de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

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1 Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia FENOLOGIA DE UMA COMUNIDADE ARBÓREA NA AMAZÔNIA CENTRAL COMO FERRAMENTA PARA CONSERVAÇÃO Suiane Claro Saraiva; Henrique Eduardo Mendonça Nascimento; Cacilda Adélia Sampaio de Souza; Tony Viscarra Bentos Realização Apoio

2 INTRODUÇÃO Os estudos sobre a fenologia de espécies arbóreas são de suma importância para o conhecimento sobre a dinâmica das comunidades, bem como para silvicultura, manejo florestal e recuperação de áreas degradadas, pois estuda as fases ou atividades do ciclo de vida das espécies vegetais e sua manifestação ao longo de um período de observação. Os conhecimentos sobre as fenofases das espécies vegetais auxiliam em estudos sobre a disponibilidade de recursos florestais possibilitando uma previsão sobre o período reprodutivo das espécies, a determinação da época correta de coletas frutos e obtenção de sementes, os ciclos de crescimento e outras informações referentes ao ciclo de vida das plantas. Os processos biológicos analisados em estudos fenológicos incluem floração, frutificação e mudança foliar, relacionando-os na maioria das vezes com fatores climáticos e fatores ecológicos (Pinto et. al 2008). Estudos apontam que os períodos de floração, frutificação e mudança foliar ocorrem na maioria dos casos, de acordo com a distribuição de chuvas durante o ano (Araújo, 1970; Alencar et. al 1979; Pinto et. al 2005). Entretanto algumas espécies florescerem e frutificarem irregularmente, não havendo nenhuma relação entre as manifestações fenológicas e as variáveis ambientais (Araújo, 1970; Pinto et. al 2005). Para algumas espécies a germinação das sementes e o estabelecimento das plântulas estão mais sujeitos às condições de luminosidade do que propriamente a disponibilidade de água (Bentos, 2008). A queda de folhas também está relacionada à variação do comprimento do dia sendo um desencadeador desta manifestação, além de maiores períodos de seca (Pinto et al 2005). As informações fenológicas proporcionam também uma indicação da sensibilidade das espécies vegetais às mudanças climáticas, destacando-se sua importância para análises do impacto climático sobre a cobertura florestal. Conforme destaca Morellato et al. (2007) o acompanhamento fenológico torna-se um componente essencial para monitoramentos acerca das mudanças climáticas globais, pois as mudanças fenológicas ocorridas devido as variações climáticas trazem conseqüências para a biodiversidade, interações bióticas, agricultura, ciências florestais, entre outras. Pinto et al. (2008) destaca que os estudos fenológicos em longo prazo em florestas tropicais são considerados raros e sugere a realização de mais estudos de longa duração, com o intuito de haver maiores precisões nas análises dos resultados e no estabelecimento dos períodos das fenofases. Nessa perspectiva, o estudo objetiva ampliar os conhecimentos sobre a fenologia de indivíduos arbóreos na Amazônia, visando definir estratégias alternativas tanto de manejo como de conservação dos recursos florestais. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 2

