ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DA CANTINA DO BANCO DO BRASIL - AGÊNCIA TRINDADE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DA CANTINA DO BANCO DO BRASIL - AGÊNCIA TRINDADE"

Transcrição

1 ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DA CANTINA DO BANCO DO BRASIL - AGÊNCIA TRINDADE Chrystianne Goulart Mestranda do Dept. de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC - Brasil. Prof. Dr. Fernando Oscar Ruttkay Pereira Prof. Dr. do Dept. de Arquitetura e Urbanismo, Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC - Brasil. Maurício Neves Garofalo Mestrando do Dept. de Pós-Graduação de Engenharia Civil, Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC - Brasil. Prof. Dr. Roberto Lamberts Prof. Dr. do Dept. de Engenharia Civil, Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC - Brasil. RESUMO This article relate a case study made in a agency of Brazil Bank, in Florianópolis city. The aim of this research was the analyse of the thermal environment of the Canteen of the Bank, due the usuaries complaints about this environment. Based in the datas obtained with the utilized metodology, was verified that the Canteen didn t give a satisfy thermal comfort to the usuaries of the Bank. Palavras-chave: Thermal environment; Thermal Comfort; Canteen. 1 - INTRODUÇÃO As edificações servem de barreiras entre os principais ciclos climáticos e as atividades das pessoas. Para isso, devem ser projetadas para responder tanto às condições ambientais quanto aos requisitos de conforto dos usuários. Os requisitos de conforto são geralmente definidos através dos quatro parâmetros físicos que caracterizam um ambiente térmico: temperatura do ar; umidade relativa; velocidade do ar e temperatura radiante média. A medida destes parâmetros permite prever-se os índices de conforto dos trabalhadores num determinado ambiente. Este trabalho tem como objeto de estudo a Cantina do Banco do Brasil - Agência Trindade, sendo este ambiente dividido, em duas áreas: a cozinha, utilizada pela copeira, e o refeitório, utilizado pelos demais funcionários da Banco. 2 - OBJETIVO O objetivo deste trabalho foi o de analisar o ambiente térmico da cantina do Banco do Brasil - Agência Trindade, a fim de verificar se este ambiente oferece conforto a seus usuários, conforme recomenda a Norma ISO 7730/84.

2 3 -MATERIAL E MÉTODO As medições foram realizadas com equipamentos apropriados (conforme anexo B da ISO 7726), sendo eles: - termômetro de globo; - dois termômetros de mercúrio comum; - um psicrômetro giratório n. 14; - termo-anemômetro digital. Para se efetuar as medições na Cantina, seguiu-se os seguintes passos: 1) Escolheu-se primeiramente, os pontos para executar-se as medições, conforme figura abaixo: Os pontos P1, P2 e P4 foram escolhidos por serem locais utilizados por pessoas com diferentes atividades e vestimentas, guardas, demais funcionários e copeira, respectivamente; o ponto P3, por também ser utilizado pelos guardas e por apresentar no dia da medição uma corrente de ar. Quanto ao P5, este foi escolhido devido à presença neste local, de uma cafeteira elétrica, que irradia muito calor. 2) Iniciou-se a fase de estabilização dos equipamentos e o reconhecimento do grau de precisão e incertezas da leitura; esta etapa durou 30 minutos; 3) Colocou-se o termômetro de globo (TG) no local da medição, deixando-o aí por 20 minutos (cfe. ISO7726, anexo B); 4) Molhou-se a mecha do TBU, com água de torneira (o ideal seria usar água destilada, Ce. anexo D da ISO7726) e girou-se o psicrômetro por um minuto, a fim de atingir a velocidade de 4 a 5 m/s; 5) Efetuou-se a medida da velocidade do ar, apontando-se o ponto vermelho do sensor par direção de onde vinha o vento(cfe. anexo E da ISO7726). Segurando-se firmemente o aparelho, sem mexer, tomou-se a leitura após 3 segundos. Em alguns pontos houve oscilações no resultado, fazendo-se portanto a média entre três valores obtidos. NOTA: por tratar-se de um ambiente, (cantina), homogêneo de classe C, efetuou-se as medições na altura do abdômen (Cfe. ISO7726), área do corpo de maior massa; sendo que para os pontos; P1 e P3 - mediu-se na altura de 0,90m, por serem estes locais onde as pessoas se sentam em bancos altos; P2 - mediu-se na altura de 0,60m por serem este um local onde as pessoas se sentam em cadeiras;

3 P4 ep5 - mediu-se na altura de 1,10m, uma vez estes são os locais de atividade da copeira que trabalha de pé; 6) Com dois termômetros comuns, um colocado à altura da cabeça e outro à altura do tornozelo da pessoa, tomou-se a leitura (após 10 min) destas duas localidades do corpo, a fim de calcular-se posteriormente, o gradiente térmico; 7) Com estas medições efetuadas, tomou-se a leitura do TG. NOTA: a. Anotou-se também a sensação da copeira em relação ao conforto térmico, em cada horário da medição (que será visto mais adiante). b. As medições foram realizadas das 13:00 às 17:40h do dia , onde mediuse os pontos P1, P2, P3, P4 e P5 no intervalo de 20 minutos cada, sendo que voltou-se a medir todos os parâmetros em cada ponto). Totalizou-se 15 medições. c. A velocidade do ar não foi medida nas direções x, y e z, pois não existiam correntes de ar unidirecionais relevantes na cozinha. 4 - RESULTADOS Os dados obtidos nas medições efetuadas com os equipamentos foram: 13: : : Tab. 1: Dados obtidos no P1. 13: : : Tab. 2: Dados obtidos no P2. 13: : : Tab. 3: Dados obtidos no P3. 14: : : Tab. 4: Dados obtidos no P4. 14: * : : Tab. 5: Dados obtidos no P5.

