MODELO CONSTRUTIVISTA DE APOIO Á GESTÃO BANCÁRIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MODELO CONSTRUTIVISTA DE APOIO Á GESTÃO BANCÁRIA"

Transcrição

1 MODELO CONSTRUTIVISTA DE APOIO Á GESTÃO BANCÁRIA Leonardo Ensslin (UNISUL) Ademar Dutra (UNISUL) Sandra Rolim Ensslin (UFSC) Leonardo Correa Chaves (UFSC) vinicius dezem (UNISUL) O dinamismo do mercado torna os bancos cada vez mais semelhantes, oferecendo produtos e serviços com pequenos diferenciais de acordo com a segmentação adotada. O presente estudo propõe a estruturação de um Modelo de Avaliação de Desempenho Construtivista, respondendo a seguinte questão de pesquisa: Como a avaliação de desempenho, em sua vertente de apoio à decisão pode aperfeiçoar o processo de gestão de um banco? O estudo de caso, de caráter exploratório utiliza como instrumento de intervenção a Metodologia Multicritério de Apoio à Decisão Construtivista (MCDA-C). A partir do conhecimento gerado e do modelo estruturado, foram identificados noventa e nove indicadores de desempenho (critérios). Estes critérios foram mensurados ordinalmente e cardinalmente possibilitando a visualização do perfil de desempenho da função. Os resultados evidenciam os aspectos positivos e quais pontos necessitam evoluir, que associados as escalas formam um processo para o desenvolvimento de ações estratégicas de melhorias. Palavras-chave: Gestão Bancária, Avaliação de Desempenho Multicritério e Estruturação

2 1. Introdução Constantes instabilidades econômicas forçam o mercado financeiro a reestruturar a oferta de produtos e prestação de serviços, afetando assim o relacionamento entre bancos e clientes. Fama (1985, p.9) examina que clientes bancários estão dispostos a pagar determinado preço, desde que tenham um relacionamento de longo prazo com uma instituição de confiabilidade. De Jonghe, Vennet (2008, p.2) acreditam que As escolhas estratégicas dos bancos para se diferenciar geram valor aos steakholders e estimulam a competição do mercado como um todo. O foco no cliente é uma das estratégias que facilitam este processo, e pode ser caracterizado como a prestação de serviços proativa, de alta qualidade, não esquecendo os objetivos e necessidades empresariais. (DEAN 2007) O segmento bancário caracteriza-se pelo constante envolvimento entre clientes e os prestadores dos serviços. Essa relação envolvendo a probabilidade da perda de um cliente para a concorrência deve ser vista com atenção por parte dos bancos (SWEENEY, SWAIT, 2008). Para atender às necessidades de seus clientes, responder ao mercado e às tecnologias que surgem, o setor bancário é um dos pioneiros na adoção de estratégias para conhecer melhor o cliente por meio dos seus padrões de comportamento de consumo e de atribuição de valor para, com isso, criar situações propícias para incrementar negócios. Diante do contexto apresentado, o presente estudo tem como pergunta de pesquisa: Como a avaliação de desempenho, em sua vertente de apoio à decisão pode aperfeiçoar o processo de gestão de um banco? Visando alcançar uma resposta para a indagação, definiu-se como objetivo deste trabalho o desenvolvimento de um modelo para apoiar o processo decisório da gestão da função assistente de atendimento e negócios junto a clientes pessoa física em um banco, utilizando para tanto a percepção do gestor. Para atender este objetivo geral, foram definidos os seguintes objetivos específicos: (i) identificar os aspectos (indicadores de desempenho, critérios) julgados como críticos para o desempenho da função Assistente de atendimento e negócios; (ii) Evidenciar o perfil de desempenho atual (status quo), frente aos critérios (indicadores) estabelecidos para a Função Assistente de Atendimento e Negócios. Por se tratar de um contexto envolvendo múltiplos atores, com múltiplos objetivos conflitantes, mal definidos e com características singulares desaconselhando o uso de modelos 2

3 genéricos será utilizado a Metodologia Multicritério em Apoio a Decisão Construtivista como instrumento de intervenção, dado sua capacidade de lidar com contextos complexos e conflituosos. (ZAMCOPÉ, et al., 2010; LACERDA, et al., 2011; TASCA, et al., 2012; ENSSLIN, et al., 2012; ENSSLIN, et al., 2013). O banco em estudo está entre as três maiores instituições financeiras do país em ativos, para que possa crescer ainda mais e elevar seus resultados financeiros, de maneira sustentável, fazse necessária a existência de um modelo, que permita evidenciar ao decisor a forma de atuação dos bancários com função de Assistente de atendimento e negócios, principais responsáveis pelo atendimento ao público e realização de negócios. Ao término do trabalho ter-se-á desenvolvido um modelo, que permitirá ao gestor expandir seu entendimento sobre as consequências financeiras e não financeiras para o banco, além de propiciar o desenvolvimento de estratégias que capazes de elevar o desempenho do negócio. A gestão individual e global dos fatores críticos permitirá compreender seus efeitos sobre a fidelidade, e sobre os resultados para a instituição e sociedade. Finalmente, este trabalho está estruturado da seguinte forma, além desta introdução, seguemse: (i) Metodologia da pesquisa; (ii) Estudo de caso; (iii) conclusões. 2. Enquadramento Metodológico Para realização do presente estudo foi utilizada a pesquisa exploratória de abordagem qualitativa e o método de procedimento foi o estudo de caso. Entre os tipos de pesquisa qualitativa, um dos que mais se destaca pela riqueza de informações disponibilizadas e pelo aprofundamento que o pesquisador tem em relação ao fenômeno é o estudo de caso, que segundo Triviños (2011), tem as seguintes características: (i) Sua estatística é simples e elementar, (ii) Não é típico do modelo positivista pela falta de quantificação das informações, (iii) constitui numa expressão importante da tendência qualitativa em pesquisas. Em síntese considera-se estudo de caso uma categoria de pesquisa, cujo objeto de estudo é uma unidade que se analisa profundamente, esta definição determina suas características que são dadas por duas circunstâncias; natureza e abrangência da unidade e suportes teóricos que servem de orientação em seu trabalho ao investigador. (TRIVIÑOS, 2011) 3

