CRIANDO CONDIÇÕES MAIS IGUALITÁRIAS PARA INVESTIMENTO PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO DE FLORESTAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CRIANDO CONDIÇÕES MAIS IGUALITÁRIAS PARA INVESTIMENTO PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO DE FLORESTAS"

Transcrição

1 No 17, Abril de 2014 CRIANDO CONDIÇÕES MAIS IGUALITÁRIAS PARA INVESTIMENTO PRIVADO NO DESENVOLVIMENTO DE FLORESTAS Cada vez mais aumenta o investimento em terras em países em desenvolvimento, principalmente na África, onde ainda há terras disponíveis e a um bom preço para serem arrendadas. Este tipo de investimento é muito bem visto por governos e comunidades locais, já que proporciona capital e know-how necessários nestes locais, além de ter o potencial de criar valor agregado, novas fontes de renda e crescimento econômico em áreas rurais. No entanto, há também riscos e potencialmente armadilhas que devem ser sistematicamente abordados. De acordo com um estudo recente conduzido pela Indufor para o Banco Mundial sobre investimentos privados em países em desenvolvimento, é muito importante que haja uma aceleração deste tipo de investimento, principalmente na África. No entanto, estes investimentos podem vir de encontro não só à maneira como tais terras são tradicionalmente utilizadas, como também aos interesses locais. Isto acaba gerando impactos sociais e ambientais em países onde existem problemas de regulamentação e capacitação, e também onde arranjos comuns de posse de terra em áreas rurais não têm reconhecimento legal. Na pior das hipóteses, estes investimentos podem limitar os benefícios econômicos para populações locais e, ao mesmo tempo, reduzirem os seus direitos de uso originais. Do ponto de vista dos investidores, isso aumenta a probabilidade de surgirem riscos sociais ligados às terras, causando conflitos, atrasos em projetos de investimento alto custo para os investidores, danos à reputação e, eventualmente, perda de oportunidade. É possível que tais circunstâncias levem investidores responsáveis a nem se quer considerarem estes países, fazendo com que tais oportunidades sejam exploradas apenas por investidores com um perfil mais predador. Financiamentos de ajuda ao desenvolvimento têm um importante papel em criar um ambiente propício para o investimento privado em países em desenvolvimento. Eles também ajudam no estabelecimento de condições de concorrência equitativas e expandem o universo de investimento para investidores privados e empresas que querem agir respeitando altos padrões sociais e ambientais. Isto pode ser alcançado através de uma melhor legislação e implementação destas leis, combatendo a corrupção e outras práticas questionáveis no que diz respeito à aquisição de terras e outros recursos, além de desenvolver capacitação institucional. Deve-se apresentar informações sobre recursos disponíveis com transparência, e todos os investidores sejam eles nacionais ou estrangeiros devem obedecer às mesmas obrigações sociais e ambientais. Um ambiente estável e previsível é particularmente importante quando se refere a investimentos que requerem grandes extensões de terra durante um longo período de tempo, como por exemplo, no caso da agricultura e investimentos em projetos florestais. Novos modelos de negócio para investimentos em terra, envolvendo tanto o setor privado e o público quanto a sociedade civil, são necessários para garantir que riscos sociais estejam sendo tratados de maneira eficiente e que agricultores locais e comunidades recebam uma porção justa dos benefícios em questão. Isto pode ser feito através de oportunidades de emprego, divisão de lucros ou participação em projetos através de serviços ou parcerias. Esse tipo de modelo de negócios requer não só um melhor entendimento dos direitos locais, como também o respeito a eles independente deles Newsletter da Indufor No. 17, abril de

2 serem protegidos ou não por lei, e se o governo os promove de maneira ativa e, de maneira geral, maior seriedade no que se diz respeito aos direitos de propriedade e como eles são postos em prática. A Indufor está atualmente engajada em vários projetos que visam melhorar o ambiente para investimentos e desenvolver modelos de negócio mais inclusivos no nosso setor. Dentre estes projetos de ajuda financeira há exemplos como inventários de florestas nacionais e desenvolvimento de um sistema de informação florestal no Nepal; um programa nacional de gerenciamento florestal de maneira sustentável e participativa na República Democrática Popular Lau (Laos), o qual está ligado a um empréstimo do Banco Mundial; suporte a trabalhos nacionais de expansão de gerenciamento de florestas comunitários, assim como desenvolvimento de florestas particulares na Tanzânia; e um programa para dar apoio ambiental e social ao desenvolvimento de energia sustentável nos países Andinos. Estes projetos são financiados pelo Ministério de Relações Exteriores da Finlândia. Além disso, nós recentemente finalizamos um estudo para o Banco Mundial que tem como foco a identificação de elementos críticos no clima do setor de investimento florestal em países em desenvolvimento. Atualmente a Indufor também apoia um processo liderado pela Iniciativa de Direitos e Recursos (Rights and Resources Initiative) para desenvolver um conceito com a finalidade de mobilizar um maior apoio público e privado para garantir os direitos das comunidades e dos pequenos proprietários de terra nas regiões de floresta e áreas rurais dos países em desenvolvimento. Nesta edição da nossa Newsletter é possível conhecer um pouco mais sobre o nosso trabalho em dois desses projetos: um na Tanzânia e o outro no Laos. Esperamos que através destes breves artigos, seja possível ter uma melhor noção do nosso trabalho nesta área, e que eles mostrem como estes projetos fazem valer o dinheiro público neles investido. Nós lançamos a nossa nova página na internet, que já pode ser conferida através do endereço: Jyrki Salmi, Diretor Executivo CRIANDO OPORTUNIDADES PARA O SETOR PRIVADO E INDIVÍDUOS ESTÓRIAS DO LAOS É bom ter madeira certificada originária de plantações mas ter madeira certificada direto de florestas naturais é como ganhar na loteria, diz Peter Fogde, diretor executivo da Burapha Agroforestry Ltda., que fabrica produtos de madeira no Laos. Isso abriria novos mercados para nós, como, por exemplo, decking e, através da certificação, nós poderíamos aumentar a quantidade da exploração de espécies menos conhecidas, que são abundantes no Laos, mas não muito procuradas no mercado. O Departamento de Florestas do Laos, com o suporte do projeto de Ampliação do Manejo de Florestas Sustentáveis sendo implementado pela Indufor (conhecido em inglês como SUFORD), está mantendo uma certificação FSC de Manejo Florestal para florestas naturais crescendo dentro das Áreas de Produção Florestal nas províncias de Newsletter da Indufor No. 17, abril de

