Um Protocolo para Automação Hospitalar Dirigido a Endereçamento Multicast

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Um Protocolo para Automação Hospitalar Dirigido a Endereçamento Multicast"

Transcrição

1 Um Protocolo para Automação Hospitalar Dirigido a Endereçamento Multicast Ricardo A. M. Valentim 1, Antônio H. F. Morais 2, Diego R. Carvalho 2, Gláucio B. Brandão 2, Ana M. G. Guerreiro 2, Carlos A. Paz de Araújo 3 1 Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET-RN) Natal RN Brazil 2 Departamento Computação e Automação Universidade Federal do RN (UFRN) Natal, RN Brazil 3 Symetrix Corporation, Colorado Springs, Colorado; Department of Electrical and Computer Engineering, University of Colorado at Colorado Springs Colorado USA diegorc, glaucio, Abstract. This paper presents a Multicycles Protocol for Hospital Automation (MP-HA) which works over multicast addressing and use a Master-Slave architecture. The protocol creates a segmented logical network based on multicast addressing associated to hospital beds. The objective of MP-HA is to ensure the determinism on network through medium access control mechanism increasing the transmission throuput. Thus, it creates a periodical environment making use of the cycles concept, in parallel, which is called multicycles. Resumo. Este artigo apresenta o PM-AH (Protocolo Multiciclos para Automação Hospitalar), esse protocolo funciona sobre endereçamento multicast e utiliza uma arquitetura meste-escravo. O PM-AH é um protocolo que cria uma segmentação lógica baseada em grupos multicast associados aos leitos da rede hospitalar de forma transparente. O objetivo do PM-AH é através do controle de acesso ao meio garantir o determinismo na rede e otimizar o fator de utilização do meio de transmissão. Para tanto, cria um ambiente periódico, porém utilizando o conceito de ciclos executando-os em paralelo, o qual é chamado multiciclos. 1 Introdução Os avanços na área da eletrônica têm contribuído para uma crescente demanda em aplicações distribuídas que permitam a utilização de dispositivos com poder de processamento embarcado (Dietrich e Sauter, 2000). Um exemplo são as redes industriais que já fazem uso de nós inteligentes utilizados no controle de processos. Para Pedreiras et. al., (2005), isso ocorre devido à tendência de descentralização da computação, que agora converge para um ambiente distribuído. Verificando o presente contexto, as funcionalidades passam a estar presentes em vários elementos de processamento, ao contrário da computação centralizada que SBC

2 encapsulava funcionalidades em um único processador com maior poder de processamento. Na automação industrial existem conceitos e alguns deles foram previstos em 1976 por Nitzan e Rosen, tais como: aquisição de dados para controle de processos; monitoramento e processamento de sinais; redução de custos; otimização de processos (Nitzan e Rosen 1976). Estes conceitos já estão a algum tempo sendo incorporados na área médica, ou seja, passam também a ser utilizados na automação hospitalar (Brooks e Brooks 1998). Neste sentido, a automação hospitalar passa a requisitar aplicações que visam melhorar os processos encontrados no ambiente de um hospital. Como exemplo, é possível citar trabalhos de pesquisas de Murakami, et al, (2006), Várady, P., et al, (2002) e Varshney, (2006) os quais propõem sistemas de monitoramento de pacientes. Todavia, existe um problema pertinente ao processo de automação hospitalar, baseado no padrão Ethernet (IEEE 802.3), que naturalmente é um padrão de rede nãodeterminístico (Dolejs et. al., 2004). Isto inviabiliza a automação de alguns processos que necessitam de confiabilidade e que imponham restrições temporais. Ao contrário, as redes de automação industrial utilizam tecnologias com suporte à restrições temporais, prioridade e confiabilidade (Thomesse 1999), tais como: Profibus, WorldFIP, Foundation Fieldbus, Controller Area Network (CAN) e DeviceNet. As tecnologias de redes utilizadas na automação industrial apresentam-se como uma solução para automação hospitalar, porém a sua implantação é de alto custo e baixa interoperabilidade (Carreiro, et. al, 2005), tornando-as pouco atraente. Neste sentido, as redes Ethernet são propostas como uma tecnologia a ser aplicada na automação industrial, devido as vantagens desta tecnologia, tais como: expressiva interoperabilidade, alto desempenho e baixo custo, (Dolejs et. al., 2004). Neste contexto, os trabalhos sobre Ethernet para automação industrial criam protocolos que visam garantir determinismo e confiabilidade. Podem ser referenciados como exemplos de pesquisas nesta área, os seguintes trabalhos: o TDMA (Time Division Multiple Access) de Brito et al., (2004), o VTPE (Virtual Token-Passing Ethernet) de Carreiro et al., (2005), o FTT-Ethernet (Pedreiras 2005) e o H-BEB (Moraes e Vasques 2005). Tais abordagens são eficientes em garantir o determinismo na rede. Todavia, não apresentam política de escalabilidade e podem apresentar problemas com relação à otimização de alocação do canal. Tais aspectos ocorrem quando: São observados slots ociosos na rede (abordagens baseadas em TDMA e suas variações); Existência de ciclos longos (abordagens baseadas em passagem de token e TDMA); Rejeição de novos nós na rede (abordagens baseadas no controle de admissão de nós); Utilização de tecnologia já em desuso (abordagens baseadas em CSMA-CD - Carrier Sense Multiple Access / Collision Detection). Este artigo apresenta o Protocolo Multiciclos para Automação Hospitalar (PM- AH), customizado para ambientes hospitalares garantindo o determinismo e otimizando o fator de utilização do meio de transmissão. Diferentemente dos protocolos utilizados na Ethernet industrial, o PM-AH trabalha sobre uma abordagem de segmentação lógica da rede. O processo de divisão lógica da rede é transparente e fundamentada sobre endereçamento multicast. Funcionando sobre IP e Switch Ethernet com suporte a multicast em nível 2. SBC

