O Caminho do Apartamento Moderno no Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Caminho do Apartamento Moderno no Brasil"

Transcrição

1 - SEPesq O Caminho do Apartamento Moderno no Brasil Vivian K.Levy Mestranda em Arquitetura e Urbanismo Unirriter Resumo Este artigo trata da evolução, do caminho que a tipologia do edifício de apartamentos moderno cursou para consolidar-se no Brasil. Segundo Aldo Rossi 1 tipologia é a idéia de um elemento que desempenha um papel próprio na constituição da forma e que é uma constante.no Brasil o percorreu um complexo processo de transformações, verticalizando-se no início do século XX, até que, no final da década de 1930, consolidou-se no seu padrão moderno -o edifício de apartamentos -como moradia das classes média e alta. Assumiu o significado de bem morar e de morar de forma moderna, o morar moderno. Nem sempre morar em apartamentos significou o status que atingiu a partir da década de 30. O apartamento na história e os modos de morar em apartamentos no Brasil percorreram um trajeto cheio de acontecimentos que acompanha o processo de desenvolvimento da sociedade brasileira. Lemos 2 fala que na Europa, o apartamento cumpriu o papel de solução para as classes baixas, enquanto no Brasil, cumpriu um papel diferente, nasceu para classe média e media alta. Este processo não foi hegemônico, iniciou-se no eixo Rio São Paulo e depois atingiu as outras grandes cidades brasileiras. 1 Introdução A revolução industrial foi uma importante alavanca para a idéia de arquitetura moderna, forneceu novos métodos construtivos e preconizou novas formas. Neste período foi criada uma divisão entre engenharia e arquitetura. Novas tipologias advindas da necessidade de uma sociedade industrial como estações ferroviárias e arranha-céus, que não tinham precedentes históricos, tinham que ser construídos, o que intensificou a crise do uso da tradição. Este estudo propõe-se a entender o caminho percorrido no Brasil para o 1 ROSSI, Aldo. 1995, pg 77 2 LEMOS, 1976, p. 158.

2 - SEPesq estabelecimento desta nova tipologia, o arranha-céus, mais especificamente o edifício de apartamentos moderno. Para discorrer sobre o tema a que esse artigo se propõe é preciso entender o significado da palavra apartamento: Apartamento, conforme Lemos e Corona 3, vem da palavra que significa ato ou efeito de apartar e, em arquitetura, é usada para designar elementos de separação como, por exemplo, cercas, muro, divisórias, ou então elementos separados como as unidades de moradia em prédios de habitação coletiva. Daí a expressão, prédios de apartamentos. Quando falamos em apartamento, duas características são fundamentais para a sua delimitação enquanto espaço conceitual, o coletivo e a privacidade, que embora aparentemente contraditórios são essenciais para o entendimento do morar em apartamento. O coletivo com relação à habitação em conjunto, de vários núcleos familiares em uma mesma edificação, em um mesmo abrigo é o que caracteriza o morar coletivamente pois, embora isolados, várias famiíias convivem de maneira muito próxima. Simultâneamente, essa coexistência é igualmente privativa, cada núcleo possui o seu habitat estabelecido, com seus limites físicos, seus costumes e suas rotinas. Alguns aspectos formais também são de grande importância como o princípio da verticalidade e da repetição de unidades, característica esta que otimiza a construção desta tipologia. A história de edifícios altos no Brasil inicia-se no início do século XX mas tem origem no século XIX, época de vastas transformações sociais, políticas e econômicas. A luta pela abolição da escravatura e proclamação da República, o crescimento das atividades terciárias (capital financeiro, exportação e importação), a atração de migrantes através 3 Lemos, A.C e Corona E. Dicionário da arquitetura brasileira. Edart-São Paulo Livraria Editora,

3 - SEPesq do êxodo rural e imigrantes que vinham de outros países tentar a sorte no Brasil, são alguns dos fatores desta transformação. O início da industrialização é outro grande determinante que definiu os números acentuados da concentração urbana que precisava habitar, principalmente no eixo no Rio São Paulo. 2. Capítulo 1 A história da moradia no século XIX no Brasil traz, como ponto de partida, as habitações populares coletivas e insalubres surgidas a partir do processo de urbanização e industrialização que já citamos anteriormente. As transformações que ocorreram no espaço urbano e na habitação, tem uma sequência de tipos arquitetônicos claramente definidos, que se começa com as estalagens, os cortiços, as casas-de-cômodos e a as vilas. Posteriormente, início do século XX, inicia-se o processo de verticalização, com o surgimento do edifício de apartamentos que é o objeto de nosso trabalho. A partir do início do século XX o setor imobiliário se expandiu com a construção de prédios comerciais no centro e residenciais nos bairros e subúrbios. Em alguns bairros onde se instalaram indústrias localizaram-se vilas operárias de fábricas. A expansão dos sistemas de infra-estrutura e dos serviços urbanos valorizaram e consolidaram as áreas residenciais. Uma emergente camada social de maior poder aquisitivo passou a requisitar estes bairros e estas moradias. O padrão arquitetônico das casas diversificou-se, incorporando avanços tecnológicos e adequando-se aos novos moradores: as camadas médias. A busca de melhor aproveitamento do terreno fez aumentar a altura das construções e o número de unidades habitacionais: surgiram sobrados de três ou quatro pavimentos e formas intermediárias entre as vilas e os edifícios de apartamentos, chamadas de casas coletivas de apartamentos mas edificadas de forma tradicional. No entanto, precisava-se cada vez mais de moradias, dar maior aproveitamento aos lotes; a verticalização tornou-se 3

