Faculdade de Informática e Administração Paulista FIAP. A utilização das práticas do SCRUM para implantação das áreas de REQM e RD do CMMI

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1 Faculdade de Informática e Administração Paulista FIAP Curso de Gestão da Qualidade com ênfase em CMMI e MPS. Br A utilização das práticas do SCRUM para implantação das áreas de REQM e RD do CMMI Paulo Victor Gama Gross de Souza Orientador: Ivanir Costa São Paulo 2009

2 Prof. Gutenberg de Araújo Silveira Diretor Acadêmico da Pós Gradiação da Faculdade de Informática e Administração Paulista Prof. Nilson Salvetti Coordenador do MBA em Gestão da Qualidade em Software com ênfase em CMMI e MPS.BR Prof. Ivanir Costa Orientado do Trabalho de Conclusão de Curso

3 3 Paulo Victor Gama Gross de Souza A utilização das práticas do SCRUM para implantação das áreas de REQM e RD do CMMI Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito à obtenção do grau de pós graduação Lato Sensu, pelo curso de Gestão da Qualidade com ênfase em CMMI e MPS. Br pela Faculdade de Informática e Administração Paulista - FIAP. Orientador: Prof. Dr. Ivanir Costa. São Paulo 2009

4 Trabalho de Conclusão de Curso aprovado no Curso de Gestão da Qualidade em Software com ênfase em CMMI da Faculdade de Informática e Administração Paulista, por: Prof. Dr. Ivanir Costa Prof. Ms. Nilson Salvetti Gross de Souza, Paulo Victor Gama A utilização das práticas do SCRUM para implantação das áreas de REQM e RD do CMMI / Paulo Victor Gama Gross de Souza São Paulo, f. Monografia (Pós Graduação) Faculdade de Informática e Administração Paulista, 2009 Bibliografia. 1. Processos de Software 2. Engenharia de Requisitos 3. Qualidade de Software I. Faculdade de Informática e Administração Paulista. Curso de Gestão da Qualidade com ênfase em CMMI e MPS.BR II. A utilização das práticas do SCRUM para implantação das áreas de REQM e RD do CMMI CDD

5 AGRADECIMENTOS Aos familiares e amigos pelo incentivo e confiança. Aos colegas de classe pelas críticas e sugestões. A FIAP pela infra-estrutura de ponta oferecida aos alunos.

6 "Uma das principais características do ser humano é a curiosidade, a necessidade de descobrir os segredos da natureza. Para alcançar esse objetivo, nem sempre a simples observação é suficiente. Por isso, há séculos o homem vem criando experimentos que simulam os fenômenos naturais. A interpretação lógica e criativa dos resultados desses experimentos tem sido um dos pilares do conhecimento científico" (Usberco & Salvador, 1996).

7 RESUMO Com a globalização e terceirização de diversos serviços do mundo atual, as empresas cada vez mais estão criando parcerias com fornecedores e em especial as empresas que utilizam dos serviços de desenvolvimento de sistemas de software. Para apoiar essas questões com qualidade e produtividade, existem diversos modelos no mercado, como o CMMI, por exemplo, que foi criado com o intuito de categorizar as empresas em níveis de maturidade na capacidade de desenvolvimento de software Com isso, para as consultorias se destacarem e terem um diferencial competitivo necessitam dos níveis de maturidade para comprovar sua eficácia e qualidade em especial quanto ao entendimento dos desejos do cliente e como expressar esses desejos em requisitos. A falta de eficácia nesse entendimento causa erros que segundo estudos chegam a ser de 50% a 70% dos erros totais do desenvolvimento de software. Este trabalho propõe o uso de uma metodologia ágil dada à necessidade de entregas cada vez mais rápidas e processos cada vez mais dinâmicos aderindo às duas áreas de requisitos do CMMI, a Gerência de Requisitos, conhecida como Requirements Management (REQM) e Desenvolvimento de Requisitos conhecida como Requirements Development (RD). A metodologia ágil estudada será o Scrum, dada sua flexibilidade e compatibilidade, além da preocupação com documentação o que pode não ser tão evidente em outras metodologias ágeis. Palavras-Chaves: Scrum, REQM, RD, CMMI, Software, ágil, qualidade.