4 O presente estudo tem caráter inicial exploratório, como observa-se na figura 1, e desenvolve o conhecimento do pesquisador por meio da reflexão que o mesmo obtém pela sua ativa participação no transcorrer do processo proposto desde a definição dos eixos da pesquisa até quando seleciona e delimita o que analisar na amostra de artigos do portfólio. Figura 1- Enquadramento metodológico da pesquisa Fonte: Adaptado de TASCA et al Passa a ser descritivo, no momento em que ocorre a revisão da literatura, fazendo uma análise crítica do que já foi publicado sobre gestão bancária. Este processo acontece também em relação ao referencial teórico, onde busca identificar os eixos que informa a pesquisa, e procede-se a uma análise crítica dessa literatura. A lógica de pesquisa utilizada foi mista, ou seja, indutiva e dedutiva. A lógica indutiva é que estimula as analises, sendo que o conhecido que os pesquisadores possuem ainda está enfocado em modelos empíricos, onde o problema ainda não foi devidamente explorado de modo cientifico. (RICHARDSON, 2008). A geração do conhecimento ocorre proporcionalmente as etapas definidas no Proknow-C, perante a análise de alinhamento de tema, leitura de artigos e investigação do estado da arte. Dedutiva na fase de avaliação do modelo, pois o pesquisador terá uma resposta para a questão de pesquisa, e pretenderá confirma-la. Dessa forma, pode-se concluir que o processo utilizado pela MCDA-C é hibrido, ou seja, indutivo e dedutivo. (ENSSLIN, et al., 2008) A fonte de coleta dos dados é de natureza primária e secundária (RICHARDSON, 2008). Os dados primários advêm das delimitações estabelecidas pelos autores/pesquisadores ao longo 4

5 do processo de seleção do Portfólio Bibliográfico. Os dados secundários são obtidos em decorrência dos resultados das análises dos artigos do Portfólio Bibliográfico e das referências constantes dos artigos do Portfólio. 3. Estudo De Caso Esta seção apresenta a construção do modelo de avaliação de desempenho para a função Assistente de Atendimento e Negócios de um banco, baseado no sistema de valores, interesses e preferencias dos decisores, levando em consideração os requisitos dos stakeholders (público de interesse) na percepção do decisor. 3.1 Identificação Do Contexto Decisório Os atores são os envolvidos no processo decisório, sendo distinguidos em intervenientes (decisores, intervenientes e facilitadores). Desta forma ressalta-se a importância da valorização da subjetividade dos decisores, ao prestigiar as particularidades internas e externas do contexto e motivações e preferências do gestor (ROY, 1993). Estas situações são as que envolvem múltiplos atores, cada qual com seu sistema de valores, objetivos e interesse, diferentes níveis de poder entre os atores e a necessidade de negociação entre eles. Os atores envolvidos com a situação problemática a ser apresentada são os seguintes: Decisor: Gerente Geral da Agencia; Interveniente: Gerente Pessoa Física; Agidos: Clientes do Banco; Facilitador: Vinicius Dezem. O Rótulo estabelecido foi Modelo De Apoio À Gestão Do Atendimento E Negócios De Clientes Pessoa Físicas Da Caixa Econômica Federal Elementos Primários de Avaliação (EPAs) Contextualizado o problema, a MCDA-C em sua fase de Estruturação, continua com a identificação dos elementos primários de avaliação - EPAs. Estes representam as 5

6 preocupações, desejos e motivações associados aos os valores e objetivos do decisor frente ao contexto decisório. O quadro 1 apresenta os EPAs obtidos durante a entrevista: Quadro 1 - Elementos Primários de Avaliação Feita a identificação dos EPAs, buscou-se a expansão destes, transformando-os em conceitos, que tem como finalidade representar o objetivo associado ao EPA demonstrando o sentido de preferência e seu pólo psicológico oposto que corresponde ao desempenho mínimo, mas aceitável, em relação ao objetivo. Vale ressaltar que cada EPA pode gerar mais de um conceito, tal fato ocorre por haver mais de um objetivo relacionado ao elemento de preocupação. O Quadro 2 demonstra os 5 primeiros conceitos associados aos 5 primeiros EPAs acima demonstrados. Em cada conceito, onde há o uso de reticências (...) lê-se é preferível a ou ao invés de. Quadro 2 - Conceitos dos 5 primeiros EPAs 6

7 Analisando os conceitos, foi possível agrupá-los em sete áreas. Este processo top down a Estrutura Hierárquica de Valor EHV apresentada na figura 2. Figura 2 - Áreas de preocupação para avaliação da função Assistente de Atendimento e Negócios da Caixa Econômica Federal. A Estrutura Hierárquica de Valor EHV identifica áreas de preocupação denotadas na EHV por Pontos de Vista Fundamentais-PVF potenciais percebidas pelo decisor como necessários para a gestão do contexto em estudo. Cada um destes PVF é representado por um conjunto de conceitos. A etapa seguinte da MCDA-C consiste em hierarquizar e organizar estes conceitos segundo suas relações de influência. Para alcançar este propósito são utilizados os mapas cognitivos conforme Montibeller, et, al., (2008) Mapas de Relações Meios e Fins, Estrutura Hierárquica de Valor e Descritores De acordo com a visão do decisor, os conceitos organizados em áreas de preocupação são utilizados para dar início ao processo de construção dos mapas de relações meios fins. O objetivo destes mapas é expandir o entendimento do contexto de modo a permitir o 7

8 estabelecimento de um conjunto de pontos de vistas que representem de forma operacional os objetivos do decisor. (LACERDA, 2009; MONTIBELLER, et al., 2008). A construção dos mapas de relação meios-fim iniciou-se solicitando ao decisor para discorrer sobre cada conceito e sobre como a ideia subjacente ao mesmo poderia ser obtida (vínculos causais com outros conceitos), favorecendo a identificação das possíveis ações aptas a gerar efeitos no desempenho dos objetivos subjacentes (MONTIBELLER et al., 2008). Este procedimento permitiu criar cadeias de conceitos e nestas a criação de conceitos novos para justificar linhas de argumentação desde os conceitos estratégicos até os conceitos mais operacionais. A Figura 3 ilustra um dos mapas cognitivos para o PVF- Negócio Área Fidelização Figura 3 - Mapa de relações meios fins para o objetivo estratégico Negócio Área Fidelização Finalizada a construção dos mapas de relação meios-fim para todos os objetivos estratégicos da estrutura hierárquica top-down, a metodologia MCDA-C, em seu processo de construção de conhecimento sobre o contexto avaliado, propõe que as estruturas de relações causais sejam transformadas e transportadas para a estrutura arborescente elaborada anteriormente e apresentada na Figura 3. Essa estrutura é chamada de Estrutura Hierárquica de Valor, onde os PVFs potenciais são testados quanto a necessidade e exaustividade e se transformam em Pontos de Vista Fundamentais (PVFs). A seguir cada um dos mapas cognitivos de cada Ponto de Vista Fundamentais (PVFs) tem seus conceitos agrupados em cluster representando sub-áreas de 8

