Workshop Cooperação Internacional e rede de cidades

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1 Workshop Cooperação Internacional e rede de cidades Vicente Trevas, Vice-Presidente da RIAD e Subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República do Brasil. Inicialmente, gostaria de colocar algumas premissas que orientam minha abordagem sobre a questão da Cooperação Internacional e rede de cidades e que balizam minha atuação como Vice-Presidente da RIAD e, como não poderia deixar de mencionar, meus trabalhos como responsável pelas relações federativas no Governo Brasileiro, sob a direção do Presidente Lula. O papel atualmente desempenhado pelos Municípios e pelo Poder Local, no nosso entendimento, não pode ser abordado apenas de forma doutrinária ou abstrata, mas enquanto parte integrante do processo contemporâneo de organização dos Estados Nacionais. As cidades hoje, numa perspectiva de análise do seu potencial, se confundem com capacidade para enfrentamento da exclusão social, com fortalecimento da democracia e com formas de democracia participativa, com possibilidades de inovação na formulação e gestão de políticas públicas, com racionalização na alocação de recursos e na prestação de serviços, com reconhecimento e melhor capacidade de enfrentamento de desigualdades regionais, com possibilidades de maior adequação entre a provisão de serviços e as demandas dos cidadãos, apenas para citar o que parece mais relevante. Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /1

2 A relação entre descentralização e democratização, que considero central para o entendimento da importância do Poder Local na atualidade, já era exaltada por Tocqueville desde o clássico A Democracia na América. A importância do Poder Local e da descentralização é ainda mais intensa em Estados Federados, e o Brasil é um bom exemplo. Alguns autores relacionam descentralização, democratização e busca de eficiência no plano local, como forma de melhor enfrentamento das restrições fiscais e da crescente demanda por serviços públicos. Mas não nos parece que o fortalecimento das cidades se dá apenas em função do potencial de ganhos decorrente dos processos de descentralização. Nós também percebemos que no final do século XX as cidades e os espaços territoriais locais passaram a ter um novo significado não só em termos políticos, mas também civilizatórios. Este papel é influenciado pela urbanização acelerada, que tornou mais complexos os problemas urbanos, e pela irrupção de conflitos étnicos e/ou raciais em alguns países. Não foi por acaso que na segunda conferência para os Assentamentos Humanos das Nações Unidas, ocorrida em 1996, essa consciência começou a ganhar uma inteligibilidade política, que as experiências municipais que ocorriam em diversos países passaram a ser vistas numa perspectiva estratégica. A conferencia Habitat II consagrou o papel determinante do município para lidar com a Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /2

3 crescente dimensão dos problemas urbanos, como a exclusão social e a degradação do meio ambiente, e para o enfrentamento da agenda de promoção do desenvolvimento econômico local e regional. Estou convencido de que a matriz de civilização do meu País no século XXI, diria até que a matriz de civilização em nosso planeta, será resultante das formas pelas quais se desenvolverá a convivência nas cidades. Se for verdade que a barbárie nos ronda sob a forma da exclusão social, insegurança pública e degradação do meio ambiente, há também toda uma promessa de reconstrução da dinâmica da vida urbana por meio dos processos de gestão participativa, das novas políticas solidárias de inclusão social e do desenvolvimento de parcerias com a sociedade organizada na implementação de políticas públicas. O fortalecimento dos municípios necessariamente passa pela viabilização e consolidação de suas formas de cooperação. As cidades são cada vez mais protagonistas nas relações internacionais, considerando tanto a cooperação entre cidades, quanto os projetos com as agencias bilaterais e multilaterais de desenvolvimento, que reconhecem cada vez mais o dinamismo e o espaço de atuação existente na esfera local. Soma-se a isso o impacto da globalização sobre a redução do espaço de manobra dos Estados nacionais nas políticas macroeconômicas e fiscais, a integração diferenciada de regiões no mercado mundial e a crescente marginalização de territórios nacionais. Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /3

4 Um elemento fundamental a ser considerado neste processo de cooperação trata da formulação de um novo acordo ou consenso sobre a forma de inserção dos países neste mundo globalizado. Vários ideólogos apontaram para um caminho de promoção da competitividade e da criação de condições favoráveis para atração de investimentos a qualquer custo. Não compartilhamos de tal entendimento. Portanto, na nossa concepção, é necessário repactuar formas de inserção no mundo globalizado de forma mais solidária, responsável e menos subalterna. Neste aspecto, as redes internacionais de cidades cumprem um papel importante para uma repactuação mundial dos governos locais, que reoriente os rumos da humanidade para uma globalização mais solidária e inclusiva. Um exemplo disto é o Fórum Mundial das Autoridades Locais pela inclusão social de Porto Alegre. Também é importante pactuar uma agenda para a cooperação internacional entre as cidades que nos permita aprofundar os aspectos positivos da descentralização e minimizar seus riscos. Dentre os pontos que podem compor esta agenda, chamo a atenção para as formas de constituição de sólidos pactos nacionais, para os mecanismos de enfrentamento das desigualdades regionais e de promoção da equidade, para as formas de superação da competição predatória entre os entes governamentais, para a agenda e os mecanismos que possibilitem o fortalecimento da democracia e para a troca de experiência em torno das iniciativas existosas dos governos. Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /4