8 ABSTRACT With globalization and outsourcing of various services in the world today, companies increasingly are creating partnerships with suppliers and in particular companies that use the services of developing software systems. To support these issues with quality and productivity, there are several models on the market, such as CMMI, for example, which was created in order to categorize the companies in levels of maturity in the ability of software development With this, the consultancy is to deploy and have a competitive need for the level of maturity to prove their efficiency and quality in particular about the understanding of the wishes of the client and how to express these wishes in requirements. The lacks of effectiveness in understanding cause errors that are up to the second study of 50% to 70% of total errors of software development. This paper proposes the use of an agile methodology given the need for deliveries ever faster and more dynamic processes adhering to the two areas of the CMMI requirements, the Requirements Management, known as REQM and the Development of requirements known RD. The methodology will be the Scrum agile studied, given its flexibility and compatibility, in addition to concern about the documentation that may not be so evident in other agile methodologies. Keywords: Scrum, REQM, RD, CMMI, Software, agile, quality.

9 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS 1 INTRODUÇÃO DELIMITAÇÃO DO TEMA OBJETIVO JUSTIFICATIVA METODOLOGIA DE TRABALHO 13 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA PROCESSOS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE REQUISITOS A METODOLOGIA SCRUM QUALIDADE DE SOFTWARE TESTE DE SOFTWARE O MODELO DE QUALIDADE CMMI REQM RD 38 3 O USO DAS PRÁTICAS DO SCRUM NO MODELO CMMI ANÁLISE DA ADERÊNCIA SCRUM X CMMI RESULTADOS FINAIS DA ANÁLISE REALIZADA NAS ÁREAS DE PROCESSO REQM E RD 50 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 51 GLOSSÁRIO 53

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: ESTRUTURA DA NORMA ISO/IEC FIGURA 2: VISÃO GERAL DO PROCESSO SCRUM 24 FIGURA 3: QUADRO DAILY SCRUM 26 FIGURA 4: CARTAS DE PLANNING POKER 27 FIGURA 5: BURNDOWN CHARTER 28 FIGURA 6: ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO DA ADERÊNCIA DO SCRUM EM RELAÇÃO ÀS PRÁTICAS ESPECÍFICAS DA ÁREA DE REQM DO CMMI 50 FIGURA 7: ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO DA ADERÊNCIA DO SCRUM EM RELAÇÃO ÀS PRÁTICAS ESPECÍFICAS DA ÁREA DE RD DO CMMI 50 LISTA DE TABELAS TABELA 1: ESTRATÉGIAS DE PESQUISA 13 TABELA 2: ADERÊNCIA DO MODELO SCRUM ÀS PRÁTICAS ESPECÍFICAS DO REQM 46 TABELA 3: ADERÊNCIA DO MODELO SCRUM ÀS PRÁTICAS ESPECÍFICAS DO RD 49 TABELA 4: SOLUÇÃO ÀS PRÁTICAS DO CMMI NÃO ATENDIDAS PELA METODOLOGIA SCRUM 52

11 1 INTRODUÇÃO Com a globalização e terceirização de diversos serviços do mundo atual, as empresas cada vez mais estão criando parcerias com fornecedores e em especial as empresas que utilizam dos serviços de desenvolvimento e Tecnologia da Informação (TI), cada vez mais com consultorias especializadas. Para ajudar nessas questões, existem diversos modelos no mercado, como o Capability Maturity Model Integration (CMMI), por exemplo, que foi criado a partir de uma parceria do Department Of Defense (DOD) com a universidade Carnegie Mellon, justamente com o intuito de criar boas práticas e padrões que definissem processos para melhoria da qualidade no desenvolvimento de software como um todo. Esse processo foi categorizado em níveis de maturidade que uma unidade ou área da empresa poderá ter. Dado esse cenário, esta pesquisa propõe a aplicação das práticas inerentes a requisitos da metodologia ágil Scrum para implantação de duas áreas de conhecimento do CMMI, a de gerência de requisitos (REQM) e desenvolvimento de requisitos (RD) do Capability Maturity Model (CMMI). Os métodos ágeis visam aumentar a interação entre cliente e equipe de desenvolvimento de softwares, de forma a antecipar possíveis problemas no decorrer do projeto. Segundo Manifesto (2008), o manifesto ágil foi apresentado em 2001 em Utah por Kent Beck e outros 16 conhecedores da área de software com a seguinte proposta: Indivíduos e interações sobre processos e ferramentas; Software funcionando sobre documentação detalhada; Colaboração do cliente sobre negociação de contrato; Responder a mudanças sobre seguir um plano. Com isso, a idéia de unir a metodologia Scrum ao modelo CMMI visa melhorar a comunicação entre cliente e equipe de desenvolvimento de software e com isso antecipar defeitos que de acordo com Myers (1979) ficam mais caros numa escala de 10X a cada fase do processo de desenvolvimento em que o mesmo é corrigido.