4 - SEPesq imperativa. Os padrões construtivos utilizados até então não contemplavam a técnica necessária para este novo empreendimento. Ao contrário do que ocorreu em outros países em que a verticalização surgia como solução técnica necessária para a questão da habitação social, no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde inicia-se este processo no Brasil, o edifício de apartamentos surge como a moradia das ascendentes classes médias, com o status do bom gosto, do luxo, da distinção e do moderno. O cenário urbano escolhido para a construção dos novos edifícios no Rio de Janeiro foram os trechos modernos da capital federal: num dos extremos da Avenida Central e em Copacabana. Em São Paulo a verticalização inicia-se no mesmo periodo, na zona central da cidade, mas voltada para os edifícios comerciais. A partir da metade dos anos 30 é que o processo de verticalização em São Paulo, assume um caráter residencial e passa a ocupar os bairros próximos ao Centro. Um exemplo significativo é o bairro de Higienópolis, onde os palacetes começaram a dar lugar aos edifícios de apartamento, o que foi decisivo para a elite paulistana aceitar a moradia coletiva. Foi nesta conjuntura dos anos 1930, no Rio e em São Paulo, que o edifício de apartamentos trouxe à tona uma discussão sobre um modelo de cidade que deixava sua matriz européia para vincular-se ao domínio do capital americano e à sua imagem: o arranha-céu. O edifício de apartamentos, neste momento, veiculava a imagem de progresso e avanço técnico, gerando uma rentabilidade bem superior à das habitações horizontais de aluguel construídas até então, inclusive por permitir a sobreposição de unidades numa mesma gleba, em vários pisos. Segundo Regina Meyer 4 o crescimento vertical e a organização de novas funções criou simbólica e concretamente um papel diferenciado, prestigioso e dominante para o centro da metrópole. Desta forma Meyer esclarece que a tecnologia esteve totalmente comprometida 4 Meyer, Regina pg 82 4

5 - SEPesq com o crescimento vertical e que o arranha-céu atestava a intensidade da atividade industrial, criava novas relações de uso do solo urbano e alterava estruturalmente a metrópole, ilustrando a capacidade tecnológica e produtiva da sociedade como um todo. Em meados dos anos 1930, a cidade de São Paulo já era considerada uma metrópole, com uma verticalização consolidada na área central e em franco processo de expansão em bairros circunvizinhos. A partir das décadas de 1940/50, houve uma volta de parte da população de baixa renda a habitar coletivamente nos edifícios de apartamentos que integravam os conjuntos habitacionais mas não vamos aprofundar aqui este assunto. O público que passou a habitar os apartamentos modernos era elitizado, houve a necessidade de fazer ajustes nos modos de morar. Tudo era novo, o espaço e a tecnologia, em um grupo social que tinha a intenção de acompanhar o movimento dos tempos modernos. Acomodar-se a essas alterações exigia esforços, tanto dos moradores como de quem projetava e construia os edificios. Segundo Lemos 5 uma diferença significativa entre o apartamento europeu e o brasileiro era em relação ao zoneamento dos edifícios de apartamentos, começando pelos acessos e continuando pelas circulações verticais e horizontais até chegar ao espaço interno, as separações entre as classes serventes e servidas. As habitações coletivas do Velho Mundo mostram a ausência de zoneamento interno nos a partamentos, zoneamento tão do nosso agrado que sempre procura diferenciar as circulações verticais das horizontais, separar o caminhamento da empregada, do fornecedor, do percurso do nobre do proprietário, e agrupar os quartos e banheiros em zona íntima. 6 5 LEMOS, 1976, p LEMOS, 1976, p

6 3.Conclusão - SEPesq O prédio de apartamentos, como novo elemento vertical na Cidade, foi o resultado de um processo de modificação permanente, que não se deu de forma linear. Entre os anos 1920 e1940 coexistiram uma diversidade de edifícios, que tiveram esta denominação. Para Vaz (1994, p.158) seria o resultado da convergência de duas vertentes: uma inicial originária da transformação das primeiras habitações coletivas os cortiços- e outra vinda depois originária da adaptação da morfologia das casas isoladas e burguesas aos prédios de apartamentos. Conceitos diferentes de origem material e simbólica associaram-se, desenhando o modo de pensar em prol da forma de morar verticalizada, relacionando-os à ideia de progresso. Tentou-se dar aos prédios de apartamentos o mesmo status da casa unifamiliar das classes média alta e alta, agregando valor através do uso de materiais nobres e modernos, principalmente em locais expostos ao público. Definiu não apenas um outro tipo de moradia, mas a síntese de grandes transformações em muitas esferas do morar. A produção em grande escala dos edifícios de apartamentos, ocorrida especialmente no Brasil, eixo Rio-São Paulo nos anos 30, foi possível pelo emprego de novas técnicas construtivas, novas formas de financiamento da produção e comercialização. Em outros estados este processo se deu mais tardiamente e de forma regionalizada. Foi a condição de modernidade que se impôs como principal característica da nova habitação coletiva. Assim, a partir da década de 1920 a habitação coletiva, que havia nascido popular passou, na forma do prédio de apartamentos, a ser a moradia das elites da sociedade brasileira. 6

