DESAFIOS PARA O ADMINISTRADOR HOSPITALAR NUM CENÁRIO DE CRESCENTE COMPLEXIDADE NO SEGMENTO DA SAÚDE. Adm. Sérgio Lopez Bento 4.10.

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1 DESAFIOS PARA O ADMINISTRADOR HOSPITALAR NUM CENÁRIO DE CRESCENTE COMPLEXIDADE NO SEGMENTO DA SAÚDE Adm. Sérgio Lopez Bento

2 A G E N D A 1. Cenário da saúde no Brasil 2. Um setor cada vez mais complexo 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração na saúde suplementar 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? 5. Conclusões 2

3 1. Cenário da saúde no Brasil Gastos em saúde crescem, mas Brasil continua abaixo da média mundial Pesquisa divulgada pela OMS em 16/5/12 mostra que os gastos em saúde do governo se equiparam aos de países africanos, e o investimento ainda é menor que a média mundial. para a governo brasileiro aplicou em 2009, 5,9% de seu orçamento saúde. A média mundial foi de 14,3%. Do total que se gasta em saúde no Brasil, 56% saí do bolso dos cidadãos, e não das esferas governamentais. Apenas 30 dos 193 países analisados pela OMS enfrentam esta situação. A média mundial é de 40%. Em 2009 o governo destinou US$ 320 por habitante, enquanto a média mundial é de US$ 549. Nos países desenvolvidos, este gasto é 25 vezes maior. 3

4 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Gastos em saúde crescem, mas Brasil continua abaixo da média mundial cont. Número de leitos no Brasil é de 26 para cada ha ( ). tem A média mundial foi de 30 leitos e 80 países dos 193 analisados índice melhor do que o Brasil. Gastos do Governo Federal na área social A literatura da economia do bem-estar social separa as instituições de política social em duas grandes modalidades: - transferência de renda: Previdência Social, Bolsa Família, LOAS, seguro-desemprego - prestação de serviços Serviços diretos em hospitais, ambulatórios, postos de saúde, escolas, universidades, etc... 4

5 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Gastos do Governo Federal na área social cont. Em recente artigo, o economista Mansueto Almeida (IPEA) mostrou que no período : Gastos de transferência de renda cresceram de R$ 6,1 bi para R$ 8,7 bi, um crescimento de 42,6%. Gastos de despesas com prestação de serviços em educação e saúde cresceram de R$ 1,8 bi para R$ 2 bi, um crescimento de 11,1%. Do total de gastos sociais, 81,3% são destinados a programas de transferência de renda. Programas de transferência de renda tem um impacto redistributivo virtuoso e inquestionável, mas trazem excelentes dividendos políticos. 5

6 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Gastos do Governo Federal na área social cont. Devemos lembrar que nossa carga tributária já supera 35% do PIB e é pouco provável que esta carga fiscal suba, sob pena de um aumento do clamor social: Belíndia : Carga tributária da Bélgica mas serviços públicos da Índia Por outro lado, é pouco provável uma guinada dos gastos na área social, com aumento significativo dos gastos na prestação de serviços, pelos dividendos políticos obtidos com os programas de transferência de renda. Baixíssima avaliação dos serviços públicos de saúde Conforme o IDSUS (apurado entre ), a nota média para os serviços de saúde do SUS foi 5,47. Apenas 0,1% dos municípios atingiu nota superior a 8. IDSUS não é uma pesquisa qualitativa. São 24 indicadores que objetivam medir o grau de acesso e a qualidade do atendimento. 6

7 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Baixíssima avaliação dos serviços públicos de saúde cont. Ministério da saúde considera que a nota 7 seria considerada aceitável para o país. melhoria pública. saúde Portanto, temos um longo caminho a perseguir na busca da da qualidade e do acesso dos serviços de saúde Cenário: - envelhecimento da população e custos crescentes em - esgotamento da carga tributária - privilégio dos gastos sociais em programas de transferência de renda em detrimento da prestação de serviços 7 - necessidade do governo aumentar seus gastos em investimentos, pois o modelo de privilegiar o consumo está se esgotando.