9 preocupação de interesse. Estes cluster são transportados para a Estrutura Hierárquica de Valor onde são denominados Ponto de Vista Elementares (PVEs). Para que isso seja feito, cada cluster deve ser testado para validar se representa o contexto de forma a ser essencial, controlável, completo, mensurável, operacional, isolável, não redundante, conciso e compreensível (ENSSLIN, MONTIBELLER, NORONHA, 2001). Feita a fase de transição foi possivel gerar a Estrutura Hierarquica de Valores, onde os PVFs são decompostos em PVEs e SubPVEs, permitindo assim sua mensuração, emergindo daí: 99 Pontos de Vista Elementares PVEs de 1 nivel, 17 Pontos de Vista Elementares PVEs de 2 nível, 25 Pontos de Vista Elementares PVEs de 3 Nivel, 7 Pontos de Vista Fundamentais PVFs. A estrutura hierárquica de valor, também nomeada como estrutura arborescente conta com todos os pontos de vistas, que são desmembrados até o momento em que se torne possível sua mensuração, a partir deste nível os PVEs são operacionalizados por escalas de mensuração ordinais denominadas descritores. A proxima etapa a se realizar para cada aspecto identificado na Estrutura Hierarquica é a construção de descritores, estes são escalas ordinais que refletem a direçao de preferencia do decisor sob cada item. De acordo com Bana e Costa, (1993), e Bortoluzzi, et. al., (2010, p.12) A escala de medida de cada descritor associa valores abstratos do decisor a uma ou mais propriedades de objetos contido no contexto. Uma vez construídas as escalas de cada descritor deve-se estabelecer os níveis de referência para as escalas, estes níveis são denominados Bom e Neutro, seguindo a nomenclatura proposta por Bana e Costa (1999). Ao fim desta etapa foram identificadas as seguintes quantidade de descritores em cada PVF: Negócios: 21 critérios; Gestão de Pessoas: 19 critérios; Risco: 14 critérios; Crédito:3 critérios; Captação:12 critérios; Gestão Da Agência: 15 critérios; Gestão da Carteira: 10 critérios. 9

10 Visando o melhor entendimento dos descritores e seus níveis de mensuração a figura 4 representa alguns descritores do PVE - Atendimento e seus níveis de desempenho: Figura 4 - Descritores e níveis de desempenho 3.2 Perfil De Desempenho Para traçar o perfil atual de desempenho da função Assistente de Atendimento e Negócios, em cumprimento ao segundo objetivo especifico elaborado para este estudo, foi identificada a performance em cada um dos 99 critérios, por meio de coleta de dados primários durante as atividades cotidianas inerentes a função, por meio de relatórios gerenciais disponibilizados pela empresa e entrevistas com o decisor. A figura 4 e a figura 5 apresentam, com a linha pontilhada, o perfil de desempenho do PVE- Atendimento e do PVE Rentabilidade respectivamente. Figura 5 - Perfil de desempenho PVE1 Rentabilidade 10

11 Após identificar o desempenho em cada um dos critérios avaliados é possível distinguir em quais pontos a função em questão apresenta um desempenho acima do nível de mercado (nível bom); no nível de mercado (entre bom e neutro); e abaixo do nível de mercado (abaixo de neutro). Nos critérios em que o nível encontrar-se abaixo do neutro devem-se promover ações de melhoria destinando esforços para alavancar o desempenho. Na figura 5 foram apresentados os resultados obtidos levando em consideração um Ponto de Vista Elementar, que tem por objetivo mensurar o desempenho relativo a rentabilidade, percebe-se que dois dos três fatores analisados encontram-se com desempenho comprometedor e necessitam de ações de melhoria. Frente ao segundo objetivo específico deste estudo que busca evidenciar o perfil de desempenho da função Assistente de Atendimento de Negócios do banco, identificou-se: Gráfico 1 - Distribuição do perfil de desempenho dos descritores 11

12 A distribuição do desempenho em número de descritores foi: excelência; Em 33 aspectos o nível de desempenho encontra-se acima do nível de Em 40 aspectos o nível de desempenho encontra-se no nível de mercado; Em 26 aspectos o nível de desempenho encontra-se comprometedor. 4.Considerações Finais O presente estudo teve como objetivo o desenvolvimento de um modelo para apoiar o processo decisório da gestão da função Assistente de Atendimento e Negócios de um banco. Este objetivo geral foi contemplado pelo cumprimento dos seguintes objetivos específicos (i) identificar os aspectos que demonstram o desempenho da função Assistente de atendimento e negócios em termos de critérios (indicadores) de avaliação; (ii) Evidenciar o perfil de desempenho atual (status quo), frente aos critérios (indicadores) estabelecidos para a Função Assistente de Atendimento e Negócios. Frente ao primeiro objetivo específico, após entrevistar o decisor e contextualizar o problema foram identificados noventa e um elementos primários de avaliação, que foram expandidos por meio de conceitos orientados à ação, e agrupados em áreas de preocupação e seu entendimento expandido por meio de conceitos e então organizados em mapas de relação 12

13 meio-fins para esclarecer sua contribuição estratégica, tática ou operacional. Os mapas foram estratificados em clusters e subclusters que receberam a denominação que o decisor melhor associou ao conjunto de conceitos neles contido e foram transferidos para a Estrutura Hierárquica de Valor para formar respectivamente os Pontos de Vista Fundamentais- PVFs e Pontos de Vista Elementares-PVEs. Os subclusters formadores dos PVEs mais extremos foram utilizados para subsidiar o processo para identificar o descritor mais apropriado. Estas escalas ordinais tiveram seus níveis de desempenho classificados em Excelência, Mercado e Comprometedor pela identificação dos níveis de referência Bom e Neutro. Isto encerrou a etapa de Estruturação do modelo. A seguir foi mostrado em cada escala onde se encontrava a situação atual (SQ) e evidenciada em gráfico e números as performances desde os níveis globais, estratégicos, táticos e operacionais. Este conhecimento permitiu ao decisor conhecer os aspectos que estavam com desempenho fraco e/ou forte e suas correspondentes consequências nos níveis estratégicos e globais. Atendendo ao segundo objetivo específico do trabalho. A participação do decisor em todo o processo por um lado assegurou que o que ia sendo construído estava de acordo com sua percepção e representava seus valores e preferencias, por outro lado a confiança no modelo construído fez com que este o utilizasse para fundamentar e dar transparência a sua gestão e assim sentiu-se mais confortável para justificar suas escolhas e mostrar como sua função estava evoluindo. Sendo assim, o objetivo geral do trabalho foi contemplado, com a construção de um modelo de avaliação de desempenho para a função Assistente de Atendimento e Negócios do banco, desenvolvido a partir dos valores e preferencias do gestor de equipe. Justifica-se assim o uso da metodologia MCDA-C como instrumento de pesquisa para ambientes confusos envolvendo múltiplos atores com objetivos conflitantes e parcialmente estabelecidos. Como limitações da pesquisa é possível elencar: (i) o modelo aqui apresentado é específico à função de uma agencia de atendimento do banco, assim sua aplicação direta, sem adequação ao novo contexto (outras agencias), não é recomendável; (ii) o modelo estruturado considera as percepções do decisor (gerente geral) frente à equipe gerenciada, deste modo, é legítimo para este decisor neste contexto; (iii) as sugestões de melhoria foram apenas propostas, portanto não é possível afirmar que foram aplicadas com sucesso. 13

