INÊS MAGALHÃES. Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades

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1 INÊS MAGALHÃES Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades

2 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA OBJETIVOS Estimular a provisão de habitação de interesse social em larga escala e em todo o território; Mobilizar o mercado formal para produção de habitação para o segmento de baixa renda; Estimular o mercado para a criação de um produto mais aderente à demanda. Estimular o crescimento econômico do país gerar emprego e renda por meio do aumento de investimentos na construção civil; Promover distribuição de renda e inclusão social;

3 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA RESULTADOS PMCMV 1 1 MILHÃO PMCMV 2 2,75 MILHÕES TOTAL UNIDADES HABITACIONAIS CONTRATADAS: RENDA FAMILIAR FAIXA 1: ATÉ R$ 1.600,00 FAIXA 2: ATÉ R$ 3.275,00 FAIXA 3: DE R$ 3.275,00 ATÉ R$ 5.000,00 UNIDADES HABITACIONAIS CONTRATADAS 1.72 MILHÃO 1.8 MILHÃO 473 MIL INVESTIMENTO R$ 265,2 BILHÕES UNIDADES HABITACIONAIS ENTREGUES MAIS DE MUNICÍPIOS ATENDIDOS

4 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS RETOMADA DOS INVESTIMENTOS EM HABITAÇÃO SOCIAL QTDE DE UNIDADES HABITACIONAIS CAIXA + MERCADO - TOTAL FINANCIAMENTO 1974 à 2014 UNIDADES HABITACIONAIS CAIXA + MERCADO - TOTAL FINANCIAMENTO Geisel Figueiredo Sarney Collor/Itamar FHC Lula Dilma unidades unidades unidades unidades unidades unidades unidades Obs.: Não inclui material de construção Posição: dez/2014 FONTE: Elaboração CAIXA : a partir de dados CAIXA e ABECIP até ago/2014

5 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS SUBSÍDIOS CONCENTRADOS NAS FAIXAS DE MENOR RENDA Subsídios em relação ao preço da UH (%) 2009 a Junho/2013 Distribuição dos subsídios por faixa de renda (%) Fonte: Caixa e Ministério das Cidades.

6 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS CONTRATAÇÃO distribuída no TERRITÓRIO nacional Unidades contratadas por município Valor investido por município municípios atendidos Fonte: Ministério das Cidades/Caixa/Banco do Brasil Data Base: 2014

7 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS IMPACTOS SIGNIFICATIVOS SOBRE A ECONOMIA Impacto no emprego, na renda e no setor de serviços Indicadores Média anual Empregos diretos e indiretos (pessoas) Renda direta e indireta (R$ bilhão) 4,517 21,365 24,827 29,987 29,688 22,078 Compras de materiais e serviços (R$ bilhão) 2,486 12,597 17,355 22,116 22,332 15,378 Fonte: Ministério das Cidades - Contas Nacionais IBGE

8 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS Estimulo do mercado formal voltado ao atendimento da baixa renda Impacto na produção de novas moradias Parcela anual de moradias produzidas pelo PMCMV em relação ao total de moradias produzidas no País Parcela anual de moradias produzidas pelo PMCMV em relação ao total de moradias produzidas para o público alvo 40,3% 48,0% 26,7% 27,5% 7,5% Fonte: Ministério das Cidades / * Estimativa *

9 Proporção de beneficiários por composição familiar PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS ATENDIMENTO FOCALIZADO Proporção de registros no PMCMV por gênero Homem 13,0% Mulher 87,0% Distribuição por faixa etária Fonte: Caixa e Ministério do Desenvolvimento Social Data base: ano 2014

10 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA IMPACTOS SOCIOECONOMICOS Pesquisa de percepção dos beneficiários do PMCMV Empresas Faixa 1 Dados Preliminares. Parceria: IPEA/SAE/PR SATISFAÇÃO DO BENEFICIÁRIO Satisfação Critério Nota Satisfação com a moradia 8,8 Satisfação com serviços 7,9 Satisfação com o entorno 8,1 Aumento de bem estar 8,6 Intenção de mudar 0,5 Satisfação dos moradores por UF 9,6 9,3 9,3 8,8 8,2 8,9 9,3 9,2 9,3 9,2 Custo de vida Critério Nota Custo com transporte 4,1 Custo com prestação 7,9 Despesas com a moradia 4,2 Brasil: 8,8 9,3 9,2 8,3 8,7 8,9 9,8 8,7 8,4 8,7 8,0 8,9 8,4 8,6

