Análise comparativa de variáveis antropometricas e anaeróbias de futebolistas profissionais, juniores e juvenis.

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1 58 ARTIGO Análise comparativa de variáveis antropometricas e anaeróbias de futebolistas profissionais, juniores e juvenis. José Mário Campeiz Mestre em Ciências do desporto, Preparador Físico Mogi Mirim E.C. Paulo Roberto de Oliveira Doutor em Educação Física Unicamp SP Resumo As características antropometricas e as variáveis anaeróbias de futebolistas de diferentes categorias são considerados importantes fatores para a prescrição, orientação e controle do treinamento e para o aumento do desempenho no desporto de competição. Participaram deste estudo sessenta (60) futebolistas do sexo masculino, divididos em 3 grupos: profissionais (G1) n=25, idade média de 23,8 ± 3,2 anos, peso médio inicial 76,6 ±6,5 kg e estatura média de 178,7 ± 6,3 cm; juniores (G2) n=19, idade média de 17,8 ± 0,8 ano, peso médio inicial 70,8 ±5,9 kg e estatura média de 177,5 ±5,8 cm e juvenis (G3) n= 16, idade média de 15,9 ± 0,8 ano, peso médio inicial 67,9 ±6,6 kg e estatura média de 175,5 ±4,7 cm, participantes do campeonato da série A1 da Federação Paulista de Futebol (FPF), avaliados no início do período preparatório. Objetivou-se neste estudo, comparar as variáveis antropometricas: massa corporal (MC), estatura (ES), massa corporal magra (MCM) e o percentual de gordura (%G), e, variáveis anaeróbias: potência absoluta (PA), potência relativa ao peso corporal (PR), capacidade anaeróbia (potência média) (AVG); capacidade anaeróbia relativa ao peso corporal (AVG/kg), e o índice de fadiga (IF), dos três diferentes grupos de futebolistas. Adotou-se a analise estatística de variância Anova Oneway. Os resultados demonstraram diferenças estatisticamente significantes entre as variáveis anaeróbias PA do G1 = 884,0 ±151,8 W e, G3 = 711,6 ± 108,1 W e entre a variável capacidade anaeróbia (AVG) do G1 = 673,3 ± 78,3 W e, G3 = 605,6 ± 75,5 W e entre o G1 e G2 = 788,7± 94,6 W. Nas variáveis antropometricas observaram-se diferenças estatisticamente significantes entre a MC do G1 =

2 59 76,6 ± 6,5 (kg) e G3 = 67,9 ± 6,6 (kg), G1 e G2 = 70,8± 5,9 (kg) e a MCM do G1 = 68,3 ± 5,3 (kg) e G3 = 61,0 ± 5,7 (kg), e G1 e G2 = 63,6 ± 5,2 (kg). O nível de significância adotado foi (p<0,05). Nas demais variáveis não foi observada diferença estatisticamente significante entre os grupos pesquisados. Palavras chaves: Futebol; Teste de Wingate; Potência Anaeróbia; Capacidade anaeróbia; Composição corporal. Abstract The soccer players anthropometric characteristics and the anaerobic variables of different categories are considered important factors to prescription, orientation and control of training and to increase the performance in the level of competitive sport. Sixty (60) male soccer players had participated of this study, divided in 3 groups: professionals (G1) n=25, age average 23,8 ± 3,2 years, initial weight average 76,6 ± 6,5 kg and 70, 8 ± 6,3 cm high average; juniors (G2) n=19, aged average 17,8 ± 0,8 year, initial weight average 70,8 ±5,9 kg and 177,5 ± 5,8 cm high average and juveniles (G3) n=16, age average 15,9 ± 0,8 year, initial weight average 175,5 ± 4,7 cm, all of them participating in A1 series championship from Soccer Paulista Federation (FPF), evaluated in the beginning of preparatory period. It was aimed in this study, to compare the anthropometric variables: Body Mass (MC), High (ES), Body Thin Mass (MCM) and Fat Percentual (%G), and, the anaerobic variables: absolute potency (PA), potency related to body weight (PR), anaerobic capacity (medium potency) (AVG); anaerobic capacity related to body weight (AVG/kg), and the fatigue index, in the three groups of soccer players. It was adopted the Anova Oneway statistical analyses. The results showed significant statistical differences between the anaerobic variables PA from G1 = 884,0 ± 151,8 W and, G3 = 711,6 ± 108,1 W and between the anaerobic capacity variable (AVG) from G1 = 673,3 ± 78,3 W