14 Neste sentido, sugere-se para futuras pesquisas: (i) a adaptação e aplicação do modelo aqui estruturado em outras funções e com outros decisores; (ii) a continuidade na construção do modelo, em termos de avaliação de acordo com a metodologia utilizada (MCDA-C); (iii); acompanhar o gerenciamento do desempenho da função frente às sugestões de melhorias propostas neste estudo. REFERÊNCIAS BANA E COSTA, Carlos Antonio. Três convicções fundamentais na prática do apoio à decisão. Pesquisa Operacional, v. 13, n.1, p. 9-21, BANA E COSTA, Carlos Antonio, VANSNICK, Jean Claude C, ENSSLIN, Leonardo, CORRÊA, Emerson., Decision Support Systems in action: Integrated application in a multicriteria decision aid process. European Journal of Operational Research, v. 113, pp , BORTOLUZZI, Sandro César, ENSSLIN, Sandra Rolim. LYRIO, Maurício Vasconcellos Leão. ENSSLIN, Leonardo. Proposta de um modelo multicritério de avaliação de desempenho econômico-financeiro para apoiar decisões de investimentos em empresas de capital aberto. CAP Accounting and Management, v. 3, n.3, p , BORTOLUZZI, Sandro César.; ENSSLIN, Sandra Rolim; ENSSLIN, Leonardo. Avaliação de Desempenho dos Aspectos Tangíveis e Intangíveis da Área de Mercado: estudo de caso em uma média empresa industrial. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v.12, n.37, p ,2010. DEAN, Alison. The impact of the customer orientation of call center employees on customers affective commitment and loyalty. Journal of Service Research, v.10, n 2, p , DE JONGHE, Oliver. VENNET, Rudi Vander. Competition versus efficiency: What drives franchise values in European banking? Journal of Banking and Finance, v. 32, n. 9, p ENSSLIN, Sandra Rolim. CARVALHO, Fernando Nitz de. GALLON, Alessandra Vasconcelos; ENSSLIN, Leonardo. Uma metodologia multicritério (MCDA-C) para apoiar o gerenciamento do capital intelectual organizacional. Revista de Administração Mackenzie v.9 n.7, 2008 ENSSLIN, Leonardo. MONTIBELLER, Gilberto Neto. NORONHA, Sandro Mac Donald. Apoio à Decisão: Metodologias para Estruturação de Problemas e Avaliação Multicritério de Alternativas. Ed. Insular, ENSSLIN, Sandra Rolim. LIMA, Marcos Vinicius. Andrade. Apoio à tomada de decisão estratégica: uma proposta metodológica construtivista. In: ANGELONI, T.; MUSSI, C. C. (Org.). Estratégias, formulação, implementação e avaliação: o desafio das organizações contemporâneas. São Paulo: Saraiva, ENSSLIN, Leonardo. ENSSLIN, Sandra. Rolim, PACHECO, Giovanni Cardoso. Um estudo sobre segurança em estádios de futebol baseado na análise bibliométrica da literatura internacional. Perspectivas em Ciência da Informação, v.17, n. 2, p. 71-9,2012. FAMA, Eugene. Francis. What is different about banks? Journal of monetary economics, v.15, p ,1985. LACERDA, Rogério. Tadeu de Oliveira. ENSSLIN, Leonardo; ENSSLIN, Sandra Rolim. Gerenciamento de Portfólio e Avaliação de Desempenho. MundoPM, v. 29, p , MONTIBELLER, Gilberto Neto, BELTON, Valerie. ACKERMANN, Fran. ENSSLIN, Leonardo. Reasoning maps for decision aid: an integrated approach for problem-structuring and multi-criteria evaluation. Journal of the Operational Research Society, v.59, n.4, p ,

15 RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: Métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, ROY, Bernard. Decision science or decision-aid science? European Journal of Operational Research, v.66, n.2, p SWEENEY, Jill, SWAIT, J Joffre. The effects of brand credibility on customer loyalty. Journal of Retailing and Consumer Services, v.15, n.3, p , TASCA Jorge Eduardo. ENSSLIN, Leonardo. ENSSLIN, Sandra Rolim.ALVES, Maria Bernardete Martins An approach for selecting a theoretical framework for the evaluation of training programs. Journal of European Industrial Training, v. 34, p , TASCA, Jorge Eduardo, ENSSLIN, Leonardo, ENSSLIN, Sandra Rolim. A avaliação de programas de capacitação: um estudo de caso na administração pública. Revista de Administração Pública, v.43, n.3, p , TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2011 ZAMCOPÉ, Fabio Cristiano, ENSSLIN, Leonardo, ENSSLIN, Sandra Rolim, DUTRA, Ademar. Modelo para avaliar o desempenho de operadores logísticos: um estudo de caso na indústria têxtil. Gestão & Produção, v.17, n. 4, p ,

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS DE UMA INDÚSTRIA FAMILIAR DO RAMO MOVELEIRO POR MEIO DA METODOLOGIA MCDA-C

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS DE UMA INDÚSTRIA FAMILIAR DO RAMO MOVELEIRO POR MEIO DA METODOLOGIA MCDA-C AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS DE UMA INDÚSTRIA FAMILIAR DO RAMO MOVELEIRO POR MEIO DA METODOLOGIA MCDA-C SANDRO CÉSAR BORTOLUZZI ( sandro@utfpr.edu.br, sandrocesarb@yahoo.com.br ) UNIVERSIDADE