3 2 Visão Geral do PM-AH O PM-AH é um protocolo que utiliza o conceito de segmentação de grupos de mensagens, pois,, trabalha sobre o Protocolo IP, apoiando-se sobre endereçamentos multicast.. Através de endereçamento multicast o PM-AH associa um leito hospitalar a um grupo multicast e um grupo multicast a vários dispositivos médicos de monitoramento e/ou atuação (nós de rede). Esta estratégia permite ao PM-AH definir um método de segmentação de rede transparente ao usuário (operador da estação supervisora),, e também cria um vinculo associativo entre as mensagens e os leitos (pacientes). Desta forma, uma mensagem enviada de um nó do leito n, será recebida somente por outro nó do mesmo leito interessado na respectiva mensagem e pelo provedor de serviço PM-AH, apto a receber todas as mensagens. Um aspecto importante do PM-AH na utilização do envio de mensagens utilizando endereçamento multicast é o aumento do fator de utilização da rede, pois esta estratégia promove um mecanismo que torna mais eficiente o processo de distribuição das mensagens, pois evita redundância no envio de dados, dada estratégia adotada no PM-AH agregada às características das transmissões multicast. A Figura 1 exibe a arquitetura do PM-AH, ilustrando uma visão geral do contexto descrito nesta seção, onde o PM-AH divide um ciclo em duas janelas de tempo: uma síncrona e outra assíncrona. As janelas de mensagens síncronas são utilizadas para transmissão de mensagens de controle e dados. As janelas de mensagens assíncronas são utilizadas para disparo de alarmes e mensagens de controle. Figura 1 - Visão Geral: Arquitetura do PM-AH Ainda na Figura 1 (cenário de transmissão de dados no leito 03) é observado o envio de dados através de endereçamento multicast, permitindo que o dado seja enviado uma única vez para todo o grupo. Essa característica contribui para redução no custo de comunicação do protocolo. A opção no PM-AH pela tecnologia Ethernet ocorre em função do seu alto desempenho, baixo custo, e expressiva interoperabilidade (Dolejs et. al., 2004). Outra característica que motiva adoção do padrão Ethernet no PM-AH é que a maioria dos ambientes hospitalares tem a sua rede dados baseado neste padrão. Desta SBC

4 forma, o custo para implantação será reduzido devido à utilização da infra-estrutura de rede já existente. A coordenação de rede do PM-AH é fundamentada em uma estrutura mestreescravo e no conceito de multiciclos. A estrutura mestre-escravo é baseada na passagem de token e impõe cenários onde não existe disputa ao meio de transmissão, criando um ambiente determinístico na rede. Sobre a perspectiva de multiciclos, o PM-AH cria vários ciclos independentes e paralelos que não geram interferência, nem concorrência com dispositivos que fazem parte de ciclos distintos. Com isso, o PM-AH permite otimizar os ciclos temporais, pois os ciclos não crescem em função da quantidade de nós que fazem parte da rede, e sim, em função da quantidade de nós inscritos em cada grupo (leito hospitalar). Desta forma, melhorando o desempenho da rede, pois, a segmentação lógica baseada em multicast cria ciclos menores, permitindo assim, um envio mais rápido das mensagens em cada grupo. No PM-AH, um ciclo tem o seu tempo de vida determinado pelo somatório dos slots de tempo utilizados para as transmissões das mensagens no mesmo. O mestre tem o papel de coordenar os ciclos gerados em seu grupo (leito), garantindo a sincronização dos nós de rede e conseqüentemente os respectivos períodos para envio das mensagens de cada nó. 3. Elementos do PM-AH 3.1 Provedor de Serviços (PS) O PM-AH é composto basicamente de quatro elementos: Provedor de Serviços (PS), Mestre, Ciclos e Mensagens. O papel do PS no PM-AH é prover serviços essenciais à rede (iniciação, verificação de comunicabilidade e reindexação de nós) e capturar as todas as mensagens trocadas na rede. A captura das mensagens tem como objetivo fornecer dados para o Supervisório, permitindo que equipes médicas possa monitorar os pacientes. No PM- AH, a iniciação e a formação dos grupos multicast é realizada por meio de tabelas de associação. Na Figura 2 é possível verificar a estrutura da tabela de armazenamento criada no PM-AH. Um fator importante na estruturação dos dados é a tabela de endereços (leito multicast) que associa um leito a um grupo multicast. É a partir desta tabela que o provedor de serviço informa a um nó em qual grupo multicast ele deve estar inscrito antes de enviar suas mensagens de dados. A tabela grupos (leito dispositivo) ilustrada na Figura 2 é montada dinamicamente a partir da inscrição dos nós na rede. Um aspecto que pode ser verificado nesta tabela são os campos: Mestre: campo que indica se o nó é ou não mestre de um grupo (1 Mestre, 0 - Escravo); Índice: este campo mostra a seqüência de inscrição dos nós em grupo (leito). Esta informação serve para indicar ao mestre a quem deve ser passado o token. A tabela de dispositivos (dispositivo porta) faz uma associação do dispositivo a uma porta de comunicação para troca de dados entre dispositivos afins de um mesmo grupo. SBC

5 Figura 2 Tabelas de apoio do PM-AH 3.2 Mestre O mestre de grupo no PM-AH é indicado pelo provedor de serviços. O processo de definição de mestre tem início no envio de uma mensagem de solicitação de inscrição em grupo multicast (msigm). Ao ser iniciado, o nó envia uma msigm ao provedor de serviços e nesta é informado o número do leito e se o mesmo é habilitado a ser mestre. O provedor de serviço ao receber uma msigm, verifica se já existe algum nó associado ao leito com status de mestre. Caso não exista, o provedor envia uma mensagem de confirmação de inscrição em grupo multicast (mcigm) confirmando sua inscrição no grupo e informado ao nó que ele é mestre do grupo. O nó mestre sempre recebe índice 1 e os demais receberão o índice anterior mais 1. O nó Mestre tem o papel de coordenar os ciclos de seu grupo (leito) multicast. Para tanto, o mestre conhece os dispositivos que fazem parte do seu grupo. O nó, ao ser indicado como mestre recebe uma mensagem relativa aos índices dos nós presentes em seu leito. Esta coordenação é realizada através da passagem de token, o qual é passado de acordo com o índice de cada dispositivo e somente um dispositivo por vez recebe o token. Os tokens são enviados através de uma mensagem de passagem de token (mpt) que indica qual dispositivo terá a posse do meio físico. A partir de então, o dispositivo enviará uma mensagem de dado (md) para o seu grupo multicast e provedor de serviço. A coordenação da rede através do mestre utilizando o conceito de multiciclos e de passagem de token contribui da seguinte forma: Evita problemas de enfileiramento de pacotes no switch, deste modo, eliminando problemas contenção da rede; Garante o determinismo da rede, pois o fluxo de dados é controlado; Aumenta a escalabilidade da rede; Otimiza os tempos do ciclo, haja vista que não existirá slot de tempo ocioso na rede. 3.2 Ciclo Temporal: Janela Síncrona e Assíncrona O PM-AH é um protocolo que trabalha sobre ciclos de tempo, um ciclo no PM-AH é divido em duas janelas de tempo: síncrona e assíncrona. O inicio e termino de um ciclo no PM-AH é marcado quando o nó mestre envia uma mensagem de inicio de janela síncrona aos elementos de seu grupo. SBC