3 60 and, G3 = 605,6 ± 75,5 W and between the G1 and G2 = 788,7 ± 94,6 W. In anthropometric variables it was observed significant statistically differences between the MC from G1 = 76,6 ± 6,5 (kg) and G3 = 67,9 ± 6,6 (kg), G1 and G2 = 70,8 ± 5,9 (kg) and the MCM from G1 = 68,3 ± 5,3 (kg) and G3 = 61,0 ± 5,7 (kg), and G1 and G2 = 63,6 ± 5,2 (kg). The significant level adopted was (p<0,05). On others variables it was not observed significant statistical differences between researched groups. Key Words: Soccer; Wingate Test; Anaerobic Potency; Anaerobic Capacity; Body Composition Introdução Enquanto as características antropometricas são importantes para a pratica do futebol as variáveis relacionadas ao metabolismo anaeróbio podem ser consideradas como determinantes para o desempenho de futebolistas de diferentes categorias. Estudos demonstram que variabilidade das características antropométricas dos atletas dos diferentes países, as habilidades individuais, o sistema de jogo e o nível de desenvolvimento das capacidades biomotoras, podem estar contribuindo para o aumento do desempenho na competição. Os futebolistas realizam esforços decisivos relacionados ao metabolismo anaeróbio alático com uma pequena participação lática. Por outro lado, o metabolismo aeróbio é requerido principalmente nos momentos de recuperação entre os esforços curtos e intensos (Carzola e Fahri, 1999; Bangsbo, 1996; Aoki, 2002). O sistema neuromuscular que se constitui no prérequisito fundamental para que os atletas suportem grandes volumes de treinos técnicos e táticos de alta intensidade, mantendo-se a eficiência mecânica, muitas vezes é deixado em segundo plano. O futebolista deve reagir e deslocar-se rapidamente, com grande poder de aceleração. A força e a velocidade estão interligadas nas intensas e curtas

4 ações motoras físicas, técnicas e táticas, com grande participação do sistema anaeróbio. Portanto, a potência anaeróbia representa uma variável muito importante para os atletas. Muitos são os testes para estimar a potência anaeróbia, mas ao mesmo tempo nem todos podem proporcionar informações precisas dos processos bioenergéticos envolvidos nas solicitações neuromusculares (Bosco, 1993), tornando-se necessários aprofundamentos nos estudos relacionados com esta variável. Weineck (1989, 2000), destaca três variáveis neuromusculares: força máxima, força rápida e resistência de força. Todas essas manifestações de força são utilizadas nos mais variados desportos, sendo que no futebol, pela sua complexidade e de acordo com as ações motoras específicas a força rápida e a resistência de força são as mais utilizadas nas curtas e intensas ações específicas do jogo, bem como na profilaxia de lesões (Weineck, 2000). Observa-se também de acordo com a sua posição tática específica, o jogador utiliza uma modalidade de força com mais freqüência (Arruda e Rinaldi, (1999); Whithers et al (1982) apud Barbanti 1996). Basicamente o futebol pode ser analisado em duas situações: os momentos de posse de bola e os momentos sem posse de bola. Durante o jogo, 98% dos deslocamentos são realizados sem a posse de bola, justificando-se a importância de uma boa preparação física. No plano fisiológico, independentemente da posição ocupada em campo, o futebolista é exigido aproximadamente entre 13 e 15 % da duração de uma partida; nesses curtos períodos ocorrem as ações determinantes para a conclusão de uma jogada, e isto corresponde entre 107 a 139 ações intensas por jogo (Carzola e Farhi, 1998). Entendendo-se por ações intensas, todos os deslocamentos de curta duração, dribles, saltos, mudanças de direção, confrontos e disputas com e sem a posse de bola. Como estas ações duram entre 1 e 5 segundos, isto representa uma ação intensa a cada 43 segundos. Portanto, a recuperação rápida entre duas ou mais ações intensas torna-se uma exigência, como conseqüência da evolução do jogo (Carzola e Fahri, 1998; Bangsbo, 1994; Frisselli e Mantovani, 1999). 61