Leia mais

Autores: Sandra Rolim Ensslin Ademar Dutra Leonardo Ensslin Sandra Mara Iesbik Valmorbida Thuine Lopes Cardoso

Autores: Sandra Rolim Ensslin Ademar Dutra Leonardo Ensslin Sandra Mara Iesbik Valmorbida Thuine Lopes Cardoso Autores: Sandra Rolim Ensslin Ademar Dutra Leonardo Ensslin Sandra Mara Iesbik Valmorbida Thuine Lopes Cardoso 1 2 3 4 5 Introdução Metodologia da Pesquisa Referencial Teórico Apresentação e Discussão

Leia mais

Gestão estratégica de recursos humanos por meio de uma ferramenta de avaliação de desempenho organizacional

Gestão estratégica de recursos humanos por meio de uma ferramenta de avaliação de desempenho organizacional Gestão estratégica de recursos humanos por meio de uma ferramenta de avaliação de desempenho organizacional Sandro César Bortoluzzi sandro@utfpr.edu.br Sandra Rolim Ensslin sensslin@gmail.com Leonardo

Leia mais

MULTICRITÉRIO DE APOIO A DECISÃO E O AUMENTO DE EQUIPE NA VIGILÂNCIA SANITARIA DE AGROLÂNDIA-SC.

MULTICRITÉRIO DE APOIO A DECISÃO E O AUMENTO DE EQUIPE NA VIGILÂNCIA SANITARIA DE AGROLÂNDIA-SC. MULTICRITÉRIO DE APOIO A DECISÃO E O AUMENTO DE EQUIPE NA VIGILÂNCIA SANITARIA DE AGROLÂNDIA-SC. Fábio Alexandrini, José Ernesto de Fáveri, Leonardo Weiss, Norton Gabriel Schaade, Rafael Leonardo Felácio.

Leia mais

XV Congresso Brasileiro de Custos Curitiba - PR, Brasil, 12 a 14 de novembro de 2008

XV Congresso Brasileiro de Custos Curitiba - PR, Brasil, 12 a 14 de novembro de 2008 Avaliação de desempenho econômico-financeiro: uma proposta de integração de indicadores contábeis tradicionais por meio da metodologia multicritério de apoio à decisão construtivista (MCDA-C) Sandro César

Leia mais

Metodologia Multicritério para Avaliação de Desempenho da Gestão Administrativa e Financeira de uma Empresa Familiar

Metodologia Multicritério para Avaliação de Desempenho da Gestão Administrativa e Financeira de uma Empresa Familiar Metodologia Multicritério para Avaliação de Desempenho da Gestão Administrativa e Financeira de uma Empresa Familiar Resumo O objetivo do trabalho consiste em construir um modelo de avaliação de desempenho

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

(MCDA-C) PARA APOIAR O GERENCIAMENTO

(MCDA-C) PARA APOIAR O GERENCIAMENTO RAM REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MACKENZIE, V. 9, N. 7 NOV./DEZ. 2008 ISSN 1678-6971 UMA METODOLOGIA MULTICRITÉRIO (MCDA-C) PARA APOIAR O GERENCIAMENTO DO CAPITAL INTELECTUAL ORGANIZACIONAL A MULTICRITERIA

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS

Leia mais

PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DOCENTE PARA OS PROFESSORES DO CURSO TÉCNICO DE TELECOMUNICAÇÕES DO CAMPUS SÃO JOSÉ DO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DOCENTE PARA OS PROFESSORES DO CURSO TÉCNICO DE TELECOMUNICAÇÕES DO CAMPUS SÃO JOSÉ DO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DOCENTE PARA OS PROFESSORES DO CURSO TÉCNICO DE... 3 PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DOCENTE PARA OS PROFESSORES DO CURSO TÉCNICO DE TELECOMUNICAÇÕES DO CAMPUS SÃO JOSÉ DO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM UMA PROPRIEDADE RURAL DE PEQUENO PORTE DO EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM UMA PROPRIEDADE RURAL DE PEQUENO PORTE DO EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM UMA PROPRIEDADE RURAL DE PEQUENO PORTE DO ETREMO OESTE DE SANTA CATARINA VIVIANE PIOVESANI ( vivi_piovesani@hotmail.com ) UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná SANDRO

Leia mais

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE

Leia mais

Palavras-chave: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. ESTRUTURAÇÃO DE MODELO DE AVALIAÇÃO. METODOLOGIA MCDA-C. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. SERVIDOR PÚBLICO.

Palavras-chave: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. ESTRUTURAÇÃO DE MODELO DE AVALIAÇÃO. METODOLOGIA MCDA-C. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. SERVIDOR PÚBLICO. Avaliação multicritério de desempenho do servidor público: O caso do Poder Judiciário André Antônio Gavazini Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) gavazini@yahoo.com.br Ademar Dutra Universidade

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

A utilização da contabilidade gerencial: um estudo em micro e pequenas empresas

A utilização da contabilidade gerencial: um estudo em micro e pequenas empresas A utilização da contabilidade gerencial: um estudo em micro e pequenas empresas Anderson Catapan Ana Carolina Teixeira Cortes ** Patrícia Baptista de Souza *** Rosângela Moreira dos Santos **** Vanessa

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CANDIDATOS À OUTORGA DE USO DA ÁGUA PARA ABASTECIMENTO HUMANO: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO CUBATÃO DO SUL

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CANDIDATOS À OUTORGA DE USO DA ÁGUA PARA ABASTECIMENTO HUMANO: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO CUBATÃO DO SUL AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CANDIDATOS À OUTORGA DE USO DA ÁGUA PARA ABASTECIMENTO HUMANO: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO CUBATÃO DO SUL PERFORMANCE EVALUATION OF CANDIDATES FOR HUMAN SUPPLYING WATER USE

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: ESTUDO DE CASO EM UMA COOPERATIVA AGRO-INDUSTRIAL DO ESTADO DO PARANÁ

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: ESTUDO DE CASO EM UMA COOPERATIVA AGRO-INDUSTRIAL DO ESTADO DO PARANÁ INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: ESTUDO DE CASO EM UMA COOPERATIVA AGRO-INDUSTRIAL DO ESTADO DO PARANÁ Elisiane Ap. Antoniazzi (UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador), e-mail: elisianeantoniazzi@yahoo.com.br

Leia mais

INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL

INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL 1 LOUSADA, Mariana marianalousada@hotmail.com 2 VALENTIM, Marta Lígia Pomim valentim@marilia.unesp.br Resumo: O foco desta pesquisa

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO Documento 7.1 RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS DO ESTADO DA BAHIA TCM-BA SALVADOR BAHIA MARÇO / 2010 1/10 1. Introdução Este documento faz parte do escopo do

Leia mais

Preparação do Trabalho de Pesquisa

Preparação do Trabalho de Pesquisa Preparação do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Pesquisa Bibliográfica Etapas do Trabalho de Pesquisa

Leia mais

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor.