6 O tempo de uma um ciclo no PM-AH é igual ao tempo da janela síncrona mais o tempo da janela assíncrona. A Equação 1, mostra como deve ser feito o cálculo do tempo da janela síncrona ( T js ). T js q = T m= 1 p * T m v, T d = p c*β, L T V = R Onde, q = Quantidade de nós inscritos no grupo (considerando o nó mestre); T pm = Tempo de propagação da mensagem no meio físico: (1) d = distancia que a mensagem vai percorrer; c = velocidade da luz; β = fator determinado em função do meio de transmissão; T v = Tempo de transmissão da mensagem em função da vazão da rede: L = comprimento da mensagem e R = Taxa de Transmissão. 3.3 Mensagem de Solicitação de Inscrição em Grupo Multicast (msigm) As mensagens de solicitação de inscrição em grupo multicast (msigm) são mensagens que são disparadas pelos dispositivos ao serem iniciados. Estas mensagens são enviadas a cada 1 segundo, até que o nó que a enviou receba a primeira mensagem de confirmação de inscrição em grupo multicast (mcigm). O formato da mensagem é ilustrado na Figura 3 e descrito na Tabela 1. Campo Tamanho Figura 3 Formato de um msigm Tabela 1 Descrição do formato msigm Descrição Tipo 8 bits Tipo da mensagem que está sendo enviada. Endc 32 bits Endereço multicast para inscrição em grupo. Porta 16 bits Porta de destino. Leito 16 bits Número do leito onde o dispositivo se encontra. Disp 16 bits Tipo de dispositivo. Mestre 8 bits Identifica se o nó está apto a ser um mestre de grupo. 3.4 Mensagem de Confirmação de Inscrição em Grupo Multicast (mcigm) As mensagens de confirmação de inscrição em grupo multicast (mcigm) são enviadas pelo provedor de serviço como resposta às msigm. Uma mcigm confirma o grupo em qual o dispositivo está inscrito, informa o índice do dispositivo no grupo e indica se o SBC

7 dispositivo é o mestre do grupo. O formato da mensagem é ilustrado na Figura 4 e descrito na Tabela 2. Campo Tamanho Tipo 8 bits Figura 4 Formato de uma mcigm Tabela 2 Descrição do formato mcigm Descrição Tipo da mensagem que está sendo enviada. Endc 32 bits Endereço multicast para recebimento de confirmação de inscrição em grupo. EndG 32 bits Endereço multicast do grupo. Porta 16 bits Porta de destino. Porta Disp 16 bits Porta do dispositivo. Utilizada para indicar em qual porta um dispositivo recebe mensagens de seu grupo. Leito 16 bits Leito onde o dispositivo se encontra. M/ID 16 bits Campo que indica se o nó é um mestre e qual o seu ID (índice no grupo). 3.5 Mensagem de Reindexação de Nós (mrn) As mensagens de reindexação de nós (mrn) são enviadas pelo provedor de serviço ao nó mestre de cada grupo. Esta mensagem indica para o mestre quais nós estão ativos no seu grupo. Portanto, não haverá passagem de token para nós que não estejam ativos, o que contribui para melhorar o fator de utilização na rede. As mensagens de mrn têm o campo LN (lista de nós) de 128 bits que representam quais dispositivos estão ativos ou inativos. O índice do bit indica o dispositivo e seu valor indica o status do nó. Bits com valores iguais a 0 indicam nós inativos e bits com valor 1 indicam nós ativos. A Figura 5 ilustra o formato de uma mrn e a Tabela 3 descreve os campos. Figura 5 formato de uma mrn Tabela 3 Descrição do formato mrn Campo Tamanho Descrição Tipo 8 bits Tipo da mensagem que está sendo enviada. Endcg 32 bits Endereço multicast do grupo. Porta 16 bits Porta de destino. LN 128 bits Contém informação a respeito dos nós não fazem mais parte do grupo (leito). SBC

8 3.6 Mensagem de Dados (md) As mensagens de dados (md) são enviadas em janelas síncronas por qualquer dispositivo para o grupo multicast que este esteja inscrito. Os nós que estiverem associados à porta da mensagem irão processá-la. Um fator importante incluído nas mensagens de dados é a redundância temporal implementada através do campo DA (Dado Anterior). Este campo armazena o dado da mensagem do período anterior. O formato de uma mensagem de dados é ilustrado na Figura 6 e descrito na Tabela 4. Tabela 4 Descrição do formato de uma mensagem de dados Campo Tamanho Descrição Tipo 8 bits Tipo da mensagem que está sendo enviada. End 32 bits End. multicast para recebimento confirmação de inscrição em grupo. Porta 16 bits Porta de destino. Este campo está relacionado ao tipo de dispositivo. Dado 16 bits Dado a ser enviado ao(s) dispositivo(s). DA 16 bits Dado do período anterior. 3.7 Resultados Experimentais Figura 6 Formato de uma mrn Os resultados abordados estão dirigidos a verificação da periodicidade e eficiência dos multiciclos no PM-AH. Portanto, observando o determinismo sobre os seguintes aspectos de sincronismo: Instantes em que o mestre transmite o token; Instantes da transmissão de dados por parte dos escravos. Para realizar os testes foi criado um cenário com dois grupos, cada um contendo um mestre e um escravo. Todo o cenário de teste foi construído utilizando computadores convencionais e um software desenvolvido na linguagem de programação Java para emular o protocolo PM-AH. Para tanto, considerando a execução dos multiciclos em paralelo sobre endereçamento multicast. A Figura 7 ilustra o cenário de teste implementado. O cenário de teste foi divido em dois grupos os quais são segmentados em dois endereços multicast distintos. Diante destes cenários, foram gerados 1000 ciclos com período temporais de 100ms. No experimento citado foram gerados ciclos em paralelo (multiciclos), onde foi possível observar o determinismo na periodicidade do PM-AH para os dois grupos. Foram utilizados neste experimento quatro computadores com as seguintes configurações: Processador AMD de 1.8Ghz; Memória RAM de 512MB; Interface de Rede 100Mbps e um Switch Ethernet 100Mbps com suporte a endereçamento multicast. Com base no cenário de teste, foi possível observar que o PM-AH garantiu 100% de sincronismo entre as passagens de tokens e o envio de dados através dos nós, SBC

