Roteador Sem Fio. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

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1 Roteador Sem Fio Prof. Marciano dos Santos Dionizio

2 Roteador Sem Fio Um roteador wireless é um dispositivo de redes que executa a função de um roteador mas também inclui as funções de um access point. Ele é normalmente usado para criar um acesso para Internet ou uma rede de computadores sem a necessidade de cabos para conectá-los.

3 Roteador Sem Fio

4 Roteador Sem Fio Access Point ou em Português Ponto de Acesso é um dispositivo em uma rede sem fio que realiza a interconexão entre todos os dispositivos móveis. Em geral se conecta a uma rede cabeada servindo de ponto de acesso para uma outra rede, como por exemplo a Internet. Esta ligado a camada de Enlace.

5 Roteador Sem Fio Pontos de acesso Wi-Fi estão se tornando populares. Muitos estabelecimentos comerciais que oferecem o acesso a internet através de um ponto de acesso como serviço ou cortesia aos clientes, tornando-se hotspots. Também é prático pois a implantação de uma rede sem fio interligada por um ponto de acesso economiza o trabalho de instalar a infra-estrutura cabeada.

6 Roteador Sem Fio Vários pontos de acesso podem trabalhar em conjunto para prover um acesso em uma área maior. Esta área é subdividida em áreas menores sendo cada uma delas coberta por um ponto de acesso, provendo acesso sem interrupções ao se movimentar entre as áreas através de roaming.

7 Roteador Sem Fio Também pode ser formada uma rede ad hoc onde os dispositivos móveis passam a agir intermediando o acesso dos dispositivos mais distantes ao ponto de acesso caso ele não possa alcançá-lo diretamente. Estes pontos de acesso precisam implementar a segurança da comunicação entre eles e os dispositivos móveis que estão em contato.

8 Roteador Sem Fio No caso do Wi-Fi, isso foi inicialmente tentado com o WEP que atualmente é comprometido facilmente. Surgiram então o WPA e o WPA2 que são considerados seguros caso seja utilizada uma senha.

9 Roteador Sem Fio Os primeiros roteadores Wi-Fi eram baseados no padrão b, que transmitia a apenas 11 megabits, com uma taxa real de transferência de pouco mais de 5 megabits com um sinal bom. O g oferece uma taxa de transmissão teórica de 54 megabits, que resultam em pouco mais de 25 megabits na prática.

10 Roteador Sem Fio A velocidade decai rapidamente conforme aumenta a distância entre o AP e o cliente (ou caso existam obstáculos entre os dois) e pode também ser reduzida drasticamente caso existam fontes de interferência pelo caminho, como outras redes Wi-Fi dividindo a mesma faixa de freqüência ou fornos de microondas ligados.

11 Roteador Sem Fio Os roteadores n por sua vez são capazes de transmitir a 150 ou 300 megabits, de acordo com a configuração das antenas, mas deles dependem que o cliente também suportam o padrão para que ele possa usufruir do avanço. A velocidade também não é necessariamente bidirecional, já que depende também do arranjo de antenas do cliente. Com isso, é muito comum ter 300 megabits de download e apenas 150 megabits de upload por exemplo.

12 Roteador Sem Fio Assim como nos padrões anteriores, não espere obter muito mais do que 50% das velocidades anunciadas na prática, já que o n continua operando essencialmente da mesma forma, apesar de todos os avanços e tweaks para melhorar a velocidade bruta. Isso faz com que mesmo um cliente conectado a um roteador transmitindo a "300 megabits" raramente condiga obter a mesma velocidade de transmissão que um cliente conectado à porta de "100 megabits" do mesmo roteador via cabo.

13 Roteador Sem Fio Isso acontece por que, diferente do Wi-Fi, as portas Ethernet cabeadas são capazes de oferecer uma taxa real de conexão muito próxima dos 100 ou 1000 megabits anunciados. Conectar alguns clientes às portas cabeados traz também uma vantagem secundária, que é o fato de reduzir o número de clientes disputando a banda do transmissor Wi-Fi.

14 Roteador Sem Fio Como no wireless a banda é dividida entre todos os clientes transmitindo ao mesmo tempo, ter menos clientes disputando a banda resulta em velocidades mais altas para os demais. Tipicamente, os roteadores Wi-Fi possuem apenas 4 portas cabeadas (mais a porta WAN), mas você pode adicionar mais portas caso necessário conectando um switch a uma das portas e conectando mais clientes a ele.

15 Roteador Sem Fio Os roteadores atuais são computadores completos, que trazem processadores de 32 bits, 8 MB ou mais de memória RAM e memória de armazenamento para o firmware, que faz o papel do sistema operacional. Por motivos óbvios, o roteador não possui teclado, nem mouse, muito menos monitor, por isso toda a configuração é feita através de uma interface web, que você acessa através do navegador em qualquer PC conectado a ele.

16 Roteador Sem Fio O primeiro acesso é feita usando o login e senha padrão do fabricante, que você deve alterar assim que tiver chance. Além das portas Ethernet e do transmissor wireless, um roteador por via de regra oferece um conjunto de serviços de rede, com destaque para o servidor DHCP, que é responsável por distribuir endereços IP para os clientes conforme eles se conectam à rede.