12 12 Essa proposta será embasada através de pesquisas bibliográficas em livros, artigos e publicações dos autores do CMMI e Scrum. 1.1 Delimitação do tema Para abordar os benefícios trazidos pela junção de práticas do Scrum às áreas de REQM e RD do CMMI, a presente pesquisa se organizou em torno de seis capítulos. O primeiro capítulo trata do processo de software, abordando a estrutura de software e alguns modelos existentes, o capítulo 2, trata da área de engenharia de requisitos. O capítulo 3 fala sobre a metodologia Scrum. Após isto, são apresentados os capítulos de qualidade de software, contendo uma breve descrição sobre testes de software e o modelo CMMI falando sobre REQM e RD. O último capítulo explana sobre como as práticas do Scrum podem auxiliar uma empresa que busca aderir às áreas de conhecimento do CMMI citadas acima. 1.2 Objetivo O objetivo deste trabalho é mostrar como as práticas do Scrum podem se encaixar no framework de duas áreas de processo do CMMI. Essa pesquisa bibliográfica pretende: Analisar as práticas do Scrum e mostrar como adaptar essas práticas para aderir ao CMMI nas áreas de REQM e RD. 1.3 Justificativa Os estudos das práticas oriundas dos modelos ágeis em projetos de software justificam-se pela crescente demanda da sociedade contemporânea pela informação que tem agravado uma série de problemas relacionados ao processo de desenvolvimento de software. A proposta do trabalho é mostrar como essas práticas ágeis do Scrum podem ajudar a suprimir problemas enfrentados pela área de engenharia de requisitos e com isso

13 13 como essa junção pode beneficiar a implantação de duas áreas de processo do CMMI. 1.4 Metodologia de Trabalho Dentre os vários tipos de pesquisa optou-se neste trabalho, pela exploratória descritiva, pesquisa bibliográfica. Segundo Yin (2005, p.23), são três as condições para determinar uma pesquisa, (a) o tipo de questão da pesquisa proposta, (b) a extensão de controle que o pesquisador tem sobre eventos comportamentais atuais e (c) o grau de enfoque em acontecimentos contemporâneos em oposição a acontecimentos históricos. Estas se inter-relacionam com as cinco principais estratégias de pesquisa utilizadas nas ciências sociais: experimentos, levantamentos, análise de arquivos, pesquisas históricas e estudo de caso. O quadro 1 mostra estas estratégias. Tabela 1: Estratégias de pesquisa FONTE: YIN (2005, p.24) Sendo propostas questões do tipo qual no trabalho, excluem-se as estratégias de experimento, pesquisa histórica e estudo de caso, restando levantamento e análise de arquivos. As propostas restantes são as que mais se enquadram no tipo de pesquisa adotado, a exploratória descritiva.

14 14 Dessa forma, nossos objetos de estudo serão livros sobre Scrum, publicados pelo autor da metodologia, Ken Schwaber e trabalhos publicados contrastando com uma visão contemporânea no que tange a coerência com o modelo CMMI; o CMMI-dev, artigos sobre CMMI e outros artigos acadêmicos e normas como IEEE e ISO/IEC.