8 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Fonte: Caderno de Informações ANS 06/2012 Classe D agora tem plano de saúde e seguro de vida É um dos maiores anseios das classes emergentes. Saúde Suplementar Crescimento do número de beneficiários dos planos de assistência médica 2009: mil + 3,3% 2010: mil + 8,4% 2011: mil + 3,6% acumulado: 16,0% (11/08) 2012: 47,866 mil + 0,8% (até março) Baixo grau de cobertura da população brasileira Apenas 25,1% da população dispõe de plano de saúde 8

9 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Fonte: Caderno de Informações ANS 06/2012 Saúde Suplementar cont. Participação dos planos coletivos 2009: mil + 4,2% 2010: mil + 10,5% 2011; mil + 5,0% acumulado: + 20,9% (11/08) 2012: mil + 0,9% Planos coletivos são responsáveis por 77,0% dos beneficiários Planos coletivos novos: representam 79,3% dos beneficiários 9

10 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Fonte: Caderno de Informações ANS 06/2012 Saúde Suplementar cont. Operadoras de Planos de Assistência Médico-Hospitalar Sinistralidade 2009: 83,0% 2010: 81,2% % recomendado: 75% 2011: 82,4% Custo Administrativo Resultado Operacional 2009: 16,2% 0,8% 2010: 15,5% 3,3% 2011: 15,0% 2,6% 10

11 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Fonte: Caderno de Informações ANS 06/2012 Saúde Suplementar cont. Operadoras de Planos de Assistência Médico-Hospitalar - cont. Mercado já concentrado N.º Beneficiários % N.º OPS s % mil 10,9 2 0, mil 21,3 5 0, mil 50,9 32 3, mil 90, , mil 100, ,0 Mercado tenderá a ser ainda mais concentrado OPS s ativas: sem beneficiários: até vidas: entre e vidas: acima de vidas: 87 11

12 1. Cenário da saúde no Brasil cont. Saúde Suplementar cont. Prestadores de Serviços (Hospitais) Receita de insumos materiais, medicamentos e gases medicinais Elevado overhead burocracia na relação com as OPS s Evolução da Distribuição da Receita por Natureza ( em %) Natureza da Receita Diárias e Taxas 31,7% 33,1% 30,3% 29,4% 27,4% Insumos Hospitalares (1) 44,8% 46,3% 48,6% 50,9% 54,0% SADT 12,0% 11,1% 12,6% 11,6% 11,3% Outras de Serviços 3,0% 2,9% 2,5% 3,2% 3,0% Outras Operacionais 8,5% 6,6% 6,0% 4,8% 4,3% (1) Insumos Hospitalares incluem: materiais hospitalares, medicamentos e gases medicinais Fonte: OBSERVATÓRI O ANAHP, funcionários / 3,6% da folha Contingente envolvido com autorizações / auditoria / faturamento Índice de Glosas entre 3 a 4% (hospitais ANAHP) Prazo Médio de Recebimento de 70 dias (hospitais ANAHP) 12

13 2. Um setor cada vez mais complexo Algumas das tendências para os próximos anos: Envelhecimento da população demanda crescente oportunidade impacto nos custos da saúde Consumidores cada vez mais exigentes qualidade será commodity processo de acreditação hospitalar ainda no início hospitais ainda não ouvem o consumidor 13

14 2. Um setor cada vez mais complexo cont. Algumas das tendências para os próximos anos: - cont. Concentração : operadoras de planos de saúde e prestadores concentração é um processo que atinge todos os segmentos da economia - quanto maior o volume de produção, menor o custo unitário no segmento das OPS s, este já um processo em curso e continuará - verticalização: Sistema Unimed já tem > 100 hospitais próprios / AMIL no segmento dos hospitais, é bem mais recente Rede D Or - pressão crescente para permitir a participação do capita estrangeiro na prestação direta de serviços de saúde 14

15 2. Um setor cada vez mais complexo cont. Algumas das tendências para os próximos anos: - cont. Integração dos sistemas público e privado (apesar do ranço ideológico ) ampliação / reforma da rede pública de prestação de serviços em saúde se dará via PPP s - governos não tem recursos para investir - estamos ainda em fase de aprendizado das PPP s prestação de serviços (operação) se dará via OSS s - necessidade de moralizar/profissionalizar as OSS s - oportunidade para as entidades sem fins lucrativos / filantrópicas 15

16 2. Um setor cada vez mais complexo cont. Algumas das tendências para os próximos anos: - cont. Uso crescente da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) uso crescente de tecnologia embarcada nos equipamentos Telemedicina / teleassistência / monitoramento de pacientes / medicina virtual? uso da TIC na gestão: ERP, BI, BA, sistemas de apoio à gestão clínica / estudos epidemiológicos / DRG s prontuário eletrônico / gestão de populações Uma quantidade razoável de hospitais brasileiros ainda não tem ERP 16