4 * A TBU no P5, às 14:20, foi alta devido a presença da cafeteira elétrica, que ficou ligada até às 15:00, o que explica a queda do seu valor nos demais horários, deste ponto Sensação Térmica dos Usuários da Cantina: A cada medição, a copeira (cobaia) expressava sua opinião quanto a sua sensação térmica. Suas avaliações foram feitas em função da seguinte escala (Ce. ISO7730): -3(muito frio) +3(muito quente) -2(frio) 0(neutro) +2(quente) -1(levemente frio) +1(levemente quente) A avaliação da copeira, em todos os horários, foi de +3, ou seja, durante todas as horas, na CANTINA ela sentiu muito calor.; Este procedimento foi feito também para alguns usuários que utilizaram a CANTINA durante o período de medições, sendo que todos tiveram a sensação térmica de +2 (calor) Cálculo da Taxa de Metabolismo dos Usuários: Os usuários da cozinha possuem atividades distintas: - A copeira realiza sua atividade de pé, sendo que 25% do tempo, esta atividade é mais leve (93W/m 2 ), enquanto que nos 75% restantes realiza um trabalho mais pesado (116W/m 2 ), por isso seu metabolismo é de: (93w/m 2 x 0,25) + (116W/m 2 x 0,75) = 110,25W/m 2 - Os guardas realizam sua atividade de pé, relaxados (970W/m2) em 90% das horas de trabalho, sendo que nos 10% restantes estão sentados(58w/m2)quando vão à CANTINA para fazerem as refeições. (70W/m 2 ) + (58W/m 2 ) = 68,8W/m 2 - Os demais funcionários do Banco, homens e mulheres, realizam uma atividade sedentária (70W/m2) em 86% da 7 horas de trabalho, enquanto que nos 14% restantes vão à cozinha para fazer as refeições, ficando sentados e relaxados (58W/m2): (70W/m 2 * 0,860) + (58W/ m 2 ) = 68,32W/m 2 NOTA: os valores de metabolismo, para cada atividade, foram adotados, conforme o anexo B da norma ISO Cálculo da Resistência Térmica da Vestimenta dos Usuários: A copeira, no dia da medição usava uma camiseta sem manga, bermuda ciclista em algodão, sandália e guarda-pó curto, de tergal. Os guardas usavam seu uniforme normal: calça comprida, camisa de manga comprida, boné e sapato. Os funcionários homens, estavam de calça comprida e camisa de manga curta, enquanto que todas as mulheres estavam de camisa de manga curta, e a grande maioria de saia, sendo poucas as que estavam de calça ou bermuda. Com os valores, obtidos pela tabela 4 do anexo C da ISO7730, conforme a combinação aproximada de peças de roupa usadas no dia da medição, obteve-se as seguintes resistências térmicas: - Copeira: 0,516 clo; - Guardas: 0,54 clo; - Homens: 0,47 clo; - Mulheres: 0,46 clo Cálculo da Eficiência Mecânica: Por não ser considerado pela ISO7730, a eficiência mecânica é igual a 0 (zero).

5 4.6 -Cálculo da Temperatura Radiante Média: Segundo o anexo B da norma ISO7726, a trm é obtida através de duas equações, uma de convecção forçada. hcg natural = 1,4x( t/d) 1/4 hcg forçada = 6,3x(Va 0,6 /D 0,4 ) Onde: t = diferença de temperatura entre TBS e TG (em C). d = diâmetro do globo (em metros). Va = velocidade do ar (em metros por segundo). D = diâmetro do globo (em metro). O maior valor entre estas duas equações e o uso, para medição, do globo padrão, ou seja, de diâmetro de 15 cm, determinam para cada ponto, o uso da equação para convecção natural ou da equação forçada, sendo elas: - Equação para convecção: trm = [(tg+273) 4 + 0,4x10 8 tg-ta 1/4 x(tg-ta)] 1/ Equação para convecção forçada: trm = [(tg+273) 4 + 2,5x10 8 xva 0,6 (tg-ta)] 1/4-273 Onde: tg = temperatura do globo (em C) ta = temperatura do ar (em C) va = velocidade do ar (em metros por segundo). Os valores obtidos de Trm, para os diversos horários de medição, paracada um dos 5 pontos, encontram-se nas tabelas 6,7,8,9 e Cálculo da Umidade Relativa do Ar (UR): Através da Carta Psicrométrica (anexo D da ISO7726), em função do TBU e TBS, estimou-se a umidade relativa do ar para cada medição: 13: : : Tab. 6: Dados obtidos no P1. 13: : : Tab. 7: Dados obtidos no P2. 13: : : Tab. 8: Dados obtidos no P3. 14: : :

6 Tab. 9: Dados obtidos no P4. 14: : : Tab. 10: Dados obtidos no P Cálculo do PMV (Voto Médio Predito) e PPD (Percentagem de Pessoas Insatisfeitas): O cálculo do PMV e PPD, para cada ponto, foi feito através do computador, para o qual utilizou-se o programa PMV.EXE Procedimento para entrada de dados: - Entrou-se com o programa PMV.EXE; - Selecionou-se opção manual; - Entrou-se, para cada horário de medição em cada ponto, com os seguintes parâmetros: - Taxa Metabólica (em W/m2); - Resistência Térmica da Vestimenta (em clo); - Temperatura do Ar - TBS (em C); - Temperatura do Bulbo Úmido - TBU (em C); - Temperatura Radiante Média - trm (em C); - Velocidade do Ar (em m/s) Obs: para Var=0 foi usado o valor 0, em função do programa não aceitar o valor 0 (zero) Resultados obtidos para PMV e PPD: 13: : : Tab.11: Valores do P1, com usuário (guarda) vestindo 0,54 clo. 13: : : Tab.12: Valores do P2, com usuário (homens) vestindo 0,47 clo. 13: : : Tab.13: Valores do P2, com usuário (mulheres) vestindo 0,46 clo. 13: :

7 17: Tab.14: Valores do P3, com usuário (guarda) vestindo 0,54 clo. 14: : : Tab.15: Valores do P4, com usuário (copeira) vestindo 0,52 clo. 14: : : Tab.16: Valores do P5, com usuário (copeira) vestindo 0,52 clo. 5 - DISCUSSÃO: Conforme a ISO7730, os valores recomendados para PMV e PPD, para haver conforto térmico, são os seguintes: -0,5<PMV<+0,5 PPD = de ótimo (5%) até o valor aceitável (20%). Comparando-se os valores obtidos com os recomendados pela Norma, observa-se que: Nos pontos 1,3 4 e 5 os índices do PMV ultrapassaram os limites de conforto recomendado pela Norma, ou seja, -0,5<PMV<+0,5, sendo que os valores ficam entre +0,8 e +1,6, os quais indicam que no dia da medição, os usuários destes pontos, respectivamente, sentiam desconforto térmico. Quanto ao PPD, nestes pontos (1,3,4 e 5), obteve-se valores superiores ao aceitável pela Norma, ou seja, maiores que 20%. Vale ressaltar que para os pontos 4 e 5, locais de atividade da copeira, obteve-se os maiores valores tanto para PMV quanto para PPD. Num grupo de pessoas localizadas num destes pontos, vestindo 0,52 clo e com um metabolismo igual a 110,25 W/m 2 mais da metade estariam insatisfeitas (PPD4 = 51,5% e PPD% = 61,4%) quanto ao conforto térmico. Este desconforto seria um pouco maior na localidade do ponto 5, (onde obteve-se os maiores valores para PMV e PPD) no horário entre 14:20 devido à presença da cafeteira elétrica industrial, que irradia muito calor. Como, no dia da medição, este aparelho foi desligado às 15:00, observou-se uma queda nos valores de PMV e PPD para os pontos 4 e 5, explicam a sensação de muito calor (+3) citada pela copeira durante todos os horários da medição; considerando-se os seguintes fatores: atividade realizada; roupas usadas; idade; sexo e aclimatação. Já para o ponto 2, os valores de PMV estão dentro dos limites da Norma, - 0,5<PMV<+0,5, com exceção do valor medido às 13:20h, onde obteve-se pmv = 0,6. Nos demais horários de medição, os usuários, tanto os homens quanto as mulheres estavam confortáveis termicamente. O índice PPD no ponto 2 está dentro do valor aceitável pela Norma, sendo os valores obtidos inferiores à 20%, o que indica que 80% dos usuários do local estavam satisfeitos com o estado de conforto térmico. Pode-se observar, através dos valores obtidos neste ponto, que a porcentagem de pessoas insatisfeitas, foi menor para as mulheres, devido à resistência térmica da roupa que estas usavam ser menor que a dos homens.

