Santo Agostinho ( ), bispo de Hipona (Norte de Africa) e doutor da Igreja 45º tratado sobre o Evangelho de S. João

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1 Evangelho segundo S. João 10,1-10. «Em verdade, em verdade vos digo: quem não entra pela porta no redil das ovelhas, mas sobe por outro lado, é um ladrão e salteador. Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A esse o porteiro abre-a e as ovelhas escutam a sua voz. E ele chama as suas ovelhas uma a uma pelos seus nomes e fá-las sair. Depois de tirar todas as que são suas, vai à frente delas, e as ovelhas seguem-no, porque reconhecem a sua voz. Mas, a um estranho, jamais o seguiriam; pelo contrário, fugiriam dele, porque não reconhecem a voz dos estranhos.» Jesus propôs-lhes esta comparação, mas eles não compreenderam o que lhes dizia. Então, Jesus retomou a palavra: «Em verdade, em verdade vos digo: Eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e salteadores, mas as ovelhas não lhes prestaram atenção. Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim estará salvo; há-de entrar e sair e achará pastagem. O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Santo Agostinho ( ), bispo de Hipona (Norte de Africa) e doutor da Igreja 45º tratado sobre o Evangelho de S. João "Se alguém entrar passando por mim, será salvo" "Em verdade vos declaro: Eu sou a porta das ovelhas." Jesus acaba de abrir a porta que nos tinha mostrado fechada. Ele mesmo é essa porta. Reconheçamo-lo, entremos e alegramo-nos por ter entrado. "Os que vieram antes são ladrões e salteadores"...; é preciso compreender: "Os vieram fora de mim". Os profetas vieram antes dele; eram ladrões e salteadores? De forma nenhuma, porque não vieram fora de Cristo; estavam com ele. Ele tinha-os enviado como mensageiros, mas tinha nas suas mãos o coração dos enviados... "Eu sou o caminho, a verdade e a vida", diz ele (Jo 14,6). Se ele é a verdade, os que estavam na verdade estavam com ele. Os que vieram fora dele, pelo contrário, são ladrões e salteadores porque só vieram para pilhar e fazer morrer. "A esses, as ovelhas não escutaram", diz Jesus... Mas os justos acreditaram que ele viria, tal como nós acreditamos que ele já veio. Os tempos mudaram, a fé é a mesma... Uma mesma fé reune os que acreditavam que ele devia vir e os que acreditam que ele já veio. Vemos entrar todos, em épocas diferentes, pela única porta da fé, quer dizer, Cristo... Sim, todos os que acreditaram no passado, no tempo de Abraão, de Isaac, de Jacob, de Moisés ou dos outros patriarcas e profetas que, todos eles, anunciavam Cristo, todos esses eram já suas ovelhas. Neles se ouviu o próprio Cristo, não como uma voz estranha mas com a sua própria voz. Pregador do Papa: «amor evangélico é o grande ausente das seitas» Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do próximo domingo

2 ROMA, sexta-feira, 11 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. pregador da Casa Pontifícia sobre a Liturgia da Palavra do próximo domingo, IV da Páscoa. * * * IV Domingo da Páscoa Atos 2,14a.36-41; 1 Pedro 2, 20b-25; João 10, 1-10 Eu sou o Bom Pastor Este é o domingo do Bom pastor, mas pelo menos dessa vez não é nele que vamos concentrar a atenção, e sim no seu antagonista. Quem é o personagem definido como «ladrão» e «estranho»? Jesus pensa, em primeiro lugar, nos falsos profetas e nos pseudomessias do seu tempo, que faziam de conta que eram enviados de Deus e libertadores do povo, enquanto, na verdade, não faziam nada além de mandar as pessoas morrerem por eles. Hoje, esses «estranhos» que não entram pela porta, mas que se introduzem no redil às escondidas, que «roubam» as ovelhas e as «matam», são visionários fanáticos ou astutos aproveitadores que abusam da boa vontade e da ingenuidade das pessoas. Eu me refiro aos fundadores ou chefes de seitas religiosas que estão por aí. Quando falamos de seitas, no entanto, devemos prestar atenção para não colocar tudo no mesmo nível. Os evangélicos e os pentecostais protestantes, por exemplo, além de grupos isolados, não são seitas. A Igreja Católica mantém com eles, há muito tempo, um diálogo ecumênico no âmbito oficial, algo que jamais faria com as seitas. As verdadeiras seitas são reconhecidas por algumas características. Antes de tudo, quanto ao conteúdo do seu credo, não compartilham pontos essenciais da fé cristã, como a divindade de Cristo e a Trindade; ou misturam com doutrinas cristãs elementos alheios incompatíveis com elas, como a reencarnação. Quanto aos métodos, são literalmente «ladrões de ovelhas», no sentido de que tentam por todos os meios