3 Savannakhet e Khammouane. Cobrindo um total de hectares, esta é a maior área de floresta natural certificada FSC no sudeste da Ásia. Conduzindo inventário florestal no Laos (Foto: Bouaphet Philaket) O Departamento de Florestas tem conseguido manter o certificado por oito anos, mas ao custo de bastante esforço. Eu tenho que admitir que nós nos perguntamos se vale a pena mesmo tanto esforço e investimento, então é bastante encorajador saber que no final das contas isso pode nos levar a ter benefícios econômicos, disse o Sr. Bounpone, o coordenador nacional do projeto. Através da nova legislação que dita regras de como compartilhar os lucros provindos da madeira, os cidadãos locais, nossos parceiros, também vão ter acesso a melhores benefícios. O Departamento de Florestas investiu muito no treinamento de funcionários, no desenvolvimento de sistemas de gerenciamento, e no pagamento anual da auditoria. Ele também deu suporte à indústria madeireira do Laos para desenvolver sistemas de cadeia de custódia a fim de possibilitar a criação de um mercado local para madeira certificada. Conduzindo inventário florestal no Laos (Foto: Pouaphet Philaket) Ainda há desafios, e, recentemente, o governo do Laos proibiu o corte de madeira para garantir que ilegalidades não ocorram até que planos de manejo florestal estejam presentes em todas as áreas. O Sr. Bounpone é otimista e acredita que logo estas condições vão estar postas em prática, e que a exploração de madeira vai ser novamente retomada. A área total do projeto é de 2,3 milhões de hectares, então há bastante potencial para aumentar a oferta de madeira certificada. Nós acreditamos que a certificação traz benefícios para as indústrias madeireiras e também para nós e nossos parceiros como fornecedores de madeira. Através dos produtos certificados, as indústria locais serão capazes de entrar no mercado internacional de alta qualidade e nós esperamos que o aumento do valor agregado da produção vai fazer com que a madeira tenha preços mais altos. Newsletter da Indufor No. 17, abril de

4 Na principal cidade no sul do Laos, Pakse, a Sra. Aiengkham do grupo Talieng negocia com compradores têxteis e recebe pedidos de produção. Há apenas dois anos, ela não tinha quase nenhuma experiência em fazer negócio fora de seu vilarejo, que fica numa parte remota da província de Attapeu. O projeto SUFORD a treinou em técnicas de produção que se baseiam mais em tingimento natural, do que na dependência de produtos químicos vendidos apenas fora do vilarejo. O projeto também a ensinou conhecimentos básicos de marketing e providenciou apoio financeiro, que a possibilitou a explorar mercados externos. A possibilidade de vender meus produtos na feira nacional de artesanato na capital Vientiane ajudou a abrir meus olhos. Me proporcionou novas ideias e convicção de que eu levo mesmo jeito para o design de produtos que são vendidos no mercado, ela conta. Treinamento em tingimento natural, Laos (Foto: Steeve Daviau) Os novos estilos de tecelagem que ela desenvolveu chamaram a atenção de outro projeto de desenvolvimento financiado pelo governo italiano, e, recentemente, ela foi contratada para treinar outras pessoas em outras vilarejos de língua Talieng. A Sra. Aiengkham se orgulha do fato de que seu negócio seja capaz de combinar as tradições Talieng com modernas tendências do mercado. Para ter sucesso a gente não pode ficar parado no tempo, mas eu também não quero perder minhas raízes Talieng. Se é possível fazer com que nossa comunidade tenha mais prosperidade, isso ajuda nossa vida e faz com que a gente tenha tempo para decidir como nossos vilarejos se desenvolvam. O caso da Sra. Aiengkham também ilustra como a melhora do sustento de pessoas pode gerar impacto ambiental positivo. Ela praticava agricultura itinerante como a maioria das pessoas na sua comunidade, mas agora com o negócio têxtil indo tão bem, ela não precisa mais praticar esse tipo de agricultura para o próprio sustento. Eu estou ganhando melhor e fazendo algo que realmente gosto. Recentemente, o projeto SUFORD entrou na sua terceira fase (que vai de 2013 até 2018). Ainda há o que ser melhorado, mas os exemplos acima mostram que algumas práticas já provaram que isso vale a pena. Os dois casos ilustram abordagens de desenvolvimento, onde tanto metas econômicas quanto ambientais são conduzidas e alcançadas paralelamente. Esa Puustjärvi, Líder de Time Steeve Daviau, Conselheiro em questões étnicas e de gênero Newsletter da Indufor No. 17, abril de