17 2. Um setor cada vez mais complexo cont. Algumas das tendências para os próximos anos: - cont. Turismo de Saúde (?) há 60 milhões de pessoas no mundo que são clientes potenciais medicina brasileira (grandes centros) é de reconhecida qualidade nossos custos, embora elevados para o padrão interno, são muito competitivos quando comparados com EUA e Europa O que precisamos para entrar neste mercado? - custos competitivos / hotelaria (serviços: receptivo, idioma) / formatação de pacotes com HM / solução dos problemas jurídicos envolvidos 17

18 2. Um setor cada vez mais complexo cont. Algumas das tendências para os próximos anos: - cont. Entrada da classe C/D Vai buscar a saúde suplementar ou aceitar a qualidade dos serviços prestados pelo SUS? aspecto regional Saúde Suplementar: como formatar produtos com qualidade compatível com o custo que pode ser absorvido pela Classe C/D? - padronização de processos (protocolos) / padronização de insumos / gestão precisa de custos / prontuário eletrônico / sistema informatizado de gestão de população / medicina preventiva / gestão de crônicos / hotelaria adequada 18

19 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração da saúde suplementar Criação Criado a partir de reunião realizada em , com representantes de entidades de classe representativas de operadoras, hospitais e da ANAHP, para discutir os efeitos da Resolução CMED nº3; Entidades de classe participantes: - ABRAMGE, FENASAUDE, UNIDAS, UNIMED - ANAHP, CMB, CNS, FBH - Representante da CMB - Conta com o apoio técnico do Prof. Afonso José de Matos (Planisa) - Conta com o apoio de Cesar Abicalaffe especialista em Pagamento por performance Por ser um GT não será editada resolução normativa, mas diretrizes que deverão orientar as negociações individuais entre operadoras e prestadores, para adoção de novos modelos de remuneração. 19

20 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração da saúde suplementar Baixa Conta - aberta Aprimorada Evento Hospitalar Previsibilidade dos processos assistenciais Evento Clínico Diária Global Alta Evento Cirúrgico Procedimento Pacote Gerenciado 20

21 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração da saúde suplementar cont. Implicações para a cadeia de valor da saúde: Operadoras de Planos de Saúde estarão dispostas a formalizar regras claras de reajuste de preços, com critérios e periodicidade definidos? estarão dispostas a mudar o papel da auditoria de contas médicas para uma auditoria de qualidade? estarão dispostas a associar mecanismos de remuneração por performance aos novos modelos de remuneração, incentivando a qualidade assistencial? estarão dispostas a remunerar, adequadamente, o profissional médico, para que ele deixe de buscar incentivos extras junto a fornecedores? 21

22 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração da saúde suplementar cont. Implicações para a cadeia de valor da saúde: - cont. Hospitais estarão dispostos a investir em sistemas de informações, que lhes possibilitem ter informações adequadas para formatar os pacotes e diárias globais? estarão dispostos a gerenciar seu corpo clínico, desenvolvendo protocolos e guidelines, padronizando processos assistenciais, insumos? estarão dispostos, para os materiais OPME, assumir a gestão de compras, deixando de ser meros tiradores de pedidos, como é a realidade atual? 22

23 3. O movimento de mudança do modelo de remuneração da saúde suplementar cont. Implicações para a cadeia de valor da saúde: - cont. Fornecedores de materiais de alto custo estarão dispostos a moralizar o mercado de distribuição de seus produtos? E o chocolate? estarão dispostos a estabelecer listas de preços de fábrica, e controlar esses preços na ponta da distribuição, como ocorre em qualquer outro segmento da economia? 23

24 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? Como nos prepararmos para este cenário: Sistema de informações Gestão do corpo clínico Melhora da eficiência operacional 24

25 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Sistema de informações econômico-financeiras - Sistema de custo hospitalar que apure resultado por área operacional (unidade de negócio), procedimento/especialidade, contrato por OPS É a base de informação necessária para conhecer o hospital sob o ponto de vista econômico/negócio, identificar aonde são gerados os ganhos e as perdas operacionais. É a base, juntamente com o protocolo/guideline médico, para a formatação de preços de pacotes e diárias globais. É a base para uma simulação segura da migração de preços de insumos para diárias e taxas. É a fonte de informação para o monitoramento dos resultados das negociações por preço fixo, negociações de migrações de preço, etc... 25