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor. 5 Conclusão Este estudo teve como objetivo a análise dos diversos fatores que influenciam tanto de maneira positiva quanto negativa no exercício do papel dos gerentes e também dos elementos que facilitam

Leia mais

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA 1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA Procedimento racional e sistemático que tem por objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Requerida quando não se dispõe de informação

Leia mais

Neste capítulo será apresentado o método científico que foi utilizado no

Neste capítulo será apresentado o método científico que foi utilizado no 6 METODOLOGIA DA PESQUISA Neste capítulo será apresentado o método científico que foi utilizado no desenvolvimento da pesquisa. Todo trabalho científico deve estar fundamentado em métodos para que seus

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Leia mais

OS FUNDOS DE PREVIDÊNCIA: UM ESTUDO DO MERCADO BRASILEIRO 1. Maicon Lambrecht Kuchak 2, Daniel Knebel Baggio 3.

OS FUNDOS DE PREVIDÊNCIA: UM ESTUDO DO MERCADO BRASILEIRO 1. Maicon Lambrecht Kuchak 2, Daniel Knebel Baggio 3. OS FUNDOS DE PREVIDÊNCIA: UM ESTUDO DO MERCADO BRASILEIRO 1 Maicon Lambrecht Kuchak 2, Daniel Knebel Baggio 3. 1 Resultados do Projeto de Pesquisa de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq 2 Bolsista PIBIC/CNPq,

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades Emiliane Januário (USP) emiliane90@hotmail.com Luiz César Ribeiro Carpinetti (USP) carpinet@prod.eesc.sc.usp.br

Leia mais

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula.

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula. DIÁRIOS DE AULA ONLINE: ANÁLISE DE UM DISPOSITIVO DE FORMAÇÃO DOCENTE NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Jane Bittencourt 1 Alice Stephanie Tapia Sartori 2 Resumo Esse trabalho tem como foco a formação inicial

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças 1

Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças 1 RESUMO Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças 1 Ailanda Ferreira Tavares 2 Alciane Ayres da Mota 3 Raimunda Monteiro 4 Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, Pará O livro-reportagem

Leia mais

O USO DA METODOLOGIA MULTICRITÉRIO DE APOIO À DECISÃO COMO FERRAMENTA DE MARKETING NA AVALIAÇÃO DE ATRIBUTOS IMOBILIÁRIOS

O USO DA METODOLOGIA MULTICRITÉRIO DE APOIO À DECISÃO COMO FERRAMENTA DE MARKETING NA AVALIAÇÃO DE ATRIBUTOS IMOBILIÁRIOS O USO DA METODOLOGIA MULTICRITÉRIO DE APOIO À DECISÃO COMO FERRAMENTA DE MARKETING NA AVALIAÇÃO DE ATRIBUTOS IMOBILIÁRIOS 1. INTRODUÇÃO As metodologias multicritérios de apoio à decisão apresentam conceitos

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA APOIAR DECISÕES DE INVESTIMENTO EM EMPRESAS DA BOVESPA: A PERSPECTIVA DA MCDA-C

PROPOSTA DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA APOIAR DECISÕES DE INVESTIMENTO EM EMPRESAS DA BOVESPA: A PERSPECTIVA DA MCDA-C PROPOSTA DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA APOIAR DECISÕES DE INVESTIMENTO EM EMPRESAS DA BOVESPA: A PERSPECTIVA DA MCDA-C Resumo O presente artigo objetiva desenvolver um modelo de avaliação

Leia mais

1 Um guia para este livro

1 Um guia para este livro PARTE 1 A estrutura A Parte I constitui-se de uma estrutura para o procedimento da pesquisa qualitativa e para a compreensão dos capítulos posteriores. O Capítulo 1 serve como um guia para o livro, apresentando

Leia mais

ESTRUTURAÇÃO DE UM MODELO MULTICRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

ESTRUTURAÇÃO DE UM MODELO MULTICRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS ESTRUTURAÇÃO DE UM MODELO MULTICRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Paula Rocha Lima Pinheiro Waldemiro de Aquino Pereira Neto Programa de Mestrado

Leia mais

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas 4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas O método de avaliação foi proposto especialmente para esta pesquisa, mas poderá ser utilizado em outros casos relacionados à avaliação de desempenho

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 REVISTA TELECOMUNICAÇÕES, VOL. 15, Nº01, JUNHO DE 2013 1 Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 Valdeci Otacilio dos Santos

Leia mais

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso.

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Francisco Carlos Fernandes (FURB) fernandes.francisco@uol.com.br

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Metodologia multicritério em apoio à decisão (MCDA) construtivista: uma visão do processo de validação

Metodologia multicritério em apoio à decisão (MCDA) construtivista: uma visão do processo de validação Metodologia multicritério em apoio à decisão (MCDA) construtivista: uma visão do processo de validação Walter Luís Mikos (CEFET-PR) mikos@cefetpr.br João Carlos Espíndola Ferreira (UFSC) jcarlos@emc.ufsc.br

Leia mais

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional 1/74 Título 1 Apresentação... 3 Título 2 Gerenciamento do Risco Operacional... 4 1 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional 4 1 Considerações Gerais... 4 2 Estrutura Organizacional... 5 3 Responsabilidades...