8 Verifica-se também, através dos dados citados, que as variáveis que tiveram maior influência na Porcentagem de Insatisfeitos, foram os índices de resistência térmica da vestimenta, a taxa metabólica (nível de atividade) e velocidade do ar, já que os demais parâmetros (TBS, TBU, trm) apresentam valores aproximados em cada horário de medição, ou seja, em cada ponto. A velocidade do ar, no caso estudado contribuiu consideravelmente no conforto, ou seja, quanto maior a velocidade do ar no ambiente, maior foi a porcentagem de pessoas satisfeitas. Observa-se também, quanto ao cálculo dos erros nos valores do índices PMV e PPD, que o maior erro de medição se deu em função dos cálculos do metabolismo e da Resistência Térmica, sendo que no ponto 5 (às 17:40) obteve-se o maior erro. OBS: Convém ressaltar que: - Todas as medidas foram obtidas numa tarde de outono (19/04), tendo o dia as seguintes características: - Umidade relativa do ar =à tarde: 50% ; à noite: 90% - Temperatura mínima do ar = 18,2 C - Dia parcialmente nublado - Vento leste e sul fraco e moderado. As conclusões acima foram feitas de acordo com os dados obtidos no dia que foram realizadas as medições, podendo variar em outras estações do ano - (verão, inverno, primavera). 6 - BIBLIOGRAFIA: - FROTA, A.B. & SCHIFFER, S.R. Manual de Conforto Térmico. São Paulo: Nobel, ISO Thermal Environment - Instruments and Methods for Measuring Physical Quantities, ISO Moderate Thermal Environment Determination of the PMV and PPD Indices and Specifications of the Conditions for Thermal Comfort, SNYDER, J.C. & CATANESE, A. Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro, Campus, 1984.

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + humanas + ambientais + outras + balanço ter. + adaptativo + standard 55 estrutura variáveis cálculo 2 definição

Leia mais

Desempenho Térmico de Edificações: Parte 1: Definições, Símbolos e

Desempenho Térmico de Edificações: Parte 1: Definições, Símbolos e Janeiro 2003 Projeto 02:135.07-001 Desempenho térmico de edificações Parte 1: Definições, Símbolos e Unidades. Origem: 02:135.07-001:1998 CB-02- Comitê Brasileiro de Construçãivil CE-02:135.07 - Comissão

Leia mais

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS Marieli Azoia Lukiantchuki (1); Monica Faria de Almeida Prado (2); Rosana Maria Caram (3) (1) Departamento de Arquitetura

Leia mais

O USO DA VEGETAÇÃO COMO COBERTURA EM ESPAÇOS URBANOS ABERTOS: VERIFICAÇÃO COMPARATIVA EXPERIMENTAL DE CONFORTO TÉRMICO

O USO DA VEGETAÇÃO COMO COBERTURA EM ESPAÇOS URBANOS ABERTOS: VERIFICAÇÃO COMPARATIVA EXPERIMENTAL DE CONFORTO TÉRMICO RESUMO O USO DA VEGETAÇÃO COMO COBERTURA EM ESPAÇOS URBANOS ABERTOS: VERIFICAÇÃO COMPARATIVA EXPERIMENTAL DE CONFORTO TÉRMICO Leonardo Marques Monteiro (1); Marcia Peinado Alucci (2) (1) Departamento de

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 VERIFICAÇÃO DO PÉ DIREITO COMO TÉCNICA DE CONFORTO TÉRMICO Mariana Ferreira Martins Garcia 1 ;Phelippe Mendonça de Paiva 2 ; Diogo Humberto Muniz 3 ;Adriana Pereira Resende Martins 4 ; Daniela Satie Kodama

Leia mais

CONFORTO E STRESS TÉRMICO

CONFORTO E STRESS TÉRMICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL CONFORTO E STRESS TÉRMICO Professor Roberto Lamberts, PhD Atualizações: Prof. Antonio Augusto Xavier Prof. Solange

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO NA ESCOLA PÚBLICA EM CUIABÁ-MT: ESTUDO DE CASO

CONFORTO TÉRMICO NA ESCOLA PÚBLICA EM CUIABÁ-MT: ESTUDO DE CASO Volume 14, janeiro a junho de 2005. CONFORTO TÉRMICO NA ESCOLA PÚBLICA EM CUIABÁ-MT: ESTUDO DE CASO MARTA CRISTINA DE JESUS ALBUQUERQUE NOGUEIRA Depto. de Arquitetura e Urbanismo/FAET/UFMT E-mail: mcjan@terra.com.br

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO UFMS CCET DEC. Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONFORTO TÉRMICO UFMS CCET DEC. Curso de Arquitetura e Urbanismo CONFORTO TÉRMICO 01 / 46 UFMS CCET DEC Curso de Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Conforto Ambiental Profs: Ana Paula da Silva Milani, José Alberto Ventura Couto e Wagner Augusto Andreasi IMPORTÂNCIA

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES

DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CTC - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM EDIFICAÇÕES DISCIPLINA: ECV 5161 DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES Roberto Lamberts,

Leia mais

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO ÀS POSSÍVEIS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNICÍPIO DE OURINHOS

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO ÀS POSSÍVEIS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNICÍPIO DE OURINHOS ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO ÀS POSSÍVEIS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNICÍPIO DE OURINHOS Débora Moreira de Souza 1, Jonas Teixeira Nery 1,2, Ana Cláudia Carfan 2 1 UNICAMP Campinas/São Paulo deborablosson@yahoo.com.br

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO AO CALOR EM AMBIENTE DE TRABALHO

AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO AO CALOR EM AMBIENTE DE TRABALHO LAUDO TÉCNICO AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO AO CALOR EM AMBIENTE DE TRABALHO 1 - OBJETIVO Tem por objetivo o presente laudo técnico, avaliar a exposição ocupacional ao calor conforme NR 15 anexo n o 3 da Portortaria

