma sucessão de eventos e que

Leia mais

O Processo de Doação Transplante Introdução

O Processo de Doação Transplante Introdução O Processo de Doação Transplante Introdução Desde o início da história dos transplantes, inúmeras dificuldades são enfrentadas para efetiva implantação desta prática terapêutica, essencialmente no que

Leia mais

UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA 2010.2 ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno!

Leia mais

Gestão e controlo dos custos num hospital público Como o conseguir?

Gestão e controlo dos custos num hospital público Como o conseguir? Gestão e controlo dos custos num hospital público Como o conseguir? Hospital Infante D. Pedro Aveiro Presidente: Prof Doutor Francisco Pimentel SIAS (Serviço de Informática e Análise de Sistemas) César

Leia mais

Construção de Aplicações em Saúde Baseadas em Arquétipos

Construção de Aplicações em Saúde Baseadas em Arquétipos Construção de Aplicações em Saúde Baseadas em Arquétipos Fabiane Bizinella Nardon 1, Tony França 1, Humberto Naves 1 1 Zilics Sistemas de Informação em Saúde, Brasil Resumo Este artigo apresenta uma discussão

Leia mais

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas Dr. Antonio Alceu dos Santos Dr. Antonio Alceu dos Santos Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Não

Leia mais

Cardiologia NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA

Cardiologia NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA O ELETROCARDIOGRAMA É O REGISTRO DA ATIVIDADE ELÉTRICA DO CORAÇÃO Aplicações do Cardiologia Eletrocardiograma Isquemia miocárdica e infarto Sobrecargas (hipertrofia) atriais

Leia mais

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Aspectos do Prontuário Eletrônico Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Sumário Complexidade da Informação em Saúde Declaração de Convicção Aspectos Éticos

Leia mais

1. CANDIDATURA A UM DESEJO

1. CANDIDATURA A UM DESEJO 1. CANDIDATURA A UM DESEJO Dados da criança: (dd/mmm/aaaa i.e. 01Jan2000) Nome: Sexo: Masculino Feminino Doença: Data de Nascimento: Telefone: Morada actual: Idade: Desejo da Criança: Língua-materna: Já

Leia mais

A Internet facilitando tratamentos médicos

A Internet facilitando tratamentos médicos VIII WORKSHOP DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DO CENTRO PAULA SOUZA São Paulo, 9 e 10 de outubro de 2013 Sistemas produtivos: da inovação à sustentabilidade ISSN: 2175-1897 A Internet facilitando tratamentos

Leia mais

Desenvolvimento de um Programa de Prontuário Eletrônico via Web, por ciclos de vida

Desenvolvimento de um Programa de Prontuário Eletrônico via Web, por ciclos de vida Desenvolvimento de um Programa de Prontuário Eletrônico via Web, por ciclos de vida SIQUEIRA JÚNIOR, Luciano Martins de; REIS, José Claudio de Souza RESUMO O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) em

Leia mais

PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012

PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012 PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012 Estabelece estratégia de qualificação e ampliação do acesso aos transplantes de órgãos sólidos e de medula óssea, por meio da criação de novos procedimentos e de

Leia mais

Protótipo de um Sistema Móvel para a Extração de. Características em Fragmentos de Imagem de Tecido. Cólico

Protótipo de um Sistema Móvel para a Extração de. Características em Fragmentos de Imagem de Tecido. Cólico Protótipo de um Sistema Móvel para a Extração de Características em Fragmentos de Imagem de Tecido Cólico Application Prototype for Mobile Devices to Features Extraction in Image Fragments Colic Tissue

Leia mais

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar)

Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) Manual de Preenchimento da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar) 0 Última Atualização: 16/05/07 9:30h SUMÁRIO I Introdução Página 2 II - Formulários/ Legendas Página 5 II.1 Guias Página 5 2.1.1

Leia mais

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Dra. Maria Odila Jacob de Assis Moura Centro de Hematologia de São Paulo Setembro/2006 Guidelines 1980 National Institutes of Health 1984 American

Leia mais

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias Adauto Trigueiro, Alcione da Costa Pinheiro, Clerton Filho, Kátia Silva Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Leia mais

Como incorporar conhecimento aos sistemas de registro eletrônico em saúde?