15 15 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Processos de Software Antes da explanação sobre processos de software é importante salientar e expor os termos software e Engenharia de Software. Segundo Sommerville (2003, p.5), software consiste de uma série de arquivos separados, arquivos de configuração e toda uma documentação que explica como o sistema funciona, ou seja, muito mais do que linhas de código sem contexto; e Engenharia de Software é uma disciplina da engenharia que se ocupa de todos os aspectos da produção respectivamente, desde estágios iniciais de especificação do sistema até sua manutenção pós-implantação. Segundo Pressman (2006, p.4), software são instruções que quando executadas fornecem as características, função e desempenho desejados. Segundo a ABNT (1997) em sua norma ISO/IEC 12207, software é uma parte fundamental da tecnologia de informação. Essa norma estabelece as seguintes estruturas: Estrutura comum e fundamental para os processos de ciclo de vida de software: Processo de Aquisição: inicia-se com a definição da necessidade de adquirir um sistema, um produto de software ou um serviço de software; Processo de Fornecimento: este processo pode ser iniciado tanto por uma decisão de preparar uma proposta para responder a um pedido de proposta de um adquirente quanto pela assinatura e celebração de um contrato com o adquirente para fornecer o sistema; Processo de Desenvolvimento: este processo contém as atividades para análise de requisitos, projeto, codificação, integração, testes, e instalação e aceitação relacionada aos produtos de software; Processo de Operação: este processo cobre a operação do produto de software e o suporte operacional aos usuários;

16 16 Processo de Manutenção: este processo é ativado quando o produto de software é submetido a modificações no código e na documentação associada devido a um problema, ou à necessidade de melhoria ou adaptação. Estrutura de apoio: Processo de Documentação: o processo de documentação é um processo para registrar informações produzidas por um processo ou atividade do ciclo de vida; Processo de Gerência de Configuração: o processo de gerência de Configuração é um processo de aplicação de procedimentos administrativos e técnicos, por todo o ciclo de vida de software, destinado a identificar e definir os itens de software em um sistema, e estabelecer suas linhas básicas; controlar as modificações e liberações dos itens; registrar e apresentar a situação dos itens e dos pedidos de modificação; garantir a completeza, a consistência e a correção dos itens e controlar o armazenamento, a manipulação e a distribuição dos itens; Processo de Garantia da Qualidade: as atividades adicionais de gerência da qualidade devem ser garantidas de acordo com as cláusulas da NBR ISO ; Processo de Verificação: verificação é um processo para determinar se os produtos de software de uma atividade atendem completamente os requisitos ou condições impostas a eles nas atividades anteriores; Processo de Validação: validação é um processo para determinar se os requisitos e o produto final, sistema ou produto de software construído, atendem ao uso específico pretendido; Processo de Revisão Conjunta: revisão conjunta é um processo para avaliar a situação e produtos de uma atividade de um projeto, se apropriado; 1 A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão. A sigla "ISO" refere-se à International Organization for Standardization, organização não-governamental fundada em 1947, em Genebra e hoje presente em cerca de 157 países. A ISO 9001 tem a garantia da qualidade como base da certificação.

17 17 Processo de Auditoria: auditoria é um processo para determinar adequação aos requisitos, planos e contrato, quando apropriado; Processo de Resolução de Problema: quando problemas forem detectados num produto de software ou numa atividade, um relatório de problema deve ser preparado para descrever cada problema detectado. Estrutura Organizacional: Processo de Gerência: o processo de Gerência contém as atividades e tarefas genéricas que podem ser empregadas por quaisquer das partes que tem que gerenciar seus respectivos processos; Processo de Infra-estrutura: é um processo para estabelecer e manter a infra-estrutura necessária para qualquer outro processo. A infra-estrutura pode incluir hardware, software, ferramentas, técnicas, padrões e recursos para o desenvolvimento, operação ou manutenção; Processo de Melhoria: melhoria é um processo para estabelecer, avaliar, medir, controlar e melhorar um processo de ciclo de vida de software; Processo de Treinamento: a aquisição, o fornecimento, o desenvolvimento, a operação ou a manutenção de produtos de software é extremamente dependente de pessoal com conhecimento e qualificação.

18 18 A figura 1 ilustra a estrutura completa da norma. Figura 1: Estrutura da norma ISO/IEC Fonte: Norma ABNT ISO/IEC Sommerville (2003, p.36) cita algumas atividades e modelos fundamentais para o processo de desenvolvimento de software: Atividades: Especificação de Software: atividade de definir a funcionalidade do sistema tais como suas restrições; Projeto e Implementação de Software: trata-se da produção do sistema de modo a cumprir as especificações; Validação de Software: é a garantia de que o que foi construído atende o que o cliente deseja; Evolução de Software: é a mutação do produto para atender às necessidades do cliente.