arrancar os fiéis da sua Igreja de origem para tornálos adeptos da sua seita. Geralmente são agressivos e polêmicos. Mais do que propor conteúdos próprios, passam o tempo acusando, polemizando contra a Igreja, Nossa Senhora e em geral tudo o que é católico. Estamos, com isso, nas antípodas do Evangelho de Jesus, que é amor, doçura, respeito pela liberdade dos outros. O amor evangélico é o grande ausente das seitas. Jesus nos deu um critério seguro de reconhecimento: «Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes. Pelos seus frutos os reconhecereis» (Mt 7, 15). E os frutos mais comuns da passagem das seitas são famílias destruídas, fanatismo, expectativas apocalípticas do fim do mundo, regularmente desmentidas pelos fatos. Existes outros tipos de seitas religiosas, nascidas do mundo cristão, em geral importadas do Oriente. Ao contrário das primeiras, não são agressivas; elas se apresentam com «fantasia de cordeiro», pregando o amor por todos, pela natureza, pela busca do eu profundo. São

3 formações freqüentemente sincretistas, ou seja, que agrupam elementos de diversas procedências religiosas, como no caso da Nova Era. O imenso prejuízo espiritual para quem se deixa convencer por esses novos messias é que perde Jesus Cristo e, com Ele, essa «vida em abundância» que Ele veio trazer. Algumas dessas seitas são perigosas também no campo da saúde mental e da ordem pública. Os recorrentes casos de sequestros e suicídios coletivos nos advertem até onde pode levar o fanatismo do chefe de uma seita. Quando se fala de seitas, no entanto, devemos recitar também um «mea culpa». Com freqüência, as pessoas acabam em alguma seita pela necessidade de sentir o calor e o apoio humano de uma comunidade que não encontraram em sua paróquia. [Tradução: Aline Banchieri] Evangelho segundo S. João 10, Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, e o que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo e abandona as ovelhas e foge e o lobo arrebata-as e espanta-as, porque é mercenário e não lhe importam as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-me, assim como o Pai me conhece e Eu conheço o Pai; e ofereço a minha vida pelas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil. Também estas Eu preciso de as trazer e hão-de ouvir a minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor. É por isto que meu Pai me tem amor: por Eu oferecer a minha vida, para a retomar depois. Ninguém ma tira, mas sou Eu que a ofereço livremente. Tenho poder de a oferecer e poder de a retomar. Tal é o encargo que recebi de meu Pai.» Basílio de Selêucia (?- cerca de 468), bispo Homilia Eu sou o bom pastor, o verdadeiro pastor (Jo 10,11) Abel, o primeiro pastor, mereceu a admiração do Senhor que acolhia de boa vontade o seu sacrifício e preferia ainda o dador à dádiva que ele lhe oferecia (Gn 4,4). A Escritura elogia também Jacob, pastor dos rebanhos de Labão, notando os cuidados que ele tinha com as suas ovelhas: Fui devorado pelo calor durante o dia e pelo frio durante a noite (Gn 31,40); e Deus recompensou este homem pelo seu labor. Pastor, Moisés também o foi, sobre as montanhas de Madian, preferindo ser maltratado com o povo de Deus do que conhecer o prazer [no palácio do Faraó]. Deus, admirando esta escolha, deixou-se ver por ele como recompensa (Ex 3,2). E depois da visão, Moisés não abandona o seu ofício de pastor, mas com a sua vara comanda os elementos (Ex 14,16) e tornou-se pastor do povo de Israel. David foi ele também pastor mas a sua vara de pastor foi mudada em ceptro real e ele recebeu a coroa. Não te admires se todos estes bons pastores são próximos de Deus. O Senhor ele próprio não se envergonhou de ser chamado pastor (Sl 22,79). Deus não se envergonhou de

4 apascentar os homens, como não se envergonhou de os ter criado. Mas olhemos agora o nosso pastor, Cristo; vejamos o seu amor pelos homens e a sua doçura para os conduzir à pastagem. Ele regozija-se das ovelhas que o rodeiam como ele procura aquelas que se perdem. Nem montes nem florestas são obstáculo para ele; ele corre no vale da sombra (Sl 22,4) para chegar até ao lugar onde se encontra a ovelha perdida... Vêmo-lo nos infernos; dá ordem de saída; é assim que ele procura o amor das suas ovelhas. Quem ama Cristo, é aquele que sabe ouvir a sua voz. São Tomás de Aquino ( ), teólogo dominicano, doutor da Igreja Lectura super Ioannem O bom pastor e a porta das ovelhas Jesus disse: Eu sou o bom pastor. É evidente que o título de pastor convém a Cristo. Porque, assim como um pastor conduz o seu rebanho às pastagens, assim Cristo restaura os