9 conforme gráfico da Figura 7. O gráfico também mostra um atraso médio nos envios dos tokens de 58 µs. Outro aspecto relevante observado nos testes de sincronismos é a ausência na perda das mensagens de mpt.. O experimento também permitiu realizar a medição dos tempos de transmissão das md.. Para análise, foram examinados os tópicos apresentados na Tabela 5. Figura 7 Gráfico de sincronismo Os resultados da Tabela 5 apresentam uma tendência constante nos atrasos das mensagens de dados trocadas entre os dispositivos nas janelas síncronas. Essa tendência pode ser verificada no desvio padrão que se mostra muito abaixo do tempo médio, representando um expressivo fator de determinismo, pois os valores os tempo de entrega de dados estão sempre muito próximo a média. Tabela 5 - Análise dos Tempos de Atrasos das mds Tópico Valor Desvio padrão 4 22x10 Tempo médio 68,58µs 4. Considerações Finais Variância 8 49x10 Jitter médio 4 23x10 O PM-AH é um protocolo que está sendo desenvolvido pelo LAHB Laboratório de Automação Hospitalar e Bioengenharia da UFRN. Neste sentido, os estudos sobre este protocolo são realizados considerando as necessidades do processo de automação dos hospitais universitário da UFRN, os quais são considerados de excelência na área de saúde. Assim, tais necessidades refletem as demandas emergentes por aplicações distribuídas que permeia o processo de automação hospitalar. Como foram mostrados, os primeiros resultados através do protocolo são positivos incentivando a pesquisa do grupo em modelar e implementar o protocolo embarcado. SBC

10 Referências Bibliográficas Brito, A. E. M., Brasileiro, F. V., Leite C. E., Buriti, A. C. Comunicação Ethernet em Tempo-Real para uma Rede de Microcontroladores, Anais do XV Congresso Brasileiro de Automática (CBA 2004) Brasil, setembro Brooks, J.; Brooks, L. Automation in the medical field. Engineering in Medicine and Biology Magazine, IEEE Volume 17, Issue 4, July-Aug Page(s):76, 81. Carreiro, F., Moraes, R., Fonseca, J. A e Vasques, F. "Real-Time Communication in Unconstrained Shared Ethernet Networks: The Virtual Token-Passing Approach, submitted at Emerging Technologies and Factory Automation - ETFA, Catania, Italy, Dietrich, D., Sauter, T. Evolution Potentials for Fieldbus Systems. WFCS 2000, IEEE Workshop on Factory Communication Systems. Porto, Portugal, September Dolejs, O., Smolik, P., e Hanzalek Z. On the Ethernet use for real-time publishsubscribe based applications. In 5th IEEE International Workshop on Factory Communication Systems, Vienna, Austria, Sep Nitzan, D.; Rosen, C.A. Programmable Industrial Automation. Transactions on Computers. Volume C-25, Issue 12, Dec Page(s): Moraes, R.; Vasques, F., "Real-time traffic separation in shared Ethernet networks: simulation analysis of the h-beb collision resolution algorithm," Embedded and Real-Time Computing Systems and Applications, Proceedings. 11th IEEE International Conference on, vol., no.pp , Aug Murakami, Alexandre ; Gutierrez, M. A. ; Lage, Silvia Helena Gelas ; Rebelo, Marina de Fátima de Sá ; Ramires, José Antonio Franchini. A Continuous Glucose Monitoring System in Critical. IEEE Computers in Cardiology, v. 32, p , Pedreiras, P., Almeida, L., Gai, P. and Giorgio, B. FTT-Ethernet: A Flexible Real- Time communication Protocol That Supports Dynamic QoS Management on Ethernet-Based Systems. IEEE Transactions on Industrial Informatics, Vol. 1, Nº. 3, August Thomesse, J.-P. Fieldbus and interoperability Contr. Eng. Pract., vol. 7, no. 1, pp , Várady, P., Benyo, Z. and Benyo, B. An open architecture patient monitoring system using standard technologies. IEEE Transactions on Information Technologies in Biomedicine, Vol. 6, No. 1, pp.95 98, Varshney, U. Patient monitoring using infrastructure oriented wireless LANs. International Journal of Electronic Healthcare, Volume 2, Number 2 / 2006, , SBC

Rede de Controle em Ambiente Hospitalar: Um Protocolo Multiciclos para Automação Hospitalar sobre IEEE 802.3 com IGMP Snooping

Rede de Controle em Ambiente Hospitalar: Um Protocolo Multiciclos para Automação Hospitalar sobre IEEE 802.3 com IGMP Snooping Rede de Controle em Ambiente Hospitalar: Um Protocolo Multiciclos para Automação Hospitalar sobre IEEE 802.3 com IGMP Snooping Prof. M.Sc. Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentim Mestre em Engenharia da

Leia mais

MODELAGEM APLICADA À ANÁLISE DE DESEMPENHO DO PROVEDOR DE SERVIÇOS DE UMA REDE DE AUTOMAÇÃO HOSPITALAR IEEE 802.3/PM-AH DE TEMPO REAL

MODELAGEM APLICADA À ANÁLISE DE DESEMPENHO DO PROVEDOR DE SERVIÇOS DE UMA REDE DE AUTOMAÇÃO HOSPITALAR IEEE 802.3/PM-AH DE TEMPO REAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO PPGEEC MODELAGEM APLICADA À ANÁLISE DE DESEMPENHO DO PROVEDOR DE SERVIÇOS DE UMA REDE DE