19 19 Modelos: Modelo Cascata (waterfall): considera as atividades fundamentais citadas acima e as representa como fases separadas do processo; Modelo Evolucionário: essa abordagem intercala as atividades de especificação, desenvolvimento e validação; Modelo Formal: essa abordagem baseia-se na produção de uma especificação formal matemática do sistema e na transformação dessa especificação, utilizando métodos matemáticos, para construir um programa; Modelo Orientado a Reuso: essa abordagem tem como base a existência de um número significativo de componentes reutilizáveis. O processo de desenvolvimento de sistemas se concentra na integração desses componentes em um sistema, em vez de proceder ao desenvolvimento a partir do zero. Dessa forma pode-e dizer que a proposta deste trabalho atende aos processos de desenvolvimento, documentação e verificação da norma ISO/IEC12207 e a atividade de especificação de software citada por Sommerville (2003). 2.2 Engenharia de Requisitos Abordando a atividade de especificação dentro do contexto de fases de um software e ao processo de desenvolvimento dentro do ciclo de vida do mesmo, entra-se na área de engenharia de requisitos, o pilar principal do tema REQM e RD que será abordado dentro do tema qualidade. Segundo Sommerville (2003, p.103), a engenharia de requisitos é um processo que envolve todas as atividades exigidas para criar e manter o documento de requisitos do sistema. Sommerville (2003, p.103) cita quatro atividades genéricas como sendo atividades centrais da engenharia de requisitos, sendo elas: estudo de viabilidade, obtenção e análise de requisitos, especificação de requisitos e validação de requisitos.

20 20 O SEI (2006) propõe em seu framework as seguintes atividades como práticas da área de gerência de requisitos: obter uma compreensão dos requisitos, obter comprometimento em relação aos requisitos, gerenciar mudanças dos requisitos, manter a rastreabilidade bidirecional dos requisitos e identificar inconsistências entre os produtos de trabalho e os requisitos. Requisito pode ser definido como uma condição ou capacidade necessária para um usuário resolver um problema ou alcançar um objetivo, IEEE-830 (1998). A norma descreve um documento para cobrir as atividades, denominado Software Requirement Specification (SRS) que deve conter como pontos base: Funcionalidade: o que deve fazer o software? Interfaces externas: como interage o software com as pessoas, com o hardware do sistema, com outro hardware e com outro software? Desempenho: qual é a velocidade, disponibilidade, tempo de resposta, tempo de recuperação das várias funções do software dentre outros? Atributos: quais as considerações relativas à portabilidade, correção, manutenibilidade, segurança dentre outros? Restrições de desenho impostas numa implementação: existem exigências padrão, linguagem de implementação, políticas para integridade da base de dados, limites de recursos, ambientes operacionais, dentre outros? Segundo a norma IEEE-830 (1998), como o documento de SRS tem um papel específico no processo de desenvolvimento de software, quem escreve o documento de SRS deve ter cuidado para não passar os limites desse papel. Isto quer dizer que o documento de SRS deve definir corretamente todas as exigências do software. Uma exigência do software segundo IEEE-830 (1998) pode existir devido à natureza da tarefa a ser resolvida ou devido a uma característica particular do projeto. O documento de SRS não deve descrever nenhum detalhe de desenho ou implementação. Estes devem ser descritos na fase de design do projeto. O documento de SRS não deve impor restrições adicionais ao software. Estas estão devidamente especificadas em outros documentos tais como o plano de garantia de qualidade do software, por exemplo.

21 21 Além do que, segundo a norma IEEE-830 (1998), um documento de SRS deve ser: Correto: se e só se, todas as exigências expressas nele serão correspondidas pelo software; Não ambíguo: se e só se todas as exigências expressas nele têm apenas uma única interpretação. Como mínimo isto requer que cada característica do produto final seja descrita usando termos simples e únicos; Completo: se, e só se, inclui os seguintes elementos: toda a exigência significante como desempenho, restrições de design, atributos, ou interfaces externas estão reconhecidas e tratadas, estão definidas as respostas do software a todas as classes realizáveis de entradas de dados em todas as classes de situações, legendas e referências completas para todas as figuras, tabelas e diagramas do documento; Consistente: se, e só se, nenhum subconjunto individual de exigências descrito nele entra em conflito; Classificável por importância e/ou estabilidade: se cada exigência nele contido tem associado um identificador de estabilidade e/ou importância. Algumas exigências podem ser essenciais, especialmente para aplicações críticas, enquanto que outras podem ser apenas desejáveis; Verificável: se cada exigência especificada é verificável. Uma exigência é verificável, se e só se, existe um processo finito e de custo aceitável através do qual uma pessoa ou uma máquina pode verificar que o produto de software cumpre essa exigência. Em geral uma exigência ambígua não é verificável; Modificável: se a sua estrutura e estilo são tais que mudanças a exigências podem ser efetuadas de forma fácil, completa e consistente, preservando simultaneamente estrutura e estilo; Rastreável: se cada uma das suas exigências é clara e facilitadora da identificação da mesma exigência em versões futuras do desenvolvimento ou da documentação. Para atender aos requisitos salientados pela norma IEEE-830 (1998) ao explanar sobre o documento de SRS é necessária muitas vezes uma cultura ou método de trabalho definido e seguido durante o ciclo de desenvolvimento. Para aderir às