Leia mais

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO E DO NÍVEL DE CO 2 EM EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO COM CLIMATIZAÇÃO ARTIFICIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO

AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO E DO NÍVEL DE CO 2 EM EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO COM CLIMATIZAÇÃO ARTIFICIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO E DO NÍVEL DE CO 2 EM EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO COM CLIMATIZAÇÃO ARTIFICIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO Eliane H. Suzuki (1); Racine T. A. Prado (2) (1) Departamento de Engenharia

Leia mais

Sobrecarga Térmica. Revisão do Anexo 3 Consulta Pública MTE

Sobrecarga Térmica. Revisão do Anexo 3 Consulta Pública MTE Revisão do Anexo 3 Consulta Pública MTE Rudolf M. Nielsen Eng. Industrial e de Seg. Trabalho Mestre Eng. Produção Ergonomia AIHA ACGIH - ABHO Fev 2014 2 3 4 5 6 7 8 9 Quadros 1 e 2: colocar o C nos níveis

Leia mais

Avaliação do Conforto Térmico de Trabalhadores de uma Indústria Têxtil

Avaliação do Conforto Térmico de Trabalhadores de uma Indústria Têxtil Avaliação do Conforto Térmico de Trabalhadores de uma Indústria Têxtil Jonas Pedro Fabris (UFSC) jpfabris@hotmail.com.br R. Lamberts (UFSC) lamberts@ecv.ufsc.br Maria Emilia Camargo(UNISC) kamargo@terra.com.br

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ARTES E ARQUITETURA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO - ESCOLA EDGARD ALBUQUERQUE GRAEFF CONFORTO TÉRMICO PROF.

DEPARTAMENTO DE ARTES E ARQUITETURA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO - ESCOLA EDGARD ALBUQUERQUE GRAEFF CONFORTO TÉRMICO PROF. DEPARTAMENTO DE ARTES E ARQUITETURA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO - ESCOLA EDGARD ALBUQUERQUE GRAEFF CONFORTO TÉRMICO PROF. LEÔNIDAS ALBANO LISTA DE EXERCICIOS 1) Explique as relações entre perdas/ganhos

Leia mais

O conforto térmico como um processo de adaptação ambiental: repensando os padrões da habitação em São Paulo Joana Carla Soares Gonçalves

O conforto térmico como um processo de adaptação ambiental: repensando os padrões da habitação em São Paulo Joana Carla Soares Gonçalves O conforto térmico como um processo de adaptação ambiental: repensando os padrões da habitação em São Paulo Joana Carla Soares Gonçalves O conceito mais atual de conforto térmico é aquele que relaciona

Leia mais

Respostas - Exercícios de rotação e translação

Respostas - Exercícios de rotação e translação Respostas - Exercícios de rotação e translação 1) "Durante a minha vida inteira me fiz essas perguntas: Existe vida além da Terra? Se existe, como se parece? De que é feita? Os seres de outros mundos se

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N.º 1.358, DE 2013 (Do Sr. Domingos Sávio)

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N.º 1.358, DE 2013 (Do Sr. Domingos Sávio) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N.º 1.358, DE 2013 (Do Sr. Domingos Sávio) Susta a aplicação do Anexo 3, da Norma Regulamentadora nº 15 (NR 15), do Ministério do Trabalho e Emprego

Leia mais

RISCOS ESTRATÉGIA ÃO: : COMO? 1. Descrição sucinta da situação de trabalho. separadamente e sucessivamente sobre. temperatura

RISCOS ESTRATÉGIA ÃO: : COMO? 1. Descrição sucinta da situação de trabalho. separadamente e sucessivamente sobre. temperatura ESTRATÉGIA DE PREVENÇÃ DS RISCS AMBIENTES TÉRMICS T DE TRABALH Professeur J. Malchaire ESTRATÉGIA Quando? Como? Custo? Nivel 2 BSERVAÇÃ todos os casos observações qualitativas baixo Nivel 3 ANÁLISE casos

Leia mais

Avaliação das condições de conforto e percepção térmica no posto de trabalho da cozinha de um restaurante do tipo industrial

Avaliação das condições de conforto e percepção térmica no posto de trabalho da cozinha de um restaurante do tipo industrial Avaliação das condições de conforto e percepção térmica no posto de trabalho da cozinha de um restaurante do tipo industrial Luciano G. de Azevedo (UFCG) azevedo@dec.ufcg.edu.br Edimar Alves Barbosa (UFCG)

Leia mais

Fernando Stancato ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DE CABINE DE AERONAVE

Fernando Stancato ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DE CABINE DE AERONAVE Fernando Stancato ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DE CABINE DE AERONAVE São Paulo 2009 Fernando Stancato ANÁLISE DO AMBIENTE TÉRMICO DE CABINE DE AERONAVE Tese apresentada à Escola Politécnica da Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONFORTO E STRESS TÉRMICO EM UMA LAVANDERIA HOSPITALAR

AVALIAÇÃO DO CONFORTO E STRESS TÉRMICO EM UMA LAVANDERIA HOSPITALAR AVALIAÇÃO DO CONFORTO E STRESS TÉRMICO EM UMA LAVANDERIA HOSPITALAR João Batista Flesch e-mail: jbflesch@sinos.net Artigo elaborado a partir da disseratação de mestrado apresentada para obtenção do título

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS.

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. Nathalya Luciano Buges - Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + definição + importância + termoregulação + trocas térmicas + humanas + ambientais + outras + medição + cálculos

Leia mais

Anand Subramanian Universidade Federal da Paraíba (UFPB). E-mail: anandsubraman@hotmail.com

Anand Subramanian Universidade Federal da Paraíba (UFPB). E-mail: anandsubraman@hotmail.com AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES TERMOAMBIENTAIS EM UMA FÁBRICA DE CERÂMICAS Anand Subramanian Universidade Federal da Paraíba (UFPB). E-mail: anandsubraman@hotmail.com Antonio Souto Coutinho Universidade Federal

Leia mais

UMinho 2015 Nilton César Andrade Gomes Os Efeitos do Ambiente Térmico: Avaliação Subjetiva e Numérica

UMinho 2015 Nilton César Andrade Gomes Os Efeitos do Ambiente Térmico: Avaliação Subjetiva e Numérica Universidade do Minho Escola de Engenharia Nilton César Andrade Gomes UMinho 2015 Nilton César Andrade Gomes Os Efeitos do Ambiente Térmico: Avaliação Subjetiva e Numérica Os Efeitos do Ambiente Térmico:

Leia mais

Avaliação das condições de conforto ambiental e eficiência energética dos edifícios e suas inter-relações

Avaliação das condições de conforto ambiental e eficiência energética dos edifícios e suas inter-relações Avaliação das condições de conforto ambiental e eficiência energética dos edifícios e suas inter-relações Prof. Dr. Fernando Cremonesi, Profa. Dra. Roberta Kronka, Prof. Dr. Leonardo M. Monteiro, Prof.