Como incorporar conhecimento aos sistemas de registro eletrônico em saúde? Como incorporar conhecimento aos sistemas de registro eletrônico em saúde? Ricardo Alfredo Quintano Neira 1, Fabiane Bizinella Nardon 1, Lincoln de Assis Moura Jr 1, Beatriz de Faria Leão 1 1, Brasil Resumo

Leia mais

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS 5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: REDES NEURAIS APLICADAS EM INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS DE FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE POLIÉSTER. AUTORES: Lívia Maciel

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO AIH AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR - SUS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO AIH AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR - SUS MANUAL DE ORIENTAÇÃO AIH AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR - SUS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS AUTORIZAÇÕES DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES - AIH'S Este manual tem por objetivo capacitar os servidores das Unidades

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO DA ASSEFAZ TISS TROCA DE INFORMAÇÕES EM SAÚDE SUPLEMENTAR VERSÃO 2

MANUAL DE ORIENTAÇÃO DA ASSEFAZ TISS TROCA DE INFORMAÇÕES EM SAÚDE SUPLEMENTAR VERSÃO 2 MANUAL DE ORIENTAÇÃO DA ASSEFAZ TISS TROCA DE INFORMAÇÕES EM SAÚDE SUPLEMENTAR VERSÃO 2 1 Brasília/DF - 2007 1. Introdução A meta deste trabalho é estruturar e auxiliar no correto preenchimento das Guias

Leia mais

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS Autores: Mônica Martins Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, Escola Nacional de Saúde

Leia mais

SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA

SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA www.gerenciamentoetreinamento.com Treinamentos Corporativos Contato: XX 12 9190 0182 E mail: gomesdacosta@gerenciamentoetreinamento.com SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA Márcio

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5 NÚMERO: 003/2015 DATA: 11/03/2015 ASSUNTO: Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários PALAVRAS-CHAVE: Segurança do Doente; avaliação da cultura de segurança PARA: Agrupamentos

Leia mais

Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Integração e Regulação do Sistema

Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Integração e Regulação do Sistema PROTOCOLO DE ACESSO A EXAMES DE ANGIOGRAFIA RADIODIAGNÓSTICA GRUPO 13 SUBGRUPO DEZEMBRO 2007 1 A ANGIOGRAFIA RADIODIAGNÄSTICA CARACTERIZA-SE POR SER EXAME DE ALTA COMPLEXIDADE E ALTO CUSTO, PORTANTO DEVE

Leia mais

daniel.desouza@hotmail.com

daniel.desouza@hotmail.com VIII Congreso Regional de ENDE Campana Agosto 2011 Aplicação do estimador maximum likelihood a um teste de vida sequencial truncado utilizando-se uma distribuição eibull Invertida de três parâmetros como

Leia mais

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

RELATO DA IMPLANTAÇÃO DO REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER NO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.

RELATO DA IMPLANTAÇÃO DO REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER NO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. RELATO DA IMPLANTAÇÃO DO REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER NO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. COORDENADOR Prof a. Dr a. Denise Siqueira de Carvalho AUTOR

Leia mais

EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite

EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite SOMENTE SERÃO ACEITOS OS ESTUDOS DIRIGIDOS COMPLETOS, MANUSCRITOS, NA DATA DA PROVA TERÁ O VALOR

Leia mais

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica 21-Maio-2014 1 O que (quem) é a Cadeia Terapêutica Medicamentosa? 2 É um sistema complexo de fornecimento de medicação.

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA. Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul

ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA. Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul Grupo de Fisiologia Geral da Universidade de Caxias do Sul AS BASES FISIOLÓGICAS

Leia mais

Arquitetura Proposta

Arquitetura Proposta Componentização e Integração de Sistemas de Informação em Saúde de Grande Porte Bianca de Oliveira Spazziani 1, Fabiane Bizinella Nardon 1 1 Fundação Atech / Vidatis Sistemas de Informação em Saúde, São

Leia mais

UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010

UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010 UNILUS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA PLANO ANUAL DE ENSINO ANO 2010 CURSO: Enfermagem DEPARTAMENTO: Ciências Básicas da Saúde DISCIPLINA: Enfermagem em Clínica Médica Cirúrgica I PROFESSORA RESPONSÁVEL:

Leia mais

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados

Leia mais

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013)

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) grupo de estudos NHG-fibrilação atrial traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para

Leia mais

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC)

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) 1 - Epidemiologia No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de mortalidade. Calcula-se que existam 900.000

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS Scaleti Vanessa Brisch 1 Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso RESUMO: Estudo sobre as causas de internações