5 A crescente importância das cidades nas relações internacionais, cuja interconectividade foi facilitada pelas tecnologias da informação, é demonstrada pela profusão de protocolos de cooperação entre governos locais e regiões, de acordos de cooperação técnica, do intercâmbio de experiências de gestão local e de políticas públicas inovadoras e pela constituição de redes internacionais de cidades. Neste contexto, nota-se igualmente o desenvolvimento de um ambiente de relações mais diretas entre governos locais e órgãos bilaterais e multilaterais para a promoção de projetos de desenvolvimento urbano, sem a intermediação dos Estados nacionais onde se situam as localidades. No atual estágio da globalização, diversas redes de cidades estão se formando para reduzir as vulnerabilidades decorrentes do processo de exclusão social gerado pelas transformações em curso. A constituição de associações de cidades em rede permite o acesso, a troca e a disseminação de informações, recurso que se tornou estratégico com a emergência e o amadurecimento da sociedade do conhecimento, da revolução tecnológica e do acirramento da competitividade econômica global. Em sua maioria, estas redes de cidades formam-se em torno de temas relacionados com a inclusão social e com modelos alternativos de desenvolvimento local. Em suas atividades, incentivam o debate tanto sobre desafios comuns, quanto sobre os desafios globais que têm impactos locais, de que são exemplos a questão do meio ambiente, o desenvolvimento econômico, o crime e a segurança pública. Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /5

6 Por outro lado, as redes internacionais de cidades jogam um papel importante para uma repactuação mundial dos governos locais em busca de caminhos que conduzam a uma globalização mais solidária e inclusiva. Na linha desta atuação é que foi criado, em janeiro de 2001, o Fórum Mundial das Autoridades Locais pela Inclusão Social, paralelamente à realização do Primeiro Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, Brasil. A prova do êxito daquela instância é a incorporação de uma variedade cada vez maior de cidades, situadas nos diversos continentes. Pode-se dizer que a esfera emergente de relações internacionais de cidades foi agora recentemente consolidada pela criação da organização Cidades e Governos Locais Unidos, no início deste mês, em Paris, que reflete a constituição de uma única organização de cidades de referência mundial, resultado da exitosa fusão entre a Federação Mundial de Cidades Unidas (FMCU) e a União Internacional de Autoridades Locais (IULA). Poderia citar, igualmente, a Rede Mercocidades, constituída no âmbito da integração regional no Cone Sul do continente americano, e a REMI Reunião Especializada de Municípios e Intendências do Mercosul -, que permitiu a institucionalização da participação das cidades e autoridades locais nos órgãos centrais do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), e cuja coordenação executiva, pela parte brasileira, é de minha responsabilidade. O fortalecimento da integração dos Estados Nacionais no Cone Sul da América Latina, que tem centralidade para o Governo Lula, seguramente demandará o reforço da interlocução com os Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /6

7 governos subnacionais, por meio da REMI, e o compartilhamento das agendas das diferentes esferas de governo neste processo de integração. Não obstante eventuais questionamentos quanto ao risco à soberania dos governos nacionais, decorrente dos condicionantes da nova ordem internacional, pode-se avaliar que o fenômeno da multiplicação de atores locais nas relações internacionais - que fomenta uma maior interlocução entre o local e o global - funciona a favor dos Estados na busca de uma inserção internacional mais profícua, mais solidária e mais adequada às necessidades de seus povos. Assim, as autoridades dos governos centrais, e falo aqui como interlocutor do Governo Federal do Brasil e como Vice-Presidente da Rede Interamericana de Alto Nível Sobre Descentralização, Governo Local e Participação Cidadã RIAD, devem estimular e apoiar os processos de cooperação internacional descentralizada e entendê-los como oportunidade para a construção de um novo tipo de inserção internacional dos Estados nacionais. Para a promoção da cooperação descentralizada, ou federativa, são necessários processos de concertação e coordenação entre as diferentes esferas de governo, de forma a potencializar as prioridades da inclusão social e os objetivos da cooperação internacional para o desenvolvimento e redução das desigualdades. Cabe aqui, evidentemente, na qualidade de Vice-Presidente da Rede Interamericana de Alto Nível Sobre Descentralização, Governo Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /7