22 22 práticas propostas pelo CMMI para implantar as áreas de processo de REQM e RD, este trabalho propõe utilizar práticas da metodologia ágil Scrum, que será exposta no tópico abaixo. 2.3 A metodologia Scrum O modelo Scrum é uma metodologia ágil, assim como Extreme Programming (XP) e visa um desenvolvimento mais enxuto utilizando equipes pequenas e autogerenciáveis; que segundo Pressman (2006) apud Cockburn (2002) argumenta como sendo uma das deficiências dos modelos prescritivos o fato de se esquecer das fragilidades das pessoas, dado que os engenheiros não são robôs, ou seja, exibem grande variedade de estilos de trabalho. Pressman (2006) apud Jacobson (2002) complementa dizendo que uma equipe ágil reconhece que o software é desenvolvido por indivíduos trabalhando em equipes e que as especialidades dessas pessoas e sua capacidade de colaborar estão no âmago do sucesso do projeto. O Scrum surgiu da indústria de automóvel e produtos de consumo, por Takeuchi e Nonaka. Segundo Wikipédia (2008), os autores notaram que projetos usando equipes pequenas e multidisciplinares produziam os melhores resultados; e associaram estas equipes altamente eficazes à formação do Scrum no Rugby. De acordo com as regras do Rugby, o Scrum é usado para reiniciar o jogo após alguns casos de paralisação como faltas ou impedimentos acidentais, dentre outros. Só oito jogadores de cada time podem participar. Eles são, quase sempre, os oito atacantes da equipe (Guia do Rugby, 2008). Wikipédia (2008) diz que Jeff Sutherland, John Scumniotales e Jeff McKenna documentaram, conceberam e implementaram o Scrum na empresa Easel Corporation em 1993, incorporando estilos de gerenciamento observados por Takeuchi e Nonaka e em 1995, Ken Schwaber formalizou a definição de Scrum e ajudou a implantá-lo em desenvolvimento de software, disseminando-o em todo o mundo, dada a necessidade de desenvolvimentos mais ágeis em que o cliente pudesse avaliar a evolução do trabalho e não o todo no final.

23 23 Schwaber (2002. p.1) diz que o Scrum é um termo que segundo Takeuchi e Nonaka descreve um tipo de processo para desenvolvimento de produtos, inicialmente utilizados no Japão; e primeiramente em larga escala em A metodologia nasceu oficialmente ao ser implantada na empresa Easel em 1995 dando continuidade em 1996, após aquisição pela VMARK (SCHWABER, 2002, p.11). Em 2000, Ken Schwaber implantou a metodologia na empresa Patient Keeper e nos anos seguintes lançou três livros, sendo o primeiro deles, o Agile Software Development with Scrum, juntamente com Mike Beedle, em Segundo Martins (2007, p.253), o Scrum é uma metodologia ágil que segue a filosofia iterativa e incremental. Martins afirma que o Scrum se concentra no que é realmente importante, gerenciar o projeto e criar um produto que acrescente valor para o negócio. Segundo Martins (2007), uma característica importante do Scrum é ser flexível e adaptável diferente de métodos e técnicas de gerenciamento de projetos mais prescritivos, como o PMBOK que, por exemplo, força as pessoas a seguirem uma seqüência de passos predefinida, com pouca flexibilidade para mudança. De acordo Sommerville (2003), os projetos de construção de softwares seguem um ciclo envolvendo captura de requisitos, design, desenvolvimento, testes e implantação, com cada estágio sendo completado antes que o próximo seja iniciado, caracterizando-se no modelo cascata. A abordagem do Scrum visa o oposto ao modelo em cascata, iniciando-se na análise, assim que alguns requisitos estiverem disponíveis. Martins (2007, p.253) diz que o projeto Scrum começa com uma visão, composta por requisitos e funcionalidades que concretizam uma lista de tarefas, denominada product backlog de produto. As prioridades dos itens desse documento determinam o quanto de valor cada item gera para o negócio. Depois de priorizados os itens, antes de cada iteração,