3 OBJETIVOS Descrever o comportamento fenológico reprodutivo e vegetativo da comunidade arbórea ao longo de cinco anos de monitoramento comparando-os com a precipitação verificada na região. METODOLOGIA Área de estudo - O estudo foi desenvolvido na Estação Experimental de Silvicultura Tropical que se localiza no Distrito Agropecuário da Suframa na região de Manaus-AM. Esta área fica aproximadamente a 90 km a noroeste da cidade de Manaus-AM, tendo acesso pela rodovia federal BR-174 até o km 50 e posteriormente pela estrada vicinal ZF-2. As observações fenológicas foram realizadas no Km 14 da vicinal ZF-2 (02 35, 348`S; 60 06, 916`O). A torre tem 55 metros de altura e ocupa uma área de 36 m 2. O clima da região, segundo a classificação Köppen é do tipo Am. O clima é quente e úmido praticamente durante todo o ano, apresentando temperatura média de 26ºC. A umidade relativa do ar varia de 77% a 88%, com média anual de 84%. A sazonalidade característica da região apresenta uma estação seca correspondendo ao intervalo de junho a novembro e uma estação chuvosa entre os meses de dezembro a maio. A área é caracterizada como típica floresta tropical úmida de terra firme. Possui uma cobertura vegetal ombrófila com dossel uniforme com uma altura média de 30 a 35m, com emergentes ocasionais de até 55m. Possui uma diversidade de grupos taxonômicos, conforme estudos realizados na região. De acordo com Higuchi et al. (1985), em uma área de 96 ha identificaram-se 409 espécies de árvores distribuídas em 206 gêneros e 51 famílias botânicas. Coleta de dados O monitoramento fenológico foi realizado mensalmente com o auxílio de um binóculo entre o período de janeiro de 2005 até dezembro de 2009 em 80 árvores. As observações fenológicas foram realizadas a partir da torre de observação (quilômetro 14 da estrada vicinal ZF-2). O registro das fenofases seguiu a metodologia proposta por Alencar et al. (1979), onde considera-se a floração (botão floral e flor propriamente dita), frutificação (frutos imaturos e maduros) e mudança foliar (produção de folhas novas). Os dados de precipitação foram coletados concomitantemente com as observações fenológicas, na área do estudo. Caracterização dos indivíduos estudados: Os 80 indivíduos arbóreos amostrados estão distribuídos em 60 espécies, 43 gêneros pertencentes a 20 famílias. As famílias mais representativas em termos de número de indivíduos foram: Sapotaceae (14 indivíduos), Lecythidaceae (10 indivíduos), Mimosoideae (10 indivíduos), Lauraceae (nove indivíduos), e Caesalpinioideae (sete indivíduos). As famílias Sapotaceae (14 espécies), Mimosoideae (7 espécies), Caesalpinioideae e Lauraceae (6 espécies) apresentaram maior abundância de espécies. Análise de dados Visto que o número de indivíduos por espécies eram baixos para a maioria das espécies (um a dois indivíduos por espécie) e sendo não recomendável para análises Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 3

4 populacionais, foi decidido fazer uma análise da comunidade considerando os 80 indivíduos. Os padrões fenológicos tanto reprodutivos como vegetativos foram determinados a partir do número de espécies mostrando dito evento por mês em cada ano. Realizou-se a análise da variação mensal de cada evento fenológico durante o período de estudo comparando-a simultaneamente com o comportamento mensal da precipitação, a fim de verificar a ocorrência ou não de um padrão reprodutivo e vegetativo justificado por esta variável climática. RESULTADOS E DISCUSSÃO O período de floração da comunidade arbórea apresentou maior intensidade entre os meses de julho a dezembro, período caracterizado por menor intensidade de chuva na região (Figura 1). O mesmo padrão foi encontrado nos estudos de Alencar et al. (1979) e Araújo (1970) na Amazônia Central, relatando que a maioria das espécies floresceu na época de menor pluviosidade, havendo portanto uma periodicidade para a floração, com um pico de floração entre os meses de julho a setembro. Segundo van Schaik et al. (1993 apud Bentos et al. 2008) a floração na estação seca é vantajosa para a polinização, pois facilita a ação de agentes polinizadores, uma vez que a ação da chuva pode inibir a atividade de polinização. Figura 1 - Variação mensal do número de espécies florescendo durante cinco anos de estudo na Reserva ZF-2. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 4

5 O período de frutificação mostrou-se mais intenso entre os meses de janeiro a maio, período caracterizado por maior intensidade de chuva (Figura 2). Nos estudos de Alencar et al. (1979) e Araújo (1970) o período de frutificação das espécies estudadas, também coincidiu com o período de intensas chuvas, caracterizando-se por haver uma periodicidade no período de frutificação, cujos picos ocorrem entre os meses de setembro a novembro. A frutificação no período chuvoso, segundo van Schaik et al. (1993 apud Bentos et al. 2008), é uma estratégia adaptativa das plantas, pois proporciona a germinação das sementes e o desenvolvimento do sistema radicular das plântulas em um período de alta disponibilidade de água, fazendo com que no período de seca as plântulas apresentem uma melhor condição de absorção de umidade via sistema radicular. Figura 2. Variação mensal do número de espécies frutificando durante cinco anos de estudo na Reserva ZF-2. A mudança foliar apresentou-se mais intensa no período de seca característico da região. (Figura 3). Vários estudos realizados na Amazônia apontam características semelhantes para esta fenofase (Alencar, et al. 1979; Araújo, 1970; Pinto I et. al 2005; Pinto et. al 2008). A renovação das folhas pode está relacionada a funções estratégicas das plantas, pois a perda das folhas neste período evita a evaporação excessiva de água, escassa nesse período. A perda de folhas no período seco é considerada também um mecanismo de propagação da espécie, onde a planta direciona os nutrientes necessários às folhas para a produção de frutos que será manifestado na estação seguinte. Alencar et. al, (1979) aponta outros fatores abióticos além destes que podem influenciar a perda de folhas: baixa intensidade de luz, mudança de temperatura, comprimento do dia, além de fatores relacionados a disponibilidade de minerais presentes no solo. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 5