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 3

LISTA DE EXERCÍCIOS 3 DISCIPLINA: CÁLCULO DAS PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA I PERÍODO: 2013.2 LISTA DE EXERCÍCIOS 3 1) Uma empresa fabricante de pastilhas para freio efetua um teste para controle de qualidade de seus produtos.

Leia mais

DETERMINAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DE UM SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO COM DISTRIBUIÇÃO DE AR PELO PISO PARA A MELHOR EFETIVIDADE DA VENTILAÇÃO

DETERMINAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DE UM SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO COM DISTRIBUIÇÃO DE AR PELO PISO PARA A MELHOR EFETIVIDADE DA VENTILAÇÃO DETERMINAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DE UM SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO COM DISTRIBUIÇÃO DE AR PELO PISO PARA A MELHOR EFETIVIDADE DA VENTILAÇÃO Renata Maria Marè (1); Brenda Chaves Coelho Leite (2) (1) Departamento

Leia mais

Conforto térmico no ambiente de trabalho: avaliação das variáveis subjetivas da percepção do calor

Conforto térmico no ambiente de trabalho: avaliação das variáveis subjetivas da percepção do calor Conforto térmico no ambiente de trabalho: avaliação das variáveis subjetivas da percepção do calor Graciela Santos Joana Ferreira de Oliveira gra_joana@yahoo.com.br Marluce Teixeira Andrade Queiroz - marluce.queiroz@yahoo.com.br

Leia mais

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO: ASILOS

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO: ASILOS AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO: ASILOS Candice de Albuquerque Tomé Bolsista PIBIC/CNPq/UFPB Email: candicetome@hotmail.com Francisco Soares Másculo Dr. Orientador Email: masculo@producao.ct.ufpb.br

Leia mais

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO DE UM AMBIENTE CONDICIONADO COM DIFERENTES SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR ATRAVÉS DE SIMULAÇÃO CFD

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO DE UM AMBIENTE CONDICIONADO COM DIFERENTES SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR ATRAVÉS DE SIMULAÇÃO CFD ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO DE UM AMBIENTE CONDICIONADO COM DIFERENTES SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR ATRAVÉS DE SIMULAÇÃO CFD Helton Figueira Rossi (1), Álvaro Messias Bigonha Tibiriçá (2), Guilherme

Leia mais

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005.

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. Aline Fernanda Czarnobai 1 Daniel Augusto de Abreu Combat 2 Jorge Bortolotto 3 Rafaelle Fraga de Santis 4 Carlos Eduardo

Leia mais

CONFORTO HIGROTÉRMICO EM RUAS DO BAIRRO DE SÃO CRISTÓVÃO, RIO DE JANEIRO/ BRASIL. M. L. A. Niemeyer

CONFORTO HIGROTÉRMICO EM RUAS DO BAIRRO DE SÃO CRISTÓVÃO, RIO DE JANEIRO/ BRASIL. M. L. A. Niemeyer CONFORTO HIGROTÉRMICO EM RUAS DO BAIRRO DE SÃO CRISTÓVÃO, RIO DE JANEIRO/ BRASIL M. L. A. Niemeyer RESUMO Em função da crescente inquietação com questões relacionadas ao meio ambiente, o planejamento ambiental,

Leia mais

MERCOFRIO 2000 - CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL

MERCOFRIO 2000 - CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL MERCOFRIO 2000 - CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL O COMPORTAMENTO DA VENTILAÇÃO NUM PROTÓTIPO DE UNIDADE HABITACIONAL DE BLOCOS CERÂMICOS Miriam M. Sasaki

Leia mais

NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação.

NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação. NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação. Das normas NR 10 são citadas abaixo as normas voltadas para a iluminação: 10.2.3.3. Os postos

Leia mais

EFEITO DA COMBINAÇÃO DE DIFERENTES COBERTURAS E VENTILAÇÃO ARTIFICIAL SOBRE ÍNDICES DE CONFORTO TÉRMICO

EFEITO DA COMBINAÇÃO DE DIFERENTES COBERTURAS E VENTILAÇÃO ARTIFICIAL SOBRE ÍNDICES DE CONFORTO TÉRMICO Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica e V Jornada de Pesquisa e Pós Graduação UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 10 a 12 de novembro de 2010 EFEITO DA COMBINAÇÃO DE DIFERENTES COBERTURAS E VENTILAÇÃO

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO e STRESS TÉRMICO

CONFORTO TÉRMICO e STRESS TÉRMICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO. DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Laboratório de Eficiência Energética em Edificações CONFORTO TÉRMICO e STRESS TÉRMICO Elaborado por: Prof. Roberto

Leia mais

DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG.

DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG. DIFERENÇAS TÉRMICAS OCASIONADAS PELA ALTERAÇÃO DA PAISAGEM NATURAL EM UMA CIDADE DE PORTE MÉDIO - JUIZ DE FORA, MG. Resumo Cristina Silva de Oliveira¹ (UFJF³, chrisoliveira.jf@gmail.com) Daiane Evangelista

Leia mais

Fundação de Ensino e Engenharia em Santa Catarina http://www.feesc.org.br

Fundação de Ensino e Engenharia em Santa Catarina http://www.feesc.org.br UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Posta l 476 Fundação de Ensino e Engenharia

Leia mais

Esta norma, sob o título geral Desempenho térmico de edificações, tem previsão de conter as seguintes partes:

Esta norma, sob o título geral Desempenho térmico de edificações, tem previsão de conter as seguintes partes: SET 2003 Projeto 02:135.07-001 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Desempenho térmico de edificações Parte 1: Definições, símbolos e unidades Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar

Leia mais

Palavras-chave: Simulação, Climatização, Ar condicionado, Edificações, Energia.

Palavras-chave: Simulação, Climatização, Ar condicionado, Edificações, Energia. ANÁLISE COMPARATIVA DE SISTEMAS DE CLIMATIZAÇÃO TIPO VOLUME DE AR CONSTANTE (CAV) E VOLUME DE AR VARIÁVEL (VAV) MULTIZONAS OPERANDO EM CLIMA QUENTE E ÚMIDO César Augusto Gomes dos Santos Jorge Emanuel

Leia mais

QUANTO CUSTA O CONFORTO AMBIENTAL?

QUANTO CUSTA O CONFORTO AMBIENTAL? QUANTO CUSTA O CONFORTO AMBIENTAL? Stelamaris Rolla Bertoli Faculdade de Engenharia Civil UNICAMP rolla@fec.unicamp.br RESUMO Existem metodologias em economia que permitem quantificar o custo de processos

Leia mais

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo?