fiéis com um alimento espiritual, o seu próprio Corpo e o seu próprio Sangue. Para se diferenciar do mau pastor e do ladrão, Jesus precisa que Ele é o bom pastor. Bom, porque defende o seu rebanho com o empenhamento dum bom soldado para com a sua pátria. Por outro lado, Cristo disse que o pastor entra pela porta e que Ele mesmo é essa porta. Portanto, quando se declara como pastor, há que compreender que é Ele que entra, e por si mesmo. E isso é verdade, porque manifesta que conhece o Pai por si mesmo, ao passo que nós entramos por Ele e é Ele que nos dá essa felicidade. Notemos bem que nenhum outro, senão Ele, é a porta, tal como ninguém é a luz, senão por participar dela. João Baptista não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz (Jo 1,8). Quanto a Cristo, Ele era a luz que ilumina todo o homem (v. 9). Ninguém pode dizer que é a porta porque Cristo reservou esse título para si. Mas o título de pastor, Ele o comunicou a outros, deu-o a alguns dos seus membros. Com efeito, Pedro também o foi, e os outros apóstolos, bem como todos os bispos. Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, disse Jeremias (3,15). Ainda que os chefes da Igreja que são filhos dela sejam todos pastores, Cristo disse. Eu sou o bom pastor, para mostar a força única do seu amor. Nenhum pastor é bom se não estiver unido a Cristo pela caridade, tornando-se assim membro do verdadeiro pastor. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas - Jo 10,14 Sou Bom Pastor / ovelhas guardarei. / Não tenho outro ofício, nem terei. / Quantas vidas Eu tiver, Eu lhes darei! 1. Maus pastores, num dia de sombra / não cuidaram e o rebanho se perdeu. / Vou sair pelo campo, reunir o que é meu / conduzir e salvar. 2. Verdes prados e belas montanhas / hão de ver o Pastor, rebanho atrás. / Junto a Mim as ovelhas terão muita paz / poderão descansar. D. Carlos Alberto Navarro - Cantemos.. n 847

5 Papa Bento XVI Homilia da Missa inaugural do seu Pontificado, 24/4/05 (trad. DC 2337, p. 547, copyright Libreria Editrice Vaticana) "Dou a vida pelas minhas ovelhas" No Antigo Oriente era costume que os reis se designassem como pastores do seu povo. Esta era uma imagem do seu poder, uma imagem cínica: os povos eram para eles como ovelhas, das quais o pastor podia dispor como lhe aprazia. Enquanto o pastor de todos os homens, o Deus vivo, se tornou ele mesmo cordeiro, pôs-se do lado dos cordeiros, daqueles que são esmagados e mortos. Precisamente assim Ele se revela como o verdadeiro pastor: "Eu sou o bom pastor... Ofereço a minha vida pelas minhas ovelhas", diz Jesus de si mesmo (cf. Jo 10, 14 s). Não é o poder que redime, mas o amor! Este é o sinal de Deus: Ele mesmo é amor. Quantas vezes nós desejaríamos que Deus se mostrasse mais forte. Que atingisse duramente, vencesse o mal e criasse um mundo melhor. Todas as ideologias do poder se justificam assim, justificando a destruição daquilo que se opõe ao progresso e à libertação da humanidade. Nós sofremos pela paciência de Deus. E de igual modo todos temos necessidade da sua plenitude. O Deus, que se tornou cordeiro, diz-nos que o mundo é salvo pelo Crucificado e não por quem crucifica. O mundo é redimido pela plenitude de Deus e destruído pela impaciência dos homens. Pregador do Papa: «Cristo propõe-nos fazer com Ele uma experiência de libertação» Comentário do padre Raniero Cantalamessa, ofm cap., ao Evangelho dominical ROMA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário ao Evangelho do próximo domingo, o «Bom Pastor», IV de Páscoa, do padre Raniero Cantalamessa, ofm.cap, pregador da Casa Pontifícia. * * * IV Domingo de Páscoa B (Atos 4, 8-12; I João 3, 1-2; João 10, 11-18) Eu sou o Bom Pastor Chama-se o IV domingo do tempo pascal de «domingo do Bom Pastor». Para compreender a importância que tem na Bíblia o tema do pastor, há que se remontar à história. Os beduínos do deserto dão-nos hoje uma idéia da que foi, em um tempo passado, a vida das tribos de Israel. Nesta sociedade, a relação entre pastor e rebanho não é só de tipo econômico, baseada no interesse. Desenvolve-se uma relação quase pessoal entre o pastor e o rebanho. Passam dias e dias juntos em lugares solitários, sem ninguém mais ao redor. O pastor acaba conhecendo