17 Roteador Sem Fio

18 Freqüência A grande maioria dos roteadores encontrados nas lojas trabalham com a freqüência de 2,4 GHz. Isso pode ser um problema para as pessoas que moram em prédios que possuam muitas redes Wi-Fi. Em média, cada roteador pode trabalhar em 16 canais diferentes mas, se vários roteadores trabalharem no mesmo canal, poderá ocorrer interferência e o sinal da rede será prejudicado.

19 Freqüência Para que isso não ocorra é recomendável escolher roteadores que trabalham em duas freqüências: 2,4 GHz e 5 GHz. Apesar de serem um pouco mais caros eles evitam que o sinal perca eficiência e seja prejudicado por interferências de outros roteadores ou aparelhos domésticos, como o micro-ondas e telefones sem fio.

20 Segurança Segurança em redes sem fio é algo mais crítico do que em redes cabeadas, pois como é transmitida pelo ar, qualquer um pode capturar suas informações. Mas a tecnologia foi bem planejada e conta com protocolos que a tornam mais segura. Dentre esses, destacam-se o WEP (Wired Equivalent Privacy ou Privacidade Equivalente à de Redes com Fios ) e o WPA (Wi-Fi Protected Access ou Acesso sem fio protegido).

21 Segurança Mesmo com todos os cuidados, nem sempre é possível evitar que as informações em redes sem fio sejam capturadas. O que pode ser feito é criptografar, ou seja, transmitir as informações de um jeito que, mesmo que elas sejam capturadas, não possam ser compreendidas.

22 Segurança Esse trabalho de criptografia é feito por protocolos de segurança, que codificam os dados que navegam entre o PC e o roteador para impedir que alguém além desses dois pontos entenda o que está sendo transmitido.

23 WEP Este protocolo foi lançado como um padrão de segurança em 1997 e tornou-se o pioneiro no assunto de proteção de redes sem fio. Ele utiliza o algoritmo RC4 para criptografar os pacotes que serão trocados numa rede sem fios e usa também uma função detectora de erros que verifica se a mensagem recebida foi corrompida ou alterada no meio do caminho. Entretanto, depois de vários estudos e testes realizados com este protocolo, descobriu-se algumas vulnerabilidades e falhas que fizeram com que o WEP perdesse quase toda a sua credibilidade.

24 WEP O próprio algoritmo de criptografia RC4 foi apontado como o principal calcanhar de Aquiles do protocolo, e mesmo sendo indicadas outras opções para substituí-lo, o WEP caiu em descrédito e deixou de ser usado em aplicações sérias. Apesar disso, o protocolo ainda é muito usado ainda hoje, principalmente em instalações residenciais.

25 WEP Isso ocorre em parte por pura falta de informação dos usuários de redes sem fio e também pela insistência de fabricantes de pontos de acesso em permitir que esses equipamentos ainda suportem este padrão de segurança.

26 WEP

27 WPA O WPA pode ser considerado um protocolo WEP melhorado, já que ele surgiu a partir de um esforço conjunto de membros da Aliança Wi-Fi e do IEEE para combater algumas das vulnerabilidades do WEP e aumentar o nível de segurança das redes sem fio. O WPA possui características interessantes que o tornam uma ótima opção para quem precisa de segurança. Por exemplo: é possível usar WPA em uma rede híbrida que tenha WEP instalado e migrar para WPA requer apenas uma atualização de software.

28 WPA Lançado em 2003, esse protocolo utilizava criptografia TKIP e era chamado de WEP2 por algumas pessoas, por ele ser uma medida intermediária da Wi-Fi Aliance para substituir o WEP. Logo em 2004 ele recebeu uma atualização, quando passou a ser chamado de WPA2 e a utilizar uma criptografia mais forte chamada AES.

29 WPA Ele também ficou conhecido como IEEE i Para melhorar a criptografia de dados, o WPA utiliza uma chave-mestra compartilhada. Por causa disso, em se tratando de método de distribuição de chaves de autenticação, o WPA pode ser classificado como WPA-Personal, WPA-Enterprise e Wi-Fi Protected Setup.

30 WPA No primeiro método, também conhecido como modo WPA-PSK (chave précompartilhada), cada dispositivo de rede wireless autentica com o ponto de acesso utilizando a mesma chave de 256 bits gerada a partir de uma senha ou frase secreta. Esse método foi projetado o uso em redes pequenas e não requer um servidor de autenticação.

31 WPA Já o WPA-Enterprise é conhecido como modo WPA-802.1x, e às vezes apenas WPA (em oposição ao WPA-PSK). Esse método foi projetado para redes corporativas e, por isso, requer um servidor de autenticação RADIUS, o que exige uma configuração mais complexa, porém fornece segurança adicional contra, por exemplo, ataques de dicionário de senhas curtas. O modo WPA-Personal e o WPA-Enterprise estão disponíveis tanto com WPA quanto WPA2.

32 WPA O Wi-Fi Protected Setup é um método de distribuição de chaves de autenticação alternativa que visa simplificar e fortalecer o processo, mas que, como é amplamente implementada, cria uma grande falha de segurança. Por este motivo ele é considerado inseguro.

33 WPA

34 Sites de Emuladores Emulador TP-Link Draytek om_k2&view=item&layout=item&id=2562&it emid=302&lang=en

35 Várias Marcas

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