5 Portanto os treinos devem reproduzir situações de competição (Pinto, 1991), devendo as características do esforço solicitado em situações competitivas ser consideradas como critérios para a estruturação do planejamento do treinamento. O futebol, por ser considerado uma modalidade complexa, apresenta uma dificuldade de criação de modelos específicos para a avaliação e controle do treinamento (Dufor, 1989; Fernandes, 1994; Talaga, 1984, 1985; Campeiz, 1997), no entanto, torna-se de fundamental importância o controle da característica das ações competitivas dos futebolistas, objetivando encontrar parâmetros que contribuam na formulação de sistemas de preparação mais eficientes. Para Weineck (2000), os testes motores representam uma forma de avaliação e controle do desempenho e de prescrição do treinamento. Dessa forma a prescrição do treinamento é orientada pelos testes de controle, realizados de forma complexa (observação do jogo) e também pelos testes motores (simples) em condições de treinamento. Estes devem envolver os fatores do condicionamento físico, técnico e tático. Entre os vários tipos de testes utilizados, destaca-se o de Wingate, que foi desenvolvido para avaliar a potência anaeróbia e a capacidade de trabalho dos músculos envolvidos em atividades de alta intensidade (Bar Or, 1987), parte da concepção que o fator limitante para o bom desempenho físico no futebol não é o sistema transportador de oxigênio e sim o sistema energético anaeróbio que deve ter habilidade para converter, rapidamente, energia química em mecânica, fator importante na velocidade dos deslocamentos dos futebolistas e nas ações curtas e intensas exigidas durante o jogo. Os resultados obtidos através deste teste de 30 segundos, confirmam que é possível estimar a participação dos dois sistemas anaeróbios produtores de energia e sua eficiência em indivíduos envolvidos em atividades de velocidade força como é o futebol, detectando possíveis efeitos do treinamento específico sobre o desempenho anaeróbio do atleta. Dos resultados do teste anaeróbio de wingate, são calculados três índices: potência anaeróbia máxima, a capacidade anaeróbia máxima, e o índice de fadiga. Os primeiros cinco segundos dos trinta segundos do teste 62

6 mobilizam a potência anaeróbia máxima. Este índice reflete o pico de potência ou torque que um grupo muscular pode produzir, a produção da potência total durante os 30 segundos do teste refere-se à capacidade anaeróbia máxima. O pico de potência representa o potencial de gerar energia através do sistema anaeróbio alático (ATP-CP), que é depletado entre 5 e 10 segundos, sendo o seu pico máximo atingido entre 1 e 5 segundos e, caracterizado por movimentos explosivos. A potência média é determinada pelo potencial glicolítico anaeróbio no músculo, sendo estimada no final dos 30 segundos do teste, ou seja, pela eficiência do metabolismo lático, sendo caracterizada por movimentos de tolerância à acidose. Segundo Silva (1998b), o teste é de grande utilidade para atletas envolvidos com atividades motoras de potência, pois a partir dos resultados é possível detectar deficiências, melhorias ou comparar o efeito de treinamento específico sobre o desempenho anaeróbio do atleta. É importante salientar que indivíduos com porcentagem elevada de fibras de contração rápida apresentarão níveis altos de pico de potência, com rápido declínio da potência média, atingindo, consequentemente, índice de fadiga mais alto. Ao contrário, indivíduos com percentagem elevada de fibras de contração lenta atingirão níveis menores de pico de potência, e um lento declínio na potência média com conseqüente índice de fadiga baixo (Kaczkowsky, et al. 1982). Com duração de 30 segundos, é realizado na bicicleta ergométrica e a resistência determinada de acordo com o peso corporal do sujeito. Estima a participação de dois metabolismos importantes para o futebolista: a capacidade do atleta realizar movimentos explosivos, ou ainda sustentar esforços mais longos, em condições de força e velocidade. O resultado também auxilia na orientação para o desenvolvimento de estratégias individuais de treinamento de acordo com as necessidades dos futebolistas. Este estudo tem como objetivo comparar as variáveis antropometricas (massa corporal, estatura, massa corporal magra e o percentual de gordura) e anaeróbias (potência absoluta, potência relativa ao peso corporal (PR), capacidade anaeróbia (potência média), capacidade anaeróbia relativa ao peso 63