11 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA DESAFIOS OS AVANÇOS ALCANÇADOS FORAM SIGNIFICATIVOS PORÉM, NO CONTEXTO BRASILEIRO, PROGRAMAS DE GRANDE ESCALA CENTRALIZADOS NA ESFERA FEDERAL DEVEM SER CAPAZES DE EQUACIONAR: ESCALA x CELERIDADE COMPETÊNCIA MUNICIPAL PARA REGULAÇÃO DO USO DO SOLO E APROVAÇÃO DOS PROJETOS x EXIGÊNCIAS MÍNIMAS FEDERAIS REGRA NACIONAL x DIVERSIDADE REGIONAL

12 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA DESAFIOS DESAFIOS PARA O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL: Melhoria da qualidade arquitetônica e urbanística dos empreendimentos desenho urbano, conexão com o entorno, variação de tipologias, localização, desenho e tratamento de espaços públicos ou comunitários externalidades positivas para o entorno; Aumento da produtividade no setor, minimizando a escassez de mão-de-obra; Utilização de soluções construtivas que garantam maior durabilidade para a construção atendimento à Norma de Desempenho; Melhoria da qualidade do processo: redução de defeitos, redução de perdas, melhoria de desempenho; Melhoria de materiais e sistemas construtivos: aumento de vida útil, flexibilidade de projeto, aumento de produtividade, introdução progressiva de inovações, soluções regionalizadas; Soluções projetuais que propiciem a redução do consumo e dos custos em uso: economia de água, eficiência, geração e economia de energia, operação e manutenção.

13 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA GESTOR LOCAL O PMCMV por suas características, escala e a incorporação do mercado privado como agente promotor da habitação impõem novos papéis e articulações mais efetivas do gestor local exige uma participação efetiva do gestor local como parceiro indutor, articulador e estruturador da implantação do PMCMV no município.

14 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA A mitigação de riscos e exploração de potencialidades do PMCMV demandam uma gestão estratégica do território envolvendo aspectos GESTÃO GOVERNANÇA integração entre políticas setoriais articulação com outros instrumentos de planejamento urbano e de desenvolvimento econômico O MCidades estabeleceu exigências e definiu instrumentos para minimizar riscos e buscar sustentabilidade socioambiental, mas não pode substituir o gestor local...

15 DESAFIOS PARA O GESTOR LOCAL Fazer gestão estratégica do território impõe: alinhar os diferentes planos setoriais municipais entre si e ao Plano Diretor conciliar investimentos das diversas políticas sociais e de infraestrutura incorporar a pauta de caráter econômico na produção dos territórios utilizar os instrumentos do Estatuto da Cidade para ampliar os seus investimento nas políticas setoriais e para disponibilizar áreas bem localizadas para a implantação dos empreendimentos, podendo: mapear áreas adequadas para a implantação de HIS e regulamentá-las nos marcos normativos para que a inserção dos empreendimentos esteja alinhada ao planejamento municipal utilizar-se da doação de terrenos e potencial do chamamento público para qualificar a inserção urbana, o desenho e a adequação às especificidades locais utilizar-se do poder de regulação para estimular a produção de imóveis pelo mercado mas com valores controlados e para beneficiários selecionados pelo município

16 DESAFIOS PARA O GESTOR NACIONAL APRIMORAMENTOS MCMV 3

17 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Escalas de abordagem: Cidade Empreendimentos Unidade

18 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Operacional: revisão da Lei e dos normativos das modalidades, da seleção da demanda e proposta de novas exigências para contratação Especificações: para as UH e novas para os empreendimentos, além de itens de eficiência energética e adequação à norma de desempenho Regionalização e distribuição dos valores e metas: nova distribuição com correção das distorções em relação às RM Novas modalidades: Faixa 1 FGTS e atendimento para municípios com menos de 50 mil hab. Edição de material de apoio: Caderno de orientações para inserção urbana, Caderno de diretrizes de projeto e Manuais da norma de desempenho (Realização de Protótipos) Gestão: Criação de Cadastro Nacional de Demanda e Beneficiários e de Sistema de Monitoramento do programa com edição de Boletim informativo