Leia mais

XRTPS EXTENSIBLE REAL-TIME PUBLISH-SUBSCRIBE: MIDDLEWARE MULTICAST PARA TROCA DE DADOS BASEADO EM XML PARA REDES DE TEMPO REAL

XRTPS EXTENSIBLE REAL-TIME PUBLISH-SUBSCRIBE: MIDDLEWARE MULTICAST PARA TROCA DE DADOS BASEADO EM XML PARA REDES DE TEMPO REAL XRTPS EXTENSIBLE REAL-TIME PUBLISH-SUBSCRIBE: MIDDLEWARE MULTICAST PARA TROCA DE DADOS BASEADO EM XML PARA REDES DE TEMPO REAL J. R. F. Lima 1,2, R. A. M. Valentim 2, B. G. Araújo 2, J. M. T. Lacerda 2,

Leia mais

PM-AH: PROTOCOLO MULTICICLOS PARA AUTOMAÇÃO HOSPITALAR

PM-AH: PROTOCOLO MULTICICLOS PARA AUTOMAÇÃO HOSPITALAR PM-AH: PROTOCOLO MULTICICLOS PARA AUTOMAÇÃO HOSPITALAR *RICARDO A. DE M. VALENTIM, *ANTÔNIO H. F. DE MORAIS, *HÉLIO B. DE A. JÚNIOR, *HEITOR U. BEZERRA, *GLÁUCIO B. BRANDÃO, *ANA M. G. GUERREIRO, CARLOS

Leia mais

Middleware para Monitoramento e Envio de Alertas Aplicado ao Ambiente Hospitalar

Middleware para Monitoramento e Envio de Alertas Aplicado ao Ambiente Hospitalar Middleware para Monitoramento e Envio de Alertas Aplicado ao Ambiente Hospitalar Bruno G. de Araújo 13, Cicília R. M. Leite 23, Anna G. C. D. Ribeiro 3, João M. T. Lacerda 3, Ricardo A. de M. Valentim

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

Visão Geral do Protocolo CANBus

Visão Geral do Protocolo CANBus Visão Geral do Protocolo CANBus História CAN Controller Area Network. Desenvolvido, pela BOSCH, na década de 80 para a interligação dos sistemas de controle eletrônicos nos automóveis. 1. CAN, que foi

Leia mais

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos RCO2 Redes Locais (LANs): Características e requisitos 1 Aplicações de LANs LANs para computadores pessoais Baixo custo Taxas de transmissão limitadas Redes de conexão Interconexão de sistemas maiores

Leia mais

CAPÍTULO 4 PROTOCOLOS INDUSTRIAIS PARTE 2

CAPÍTULO 4 PROTOCOLOS INDUSTRIAIS PARTE 2 25 CAPÍTULO 4 PROTOCOLOS INDUSTRIAIS PARTE 2 O Protocolo PROFIBUS O PROFIBUS (acrônimo de Process Field Bus) é o segundo tipo mais popular de sistema de comunicação em rede Fieldbus, ficando atrás somente

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial, Cap. 6 Tanenbaum, Redes de Computadores, Cap. 1.2 AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.3 Escravo é um

Leia mais

Aula 4 - Protocolos de enlace

Aula 4 - Protocolos de enlace Aula 4 - Protocolos de enlace Professora Marcela Santos marcela@edu.estacio.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 30 de março de 2010 Agenda 1 Protocolos de acesso ao meio Protocolos de acesso múltiplo

Leia mais

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3:

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3: Introdução Os padrões para rede local foram desenvolvidos pelo comitê IEEE 802 e foram adotados por todas as organizações que trabalham com especificações para redes locais. Os padrões para os níveis físico

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Nível de Enlace Redes de Computadores 2 1 Modelo OSI O que os protocolos fazem? controle de erros: canais mais confiáveis - retransmissão reseqüenciamento: reordenar

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores é um conjunto de equipamentos que são capazes de trocar informações e compartilhar recursos entre si, utilizando protocolos para se comunicarem e

Leia mais

Rede Industrial e Tecnologias de Controle Redes Industriais Semestre 02/2015

Rede Industrial e Tecnologias de Controle Redes Industriais Semestre 02/2015 Rede Industrial e Tecnologias de Controle Redes Industriais Semestre 02/2015 Engenharia de Controle e Automação Sistema de Controle Baseado e PC versus Controladores Industriais Formas de apresentação:

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

Análise de Desempenho Experimental de Redes IEEE 802.3.

Análise de Desempenho Experimental de Redes IEEE 802.3. Análise de Desempenho Experimental de Redes IEEE 802.3. Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentim Orientador: Prof. Dr. Luiz Affonso H. Guedes de Oliveira Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa

Leia mais

Anais do IX Congresso Brasileiro de Redes Neurais / Inteligência Computacional (IX CBRN) Ouro Preto 25-28 de Outubro de 2009

Anais do IX Congresso Brasileiro de Redes Neurais / Inteligência Computacional (IX CBRN) Ouro Preto 25-28 de Outubro de 2009 SISMA - SISTEMA DE MONITORAMENTO E AUDITORIA HOSPITALAR UTILIZANDO CRIPTOGRAFIA NEURAL Macêdo Firmino, Gláucio B. Brandão, Ana Maria G. Guerreiro Departamento de Engenharia de Computação e Automação Universidade

Leia mais

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações.