7 corporal, e o índice de fadiga), de futebolistas profissionais, juniores e juvenis, no início do período preparatório. 64 Breve revisão de literatura Poucos são os trabalhos que relatam o comportamento da potência anaeróbia de pico em futebolistas. Silva et al. (1998b), apresentaram resultados de seus estudos com futebolistas profissionais com PR 14,4 ±5,5 e AVG/kg 11,0 ±4,0 W/kg. Barthélémy et al.(1990) apud Silva et al. (1998b), verificaram valores médios de 15,3 e 15,4 W/kg, respectivamente. Silva et al. (1999), em estudos com 24 futebolistas da seleção da Jamaica, encontraram resultados médios de PR 11,8 ±1,8 W/kg e AVG/kg de 9,1 ±1,2 W/kg e índice de fadiga de 46,2 ±15,2%. Berver e Davis (1992) apud Godik (1996), apresentaram resultados de 12,4 ± 1,1 W/kg de 15 jogadores profissionais e de 10,5 ± 1,2 W/kg de 12 juniores da liga inglesa de futebol, e afirmaram que o número de ações motoras intensas (60 a 100 repetições) feitas por futebolistas profissionais, pode explicar a maior potência anaeróbia destes quando comparados aos resultados de futebolistas juniores. Portanto, os resultados obtidos no teste anaeróbio de Wingate são importantes para avaliar, sobretudo, o efeito do treinamento anaeróbio, exigência específica dos futebolistas que realizam ações do tipo explosivo, com acelerações em distâncias de até 20 m, que se repetem muitas vezes, com mudanças de direção, desacelerações, estimulando ao máximo o sistema neuromuscular, e sobrecarregando o sistema músculo-esquelético do jogador (Bosco, 1993); (Carzola e Fahri, 1998). Entretanto, as variações dos resultados obtidos pelos diferentes estudos, muitas vezes podem estar relacionados com o modelo de teste utilizado nas avaliações (Campeiz, 2001). Por outro lado recentes estudos também têm descrito as características antropometricas e fisiológicas de futebolistas, podendo destacar os estudos europeus (Reilly e Thomas, 1976), africanos (Slaokun e Marthur, 1985 apud Green, 1992), asiáticos (Kansal, 1980 apud Green, 1992) e australianos (Winters, Roberts e Davis, 1982 apud Green 1992).

8 Nesses estudos, observam-se elevados índices de correlação entre a porcentagem de gordura e o rendimento desportivo (Boileau e Lohman, 1977); (Housh, Thorland, Johnson e Tharp, 1988, apud Santos, 1999), evidenciando a incompatibilidade entre a melhoria do desempenho competitivo e os altos índices de adiposidade subcutânea. Valores ótimos de adiposidade são difíceis de se definir, podendo estar relacionado com a posição que ocupa em campo. No entanto o peso em excesso, pode ser prejudicial e por esta razão no meio desportivo, tenta-se obter qual é o nível ideal de massa magra e gordura, que poderiam possibilitar o aumento do desempenho nas várias modalidades e atividades físicas. Santos (1999), observou, que de acordo com a posição ocupada em campo, as variações do percentual de gordura são pequenas, existindo uma relação entre o aspecto funcional do futebolista e o seu perfil somático, que por sua vez está relacionado com a capacidade de realizar deslocamentos específicos durante os jogos (Rebelo, 1993). A estatura também é um importante fator para a orientação da especialização nas várias posições e táticas da equipe. Bangsbo (1994), encontrou em 65 jogadores de elite dinamarquesa, média de 181 cm. Os goleiros (189 cm) e os defensores (188 cm) foram os mais altos, a média de altura dos laterais, meio-campistas e atacantes foi em torno de ( cm). Similares observações foram obtidas por Bell e Rhodes (1975); Reilly (1979). Entretanto em cada posição é observada uma grande amplitude de variação em tais medidas. O mais importante é que tais medidas podem influenciar no desempenho tático dos jogadores. Os atacantes altos forçam e usam as jogadas aéreas, enquanto os atacantes mais baixos, forçam as jogadas em velocidade com bola lançada em profundidade. 65