6 Figura 3. Variação mensal do número de espécies em regime de mudança foliar durante cinco anos de estudo na Reserva ZF-2. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 6

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Análise fenológica da comunidade arbórea apresentou um padrão de manifestação para cada fenofase estudada, cuja floração e a mudança foliar apresentaram-se mais intensas durante o período seco da região amazônica e a frutificação no período chuvoso. Comparando-as com as variações de precipitação ao longo do ano, verifica-se uma possível dependência entre as mudanças fenológicas e o regime de chuvas uma vez que as fenofases manifestam-se mais intensamente nos diferentes períodos de chuva. Entretanto somente uma análise de correlação entre as fenofases floração, frutificação e mudança foliar nos indivíduos estudados e a variável climática precipitação confirmaria a influência ou não do regime pluviométrico no comportamento fenológico. AGRADECIMENTOS Agradeço ao Laboratório de Manejo Florestal do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia por viabilizar a realização deste estudo, aos pesquisadores e amigos que contribuíram com críticas e sugestões para a elaboração do mesmo. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 7

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALENCAR, J. C.; Almeida, R. A.; Fernandes, N. P.Fenologia de Espécies Florestais em Floresta Tropical Úmida de Terra Firme na Amazônia Central. Acta Amazonica 9(1): ARAÚJO, V.C. Fenologia de essências florestais amazônicas. Boletim do Inpa (4): BENTOS, T.V.; Mesquita, R.C.G.; Williamson, G.B. Reproductive Phenology of Central Amazon Pioneer Trees. Tropical Conservation Science 1: CARNEIRO, V.M.C. Composição florística e análise estrutural da floresta de terra- firme na bacia do Rio Cuieiras, Manaus-AM. Dissertação de Mestrado, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/ Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Amazonas. 67pp FERRAZ, J.; OHTA, S.; SALLES, P.C. Distribuição dos Solos ao Longo de Dois Transectos em Floresta Primária ao Norte de Manaus (AM). Em: Pesquisas Florestais para Conservação da Floresta e Reabilitação de Áreas Degradadas da Amazônia. N. Higuchi, M.A.A. Campos, P.T.B. Sampaio e J. dos Santos (editores). pp HIGUCHI, N.; JARDIM, F.C. DA S.; SANTOS, J. DOS; BARBOSA, A. Bacia 3 - Inventário Florestal Comercial. Acta Amazonica 15(3-4): LUIZÃO, F. J.; VASCONCELOS, H. L. Floresta Tropical úmida (Manaus), SITE Disponível em <www.inpa.com.br.> Acesso em 26/11/2009 MANTOVANI, M.; RUSCHEL, A. R.; REIS, M. S.; PUCHALSKI, A.; NODARI, R. O. Fenologia Reprodutiva de Espécies Arbóreas em uma Formação Secundária da Floresta Altântica. Revista Árvore 27(4): MORELLATO, L. P. C.; PINTO, A. M.; BARBOSA, A. P. Projeto de monitoramento fenológico em longo prazo em árvores da floresta amazônica: adequação do banco de dados e avaliação dos efeitos de variações climáticas na fenologia. Centro de Referência em Informação Ambiental CRIA PINTO, A. M.; RIBEIRO, R. J.; ALENCAR, J.C.; BARBOSA, A. P. Fenologia de Simarouba amara Aubl. na reversa florestal Adolfo Ducke, Manaus, AM. Acta Amazonica 35(3): PINTO, A. M.; MORELLATO, L.P.C..; BARBOSA, A. P. Fenologia reprodutiva de Dipteryx odorata (Aubl.) Willd em duas áreas de floresta na Amazônia Central. Acta Amazonica 38(4): RUBIM, P.; NASCIMENTO, H.E.M.; MORELLATO, L.P.C.; no prelo. Padrões fenológicos da comunidade arbórea em uma floresta semidecídua no sudeste do Brasil: efeitos de variáveis climáticas ao longo de um período de quatro anos. Acta Botânica Brasílica. SILVA, R. P. da. Padrões de Crescimento de árvores que ocorrem em diferentes topossequências na região de Manaus (AM). Dissertação de Mestrado, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/ Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Amazonas. 60 pp SOUZA, V. C. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Intituto Plantarum, Nova Odessa, SP, BR. 639 pp Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 8

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