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo? 1. (Enem 2013) A Lei da Gravitação Universal, de Isaac Newton, estabelece a intensidade da força de atração entre duas massas. Ela é representada pela expressão: F G mm d 1 2 2 onde m1 e m2 correspondem

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO

CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fernando Henrique Cardoso MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO Francisco Dornelle FUNDACENTRO PRESIDÊNCIA Humberto Carlos Parro DIRETORIA EXECUTIVA

Leia mais

USO DE VIDRO DUPLO E VIDRO LAMINADO NO BRASIL: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ENERGÉTICO E CONFORTO TÉRMICO POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL

USO DE VIDRO DUPLO E VIDRO LAMINADO NO BRASIL: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ENERGÉTICO E CONFORTO TÉRMICO POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL USO DE VIDRO DUPLO E VIDRO LAMINADO NO BRASIL: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ENERGÉTICO E CONFORTO TÉRMICO POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL Priscila Besen (1) ; Fernando Simon Westphal (2) (1) Universidade

Leia mais

Resolução Comentada UFTM - VESTIBULAR DE INVERNO 2013

Resolução Comentada UFTM - VESTIBULAR DE INVERNO 2013 Resolução Comentada UFTM - VESTIBULAR DE INVERNO 2013 01 - A figura mostra uma série de fotografias estroboscópicas de duas esferas, A e B, de massas diferentes. A esfera A foi abandonada em queda livre

Leia mais

Matemática para Concursos - Provas Gabaritadas. André Luiz Brandão

Matemática para Concursos - Provas Gabaritadas. André Luiz Brandão Matemática para Concursos - Provas Gabaritadas André Luiz Brandão CopyMarket.com Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida sem a autorização da Editora. Título:

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber.

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Norma NBR 7198 (ABNT,1998) Projeto e execução de instalações prediais deágua quente. Condições

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA 1ª edição 2000 2ª edição 2004 3ª edição 2010 4ª edição 2012 5ª edição 2013 6ª edição 2014 TUFFI MESSIAS SALIBA Engenheiro Mecânico, pós-graduado em

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SENSAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO DOS USUÁRIOS DE UMA QUADRA POLIESPORTIVA EM UMA IES

AVALIAÇÃO DA SENSAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO DOS USUÁRIOS DE UMA QUADRA POLIESPORTIVA EM UMA IES João Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016 AVALIAÇÃO DA SENSAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO DOS USUÁRIOS DE UMA QUADRA POLIESPORTIVA EM UMA IES Lucas Carvalho de Oliveira (UFPB ) lucascarvalhodeoliveira@hotmailcom

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL

ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL RESUMO BARBIRATO, Gianna Melo (1); BARBOSA, Ricardo Victor Rodrigues (2); FERNANDES, Emanoel Farias (3); MORAIS, Caroline Santana de (4). (1) Universidade.

Leia mais

PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO

PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO Clovis Adelar Mattjie (FAHOR) cm000627@fahor.com.br Renato Ristof (FAHOR) rr000875@fahor.com.br

Leia mais

Os gráficos estão na vida

Os gráficos estão na vida Os gráficos estão na vida A UUL AL A Nas Aulas 8, 9 e 28 deste curso você já se familiarizou com o estudo de gráficos. A Aula 8 introduziu essa importante ferramenta da Matemática. A Aula 9 foi dedicada

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico

Desempenho Térmico de edificações Aula 2: Conforto Térmico Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + humanas + ambientais + outras + modelos + normas estrutura variáveis cálculo 2 definição conforto térmico é o

Leia mais

Ventilação natural e conforto térmico em climas quentes

Ventilação natural e conforto térmico em climas quentes Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro Tecnológico - CT Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil PPGEC Tópicos avançados em Conforto térmico Prof. Roberto Lamberts Ventilação natural e

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

MANUAL SEGURANÇA. Fritadeira Elétrica MODELOS INSTRUÇÕES. 0.37x0.35-0.55x0.35 1.10x0.35-1.65x0.35 COZINHAS PROFISSIONAIS

MANUAL SEGURANÇA. Fritadeira Elétrica MODELOS INSTRUÇÕES. 0.37x0.35-0.55x0.35 1.10x0.35-1.65x0.35 COZINHAS PROFISSIONAIS SEGURANÇA Diariamente, antes de ligar a INDUSFRITAS retire o eventual excesso de água abrindo levemente o registro SUPERIOR. Caso não saia água e sim óleo, significa que não há excesso de água, o registro

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ

AVALIAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNÓLÓGICO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL PPGEC FERNANDO BOECHAT FANTICELE AVALIAÇÃO DE CONFORTO TÉRMICO NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ

Leia mais

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA 431 DETERMINAÇÃO DO REGIME DE TRABALHO EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO, ATRAVÉS DA PROGRAMAÇÃO LINEAR. Miguel Munemori J 1 ; Faculdade Assis Gurgacz. Cascavel - PR Reinaldo P. Ricieri 2 ; Universidade Estadual

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para revisão do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição

Leia mais

BLOQUEIOS OCORRIDOS PRÓXIMOS À AMÉRICA DO SUL E SEUS EFEITOS NO LITORAL DE SANTA CATARINA

BLOQUEIOS OCORRIDOS PRÓXIMOS À AMÉRICA DO SUL E SEUS EFEITOS NO LITORAL DE SANTA CATARINA BLOQUEIOS OCORRIDOS PRÓXIMOS À AMÉRICA DO SUL E SEUS EFEITOS NO LITORAL DE SANTA CATARINA MARIANE CECHINEL GONÇALVES 1 KARINA GRAZIELA JOCHEM 2 VANESSA RIBAS CÚRCIO 3 ANGELA PAULA DE OLIVEIRA 4 MÁRCIA

Leia mais

CONDIÇÕES DE CONFORTO TÉRMICO PARA ESTUDANTES DE 2º GRAU NA REGIÃO DE FLORIANÓPOLIS

CONDIÇÕES DE CONFORTO TÉRMICO PARA ESTUDANTES DE 2º GRAU NA REGIÃO DE FLORIANÓPOLIS CONDIÇÕES DE CONFORTO TÉRMICO PARA ESTUDANTES DE 2º GRAU NA REGIÃO DE FLORIANÓPOLIS ANTONIO AUGUSTO DE PAULA XAVIER Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade

Leia mais

Potência elétrica. 06/05/2011 profpeixinho.orgfree.com pag.1

Potência elétrica. 06/05/2011 profpeixinho.orgfree.com pag.1 1. (Unicamp) Um aluno necessita de um resistor que, ligado a uma tomada de 220 V, gere 2200 W de potência térmica. Ele constrói o resistor usando fio de constante N. 30 com área de seção transversal de