5 APOIANDO ASSOCIAÇÕES DE PEQUENOS PLANTADORES DE ÁRVORES NA TANZANIA O viveiro é tomado por um odor forte de mudas de pinheiro e os ventos do verão anunciam que a chuva está a caminho. Quando ela cai e bate no chão com força, levanta um cheiro forte de solo e grama. Ao portão do viveiro está o presidente da Associação de Plantadores de Árvores NECA, Raymond Haule, observando o caminhão que transporta uma carga cheia de pinheiros para o local onde eles serão finalmente plantados. O caminho que ele trilha é de terra mas logo dá lugar à lama, que dificulta a vida do motorista e a locomoção até o ponto final da viagem. Depois da tempestade, sombras fantásticas de pássaros voando tomam conta do céu. Enquanto isso, o murmúrio das abelhas zunindo sob a grama, ou circulando com insistência monótona em torno de colmeias de madeira empoeiradas, faz com que o silêncio pareça ainda mais opressivo. A chuva seca rapidamente, e o caminhão vai embora com uma porção das mudas produzidas para esta campanha. A Tanzânia tem uma história de estabilidade e paz. O primeiro presidente do país, Julius Nyerere, conseguiu criar uma nação sem tensões tribais e, até hoje, ele é visto como modelo entre os poucos presidentes africanos que deixou o cargo sem enriquecer aos custos do país. Ao invés disso, ele se aposentou como fazendeiro optando por uma vida simples. A Tanzânia é ainda assim um país pobre: 28% da população vive abaixo da linha de pobreza. Cerca de 80% da população vive da agricultura e a maioria delas como subsistência. Por causa do rápido desenvolvimento econômico nos últimos anos, a demanda anual por produtos de madeira deve mais do que dobrar dos atuais 1,5 milhões de metros cúbicos para 3,7 milhões de metros cúbicos até o ano Madeira de plantação se tornou uma mercadoria que pode ser usada como cultura de rendimento pela população rural. O valor, quando comparado com outros tipos de culturas de rendimento, tem menos variação, e o tempo de colheita pode ser ajustado, caso a demanda esteja temporariamente em baixa. Enquanto isso, todas as outras culturas de rendimento, como o algodão, o tabaco e o abacate, por exemplo, precisam ser vendidos quando os produtos estão maduros para a colheita. O viveiro Neca em Njombe na Tanzânia (Foto: Sangito Sumari) A Tanzânia está entre os poucos países que ainda têm áreas disponíveis consideráveis para a agricultura e para o desenvolvimento de florestas, num total de cerca de 193 mil hectares de florestas plantadas. Para que florestas plantadas atinjam a demanda de madeira na Tanzânia, é preciso que pelo menos 350 mil hectares de florestas bem manejadas sejam estabelecidas até Newsletter da Indufor No. 17, abril de

6 Mesmo havendo consideráveis áreas não utilizadas no país, ainda há conflitos relacionados à terra, como em outros lugares na África. A comunidade Masai, por exemplo, precisa de vastas áreas para manter seus grandes e tradicionais rebanhos de gado e para os deslocar sazonalmente para onde existam melhores oportunidades para pastagem. A Tanzânia é também um país com abundante vida animal nativa e quase seis milhões de hectares do território são parques nacionais. Isso tudo limita a disponibilidade de terra para a produção de mercadorias comerciais. Nas montanhas do sul do país, estão sendo estabelecidas rapidamente plantações de florestas privadas por comunidades locais e fazendeiros com o objetivo de contribuir para aumento da renda rural e a subsistência. O clima e outras condições são excelentes para o cultivo de árvores. Há também uma longa tradição de cultivo de árvores e manejo de plantio. A extensão destas plantações é desconhecida, mas, junto com plantações de madeira bem estabelecidas pelo governo e projetos florestais de empresas privadas, há um grande potencial para que se consiga atender a crescente demanda por madeira e seus produtos derivados na Tanzânia. O governo maneja uma plantação chamada Sao Hill nas montanhas do sul do país desde a década de 70 e até hoje controla a maioria das plantações de terra na Tanzânia, que representam um total de 80 mil hectares. Empresas privadas controlam cerca de 40 mil hectares de terra arrendadas pelos governo. Os esforços para desenvolver florestas privadas com o objetivo de reduzir a pobreza vem aumentando recentemente. O Programa de Florestas Privadas, que começou a ser implementado em janeiro de 2014, planeja dar apoio às Associações de Produtores de Árvores locais para estabelecer pelo menos 15 mil hectares de novas florestas com melhor qualidade por pequenos proprietários privados nos próximos quatro anos. O programa também vai garantir que as plantações sejam baseadas num cuidadoso planejamento local do uso da terra, envolvendo os diversos grupos dentro das comunidades para que o plantio das árvores não prejudique a segurança alimentar nem as condições de vida de membros mais humildes e marginalizados da comunidade. O investimento no plantio de árvores é um processo de longo prazo e muitas iniciativas em grande escala têm recebido o apoio do governo com o objetivo de diminuir a diferença entre investimento e renda. O Programa Florestal Privado, implementado pela Indufor, vai testar e implementar um esquema de iniciativa que visa criar plantações de alta qualidade para pequenos fazendeiros. Aqueles pertencentes às associações terão a oportunidade de receber apoio técnico para, por exemplo, produzir mudas, e conseguir um bom preço pela madeira produzida. Newsletter da Indufor No. 17, abril de

7 Renda em pequena escala gerando atividades (Foto: Katarina Visen) O programa tem como objetivo criar um agricultor empreendedor. As pessoas têm que poder escolher a agricultura, inclusive o cultivo florestal, como opção para o desenvolvimento e não apenas como uma maneira de subsistência por falta de outras opções. Ao invés de forçar pequenos fazendeiros que não têm renda suficiente em suas fazendas para uma sobrevivência descente a deixar seus vilarejos em busca de melhores oportunidades em centros urbanos, o programa quer dar apoio a pequenos fazendeiros para que eles melhorem suas condições de vida e sejam parte de negócios viáveis. A iniciativa de cultivar árvores vai possibilitá-los a investir no futuro e esperar até que a produção alcance o valor ideal para a colheita e venda. As opções de como prosseguir vão ser testadas e analisadas junto com os beneficiadores num processo participativo, que tem como objetivo formar plantações lucrativas e de boa qualidade em um modelo socialmente sustentável. O programa foi planejado para durar 16 anos, possibilitando, assim, que haja uma fase piloto onde ideias e melhores praticas possam ser postas em prática, antes que um esquema de grande escala seja adotado e disseminado. O programa, com apoio da Indufor, já completou a fase piloto que durou dois anos. As primeiras Associações de Plantadores de Árvores já estão em operação e já estabeleceram viveiros e plantações. Elas também conseguiram atrair muitas mulheres, que representam em média 40% dos membros. O programa foi estabelecido para funcionar através de uma abordagem com foco em direitos humanos e tem como objetivo garantir que todos os grupos morando nos vilarejos locais possam ser beneficiados, inclusive com atividades geradoras de renda específicas e treinamentos focados em grupos marginalizados. O barulho do tráfego da estrada principal que liga a Cidade do Cabo ao Cairo é ouvido em muitas áreas onde o Programa de Florestas Privadas opera. Caminhões com cargas pesadas se locomovem dia e noite nessa estrada transportando mercadorias para o Quênia no norte e para a Zâmbia, Malawi e Congo ao sul. A estrada passa pelas montanhas do sul, o que proporciona a província acesso direto a mercados em diferentes partes da África. Mbeya, a terceira maior cidade da Tanzânia, localizada ao longo da estrada Cidade do Cabo - Cairo nas montanhas do sul, tem o chamado Porto Seco, assim como um aeroporto internacional para exportar abacates e outros produtos de Newsletter da Indufor No. 17, abril de