8 Local e Participação Cidadã RIAD -, tecer alguns comentários sobre os propósitos da Rede, suas motivações e desafios. O surgimento da RIAD resultou de uma série de debates fomentados no âmbito das reuniões de cúpula de Chefes de Estado e Governo dos países membros da Organização dos Estados Americanos OEA, em que foram ressaltados tanto a participação cidadã na gestão pública, quanto o fortalecimento dos governos locais como elementos fundamentais para a consolidação da democracia e para a promoção do desenvolvimento no continente. Assim, a partir dos compromissos firmados naqueles encontros, os Estados membros da OEA convocaram a 1ª Reunião de Ministros e Autoridades de Alto Nível Responsáveis pelas Políticas de Descentralização, Governos Locais e Participação Cidadã, na cidade de La Paz, Bolívia, em julho de Naquela ocasião, foi acordada a Declaração da Cidade de La Paz sobre Descentralização, Fortalecimento das Administrações Regionais e Municipais e a Participação da Sociedade Civil, e estabeleceu-se a RIAD como mecanismo de cooperação interamericana em torno destes temas. Embora a RIAD constitua um instrumento de articulação entre representantes dos Estados nacionais das Américas, a Rede procura envolver em seu trabalho diferentes atores engajados no processo de descentralização, tais como governos locais, membros do parlamento, da sociedade civil, do meio acadêmico e de agências multilaterais de apoio ao desenvolvimento. Toda essa motivação reflete, em verdade, as Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /8

9 apostas dos Estados nacionais da região no fortalecimento dos governos locais. Auxiliada por uma pequena estrutura, a RIAD conta atualmente com uma Presidência pro tempore, exercida pelo México, uma Vice- Presidência pro tempore, exercida pelo Brasil e quatro Vice-Presidências sub-regionais, ocupadas pela Jamaica, Guatemala, México e Peru, além de uma Secretaria Técnica, estruturada pela Unidade para a Promoção da Democracia da OEA - UPD. Apoiando os Estados membros, seus objetivos são atuar na organização de reuniões bienais; promover o intercâmbio de experiências; realizar pesquisas e estudos para o aperfeiçoamento da descentralização e da participação cidadã na gestão local; aproximar governos centrais e associações municipalistas; bem como desenvolver, projetos de cooperação técnica para o fortalecimento institucional de redes de cidades, tais como a REMI e a Rede Mercocidades. Durante a II Reunião da RIAD, realizada em setembro de 2003 na Cidade do México, os representantes do governo mexicano apresentaram uma proposta de Programa de descentralização estratégica para o desenvolvimento local, a partir do local, que constitui uma proposta metodológica inspirada na Agenda 21, com o objetivo de aprofundar o processo de descentralização e desenvolver a articulação e a coordenação das ações entre as três esferas de governo, na perspectiva da promoção do desenvolvimento local e do fortalecimento dos governos locais. Dentre as áreas de atuação e as Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /9

10 linhas estratégicas da RIAD, reforçadas pela proposta apresentada pelo Governo do México, gostaria de destacar as seguintes: - A promoção de políticas de descentralização orientadas para a diminuição das disparidades socioeconômicas regionais e para o fortalecimento das capacidades dos governos locais, a fim de aumentar a eficácia do combate à pobreza e promover o desenvolvimento econômico e social sustentável no âmbito local; - O fomento à articulação e à cooperação nas relações intergovernamentais; - O fortalecimento das capacidades financeira e fiscal dos diversos níveis de governo, a fim de mitigar a dependência em relação a seus governos centrais; - A promoção da transparência e da possibilidade de prestação de contas e de avaliação do desempenho dos governos locais; - O fortalecimento da participação social nos processos de descentralização e na elaboração e execução das políticas públicas; - A promoção de mecanismos de desconcentração das áreas urbanas das grandes cidades, de forma que a administração dos Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /10

11 serviços municipais esteja mais próxima das características e necessidades do território; - A cooperação horizontal entre os governos que integram a RIAD, priorizando o intercâmbio de experiências em políticas de descentralização, a organização dos sistemas fiscais, os mecanismos de participação cidadã, e criação de instâncias de articulação intergovernamental; - O desenvolvimento de sistemas de apoio para viabilizar pequenos municípios, melhorando as condições de vida de seus habitantes; - O apoio às políticas públicas de desenvolvimento executadas pelos Estados membros. Para finalizar, não poderia deixar de falar como um componente do Governo Brasileiro e de que nossa aposta estratégica no reconhecimento da relevância das cidades e do poder local não constitui uma retórica sem conteúdo ou sentido histórico. O Presidente Lula assumiu que o desafio estratégico que tem, de implementar um projeto nacional de desenvolvimento que conduza o País a uma mudança nos seus rumos histórico, é dependente do fortalecimento da Federação e do Poder Local. Crescimento ambientalmente sustentável, com distribuição positiva da renda e inclusão social, com redução das desigualdades sociais e regionais, com fortalecimento e consolidação da democracia e com inserção soberana do país na ordem internacional são eixos e objetivos centrais desse projeto e do processo de repactuação federativa que vivemos hoje em meu País. O Governo Brasileiro entende que a cooperação entre as cidades constitui fator essencial, seja porque funcionam como catalisadores e canais de intercâmbio de experiências e informações, seja porque podem promover o fortalecimento da capacidade gerencial dos Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /11

12 governos locais, ou, ainda, porque servem de instância de debate a respeito dos novos desafios a serem enfrentados pelas sociedades diante do processo de globalização em curso. Diàlegs - Fòrum Universal de les Cultures Barcelona /12

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