7 - SEPesq Referências Bibliográficas BENÉVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. São Paulo: Editora Perspectiva S.A., BRUAND, Yves. Arquitetura Contemporânea no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva S. A., 1991 Perspectiva S. A., 1991 COMAS, Carlos Eduardo Dias; ADRIA, Miguel. La casa latinoamericana moderna 20 paradigmas de mediados de siglo XX México: G.Gilli, 2003 COMAS, Carlos Eduardo Dias. Precisões brasileiras sobre um estado passado da arquitetura e urbanismo modernos. Paris: Universidade de Paris 8, 2002 (Tese de Doutorado em arquitetura). CORONA E LEMOS. Dicionário de Arquitetura Brasileira. São Paulo: Edart- São Paulo Livraria Editora Ltda., 1972, 1ª edição. FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes selo Martins, LEMOS, Carlos A. C. História da casa brasileira. São Paulo: Contexto, LEMOS Corona Dicionario da arquitetura brasileira.editora Edart, São Paulo 1972 MEYER, Regina. Metrópole e Urbanismo: São Paulo nos anos 50. São Paulo, USP 1977(tese de doutorado). REIS FILHO,Nestor Goulart Quadro da Arquitetura no Brasil. São Paulo, Ed. Perspectiva. SANTOS, Milton 1979, Espaço e sociedade, Petrópolis, Ed Vozes. VAZ, Lilian Fessler 1985 Contribuição ao estudo da Produção e Transformação do Espaço da Habitação Popular do Rio Antigo. Tese M. Sc Pur/ UFRJ. 7

8 - SEPesq. 8

9 - SEPesq 9

A Criação de Espaços Particulares. Condomínios horizontais: das vilas aos condomínios suburbanos

A Criação de Espaços Particulares. Condomínios horizontais: das vilas aos condomínios suburbanos A Criação de Espaços Particulares dos jardins aos espaços condominiais Condomínios horizontais: das vilas aos condomínios suburbanos Sílvio Soares MACEDO PAISAGISMO BRASILEIRO (São Paulo, 2012) EDUSP e

Leia mais

10 Dicas para Investir em Imóveis

10 Dicas para Investir em Imóveis 10 Dicas para Investir em Imóveis Pensando nisto resolvi escrever um livro digital chamado Como Investir em Imóveis e quero compartilhar com vocês algumas poucas dicas inspiradoras que no livro são expostas

Leia mais

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS. Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS. Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária APRESENTAÇÃO Esta Cartilha foi desenvolvida como suporte ao trabalho da Prefeitura

Leia mais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais Nota da Equipe de Pesquisa do IAU (USP-São Carlos) / PEABIRU sobre as matérias a respeito da modalidade Entidades do Programa Minha Casa Minha Vida publicadas no jornal O Estado de SP A equipe de pesquisa

Leia mais

INICIATIVAS INSPIRADORAS HABITAÇÃO CONJUNTO HABITACIONAL BOX HOUSE SÃO PAULO - SP

INICIATIVAS INSPIRADORAS HABITAÇÃO CONJUNTO HABITACIONAL BOX HOUSE SÃO PAULO - SP HABITAÇÃO INICIATIVAS INSPIRADORAS CONJUNTO HABITACIONAL BOX HOUSE SÃO PAULO - SP ÍNDICE INTRODUÇÃO PERFIL LOCAL DIRETRIZES DE PROJETOS O PROJETO MODULAR A SOLUÇÃO ESTRUTURAL O PROJETO DE IMPLANTAÇÃO PROJETO

Leia mais

Rua Correia Dias, 184 Paraíso - São Paulo SP CEP: 04104-000. Promorar-constru@bol.com.br l www.promorar-constru.com

Rua Correia Dias, 184 Paraíso - São Paulo SP CEP: 04104-000. Promorar-constru@bol.com.br l www.promorar-constru.com O objetivo do programa PROMORAR é reforçar a importância da sustentabilidade social para projetos habitacionais. A proposta nasce, em um momento muito propício e favorável, a oferta de unidades de interesse

Leia mais

Telma de Barros Correia 1

Telma de Barros Correia 1 dossiê ART DÉCO O art déco na arquitetura brasileira Telma de Barros Correia 1 1 Docente na Escola de Engenharia de São Carlos USP. 1. Art déco na arquitetura Nada marcou mais o cenário das cidades brasileiras

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário Ministro Petrônio Portela,

Leia mais

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal À margem do Fórum promovido pela Associação Mais Portugal Cabo Verde, que o trouxe

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Outubro de 2010

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Outubro de 2010 Comercialização No mês de outubro, foram analisados 18.164 imóveis destinados à comercialização, contemplados em imóveis residenciais e comerciais. Na amostra, a participação dos imóveis residenciais obteve

Leia mais

Entrevista com GVA-Consultimo. Maria Inácia Reynolds Oliveira. Diretora Geral. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso

Entrevista com GVA-Consultimo. Maria Inácia Reynolds Oliveira. Diretora Geral. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso Entrevista com GVA-Consultimo Maria Inácia Reynolds Oliveira Diretora Geral Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso O sector imobiliário em Portugal: análise evolução recente O sector Imobiliário

Leia mais

junho/june 2012 - Revista O Papel

junho/june 2012 - Revista O Papel sérgio brito Por Luiz Bersou, diretor do Instituto Épico de Administração : luizbersou@bcaconsultoria.com.br Gestão por Ponto Flutuante H Gráfico 1 enry Ford, diz a história, propunha-se a fabricar carros

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL A FUNÇÃO SOCIAL DA CIDADE E O PAPEL SOCIAL DA PROPRIEDADE Autor(es): Pascoal Mário Costa Guglielmi e Pedro Ribeiro Guglielmi Condicionada pela sua complexa topografia, a ocupação inicial do Rio de Janeiro

Leia mais

Novo Plano Diretor de SP 2014. Novas diretrizes e consequências para o mercado imobiliário

Novo Plano Diretor de SP 2014. Novas diretrizes e consequências para o mercado imobiliário Novo Plano Diretor de SP 2014 Novas diretrizes e consequências para o mercado imobiliário 1 Eixos de Estruturação de Transformação Urbana (4 x) O que é o Eixo? São áreas próximas à infraestrutura de transporte

Leia mais

Manguinhos. Essa e a VOCÊ SONHA, A GENTE ENTREGA. Desde 1981, a Morar transforma sonhos em realidade sendo reconhecida pelo seu atendimento,