19 Revisão da Portaria de Seleção da Demanda Manual único de seleção de beneficiários modalidades: MCMV Empresas, oferta pública ; MCMV Entidades publicidade do enquadramento dos candidatos após a habilitação rol taxativa de critérios adicionais outros somente se submetidos à aprovação do MCidades cada processo de seleção deve constituir um processo administrativo auditável governos deverão estabelecer data limite para inscrição de candidatos, visando sua hierarquização e seleção para determinado empreendimento prazo para atualização cadastral a cada 2 anos 3 grupos para seleção da demanda APRIMORAMENTOS MCMV 3 indicação de famílias em área de risco com apresentação de lista prévia das famílias, mapeamento e proposta de tratamento para as áreas

20 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Novas exigências para contratação Exigência de Mapeamento de áreas potenciais e correspondentes exigências de instalação de Infraestrutura e equipamentos inicialmente para cerca de 70 municípios Estabelecer condicionantes territoriais para promover melhor inserção dos empreendimentos nos municípios Dotar os municípios de ferramenta de mapeamento e análise do território Revisão do Relatório de Diagnóstico da Demanda, a Matriz de Responsabilidade e o Termo de Compromisso Os conteúdos deverão balizar a análise do empreendimento e variar conforme a aptidão da área Monitorados mais próximo sobre os compromissos expressos na Matriz de Responsabilidades Instituição de procedimento de pré-qualificação de propostas As propostas serão cadastradas, pontuadas e ranqueadas, segundo sistema de pontuação baseado em critérios pré-estabelecidos. Aquelas com maior pontuação, em um dado prazo e recorte territorial, serão pré-qualificadas e terão prazo para contratação

21 AGENDA SNH MINHA CASA + SUSTENTÁVEL REVISÃO ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS - NORMA DE DESEMPENHO NBR Desenvolvimento de manuais para apoiar o cumprimento da Norma de Desempenho pelos proponentes e a análise de projetos pelas Instituições Financeiras. Coordenação: PBQPH/ SNH MCidades / CTHEC -Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação Parceria: SNH, CAIXA e FDTE Poli USP para elaboração dos seguintes documentos técnicos: Documento Base Especificac oẽs de desempenho - empreendimentos de HIS Anexo 2 Condições gerais de projeto e execução Manual do Proponente Orientações para aplicação das especificações - empreendimentos de HIS Anexo 1 Especificac oẽs complementares PMCMV Faixa 1 Manual para os Agentes Financeiros Orientac oẽs para recebimento e anaĺise dos projetos Catálogo dos subsistemas

22 APRIMORAMENTOS MCMV 3 INFRAESTRUTURA LABORATORIAL - NORMA DE DESEMPENHO Parceria entre SNH/MCidades, FINEP/MCTI e Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro REDETEC para realização de Chamada Pública para selecionar e apoiar Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) interessadas em fazer parte da Rede SIBRATEC de Desempenho Habitacional. Conceder até R$ 8 milhões para instituições selecionadas para o fortalecimento da infraestrutura de laboratórios na área da construção civil tendo em vista: 1. Adequação do PMCMV à Norma de Desempenho; 2. Ampliação da capacidade laboratorial brasileira para avaliação e ensaios necessários ao cumprimento da Norma; e 3. Ampliação da oferta de atendimentos de extensão tecnológica para apoiar o setor da indústria de materiais e da construção civil (especial foco no PMCMV) com vistas a adequação no cumprimento da Norma.