8 exportação para o mercado europeu. A ferrovia que vai de Dar es Salaam até Lusaka foi construída pelos chineses durante os anos 70 e oferece potencial extra para um transporte eficiente de mercadorias. Existe de fato potencial para desenvolver as montanhas do sul do país num polo de produtos florestais no leste da África. O papel do Programa de Florestas Privadas é garantir que isso aconteça trazendo benefícios para fazendeiros locais e empreendedores de pequeno porte na região. NOVIDADADES DA INDUFOR SangitoSumari, Gerente do National Private Forestry AsaTham, Diretor de Programa Novo vídeo sobre florestas no leste da Rússia. O Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD, na sigla em inglês) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO, também na sigla em inglês) realizaram em cooperação um estudo sobre o setor florestal no leste da Rússia, com o objetivo de desenvolver metas e um plano de ação para promover investimentos em indústrias florestais de valor agregado. A Indufor auxiliou o EBRD e a FAO no projeto. O leste da Rússia oferece consideráveis oportunidades para o desenvolvimento do setor florestal: uma grande quantidade de recursos florestais de alta qualidade, sortimentos que não são muito utilizados e subprodutos de serração, assim como uma localização favorável por ser perto dos mercados asiáticos. No entanto, os principais desafios estão associados à infraestrutura rodoviária, à baixa utilização da capacidade das usinas atualmente em operação, e à falta de planejamento a longo prazo. O vídeo, produzido pela FAO, pode ser visto através deste endereço: https://www.youtube.com/watch?v=q9osy4m767k Newsletter da Indufor No. 17, abril de

ÍNDICE. Fotos: Greenpeace Designer Gráfico: Carol Patitucci

ÍNDICE. Fotos: Greenpeace Designer Gráfico: Carol Patitucci FSC - SECR - 0030 ÍNDICE 3 4 6 8 9 10 11 12 13 14 15 Sua empresa vai ficar fora do mercado O que é manejo florestal Resumo das Etapas do Manejo Florestal O que é Certificação Florestal Como funciona O

Leia mais

DA TORMENTA À ESPERANÇA O

DA TORMENTA À ESPERANÇA O DA TORMENTA À ESPERANÇA O começo do ano é um bom momento para refletir sobre as questões importantes, e suas implicações para o resto do ano. Para a Finlândia, 2014 trouxe uma virada positiva quando comparamos

Leia mais

climáticas? Como a África pode adaptar-se às mudanças GREEN WORLD RECYCLING - SÉRIE DE INFO GAIA - No. 1

climáticas? Como a África pode adaptar-se às mudanças GREEN WORLD RECYCLING - SÉRIE DE INFO GAIA - No. 1 Como a África pode adaptar-se às mudanças climáticas? Os Clubes de Agricultores de HPP alcançam dezenas de milhares ensinando sobre práticas agrícolas sustentáveis e rentáveis e de como se adaptar a uma

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

MOGNO BRASILEIRO. "Mogno resssurge no cerrado mineiro

MOGNO BRASILEIRO. Mogno resssurge no cerrado mineiro MOGNO BRASILEIRO A valiosa madeira mogno está sendo cultivada no norte de MG. Cresce rápido, e agricultores já a veem como futura fonte de lucro. Vejam: "Mogno resssurge no cerrado mineiro A valiosa madeira

Leia mais

Microcrédito e investimentos para a agricultura urbana em São Petersburgo, Rússia

Microcrédito e investimentos para a agricultura urbana em São Petersburgo, Rússia Microcrédito e investimentos para a agricultura urbana em São Petersburgo, Rússia Oleg Moldakov - moldakov@mailbox.alkor.ru St Petersburg Urban Gardening Club, Rússia Fotos: O. Moldakov - 1: compostagem

Leia mais

A EXPANSÃO DAS FLORESTAS PLANTADAS O

A EXPANSÃO DAS FLORESTAS PLANTADAS O No 16, Fevereiro 2014 A EXPANSÃO DAS FLORESTAS PLANTADAS O informativo Tropical Forest Update da Organização Internacional de Madeiras Tropicais (ITTO, sigla em inglês), publicou recentemente o artigo

Leia mais

O SETOR FLORESTAL NOS PAÍSES NÓRDICOS CONTINUA FORTE

O SETOR FLORESTAL NOS PAÍSES NÓRDICOS CONTINUA FORTE No 18, junho de 2014 O SETOR FLORESTAL NOS PAÍSES NÓRDICOS CONTINUA FORTE Nos últimos anos, foram publicados vários artigos na mídia com previsões de que poderia haver um declínio na indústria florestal

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

O desafio de proteger a Amazônia

O desafio de proteger a Amazônia Sérgio Henrique Borges e Simone Iwanaga * Programa de Pesquisas Científicas, Fundação Vitória Amazônica (FVA, Manaus) OPINIÃO O desafio de proteger a Amazônia A criação e o gerenciamento de unidades de

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

Diferentes variedades de investimento em agricultura urbana no Zimbábue As experiências dos projetos de Musikavanhu e no Condado do Lago Kintyre

Diferentes variedades de investimento em agricultura urbana no Zimbábue As experiências dos projetos de Musikavanhu e no Condado do Lago Kintyre Diferentes variedades de investimento em agricultura urbana no Zimbábue As experiências dos projetos de Musikavanhu e no Condado do Lago Kintyre Shingirayi Mushamba - smushamba@mdpesa.org Programa de Desenvolvimento

Leia mais

A Souza Cruz e o desafio da Sustentabilidade

A Souza Cruz e o desafio da Sustentabilidade A Souza Cruz e o desafio da Sustentabilidade A missão de CORA: apoiar a visão corporativa no desenvolvimento de nossa sustentabilidade Alcançar a liderança na indústria global do fumo Nossa Visão Focos