Manguinhos. Essa e a VOCÊ SONHA, A GENTE ENTREGA. Desde 1981, a Morar transforma sonhos em realidade sendo reconhecida pelo seu atendimento, VOCÊ SONHA, A GENTE ENTREGA. Desde 1981, a Morar transforma sonhos em realidade sendo reconhecida pelo seu atendimento, projetos inovadores e entrega no prazo. Por estes e tantos outros motivos, a Morar

Leia mais

Adensamento em áreas vazias em São Paulo

Adensamento em áreas vazias em São Paulo Ad e n s a me n t oe má r e a sv a z i a se ms ã op a u l o. Adensamento em áreas vazias em São Paulo O potencial imobiliário de São Paulo está bastante limitado devido ao crescimento rápido e desordenado

Leia mais

Vendas crescem 29,26% em dezembro e imóvel usado fecha 2010 com valorização de até 269,09%

Vendas crescem 29,26% em dezembro e imóvel usado fecha 2010 com valorização de até 269,09% Balanço 2010 - CRECISP Aluguel/Venda residencial Imóveis usados Cidade de São Paulo Aluguel residencial aumenta até 146,43% Vendas crescem 29,26% em dezembro e imóvel usado fecha 2010 com valorização de

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste Urban View Urban Reports Fielzão e seu impacto na zona Leste Programa Falando em dinheiro, coluna Minha cidade, meu jeito de morar e investir Rádio Estadão ESPN Itaquera acordou com caminhões e tratores

Leia mais

Material preliminar sujeito a alteração e exclusivo para uso interno da Even. Proibida a divulgação. As unidades só poderão ser comercializadas

Material preliminar sujeito a alteração e exclusivo para uso interno da Even. Proibida a divulgação. As unidades só poderão ser comercializadas Campanha Material preliminar sujeito a alteração e exclusivo para uso interno da Even. Proibida a divulgação. As unidades só poderão ser comercializadas mediante Registro de Incorporação Levar potenciais

Leia mais

Habitação Social e Cidadania: a experiência do programa Morar Feliz em Campos/RJ

Habitação Social e Cidadania: a experiência do programa Morar Feliz em Campos/RJ Cidadania na Sociedade do Conhecimento Habitação Social e Cidadania: a experiência do programa Morar Feliz em Campos/RJ Ana Paula Serpa Nogueira de Arruda Bolsista da CAPES Processo 10394125, Brasil. Doutoramento

Leia mais

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula SEQUÊNCIA DIDÁTICA Milton Garcia Silva São Paulo 2012 TEMA Modos de Morar em São Paulo Séculos XIX e XX. JUSTIFICATIVA Nota-se que os alunos possuem

Leia mais

Sab Arquitectos. Andrés Anguita_José Becerra. Dimensões da acção em modelos autosustentável

Sab Arquitectos. Andrés Anguita_José Becerra. Dimensões da acção em modelos autosustentável Andrés Anguita_José Becerra Andrés Anguita, Arquiteto pela Universidade Tecnológica Metropolitana do Chile (2004). Professor da Faculdade de Arquitetura, Universidad Tecnológica Metropolitana (2005-2007).

Leia mais

12.1. Tipologia atual dos imóveis habitacionais no município de

12.1. Tipologia atual dos imóveis habitacionais no município de 86 12 - HABITAÇÃO Bela Vista de Goiás 12.1. Tipologia atual dos imóveis habitacionais no município de Na região central da Zona Urbana a heterogeneidade está evidente em suas edificações. Existem alguns

Leia mais

José Elias, 141. Conceito:

José Elias, 141. Conceito: Conceito: menu No meio do jardim tem um escritório. Na beira da janela, uma floreira. Na alma,inspiração. Nasce no ponto mais valorizado do Alto da Lapa o único projeto comercial que leva o verde para

Leia mais

Índices Urbanísticos. Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre. FAUUSP AUP 0573 Desenho Urbano: da teoria ao projeto

Índices Urbanísticos. Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre. FAUUSP AUP 0573 Desenho Urbano: da teoria ao projeto Índices Urbanísticos Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre FAUUSP AUP 0573 Desenho Urbano: da teoria ao projeto 1. Densidade Demográfica Densidade Demográfica é a relação entre a população e uma determinada área.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE FUNDO COMUNITÁRIO DE VOLTA REDONDA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE FUNDO COMUNITÁRIO DE VOLTA REDONDA Casas Populares SUB-FUNÇÃO: PROGRAMA Nº - 244 482 HABITAÇÃO URBANA Reduzir do déficit habitacional e a melhoria dos padrões locais de moradia, contemplar a transferencia de moradias e de população localizadas

Leia mais

Rodobens é destaque no website Infomoney

Rodobens é destaque no website Infomoney Rodobens é destaque no website Infomoney Por: Conrado Mazzoni Cruz 19/04/07-09h55 InfoMoney SÃO PAULO - Atualmente, falar sobre o mercado imobiliário brasileiro é entrar na discussão sobre um possível

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

nada é referência por acaso. corporate&offices

nada é referência por acaso. corporate&offices lançamento Um produto Melnick Even corporate&offices nada é referência por acaso. A Melnick Even usou toda sua expertise para trazer à rua Anita Garibaldi um empreendimento comercial pensado cuidadosamente

Leia mais

3,7 km do Shopping Paulista 4,2 km da Avenida Paulista 3,5 km do Centro Cultural SP

3,7 km do Shopping Paulista 4,2 km da Avenida Paulista 3,5 km do Centro Cultural SP Localização Localização ] 3,7 km do Shopping Paulista 4,2 km da Avenida Paulista 3,5 km do Centro Cultural SP A Vila Mariana é um bairro desejado pelos paulistanos que valorizam a qualidade de vida, traduzida