9 66 Procedimentos Metodológicos Amostra A amostra deste estudo foi composta de sessenta (60) futebolistas do sexo masculino, divididos em 3 grupos: G1 Profissional G2 Juniores G3 Juvenil n Estatura (cm) MC (kg) Idade (anos) 178,7± 6,3 177,5 ± 5,8 175,5± 4,7 76,6 ± 6,5 a b 70,8 ± 5,9 67,9 ± 6,6 23,8 ± 3,2 17,8 ± 0,8 15,9 ± 0,8 Testes de Controle Utilizou-se o teste de Wingate, com os resultados expressos pela potência absoluta (PA), potência relativa à massa corporal (PR/kg); capacidade anaeróbia (AVG); capacidade anaeróbia relativa ao peso corporal (AVG/kg) e também o índice de fadiga (IF). Também se utilizou a avaliação da composição corporal, com os resultados expressos pelo percentual de gordura (%G) e massa magra (MCM). A avaliação ocorreu no macrociclo denominado preparatório. Teste de Wingate Teste máximo de 30 segundos na bicicleta ergométrica da marca Cybex, modelo bike, com um sistema computadorizado. Após o aquecimento foram iniciados os testes, com os atletas sentados e pedalando na mais alta velocidade possível, com carga inicial de sete e meio porcento (7,5 %) do seu peso corporal (Bar-Or, 1987). Os atletas foram estimulados verbalmente

10 durante a execução do teste. Para se evitar possíveis interferências nos resultados, o aquecimento foi padronizado e constou das seguintes atividades: exercícios de alongamento e flexibilidade geral pelo método passivo, durante aproximadamente 5 minutos; 5 minutos na bicicleta ergométrica, sem carga. 67 Antropometria A avaliação antropometrica consistiu na mensuração do peso através de uma balança da marca Filizola, modelo 31, calibrada com precisão aproximada de 0,5 kg; a estatura através de um estadiômetro acoplado na balança com escala de 0,5 cm. Para as dobras cutâneas foi utilizado um compasso (adipômetro) da marca Lange, realizando-se a mensuração das dobras cutâneas biceptal, triceptal, subescapular, peitoral, suprailíaca, abdominal, coxa e panturrilha. Também foi mensuradas a circunferência de braço, coxa e panturrilha. Utilizou-se o protocolo de Faulkner (1968), para o cálculo do percentual de gordura e da massa magra. Análise Estatística Os dados foram analisados estatisticamente (SPSS 8.0) por meio da avaliação descritiva que compreendeu medidas de tendência central e dispersão. Efetuou-se a analise de variância ANOVA ONEWAY complementadas com o scheffe post hoc test para múltiplas comparações das diferenças das médias nos diferentes grupos. O nível de significância foi p< 0,05. Apresentação e Discussão dos Resultados Dados antropométricos Os resultados obtidos no presente estudo estão demonstrados na forma de quadro e, descritivamente com os valores médios e desvios padrão.

11 No Quadro 1, são apresentados os valores médios, desvios padrão e significância (p<0,05) das variáveis antropometrica estudadas nos diferentes grupos. Quadro 1: Média e desvio padrão e significância estatística p< 0,05, das variáveis antropometricas dos diferentes grupos. 68 Estatura (cm) G1 G2 Profission Juniores al (n= 19) (n= 25) 178,7± 6,3 G3 Juvenil (n= 16) 177,5 ± 5,8 175,5± 4,7 P MC (kg) 76,6 ± 6,5 a b MCM (kg) 68,3 ± 5,3 a b 70,8 ± 5,9 67,9 ± 6,6 63,6 ± 5,2 61,0 ± 5,7 % Gordura 10,7± 1,4 10,3 ± 0,9 10,1± 0,9 0,000 0,000 a= significantemente maior que juvenis (p<0,05) b= significantemente maior que juniores (p,0,05) Os resultados apresentados no Quadro 1, demonstraram uma homogeneidade na estatura dos atletas dos três grupos. Gráfico 1: Média, desvio padrão e significância estatística (p<0,05) da Estatura dos diferentes grupos do presente estudo ,7 177,5 cm G1 G2 175,5 G3

12 Outros estudos demonstraram uma grande variabilidade na estatura de jogadores de futebol, fazendo com que esta característica, sirva como orientação, seleção e especialização nas várias e específicas posições e funções táticas desenvolvidas na equipe. Os resultados deste estudo evidenciaram que não houve diferenças estatisticamente significantes entre os grupos estudados, porém esses resultados demostraram semelhanças com os estudos de Bangsbo, (1994); Santos (1999); Rebelo, (1993); Santos et al., (1999); Silva et al., (2000). Por outro lado, Silva et al. (2000), concluiu que os juniores são mais altos e possuem maior massa corporal 43,0 ± 5,6 (kg) comparados aos juvenis 36,6 ± 4,5 (kg). 69 Gráfico 2: Média, desvio padrão e significância estatística (p<0,05) da Massa Corporal (MC) dos diferentes grupos do presente estudo kg 70 76,6 ab 70,8 67, G1 G2 G3 a= significantemente maior que os juvenis (p<0,05). b= significantemente maior que os juniores (p<0,05)