Leia mais

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento AULA 4 FLORESTAS As florestas cobriam metade da superfície da Terra antes dos seres humanos começarem a plantar. Hoje, metade das florestas da época em que recebemos os visitantes do Planeta Uno não existem

Leia mais

www.desmatamentozero.org.br Greenpeace/Daniel Beltra

www.desmatamentozero.org.br Greenpeace/Daniel Beltra Greenpeace/Daniel Beltra www.desmatamentozero.org.br Chega de desmatamento no Brasil As florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima, a conservação da biodiversidade e o sustento de

Leia mais

Roteiro de visita a campo

Roteiro de visita a campo Roteiro de visita a campo 4Fs Brasil - The Forest Dialogue (TFD) 11-14 Novembro 2012, Capão Bonito, Brasil Dia 1 Domingo, 11 de Novembro 8:00 Saída dos hotéis 8:30 Chegada ao IDEAS e informações sobre

Leia mais

DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SUSTENTADO - SETOR FLORESTAL -

DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SUSTENTADO - SETOR FLORESTAL - DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO SUSTENTADO - SETOR FLORESTAL - O MEIO AMBIENTE PARA A ECONOMIA - FIESP- São Paulo - SP 02 de junho de 2008 Rubens Garlipp SENSIBILIDADE ÀS S QUESTÕES FLORESTAIS EM DIFERENTES

Leia mais

Emergência de cadeias de valor de produtos básicos sustentáveis na Ásia

Emergência de cadeias de valor de produtos básicos sustentáveis na Ásia Emergência de cadeias de valor de produtos básicos sustentáveis na Ásia Sr. a Lakshmi Venkatachalam Vice Presidente (Setor Privado e Operações de Cofinanciamento) Sumário Desafios da segurança alimentar

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Case Fibria: Sustentabilidade em projetos sociais Programa Colmeias

Case Fibria: Sustentabilidade em projetos sociais Programa Colmeias Case Fibria: Sustentabilidade em projetos sociais Programa Colmeias QUEM Somos uma empresa brasileira com forte presença no mercado global de produtos florestais. SOMOS Empresa líder mundial na produção

Leia mais

Somando forças até o fim da pobreza. CARE Brasil Relatório Anual

Somando forças até o fim da pobreza. CARE Brasil Relatório Anual Somando forças até o fim da pobreza CARE Brasil Relatório Anual 2012 CARE Internacional Em 2012, a CARE apoiou 997 projetos de combate à pobreza em 84 países, beneficiando estimadamente 84 milhões de pessoas.

Leia mais

O Papel do Serviço Florestal Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável

O Papel do Serviço Florestal Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável O Papel do Serviço Florestal Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável José Humberto Chaves Gerência de Planejamento Florestal Setembro, 2010-1 - Sumário 1. As florestas no Brasil. 2. O Setor Florestal

Leia mais

Resumo do Estudo de Viabilidade. Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja. e sua Interpretação Brasileira

Resumo do Estudo de Viabilidade. Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja. e sua Interpretação Brasileira Resumo do Estudo de Viabilidade sobre Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja e sua Interpretação Brasileira Estudo de Viabilidade realizado por Genetic ID (Europa) AG Augsburg, Alemanha

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Por que escolher ser um pequeno produtor certificado FSC?

Por que escolher ser um pequeno produtor certificado FSC? Por que escolher ser um pequeno produtor certificado FSC? INTRODUÇÃO AO FSC O que é FSC? O FSC é uma organização independente, não governamental e sem fins lucrativos criada para promover o manejo responsável

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

Histórico. Os Incentivos Fiscais

Histórico. Os Incentivos Fiscais Histórico Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira.

Leia mais

Sustentabilidade do Setor Florestal

Sustentabilidade do Setor Florestal Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com

Leia mais

A Proposta: www.negocios.org.br. Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira.

A Proposta: www.negocios.org.br. Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira. A Proposta: www.negocios.org.br Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira. Missão Reduzir a pressão negativa sobre a floresta por meio de negócios com

Leia mais

Programa de Pesquisa do CGIAR sobre Florestas, Árvores e Agroflorestas. Meios de Subsistência, Paisagens e Governança

Programa de Pesquisa do CGIAR sobre Florestas, Árvores e Agroflorestas. Meios de Subsistência, Paisagens e Governança Programa de Pesquisa do CGIAR sobre Florestas, Árvores e Agroflorestas Meios de Subsistência, Paisagens e Governança Programa de Pesquisa do CGIAR sobre Florestas, Árvores e Agroflorestas (CRP-FTA) CRP-FTA

Leia mais

Descrição de Posição

Descrição de Posição Descrição de Posição NOME DA POSIÇÃO: Economista Rural Coordenador de Projeto NOME DA FUNÇÃO: CONSERVATION INFORMATION MANAGER V GRUPO DA FUNÇÃO: Conservação NÚMERO DA FUNÇÃO: 200059 GRADE SALARIAL: 7

Leia mais

Investimentos privados em agricultura urbana em Nairóbi, Quênia

Investimentos privados em agricultura urbana em Nairóbi, Quênia Investimentos privados em agricultura urbana em Nairóbi, Quênia Caleb Mireri - calebmireri@avu.org Deptº de Planejamento e Gerenciamento Ambiental, Universidade Kenyatta, Nairóbi, Quênia Foto 1: C. Mireri

Leia mais

A Suzano e o Fomento na Bahia

A Suzano e o Fomento na Bahia A Suzano e o Fomento na Bahia Como é a atuação da Suzano na região? Fundada há 85 anos, a Suzano começou a produzir papel em 1940 e celulose em 1950 sempre abastecendo o mercado brasileiro e os de diversos

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

Nordeste atrai novos investimentos em celulose

Nordeste atrai novos investimentos em celulose Reportagem de Capa Agência Vale Nordeste atrai novos investimentos em celulose O PAPEL - Março 2010 O sul da Bahia já tem exemplos de sucesso, como as fábricas da Veracel e da Suzano. Agora, os Estados