Leia mais

Segurança Física. Trabalho em Grupo

Segurança Física. Trabalho em Grupo 1 Segurança Física Trabalho em Grupo 1) Exposição A FARMABOM Ltda é uma indústria química que manipula substâncias tóxicas de grande perigo e de alto valor econômico, tendo se tornado alvo constante de

Leia mais

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades Estatuto Estatuto da da Cidade Cidade Referencia : Conhecendo o Estatuto das Cidades, Manual do Instituto Polis, autor(es): Caixa Economica Federal, FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e

Leia mais

DEPARTAMENTO DE PROJETO DE ARQUITETURA

DEPARTAMENTO DE PROJETO DE ARQUITETURA Disciplina: PROJETO DE ARQUITETURA III FAP 355 Professores: MÓDULO 3 1 o. Período Letivo 2009 Cristiane Rose Duarte, Joacir Esteves, Luciana Andrade, Maria Ligia Sanches, Paulo Afonso Rheingantz e Vera

Leia mais

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da Escola Municipal Jornalista Jaime Câmara e alusiva à visita às unidades habitacionais do PAC - Pró-Moradia no Jardim do Cerrado e Jardim Mundo

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

Waste Lab. Development Standards) e são compostos

Waste Lab. Development Standards) e são compostos Waste Lab 1 Waste Lab Inicialmente era designada como área de resíduos, mas hoje em dia é conhecido como laboratório. Estamos a falar da gestão de resíduos do CascaiShopping, centro comercial da Sonae

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Butantã: a bola da vez na corrida imobiliária paulistana

Urban View. Urban Reports. Butantã: a bola da vez na corrida imobiliária paulistana Urban View Urban Reports Butantã: a bola da vez na corrida imobiliária paulistana coluna Minha cidade, meu jeito de morar e de investir programa Falando em Dinheiro Rádio Estadão ESPN Butantã: a bola da

Leia mais

Gestão do processo de manutenção preventiva em condomínios

Gestão do processo de manutenção preventiva em condomínios 1 Resumo Gestão do processo de manutenção preventiva em condomínios residenciais verticais Morgana Avrella Turra morga_turra@hotmail.com MBA Gestão de Projetos em Engenharias e Arquitetura Instituto de

Leia mais

O Interface de Transportes

O Interface de Transportes O Interface de Transportes Tipologias de funcionamento e morfologia espacial - aplicação ao projecto Resumo Alargado Inês Isabel do Nascimento Piedade Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Arquitectura

Leia mais

Se a legisla. Brasil, o mesmo n. residencial unifamiliar como padr. confirmava a validade das restri

Se a legisla. Brasil, o mesmo n. residencial unifamiliar como padr. confirmava a validade das restri Se a legisla Brasil, o mesmo n Obras "Arthur Saboya", de 1934 (reiterando Ato Municipal de 1931) estabelecia o uso residencial unifamiliar como padr confirmava a validade das restri promulgada em 1972-1973,

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL MEDIATECA RS Autor: Pedro Arthur Câmara O terreno está localizado na cidade de Porto Alegre, no Bairro Centro Histórico. Á área é de uso misto, tendo uma grande concentração de atividades comerciais e

Leia mais

O poder da conquista

O poder da conquista O poder da conquista VOCÊ E SUA FAMÍLIA VIVENDO ESSA VITÓRIA. Imperator era o título das pessoas que atingiam o mais alto nível de poder na época da República Romana. Hoje você pode conquistar esse lugar

Leia mais

Se você está procurando um imóvel para comprar e precisa de um auxílio financeiro, ou está vendendo seu imóvel, esse ebook é para VOCÊ.

Se você está procurando um imóvel para comprar e precisa de um auxílio financeiro, ou está vendendo seu imóvel, esse ebook é para VOCÊ. INTRODUÇÃO Se você está procurando um imóvel para comprar e precisa de um auxílio financeiro, ou está vendendo seu imóvel, esse ebook é para VOCÊ. Os financiamentos imobiliários surgiram na década de 1950

Leia mais

Análise da expansão urbana de Feira de Santana através de condomínios fechados

Análise da expansão urbana de Feira de Santana através de condomínios fechados Análise da expansão urbana de Feira de Santana através de condomínios fechados Bethsaide Souza Santos bethsaide@gmail.com Rosangela Leal Santos Resumo Feira de Santana é uma cidade importante no Estado

Leia mais

Como estruturar empreendimentos mistos

Como estruturar empreendimentos mistos 1 Como estruturar empreendimentos mistos Por Mariana Borges Altmayer Advogada esclarece dúvidas sobre o registro de incorporação, a convenção de condomínio e o modelo de gestão para empreendimentos de

Leia mais

INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2

INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2 INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2 INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL HAROLDO LOGUERCIO CARVALHO * A nova ordem internacional que emergiu com o fim da

Leia mais

Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado

Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado Curitiba/PR - Palacete do Batel será restaurado O Palacete do Batel está em obras. Um projeto, encomendado pelos proprietários do imóvel, com o aval do Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico

Leia mais

É tendência: edifícios residenciais e comerciais estão substituindo os muros de concreto por muros de vidro

É tendência: edifícios residenciais e comerciais estão substituindo os muros de concreto por muros de vidro Barreira de vidro: transparência à vista É tendência: edifícios residenciais e comerciais estão substituindo os muros de concreto por muros de vidro Fotos: Dario de Freitas uros são necessários para garantir

Leia mais

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009.