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as principais abordagens da administração e a No que se refere ao orçamento público, julgue os itens evolução da administração pública no Brasil, julgue os itens

Leia mais

ATENA CURSOS EMÍLIA GRANDO COMPREENDENDO O FUNCIONAMENTO DO AEE NAS ESCOLAS. Passo Fundo

ATENA CURSOS EMÍLIA GRANDO COMPREENDENDO O FUNCIONAMENTO DO AEE NAS ESCOLAS. Passo Fundo ATENA CURSOS EMÍLIA GRANDO COMPREENDENDO O FUNCIONAMENTO DO AEE NAS ESCOLAS. Passo Fundo 2014 1 1. TEMA Funcionamento do Atendimento Educacional Especializado. 2. PROBLEMA O contexto do funcionamento do

Leia mais

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

Mostra de Iniciação Científica COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAIS

Mostra de Iniciação Científica COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAIS Mostra de Iniciação Científica COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAIS Cinara Cristina Sozo 1 Sinara Zampieron 2 Jaqueline Perozzo Andreazza 3 INTRODUÇÃO As tecnologias vêm causando uma revolução nas formas de

Leia mais

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL CAMARGO, Renata Gomes UFSM re_kmargo@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD 1 A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD São Luís MA Maio/2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: D / Meso: H / Micro: M Natureza:

Leia mais

RESUMO. Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor: Prof. Dr. Saulo Cesar Paulino e Silva COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

RESUMO. Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor: Prof. Dr. Saulo Cesar Paulino e Silva COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA 1 A IMPORTÂNCIA DO CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN EM CENÁRIOS DE DIVERSIDADE 1 Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor:

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

USO DE MAPAS COGNITIVOS NO APOIO A DECISÃO NA VAZÃO AMBIENTAL: CASO DE ESTUDO RIO SÃO FRANCISCO

USO DE MAPAS COGNITIVOS NO APOIO A DECISÃO NA VAZÃO AMBIENTAL: CASO DE ESTUDO RIO SÃO FRANCISCO USO DE MAPAS COGNITIVOS NO APOIO A DECISÃO NA VAZÃO AMBIENTAL: CASO DE ESTUDO RIO SÃO FRANCISCO Use Of Cognitive Maps In Support Of Decision In Environmental Flow: Case Study Of São Francisco Tatiana Costa

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC CENTRO TECNOLÓGICO CTC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PPGEP

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC CENTRO TECNOLÓGICO CTC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PPGEP UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC CENTRO TECNOLÓGICO CTC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PPGEP Disciplina: Introdução a MCDA EPS 6317 Professores Leonardo Ensslin Ph.D. Sandra

Leia mais

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS ANACLETO G. 1 1. INTRODUÇÃO Este estudo tem a finalidade de apuração dos resultados aplicados pelos

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

PLANEJAMENTO NO SERVIÇO SOCIAL: as idéias gestadas no plano chegam à intervenção?

PLANEJAMENTO NO SERVIÇO SOCIAL: as idéias gestadas no plano chegam à intervenção? 1 PLANEJAMENTO NO SERVIÇO SOCIAL: as idéias gestadas no plano chegam à intervenção? Gissele Carraro 1 Nilda Stecanela 2 RESUMO O artigo discute alguns elementos imprescindíveis da gestão do planejamento

Leia mais

O ESTADO DA ARTE DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DA UFRN A PARTIR DAS DISSERTAÇÕES E PERFIL DOS EGRESSOS

O ESTADO DA ARTE DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DA UFRN A PARTIR DAS DISSERTAÇÕES E PERFIL DOS EGRESSOS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN O ESTADO DA ARTE DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA 1 Professor: Ernesto Friedrich de Lima Amaral Disciplina: Metodologia

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

Capítulo 1. Avaliando Empresas Uma Introdução

Capítulo 1. Avaliando Empresas Uma Introdução Capítulo 1 Avaliando Empresas Uma Introdução A expressão avaliação de empresas é a tradução para a língua portuguesa do termo valuation, sendo sinônimo de valoração de empresas. A recente onda de fusões

Leia mais

3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Este capítulo busca caracterizar a pesquisa de acordo com a metodologia científica utilizada para a abordagem do problema, quanto à natureza dos objetivos, ao delineamento

Leia mais

Ciclo de Vida de Projetos Sociais

Ciclo de Vida de Projetos Sociais P R O N O R D 2004 Ciclo de Vida de Projetos Sociais Um estudo dos projetos de Vitae Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social Eduardo Marino, Everton L. P. de Lorenzi Cancellier 1. Introdução É cada

Leia mais

O USO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NO ÂMBITO DAS EMPRESAS DO PORTO DIGITAL

O USO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NO ÂMBITO DAS EMPRESAS DO PORTO DIGITAL O USO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NO ÂMBITO DAS EMPRESAS DO PORTO DIGITAL Antônio André Cunha Callado UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Aldo Leonardo Cunha Callado UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDO

Leia mais

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área.

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Autores: Ligia Claudia Gomes de Souza Universidade Salgado de Oliveira Faculdades Integradas Maria Thereza.

Leia mais

PROPOSTA DE ESTRUTURA DE FLUXO DE CAIXA PARA A METALÚRGICA SEGATTO

PROPOSTA DE ESTRUTURA DE FLUXO DE CAIXA PARA A METALÚRGICA SEGATTO PROPOSTA DE ESTRUTURA DE FLUXO DE CAIXA PARA A METALÚRGICA SEGATTO SEGATTO, Priscila 1 ; MARETH, Taciana 2 Palavras-Chave: Fluxo de caixa. Controles financeiros. Administração Financeira. 1. Introdução

Leia mais

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas : Avaliação do perfil de inovação de empresas Prof. Paulo Henrique S. Bermejo, Dr. Prof. André Luiz Zambalde, Dr. Adriano Olímpio Tonelli, MSc. Pamela A. Santos Priscila Rosa LabGTI Laboratório de Governança

Leia mais

O PAPEL DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: UM ESTUDO DE CASO.

O PAPEL DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: UM ESTUDO DE CASO. O PAPEL DA CONTROLADORIA NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: UM ESTUDO DE CASO. RESUMO Muitas empresas de pequeno e médio porte deixam de elaborar o planejamento estratégico por desconhecer

Leia mais

CONTABILIDADE RURAL: IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS PARA AS EMPRESAS RURAIS. Palavras-chave: Contabilidade rural, Empresas rurais, Gestão de custos.