Leia mais

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management : Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo The single source for Forest Resource Management 2 Tecnologia laser aerotransportada LiDAR LiDAR é um sistema ativo de sensoriamento remoto, originalmente

Leia mais

Maputo, 7 de Novembro 2013

Maputo, 7 de Novembro 2013 Maputo, 7 de Novembro 2013 Agenda Este seminário tem por objectivo apresentar o estudo sobre a situação do acesso a finanças rurais e agrícolas em Moçambique 1. Introdução 2. Perfil da População Rural

Leia mais

Recursos locais podem formar um grande capital

Recursos locais podem formar um grande capital Recursos locais podem formar um grande capital Alfred Lakwo P ara as populações rurais empobrecidas, não é fácil obter empréstimos e subsídios de bancos comerciais ou instituições financeiras, que exigem

Leia mais

Helen Clark: Visionária Pragmática do PNUD

Helen Clark: Visionária Pragmática do PNUD Helen Clark: Visionária Pragmática do PNUD Helen Clark é a Administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e serviu a Nova Zelândia como Primeira-Ministra durante três mandatos

Leia mais

Sustentabilidade. Vanda Nunes - SGS

Sustentabilidade. Vanda Nunes - SGS Novas Tendências de Certificação de Sustentabilidade Vanda Nunes - SGS A HISTÓRIA DA SGS Maior empresa do mundo na área de testes, auditorias, inspeções e certificações. Fundada em 1878, na cidade de Rouen,

Leia mais

Sumário Executivo. Climate Policy Initiative. Dezembro 2013

Sumário Executivo. Climate Policy Initiative. Dezembro 2013 PRODUÇÃO E PROTEÇÃO: IMPORTANTES DESAFIOS PARA O BRASIL Climate Policy Initiative Dezembro 2013 No Brasil, assim como em outros países, há frequente tensão entre objetivos econômicos, sociais e ambientais,

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR FNDE MEC PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Atendimento universal Território de 8,5 milhões de km2 27 estados 5.569 municípios 170.000 escolas 47 milhões de alunos 130 milhões de refeições servidas

Leia mais

ESPECIAL EMPRESAS FLORESTAIS RECORREM ÀS CONSULTORIAS PARA NÃO ERRAR, PRINCIPALMENTE EM ÉPOCA DE CRISE NO ALVO. www.referenciaflorestal.com.

ESPECIAL EMPRESAS FLORESTAIS RECORREM ÀS CONSULTORIAS PARA NÃO ERRAR, PRINCIPALMENTE EM ÉPOCA DE CRISE NO ALVO. www.referenciaflorestal.com. ESPECIAL EMPRESAS FLORESTAIS RECORREM ÀS CONSULTORIAS PARA NÃO ERRAR, PRINCIPALMENTE EM ÉPOCA DE CRISE NO ALVO 58 www.referenciaflorestal.com.br MADEIRA SERRADA DE TECA Foto: arquivo N ão há espaço para

Leia mais

Instrumentos e Econômicos para Incentivo à Restauração Ecológica

Instrumentos e Econômicos para Incentivo à Restauração Ecológica Instrumentos e Econômicos para Incentivo à Restauração Ecológica Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro Aurélio Padovezi Coordenador de Restauração Florestal Photos by

Leia mais

Envolva-se! Venha ser um membro do FSC!

Envolva-se! Venha ser um membro do FSC! Envolva-se! Venha ser um membro do FSC! O seu apoio é fundamental para continuarmos a trabalhar pelo futuro de nossas florestas, da fauna, da flora e dos povos que nela habitam. Um planeta com qualidade

Leia mais

www.resourceglobal.co.uk

www.resourceglobal.co.uk www.resourceglobal.co.uk INDÚSTRIAS EXTRATIVISTAS MINERAIS DE CONFLITO E DIREITOS HUMANOS SILVICULTURA INVESTIMENTO EM TERRAS SUSTENTABILIDADE DE NEGÓCIOS NORMAS DE CONFORMIDADE CONSULTORIA DE INVESTIMENTO

Leia mais

Seção 2/D Cadeia de Fornecimento

Seção 2/D Cadeia de Fornecimento Seção 2/D Cadeia de Fornecimento www.bettercotton.org Orientação Esta seção descreve como a BCI criará um fardo 100% Better Cotton e conectará a oferta de Better Cotton com sua demanda, estabelecendo um

Leia mais

Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade

Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apenas os estados de

Leia mais

ACTIVIDADES FLORESTAIS E AGRO-SILVICULTURA NOS PROGRAMAS MULTISSECTORIAIS DE COMBATE AO VIH/SIDA

ACTIVIDADES FLORESTAIS E AGRO-SILVICULTURA NOS PROGRAMAS MULTISSECTORIAIS DE COMBATE AO VIH/SIDA ACTIVIDADES FLORESTAIS E AGRO-SILVICULTURA NOS PROGRAMAS MULTISSECTORIAIS DE COMBATE AO VIH/SIDA Existem três aspectos transversais entre o sector das florestas e o VIH/SIDA: O potencial contributo das

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1 CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL Sebastião Renato Valverde 1 A economia do setor florestal brasileiro até o ano de 1965 era pouco expressiva, tanto que as atividades de

Leia mais

INTEGRANDO SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS (SAF s) AO FOMENTO FLORESTAL E A SEGURANÇA ALIMENTAR

INTEGRANDO SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS (SAF s) AO FOMENTO FLORESTAL E A SEGURANÇA ALIMENTAR INTEGRANDO SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS (SAF s) AO FOMENTO FLORESTAL E A SEGURANÇA ALIMENTAR Nome Autor Dr Arlete Alves: Instituto de Economia-Universidade Federal de Uberlândia, MG (amalves@ufu.br). e Nome

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação.