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE CONFORTO AMBIENTAL EM AMBIENTES DE ESCRITÓRIO EM BLUMENAU SC

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE CONFORTO AMBIENTAL EM AMBIENTES DE ESCRITÓRIO EM BLUMENAU SC AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE CONFORTO AMBIENTAL EM AMBIENTES DE ESCRITÓRIO EM BLUMENAU SC Amilcar J. Bogo, Arquiteto e Urbanista, Dr., Professor Kátia V. Cañellas, Arquiteta e Urbanista, M.Sc., Professor

Leia mais

Bomba de Calor Piscina

Bomba de Calor Piscina Bomba de Calor Piscina 74 Como funciona 80 Detalhe do Sensor de Fluxo Externo 81 Características e benefícios dos produtos Heliotemp Compressor Scroll-Notadamente os compressores mais eficientes e silenciosos

Leia mais

Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal

Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal Autores Angelo Casali de Moraes - Eng. Florestal - UFV (angelo.moraes@ufv.br) Luciano José Minette - Eng. Florestal UFV (minette@ufv.br)

Leia mais

dígitos. altura (mm) 10

dígitos. altura (mm) 10 ±,QVWDODomR Este equipamento é de fixação em, por meio de duas presilhas, cujo aperto é realizado por parafuso. As dimensões para a abertura são indicadas na figura1. O esquema de ligação é mostrado na

Leia mais

CLIMA da REGIÃO de GOIÂNIA

CLIMA da REGIÃO de GOIÂNIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ARTES E ARQUITETURA "Escola Professor Edgar Albuquerque Graeff" CLIMA da REGIÃO de GOIÂNIA Prof. António Manuel C. P. Fernandes maio - 2002 APRESENTAÇÃO O

Leia mais

Uso de Simulação Computacional para Análise de Iluminação Natural

Uso de Simulação Computacional para Análise de Iluminação Natural VII ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO QUALIDADE NO PROCESSO CONSTRUTIVO 27 A 30 DE ABRIL DE 1998 FLORIANÓPOLIS - SC ANTAC NÚCLEO DE PESQUISA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA

Leia mais

Manual de Instruções. ADEGA TERMOELÉTRICA PARA VINHO 8 GARRAFAS - VERMELHA Modelo Nº.: 25284 (127V) E 25285 (220V)

Manual de Instruções. ADEGA TERMOELÉTRICA PARA VINHO 8 GARRAFAS - VERMELHA Modelo Nº.: 25284 (127V) E 25285 (220V) Manual de Instruções ADEGA TERMOELÉTRICA PARA VINHO 8 GARRAFAS - VERMELHA Modelo Nº.: 25284 (127V) E 25285 (220V) Índice Instruções de Segurança... 3 Instruções para a Instalação... 4 Componentes... 4

Leia mais

000 IT_005582 000 IT_007009

000 IT_005582 000 IT_007009 000 IT_00558 Um copo cilíndrico, com 4 cm de raio e cm de altura, está com água até a altura de 8 cm. Foram então colocadas em seu interior n bolas de gude, e o nível da água atingiu a boca do copo, sem

Leia mais

ESTUDO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE MATERIAIS UTILIZADOS COMO ESCUDO DE PROTEÇÃO DE DISPOSITIVOS AEROESPACIAIS

ESTUDO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE MATERIAIS UTILIZADOS COMO ESCUDO DE PROTEÇÃO DE DISPOSITIVOS AEROESPACIAIS ESTUDO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE MATERIAIS UTILIZADOS COMO ESCUDO DE PROTEÇÃO DE DISPOSITIVOS AEROESPACIAIS Luciana Ferreira Carvalho,*, Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos, SP,

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO Érico Anderson de Oliveira 1 CEFET-MG ericoliv@dcsa.cefetmg.br Ruibran Januário dos Reis 2 PUCMINAS ruibrandosreis@gmail.com

Leia mais

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes.

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Claudinéia Brazil Saldanha Rita de Cássia Marques Alves Centro Estadual de Pesquisas

Leia mais

1 Introdução. 2 Estudo do clima. 2.1 Métodos utilizados

1 Introdução. 2 Estudo do clima. 2.1 Métodos utilizados CARACTERIZAÇÃO DE CLIMAS COMPOSTOS E PROPOSIÇÃO DE DIRETRIZES PARA O PROJETO BIOCLIMÁTICO: O CASO DE CAMPINAS Chvatal, Karin M. S. (1) ; Labaki, Lucila C. (2) ; Kowaltowski, Doris C. C. K. (3) 1. Doutoranda

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO: UMA AVALIAÇÃO EM TRATORES AGRÍCOLAS SEM CABINES

CONFORTO TÉRMICO: UMA AVALIAÇÃO EM TRATORES AGRÍCOLAS SEM CABINES CONFORTO TÉRMICO: UMA AVALIAÇÃO EM TRATORES AGRÍCOLAS SEM CABINES João Eduardo Guarnetti dos Santos (UNESP) guarneti@feb.unesp.br Abílio Garcia dos Santos Filho (UNESP) abilio@feb.unesp.br Mariana Falcão

Leia mais

Manual de Operação. Balança UR10000 LIGHT 300/100

Manual de Operação. Balança UR10000 LIGHT 300/100 Manual de Operação Balança UR10000 LIGHT 300/100 1 - INTRODUÇÃO Este equipamento foi projetado para atender aos mais rigorosos requisitos de precisão em pesagem, possuindo componentes de altíssima qualidade,

Leia mais

COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590

COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590 COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590 QUESITOS PROPOSTOS PELA PROMOTORIA: 1) O que é Tbu Tbs TG UR e var fl. 6 Tbu temperatura de bulbo úmido Tbs temperatura de bulbo seco TG

Leia mais

EXPOSIÇÃO AO CALOR: Sobrecarga ou Conforto?

EXPOSIÇÃO AO CALOR: Sobrecarga ou Conforto? 1 Conforto Térmico EXPOSIÇÃO AO CALOR: Sobrecarga ou Conforto? Renato Martins Palierini renato@twabrasil.com.br DOMÍNIO CONCEITUAL NECESSÁRIO 2 Mecanismos de troca térmica Taxa metabólica e dispêndio energético

Leia mais

TERMO-HIGRO ANEMÔMETRO DIGITAL KESTREL 3000

TERMO-HIGRO ANEMÔMETRO DIGITAL KESTREL 3000 Apresentação Kestrel 3000 é o único instrumento portátil que mede a velocidade de vento, temperatura, sensação térmica causada pelo vento (wind chill), umidade relativa, índice de calor e temperatura de

Leia mais

IMPACTOS DA GEOMETRIA URBANA NO MICROCLIMA

IMPACTOS DA GEOMETRIA URBANA NO MICROCLIMA 1 IMPACTOS DA GEOMETRIA URBANA NO MICROCLIMA Flávia Osaku Minella (1); Eduardo L. Krüger (2) (1) Arquiteta, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Leia mais

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896)

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções Termossifão pressurizado (EA8896) Índice 1. Aviso... 3 2. Caracteristicas técnicas... 4 3. Princípios da Operação... 4 3.1. Tubos de vácuo... 4 3.2. Heat Pipe... 5 4. Instalação...