CONTABILIDADE RURAL: IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS PARA AS EMPRESAS RURAIS. Palavras-chave: Contabilidade rural, Empresas rurais, Gestão de custos. CONTABILIDADE RURAL: IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS PARA AS EMPRESAS RURAIS Ana Paula Matte 1 ; Odir Luiz Fank 2 ; Adilson José Fabris 3 Palavras-chave: Contabilidade rural, Empresas rurais, Gestão de

Leia mais

Revista Contabilidade & Amazônia. Fluxo de Caixa como Ferramenta de Gestão Financeira para Microempresas

Revista Contabilidade & Amazônia. Fluxo de Caixa como Ferramenta de Gestão Financeira para Microempresas Revista Contabilidade & Amazônia Disponível em http://www.contabilidadeamazonia.com.br/ Revista Contabilidade & Amazônia, Sinop, v. 1, n. 1, art. 1, pp. 1-7, Jan./Dez. 2008 Fluxo de Caixa como Ferramenta

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES

FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES CURITIBA 2009 MARCOS ANTONIO RIBAS PONT SAMUEL ANDRADE TAUFMANN POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES Trabalho apresentado à disciplina

Leia mais

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG). ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de

Leia mais

O Uso de Softwares Educativos... Pacheco & Barros. O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática

O Uso de Softwares Educativos... Pacheco & Barros. O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática José Adson D. Pacheco & Janaina V. Barros - UPE Resumo: O presente artigo avalia a utilização de softwares educativos de matemática na sala de aula

Leia mais

EGC Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação

EGC Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação EGC Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação Resenha Crítica: Qual a relação entre competitividade, gestão do conhecimento e tecnologia da informação? Paulo Fernando da Silva Para discutirmos a relação

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA FONSACA, Kriscieli - UFPB kriscieli@gmail.com ARAÚJO, Diana Sales Lima UFPB diana_araujo@hotmail.com Eixo Temático: Psicopedagogia Agência

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS Unidade II ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Profa. Eliane Gomes Rocha Pesquisa em Serviço Social As metodologias qualitativas de pesquisa são utilizadas nas Ciências Sociais e também no Serviço Social,

Leia mais

A Avaliação do Desenvolvimento Socioeconómico, MANUAL TÉCNICO II: Métodos e Técnicas A Recolha de Dados: Avaliação de Prioridades

A Avaliação do Desenvolvimento Socioeconómico, MANUAL TÉCNICO II: Métodos e Técnicas A Recolha de Dados: Avaliação de Prioridades A Recolha de Dados Inquéritos Sociais Inquéritos aos Beneficiários Entrevistas individuais (parceiros e partes interessadas) Avaliação de prioridades Focus Groups (Grupos de discussão) Estudos de caso

Leia mais

O olhar do professor para a formação contínua em um cenário de projetos

O olhar do professor para a formação contínua em um cenário de projetos O olhar do professor para a formação contínua em um cenário de projetos Cristiane Akemi Ishihara 1 cakemi@usp.br Resumo Este trabalho apresentado para a obtenção do título de mestre junto à Faculdade de

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE AFETIVIDADE DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Deise Vera Ritter 1 ; Sônia Fernandes 2

REPRESENTAÇÕES DE AFETIVIDADE DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Deise Vera Ritter 1 ; Sônia Fernandes 2 REPRESENTAÇÕES DE AFETIVIDADE DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Deise Vera Ritter 1 ; Sônia Fernandes 2 RESUMO Este texto apresenta uma pesquisa em andamento que busca identificar as representações

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA MODELAGEM MATEMÁTICA: UM LEVANTAMENTO DE PESQUISAS NOS ANAIS DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Jeferson Takeo Padoan Seki jefersontakeopadoanseki@hotmail.com Universidade Estadual do Norte do

Leia mais

As equipes de melhoria como suporte à estratégia organizacional

As equipes de melhoria como suporte à estratégia organizacional As equipes de melhoria como suporte à estratégia organizacional Ricardo Coser Mergulhão (GEPEQ/DEP/UFCar e IFM) mergulhao@dep.ufscar.br Eduard Prancic (GEPEQ/DEP/UFCar e IFM) prancic@dep.ufscar.br uís

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA Maria Cleonice Soares (Aluna da Graduação UERN) 1 Kátia Dayana de Avelino Azevedo (Aluna da Graduação UERN) 2 Silvia

Leia mais

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Ana Carolina Oliveira Santos Carlos Eduardo Sanches Da Silva Resumo: O sistema de custos

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

Proposta de Indicadores para Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho em Conformidade ao Sistema de Gestão da Qualidade

Proposta de Indicadores para Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho em Conformidade ao Sistema de Gestão da Qualidade Proposta de Indicadores para Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho em Conformidade ao Sistema de Gestão da Qualidade Neilson Carlos do Nascimento Mendes (Faculdade Metropolitana) neilsonmendes@bol.com.br

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento, no exercício das atribuições a ele conferidas

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Costa, Daiene de Cássia Souza da Email: daienecassia@hotmail.com Vasconcellos, Maura Maria Morita Email: mmorita@sercomtel.com.br

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito das normas brasileiras de contabilidade, julgue os itens a seguir. 51 Considere que determinada entidade, que passava por uma auditoria independente, tenha contratado

Leia mais

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO MULTICRITERIO: ESTUDO DE CASO EM UMA REVENDA DE INSUMOS AGRÍCOLAS

ANAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO MULTICRITERIO: ESTUDO DE CASO EM UMA REVENDA DE INSUMOS AGRÍCOLAS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO MULTICRITERIO: ESTUDO DE CASO EM UMA REVENDA DE INSUMOS AGRÍCOLAS MARIVÂNIA RUFATO DA SILVA ( marivaniarufato@gmail.com, marivania@sollosul.com.br ) UTFPR - Universidade Tecnológica

Leia mais

???? AUDITORIA OPERACIONAL. Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA RELEMBRANDO... AUDITORIA OPERACIONAL?

???? AUDITORIA OPERACIONAL. Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA RELEMBRANDO... AUDITORIA OPERACIONAL? Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA Conhecer os aspectos práticos da auditoria operacional Entender as etapas da auditoria operacional Compreender o funcionamento do planejamento

Leia mais

PROCESSO EDITORIAL SISTEMA ELETRÔNICO DE EDITORAÇÃO DE REVISTA (SEER)

PROCESSO EDITORIAL SISTEMA ELETRÔNICO DE EDITORAÇÃO DE REVISTA (SEER) SISTEMA ELETRÔNICO DE EDITORAÇÃO DE REVISTA (SEER) PROCESSO EDITORIAL Andréa Figueiredo Leão Grants Alexandre Pedro de Oliveira Tatyane Barbosa Philippi 2011 Andréa Figueiredo Leão Grants Alexandre Pedro

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

O USO DE MAPAS COGNITIVOS COMO INSTRUMENTO DE APOIO AO PROCESSO DECISÓRIO: UM ESTUDO DE CASO

O USO DE MAPAS COGNITIVOS COMO INSTRUMENTO DE APOIO AO PROCESSO DECISÓRIO: UM ESTUDO DE CASO O USO DE MAPAS COGNITIVOS COMO INSTRUMENTO DE APOIO AO PROCESSO DECISÓRIO: UM ESTUDO DE CASO Leonardo Ensslin, Ph.D. UFSC - EPS - LabMCDA - email: ensslin@eps.ufsc.br - FONE (048) 331-7022 - C.POSTAL 476

Leia mais