23 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Especificações para os Empreendimentos Elaboração de manual de orientação de projetos Orientação aos proponentes - elaboração de projetos entes públicos - aprovação de projetos instituições financeiras - análise e contratação Definição de especificações urbanísticas Conectividade: Tamanho do lote, Tamanho da quadra, Porte do empreendimento, Porte do Condomínio Mobilidade/Acessibilidade: Dimensionamento do sistema viário para novos parcelamentos, hierarquia viária, Equipamentos (conforme definido nas novas orientações para o RDD) Sistema de Espaços Livres: Tratamento paisagístico, Caracterização Infraestrutura, Sustentabilidade e Diversidade: Adequação ao Sítio, Afastamento entre as edificações, Fechamento e prevenção ao crime, Medição individualizada, Coleta de resíduos, Iluminação de áreas condominiais internas, Iluminação de áreas condominiais externas, Bomba de água, Sistema de Aquecimento Solar SAS

24 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Desestímulo aos grandes conjuntos fechados, que levam à formação de guetos Caderno de orientações para inserção urbana Caderno de diretrizes de projeto Especificações Urbanísticas (Normativo) Demonstração de referências e alternativas de projeto de espaços livres e de circulação, estimulo à arborização e adequada implantação das edificações, visando a maior conforto ambiental Obrigatoriedade de soluções adequadas de drenagem e pavimentação Orientações quanto ao aproveitamento adequado do terreno, evitando movimentos de terra desnecessários

25 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Novas Especificações - Qualificação dos empreendimentos PARÂMETROS URBANÍSTICOS Especificações urbanísticas Especificações urbanísticas mínimas obrigatórias nos projetos dos empreendimentos em consonância com o Caderno de Diretrizes de Projeto e segundo os eixos estruturantes: Conectividade, Acessibilidade, Equipamentos, Sistema de Espaços Livres, Infraestrutura, Contexto da área e Diversidade.

26 Nova modalidade Faixa1 FGTS Criar modalidade de financiamento (subsídios FGTS e OGU) Aumentar os valores de subsídio Limite de valor de imóvel menor de o teto do FGTS APRIMORAMENTOS MCMV 3 Aperfeiçoar foco do atendimento criar processo de identificação e indicação da demanda 75% dos atendimentos não tem coobrigados Público alvo famílias com renda até 3 s.m. R$ 2.364,00 Valor teto do Subsídio Premissas: SAC Comprometimento de renda de 27,5% da família Necessidade de Contrapartida (governo estadual/municipal e/ou poupança) Prazo de financiamento: 360 meses EXEMPLO : Com essas premissas, família com renda de R$ 1.600,00, para alcançar o imóvel mais caro (R$ 135 mil), necessitaria de um subsídio de aproximadamente R$ 45 mil

27 APRIMORAMENTOS MCMV 3 REGIONALIZAÇÃO DOS VALORES DE IMÓVEL/SUBSÍDIO Regionalização única para todas as modalidades do MCMV, inclusive FGTS RECORTE TERRITORIAL DF, RJ E SP SUL, ES E MG Capitais classificadas pelo IBGE como metrópoles Demais capitais estaduais, municípios das RMs das capitais estaduais, de Campinas, da Baixada Santista e RIDE/DF com população maior ou igual a 100 mil habitantes, capitais regionais, classificadas pelo IBGE, com população maior ou igual a 250 mil habitantes CENTRO- OESTE NORTE E NORDESTE Municípios com população igual ou maior que 250 mil habitantes e municípios das RMs das capitais estaduais, de Campinas, da Baixada Santista e da RIDE/DF com população menor que 100 mil habitantes e e capitais regionais, classificadas pelo IBGE, com população menor que 250 mil habitantes Municípios com população maior ou igual a 50 mil habitantes e menor que 250 mil habitantes Municípios com população menor que 50 mil habitantes Total Geral Total Geral

28 APRIMORAMENTOS MCMV 3 Criação de sistema integrado de Cadastramento e Seleção de Demanda, e Registro de Concessão de Benefícios Habitacionais Cadastro de Demanda Possibilita a caracterização adequada da demanda pelos entes públicos Dota os entes de ferramenta tecnológica Facilita as inscrições Viabiliza a transparência Seleção de Beneficiário Registra os critérios adicionais de seleção Presta contas aos órgãos de controle e à sociedade Viabiliza a transparência Registro de Benefícios Implanta um cadastro único de beneficiários da Política de Habitação de Interesse Social dos três níveis de governo

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