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Topologia em estrela A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Como esta estação tem a responsabilidade de controlar

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.2.2, 16.7.1, 16.7.2 Moraes Engenharia de Automação Industrial 2ª. Edição LTC Cap.: 6.3.3, 6.3.2 Controller Area Network

Leia mais

Redes Convergentes no Cenário da IEC-61850. Brasil

Redes Convergentes no Cenário da IEC-61850. Brasil Redes Convergentes no Cenário da IEC-61850 O. J. M. da MOTTA e C.A. CORDEIRO FURNAS M. G. CASTELLO BRANCO* e C. H. R. de OLIVEIRA CPqD Brasil RESUMO Neste trabalho, os autores propõem uma abordagem dos

Leia mais

Redes Locais de Computadores

Redes Locais de Computadores Redes Locais de Computadores Pós Graduação em Redes de Computadores e Telecomunicações Controle de Acesso Múltiplo Prof. Josafá de Jesus Silva A tecnologia Ethernet AlohaNet inicio da década de 1960 -

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Sobre a arquitetura Ethernet Camadas da arquitetura Ethernet Topologias para redes Ethernet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É a arquitetura mais comum em redes locais

Leia mais

Protocolo CAN Controller Area Network

Protocolo CAN Controller Area Network Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica Protocolo CAN Controller Area Network Carlo Frederico Campos Danielle Simone Prof. Luiz Affonso Maio / 2005

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Fundamentos de Redes de Computadores Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Resumo Camada física. Padrões. Equipamentos de rede. Camada de enlace. Serviços. Equipamentos de

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Controle de acesso ao meio (Medium Access Control - MAC) Aula 10 Enlaces podem ser divididos em duas grandes categorias: Enlace

Leia mais

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Bruno Silvério Costa

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Bruno Silvério Costa Subcamada de Controle de Acesso ao Meio Bruno Silvério Costa 1. O Problema de Alocação do Canal Alocação estática de canais em LANs e MANs Alocação dinâmica de canais em LANs e MANs 1.1 Alocação dinâmica

Leia mais

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet Prof. Dr. S. Motoyama Redes Locais (Local area networks, LANs) Início da década de 80 IBM s token ring vs. DIX (Digital, Intel, e Xerox) Ethernet IEEE

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Adolfo Guilherme Silva Correia Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada

Leia mais

Redes Industriais ModBus RTU

Redes Industriais ModBus RTU Padrão EIA RS-232 O padrão RS (Recommended Standart) é uma padronização de interface para comunicação de dados criada nos anos 60 por um comitê da Electronic Industries Association (EIA). O equipamento

Leia mais

QoSTVApp: Uma Aplicação Semântica para o SBTVD. Autores: Mailson S. Couto (IF Sertão) Vandeclécio L. Da Silva (UERN) Cláudia Ribeiro (UERN)

QoSTVApp: Uma Aplicação Semântica para o SBTVD. Autores: Mailson S. Couto (IF Sertão) Vandeclécio L. Da Silva (UERN) Cláudia Ribeiro (UERN) QoSTVApp: Uma Aplicação Semântica para o SBTVD Autores: Mailson S. Couto (IF Sertão) Vandeclécio L. Da Silva (UERN) Cláudia Ribeiro (UERN) Novembro, 2012 Roteiro 1) Introdução TV Digital 2) Qualidade de

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores 2

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores Faculdade INED Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados, Sistemas para Internet e Redes de Computadores Disciplina: Fundamentos de Redes Prof.:

Leia mais

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

Implementação de um módulo Ethernet 10/100Mbps com interface Avalon para o processador Nios II da Altera

Implementação de um módulo Ethernet 10/100Mbps com interface Avalon para o processador Nios II da Altera Implementação de um módulo Ethernet 10/100Mbps com interface Avalon para o processador Nios II da Altera Ricardo Menotti Orientador: Prof. Dr. Eduardo Marques Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Leia mais

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Prof. Rafael Guimarães Redes de Alta Velocidade Tópico 4 - Aula 1 Tópico 4 - Aula 1 Rafael Guimarães 1 / 31 Sumário Sumário 1 Motivação 2 Objetivos

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Alocação Dinâmica do Canal Token-Bus e Token-Ring, IEEE802.4 e IEEE802.5

Alocação Dinâmica do Canal Token-Bus e Token-Ring, IEEE802.4 e IEEE802.5 Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador Aula 11 - Alocação Dinâmica do Canal Token-Bus e Token-Ring, IEEE802.4 e IEEE802.5 Objetivo : Estudaremos nesta aula mais dois métodos de alocação

Leia mais

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano Redes de Dados Aula 1 Introdução Eytan Mediano 1 6.263: Redes de Dados Aspectos fundamentais do projeto de redes e análise: Arquitetura Camadas Projeto da Topologia Protocolos Pt - a Pt (Pt= Ponto) Acesso

Leia mais

Subcamada MAC. O Controle de Acesso ao Meio

Subcamada MAC. O Controle de Acesso ao Meio Subcamada MAC O Controle de Acesso ao Meio Métodos de Acesso ao Meio As implementações mais correntes de redes locais utilizam um meio de transmissão que é compartilhado por todos os nós. Quando um nó

Leia mais

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática FERRAMENTA COMPUTACIONAL EMBARCADA PARA SIMULAÇÃO E TESTE DAS REDES ETHERNET INDUSTRIAL

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática FERRAMENTA COMPUTACIONAL EMBARCADA PARA SIMULAÇÃO E TESTE DAS REDES ETHERNET INDUSTRIAL ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática FERRAMENTA COMPUTACIONAL EMBARCADA PARA SIMULAÇÃO E TESTE DAS REDES ETHERNET INDUSTRIAL Autor: MURILO DE LIMA VILELA Instituição: Instituto Nacional

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Protocolos: Fundamentos Fabricio Breve Protocolos linguagem utilizada pelos diversos dispositivos para trocar informações Exemplos: TCP/IP, NetBEUI, SPX/IPX Premissas básicas A maioria

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

XRTPS EXTENSIBLE REAL-TIME PUBLISH SUBSCRIBE: UM MIDDLEWARE PARA TROCA DE DADOS EM REDES INDUSTRIAIS DE TEMPO REAL BASEADO EM XML UTILIZANDO MULTICAST

XRTPS EXTENSIBLE REAL-TIME PUBLISH SUBSCRIBE: UM MIDDLEWARE PARA TROCA DE DADOS EM REDES INDUSTRIAIS DE TEMPO REAL BASEADO EM XML UTILIZANDO MULTICAST INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN UNIDADE SEDE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE JALERSON RAPOSO FERREIRA

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Introdução Como obter comunicação entre duas máquinas fisicamente conectadas?