26 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Sistema de informações assistenciais cont. - Sistema de indicadores de performance assistencial geral, por procedimento, por equipe médica e por unidade assistencial Núcleo/Assessoria de Epidemiologia ou Qualidade É a base de informação necessária para subsidiar negociações / discussões com operadoras, identificar os diferenciais de qualidade assistencial do Hospital, implantar programas de melhoria de qualidade É a base, juntamente com as informações de custo hospitalar, para a formatação de preços de pacotes e diárias globais. É fonte de informação para ações de gestão do corpo clínico, avaliação de performance de equipes médicas/assistenciais, criação de incentivos associados ao desempenho assistencial 26

27 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Gestão do corpo clínico É o maior desafio que temos. - Alinhamento de interesses entre corpo clínico e Hospital. Como enfrentar um cenário de mudança de modelo de remuneração, maior assunção de riscos ao passar a cobrar preços fixos, se o decisor do recursos a serem utilizados no processo de produção a serem fornecidos pelo Hospital, é alguém que não está alinhado com o Hospital? Desafio é ainda maior, num cenário de honorários médicos defasados, praticados pela maioria das OPS s. Hospitais tem investido em programas de relacionamento com corpo clínico, retribuindo aqueles médicos/equipes mais aderentes ás praticas preconizadas pelo Hospital. 27

28 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Gestão do corpo clínico cont. - Criação de núcleos/departamentos/centro de especialidades, para aquelas áreas ou especialidades que serão o foco principal de atuação do Hospital. Eleger um coordenador, remunerado pelo Hospital pelo seu tempo dedicado á atividade de coordenação/gestão do Núcleo - Contratos de gestão com equipes médicas, associando incentivo pecuniário ao resultado obtido nos procedimentos realizados pela equipe (remuneração por performance: resultados assistenciais, aderência aos protocolos, utilização de insumos e recursos assistenciais). O médico passa a ser parte interessada na utilização racional dos recursos assistenciais. 28

29 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Melhoria da eficiência operacional Em qualquer atividade, ganhos de eficiência operacional estão associados à: - Padronização dos processos produtivos - Padronização dos insumos Nos modelos de remuneração por preço fixo, os insumos (materiais, medicamentos, gases medicinais) deixam de ser receita, e passam a ser custo de produção. Gestão de suprimentos é uma das áreas da administração que mais tem se desenvolvido nas últimas décadas. Por que não adotarmos tais práticas? Utilização de genéricos, desde que validados pela Comissão de Padronização de Medicamentos. Até quando seremos tiradores de pedidos de OPME? 29

30 4. Desafios para a gestão hospitalar: como nos prepararmos? cont. Melhoria da eficiência operacional cont. - Processos de Apoio - Processos Administrativos Revisão dos processos, eliminando todas aquelas atividades que não agregam valor ao paciente e investindo na automatização desses processos. 30

31 5. Conclusões A demanda por serviços de assistência á saúde será crescente: envelhecimento da população, maior conscientização da saúde como um bem de valor, melhoria da renda e do nível de emprego, etc... O governo brasileiro terá dificuldades, no curto e médio prazos, em alocar mais recursos para melhorar a qualidade da prestação direta de serviços de atenção á saúde Será incentivada a integração público-privada, através das PPP s nos investimentos e das OSS s na operação das unidades de atenção à saúde A classe C/D buscará a saúde suplementar, na ausência de acesso e qualidade do SUS O grande desafio da cadeia de valor da saúde suplementar será oferecer produtos com acesso e qualidade para esta população emergente 31

32 5. Conclusões cont. No segmento da saúde privada, concentração horizontal e vertical será acelerada, com a provável abertura para a entrada de capital estrangeiro nos prestadores de serviços O uso crescente da TIC será uma realidade, exigindo investimentos e pessoal qualificado em toda a cadeia de valor da saúde A adoção dos novos modelos de remuneração trará aumento de risco da operação dos hospitais, obrigando a padronização dos processos assistenciais, dos insumos, gestão de custos e alinhamento de interesses com as equipes médicas O pré requisito fundamental para a sobrevivência num segmento cada vez mais complexo, será investir numa gestão profissional, qualificada, com foco no negócio e alinhamento com o corpo clínico. 32

33 OBRIGADO! Sérgio Lopez Bento Administrador de Empresas / Administrador Hospitalar Consultor (11)

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