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O Condomínio Ilhas do Sul abrange uma área total de 30.178m² e tem 118.000m² de área construída. O acesso se faz

Leia mais

Você gostaria de atingir os objetivos que traçou para sua vida de maneira mais consistente e sustentável? Gostaria de melhorar o seu aproveitamento, trabalhar menos pressionado ou estressado, e ainda aumentar

Leia mais

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no Ensino Superior

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no Ensino Superior Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Alojamento no Ensino Superior Francisco Campos José Pedro Conde José Rodrigues Miguel Fernandes Miguel Silva Rafael Cardoso Relatório do Trabalho Prático

Leia mais

ALUNO DO IE IE em greve desde segunda. Paralisação do instituto bem produtiva, pois proporcionou a participação de vários alunos e foi bem proveitosa.

ALUNO DO IE IE em greve desde segunda. Paralisação do instituto bem produtiva, pois proporcionou a participação de vários alunos e foi bem proveitosa. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL DOS ALUNOS DA COMPUTAÇÃO MESA DA ASSEMBLEIA Expõem a proposta da assembleia e explica o funcionamento da mesma. (INFORMES) ALUNO DO IE IE em greve desde segunda. Paralisação do

Leia mais

REVIT ARQUITECTURE 2013

REVIT ARQUITECTURE 2013 REVIT ARQUITECTURE 2013 O Revit 2013 é um software de Tecnologia BIM, que em português significa Modelagem de Informação da Construção. Com ele, os dados inseridos em projeto alimentam também um banco

Leia mais

Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (5,0 pontos)

Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (5,0 pontos) Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (5,0 pontos) Está sendo apresentado, abaixo, um estudo para uma residência unifamiliar (planta baixa, planta de situação e cobertura, além de perspectiva).

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Destaque ARQUITECTURA

Destaque ARQUITECTURA ARQUITECTURA ARQUITECTURA Empreendimento habitacional com parque verde condomínio privado Num contexto de crise financeira e económica, os arquitectos e designers são as primeiras classes profissionais

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

Desafio à acessibilidade. Panorama geral de um direito do idoso

Desafio à acessibilidade. Panorama geral de um direito do idoso 17 Desafio à acessibilidade. Panorama geral de um direito do idoso Eliane Ferreira dos Santos I nstituições públicas ou privadas por terem naturezas distintas, demandam atendimentos específicos ao idoso,

Leia mais

Este livro encontra-se assim estruturado:

Este livro encontra-se assim estruturado: CIDADE, POVO E NAÇÃO: Gênese do Urbanismo Moderno * Mônica McAllister ** Trata-se de uma seleção de textos apresentados no seminário Origens das Políticas Urbanas Modernas: Europa e América Latina, Empréstimos

Leia mais

I Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pósgraduação em Arquitetura e Urbanismo

I Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pósgraduação em Arquitetura e Urbanismo I Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pósgraduação em Arquitetura e Urbanismo Centro Histórico de São Paulo: documentação e estudos de reabilitação Universidade Presbiteriana Mackenzie

Leia mais

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Vista da Rua Schilling, no ano de 1981 Fonte : Júnior Manuel Lobo Fonte:Vila Hamburguesa sub-distrito da Lapa município da capital de São Paulo Vila

Leia mais

Dicas para investir em Imóveis

Dicas para investir em Imóveis Dicas para investir em Imóveis Aqui exploraremos dicas de como investir quando investir e porque investir em imóveis. Hoje estamos vivendo numa crise política, alta taxa de desemprego, dólar nas alturas,

Leia mais

AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE

AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE Quando focalizamos a condição de sermos moradores de um aglomerado, isso nos remete a uma posição dentro de um espaço físico, um território. Esse fato,

Leia mais

Oportunidades criadas pelo Plano Diretor Estratégico

Oportunidades criadas pelo Plano Diretor Estratégico A CRIAÇÃO DE TERRITÓRIOS DE OPORTUNIDADE JUNTO AO SISTEMA METRO-FERROVIÁRIO: EM PROL DE UMA PARCERIA MAIS EFETIVA NOS PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO URBANA NO ENTORNO DAS ESTAÇÕES. ABSTRACT Ao longo dos trinta

Leia mais

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar.

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar. Curso de Formação de Professores Primários da Escola Normal de Caetité Ba no Período de 1925 a 1940: Análise das Transformações Curriculares do Ensino de Matemática. Márcio Oliveira D Esquivel 1 GD5 História

Leia mais

HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: AS TIPOLOGIAS HABITACIONAIS E O SEU REFLEXO NA PRODUÇÃO DA CIDADE ATRAVÉS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: AS TIPOLOGIAS HABITACIONAIS E O SEU REFLEXO NA PRODUÇÃO DA CIDADE ATRAVÉS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA 316 HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: AS TIPOLOGIAS HABITACIONAIS E O SEU REFLEXO NA PRODUÇÃO DA CIDADE ATRAVÉS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Gustavo Favaretto Martinez, Marcelo Batista Pigioni, Mayra

Leia mais

Todo mundo vai passar aqui. EMARKI CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Todo mundo vai passar aqui. EMARKI CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. Todo mundo vai passar aqui. 3 Todo mundo vai te ver aqui. Mais de 150 lojas. A maior vitrine de Brasília. 4 5 No coração de Águas Claras O Vitrinni Shopping está localizado na única quadra inteira ainda

Leia mais

Empreendimentos Imobiliários

Empreendimentos Imobiliários SINDUSCONPREMIUM 2013 ETAPA LITORAL NORTE 1ª EDIÇÃO Categoria Empreendimentos Imobiliários Edificação Residencial Unifamiliar - Black House 01 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA O escritório Torres & Bello Arquitetos

Leia mais

SANTO ANTÔNIO ENERGIA SA

SANTO ANTÔNIO ENERGIA SA Pesquisador (apresente-se): Data: / / Setor censitário: Questionário: IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO DOMICÍLIO E DO ENTREVISTADO. Nome do responsável pela família: Telefone fixo: Telefone celular:.