6 tudo de cada ovelha; a ovelha reconhece e distingue entre todas as vozes a voz do pastor, que freqüentemente fala com as ovelhas. Isto explica por que Deus serviu-se deste símbolo para expressar sua relação com a humanidade. Um dos salmos mais belos do saltério descreve a segurança do crente em ter Deus como pastor: «O Senhor é meu pastor, nada me faltará...». Posteriormente, dá-se o título de pastor, por extensão, também aos que fazem as vezes de Deus na terra: os reis, os sacerdotes, os chefes em geral. Mas, neste caso, o símbolo divide-se: já não evoca somente imagens de proteção, de segurança, mas também as de exploração e opressão. Junto à imagem do bom pastor faz sua aparição a do mau pastor, a do mercenário. No profeta Ezequiel encontramos uma terrível acusação contra os maus pastores, que apascentam só a si mesmos, e em seguida a promessa de Deus de ocupar-se Ele mesmo de seu rebanho (Ez 34, 1ss). Jesus no Evangelho retoma este esquema do bom e mau pastor, mas com uma novidade: «Eu - -diz-- sou o Bom Pastor!». A promessa de Deus fez-se realidade, superando qualquer expectativa. Cristo faz o que nenhum pastor, por bom que seja, estará disposto a fazer: «Eu dou minha vida pelas ovelhas». O homem de hoje rejeita com desdém o papel de ovelha e a idéia de rebanho, mas não nota que está completamente dentro. Um dos fenômenos mais evidentes de nossa sociedade é a massificação. Deixamo-nos guiar de maneira indiferente por todo tipo de manipulação e de persuasão oculta. Outros criam modelos de bem-estar e de comportamento, ideais e objetivos de progresso, e nós os seguimos; vamos detrás, temerosos de perder o passo, condicionados e seqüestrados pela publicidade. Comemos o que nos dizem, vestimos como nos ensinam, falamos como ouvimos falar, por slogan. O critério pelo que a maioria se deixa guiar nas próprias opções é o «Così fan tutti» («Todos são assim». Ndr) de mozartiana memória. Olhai como se desenvolve a vida da multidão em uma grande cidade moderna: é a triste imagem de um rebanho que sai junto, agita-se e se amontoa em hora fixa nos vagões do trem e do metrô, e depois, pela tarde, regressa, junto ao redil, vazio de si e de liberdade. Sorrimos divertidos quando vemos uma filmagem em câmera rápida com as pessoas que se movem aos saltos, velozmente, como marionetes, mas é a imagem que teríamos de nós mesmos se nos olhássemos com olhos menos superficiais. O Bom Pastor que é Cristo propõe-nos fazer com Ele uma experiência de libertação. Pertencer a seu rebanho não é cair na massificação, mas ser preservados dela. «Onde está o Espírito do Senhor, ali está a liberdade» (2 Coríntios 3, 17), diz São Paulo. Ali surge a pessoa com sua irrepetível riqueza e com seu verdadeiro destino. Surge o filho de Deus ainda escondido, do que fala a segunda carta deste domingo: «Queridos, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que seremos». [Traduzido por Zenit] ZP João Paulo II Homilia para o 25º aniversário do seu pontificado

7 O Bom Pastor "O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas" (Jo 10,11). Quando Jesus pronunciava estas palavras, os apóstolos não sabiam que falava de si mesmo. Mesmo João, o apóstolo bemamado, não o sabia. Compreendeu-o no Calvário, junto à cruz, ao vê-lo oferecer silenciosamente a vida pelas suas ovelhas. Quando chegou, para ele e para os outros apóstolos, o momento de assumirem esta mesma missão, então lembraram-se daquelas palavras. Deram-se conta de que estariam em condições de levar a missão até ao seu cumprimento apenas porque Jesus tinha assegurado de que seria ele mesmo a agir neles. Pedro, de modo particular, foi disso bem consciente, ele, "a testemunha da Paixão de Cristo" (1Pe 5,1), que exortava os anciãos da Igreja nestes termos: "Sede os pastores do rebanho de Deus que vos foi confiado" (1Pe 5,2). No decorrer dos séculos, os sucessores dos apóstolos, conduzidos pelo Espírito Santo, continuaram a reunir o rebanho de Cristo e a conduzi-lo para o Reino dos Céus, conscientes de que só podiam assumir tal responsabilidade "por Cristo, com Cristo e em Cristo". Foi esta mesma consciência que eu tive quando o Senhor me chamou a exercer a missão de Pedro nesta bem-amada cidade de Roma e ao serviço do mundo inteiro. Desde o início do meu pontificado, os meus pensamentos, as minhas orações e as minhas acções foram animadas por um único desejo: testemunhar que Cristo, o Bom Pastor, está presente e a agir na Igreja. Ele anda continuamente à procura da ovelha perdida, recondu-la ao redil, trata as suas feridas; vela pela ovelha fraca e doente e protege a que é robusta (Ez 34,16). É por isso que, desde o primeiro dia, nunca deixei de exortar: "Não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o seu poder!" Digo-o de novo hoje, com força: "Abri, abri de par em par as portas a Cristo! Deixai-vos conduzir por ele. Tende confiança no seu amor!" Evangelho segundo S. João 10, Em Jerusalém celebrava-se, então, a festa da