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO. José Valdemir dos Reis Junior

TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO. José Valdemir dos Reis Junior TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO José Valdemir dos Reis Junior ROTEIRO Gerações das redes PON Componentes das Redes Ópticas Passivas Técnicas de acesso múltiplo nas redes PON: - Acesso Multiplo

Leia mais

Padrão IEEE 802 e Ethernet

Padrão IEEE 802 e Ethernet Padrão IEEE 802 e Ethernet UTP - UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Arquitetura de Redes de Computadores II Prof. André Luiz Padrão IEEE 802 802.1 LLC MAC 802.2 802.3 802.4 802.5 802.6 802.1 Padrão IEEE 802

Leia mais

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço Elenilson Vieira da S. Filho 1, Ângelo L. Vidal de Negreiros 1, Alisson V. Brito 2 1 Departamento de Informática Universidade Federal

Leia mais

Fábio Tozeto Ramos, Engenheiro Mecatrônico e Gerente de Produto da Siemens Ltda.

Fábio Tozeto Ramos, Engenheiro Mecatrônico e Gerente de Produto da Siemens Ltda. Artigos Técnicos Profibus: para todas as exigências Fábio Tozeto Ramos, Engenheiro Mecatrônico e Gerente de Produto da Siemens Ltda. No novo contexto da automação, os barramentos de campo são normalmente

Leia mais

Driver de rede para sistemas distribuídos de tempo-real

Driver de rede para sistemas distribuídos de tempo-real FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Driver de rede para sistemas distribuídos de tempo-real Rui Duarte Teixeira Henriques VERSÃO PROVISÓRIA Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

TÍTULO: APLICAÇÃO DE REDE DE SENSORES SEM FIO PARA SENSORES DE FLUXO DE ÁGUA EM INSTALAÇÕES PREDIAIS E INDUSTRIAIS

TÍTULO: APLICAÇÃO DE REDE DE SENSORES SEM FIO PARA SENSORES DE FLUXO DE ÁGUA EM INSTALAÇÕES PREDIAIS E INDUSTRIAIS TÍTULO: APLICAÇÃO DE REDE DE SENSORES SEM FIO PARA SENSORES DE FLUXO DE ÁGUA EM INSTALAÇÕES PREDIAIS E INDUSTRIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO:

Leia mais

A Rede Token Ring. O Funcionamento do MAC Token Ring. Passagem de token

A Rede Token Ring. O Funcionamento do MAC Token Ring. Passagem de token A Rede Token Ring Visão geral de Token Ring e de suas variantes A IBM desenvolveu a primeira rede Token Ring nos anos 70. Ela ainda é a principal tecnologia LAN da IBM e apenas perde para a Ethernet (IEEE

Leia mais

Suporte a redes CAN para Aplicações Embarcadas

Suporte a redes CAN para Aplicações Embarcadas Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Departamento De Informática e Estatística INE Bacharelado em Ciências Da Computação Suporte a redes CAN para Aplicações Embarcadas Autor: Alessandro Barreiros

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

1 Lista de exercícios 01

1 Lista de exercícios 01 FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 1 Lista de exercícios 01 1) No desenvolvimento e aperfeiçoamento realizado em redes de computadores, quais foram os fatores que conduziram a interconexão de sistemas abertos

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Nome dos Alunos

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Nome dos Alunos Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour Nome dos Alunos Cenário 1: Considere a seguinte topologia de rede IPB 210.0.0.1/24 IPA 10.0.0.5/30 220.0.0.1\24 4 5 3 1 IPC 10.0.0.9/30 REDE B

Leia mais

TRABALHO SOBRE ETHERNET

TRABALHO SOBRE ETHERNET TRABALHO SOBRE ETHERNET Centro de Formação de Alcoitão UFCD 0831 Topologias de redes Ethernet Formador(a): Daniela Azevedo Formandos: António Rocha, Célia Silva e Rui Bárcia Índice Introdução Características

Leia mais

Uma Arquitetura para a Integração e Avaliação da Tecnologia Voz sobre IP em Enlaces PLC

Uma Arquitetura para a Integração e Avaliação da Tecnologia Voz sobre IP em Enlaces PLC Uma Arquitetura para a Integração e Avaliação da Tecnologia Voz sobre IP em Enlaces PLC André M. Zenun 1, Diego L. Kreutz 2, Rafael R. Righi 1 1 Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis SENAI-SC Rodovia

Leia mais

Ficha de trabalho Redes locais

Ficha de trabalho Redes locais Ficha de trabalho Redes locais 1.Arquitectura Ethernet, necessidade de um dispositivo concentrador, um switch para ligar os computadores. 2.Funciona como concentrador de tomadas, nao possui circuito electronico,

Leia mais

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1 Redes de Computadores e Teleinformática Zacariotto 4-1 Agenda da aula Introdução Redes de computadores Redes locais de computadores Redes de alto desempenho Redes públicas de comunicação de dados Computação

Leia mais

Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software

Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software Disciplina: Redes de Computadores 2. Arquiteturas de Redes: Modelo em camadas Prof. Ronaldo Introdução n Redes são

Leia mais

... Estrutura da automação industrial. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Industriais. Supervisor. Gerência de Informação.

... Estrutura da automação industrial. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Industriais. Supervisor. Gerência de Informação. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Estrutura da automação industrial Supervisor Base de Dados Gerência de Informação Rede de Comunicação de Dados Local Controlador Local 1 Condicionamento de sinais...

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Conceitos Básicos Walter Fetter Lages w.fetter@ieee.org Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação A camada de enlace, cujo protocolo é utilizado para transportar um datagrama por um enlace individual, define o formato dos pacotes trocados entre os nós nas extremidades, bem como

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

CPs Altus PROFIBUS-DP

CPs Altus PROFIBUS-DP CPs Altus PROFIBUS-DP Programa do Workshop 1 - Redes de Campo 2 - PROFIBUS 3 - PROFIBUS-DP 4 - PROFIBUS-DP Redundante 5 - CPs Altus PROFIBUS - DP 6 - Série AL-2000 PROFIBUS-DP 7 - Série Quark PROFIBUS-DP

Leia mais

PROFIsafe o perfil de segurança PROFIBUS

PROFIsafe o perfil de segurança PROFIBUS PROFIsafe o perfil de segurança PROFIBUS César Cassiolato Gerente de Produtos - Smar Equipamentos Industriais Ltda e Vice-Presidente da Associação PROFIBUS Brasil. INTRODUÇÃO A demanda por mais e mais

Leia mais

Redes de Comunicação em Ambientes Industriais Apresentação

Redes de Comunicação em Ambientes Industriais Apresentação Redes de Comunicação em Ambientes Industriais Apresentação Luís Almeida Paulo Pedreiras lda@det.ua.pt pedreiras@det.ua.pt Electronic Systems Lab-IEETA / DET Universidade de Aveiro Aveiro, Portugal Luis