24 24 chamada de sprint, a equipe se reúne para dizer quantos itens é possível entregar em um sprint, que segundo Schwaber deve durar cerca de 30 dias, como boa prática. Figura 2: Visão Geral do Processo Scrum Fonte: Agile Project Management with Scrum (2004) Ao final da iteração, conforme ilustra a figura 2, o que foi desenvolvido é apresentado ao cliente em uma reunião e antes do início da próxima iteração é feita uma reunião de retrospectiva, onde é possível extrair lições aprendidas. Papéis do Scrum segundo Schwaber e Beedle (2002, cap.3): Product Owner: pode ser definido como o sponsor do projeto, é o responsável por definir e priorizar as funcionalidades do produto. Segundo Martins (2007, p.255) o dono do produto provavelmente será um gerente de projeto, ou um patrocinador do projeto, um membro da equipe de marketing ou um cliente interno; Scrum Master: é o responsável por forçar os valores e práticas do Scrum, remover os obstáculos e ensinar o processo a todas as pessoas, garantindo também que todas elas sigam o processo. O Scrum Master é um líder e tem como papel remover barreiras, melhorar o relacionamento entre a equipe e

25 25 manter as informações sobre o progresso da equipe e do projeto sempre atualizado. O mestre do Scrum segundo Martins (2007, p.255) ocupa uma posição similar à ocupada pelo gerente de projeto; Scrum Team: equipe responsável por desenvolver o produto, esse time está ligado diretamente ao trabalho e suas características são: ser multifuncional, ser composta por grupos pequenos, de 7 a 10 pessoas, ser auto-organizável e definir o que será feito dentro do sprint. Fases do Scrum segundo Schwaber e Beedle (2002, cap.3): Sprint Planning: é uma reunião com duração de 4 horas antes do início de um sprint, para alinhar com o Product Owner o que será feito dentro do próximo sprint; Sprint: é o tempo estimado pelo time para produzir, testar e homologar determinadas funcionalidades, que serão priorizadas pelo product owner no Sprint Planning 2. De acordo com as práticas adotadas por Schwaber, um sprint deve durar 30 dias; Daily Scrum: são reuniões diárias, com duração de 15 minutos, onde cada membro do time coloca em um quadro o que fez no dia anterior, o que fará para o dia seguinte e as barreiras, que terão de ser desimpedidas pelo Scrum Master. Essas tarefas devem ser colocadas em um quadro que fique visível para o time, em forma de post its, como mostra a figura 3; 2 Para o próximo sprint começar, o sprint anterior tem de estar finalizado e aprovado pelo product owner em uma reunião de validação citada por Zanatta (2004) como Post Sprint Demonstration and Meeting.

26 26 Figura 3: Quadro Daily Scrum Fonte: Entendendo Scrum para Gerenciar Projetos de Forma Ágil (2007) Retrospective ou Sprint Review: é uma reunião de lições aprendidas que ocorre após a entrega de um sprint e tem como objetivo analisar se o que foi feito está bom e o que pode ser melhorado. Para definição do que será entregue ao final de um sprint, é de responsabilidade do time estimar quantas funcionalidades poderá entregar testadas e prontas para uso no prazo de 30 dias. Scrum Alliance (2008) propõe listar os casos de teste e efetuar uma análise de custo e riscos entre efetuar testes automatizados e manuais e com isso definir um ponto de equilíbrio entre os testes. Um projeto utilizando Scrum fica mais difícil de ser desenvolvido sem o uso de automação. (SCRUM ALLIANCE, 2008). Para estimar o número de funcionalidades por sprint, Schwaber propõe um método chamado poker game, onde cada membro do time dá uma nota, que equivale a um peso.

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