Dedicação do templo. Era Inverno. Jesus passeava pelo templo, debaixo do pórtico de Salomão. Rodearam-no, então, os judeus e começaram a perguntar-lhe: «Até quando nos deixarás na incerteza? Se és o Messias, di-lo claramente.» Jesus respondeu-lhes: «Já vo-lo disse, mas não credes. As obras que Eu faço em nome de meu Pai, essas dão testemunho a meu favor; mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz: Eu conheço-as e elas seguem-me. Dou-lhes a vida eterna, e nem elas hão-de perecer jamais, nem ninguém as arrancará da minha mão. O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai. Eu e o Pai somos Um.» Santo Hilário (c ), Bispo de Poitier, doutor da Igreja De trinitate A Trindade O Pai é aquilo que é e assim temos de acreditar. Quanto ao Filho, o nosso espírito desencoraja-se para O atingir, e toda a palavra hesita em se fazer ouvir. Ele é na verdade a geração do não gerado, o único nascido do único, o

8 verdadeiro saído do verdadeiro, o vivo nascido do vivo, o perfeito vindo do perfeito, o poder do poder, a sabedoria da sabedoria, a glória da glória, «a imagem do Deus invisível» ( Col 1,15)... Como vamos nós compreender a geração do Filho único não gerado?... Essa geração não é uma fractura ou uma divisão...: «O Pai está em mim, e eu estou no Pai» (Jo 10,38). Não é uma adopção, pois o Filho é o verdadeiro Filho de Deus e diz «Quem me vê, vê o Pai» (Jo 14, 9). Ele não veio à existência como os outros seres, para obedecer a uma ordem, pois... tem em si mesmo a vida, como Aquele que o gerou tem a vida em Si mesmo ( Jo 5, 26)... É perfeito, o que provém do Perfeito, pois Aquele que tudo possui, tudo lhe deu. O Pai e o Filho detêm, cada um deles, o segredo deste nascimento. Aelred de Rielvaux ( ), monge cisterciense inglês Oração pastoral "As minhas ovelhas escutam a minha voz; conheço-as e elas seguem-me" Ó Jesus, ó Bom Pastor, pastor que és verdadeiramente bom, pastor cheio de clemência e de ternura, a ti clama um miserável e pobre pastor - sim, bem fraco, bem incapaz, bem inútil e, contudo, realmente pastor das tuas ovelhas. A ti, ó Bom Pastor, clama este pobre pastor que está longe de ser bom; a ti clama, inquieto por si mesmo, inquieto pelas tuas ovelhas. Senhor, tu conheces o meu coração: sabes que tudo o que deste ao teu servo, ele só tem um desejo, o de o entregar totalmente às tuas ovelhas, gastá-lo totalmente para seu bem. Mais, eu quereria entregar-me a mim próprio por elas. Que assim seja, ó meu Senhor, que assim seja!... Ensina-me apenas, to peço, pelo teu Espírito Santo, ensina o teu servo como deve gastar-se por elas. Concede-me, Senhor, pela tua graça inefável, suportar com paciência as suas enfermidades, compadecer-me com ternura, procurar-lhes remédios eficazes. Que eu aprenda, sob a inspiração do teu Espírito, a consolar os aflitos, a devolver a coragem àqueles que a perderam, a erguer os que caem, a sentir-me fraco com os fracos..., a fazer-me tudo para todos para os salvar a todos. Põe sempre nos meus lábios a palavra verdadeira, a palavra recta, a palavra justa, a fim de que todos cresçam na fé, na esperança e no amor, em castidade e em humildade, em paciência e em obediência, em fervor de espírito e pureza de coração. Uma vez que lhes deste este guia cego, este mestre ignorante, este chefe incapaz, concede, Senhor, a este mestre, ciência, luz e competência. Santa Teresa de Ávila ( ), carmelita, Doutora da Igreja As Relações, 47 «O Pai e Eu somos um» No dia da festa de Santo Agostinho, acabava eu de comungar, quando compreendi, quase podia dizer que vi não sei explicar como, sei apenas que isto se passou no meu intelecto e que foi muito rápido, de que forma as três Pessoas da Santíssima Trindade, que tenho

9 gravadas na minha alma, são uma mesma coisa. Isto foi-me mostrado por meio de uma representação verdadeiramente extraordinária e numa luz extremamente viva. O efeito que a minha alma experimentou foi muito diferente daquele que a visão da fé produz em nós. A partir desse momento, não consigo pensar numa das três Pessoas divinas, que não veja também que são três. Perguntava a mim mesma como era possível que, constituindo a Trindade uma unidade tão perfeita, só o Filho se tivesse feito homem. O Senhor fez-me compreender de que forma as três Pessoas, sendo uma mesma coisa, são contudo distintas. Em presença de tais maravilhas, a alma experimenta um novo desejo de escapar ao obstáculo do corpo, que a impede de delas usufruir. Embora pareçam inacessíveis à nossa baixeza, e a sua visão termine imediatamente, a alma retira delas mais proveito, sem comparação, que de longos anos de