Leia mais

MANUAL Troca de Informações em Saúde Suplementar TISS

MANUAL Troca de Informações em Saúde Suplementar TISS MANUAL Troca de Informações em Saúde Suplementar TISS Plano de Auto-Gestão em Saúde da CERON - PAGSC Porto Velho ago/2007 1 APRESENTAÇÃO A ANS estabeleceu um padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar

Leia mais

As principais causas de morte em Portugal de 1990-1999

As principais causas de morte em Portugal de 1990-1999 As principais causas de morte em Portugal de 199-1999 Observatório Nacional de Saúde. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge Lisboa 3 1 Ficha Técnica Portugal. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo

Leia mais

Planificação anual de Saúde- 10ºano

Planificação anual de Saúde- 10ºano CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Turmas: 10ºI Professora: Ana Margarida Vargues Planificação anual de Saúde- 10ºano 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde do Curso

Leia mais

Avaliação do Desempenho de Sistemas de Reconhecimento de Impressões Digitais

Avaliação do Desempenho de Sistemas de Reconhecimento de Impressões Digitais Avaliação do Desempenho de Sistemas de Reconhecimento de Impressões Digitais Evandro Luiz de Xerez Vieiralves 1, Cícero Ferreira Fernandes Costa Filho 2 1 Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO EM PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO EM PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO EM PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: As doenças cardiovasculares

Leia mais

Aplicação de Ensembles de Classificadores na Detecção de Patologias na Coluna Vertebral

Aplicação de Ensembles de Classificadores na Detecção de Patologias na Coluna Vertebral Aplicação de Ensembles de Classificadores na Detecção de Patologias na Coluna Vertebral Hedenir M. Pinheiro Instituto de Informática Universidade Federal de Goiás (UFG) Caixa Postal 131 74001-970 Goiânia

Leia mais

O ESFORÇO PARA MELHORAR A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NAS INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

O ESFORÇO PARA MELHORAR A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NAS INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO 1 O ESFORÇO PARA MELHORAR A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NAS INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO Maria Fátima da Conceição - FEHOSP. 2 INTRODUÇÃO Os hospitais são organizações complexas

Leia mais

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR Saulo Soares de TOLEDO 1, Misael Elias de MORAIS 2, Adson Diego Dionisio da SILVA 3, Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO 4, Valderí Medeiros da SILVA 5 1 Departamento

Leia mais

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE REDES DE ATENÇÃO A SAÚDE DIRETORIA DE REDES ASSISTÊNCIAIS COORDENADORIA DA REDE DE HIPERTENSÃO E DIABETES ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO

Leia mais

Proposta Hoje em dia

Proposta Hoje em dia Proposta Hoje em dia Folhas de Alta Protocolo CPDH Banco de dados Relacional 9 Proposta Automatizar o Protocolo CPDH Acabar com o envio de papel; Acabar com a codificação manual dos códigos não preenchidos;

Leia mais

ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO

ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO Universidade Federal do Maranhão - UFMA Hospital Universitário Presidente Dutra - HUPD Liga Acadêmica de Hipertensão Arterial Sistêmica - LAHAS ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO São Luís

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia de Tórax

Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Figura 1: Radiografia de tórax realizada em decúbito dorsal Enunciado MHS, sexo feminino, 63 anos, foi atendida no Centro de Saúde de seu novo bairro. Apresentava

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTRODUÇÃO Antonio Quaresma de Melo Neto NOVAFAPI Marcos Maciel Soares e Silva NOVAFAPI Marcelo

Leia mais

INTERVALO E VISITA À EXPOSIÇÃO PARALELA - TEMA LIVRE PÔSTER GRUPO I

INTERVALO E VISITA À EXPOSIÇÃO PARALELA - TEMA LIVRE PÔSTER GRUPO I XXII CONGRESSO NACIONAL DO DEPARTAMENTO DE ERGOMETRIA, EXERCÍCIO, REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR, CARDIOLOGIA NUCLEAR E CARDIOLOGIA DO ESPORTE. PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA QUINTA-FEIRA 29 DE OUTUBRO DE 2015 07:30H

Leia mais

REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO

REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO Sara Priscila Constantino de Castro. UNIFACEX. E-mail: sarapryscyla@hotmail.com Ana Elza Oliveira de Mendonça.

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE UM CASO NOVO DE CÂNCER NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DE UM CASO NOVO DE CÂNCER NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DE UM CASO NOVO DE CÂNCER NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO AMBULATORIAL DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE An approach to identify a new cancer case on the outpatient information system of the brazilian national

Leia mais