Leia mais

Os valores máximo e mínimo, portanto, são obtidos a partir da aplicação do desvio padrão sobre o valor médio obtido.

Os valores máximo e mínimo, portanto, são obtidos a partir da aplicação do desvio padrão sobre o valor médio obtido. Avaliação de Terrenos A rotina de avaliação de terrenos apresentada neste site leva em conta os critérios da Avaliação Expedita, ou seja, sem o rigor da avaliação de imóveis feito por técnico credenciado

Leia mais

O papel do estado no urbano

O papel do estado no urbano O papel do estado no urbano O papel do estado na afirmação da segregação Fabiana Rezende Poliana Alessandra Lorena Yoshiko A segregação no espaço urbano pode ser encontrada em várias esferas, iremos analisar

Leia mais

AUTOR(ES): THACIANE RESENDE MACHADO, FLAVIA DA SILVA PEREIRA, KARINA DALLA RIVA

AUTOR(ES): THACIANE RESENDE MACHADO, FLAVIA DA SILVA PEREIRA, KARINA DALLA RIVA TÍTULO: INTERVENCAO EM COMUNIDADE CARENTE EM SANTO ANDRE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ARQUITETURA E URBANISMO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO AUTOR(ES):

Leia mais

PESQUISA ADEMI DO MERCADO IMOBILIÁRIO

PESQUISA ADEMI DO MERCADO IMOBILIÁRIO Relatório de Maio de 29 PESQUISA ADEMI DO MERCADO IMOBILIÁRIO RELATÓRIO DE MAIO DE 29 I INTRODUÇÃO O objetivo deste relatório é analisar os resultados da Pesquisa ADEMI no mês de maio de 29 no que diz

Leia mais

NORMAS DE DESEMPENHO: Alinhamento da Arquitetura Brasileira aos Padrões Mundiais de Projeto

NORMAS DE DESEMPENHO: Alinhamento da Arquitetura Brasileira aos Padrões Mundiais de Projeto 38 a. ASSEMBLEIA & 1º FORUM ANUAL 21 de Maio de 2010 NORMAS DE DESEMPENHO: Alinhamento da Arquitetura Brasileira aos Padrões Mundiais de Projeto Arquiteta Ana Maria de Biazzi Dias de Oliveira anabiazzi@uol.com.br

Leia mais

SVAMPA, Maristella. Los que ganaron: la vida en los countries y barrios privados. 2ª ed. Buenos Aires: Biblos, 2008, 301 p.

SVAMPA, Maristella. Los que ganaron: la vida en los countries y barrios privados. 2ª ed. Buenos Aires: Biblos, 2008, 301 p. SVAMPA, Maristella. Los que ganaron: la vida en los countries y barrios privados. 2ª ed. Buenos Aires: Biblos, 2008, 301 p. Regina Horta Duarte Professora Associada do Departamento de História UFMG. Doutora

Leia mais

1217 LOTEAMENTOS E CONDOMÍNIOS: LEI PARA QUE, LEI PARA QUE? MAS QUAL LEI?

1217 LOTEAMENTOS E CONDOMÍNIOS: LEI PARA QUE, LEI PARA QUE? MAS QUAL LEI? 1217 LOTEAMENTOS E CONDOMÍNIOS: LEI PARA QUE, LEI PARA QUE? MAS QUAL LEI? Gisela Cunha Viana Leonelli Resumo Este artigo pretende compor o quadro de regulação sobre a produção de loteamentos e condomínios

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 3.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados na

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUTORA TARJAB NA ADOÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO OUTUBRO 2014

A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUTORA TARJAB NA ADOÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO OUTUBRO 2014 A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUTORA TARJAB NA ADOÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO OUTUBRO Apresentação dos trabalhos Porque devemos atender à Norma de Desempenho? O Contexto da normalização no Brasil A experiência

Leia mais

DISPARIDADES ENTRE A ZONA SUL E A ZONA NORTE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP

DISPARIDADES ENTRE A ZONA SUL E A ZONA NORTE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP DISPARIDADES ENTRE A ZONA SUL E A ZONA NORTE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP Luiz Henrique Mateus Lima lugano_lima@yahoo.com.br Mestrado em Geografia FCT UNESP Campus de Presidente Prudente 1088 Resumo As

Leia mais

Diretrizes Geométricas de Auxílio ao Processo de Projeto de Edifícios Residenciais

Diretrizes Geométricas de Auxílio ao Processo de Projeto de Edifícios Residenciais 243 Introdução Este artigo apresenta alguns princípios básicos de um método geométrico de auxílio ao processo de projeto de edifícios residenciais em altura. Tem como base uma pesquisa feita em edifícios

Leia mais

CARTA DE GESTÃO Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário

CARTA DE GESTÃO Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário Prezado(a) investidor(a), É com satisfação que apresentamos o relatório do administrador do referente ao período de Janeiro e Junho de 2013. 1. Constituição, Objetivos e Início das Operações O foi constituído

Leia mais

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res 97 A INSTRUÇÃO NOS JORNAIS, RELATÓRIOS E MENSAGENS DOS PRESIDENTES DE PROVÍNCIA E DE ESTADO NA PARAÍBA (1889-1910). Algumas palavras iniciais: Michelle Lima da Silva Bolsista CNPQ/PIBIC/UFPB (graduanda)

Leia mais

ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL DOS CONDOMÍNIOS FECHADOS HORIZONTAIS DE ALTO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA (SP)

ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL DOS CONDOMÍNIOS FECHADOS HORIZONTAIS DE ALTO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA (SP) 105 ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL DOS CONDOMÍNIOS FECHADOS HORIZONTAIS DE ALTO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA (SP) LETÍCIA BARBOSA RIBEIRO 1 e LINDON FONSECA MATIAS 2 leticia.b.ribeiro@hotmail.com,

Leia mais

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana 6.1. A Dinâmica de Uso e Ocupação do

Leia mais

PRODUÇÃO DO ESPAÇO E A VERTICALIZAÇÃO EM PONTA NEGRA, NATAL-RN

PRODUÇÃO DO ESPAÇO E A VERTICALIZAÇÃO EM PONTA NEGRA, NATAL-RN Mariana de Vasconcelos Pinheiro¹ Márcio Moraes Valença (Orientador da Pesquisa)² ¹UFRN - marianavasconcelos@globo.com ²UFRN marciovalenca@ufrnet.br PRODUÇÃO DO ESPAÇO E A VERTICALIZAÇÃO EM PONTA NEGRA,

Leia mais

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros.