Leia mais

Wireless LAN (IEEE 802.11x)

Wireless LAN (IEEE 802.11x) Wireless LAN (IEEE 802.11x) WLAN: Wireless LAN Padrão proposto pela IEEE: IEEE 802.11x Define duas formas de organizar redes WLAN: Ad-hoc: Sem estrutura pré-definida. Cada computador é capaz de se comunicar

Leia mais

Detecção de Portadora em Redes de Acesso múltiplo (CSMA)

Detecção de Portadora em Redes de Acesso múltiplo (CSMA) Detecção de Portadora em Redes de Acesso múltiplo (CSMA) Carrier Sense on Mullti-Access Network CSMA CSMA/CA CSMA/CD CSMA/CD Carrier SenseMulti-Access / CollisionData Computadores ligados Ethernet usam

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 08/2013 Material de apoio Conceitos Básicos de Rede Cap.1 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica.

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

Redes de Computadores - Capitulo II 2013. prof. Ricardo de Macedo 1 ISO INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDZATION

Redes de Computadores - Capitulo II 2013. prof. Ricardo de Macedo 1 ISO INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDZATION Capitulo 2 Prof. Ricardo de Macedo ISO INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDZATION Organização Internacional para Padronização. Definição de um padrão de interoperabilidade. Modelo OSI OSI OPEN SYSTEM

Leia mais

8 Bibliografia. ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534.

8 Bibliografia. ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534. Bibliografia 88 8 Bibliografia ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534. AMBRIOLA, V.; TORTORA, G. Advances in Software

Leia mais

Modelos de Redes em Camadas

Modelos de Redes em Camadas Modelos de Redes em Camadas Prof. Gil Pinheiro 1 1. Arquitetura de Sistemas de Automação Sistemas Centralizados Sistemas Distribuídos Sistemas Baseados em Redes Arquitetura Cliente-Servidor 2 Sistemas

Leia mais

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 2 INTRODUÇÃO Com a informatização dos sistemas nas empresas veio também o aumento da competitividade e isso fez com que a qualidade dos serviços fosse questionada. O

Leia mais

ETHERNET E FIELDBUS FOUNDATION NO AMBIENTE INDUSTRIAL

ETHERNET E FIELDBUS FOUNDATION NO AMBIENTE INDUSTRIAL ETHERNET E FIELDBUS FOUNDATION NO AMBIENTE INDUSTRIAL Antônio Pereira de Araújo Júnior, Christiano Vasconcelos das Chagas Raphaela Galhardo Fernandes DCA-CT-UFRN Natal - RN Resumo Este artigo mostra um

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

CA Nimsoft Monitor Snap

CA Nimsoft Monitor Snap CA Nimsoft Monitor Snap Guia de Configuração do Monitoramento do EMC Celerra celerra série 1.6 Aviso de copyright do CA Nimsoft Monitor Snap Este sistema de ajuda online (o Sistema ) destina-se somente

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace. Alexandre Augusto Giron

REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace. Alexandre Augusto Giron REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace Alexandre Augusto Giron ROTEIRO Introdução Serviços Técnicas de Detecção e correção de Erros Protocolos de Acesso múltiplo Endereçamento Ethernet VLANs Relembrando

Leia mais

UMA FERRAMENTA ALTERNATIVA DE SUPERVISÃO PARA A ELEVAÇÃO ARTIFICIAL DE PETRÓLEO

UMA FERRAMENTA ALTERNATIVA DE SUPERVISÃO PARA A ELEVAÇÃO ARTIFICIAL DE PETRÓLEO Copyright 2004, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr.

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr. Redes de Computadores Aula 2 Aleardo Manacero Jr. O protocolo RM OSI 1 Camada Física e Componentes Funcionalidades relacionadas à transmissão de bits Codificação Modulação Sincronismo de bits Especificação

Leia mais

VoIPFix: Uma ferramenta para análise e detecção de falhas em sistemas de telefonia IP

VoIPFix: Uma ferramenta para análise e detecção de falhas em sistemas de telefonia IP XXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos 915 VoIPFix: Uma ferramenta para análise e detecção de falhas em sistemas de telefonia IP Paulo C. Siécola 1, Fabio Kon 1 1 Departamento

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE REDES PROFIBUS DP E PROFINET ANDRÉ L. DIAS GUILHERME S. SESTITO EDUARDO A. MOSSIN

ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE REDES PROFIBUS DP E PROFINET ANDRÉ L. DIAS GUILHERME S. SESTITO EDUARDO A. MOSSIN ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE REDES PROFIBUS DP E PROFINET ANDRÉ L. DIAS Laboratório de Automação Industrial, Departamento de Engenharia Elétrica, Universidadede São Paulo Avenida Trabalhador São-carlense,

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON É uma solução para a rede de acesso, busca eliminar o gargalo das atuais conexões entre as redes dos usuários e as redes MAN e WAN. A solução PON não inclui equipamentos ativos

Leia mais

Redes e Serviços em Banda Larga

Redes e Serviços em Banda Larga Redes e Serviços em Banda Larga Redes Locais de Alta Velocidade Paulo Coelho 2002 /2003 1 Introdução Fast Ethernet Gigabit Ethernet ATM LANs 2 Características de algumas LANs de alta velocidade Fast Ethernet

Leia mais

FERRAMENTAS PARA INSPEÇÃO E ANÁLISE DE REDES WIRELESSHART: COMPARAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MÉTODOS EXISTENTES E PROPOSTA DE UMA NOVA FERRAMENTA

FERRAMENTAS PARA INSPEÇÃO E ANÁLISE DE REDES WIRELESSHART: COMPARAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MÉTODOS EXISTENTES E PROPOSTA DE UMA NOVA FERRAMENTA FERRAMENTAS PARA INSPEÇÃO E ANÁLISE DE REDES WIRELESSHART: COMPARAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MÉTODOS EXISTENTES E PROPOSTA DE UMA NOVA FERRAMENTA TATIANE M. MACHADO 1, IVAN MULLER 1, JEAN M. WINTER 1, VICTOR

Leia mais