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. Avanços da Agricultura Brasileira. Passou de importador

Leia mais

PJ 87/15. 5 fevereiro 2015 Original: inglês. Comitê de Projetos 9. a reunião 2 março 2015 Londres, Reino Unido

PJ 87/15. 5 fevereiro 2015 Original: inglês. Comitê de Projetos 9. a reunião 2 março 2015 Londres, Reino Unido PJ 87/15 5 fevereiro 2015 Original: inglês P Comitê de Projetos 9. a reunião 2 março 2015 Londres, Reino Unido Sumários executivos dos relatórios finais dos projetos concluídos Antecedentes Este documento

Leia mais

AGENDA 21 COMPERJ DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO DESEJÁVEL ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES AÇÕES

AGENDA 21 COMPERJ DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO DESEJÁVEL ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES AÇÕES DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES ESTÁGIO DESEJÁVEL AÇÕES Capítulo 1: Integração das preocupações relativas ao meio ambiente e 3 O Conselho está inativo Pouca participação e articulação

Leia mais

Um planeta. Seis compromissos.

Um planeta. Seis compromissos. Um planeta. Seis compromissos. Nós não podemos continuar assim A humanidade enfrenta o seu maior desafio Todos os dias, nosso planeta acorda com 200.000 pessoas a mais para alimentar. 1 Todas as noites,

Leia mais

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO [25] TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO Entendendo que: 1. O sistema sócio-econômico e político internacionalmente dominante, ao qual se articula o modelo industrial de produção agrícola e

Leia mais

Soluçoes ~ Gráficas. Digital. Off-Set. Compromisso com o CERTIFICAÇÃO FSC FOREST STEWARDSHIP COUNCIL. www.dizart.com.br

Soluçoes ~ Gráficas. Digital. Off-Set. Compromisso com o CERTIFICAÇÃO FSC FOREST STEWARDSHIP COUNCIL. www.dizart.com.br Soluçoes ~ Gráficas Digital Off-Set CERTIFICAÇÃO FSC FOREST STEWARDSHIP COUNCIL www.dizart.com.br SOBRE O FSC É amplamente aceito que os recursos florestais e as áreas por eles ocupadas devam ser manejados

Leia mais

Brasil e Estados Unidos avançam na reabertura de mercado para carne bovina in natura

Brasil e Estados Unidos avançam na reabertura de mercado para carne bovina in natura Edição 14 - Julho de 2015 Brasil e Estados Unidos avançam na reabertura de mercado para carne bovina in natura A presidente Dilma Rousseff esteve nos Estados Unidos, de 27 de junho a 1º de julho, onde

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

C ELULOS E & P A P E L

C ELULOS E & P A P E L ELULOSE C & P A P E L C ELULOSE & P A P E L APRESENTAÇÃO A Revista CELULOSE & PAPEL surge no segmento para oferecer aos seus leitores uma nova oportunidade na busca da melhor informação do mercado e novos

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer A demanda crescente nos mercados interno e externo por combustíveis renováveis, especialmente o álcool, atrai novos investimentos para a formação

Leia mais

A expansão dos recursos naturais de Moçambique Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da Agricultura?

A expansão dos recursos naturais de Moçambique Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da Agricultura? A expansão dos recursos naturais de Moçambique Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da Agricultura? Outubro 2014 A agricultura é um importante contribuinte para a economia de Moçambique

Leia mais

Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil

Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil M A N O E L D E F R E I T A S C O N S U L T O R I A F L O R E S T A L Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil 1º Congresso Florestal do Tocantins Novembro 2010 Situação florestal do Brasil IBGE

Leia mais

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO Conciliando Biodiversidade e Agricultura DESAFIO Compatibilizar a Conservação e a Agricultura O crescimento da população global e a melhoria dos padrões de vida aumentaram

Leia mais

Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã?

Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã? Sustentabilidade: Hoje ou Amanhã? Sustentabilidade O que isto significa? Tem implicações nas vidas das pessoas e organizações? Os cidadãos e os executivos estão comprometidos com isto? Surgem muitas organizações

Leia mais

Dia Mundial da Alimentação 870 milhões de pessoas sofrem de subnutrição crônica

Dia Mundial da Alimentação 870 milhões de pessoas sofrem de subnutrição crônica 1 Dia Mundial da Alimentação 870 milhões de pessoas sofrem de subnutrição crônica 2 MISSÃO O IICA é instituição do Sistema Interamericano que provê cooperação técnica, inovação e conhecimento especializado

Leia mais

Investimentos Florestais: A Alternativa Natural

Investimentos Florestais: A Alternativa Natural Investimentos Florestais: A Alternativa Natural Investimentos Florestais: A Alternativa Natural Atualmente, o mercado financeiro é caracterizado por altos níveis de volatilidade e incerteza- o que não

Leia mais

AGRICULTORES FAMILIARES

AGRICULTORES FAMILIARES Temas para o Diálogo Brasil-África em termos de Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural Brasília, de 10 a 12 de maio de 2010 AGRICULTORES FAMILIARES Transferência de Tecnologia - Recursos

Leia mais

PROJETO GOIÁS ASSOCIAÇÃO DOS JOVENS EMPREENDEDORES E EMPRESÁRIOS DE GOIÁS

PROJETO GOIÁS ASSOCIAÇÃO DOS JOVENS EMPREENDEDORES E EMPRESÁRIOS DE GOIÁS PROJETO GOIÁS PROJETO AGROJOVEM AJE-GOIÁS CONTEXTO Uma das principais preocupações da agricultura na atualidade é a sucessão nas propriedades rurais, não somente aqui no Brasil, mas como em grandes países

Leia mais

DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A GOVERNANÇA DA TERRA. Alan Bojanic Representante da FAO no Brasil

DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A GOVERNANÇA DA TERRA. Alan Bojanic Representante da FAO no Brasil DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A GOVERNANÇA DA TERRA Alan Bojanic Representante da FAO no Brasil SEGURANÇA ALIMENTAR - O DUPLO DESAFIO ERRADICAR A FOME DO PRESENTE; ALIMENTAR A POPULAÇÃO DO FUTURO E NÃO TER

Leia mais

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes)

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes) Processo nº1-project Manager Construction Company Engenheiro Civil para ser Gerente de Projetos - Experiência de 5 anos em empresas relevantes (construção); Alto nível de habilidades organizacionais e

Leia mais

Agro-Combustíveis e segurança alimentar

Agro-Combustíveis e segurança alimentar Agro-Combustíveis e segurança alimentar Jean Marc von der Weid Novembro/2008 Não há dúvida de que estamos vivendo o início de uma grave crise alimentar mundial. Após décadas de excedentes na produção agrícola