meditação, e sem saber como. Catecismo da Igreja Católica , 237 "O Pai e eu somos um" Os cristãos são batizados "em nome do Pai, do Filho e dó Espírito Santo" (Mt 28,19). Antes disso, eles respondem "Creio" à tríplice pergunta que os manda confessar sua fé no Pai, no Filho e no Espírito: "A fé de todos os cristãos consiste na Trindade". Os cristãos são batizados "em nome" do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e não "nos nomes" destes três, pois só existe um Deus, o Pai Todo-Poderoso, seu Filho Único e o Espírito Santo: a Santíssima Trindade. O mistério da Santíssima Trindade é, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé, é a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na "hierarquia das verdades de fé". "Toda a história da salvação não é senão a história da via e dos meios pelos quais o Deus verdadeiro e Único, Pai, Filho e Espírito Santo, se revela, reconcilia consigo e une a si os homens que se afastam do pecado" A Trindade é um mistério de fé no sentido estrito, um do "mistérios escondidos em Deus que não podem ser conhecidos se não forem revelados do alto". Sem dúvida, Deus deixou vestígios de seu ser trinitário em sua obra de Criação e em sua Revelação ao longo do Antigo Testamento. Mas a intimidade de seu Ser como Santíssima Trindade constitui um mistério inacessível à pura razão e até mesmo à fé de Israel antes da Encarnação do Filho de Deus e da missão do Espírito Santo. Beata Teresa de Calcutá ( ), fundadora da Irmãs Missionárias da Caridade Não há maior amor "As minhas ovelhas escutam a minha voz" Acharás certamente que é difícil rezar se não souberes como o fazer. Cada um de nós deve ajudar-se a rezar: em primeiro lugar, recorrendo ao silêncio, porque não podemos pôr-nos em presença de Deus se não praticarmos o silêncio, tanto interior como exterior. Fazer silêncio

10 dentro de nós mesmos não é fácil, mas é um esforço indispensável. Só no silêncio encontraremos um novo poder e uma verdaderia unidade. O poder de Deus tornar-se-á nosso, a fim de realizarmos todas as coisas como devem ser realizadas; o mesmo no que respeita à unidade dos nossos pensamentos com os seus pensamentos, das nossas orações com as suas orações, das nossas acções com as suas acções, da nossa vida com a sua vida. A unidade é o fruto da oração, da humildade, do amor. É no silêncio do coração que Deus fala; se te colocares diante de Deus no silêncio e na oração, Deus falar-te-á. E saberás então que não és nada. Só quando conheceres o teu nada, o teu vazio, é que Deus pode encher-te dele mesmo. As almas dos grandes orantes são almas de grande silêncio. O silêncio faz-nos ver cada coisa com outros olhos. Precisamos do silêncio para tocar as almas dos outros. O essencial não é o que dizemos, mas o que Deus diz - o que Ele nos diz, o que diz através de nós. Nesse silêncio, Ele nos escutará, falará à nossa alma e escutaremos a sua voz. Evangelho segundo S. João 10, Então, os judeus voltaram a pegar em pedras para o apedrejarem. Jesus replicou-lhes: «Mostrei-vos muitas obras boas da parte do Pai; por qual dessas obras me quereis apedrejar?» Responderam-lhe os judeus: «Não te queremos apedrejar por qualquer obra boa, mas por uma blasfémia: é que Tu, sendo um homem, a ti próprio te fazes Deus.» Jesus respondeu-lhes: «Não está escrito na vossa Lei: 'Eu disse: vós sois deuses'? Se ela chamou deuses àqueles a quem se dirigiu a palavra de Deus e a Escritura não se pode pôr em dúvida a mim, a quem o Pai consagrou e enviou ao mundo, como é que dizeis: 'Tu blasfemas', por Eu ter dito: 'Sou Filho de Deus'? Se não faço as obras do meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, embora não queirais acreditar em mim, acreditai nas obras, e assim vireis a saber e ficareis a compreender que o Pai está em mim e Eu no Pai.» Por isso procuravam de novo prendê-lo, mas Ele escapou-se-lhes das mãos. Depois, Jesus voltou a retirar-se para a margem de além- Jordão, para o lugar onde ao princípio João tinha estado a baptizar, e ali se demorou. Muitos vieram ter com Ele e comentavam: «Realmente João não realizou nenhum sinal milagroso, mas tudo quanto disse deste homem era verdade.» E muitos ali creram nele. Odes de Salomão (texto cristão hebraico do princípio do séc. II) n.º 28 «Procuravam de novo prendê-lo, mas Ele escapou-se-lhes das mãos» Como asas de pombas que protegem as crias [ ] Assim são as asas do Espírito sobre o meu coração. O meu coração rejubila e estremece Qual criança no seio da mãe. Cri e encontrei o descanso Aquele em quem eu acreditei é fiel. Abençoou-me E a minha cabeça para Ele se voltou.