13 Gráfico 3: Valores médios e significância estatística (p<0,05) da massa corporal magra (MCM) dos diferentes grupos do presente estudo kg ,3 ab G1 63,6 G2 61,0 G3 a= significantemente maior que os juvenis (p<0,05). b= significantemente maior que os juniores (p<0,05). A massa corporal magra (MCM) e a massa corporal (MC) apresentaram diferenças estatisticamente significante entre os grupos G1 (profissionais) e G3 (juvenis) e entre os G1 e G2 (juniores) (gráfico 2 e 3). Sartori (2000), utilizando o mesmo protocolo do presente estudo, apresentou valores de massa corporal magra, de futebolistas juniores, onde os atacantes, laterais e meio campistas apresentaram resultados inferiores aos do presente estudo. Somente os resultados dos goleiros e zagueiros (66,58 ± 4,75 kg e 67,62 ± 5,91 kg respectivamente), foram superiores quando comparados com os resultados dos futebolistas juniores (G2) deste estudo. Gráfico 4: Média dos valores do percentual de gordura corporal (%G) do presente estudo.

14 71 10,8 10,7 10,6 10,4 % 10, ,3 10,1 9,8 G1 G2 G3 A variável %G apresentou valores mais altos para os futebolistas profissionais (G1), não significativo estatisticamente (gráfico 4). Comparações entre os diferentes estudos são limitados pelos diferentes métodos e protocolos utilizados para a detecção da composição corporal. Os resultados médios deste estudo na variável %G obtiveram nos atletas profissionais (G1) valores de 10,7 ± 1,4 %, nos juniores (G2), 10,3 ± 0,9 %, nos juvenis (G3), 10,1 ± 0,9% valores semelhantes aos obtidos nos estudos de Campeiz et al (2001), Campeiz (2001), utilizando o mesmo protocolo. Rienzi et al. (1998) apud Reilly et al. (2000), encontraram 11% de gordura corporal em 95 jogadores participantes da Copa América de Berver e Davis (1992) apud Godik (1996), obtiveram 11,0 ± 3,1 % de gordura corporal em 15 futebolistas profissionais da liga Inglesa de futebol. Silva et al. (2000), obtiveram valores de 11,4 ± 1,3% e 11,9 ± 1,5% em futebolistas juvenis e juniores resultados obtidos com o mesmo protocolo e superiores aos resultados dos diferentes grupos do presente estudo. Segundo Green (1992), as variáveis antropometricas possibilitam aos técnicos e cientistas do desporto avaliar, modificar e prescrever programas de treinamento. Observamos no percentual de gordura um fator muito importante no que se refere ao desempenho atlético, o mesmo é confirmado nos estudos de Arruda e Rinaldi (1999) apud Tricoli et al. (1994), onde afirmaram que o

15 futebol é uma modalidade que envolve a execução de deslocamentos rápidos, saltos e mudanças de direção, podendo qualquer excesso de peso corporal sob a forma de gordura causar um prejuízo no rendimento. Os atletas deste estudo apresentaram níveis semelhantes aos estudos de Bangsbo, (1994); Green, (1992); Silva et al. (1999b); Rienzi et al. (1998); Godik (1996). 72 Variáveis anaeróbias A análise dos resultados obtidos neste estudo (Quadro 2), evidencia que as diferenças encontradas (p<0,05) referem-se à potência absoluta (PA) dos profissionais (G1) em relação aos juvenis (G3), e a potência média absoluta (AVG) dos profissionais (G1), em relação aos atletas juvenis (G3) e aos juniores (G2). Nas variáveis potência média relativa ao peso corporal (AVG/kg) e Índice de fadiga (IF), observou-se uma homogeneidade entre os resultados dos diferentes grupos. Quadro 2: Média, desvio padrão e significância estatística (p<0,05) das diferentes variáveis anaeróbias pesquisadas nos diferentes grupos. Potência Absoluta (W) Potência relativa (W/kg) G1: Profission al (n= 25) G2: Juniores (n=19) 884,0 ±151,8 a 788,7± 94,6 G3: Juvenil (n=16) 741,6 ± 108,1 11,5 ±1,3 11,2 ± 1,0 11,2 ± 0,9 AVG (W) 676,3 ± 612,5 ± 78,3 a b 68,5 605,6 ± 75,5 AVG/kg (W/kg) 8,9 ± 0,6 8,7 ± 0,7 8,8 ± 0,5 Índice de Fadiga (%) 52,2 ± 9,3 52,4 ± 5,6 53,6 ± 9,6 P 0,002 0,005 a = significantemente superior aos juvenis (p<0,05). b= significantemente superior aos juniores (p<0,05).