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Data: 05/12/2008 -Local: Instituto Pólis MORADIA É CENTRAL

Leia mais

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003 GAPTEC Departamento de Planeamento Estratégico Divisão do Plano Director Municipal Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas Maio 2003 Relatório Final Volume II EQUIPA Coordenadores

Leia mais

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto no Rio de Janeiro.

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto no Rio de Janeiro. Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto no Rio de Janeiro. Data: dia 29 de junho de 2009 Local: IAB Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento

Leia mais

COMARCA DE BELO HORIZONTE - ESTADO DE MINAS GERAIS OFICIAL REGISTRADOR - LUCIANO EUSTAQUIO XAVIER

COMARCA DE BELO HORIZONTE - ESTADO DE MINAS GERAIS OFICIAL REGISTRADOR - LUCIANO EUSTAQUIO XAVIER -)e-z 72 OFÍCIO DE COMARCA DE BELO HORIZONTE - ESTADO DE MINAS GERAIS OFICIAL REGISTRADOR - LUCIANO EUSTAQUIO XAVIER ESCREVENTE SUBSTITUTA - MARIA LIGIA F. CALIXTO 8. sçss 2190 0 1_ 01 Livro ng 2 ANO:

Leia mais

INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF

INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF Cristiano ESTEFANI Eng. Mestrando em Estruturas e Construção Civil da Universidade de Brasília. Campus Universitário

Leia mais

VAZIOS URBANOS ou melhor VACÂNCIAS FUNDIÁRIAS NAS CIDADES BRASILEIRAS

VAZIOS URBANOS ou melhor VACÂNCIAS FUNDIÁRIAS NAS CIDADES BRASILEIRAS Universidade Federal do Rio Grande do Norte Seminário Departamento de Políticas Públicas Organização: prof.dr. Marcio Valença VAZIOS URBANOS ou melhor VACÂNCIAS FUNDIÁRIAS NAS CIDADES BRASILEIRAS Regina

Leia mais

XI CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS XI COBREAP

XI CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS XI COBREAP XI CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS XI COBREAP AVALIAÇÃO DE RESIDÊNCIAS UNIFAMILIARES PELO MÉTODO COMPARATIVO DIRETO ** NÓR FILHO, NELSON NADY ENGENHEIRO CIVIL CREA/SP n o 150.146/D

Leia mais

CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS

CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS Módulo 05 Projeto de Móveis CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS MÓDULO 05 Aula 03 Assuntos a serem abordados: 04. Desenhos que Compõem um Projeto de Detalhamento de

Leia mais

A FORÇA DO MERCADO IMOBILIÁRIO E A SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL

A FORÇA DO MERCADO IMOBILIÁRIO E A SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL A FORÇA DO MERCADO IMOBILIÁRIO E A SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL 1. INSPIRAÇÕES: 1. A PALAVRA DO PRESIDENTE DE HONRA: A Engenharia de Avaliações, como a concebo, estrutura-se em três pilares do tirocínio do

Leia mais

SUA FAMÍLIA MERECE ESSE PRIVILÉGIO SQNW 106, BLOCO B - NOROESTE

SUA FAMÍLIA MERECE ESSE PRIVILÉGIO SQNW 106, BLOCO B - NOROESTE 1 SUA FAMÍLIA MERECE ESSE PRIVILÉGIO SQNW 106, BLOCO B - NOROESTE Imagem meramente ilustrativa. 2 3 Um novo estilo de vida para o seu dia a dia O Noroeste é a última área residencial do Plano Piloto, que

Leia mais

2 - DA VERTICALIZAÇÃO PÓS-ZONEAMENTO AO FIM DO BNH (1980/1986).

2 - DA VERTICALIZAÇÃO PÓS-ZONEAMENTO AO FIM DO BNH (1980/1986). 2 - DA VERTICALIZAÇÃO PÓS-ZONEAMENTO AO FIM DO BNH (1980/1986). Em 1986, a cidade de São Paulo tinha 15.387 edifícios, dos quais 3.616 foram construídos entre 1980 e 1986 (Tabela 2 e Figura 3). Neste período,

Leia mais

Características do Sistema

Características do Sistema Características do Sistema O emprego de lajes nervuradas nas estruturas de concreto armado ganhou grande impulso nos últimos anos graças às modernas técnicas construtivas e ao desenvolvimento dos programas

Leia mais

O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV

O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV Rosina Trevisan M. RIBEIRO Arquiteta, D. Sc., Professora do

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO. ENSAIOS Janeiro/Fevereiro 2014

ARQUITETURA E URBANISMO. ENSAIOS Janeiro/Fevereiro 2014 ARQUITETURA E URBANISMO ENSAIOS Janeiro/Fevereiro 2014 ARX ARQUITETURA E URBANISMO ARX ARQUITETURA E URBANISMO SC LTDA Rua Livi, 574 Vila Madalena São Paulo SP CEP 05448-030 TEL (011) 3812-8928 FAX (011)

Leia mais