11 Gládio algum, ou espada d Ele me separará, Preparei-me, antes da hora da perda, Em seus braços incorruptíveis me acalentei. A vida imortal a tal me levou, me constrangiu ; E dela vem o Espírito que me habita ; Que não pode morrer, porque é a vida. [Fala Jesus Cristo :] Os que me viram em espanto ficaram Porque eu era perseguido. Pensavam-me aniquilado, Porque a seus olhos eu estava perdido. Mas a opressão tornou-se a minha salvação. Tornara-me objecto de desprezo. Em mim nada havia que invejar ; A todos fazia o bem, E fui odiado por isso. Como cães enraivecidos me cercaram (Sl 21, 17), Insensatos que contra seus amos se revoltam; Têm corrompida a inteligência, pervertido o espírito. Retive as águas do meu lado direito, Em mansidão suportei-lhes o rancor. Não pereci, pois não era dessa casta, O meu nascimento não foi como o seu. Procuraram a minha morte e não o conseguiram ; Eu era mais antigo que a sua memória. Sobre Mim em vão se arremessaram Os que Me perseguiam ; Em vão procuraram extinguir A memória d Aquele que era antes deles. Nada pode ultrapassar o desígnio do Altíssimo, O seu coração é superior a toda a sabedoria. Aleluia! Militão de Sardes (?-c. 195), bispo Homilia pascal, O mistério da Páscoa do Senhor O mistério da Páscoa realizou-se no corpo do Senhor. Mas Ele já tinha anunciado os seus sofrimentos pelos patriarcas, pelos profetas e por todo o seu povo; tinha-os confirmado por meio de um selo, visível na Lei e nos profetas. Esse futuro inaudito e grandioso foi preparado desde longa data; pré-figurado desde há muito, o mistério do Senhor tornou-se visível hoje, porque antigo e novo é o mistério do Senhor. [ ]

12 Queres, pois, ver o mistério do Senhor? Contempla Abel, como Ele assassinado, Isaac, como Ele preso, José, como Ele vendido, Moisés, como Ele exposto, David, como Ele acossado, os profetas, como Ele maltratados em nome de Cristo. Contempla, por fim, a ovelha imolada na terra do Egipto, que atingiu o Egipto e salvou Israel pelo seu sangue. Também pela voz dos profetas foi anunciado o mistério do Senhor. Moisés disse ao povo: A tua vida estará como em suspenso diante de ti. Tremerás de noite e de dia não acreditarás no teu próprio viver (Dt 28, 66). E David: Por que se amotinam as nações, por quê este burburinho insano dos povos? Sublevam-se os reis da terra, os príncipes conspiram entre si contra o Senhor e contra o seu ungido (Sl 2, 1-2). E Jeremias: E eu, como manso cordeiro, conduzido ao matadouro, ignorava as maquinações tramadas contra mim, dizendo: [ ] Arranquemo-la a terra dos vivos, que o seu nome caia no esquecimento. (Jer 11, 19). E Isaías: Foi maltratado e resignou-se, como cordeiro levado ao matadouro, como ovelha emudecida nas mãos do tosquiador. Sem defesa, sem justiça o levaram, quem meditou no seu destino? (Is 53, 7-8) Muitos outros acontecimentos foram anunciados por numerosos profetas acerca do mistério da Páscoa, que é Cristo. [ ] Foi Ele quem nos livrou da servidão do mundo, como da terra do Egipto, e nos arrancou à escravidão do demónio, como à mão do Faraó. S. Bernardo ( ), monge cisterciense e doutor da Igreja Sermões diversos, n 22 «Mostrei-vos muitas obras boas da parte do Pai; por qual dessas obras me quereis apedrejar?» A Cristo Jesus deves toda a tua vida, uma vez que Ele deu a Sua vida pela tua e suportou amargos tormentos para que não suportes tormentos eternos... Quando tiveres reunido no teu coração todas as amarguras do teu Senhor, como tudo isso te parecerá doce!... Assim como os céus estão mais altos do que a terra (Is 55,9), assim a Sua vida está mais alta do que a nossa vida e, contudo, foi dada por ela. Assim como o nada não pode ser comparado a coisa alguma, assim a nossa vida não tem proporção com a dele... Quando lhe tiver consagrado tudo o que sou, tudo o que posso, isso será como uma estrela comparada com o sol, uma gota de água comparada com um rio, uma pedra com uma torre, um grão de areia