16 73 Os maiores valores de PA foram obtidos pelo grupo G1 (profissionais) 884,0 ± 151,8 W, resultados superiores (significativamente) aos dos juvenis, e juniores com 788,7 ± 94,6 W. (Gráfico 5). Gráfico 5: valores médios de Potência Máxima Absoluta (PA) e significância estatística (p<0,05) obtido pelo teste de Wingate nos diferentes grupos do presente estudo, a= significantemente maior que os juvenis (p<0,05) watts a 788,7 G1 G2 711,6 G3 Observa-se que a Potência Máxima Absoluta (PA) (gráfico 5) dos futebolistas do G1 do presente estudo foram inferiores aos resultados obtidos por Campeiz, (2001) com futebolistas profissionais com 900,2 ± 172,3 W obtidos também no início da preparação. Os resultados da PA dos juniores (G2), de 788,7 ± 94,6 W, foram inferiores aos resultados dos zagueiros, atacantes e goleiros, e superiores aos resultados dos meio campistas e laterais juniores feitos por Sartori, (2000), em cicloergometro similar ao do presente estudo.

17 Gráfico 5: valores Médios de Potência Relativa (PR) obtidos pelo teste de Wingate, nos diferentes grupos do presente estudo ,5 11,5 watts/kg 11,4 11,3 11,2 11,1 11,2 11,2 11 G1 G2 G3 Os resultados de PR do G1 apesar de superior a G2 e G3 não foram significante estatisticamente. Observou-se também, que os valores da PR dos profissionais (G1) do presente estudo, são superiores aos obtidos por Silva et al. (1998b), 11,0±4,0 W/kg com futebolistas profissionais, obtidos em cicloergometro similar. Berver e Davis (1992) apud Godik (1996), apresentou a PR, de 15 jogadores profissionais, 12,4 ± 1,1 W/kg e de 12 juniores, 10,5 ±1,2 W/kg, da liga inglesa de futebol. O estudo de Silva et al. (2000) com juvenis e juniores submetidos ao teste de Wingate, no cicloergometro excalibur, apresentou resultados médios de PR de 13,8 ± 2,1 W/kg e 13,1 ± 1,6 W/kg, respectivamente superiores aos futebolistas profissionais (G1) e dos futebolistas juniores (G2) do presente estudo. Campeiz et al. (2001) com o mesmo modelo de cicloergometro, obtiveram com 28 futebolistas profissionais, no inicio de preparação, valores de PA de 901 ± 143,1 W e PR de 12,0 ± 1,1 W/kg, superiores aos valores encontrados nos diferentes grupos do presente estudo.

18 75 Capacidade anaeróbia e Índice de Fadiga A capacidade anaeróbia (AVG) ou potência média é obtida no final dos 30 segundos do teste, que segundo Bar-Or (1987), reflete a capacidade de suportar a acidose relacionada à capacidade do sistema glicolítico, refletindo diretamente na capacidade dos futebolistas suportarem esforços mais longos de força e velocidade. Gráfico 6: Valores médios de Potência Média (AVG) e significância estatística (p<0,05) obtidos pelo teste de Wingate, nos diferentes grupos do presente estudo ,3 ab watts G1 612,5 G2 605,6 G3 a= significantemente superior que os juvenis (p<0,05). b= significantemente superior que os juniores (p<0,05) Os resultados obtidos pelo presente estudo nesta variável, (gráfico 6) apresentaram os maiores valores para os futebolistas profissionais (G1) 673,3 ± 78,3 W, seguido pelos juniores (G2) 612,4 ± 68,5 W e juvenis (G3) 605,6 ±