Leia mais

www.enemdescomplicado.com.br

www.enemdescomplicado.com.br Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)

Leia mais

Desempenho de cultivares e populações de cenoura em cultivo orgânico no Distrito Federal.

Desempenho de cultivares e populações de cenoura em cultivo orgânico no Distrito Federal. Desempenho de cultivares e populações de cenoura em cultivo orgânico no Distrito Federal. Flávia M. V. Teixeira Clemente, Francisco V. Resende, Jairo V. Vieira Embrapa Hortaliças, C. Postal 218, 70.359-970,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES BALANÇAS

MANUAL DE INSTRUÇÕES BALANÇAS MANUAL DE INSTRUÇÕES BALANÇAS Leia atentamente este Manual. MODELOS: CA6000 (Prata) CA7000 (Preta) SAC: (11) 5660.2600 Uso doméstico Obrigado por adiquirir um produto G-LIFE. Sua Balança MILLENIUM, para

Leia mais

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica Como racionalizar energia eléctrica Combater o desperdício de energia eléctrica não significa abrir mão do conforto. Pode-se aproveitar todos os benefícios que a energia oferece na medida certa, sem desperdiçar.

Leia mais

Boletim meteorológico para a agricultura

Boletim meteorológico para a agricultura CONTEÚDOS Boletim meteorológico para a agricultura Nº 49, janeiro 2015 IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Situação Sinóptica 03 Descrição Meteorológica 05 Informação Agrometeorológica 12 Previsão 12 Situação agrícola

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VENTILAÇÃO NATURAL PARA A PROMOÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM UM BLOCO EDUCACIONAL PÚBLICO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VENTILAÇÃO NATURAL PARA A PROMOÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM UM BLOCO EDUCACIONAL PÚBLICO ISSN 1984-9354 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VENTILAÇÃO NATURAL PARA A PROMOÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM UM BLOCO EDUCACIONAL PÚBLICO daniel augusto de moura pereira (UFCG) João Pereira Leite (UFCG) Robson

Leia mais

Germinação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação

Germinação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação Colli, A. M. T 1 1 Faculdades Integradas Fafibe Bebedouro SP aureacolli@linkway.com.br Basso, L. P. 2 2 Graduação - Faculdades

Leia mais

RELACIONAMENTO ENTRE SENSAÇÕES TÉRMICAS E PERCENTAGEM DE PESSOAS INSATISFEITAS COM O AMBIENTE EM ESTUDOS DE CAMPO.

RELACIONAMENTO ENTRE SENSAÇÕES TÉRMICAS E PERCENTAGEM DE PESSOAS INSATISFEITAS COM O AMBIENTE EM ESTUDOS DE CAMPO. RELACIONAMENTO ENTRE SENSAÇÕES TÉRMICAS E PERCENTAGEM DE PESSOAS INSATISFEITAS COM O AMBIENTE EM ESTUDOS DE CAMPO. Xavier, Antonio A. P.¹; Lamberts, Roberto² ; Volpato, Cleber G.³ 1-Eng. Civil, M.Eng.

Leia mais

O conceito do conforto. térmico humano

O conceito do conforto. térmico humano O conceito do conforto 1 térmico humano Projeto FEUP 2014/2015 MIEQ Equipa Q1FQI04_1 Supervisor: José Inácio Martins Monitor: Helder Xavier Nunes 2 1.INTRODUÇÃO Como ocorre a regulação da temperatura corporal

Leia mais

Manual de instalação e uso. Bomba de calor Heliomaster. Bomba de calor Heliomaster 1

Manual de instalação e uso. Bomba de calor Heliomaster. Bomba de calor Heliomaster 1 Manual de instalação e uso Bomba de calor Heliomaster Bomba de calor Heliomaster 1 Índice 1. Introdução... 4 2. Instruções de segurança / Recomendações importantes...5 3. Instalação...5 3.1. Localização

Leia mais

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento Rávila Marques de Souza Mestranda em Engenharia do Meio Ambiente Setembro 2012 Bacia Hidrográfica

Leia mais

APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA ANÁLISE DO FENÔMENO DA CAVITAÇÃO EM BOMBAS HIDRÁULICAS I.S. BISPO 1 ; A.P.B.A. MACÊDO 2

APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA ANÁLISE DO FENÔMENO DA CAVITAÇÃO EM BOMBAS HIDRÁULICAS I.S. BISPO 1 ; A.P.B.A. MACÊDO 2 APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA ANÁLISE DO FENÔMENO DA CAVITAÇÃO EM BOMBAS HIDRÁULICAS I.S. BISPO 1 ; A.P.B.A. MACÊDO 2 RESUMO: A ocorrência da cavitação em bombas hidráulicas traz consequências negativas

Leia mais

1 Desempenho térmico

1 Desempenho térmico Desempenho térmico 1 2 Desempenho térmico A norma NBR 15575 não trata de condicionamento artificial. Todos os critérios de desempenho foram estabelecidos com base em condições naturais de insolação, ventilação

Leia mais

Análise de qualidade de ar e conforto térmico nos meios de transporte públicos de Belém

Análise de qualidade de ar e conforto térmico nos meios de transporte públicos de Belém Análise de qualidade de ar e conforto térmico nos meios de transporte públicos de Belém Raphael de Souza Vale 1 Érika Castilho Brasil 2 Liciana Alice Nascimento Peixoto 3 Eliane de Castro Coutinho 4 1

Leia mais

ÁREA DO CONHECIMENTO: (x) EXATAS ( )HUMANAS ( )VIDA

ÁREA DO CONHECIMENTO: (x) EXATAS ( )HUMANAS ( )VIDA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ÁREA DO CONHECIMENTO: (x) EATAS ( )HUMANAS ( )VIDA PROGRAMA: () PIBIC ( ) PIVIC Título

Leia mais

O mundo está na vitrine da Levi s em Curitiba

O mundo está na vitrine da Levi s em Curitiba O mundo está na vitrine da Levi s em Curitiba Lojista fala da variedade do mix que traz o ícone jeans 501 de 140 anos de idade Por Denise Mello - junho-2013 1 / 8 Imagine uma peça de roupa que está na

Leia mais