com uma montanha. Não tenho mais que duas pequenas coisas, mesmo muito diminutas: o meu corpo e a minha alma, ou antes, uma única pequena coisa: a minha vontade. Não a darei Àquele que cumulou de tantos benefícios um ser tão pequeno como eu, Àquele que, entregando-se inteiramente, inteiramente me resgatou? De outra forma, se guardasse para mim a minha vontade, com que rosto, com que olhos, com que espírito, com que consciência iria refugiar-me junto do coração de misericórdia do nosso Deus? Ousaria penetrar nessa muralha fortíssima que guarda Israel e fazer correr, como preço do meu resgate, não algumas gotas mas as golfadas desse sangue que corre das cinco partes do seu corpo? Santo Agostinho ( ), bispo de Hipona (Norte de África) Tratado sobre S. João

13 Prender Jesus "Se a lei chama deuses àqueles a quem se dirige a palavra de Deus, porque dizeis: 'Tu blasfemas!' só porque eu disse: 'Sou o Filho de Deus'? Se os homens, porque Deus lhes fala, se tornam participantes da sua natureza e se tornam deuses, como é que esta Palavra, donde lhes vem tal dom, não seria ela própria Deus? Se as luzes, que recebem a sua claridade de uma outra Luz, são deuses, como não seria Deus a Luz que as ilumina? E, se aqueles que, de alguma forma, são aquecidos pelo fogo salvífico, se tornam deuses, como é que não seria Deus aquele que lhes dá o calor? Tu aproximas-te da Luz e recebe-la e és contado entre os filhos de Deus; afastas-te e tornas-se sombrio e és contado entre os filhos das trevas... "Procuravam então prender Jesus... " Se ao menos o tivessem prendido! não para o atormentar e fazer morrer, mas pela fé e pela inteligência! Neste momento em que vos falo, estou certo de que todos queremos prender Cristo. Prendê-lo, é o quê? Prendemos quando compreendemos. Mas os inimigos de Cristo procuravam outra coisa. Nós prendemos para ter, eles queriam prender para não ter. E porque o queriam prender assim, que lhes fez Cristo? João Paulo II Audiência Geral de «Está escrito na vossa lei: "Eu disse: Vós sois deuses"» «Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem, de acordo com a nossa semelhança"» (Gn 1,26). Como se o Criador entrasse em si mesmo; como se, ao criar, não só chamasse do nada à existência dizendo: "Faça-se!", mas ainda, de uma forma particular, formasse o homem a partir do mistério do seu próprio ser. Isto só se compreende porque não se trata apenas do ser, mas da imagem. A imagem deve reflectir; deve reproduzir, em certo sentido, a substância do seu protótipo... É evidente que esta semelhança não deve ser entendida como um "retrato", mas como o facto, para o ser vivo, de ter uma vida semelhante à de Deus... Definindo o homem como "imagem de Deus", o livro do Génesis põe em evidência o que faz o homem ser homem, o que o faz distinto de todas as outras criaturas do mundo visível. Como se sabe, a ciência fez e continua a fazer, em certos domínios, inúmeras tentativas para mostrar os laços que unem o homem ao mundo natural, para mostar a sua dependência desse mundo, a fim de o inserir na história da evolução das diferentes espécies. Embora respeitando essas investigações, não podemos limitar-nos a elas. Se analisarmos o homem no mais profundo do seu ser, vemos que ele se diferencia do mundo da natureza mais do que se assemelha. É igualmente nesse sentido que procedem a antropologia e a filosofia quando procuram analisar e compreender a inteligência, a liberdade, a consciência e a espiritualidade do homem. O livro do Génesis parece ir ao encontro de todas essas experiências da ciência e, dizendo do homem que ele é "imagem de Deus", faz compreender que a resposta ao mistério da sua humanidade não deve ser procurado na sua semelhança com o mundo da natureza. O homem parece-se mais com Deus do que com a natureza. É neste sentido que o salmo diz: "Vós sois deuses!" (Sl 82,6), palavras que Jesus iria retomar.

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