19 75,5 W respectivamente. Observaram-se diferenças significantes estatisticamente entre os resultados dos profissionais (G1) e juvenis (G3) e entre os profissionais (G1) e juniores (G2) (Quadro 2). 76 Gráfico 7: Valores de Potência Média Relativa ao peso corporal (AVG/kg), obtidos através do teste de Wingate, do presente estudo. 8,9 8,9 8,85 8,8 8,8 watts/kg 8,75 8,7 8,7 8,65 8,6 G1 G2 G3 A variável capacidade anaeróbia relativa ao peso corporal (AVG/kg) dos diferentes grupos (G1, G2, G3), não apresentou diferença significante estatisticamente (gráfico 6). Entretanto os resultados do presente estudo foram inferiores aos encontrados por Silva et al. (2000) com 11,8 ± 1,5 W/kg e 11,0 ± 1,3 W/kg, obtidos com atletas juniores e juvenis submetidos ao teste de Wingate, no cicloergometro excalibur. Os resultados do presente estudo também foram inferiores aos dados apresentados por Campeiz et al. (2001), com AVG 690,1 ± 66,9 W, obtidos com 28 profissionais no mesmo modelo de cicloergometro.

20 77 Gráfico 8: Valores do Índice de Fadiga (IF) obtidos através do teste de Wingate do presente estudo ,5 53,6 % 53 52,5 52,2 52, ,5 G1 G2 G3 Na variável Índice de Fadiga (IF), (Gráfico 8), não foi observado diferenças significante estatisticamente entre os diferentes grupos avaliados. O maior valor encontrado nesta variável foi obtido nos atletas juvenis 53,6 ± 9,6% (G3), seguidos dos atletas juniores (G2) com 52,4 ± 5,6% e finalmente os profissionais (G1) com 52,2 ± 9,3%. Os resultados do presente estudo (Quadro 2) mostraram-se superiores aos resultados de Silva et al. (1999) obtidos em futebolistas Jamaicanos com 46,2 ± 15,2%, e aos de Campeiz (2001), obtidos em futebolistas profissionais em quatro (4) diferentes momentos de preparação 50,7 ± 9,6%, 50,5 ± 7,2%, 51,3 ± 8,9%, 50,8 ± 10,8%. Os resultados do presente estudo foram inferiores aos resultados de Campeiz et al. (2001) obtidos com futebolistas profissionais no início de competição 54,0 ± 10,3% e inferiores aos de Sartori (2000). Todos os estudos foram obtidos em cicloergometro similar ao do presente estudo. Conclusões

21 78 Variáveis antropométricas: A massa corporal (MC) e massa corporal magra (MCM) dos profissionais (G1) apresentou diferenças significante estatisticamente quando comparadas com os Juniores (G2) e Juvenis (G3). As variáveis estatura (ES) e percentual de gordura (%G) não apresentaram diferenças entre os grupos pesquisados. Variáveis anaeróbias: A potência absoluta (PA) dos profissionais (G1) apresentou diferenças estatisticamente significante quando comparada aos Juvenis (G3). A potencia média absoluta (capacidade anaeróbia) (AVG) dos profissionais (G1) apresentou diferenças significante estatisticamente quando comparada aos Juniores (G2) e Juvenis (G3), e isto se explica talvez pela ênfase de treinamentos táticos e técnicos em detrimento ao treino físico, no inicio do período de preparação. E que também o melhor desempenho da potencia média absoluta (capacidade anaeróbia) (AVG) dos atletas profissionais tenha sido influenciada pela maior MC e MCM dos mesmos em relação aos juniores (G2) e juvenis (G3). Tal tendência também foi evidente para a variável capacidade anaeróbia relativa ao peso corporal (AVG/kg), pela potência absoluta (PA), potência relativa ao peso corporal (PR) dos atletas profissionais (G1) em relação aos demais grupos. A potencia relativa (w/kg), a capacidade anaeróbia relativa ao peso corporal (AVG/kg) e o índice de fadiga (IF), não apresentaram diferenças estatisticamente significante entre os grupos pesquisados. Referências Bibliográficas ANANIAS, G. E. O., KOKOBUM, E., MOLINA, R., SILVA, P.R.S., CORDEIRO, J.R. Capacidade funcional, desempenho e solicitação metabólica em futebolistas profissionais durante situação real de jogo monitorado por análise cinematográfica. Revista Brasileira de Medicina do Desporto, v. 4, n. 3, p , 1998.

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