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Por: Maria Silvia C. Digiovani, engenheira agrônoma do DTE/FAEP,Tânia Moreira, economista do DTR/FAEP e Pedro Loyola, economista e Coordenador

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS Nº ACORDO EMPRÉSTIMO: 8185-0/BR NÃO OBJEÇÃO - (TERMO DE REFERÊNCIA) Nº DO TDR: 02/2015 DATA: 01/02/2015 COMPONENTE: SUBCOMPONENTE:

Leia mais

As baleias da economia mundial

As baleias da economia mundial A U A UL LA Acesse: http://fuvestibular.com.br/ As baleias da economia mundial Nesta aula vamos conhecer a Índia e a República Popular da China, dois países que apresentaram rápido crescimento econômico

Leia mais

Destaques do Plano de Trabalho do Governo Chinês para 2015

Destaques do Plano de Trabalho do Governo Chinês para 2015 INFORMATIVO n.º 25 MARÇO de 2015 Esta edição do CEBC Alerta lista os principais destaques do Plano de Trabalho do governo chinês para 2015, apresentado pelo Primeiro-Ministro Li Keqiang e divulgado pela

Leia mais

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal Richard Respondovesk ESALQ - 20/08/2014 Tópicos A Empresa Áreas de atuação Cadeia produtiva florestal Planejamento e mercado Uso de tecnologias

Leia mais

8ª Edição do Prêmio Prefeito Empreendedor

8ª Edição do Prêmio Prefeito Empreendedor 8ª Edição do Prêmio Prefeito Empreendedor Projeto nº: 2. 250650/2013 Município: UF: Prefeito: Gurjão PB RONALDO RAMOS DE QUEIROZ Orçamento total da Prefeitura: R$ 10.386.175,36 Qtd. Emp. Form.ME, EPP.

Leia mais

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica.

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica. MISSÃO Desenvolver e implantar projetos que tenham como foco a geração de benefícios para o Planeta, provocando modificações conscientes, tanto no campo das ciências, quanto das atividades humanas. PRINCÍPIOS

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO. Conclusão

RESUMO EXECUTIVO. Conclusão RESUMO EXECUTIVO Em 12 de Janeiro de 2010, um terremoto de 7.0 (da escala Richter) atingiu a capital do Haiti, Porto Príncipe, e pôs a cidade abaixo. Os resultados foram massivos: entre 230 e 316 mil pessoas

Leia mais

Termo de Referência TdR Coordenador Técnico Geral

Termo de Referência TdR Coordenador Técnico Geral Termo de Referência TdR Coordenador Técnico Geral x Consultoria Capacitação Serviço Técnico Especializado PRAZO PARA ENTREGA DE PROPOSTAS: 25 DE JULHO DE 2014 EMAIL: redeh@redeh.org.br; thaisc@redeh.org.br

Leia mais

WP Board No. 980/05 Rev. 1

WP Board No. 980/05 Rev. 1 WP Board No. 980/05 Rev. 1 International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café 12 janeiro 2006 Original: inglês Projetos/Fundo

Leia mais

A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL

A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL A EXTENSÃO, A FLORESTA E A SUSTENTABILIDADE DA PROPRIEDADE RURAL A questão da PRODUÇÃO florestal madeireira nos Sistemas tradicionais de exploração de Propriedades Rurais Paranaenses. Importância: crescente

Leia mais

Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil. Evento Oficial:

Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil. Evento Oficial: Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil Evento Oficial: 3 BRASIL HISTÓRICO O Brasil é referência mundial quando o assunto é floresta plantada. Por isso, é o lugar certo para a maior feira florestal dinâmica

Leia mais

O Estado de São Paulo, Mudanças Climáticas e Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável

O Estado de São Paulo, Mudanças Climáticas e Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável O Estado de São Paulo, Mudanças Climáticas e Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável Principais pontos de abordagem: Legislação Paulista que aborda Mudanças Climáticas; Estratégias para o Desenvolvimento

Leia mais

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor CURITIBA, SETEMBRO DE 2004 2 PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL Proposta de Treinamento Prático/

Leia mais

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL A EMPRESA Fundada em 1969, o objetivo principal da Vallourec unidade Florestal é o plantio de florestas de eucalipto para, a partir delas, produzir o carvão vegetal, um dos

Leia mais

Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil. Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil

Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil. Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil Objetivo: Disciplinar a expansão da produção de óleo de palma no Brasil e ofertar instrumentos para garantir uma produção em bases ambientais

Leia mais

Padrão de Desempenho 5 V2a Aquisição de Terra e Reassentamento Involuntário

Padrão de Desempenho 5 V2a Aquisição de Terra e Reassentamento Involuntário Introdução 1. O Padrão de Desempenho 5 reconhece que o processo de aquisição de terra vinculado a um projeto e as restrições ao uso da terra relacionadas a projetos específicos podem ter impactos adversos

Leia mais

A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO

A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO CESA - CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS ADMINISTRAÇÃO EDELGIR RUB PESCE JUNIOR IGOR DE ALENCAR ARARIPE FAÇANHA LEONARDO HENRIQUE MARCOVIQ BORGES RODRIGO KLOCKER DE CAMARGO A INFORMÁTICA NO AGRONEGÓCIO

Leia mais

A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil

A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil Quem somos? A TNC é a maior organização de conservação ambiental do mundo. Seus mais de um milhão de membros ajudam a proteger 130

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nos exercícios de 1 a 10 a seguir, determinar o seguinte: (a) uma modelagem matemática

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nos exercícios de 1 a 10 a seguir, determinar o seguinte: (a) uma modelagem matemática Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Departamento de Matemática Lista 3 de Modelagem Matemática-PROFMAT Nos exercícios de 1 a 10 a seguir, determinar o seguinte: (a) uma modelagem

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS

REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS 3 A pesquisa sobre Regionalização e Globalização de viagens corporativas, encomendada pelo Instituto Alatur e HRG Brasil foi realizada em

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO William Tomaz Folmann¹, Maria Laura Quevedo Fernandez² e Gabriel de Magalhães Miranda³. ¹ Doutorando em Economia e Política

Leia mais